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O Festival Internacional Música na Serra _ FIMS, acontece desde julho de 2013, está consolidado junto à comunidade da Serra Catarinense. Para 2020 foram programadas várias atividades, entre elas a realização de masters classes diárias, formação de orquestra sinfônica completa e coral. As apresentações de dança, coral adulto e infantil ocorrerão em dias especiais. O FIMS pretende realizar durante todo o período de pré produção e produção um conjunto de ações que se subdividem: a Formação de Plateia, adesão de alunos oriundos de Lages e demais regiões do estado de Santa Catarina. No encerramento teremos a orquestra sinfônica e Corais do Festival Música na Serra.
Não se aplica
Objetivo Geral Reunir 23 professores de renome nacional e internacional para o aperfeiçoamento técnico-musical de estudantes nacionais e internacionais, realizando 360 horas de oficinas diárias, durante 5 dias para instrumentos de corda, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, piano, metais e madeiras, bem como oficinas de prática de orquestra e de música de câmara, além de preparação para coral e dança, que serão apresentadas nos concertos noturnos. Objetivos específicos Realizar concertos diários para a comunidade com a participação dos professores e estudantes. Assim denominados e com a seguinte quantidade: 5 concertos Acadêmicos, 5 Concertos Sociais e 7 Concertos Noturnos com a apresentação dos artistas convidados e dos professores do festival, músicos internacionais. De acordo com a programação se apresentará o coral e a dança, sendo na noite de encerramento a orquestra do festival. Todos os concertos serão com entrada gratuita; Oferecer 80 bolsas de estudos, que consistem em isenção da taxa de inscrição, transporte, hospedagem, alimentação (três refeições diárias) para alunos com baixo poder aquisitivo oriundo de várias partes do país e do estrangeiro, que de outra forma, não poderiam estar presentes no Festival; Fortalecer o nome do FIMS como um dos grandes eventos de Música Erudita no estado de Santa Catarina e na região Sul do país por meio de mídias digitais e impressas; Oferecer 21 máster classes de instrumentos de orquestra e canto lírico, coral adulto e infantil; Realizar concertos em áreas públicas a fim de formar plateia para a música erudita; Consolidar o Festival Internacional Música na Serra na programação de grandes eventos de música erudita do sul do Brasil. Realizar, como contrapartida social, eventos musicais em hospitais, asilos e instituições de auxílio sem fins lucrativos.
O Festival Internacional Música na Serra foi idealizado para promover a Cultura e a Região Serrana Catarinense a nível internacional, suprindo assim constante necessidade de descentralizar a cultura, por meio de concertos de música clássica. A música clássica ou erudita é denominada aquela que é fruto da erudição e não das práticas folclóricas e populares. Enquanto a maior parte dos estilos de música popular utiliza o formato de canções, a música clássica utiliza outras formas como o concerto, a sinfonia, a ópera, a música de dança, a suíte, o estudo, o poema sinfônico, entre outros. Os primeiros registros de composições clássicas datam do século XVI. Porém, foi entre os séculos XVII e XIX que expoentes da música erudita se destacaram mundialmente, sendo conhecidos até hoje os nomes e obras de Beethoven, Brahms, Mozart, Shubert, Bach, Chopin, Verdi, Vivaldi, Stravinsky, entre tantos outros. Os compositores clássicos frequentemente aspiram inserir em sua obra uma complexa relação entre seu conteúdo emocional e os meios intelectuais usados para obter este conteúdo. Com isso, suas obras ganham uma gama de interpretações para piano, orquestras de câmara ou sinfônicas, corais e mesmo na montagem de óperas. Quanto aos instrumentos, frequentemente se distingue pelo amplo uso de instrumentos musicais de diferentes timbres e tonalidades para a reprodução de suas peças. Os diferentes movimentos da música clássica foram afetados principalmente pela invenção e modificação destes instrumentos ao longo do tempo. São instrumentos de cordas, madeiras ou sopro, metais e percussão que unidos contam as histórias traduzidas em melodia por seus autores. Com o passar do tempo, o gosto pela música clássica entrou em declínio e, desde o fim do século XX vem perdendo muito espaço para a música popular e outros gêneros musicais que vem se desenvolvendo através das novas tecnologias, como a música eletrônica. Para manter viva a cultura da música clássica, formar plateia e oferecer formação musical para artistas, desde 2013 o Instituto José Paschoal Baggio realiza na cidade de Lages, na Serra Catarinense, o Festival Internacional Música na Serra. São 13 dias de evento com concertos gratuitos em teatros, instituições de caridade e espaços públicos, másters classes de instrumentos de orquestra e canto lírico e coral, oficinas de ballet clássico e dança contemporânea. Desde a sua primeira edição o evento recebeu 140 professores, 1.307 estudantes e mais 40 mil espectadores nos 141 concertos realizados. Nos últimos anos foram recebidos alunos de 24 estados brasileiros e 15 países, entre América e Europa. A Serra Catarinense é um celeiro de talentos artísticos em diversas vertentes culturais. Na música, recebe festivais populares de diversos gêneros, porém a música erudita ainda tem poucos eventos, sejam para apresentações ou para formação artística clássica. Com isso, pouco se incentiva ou se promove o gosto pela música clássica, a ópera e o ballet. Em nível estadual, também são poucos os investimentos públicos para a formação clássica musical. A Orquestra Sinfônica de Santa Catarina criada no início dos anos 90 sofre com os parcos recursos recebidos do Governo do Estado e também não tem condições de promover formação seja para seus músicos, seja para a renovação artística no gênero. Assim, eventos da natureza do Festival Internacional Música na Serra são raridade no estado de Santa Catarina ao oferecerem um circuito de concertos gratuitos e máster classes de aperfeiçoamento em música clássica e por isso roga o apoio da Lei de Incentivo à Cultura para se consolidar como evento anual de música erudita no Estado. Seu período de realização também é propício pois combina período de férias de inverno brasileiro e de verão na América do Norte e Europa, o que possibilita a participação de alunos de diversos locais do país e a vinda de professores de diversos lugares do mundo, respectivamente. Nesta época a região da Serra Catarinense também atrai turistas de diversos lugares do Brasil em busca de baixas temperaturas e até da neve, o que acaba ampliando a participação de público no Festival. Quanto ao seu enquadramento na Lei de Incentiva à Cultura, o projeto tem por finalidade contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (art. 1º, I, Lei 8.313/91), seja através da realização de cursos de aperfeiçoamento em música erudita _ instrumentos e canto coral, oficinas de ballet e dança contemporânea, mas também com a realização de um circuito de espetáculos eruditos em sala de teatro, concertos acadêmicos de caráter social em instituições beneficentes de Lages (SC). Quanto aos seus objetivos, o projeto tem enquadramento nos seguintes incisos do art. 3º da Lei 8313/91: I _ incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo para as máster classes do evento, para alunos que não têm condições de arcar com inscrição, despesas de viagem, hospedagem e alimentação; (...) II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) c) realização de um festival de música erudita, com concertos gratuitos realizados em via pública na cidade de Lages (SC); (...) IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, através da realização de concertos gratuitos em teatro e instituições beneficentes de Lages (SC); (...) Importante frisar que desde a sua primeira edição só foi possível realizar o evento com tantas atividades gratuitas em sua programação, seja para formação de plateia, seja para o aperfeiçoamento musical e artístico erudito, pois conta com o apoio de patrocinadores captados através da Lei de Incentivo à Cultura. O apoio da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para elevar difundir a música clássica produzida no Brasil, através de ações de formação de artistas e de plateia para este gênero pouco conhecido e apreciado no país. Sem o incentivo fiscal não seria possível oferecer este evento gratuitamente à população. O FIMS apresenta um olhar atento aos alunos catarinenses, oferecendo-lhes a oportunidade de participação nesse festival, que vem contribuindo significantemente para a formação musical e cultural na Serra Catarinense. As ações estratégicas que visam se aproximar do público alvo são: - Contatos _ Realização de uma conversa com as instituições culturais explanando sobre o festival, tornando-o conhecido, esclarecendo dúvidas e buscando convencer os interessados a participar do festival; - Master Class _ Realização de aulas no formato de Master Class, como forma de proporcionar um acréscimo de conhecimento para os alunos catarinenses. Estas ações serão desenvolvidas nas principais cidades do estado e cidades da região serrana, através de contato prévio com Fundações Culturais, Escolas de Música, Secretarias Municipais de Cultura e Universidades com curso superior em Música. Para realização do Festival contamos com a presença de professores e intérpretes reconhecidos nacional e internacionalmente, o festival possui um corpo docente extraordinário, do qual fazem parte alguns dos melhores músicos do país e do estrangeiro: Carmelo de Los Santos (Violino _ BRA/EUA), Marcos Machado (Contra-baixo _ BRA/EUA), Viktor Uzur (Violoncelo _ YUG/EUA), Regina Kinjo, dentre outros. O diretor artístico Jean Reis é responsável pela escolha dos professores por seus excelentes currículos. A proposta do Festival é da orquestra sinfônica completa com apresentação do coral, porém devido à captação nos adequamos aos recursos. O festival contará com a organização da equipe técnica do Instituto José Paschoal Baggio, experiente em realização de projetos culturais, o Maestro e diretor artístico Jean Reis, realizador de diversos festivais no país e Edite Moraes, Gerente e produtora executiva de vários projetos sociais na cidade de Lages.
O proponente presta serviços ao projeto pelos quais poderá ser remunerado ou contratar fornecedores: - coordenação de oficinas (master classes) - coordenação pedagógica - coordenação geral do projeto - direção geral do Festival - captação de recursos Proposta Pedagógica: O Instituto José Paschoal Baggio realizará o 8º Festival Internacional Música na Serra que atuará da seguinte forma. • Pedagógico: professores músicos de reconhecimento nacional e internacional realizarão as máster classes/oficinas com estudantes de música profissionais e iniciantes. As atividades serão desenvolvidas por meio de aulas práticas. • As máster class de Coral e preparação de coro terão acompanhamento durante o período de realização do projeto oferecendo mais intensidade na semana que antecede o início do festival. As aulas de dança da mesma forma que o coro terão um aperfeiçoamento diferenciado. • As Master Classes de instrumento tradicionalmente se dão em forma de aula individual aberta, onde um aluno (aluno prático) toca algum trecho ou estudo musical e o professor orienta a aula fornecendo informações que possam ser relevantes a todos os presentes (alunos ouvintes). Estas serão aulas práticas diárias, lecionadas por cada professor convidado do festival, com duração de 3h cada. • Além das Master Class durante o Festival será oferecido apresentações musicais em algumas cidades do estado, como forma de proporcionar um acréscimo de conhecimento para os alunos catarinenses antes do Festival. Para que as pessoas tenham conhecimento e acessibilidade destas atividades será dividida em concertos, como segue: • Sociais/Comunitários: Oferecer em instituições como asilos, hospitais centros de recuperação de jovens e espaços destinados à reabilitação de pessoas. Estes concertos são considerados pela equipe de trabalho a alma do festival. São nestes encontros que se revela a intensidade da música e a beleza da realização do projeto, conforme se apresenta nos anexos. • Acadêmicos: será realizado no Teatro Marajoara e outros espaços como a Catedral Diocesana de Lages, igrejas tradicionais e escolas no horário • 17h30 e 18h30, o concerto dos bolsistas, sua participação social e demonstração de aprendizado e desenvolvimento cultural mostrando sua performance de palco. • Noturnos: diariamente às 20 horas, estes concertos serão realizados por artistas convidados, pelos professores e músicos internacionais e orquestra do festival, bem como o coral, conforme o plano de execução em anexo. • Formação de Plateia: Recitais em diversos espaços, (teatros, centros culturais, escolas de música, igrejas, restaurantes, hospitais, empresas patrocinadoras do FIMS) sensibilizando as pessoas para assistirem aos Concertos do FIMS 2018. Festival Internacional Música na Serra / 2020 Período de realização: 09/ dezembro de 2019 a 06 outubro de 2020 Período de execução: 19 a 25 de julho 2020 PRÉ – PRODUÇÃO Início do Festival: 300 dias Captação 30 dias Atualização do site 60 dias Lançamento do site Inscrições Confirmação de agenda professores 180 dias O Festival contará com uma equipe de profissionais para sua pré-produção e monitoramento das ações de seleção de músicos e bolsistas, bem como contratação de serviços. Lançamento do Website do Festival e contato com os demais meios de comunicação para divulgação do evento. Reserva de hotéis, teatros e demais locais para realização das oficinas e concertos. PRODUÇÃO 180 dias Preparação de repertório, organização da programação de concertos, contato com artistas, arregimentação e seleção de alunos bolsistas, preparo prévio de partituras da orquestra. Realização dos Recitais que compõem as ações para formação de plateia. Realização das Master Class e Conversas que compõem as ações para os alunos de cidade catarinenses. Preparação do material gráfico.
O Instituto José Paschoal Baggio realizará o Festival Internacional Música na Serra que atuará da seguinte forma. Pedagógico: professores músicos de reconhecimento nacional e internacional realizarão as másters classes/oficinas com estudantes de música profissionais e iniciantes. As atividades serão desenvolvidas por meio de aulas práticas. As Master Classes de instrumento tradicionalmente se dão em forma de aula individual aberta, onde um aluno (aluno prático) toca algum trecho ou estudo musical e o professor orienta a aula fornecendo informações que possam ser relevantes a todos os presentes (alunos ouvintes). Estas serão aulas práticas diárias, lecionadas por cada professor convidado do festival, com duração de 3h cada. Além das Masters Classes durante o Festival será oferecido apresentações musicais em algumas cidades do estado, como forma de proporcionar um acréscimo de conhecimento para os alunos catarinenses antes do Festival. As máster classes de Coral e preparação de coro terão acompanhamento durante o período de realização do projeto oferecendo mais intensidade na semana que antecede o início do festival. As aulas de dança da mesma forma que o coro terão um aperfeiçoamento diferenciado. Para que as pessoas tenham conhecimento e acessibilidade destas atividades será dividida em concertos, como segue: Sociais/Comunitários: Oferecer em instituições como asilos, hospitais centros de recuperação de jovens e espaços destinados à reabilitação de pessoas. Estes concertos são considerados pela equipe de trabalho a alma do festival. São nestes encontros que se revela a intensidade da música e a beleza da realização do projeto, conforme se apresenta nos anexos. Acadêmicos: será realizado no Teatro Marajoara e outros espaços como a Catedral Diocesana de Lages, igrejas tradicionais e escolas no horário 17h30 e 18h30, o concerto dos bolsistas, sua participação social e demonstração de aprendizado e desenvolvimento cultural mostrando sua performance de palco. Noturnos: diariamente às 20 horas, estes concertos serão realizados por artistas convidados, pelos professores e músicos internacionais e orquestra do festival, bem como o coral, conforme o plano de execução em anexo. Formação de Plateia: Recitais em diversos espaços, (teatros, centros culturais, escolas de música, igrejas, restaurantes, hospitais, empresas patrocinadoras do FIMS) sensibilizando as pessoas para assistirem aos Concertos do FIMS.
Em atenção ao Capítulo IV – Seção I, da IN 02/2019, são condições de acessibilidade compatíveis com a realização deste projeto, apresentadas a seguir conforme o produto cultural: Aos produtos FESTIVAL/MOSTRA e APRESENTAÇÃO MUSICAL serão oferecidas as seguintes condições de acessibilidade: Aos deficientes físicos, cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos todas as atividades do festival são realizadas em locais com infraestrutura adequada para a acessibilidade física deste público com rampas, elevadores, corrimão, banheiros adaptados, vagas de estacionamento reservadas e recepcionistas que os acompanham aos locais reservados na plateia. Ao público deficiente auditivo, nos concertos serão reservados locais na primeira fileira para que possam acompanhar o espetáculo através da vibração musical. Além disso, os concertos com acompanhamento de coral e ópera serão acompanhados por intérprete de LIBRAS quanto aos textos. Quanto às melodias, poderão sentir o pulsar dos instrumentos musicais. Ao público deficiente visual também serão reservados lugares especiais à frente do palco e poderão acompanhar os concertos pois dispõem do sentido da audição. As apresentações de ópera e ballet terão narração por audiodescrição. Aos deficientes físicos, cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos, as oficinas e máster classes são realizadas diariamente em espaços escolares. Identificados participantes nestas condições, seus cursos e oficinas serão realizados em pavimento térreo. Aos deficientes auditivos, nas oficinas e máster classes com participação de pessoa nesta condição, será disponibilizado intérprete de LIBRAS que o acompanhará em todas suas aulas. Aos deficientes visuais, nas oficinas e máster classes com participação de pessoa nesta condição, será disponibilizado profissional de audiodescrição para tradução de movimentos e ações demonstrados pelo ministrante. Este profissional o acompanhará em todas as suas aulas. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Escolas Municipais e estaduais da Região têm participação no Festival Internacional Música na Serra, de acordo com o Art. 22 da IN02/2019, sendo de responsabilidade do Proponente as despesas orçamentárias, com exeção do deslocamento.
Em atenção ao Art.21 da IN 02/2019, do Ministério da Cidadania o projeto adota as seguintes medidas de ampliação do acesso para cada um dos seus produtos culturais: APRESENTAÇÃO MUSICAL Das apresentações supramencionadas, somente as que acontecem no Teatro Municipal Marajoara terão distribuição prévia de ingressos conforme plano de distribuição abaixo: - 20% dos ingressos com caráter social, educativo ou de formação artística; - 10% para patrocinadores; - 10% em ações de divulgação do evento; - 60% para distribuição gratuita à população em geral. MASTER CLASS – MÚSICA: o projeto contempla a realização de 17 oficinas de instrumentos de orquestra, canto Lírico e coral. Como as oficinas têm vagas limitadas, segue abaixo plano de distribuição de inscrições que será aplicado a todas as oficinas: - 20% das vagas gratuitas em ações educativas; - 10% das vagas gratuitas para patrocinadores; - 70% das vagas gratuitas em ações de divulgação do projeto; Como medida alternativa de democratização de acesso (art. 21, IN 02/2019), o evento oferece 80 bolsas de estudos para músicos e artistas que compreende a inscrição, transporte, hospedagem e alimentação durante os dias do festival. OFICINAS/WORKSHOPS – DANÇA: Serão oferecidas 2 oficinas de dança, com 30 vagas, às quais serão distribuídas conforme o plano abaixo: - 50% das vagas gratuitas em ações educativas; - 20% das vagas gratuitas para patrocinadores; - 30% das vagas gratuitas em ações de divulgação do projeto;
INSTITUTO JOSÉ PASCHOAL BAGGIO O proponente será responsável pela realização das seguintes atividades, pelas quais será remunerado através do projeto - coordenação de oficinas (master classes) - coordenação pedagógica das oficinas - coordenação geral do projeto - direção geral do Festival - captação de recursos O Instituto José Paschoal Baggio tem programas e projetos que privilegiam a construção de valores que se traduzem em ações promotoras da vida. Tem por objetivo realizar ações de Educação, Cultura, Esporte, Empreendedorismo e Educação Ambiental. É uma instituição reconhecida pela comunidade como inovadora. A parceria com empresas que valorizam a Responsabilidade Social na doação de recursos financeiros, humanos e tempo disponibilizado para a realização de cada atividade, tem sido essenciais para o sucesso. Participa ativamente com outras organizações em atividades educacionais e culturais promovendo a cidadania, formação de plateia, oferecendo informação e o conhecimento aos grupos participantes deste processo de inclusão e socialização. Seus principais programas: Carahá de Cara Nova: O programa Carahá de Cara Nova está inserido neste contexto como agente da sociedade. Realizando concursos, palestras, atividades que complementam as atividades escolares. Atualmente em parceria com a secretaria de Meio Ambiente realiza a formação de 35 estudantes de 3 escolas públicas no projeto Guarda Mirin. Lendo e Relendo com Correio Lageano: Gostar de ler, tornar a leitura um hábito é questão de escolha, de incentivo a capacidade de entender e relatar os fatos, elaborar conceitos e oferecer oportunidade de expressão e convivência, são mais que objetivos, são resultados, os quais têm sido um sucesso há quatorze anos de atuação. Dentro deste programa acontece uma tarde de lazer e entretenimento uma vez ao ano, num parque de eventos da cidade, que reúne mais de 7 mil pessoas entre voluntários, parceiros, prestadores de serviço e crianças entre 6 e 12 anos. Som e Arte – Desenvolvimento Humano através da Música Promover a inclusão da comunidade à música instrumental e vocal. Revertendo em melhor formação do indivíduo, integrando-o ao mundo do conhecimento e dos bens culturais produzidos pelo homem. Assim, propiciando aos participantes do projeto a experiência artística em sua formação, a qual contribuirá para desenvolver o espírito criativo, investigativo e a imaginação, despertando o interesse e provocando o surgimento de novos artistas. O Som e Arte está em 6 instituições como parceiro das atividades desenvolvidas. Currículos Jean Reis – Diretor Artístico / Regente: Jean Reis é Maestro Fundador e Diretor Musical da Orquestra Versatilis, idealizador e Diretor Artístico do Brasil Instrumental Andradas e Diretor Artístico e Regente do Festival Música nas Montanhas em Poços de Caldas-MG, e do Festival Internacional Musica nos Pampas em Bagé-RS. Atuou como Maestro em diversas orquestras no Brasil e no exterior. Edite Moraes Sant'Ana – Produtora Executiva: Especializada em diversas áreas do conhecimento em sua carreira como educadora, Produtora Cultural de Gerente Executiva. Realiza atividades de Responsabilidade Social para desenvolver projetos de educação e cultura pelo IJPB. André Chiomento – Coordenador de oficinas: Possui Graduação em Música – Bacharelado em Trombone, pela Universidade Federal de Santa Maria (2015). Tem experiência na área de Música, com ênfase em Ensino Instrumental e Formação/Produção de Grupos Instrumentais, atuando principalmente nos seguintes temas: Música Orquestral, Música de Câmara, Performance Instrumental, Regência e Arranjo. Dr. Cármelo de los Santos – Violinista: Cármelo tem deleitado o público ao longo dos anos com a sua execução intensa e refinada, com a qual vem sendo constantemente elogiado pela crítica especializada. Além de atuar como concertista junto a importantes orquestras no Brasil e no mundo, Carmelo atua como Professor na University of New Mexico – EUA. Dr. Viktor Uzur – Violoncelista: Uzur obteve sua graduação e mestrado em Violoncelo no Conservatório Tchaikovsky em Moscou – Russia, e realizou seu doutorado na Michigan State University. Atualmente é atua como professor de Violoncelo na Weber State University nos EUA. Marcos Machado – Contrabaixista: É doutor em música pela University of Illinois e estudou também em Paris com o renomado professor François Rabbath. Já́ foi indicado para dois prêmios Grammy. Atualmente reside nos Estados Unidos onde é professor na University of Southern Mississippi e spalla da Meridian Symphony Orchestra. Regina Kinjo - Professor de canto coral: Regente do coral, REGINA KINJO foi professora de Canto Coral na EMESP Tom Jobim Santa Marcelina – SP, Regente Coral Infanto Juvenil na Escola de Música de São Paulo e no Instituto Baccarelli. Dirige o grupo vocal Madrigal “Sempre en Canto” e também o Coral do Colégio Oshiman. FRANCISCO CAMPOS - Canto: Professor de Canto da Universidade de São Paulo (USP). Graduado em Canto pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais na Classe da Profa. Eugênia Bracher. Foi aluno dos Festivais de Inverno de Ouro Preto patrocinados pela UFMG, de 1971 a 1975, onde estudou com Sérgio Magnani (História da Música e Interpretação), Sônia Born\a e Noemie Perouge (Canto), Jean Jacques Paignot e Pierre Close (Música de Câmera), Mário Ficarelli e Alexandre Paschoal Neto (Laboratório de sons), Conceição Resende (História da Música) e Esther Scliar (Percepção). Em São Paulo, estudou sob a orientação da Professora Leila Farah. ANDRÉ SANCHES - Pedagogia do Ensino de Cordas: Estudou violino com e Marcello Guerchfeld e Humberto Carfi (Argentina) Cursou o Bacharelado em violino na Unicamp nas classes de Natan Schwartzman. Participou de Master Class com violinistas consagrados como Nicolas Chumachenco, Shlomo Mintz, Joshua Bell, Julian Rachlin entre outros. Foi Spalla das orquestras Jovem de Campinas ,Sinfônica de Santo André ,Orquestra de câmara de Indaiatuba, atuando também como solista dessas orquestras.Participou da Orquestra Sinfônica de campinas e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, realizando varias Turnês e gravando dois Cds. CARLOS SULPICIO - Trompete: Doutor em Música pela UNESP, Mestre em Brass Performance pela Boston Universisity, School for the Arts, Bacharel em trompete pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo ECA-USP. Teve como principais professores, Roger Voisin, Tim Morrison, Sérgio Cascapêra e Paul Mitchell. LUIS AFONSO MONTANHA - Clarineta: Atuou por mais de vinte anos como primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e integra como clarinetista os grupos: Quinteto de Clarinetes "Sujeito a Guincho", "Duo Clarones" (com o Prof. Henry Bok - Holanda), Quarteto "Tetralogia", "Quarteto de Clarinetes ClarinETC"e o Grupo "QuartaD". Montanha nasceu em Americana-SP, onde iniciou seus estudos e graduou-se pela UNESP em 1991 com o Prof. Maurício Loureiro, recebendo orientações também de Márcio Beltrami, Sérgio Burgani, Roberto Pires, Luis Carneiro, Anthony Pay (Inglaterra) e Karl Leister (Alemanha). Simone Chiomento – Coordenadora Pedagógica: Possui Graduação em Música - Bacharelado em Violino pela Universidade Federal de Santa Maria (2013). Professora de Violino e Viola pelo Método Suzuki com registro pela Suzuki Association of The Americas. Especialista em Educação e Direitos Humanos pela Faculdade Palotina de Santa Maria. Outros professores ainda não foram definidos pela direção artística, em análise de currículo e disponibilidade de agenda. Os nomes citados acima estão nas rubricas de músicos internacionais, músicos interpretes, músicos de base, diretor artístico e geral, maestro, professores de acordo com os instrumentos relacionados na planilha.
Prestação de Contas Reprovada por Omissão no Dever de Prestar Contas.