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Circulação de exposição itinerante do MuMA - Museu de Mineralogia Aitiara - e ações educativas na temática da preservação e conservação das águas, com foco no Aquífero Guarani. A exposição itinerante, com maquete do sistema do aquífero e acervo do MuMA está instalada em um trailler e sua lateral, quando aberta, se transforma em palco para peça teatral criada exclusivamente para o projeto e workhops de pintura com areia colorida recolhida na região do Aquífero Guarani. A mobilidade do equipamento promove acessibilidade: o projeto vai até o público e pode ser executado em praças, escolas, campos, etc. As ações são gratuitas. Contrapartida social: workshop de "Escrita poética e criativa", workshop de "Contação de Histórias" e encontros "Arte e Astronomia".
classificação indicativa: livre (para todas as ações do projeto) BREVE HISTÓRICO DO MUSEU DE MINERALOGIA “AITIARA” O Museu nasceu da “Iniciativa Pedras”, liderada pelo professor Erich Otto Blaich há 40 anos e principalmente da doação de sua coleção particular de minerais, rochas e fósseis. Esta iniciativa existiu ao longo deste período, de maneira informal, promovendo bazares de minerais no Brasil e na Europa, para arrecadar fundos financeiros que fossem utilizados para o desenvolvimento de escolas de pedagogia Waldorf, materializando a construção de várias salas de aula em diferentes localidades do Brasil, principalmente na Escola Aitiara. Em outras localidades como Argentina e Chile. Durante estes anos o professor Blaich foi reservando os minerais mais bonitos e pedagogicamente importantes para suas aulas e cursos sobre mineralogia. Amealhou uma enorme coleção, compondo um acervo importante do ponto de vista pedagógico e científico. De grande beleza e com algumas raridades de rochas e minerais com significativa importância para o estudo da mineralogia, enriqueceu o currículo das escolas onde atuou. Por muitos anos, parte deste acervo foi guardada em caixas e após as aulas, retornava para as caixas, por falta de um local adequado e protegido para sua exposição. A exposição do atual acervo foi inaugurada como Museu de Mineralogia em 06/12/2008 em uma sala do prédio do Ensino Médio da Escola Aitiara, construída com a colaboração da própria “Iniciativa Pedras”, que doou sua reserva financeira. Desta união de esforços, a Escola Aitiara recebeu ajuda financeira e a “Iniciativa Pedras” transformou-se em “Museu de Mineralogia Aitiara”, possibilitando assim, o acesso de um público cada vez maior de visitantes. Em dezembro de 2009, o Museu de Mineralogia Aitiara foi declarado pela Câmara Municipal de Botucatu como Utilidade Pública, pela lei nº 5096 (de 14 de dezembro de 2009). Atualmente o Museu recebe visitação de alunos da própria escola Aitiara, de alunos da rede municipal e estadual de ensino, de universitários e estudiosos da UNESP, USP e demais instituições. O acervo do museu foi elogiado por pesquisadores e geólogos da Faculdade de Geologia da USP, que em visitas o mencionaram com um dos mais importantes na área. O acervo foi utilizado em pesquisas de doutorado por Paulo Marcelo Matioli, para a Escola de Geologia da USP. Campo de atuação A Associação Museu de Mineralogia Aitiara tem por finalidade desenvolver e estimular o conhecimento da geologia e mineralogia, através de amostras de rochas e minerais do Brasil e do mundo, estimulando o conhecimento através de cursos para o ensino médio e fundamental na cidade de Botucatu, dos municípios do estado de São Paulo e de outros estados, promovendo visitas e debates com cientistas das Universidades, ajudando de todas as formas as iniciativas pedagógicas, Waldorf ou não e especialmente a escola Aitiara. Atua diretamente nas áreas pedagógica e cultural para a complementação na formação da compreensão relacionada com a mineralogia e geologia geral do planeta. Tornar-se referência no estudo e pesquisa da geologia e mineralogia na região, conscientizando sobre a preservação dos recursos naturais da Terra. O público atendido pelo Museu é bastante variado, mas, basicamente recebemos a visita de muitos alunos e pais de escolas Waldorf, rede pública, universidades, grupos de alunos de cursos livres, pesquisadores e amantes da mineralogia em geral. Recebemos visitantes de todas as faixas etárias. O MuMA foi selecionado duas vezes em edital do PROAC - Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, participou da 12a semana de Museus, do 6º Encontro Estadual Paulista de Museus 2014 com apresentação nas telas digitais e publicou o catálogo "Museu de Mineralogia Aitiara - Memória, beleza e ciência". Além disso tem realizado diversas parcerias com entidades locais e regionais.
O Projeto "Proteção das águas, opção pela vida", do MuMA-Museu de Mineralogia Aitiara, está alinhado ao foco do programa. Promove o conhecimento pela curiosidade e ações que podem transformar por meio de ações culturais as relações da comunidade com o meio ambiente. O MuMA é um museu de ciência, porém permeia as diversas manifestações culturais como artes plásticas e teatro em sua ações educativas. É fato que a cultura tem um potencial incomparável para permear todas as áreas do conhecimento e promover relações intensas e transformadoras. O projeto utiliza o potencial da transversalidade de ferramentas culturais para atingir crianças, adolescentes e jovens em idade escolar, além de adultos e idosos. Há um "museu móvel itinerante" instalado em um trailler, com exposição, já montada, de rochas, minerais e fósseis do acervo do Museu de Mineralogia Aitiara, além de maquete do Sistema Aquífero Guarani. A lateral do trailler, quando aberta, se transfora em um palco, onde acontece uma apresentação teatral na temática, com texto e canções escritos especialmente para o projeto. A peça fala sobre o Aquífero guarani, a preservação das águas subterrâneas e firma o compromisso com o meio ambiente. Tudo de forma lúdica, poética, porém com a intensidade e seriedade que o assunto requer. Ao final do espetáculo o público é convidado a visitar a exposição e conhecer a maquete. Dessa maneira o projeto: - Aplicaca na prática a arte e a cultura para a promoção da conscientização ambiental e ecológica; - Realiza ações educativas de museu de forma curiosa, lúdica e compromissada; - Apresenta e firma o museu como um equipamento cultural compromissado com a transformação social e ambiental, de modo duradouro e eficaz. - Apresenta sua atividade prática enquanto museu de ciência: Trazer um assunto atual, preocupante e muito necessário de se discutir: preservação ambiental, especialmente das águas, apresentando seu acervo de forma viva e interessante. O projeto atinge todas as idades,em escolas e praças. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Serão realizadas 20 itinerâncias da exposição (com circulação do trailler), 20 apresentações teatrais temáticas, distribuídas em 10 cidades diferentes no interior de São Paulo e Capital. As apresentações ocorrem pela manhã e à tarde possibilitando que escolas recebam o projeto e comtemplem ambos períodos. A estimativa média é de 100 pessoas atendidas em cada uma das cidades, totalizando 2 mil pessoas atingidas diretamente pelas ações projeto. Os dados são mensuráveis e comprováveis por meio de registro fotográficos, uma vez que não haverá distribuição de ingressos por se tratar de área aberta, pública. No caso de grupos específicos (grupos escolares ou de entidades) será solicitada declaração dos mesmos constando a quantidade de público referente.
Justificamos a necessidade de uso dos mecanismos da Lei Federal de Incentivo á Cultura (lei 8313/91), seus artigos e incisos, por estar cumprindo suas finalidades expressas, especialmente em: - Artigo 3° - Inciso II - Fomento à produção cultural e artística: c) REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES, ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS, DE MÚSICA e de folclore; (grifado no que se refere à esta proposta) e) realização de EXPOSIÇÕES, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; - Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A circulação do Trailler com a exposição do MuMA e as apresentações teatrais, bem como as oficinas artísticas, acontecem desde 2016 e circulou em diversas escolas e praças da região por meio de edital de fomento (ProAC - SP). Desde então tem mantido sua sustentabilidade por diversos meios, não dependendo exclusivamente de patrocínios.Como não há cobrança de ingressos, há potencial de sustentabilidde do projeto via contratação por escolas particulares e empresas para realização das ações dentro desses espaços. No entanto esse tipode contratação tem sido um complicante no dia a dia, especialmente em tempos de dificuldades financeiras em diversos níveis empresariais, institucionais e governamentais, o que acaba impossiblidando que as ações do projeto sejam realizadas. Com essa redução de contratação direta, recorremos às leis de incentivo visando não só a continuação das atividades propostas, quanto a promoção de plena acessibilidade socio cultural à escolas, grupos e entidades que não poderiam arcar com as despesas de contratação do projeto. Como contrapartida social, atendendo a Instrução Normativa 02/2019, artigo 22, serão ministrados workshops gratuitos, sob espensas próprias do proponente, de "escrita poética e criativa", de "Contação de Histórias" e dois encontros de "A arte e a astronomia", atendendo pelo menos 10% do público previsto no plano de distribuição, com vagas destinadas à população em geral, reservadas 50% delas para estudantes e professores da rede pública de ensino.
Informamos que a exposição instalada no trailler já foi concebida e montada desde 2016. As demais atividades também ocorriam desde essa data: apresentações teatrais e oficinas de pintura com areia. Dessa maneira justificamos a ausência de contratação de projeto de curadoria, museólogo(a) e proposta museográfica por ser uma exposição já concebida, montada e em cartaz/circulação. A peça teatral foi concebida pela própria equipe, para ser executada nas ações do projeto. Desse modo também justificamos a não necessidade de recolhimentos de direitos autorais.
Trailler: Projetado e construído especificametne para as ações do projeto, abriga uma maquete do Sistema Aquífero Guarani em corte, com movimento de luz indicando o caminh das águas. O trailler, quando estacionado, abre a lateral que se transforma num palco onde ocorre a apresentação teatral e as oficinas de pintura com areia colorida. A duração da peça é de aproximadamente 30 minutos.
- TODAS AS AÇÕES DO PROJETO SERÃO GRATUITAS AO PÚBLICO Produto: Exposição de artes: ACESSIBILIDADE FÍSICA: -Adaptação para acessibilidade: instalação de rampa para cadeirantes, idosos e pessoas com dificuldade de mobilidade DEFICIENTES AUDITIVOS: -Interprete de libras DEFICIENTE VISUAIS: Na exposição itinerante (trailler) haverá descrição em braile. Pessoas cegas ou de baixa visão terão possibilidade de "visita tátil monitorada" ao acervo de minerais, rochas e fosseis. Produto: Peça Teatral ACESSIBILIDADE FÍSICA: -Adaptação para acessibilidade: instalação de rampa para cadeirantes, idosos e pessoas com dificuldade de mobilidade. DEFICIENTES AUDITIVOS: -Interprete de libras em todas as apresentações teatrais DEFICIENTE VISUAIS: linguagem oral Produto: Contrapartida social (workshop de escrita criativa, workshop de contação de história e encontros "arte e astronomia") ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Definição dos locais das atividades que atendam normas de acessibilidade DEFICIENTES AUDITIVOS: -Serão realizadas inscrições prévias. Se constar necessidade indicada nas mesmas, haverá interprete de libras nas atividades com deficientes auditivos inscritos DEFICIENTE VISUAIS: -Serão realizadas inscrições prévias. Se constar necessidade indicada nas mesmas, haverá textm em braile nas atividades com deficientes visuais inscritos que indicarem essa demanda como necessária. ACESSIBILIDADE SOCIAL: -Itinerância de 1 semana na sede do MuHP - Museu Histórico e Pedagógico de Botucatu, no Espaço Cultural, com peça teatral (também com intérprete de libras) e workshop de pintura com terra. - Durante o período letivo serão priorizadas apresentações em escolas públicas. - Nas férias as ações serão em praças públicas, priorizando bairros periféricos paa atender comunidades com pouca acessibilildade cultural. - workshop de pintura com terra: ocorrerão no perído de itinerância
o proponente realizará as seguintes medidas de ampliação do acesso, constantes do Artigo 21 da IN 05/2017 (em parênteses o inciso da referida IN): Produto: Exposição de artes: (III) - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;(IV) - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - Captação, divulgação e veiculação dos registros gratuitamente e de modo aberto. (V) - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras,exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 - Serão realizados workshop gratuitos de pintura com terra/areia colorida, colhida das próprias áreas do aquífero Guarani especialmente as das escostas de Arenito Botucatu (VII) - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - Exposição itinerante instalada no trailler (IX) - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC: - Gratuidade em todas as ações do projeto, priorizando áreas de escolas em bairros periféricos, projetos sociais e locais com menor acessibilidade sociocultural. Produto: Peça Teatral (III) - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;(IV) - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - Captação, divulgação e veiculação dos registros gratuitamente e de modo aberto. (V) - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras,exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 - Serão realizadas oficinas gratuitas de pintura com terra/areia colorida, colhida das próprias áreas do aquífero Guarani especialmente as das escostas de Arenito Botucatu (VII) - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - Exposição itinerante instalada no trailler (IX) - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC: - Gratuidade em todas as ações do projeto, priorizando áreas de escolas em bairros periféricos, projetos sociais e locais com menor acessibilidade sociocultural.
Proponente: responsável pelo projeto · Berenice Pereira Balsalobre, advogada, formada pela USP, diretora e curadora do proponente. Foi uma das fundadoras da instituição e organizadora do acervo. A diretora Berenice Pereira Balsalobre é responsável pela Curadoria do Museu, pelas ações educativas, criação, redação e organização do material de divulgação das ações do Museu. Foi a organizadora e idealizadora, entre outros: - Organizodora dos trabalhos de classificação do acervo de minerais e rochas e do banco de dados digital do MuMA-Museu de Mineralogia Aitiara.Total de 1500 peças, entre minerais e rochas. - Curadora e Coordenadora do Projeto “Difusão de Acervo Museológico”, para a reinauguração do MuMA-Museu de Mineralogia Aitiara, com o Edital/14-2012 do PROAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria Estadual de Cultura. - Coordenadora dos trabalhos na 12ª Semana de Museus, realizada no MuMA - Museu de Mineralogia Aitiara- e proposta pelo IBRAM – Instituto Brasileiro de Museu. A atividade referencial foi a palestra sobre o “Sistema Aquífero Guarani” e o lançamento do Projeto Guarani, de divulgação,valorização e preservação do SAG. Relato em anexo. - Organizadora e idealizadora do “Calendário de Aquarelas” criado a partir de minerais escolhidos no Museu e pintados pela técnica de aquarela, pela artista Monica Stein. - Coordenadora dos trabalhos da 13ª. Semana de Museus com o minicurso “Vivência Geométrica a partir das estruturas dos minerais” e palesta com o tema “O mapa da geodiversidade do Aquífero Guarani : plano de desenvolvimento e proteção ambiental em área de afloramento” com Antonio Theodorovicz- SBG/CPRM. – Curadora e Coordenadora da exposição “Proteção das Águas-Opção pela Vida” Aquífero Guarani-Patrimônio Geológico com o Edital/18-2015 do PROAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria Estadual de Cultura. Este Projeto levava uma exposição itinerante sobre um trailer, com monitoria, teatro e educativo com terras, apresentando em escolas e praças públicas. – Roteirizou o texto de Celso Dal Ré Carneiro, descrição da Formação do Megadeserto Botucatu até o Sistema Aquífero Guaran, que foi publicado na Caderneta de Viagem Monitorada de Campo – Jornada Estadual Aquífero Guarani. O texto foi roteirizado em ação artística teatralizada. – Coordenadora da apresentação do Projeto “Proteção das Águas-Opção pela Vida” Aquífero Guarani-Patrimônio Geológico”, nas comemorações de 50 anos da Unicamp. Curadoria nas Exposições : - Curadora da exposição de fotografia “14 anos de coleta seletiva no bairro Demétria “– resgate de uma história de sustentabilidade. - Curadora da Exposição em forma de painéis da” Megafauna da Lagoa de São Vitor- São Raimundo Nonato,Piauí “ – a coleção de Andrelino Alves de Miranda. – Curadora da Exposição de Fotografias - Pinturas Rupestres do Piauí – exposição fotográfica de Socorro Figueiredo. RESPONSÁVEIS PELAS ATIVIDADES DO PROJETO: Descrição técnica do projeto com detalhamento das atividades e das atribuições dos profissionais envolvidos · Coordenação do projeto – Berenice Balsalobre (MuMA), cuidará do encaminhamento de todas as etapas, de forma que o cronograma seja respeitado. · Consultoria Científica - Andrea Bartorelli, Celso Dal Ré Carneiro,Virgínio Mantesso Neto,Valter Gaidiano Gonçalvez Os geólogos citados cuidaram do conteúdo científicos dos educativos, realizaram revisão do texto teatral e da exposição. · Responsável técnico – Engenheiro Ricardo Athias, cuidará da adaptação do trailer, no quesito segurança e na adaptação e isntalação de rampa de acesso vsando promover acessiblidade a deficientes e pessaos com mobilidade reduzida. · Ação Teatral – Marina Quinan, coordenará a parte artística e a apresentações. · Educativos - Martha Martins Morais, coordenará as oficinas que acontecem após a monitoria. · Monitoria de Exposição – Valentina Balsalobre Athias, será a monitora para a exposição, fazendo a relação entre a apresentação artística e os objetos expostos. · Produção e gestão técnico-financeira – Keila de Oliveira Silva – Realizará a produção local, contados e agendamentos. Será responsável pela gestão técnico-financeira do projeto (gestão dos aportes, conferência dos serviços prestados, pagamentos, recebimentos e prestação de contas. Profissionais envolvidos na concepção do projeto original: · Celso Dal Ré Carneiro tem graduação em Geologia pela Universidade de São Paulo, mestrado em Geociências (Geoquímica e Geotectônica) pela Universidade de São Paulo (1977), doutorado em Geociências (Geoquímica e Geotectônica) pela Universidade de São Paulo (1984) e título de Livre Docente na área de Geociências Aplicadas ao Ensino, pelo Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas, Unicamp, em abril de 2010. Atualmente é Professor Associado do Instituto de Geociências da Unicamp. · Andrea Bartorelli, geólogo formado pela USP, doutor em geologia pela Universidade Paulista - Unesp , possui dezenas de artigos científicos e livros, entre eles a co-autoria de “Geologia do Continente Sul-Americano: Evolução da obra de Fernando Flávio Marques de Almeida”. 2004. patrocinado pela PETROBRAS, Ed. Beca, “Minerais e Pedras Preciosas do Brasil”. 2010, patrocinado pela Vale do Rio Doce, através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, Ed. Solaris, em co-autoria com Carlos Cornejo” A Obra de Aziz Nacib Ab’ Sáber”. 2010. patrocinado pela PETROBRAS e publicado pela Ed. BECA, fez parte do grupo de trabalho do Museu da Amazônia – MUSA, na elaboração de documento com o objetivo de apontar políticas públicas estaduais e federais sobre questões hídricas da Amazônia, entre outras publicações. · Luiz Eduardo Anelli, graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina (1989), mestrado (1994) e doutorado (1999) em Geociências (Geologia Sedimentar) pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de taxonomia e sistemática de invertebrados Paleozóicos (Brasil) e Cenozóicos (Antártica) · Valter Galdiano Gonçalvez, geólogo formado pela USP, empresário, dono da empresa DH Perfurações, autor de artigos e livros sobre águas subterrâneas, entre eles “Aguas Subterrâneas e Poços tubulares profundos” em parceria com Carlos Eduardo Quaglia Giampá, Ed. Signus · Virginio Mantesso Neto, geólogo e historiador, formado pela USP, membro do Conselho Estadual de Monumentos Geológicos. · Ricardo Monteiro Athias, Engenheiro Civil, Responsável Técnico pelo projeto e Diretor da Construtora Intensa Ltda
PROJETO ARQUIVADO.