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PRONAC 200375Aguarda análise financeiraMecenato

Oracão ao Tempo

RODRIGO VECHI DE SOUZA
Solicitado
R$ 198,4 mil
Aprovado
R$ 198,4 mil
Captado
R$ 198,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-02-03
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Brusque Santa Catarina

Resumo

"Oração ao Tempo" é um projeto de montagem e produção de um espetáculo de teatro musical em comemoração aos vinte anos do grupo de arte Alina Lamparina. O espetáculo acontece nos moldes do teatro musical, numa fusão de teatro, música e dança, promovendo um intercâmbio de artistas catarinenses com artistas mais experientes do circuito paulistano de teatro musical. Além disso, como contrapartida social, o elenco principal do espetáculo oferece um dia de imersão teatral em uma escola pública, envolvendo alunos e professores, com jogos teatrais e conversas sobre o ofício do ator.

Sinopse

“Imagine que um gênio da lâmpada lhe aparecesse e lhe desse duas notícias: uma boa e uma má. A má é que você vai morrer amanhã. A boa é que você ainda tem um dia inteiro, 24 horas, pra fazer o que você quiser. O que você faria?? Gênios não existem e amanhã você certamente morrerá. Mas você tem o hoje, o presente, o agora. O que você está fazendo da sua vida?” O espetáculo Oração ao Tempo é uma colcha de retalhos que vai buscar sua matéria prima na música popular brasileira e na literatura com um ponto de intersecção: o tempo e seus efeitos colaterais. Todos os textos e letras de canções são costurados com esta temática, trazendo uma série de reflexões sobre a forma como nos relacionamos com nosso tempo. Na primeira cena, ouve-se a música dos sinos de um antigo relógio. A cada badalada das horas, a luz se acende e se apaga alternadamente. A cada vez que a luz se acende, temos uma foto diferente dos personagens em cena, produzindo nos espectadores uma sensação da passagem do tempo, como se num piscar de olhos, tudo estivesse diferente. A ideia é trazer ao público a reflexão sobre como o tempo transforma tudo à nossa volta sem que a gente perceba. O cenário conta com uma estrutura de andaimes que permite uma verticalização das cenas, já que possibilita a criação de “andares” diferentes. A proposta é reproduzir a relação entre tempo e espaço como duas grandezas que se relacionam num plano cartesiano. O figurino do espetáculo funciona como uma metáfora à passagem do tempo. Os trajes, no início aderentes, justos e amarrados, vão ganhando fluidez como forma de representar a libertação que o tempo pode promover. A duração do espetáculo é de 90 minutos e a classificação é livre, recomendado para famílias.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Revisitar um espetáculo clássico do repertório do grupo de arte Alina Lamparina devidamente atualizado, desta vez reunindo doze antigos integrantes do grupo amador com oito atores profissionais da cena paulistana do teatro musical, promovendo uma troca de experiências entre estes artistas, para celebrar os vinte anos de fundação do grupo de arte Alina Lamparina. O ponto de partida é a canção Oração ao Tempo, de Caetano Veloso, que dá título à obra. A partir daí, todo o repertório surge do encontro destes artistas debruçados sobre esta temática e dos jogos teatrais propostos durante os ensaios. O resultado é um produto novo, consequência do antigo, mas como o próprio tema sugere, o tempo "transforma as velhas formas do viver", como na canção de Gil; OBJETIVOS ESPECÍFICOS Montar e produzir o espetáculo "Oração ao Tempo" em Brusque - Santa Catarina mediante a realização de 8 (oito) apresentações no teatro do Centro Empresarial de Brusque, sendo quatro delas destinadas ao público em geral a preço popular e as outras quatro gratuitas para alunos da rede pública e instituições filantrópicas, especialmente asilos e abrigos, com uma média de 250 espectadores por sessão, totalizando uma plateia de 2 mil pessoas. Formar plateias, convidando o público escolar para assistir aos espetáculos; Descentralizar o acesso à cultura das grandes capitais, especialmente do eixo Rio-SP, através da realização do espetáculo na região do Vale do Itajaí (SC); Promover o intercâmbio cultural entre artistas de São Paulo com artistas catarinenses corroborando para realização de espetáculo com qualidade artística e técnica. Como produto principal, o espetáculo Oração ao Tempo pretende atingir uma plateia de 2000 (dois mil) espectadores. A metade deles será oferecida gratuitamente para alunos da rede pública. A outra metade será vendida a preços populares, garantindo a democratização do acesso da população ao espetáculo. A contrapartida social será constituída de um dia de Vivência Teatral para 250 alunos e professores da Escola Municipal João Hassmann, no município de Brusque.

Justificativa

O grupo de arte Alina Lamparina atuou na cena artística do vale do Itajaí entre os anos de 1999 e 2014, por quinze anos ininterruptos. Mesmo sendo um grupo amador, conseguia resultados impressionantes. Ao longo de quinze anos de atividade, mais de cem pessoas passaram pelo grupo exercitando suas qualidades artísticas e descobrindo na arte um prazer paralelo às suas profissões. Entre os trabalhos do grupo, destacamos Ciranda Cirandinha (1999), Vitrines (2000), Quadrilha (2001), Oração ao Tempo (2002), Alguém na Multidão (2003), Qualquer Palavra (2003), Ópera do Malandro (2004), Oração Reloaded (2005), Léo e Bia (2006), Dias Melhores Virão (2007), Um Vestido e um Amor (2007), Saltimbancos (2008), Tantas Palavras (2009), Rádio Almanaque (2010), A Volta do Malandro (2011), Trinta Moedas (2012), Dias Melhores (2013) e Quadrilha (2014). Em uma ocasião, tivemos a oportunidade de contar com uma parceria da rede pública de ensino e apresentamos o espetáculo Saltimbancos para os alunos, cuja maioria nunca havia estado em um teatro antes. Foi uma experiência enriquecedora para todos os envolvidos. Numa cidade como Brusque, onde a produção artística ainda hoje é escassa, uma oportunidade como esta acaba por se tornar transformadora na vida destes cidadãos. A dinâmica do grupo de arte Alina Lamparina inclui a oportunidade de desenvolver habilidades em diversos segmentos artísticos, tais como o teatro, a dança, instrumentos musicais e canto. Por toda a sua existência, o grupo nunca contou com nenhum tipo de lei de incentivo e o esforço por ter de levantar os espetáculos "na raça" pode ter contribuído para o fim das atividades do grupo. Assim, este reencontro entre os seus antigos integrantes e entre o grupo e sua plateia cativa dependem de alguma forma de incentivo neste momento. A montagem contribui com a democratização da arte na cena local ao proporcionar sessões gratuitas para os alunos da rede pública e para a população de baixa renda. Além disso, o teatro do Centro Empresarial conta com elevadores, corrimões, banheiros e rampas de acesso para deficientes físicos e pessoas com dificuldade de locomoção, promovendo a acessibilidade. Em face das características do projeto, bem como da proposta do espetáculo acima exposto, percebe-se claramente que o projeto se enquadra nos incisos I, II, III, IV, V e IX do artigo 1º da Lei 8.313/91, "Lei Rouanet". Por fim, entende-se que o projeto está devidamente enquadrado no artigo 3º da Lei 8.313/91, inciso II, alínea "c" e inciso IV, alínea "a", uma vez que fomenta a realização de espetáculo de artes cênicas ao mesmo tempo que estimula e valoriza o conhecimento e acesso aos bens culturais mediante a distribuição gratuita de 50% de toda sua bilheteria através da realização de 4 das 8 apresentações de forma gratuita.

Especificação técnica

Todas as peças gráficas serão confeccionadas em papel reciclado. Programa com três lâminas, 2000 unidades, 4X4 cores, 180gr, 29,7X42,00cm.

Acessibilidade

Para que o espetáculo seja acessível a portadores de necessidades especiais, o evento acontecerá em um teatro que atende aos requisitos estabelecido no artigo 27 do Decreto 5761/06, e nos termos do art. 23 da lei 10.741/03. Isto inclui, entre outros quesitos, rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros para deficientes e iluminação de solo, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos. Os deficientes visuais/auditivos terão atenção especial de voluntários qualificados para que desfrutem da experiência completa. Com relação à contrapartida social, o projeto se realiza no próprio ambiente escolar que já faz parte da rotina de todos os envolvidos, o que garante o acesso de todos. Os deficientes visuais/auditivos terão atenção especial de voluntários qualificados para que participem da experiência completa. Observação: as ações de acessibilidade não geram custos à proposta.

Democratização do acesso

Visando a democratização do acesso ao espetáculo, a produção disponibilizará quatro apresentações gratuitas para alunos da rede pública, de acordo com o inciso I do artigo 21 da IN número 02/2019, do Ministério da Cidadania. I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Além disso, queremos buscar nosso público em instituições filantrópicas, especialmente asilos e abrigos. Assim atenderemos pessoas carentes, estudantes, professores e grupos que não têm acesso ao teatro por outros meios. Quanto à contrapartida social, é importante esclarecer que todo o trabalho dos organizadores, assim como o dos condutores das oficinas e jogos teatrais é voluntário e gratuito. Também é completamente livre de ônus a escola contemplada e seus alunos e professores. É tudo 100% gratuito.

Ficha técnica

O proponente Rodrigo Vechi fará a direção do espetáculo e a administração e gestão do projeto. A ficha técnica será concluída na fase de pré-produção, de acordo com a disponibilidade das pessoas desejadas para compor o projeto. Algumas, no entanto, já foram sondadas e constam abaixo. Nome: Rodrigo Vechi/Função: diretor e gestor do projeto Breve Currículo: nascido em Brusque, é formado pela 4Act Performing Arts, mas sua escola na direção aconteceu de fato durante os dezessete anos em que esteve encabeçando as atividades do grupo de arte Alina Lamparina, em Santa Catarina, movimentando a cena artística do Vale do Itajaí. Ator, pianista, arranjador, escritor, diretor, produtor e iluminador, teve a oportunidade de exercer a diversidade do ofício frente ao grupo. Em 1999, dirigiu seu primeiro musical “Ciranda, Cirandinha”, com roteiro próprio e músicas do cancioneiro popular. Em 2000, dirigiu Vitrines e seguiu com Quadrilha (2001), baseado no poema homônimo de Drummond, Oração ao Tempo (2002), Alguém na Multidão (2003), Qualquer Palavra (2003), Ópera do Malandro (2004), Oração Reloaded (2005), Léo e Bia (2006), Dias Melhores Virão (2007), Um Vestido e um Amor (2007), Saltimbancos (2008), Tantas Palavras (2009), Rádio Almanaque (2010), A Volta do Malandro (2011), Trinta Moedas (2012), Dias Melhores (2013) e para comemorar os 15 anos de atividades do grupo um revivalde Quadrilha e outro de Oração ao Tempo em 2014. Na cena artística paulistana, participou como ator do musical Godspell (2015), Across the Universe (2016), Urinal (2016), com direção de Vivi Mori, Pavilhão G (2017), Comitiva Esperança (2018), Leão Coragem (2018) e assinou a direção musical do espetáculo Aquele que Diz Sim, Aquele que Diz Não, dirigido por Leonardo Miggiorin. Atualmente, assina os arranjos do musical O Jardim da Meia Noite, com trilha original composta por Márcio Guimarães. Nome:Ricardo Monastero/Função: elenco Breve Currículo: Formado pela Escola de Arte Dramática/ECA-USP, com extensa especialização e variados sucessos tanto na televisão quanto no cinema e destaque especial no teatro: sua paixão. Protagonista e realizador do Melhor Espetáculo de 2016 pela APCA “Sobre RATOS e HOMENS”, do prêmio Nobel John Steinbeck, com direção de Kiko Marques. Na televisão esteve no ar em “Deus Salve o Rei” e em “Gigantes do Brasil”, protagonizando a série como Guilherme Guinle. Na TV fez a minissérie “Queridos Amigos” de Maria Adelaide Amaral, como a travesti Brenda, ao lado de Fernanda Montenegro, Juca de Oliveira, Denise Fraga, Emílio de Mello, Débora Bloch, entre outros. Nome:Fernando Lourenção/Função: elenco Breve Currículo: Ator, cantor e bailarino. Natural de Brotas-SP, iniciou seus estudos em canto com a Maestrina Loubova Dondonova. Graduado em Educação Física, dedicou-se ao estudo das principais técnicas de dança. No teatro, fez parte da Cia Amigos do Almeida. Seu primeiro musical foi Jesus Cristo Superstars, uma co-produção da Time For Fun e Takla Produções. Ainda sob direção de Jorge Takla, fez a ópera Candide, na Sala São Paulo. Seus próximos musicais foram We Will Rock You Brazil, A Era do Rock e Os Produtores, dirigido por Miguel Falabella. Nome:Daniel Cabral/Função: elenco Breve Currículo: Ator, cantor, bailarino e sapateador. Natural de Brasília, integrou os musicais Aparecida, MPB, Vamp, My Fair Lady, Raia 30, Constellation, Crazy For You, Alo Dolly, Fame, A Gaiola das Loucas, Zorro, Os Saltimbancos e Aida. Bacharel em teatro pela Universidade Anhembi Morumbi. Iniciou seus estudos na Cia. Teatral Neia e Nando (Brasília-DF). Formado em sapateado americano pelo Instituto de dança Juliana Castro. Fez aulas de canto com Rafael Villar, Danielle Baggio, Thais Uessugui, Alírio Netto e Cássia Portugal. Em São Paulo, fez aulas de Jazz com Katia Barros e Guto Muniz; e sapateado com Chris Matallo.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação financeira