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O Programa Memória Cultural: Mestres e Biomas tem por objetivo buscar o resgate da memória da nossa ancestralidade cultural, por meio do mapeamento, registro de bem imaterial, realização de apresentações e atividades nos biomas e ecossistemas culturais selecionados, onde a partir deste será possível fazer não apenas uma reverência, mas sobretudo um processo de construção de pontes afetivas que ofereçam alicerces seguros e sólidos de reconhecimento das nossas bases culturais em seus ambientes naturais. Dentre as atividades propostas para realização in loco estão apresentações artísticas, rodas de conversa, colóquios e oficinas (contrapartida social).
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Objetivo geral: Realizar apresentações artísticas que valorizem a cultura tradicional a partir do mapeamento dos principais biomas e ecossistemas culturais do nosso país. Este trabalho consistirá na visitação, imersão, levantamento, criação de elos com os centros urbanos, suas culturas e suas conexões, a fim de buscar um reconhecimento da nossa ancestralidade cultural tradicional, tão importante como alicerce para o desenvolvimento saudável das gerações. Objetivos específicos: - Identificar dentro dos SEIS BIOMAS NATURAIS: Amazônia, Cerrado, Pantanal, Pampas, Mata Atlântica e Caatinga seus ecossistemas e suas relações e interações com o ser humano de modo a perceber e identificar os principais biomas e ecossistemas culturais das cinco regiões do país; - Após esse mapeamento, neste primeiro ano do programa serão escolhidos 3 BIOMAS / ECOSSISTEMAS CULTURAIS para serem visitados, conhecidos, aprofundados e explorados de modo que se perceba a relação e a interação cultural com o homem x ambiente natural e ainda versus centro urbano mais próximo; - Nesse sentido, serão realizados nas 3 localidades de imersão cultural: apresentações, oficinas (contrapartida social), rodas de conversa e colóquios; - Com o objetivo de atingir algumas das camadas da população menos favorecida, todas as atividades do projeto serão gratuitas; - A base principal do projeto é o de destacar artistas locais, visando o desenvolvimento musical e cultural de cada ecossistema; - Diminuir barreiras entre as regiões, entre os estilos, entre os nichos, entre culturas tradicionais a fim de buscar uma intersecção que conflua para uma agenda com pauta em prol da música e da cultura como caminho de desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida, em especial nas comunidades; - Despertar o interesse de jovens o conhecimento de sua ancestralidade cultural, como forma de identificação de suas raízes; - Despertar nos patrocinadores o interesse em apoiar projetos com significado e buscar ampliar a compreensão para o que o patrocínio representa, criando uma rede de aproximação com outros atores de outras regiões que participarão do projeto; - O projeto busca ainda impactar positivamente a economia local, ofertando empregos diretos e indiretos nos biomas / ecossistemas culturais visitados; - Durante a construção dos encontros que serão documentados, será criada uma grande troca de saberes com profunda riqueza para a construção de rede de vínculos ancestrais; - A última atividade do projeto no ano de 2020 será a realização de um encontro dos mestres que representam esses biomas na cidade de São Paulo, sede da Associação C de Cultura.
A Associação C de Cultura tem como um de seus dois eixos de atuação o fomento da memória e do resgate da cultural tradicional e sua relação com o bioma natural no qual está inserida, como forma de reconhecimento da ancestralidade que forma a base para a cultura popular brasileira, tão rica em diversidade e sotaques. Na natureza, nos ecossistemas e biomas a vida depende da diversidade. Um dos principais motivos da extinção de uma espécie é o empobrecimento genético, a perda de variação quando ocorrem muitos cruzamentos entre parentes próximos e enfraquece a continuidade dessa linha biológica viva. O mesmo pode ocorrer com a cultura. Se um grupo tem pouca troca com outros, de suas formas de fazer música, cantar, tocar, improvisar, compor e dançar, maior será a probabilidade dessa cultura tradicional entrar em decadência, ser pouco valorizada ou até esquecida e morrer... A ordem é absorver a diferença para manter-se vivo. Por isso, as releituras. Para que o encontro entre o rural e o urbano, o tradicional e o contemporâneo, o erudito e o popular possam fortalecer mutuamente a ambos e propiciar mais criatividade a partir da diversidade. Além disso, não se pode compreender o ser humano individual, se não se perceber e reconhecer como e de onde foram plasmados em seu habitat e na sua herança cultural. Ter esse reconhecimento é ter a possibilidade de formar seres humanos mais conscientes e seguros na contemporaneidade. Para saber quem somos é imprescindível conhecer o nosso passado cultural. Uma sociedade que conhece o seu passado e o reconhece normalmente é mais estruturada, preparada e culta. Desta forma, o projeto pretende oferecer um panorama amplo e ao mesmo tempo profundo sobre as bases culturais que forma a sociedade brasileira atual tanto como essência, como também pela reverência aos grandes mestres da cultura tradicional. Essa reverência se faz cada vez mais necessária num mundo contemporâneo rico em tecnologias, onde o tempo e a banalidade do cotidiano muitas vezes nos tornam seres humanos menos sensíveis e perceptíveis ao que está fora da virtualidade, numa vida apressada e que se esquece de reconhecer seus valores e suas heranças culturais. Como disse Zygmunt Bauman em seu livro Cegueira Moral: "A primeira vítima de uma vida apressada é a linguagem _ atenuada, empobrecida, vulgarizada e esvaziadas dos sentidos [...]" (BAUMAN, 2014, p. 59). Neste projeto buscaremos trabalhar a partir da linguagem da música tradicional de povos tradicionais e de suas relações com seus ecossistemas naturais como valorizar e reconhecer a importância de uma cultura rica, forte e plena de conhecimento a partir da ancestralidade cultural para uma maior sensibilização das pessoas nos tempos atuais. Desta forma, o que o presente projeto tem por motivação o tecer de encontros para promover a diversidade, pois ao conectar espaços geográficos e aproximar mundos estamos colaborando para transcender estereótipos, gerar empatia, diminuir diferenças e quebrar preconceitos. Esta proposta se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91, inciso I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II- Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III- Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Esta proposta se enquadra nas finalidades do Art. 3º, da Lei 8313/91, conforme segue: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
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Bases para a metodologia da Pesquisa: Num primeiro momento a equipe de pesquisa do projeto se concentrará em fazer um mapeamento das principais manifestações culturais dos seis biomas naturais distribuídos nas cinco regiões do país. Esse mapeamento etinográfico buscará levantar dados essenciais sobre as diversas manifestações culturais apontadas na pesquisa. Todo o material coletado será disponibilizado numa plataforma para consulta pública. A partir desse mapeamento, neste primeiro ano, serão eleitos três biomas culturais onde será feita uma imersão e um aprofundamento na pesquisa a partir de vivências, apresentações das manifestações culturais, rodas de conversa, palestras, oficinas e colóquios. Todo o material terá registro audiovisual e será disponibilizado para consulta pública na internet.
A Associação C de Cultura conta com sede com acessibilidade e para isso cumpre este pré-requisito para parte das atividades que serão exercidas durante o processo de pesquisa inicial. Além disso, o projeto atende ao exposto no Artigo 42 do Capítulo IX da Lei 13.146. Todo o material da pesquisa e do mapeamento será disponibilizado abertamente na internet e para isso estão previstas medidas de acessibilidade como legenda audiodescritiva para o acesso ao conteúdo para cegos e a linguagem de libras para surdos. Para as oficinas, colóquios e rodas de conversa será disponibilizada legenda audiodescritiva para o acesso ao conteúdo para cegos e a linguagem de libras para surdos. Todas as apresentações resultantes deste projeto serão realizadas em teatros com acessibilidade, conforme a legislação. Será disponibilizada legenda audiodescritiva para o acesso ao conteúdo para cegos e a linguagem de libras para surdos. Todas as atividades desenvolvidas na contrapartida social a se realizar nas escolas públicas cujo público alvo é infantil/infanto juvenil terão medidas de acessibilidade, inclusive, legenda audiodescritiva para o acesso ao conteúdo para cegos e a linguagem de libras para surdos. Temos ainda a intenção de entrar em contato com as associações de cegos e surdos das cidades em que ocorrerão as atividades a fim de viabilizar a democratização do acesso. O Registro audiovisual do Bem Imaterial será disponibilizado online e contará com legenda audiodescritiva, tradução de libras e legenda em português.
DO PRODUTO PRINCIPAL I – DAS APRESENTAÇÕES, PESQUISA, MAPEAMENTO E IMERSAO: Em conformidade com o inciso V do Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas durante a imersão cultural nas 3 localidades escolhidas, pelo menos 4 apresentações com os mestres da cultura tradicional local, todas gratuitas e abertas para a população em geral. Público beneficiado (apresentações gratuitas): estima-se um público aproximado de 400-650 pessoas em cada localidade perfazendo um total entre 1600-2600 pessoas. Em conformidade com o inciso III do Art. 21 da IN 02/2019, as atividades da Imersão cultural e apresentações serão gravadas em vídeo e disponibilizadas no canal da organização na internet. Em conformidade com o inciso III do Art. 21 da IN 02/2019, o material de pesquisa e mapeamento dos biomas será disponibilizado no sítio da organização no canal da organização na internet. Estima-se que o público beneficiado (conteúdos levantados a partir da pesquisa e do mapeamento) será entre 5000 e 10000, embora seja na verdade incontável, uma vez que o material será disponibilizado gratuitamente na internet. II - DA CONTRAPARTIDA Em conformidade com o inciso V do Art. 21 da IN 02/2019, o projeto realizará oficinas e rodas de conversa em cada um dos 3 biomas / ecossistemas culturais selecionados, totalizando entre 3 e 6 atividades nas localidades escolhidas, além de uma palestra que será realizada ao final do projeto na cidade de São Paulo como apresentação de um panorama desta primeira edição do Programa Memória Cultural: Mestres e Biomas. As atividades serão realizadas em local a definir, sendo sempre ao menos uma delas em escola pública em cada ecossistema cultural e na cidade de São Paulo, totalizando de 4 atividades prefefencialmente em escolas públicas. O público alvo destas atividades será formado de estudantes (crianças e jovens), professores e comunidade de um modo geral. O público total previsto para as oficinas e rodas de conversa é de 400 pessoas entre público geral, divulgação e convites para os patrocinadores. Em conformidade com o inciso III do Art. 21 da IN 02/2019 as oficinas e rodas de conversal serão gravadas em vídeo e disponibilizadas no canal da organização na internet. I - Em atendimento ao incio I do Art. 21 da IN 02/2019, serão doados 100% dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - Em atendimento ao inciso IV do Art. 21 da IN 02/2019, será permitida a captação de imagens das atividades e de apresentações e autorizadas sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; III - Em atendimento ao inciso VII do Art. 21 da IN 02/2019, serão realizadas apresentações da cultura tradicional destinadas ao público infantil/infanto juvenil a se realizar preferencialmente em escolas públicas e abertas à comunidade escolar; O público alvo destas atividades será formado de estudantes (crianças e jovens), professores e comunidade escolar; Estima-se que o público beneficiado será de 400 pessoas III – DO REGISTRO AUDIOVISUAL DO BEM IMATERIAL 1000 unidades, sendo 100 para patrocinadores + 100 para divulgação + 200 para distribuição gratuita em escolas, universidades e oganizações sem fins lucrativos + 200 para venda a preço popular e 400 a preço normal. Em conformidade com o inciso III do Art. 21 da IN 02/2019, o registro será disponibilizado na página da organização na internet. Em atendimento ao inciso I do Art. 21 da IN 02/2019, o registro do Bem Imaterial será doado a universidades, escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, que tenham interesse e que sejam devidamente identificados. CRITÉRIO DE DISTRIBUIÇÃO: O presente projeto atende a ampliação do acesso previsto na alínea a, inciso I do artigo Art. 20 da IN 02/2019, uma vez que todas as suas atividades previstas são gratuitas e 40% do produto físico gerado pelo registro audivisual será distribuído gratuitamente e 20% a preços populares.
A Associação C de Cultura tem como missão construir, através da música, pontes entre o rural e o urbano e o tradicional e o contemporâneo, fomentando uma cultura de consumo que favoreça o desenvolvimento de uma sociedade mais equilibrada do ponto de vista social e ambiental. Nesse sentido, tem o propósito de promover a diversidade de culturas e biomas. Fortalecer identidade, cultuando a raiz e olhando para o novo. Promover, através da música, encontros genuínos e transformadores capazes de contribuir para a formação de cidadãos mais felizes, conscientes e atuantes. Desde sua fundação em 2008 já atuou em importantes projetos na área do meio ambiente e cultural em parceria com a iniciativa privada e pública, conforme pode ser visto em seu histórico em anexo. Em 2018 realiza em parceria com a Agência Popular Solano Trindade do Campo Limpo a edição Festival Percurso De Jardim a Jardim que contou ainda com a participação de coletivos do Grajaú e a organização Tide Setúbal da zona Leste. No presente projeto o proponente fará a administração do projeto e a direção geral do mesmo. Ricardo Leal – diretor artístico e curadoria É psicólogo, músico, educador e entusiasta da cultura popular. Atual presidente e sociofundador do C de Cultura. Membro do Conselho Deliberativo do Instituto Arapyaú. Nos últimos 10 anos dedicou-se a criar, coordenar e articular projetos no 3º setor, nas áreas de cultura e meio ambiente, nos quais também atuou “na ponta” como educador. Leonardo Costa de Mello – direção executiva, curadoria e pesquisa Leo Mello é músico, educador e pesquisador da cultura popular. Desde 2001 pesquisa e vive a música das comunidades tradicionais dos tantos cantos do Brasil. Administrador, de empresas e pós-graduado em Docência de Música Brasileira e Educação Ambiental. Entre 2016 e 2019 participou da concepção e coordenação dos projetos Semana do Fandango, Ponto BR De Jardim a Jardim, Festival Percurso Jardim a Jardim, C de Ciranda de Filmes, C de Cultura no Festival do Fazer todos de autoria C de Cultura. É o atual superintendente do C de Cultura, onde está envolvido na concepção e realização dos projetos de ponta a ponta. Iracema Arte e Cultura (Aline de Moraes) – coordenação geral e prestação de contas A Iracema arte & cultura é uma empresa multifacetada que atua como consultora, produtora e agente de projetos culturais, sociais e educacionais, sempre buscando o fomento e a valorização da cultura e da vida social, como contribuição na construção de uma sociedade mais justa e humana. Na área de projetos, a Iracema atua desde o desenvolvimento de ideias a conceitualização e elaboração até a execução, realização e pós-execução, podendo oferecer seus serviços conjunta ou separadamente. Conta com experiência de mais de 20 anos na área cultural e na gestão de projetos via leis de incentivo, patrocínios direto, convênios e termos de parceria. A Iracema busca hoje atuar de uma maneira consciente no mundo e tem a convicção de que a arte enobrece o homem. Acredita no processo de transformação salutar que o exercício de uma verdadeira vida cultural nutrida e ancorada na liberdade pode trazer a nossa sociedade atual. A Iracema busca utilizar sua larga experiência artística, executiva, comercial e jurídica em alto nível para transformar o cenário cultural do Brasil e do mundo, pois acredita na cultura e na arte como meio de transformação social e humana. Shows e turnês Realizadas: Brad Mehldau, Maria Rita, Fito Paez, Hermeto Pascoal, Naná Vasconcelos, Yamandú Costa, Edu Lobo, Pierre Henry, Dang Thai Son, Mayra Andrade, Avishai Cohen, Teresa Salgueiro, Mart’nália, John Scofield, Jean-Jacques Milteau, Martinho da Vila, ABC Musical, João Bosco, entre outros. Alguns projetos e clientes: IMN – International Music Network, Ministério da Cultura de Barbados, Associação TUCCA, Sala São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, Festival Choro Jazz, Festival Música Nova, Festival Jazz & Blues, Convention & Visitors Bureau, USP, Cultures France, SESC SP, SESC SC, SESC CE, SESC PR, SESC RJ, IRCAM - Institut de Recherche et Coordination Acoustique/Musique do Museu Centre Georges Pompidou, LATAM, Petrobras, Oi, Oi Futuro, CHESF, Banco do Nordeste, Banco do Brasil, CAIXA, UNIFESP, Citibank Hall, HSBC Brasil, Vivo Rio, Telefônica, Porto Seguro, Auditório Ibirapuera, IMS, HKW - Haus der Kulturen der Welt, ABRE, Associação da Pedagogia de Emergência, Lapidar, Associação Reciclazaro, entre outros. Quem somos? André Cortesi Músico, regente, pesquisador, palestrante e pedagogo. Transita com naturalidade entre a música clássica, popular, tradicional, contemporânea e executada sobre instrumentos históricos. Atuou por mais de 20 países na Europa e nas Américas, pelas principais salas, teatros e festivais do mundo. Formado na ECA-USP com mestrado em performance na Suíça e na Bélgica, onde viveu por mais de 10 anos. Como palestrante transita pelos universos da antroposofia, da arte, da música e do desenvolvimento humano. Aline de Moraes Gestora, agente e pesquisadora do Terceiro Setor. Dedica-se há vinte anos à realização de projetos que valorizam as diversas formas de expressões culturais, com grande ênfase no segmento musical, desde música popular, erudita e contemporânea. Atualmente é diretora executiva da Iracema e da associação Pedagogia de Emergência no Brasil. *Outros profissionais serão contratados durante a fase de pré-produção do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.