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O Programa de Residências Giro é um projeto de formação e suporte no campo das artes desenhado para visibilidade, capacitação e auto-representação de artistas e curadores brasileiros de todas as regiões do país.
O Programa de Residências Giro é um projeto de formação e suporte no campo das artes desenhado para visibilidade, capacitação e auto-representação de artistas brasileiros de todas as regiões do país. O projeto consiste em um programa de residências na Despina (Rio de Janeiro) estruturado em 6 ciclos de um mês de duração cada, onde 12 artistas e curadores (2 a cada ciclo), selecionados por convocatória aberta e comitê de seleção, farão parte de um programa de residências que inclui verba de manutenção e produção, ateliê, encontros individuais com curadores e pesquisadores convidados, encontros semanais de acompanhamento dos projetos, passagem e hospedagem. Cada residente também receberá um texto crítico sobre as suas práticas, escrito por um curador de renome. O Programa Giro também propõe uma agenda pública que abarca oficinas, encontros abertos sobre portfólios e processos de pesquisas dos selecionados, cineclubes, debates e performances ao longo dos nove ciclos. Esta programação será montada conjuntamente com os residentes. Cada ciclo se encerra com um evento expositivo para apresentar os processos/resultados de pesquisas ao público. Artistas e curadores selecionados terão a oportunidade de viver e trabalhar no Rio de Janeiro e participar de atividades como conversas, encontros com curadores, visitas a ateliês e a exposições.
Objetivo Geral _ Realizar o Programa de Residências Giro na Despina, recebendo artistas contemporâneos brasileiros. Objetivos Específicos _ 1. Receber 12 artistas no Programa de Residências Artísticas; 2. Realizar 06 exposições ao longo do projeto, sendo uma ao final de cada ciclo de residência, para apresentar os processos/resultados de pesquisas ao público; 3. Receber cerca de 1.000 pessoas nas exposições; 4. Realizar cerca de 04 debates abertos ao público ao longo do projeto recebendo cerca de 120 pessoas ao total; 5. Realizar cerca de 04 sessões de cineclube com exibição de filmes de artistas recebendo cerca de 120 pessoas ao total; 6. Realizar 02 encontros com cerca de 120 professores e estudantes da rede pública de ensino no total, como forma de contrapartida social; 7. Realizar as Oficinas/ Workshops com os artistas residentes do projeto.
A desigualdade radical de acesso à infraestrutura que permite a locomoção, a ocupação de espaços e a inserção no campo da arte coloca uma nuvem de invisibilidade sobre o Sul Global. Ao longo de quase sete anos de atuação no campo das artes, a DESPINA, proponente deste projeto, já recebeu cerca de 120 artistas em seu programa de residências. Na nossa trajetória percebemos que, demarcado pelo capital, pelas fronteiras e pela natureza dos financiamentos, o desenho dos corpos que podem se propor a esses deslocamentos e construções é excludente. Cerca de 85% dos artistas são Europeus ou Norte Americanos. Mais do que uma dívida social, este processo de apagamento produz uma lacuna na produção cultural e intelectual brasileira contemporânea. Por essa razão, nos lançamos ao desafio de criar e executar projetos que sejam ativamente formadores e plurais e abarquem também artistas com perfis sub-representados no sistema da arte, seja em nossas exposições, na ocupação dos ateliês, em nossa agenda pública e projetos. Já passaram pelo programa de residências Despina artistas que eventualmente consolidaram suas carreiras, exibindo em importantes mostras como o Panorama de Arte Brasileira e a Bienal de Veneza, e instituições como o MASP e o MAR. Entre eles podemos citar Carlos Martiel, Paul Setubal, Lyz Parayzo, Cristiano Lenhardt e Luciana Magno. É latente a necessidade de criar mecanismos para que mais artistas brasileiros possam explorar suas potências auto-representativas e acumular camadas de entendimento nos lugares onde atuam, deslocando a centralidade do próprio sistema de arte. O Programa Giro pretende construir uma pequena ponte sobre estas lacunas, acreditando na potência de expansão e transformação de ações micropolíticas. Ao entender o "destino" como o resultado de uma ordem, como propõe Paulo Freire, este projeto investe em mecanismos de inversão (giro) desta ordem hegemônica. Giro é a possibilidade não só de continuidade de uma prática que já foi incorporada à DESPINA, mas também a consolidação de aprendizados que acreditamos garantir trocas, afetos, parceria, recursos e suporte àqueles que têm a margem como destino dentro da ordem tal qual está posta, ordem esta que urge ser revirada. O projeto se coaduna com os seguintes Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O projeto atinge os seguintes objetivos propostos pelo Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres
O espaço Despina Com luz privilegiada e um pé direito adequado a realização de trabalhos de grande porte e instalações, o espaço conta com 10 ateliês ocupados permanentemente por artistas que vivem e trabalham no Rio de Janeiro. No mesmo prédio, dois ateliês serão reservados para artistas que participarão do projeto Giro. A configuração do local está alinhada com o propósito de criar um espaço de trabalho que incentive a troca e o diálogo, não apenas entre artistas, mas também entre outros agentes. Os ateliês são abertos ao público durante aberturas de exposições e eventos, e os artistas tem autonomia para organizar seus espaços de forma individualizada, propor eventos, oficinas e exposições, além de receber convidados. Embora independentes, a proposta é que os espaços se comuniquem e que projetos e idéias sejam compartilhados. O Programa de Residências Despina é voltado para artistas e curadores que desejam imergir em suas pesquisas e projetos. O programa busca encorajar a troca de ideias e instigar a experimentação de práticas, conceitos, poéticas e materiais, permitindo ao artista/curador visitante uma produção em resposta ao novo ambiente e às novas interlocuções. O programa também estimula a reflexão sobre a realidade local e incentiva o residente a investigar o fértil contexto socio-cultural e político brasileiro. Artistas e curadores selecionados têm a oportunidade de viver e trabalhar no Rio de Janeiro e participar de atividades como conversas, encontros com curadores, visitas a ateliês e a exposições. Nestes 7 anos de atuação no campo da residências artísticas, consolidamos a Residência Despina como um programa de excelência, estruturado a partir de 3 pilares: - Prática de ateliê ou, no caso de curadores, pesquisa: os residentes tem tempo e espaço para trabalhar imersivamente em suas práticas. - Suporte curatorial: trabalhamos com curadores experientes e reconhecidos, tais como Pablo Leon de La Barra, Raphael Fonseca e Ulisses Carrilho, fornecendo a interlocução profissional e atenta para o desenvolvimento profissional dos residentes. - Atividades de reconhecimento do território: através de visitas a ateliês, caminhadas históricas, visitas a exposições, fornecemos ao residente algumas chaves para o entendimento da realidade local. Acreditamos muito na força destes deslocamentos. Mais do que oportunidades pessoais de deslocamento para outra temporalidade, as residências artísticas são janelas para a construção de novas narrativas não só na arte mas também geopolíticas. Essas aberturas, entretanto, dependem da construção de programas e oportunidades inclusivos e contínuos, capazes de transformar mobilidade em desterritorialização, e produção material em reflexão intelectual. O programa de residências Despina foi desenhado para fornecer as ferramentas necessárias para a compreensão das dinâmicas sociais, políticas, econômicas e culturais tanto do Rio de Janeiro quanto do Brasil.
Produto principal - Oficinas / workshops / seminário de audiovisual Programa de Residências inclui: – ateliê – acomodação – suporte curatorial (encontros individuais) – encontros semanais para acompanhamento de projetos – visitas a ateliês e a exposições – oportunidade para propor e ministrar workshops – suporte administrativo e logístico – evento expositivo para apresentar os residentes e suas pesquisas/projetos ao público Materiais disponíveis para utilização dos artistas durante a Residência: 01 câmera SLR para vídeos e fotos com tripé (Canon EOS 600D); 01 par de caixas de som (CSR - 250 Watts RMS); 01 mesa de áudio com 6 canais; 01 par de microfones sem fio; 01 microfone com fio; 01 máquina de costura Singer; 01 furadeira e todas as demais ferramentas básicas; 01 impressora jato de tinta com scanner (Epson XP-231); 03 projetores (1 Optoma HD25-LV 3500 ANSI Lumens, 20,000:1 HD 1920 x 1080; 01 Optoma GX5100 2800 Lumen XGA HDMI 3DReady; 01 mini-projetor Picopix Philips. Produto - exposição de artes 6 exposições com os resultados das residências artísticas a partir da orientação dos curadores. Produto - Contrapartidas Sociais Encontros com estudantes e professores da rede pública de ensino para falar de arte e das obras produzidas. Cerca de 3 horas de duração
Produto Principal – Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual O local onde o projeto será realizado conta com acessibilidade para portadores de necessidades especiais. Se houver algum artista selecionado com alguma necessidade especial, serão realizadas adaptações espaciais e de acesso ao conteúdo. Produto – exposição de artes O local onde o projeto será realizado conta com acessibilidade para portadores de necessidades especiais. Algumas exposições contarão com monitores que possibilitarão acessibilidade de conteúdo aos visitantes (intérprete de Libras / áudio descrição). Haverão visitas monitoradas para deficientes visuais, conforme demanda. Produto – Contrapartidas Sociais Os dois encontros para 120 professores e estudantes da rede pública de ensino serão realizados em local de fácil acesso para portadores de deficiências físicas. Um encontro contará com intérprete de Libras como forma de acessibilidade de conteúdo. Para garantir a visitação de público com necessidades especiais, serão feitos convites em escolas e ONGs.
Produto Principal – Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual O programa de Residência será gratuito para os artistas escolhidos a partir da seleção. Todas as ações realizadas como debates e sessões de cineclube também serão gratuitas. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto – exposição de artes As exposições realizadas ao final de cada Ciclo de Residência terão acesso gratuito para o público. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto – Contrapartidas Sociais Os dois encontros para 120 professores e estudantes da rede pública de ensino serão gratuitos. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22
Consuelo Bassanesi é gestora cultural, ativista da cultura e feminista. Viveu em Londres entre 2001 e 2010, onde trabalhou como tradutora e desenvolveu e produziu projetos na área de artes visuais, entre eles uma galeria pop-up e um espaço independente. Vive no Rio de Janeiro desde 2012. Foi representante da GalleryNosco (Londres-Nova Iorque) no Brasil entre 2012 e 2013. Desde janeiro de 2013, fundou e é diretora artística e de projetos da Despina. Está diretamente envolvida na concepção, captação e execução de projetos especiais como Corpos Estranhos e Arte e Ativismo na América Latina, bem como dos programas de exposições e de residência. Também responsável por relações institucionais, já trabalhou em colaboração com diversas organizações internacionais, entre elas Prince Claus Fund, British Council e University of the Arts London - Central Saint Martins. Bacharel em Jornalismo (PUC-RS) e Mestrado em Política Global (Birkbeck, University of London). Faz parte do Vem pra Luta Amada, um coletivo feminista que produz materiais gráficos, organiza oficinas e faz intervenções públicas. Também participa dos movimentos Censura Nunca Mais e Nossa Hora de Legalizar o Aborto RJ. Frederico Pellachin é coordenador de comunicação e do programa de residências Despina. Com mais de vinte anos de experiência no setor artístico e cultural, já trabalhou como arte-educador e produtor em importantes instituições brasileiras, como a Associação Cultural VideoBrasil, a Fundação Bienal de São Paulo, o Festival Internacional de Documentários “É Tudo Verdade” e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Recentemente, produziu relevantes exposições que ocuparam unidades do Sesc na cidade de São Paulo, como "O Tempo Mata - Imagem em Movimento na Julia Stoschek Collection" e"Gold - Mina de Ouro Serra Pelada" (Sebastião Salgado), ambas no Sesc Avenida Paulista e "Entrevendo - Cildo Meireles", no Sesc Pompéia. No Reino Unido (onde viveu de 2004 a 2009), trabalhou como produtor cultural freelancer, fotógrafo e DJ. Bacharel em Comunicação Social pela UNESP, com curso de fundação em Arte-Educação pela Fundação Bienal de São Paulo. Clarice Correa é diretora administrativa e financeira. Com ampla experiência na área de gestão do terceiro setor, foi responsável pela gestão de projetos premiados internacionalmente na Despina como “Iran-Rio Art Connection”, “Arte e Ativismo na América Latina” e “Cidades Invisíveis”. É Bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e mestre em Direito Empresarial pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Pablo Ferretti é artista com Mestrado em Pintura pela Royal College of Art, Londres 2006-08. Graduado em pintura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 2001. Recebeu o prêmio Ridley Scott Awards Artist in Residence em 2009. Foi indicado ao Prêmio Investidor Profissional de Artes - PIPA 2014 e a Destaque em Pintura no VI Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, Porto Alegre, em 2012. Desde 2014 trabalha coordenando o desenvolvimento de projetos dos artistas participantes do programa internacional de residências do Largo das Artes. Organiza exposições e projetos independentes desde 2009 (Galeria Progresso e 3YE Project Space, ambos em Londres). É também membro da Gazua, uma plataforma formada por artistas visuais com o intuito de mapear e trabalhar com outros artistas e pessoas envolvidas em outras áreas de produção de forma transdisciplinar e colaborativa. Raphael Fonseca é curador do MAC Niterói e professor do Colégio Pedro II. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015) e o prêmio de curadoria do CCSP (2017). Fez residências de curadoria no ICA Singapore (2019) e na Manchester School of Art (2016). Entre suas exposições, destaque para "Vaivém" (CCBB SP, DF, RJ e MG, 2019-2020); "Lost and found" (ICA Singapore, 2019); "Dorminhocos - Pierre Verger" (2018, Caixa Cultural RJ); "Bestiário" (CCSP, 2017); "Quando o tempo aperta" (Palácio das Artes, 2016); "Deslize " (Museu de Arte do Rio, 2014) e "Água mole, pedra dura" (1a Bienal do Barro de Caruaru, 2014). Integrante do comitê de seleção da bienal VideoBrasil (2019). Guilherme Altmayer é professor, pesquisador e curador. Doutorando em Design pela PUC-Rio - com o projeto de investigação tropicuir, uma plataforma para estético-políticas e memória social sexo dissidentes no Brasil - e membro do grupo de pesquisa GILET (grupo interdisciplinar de estudos transviados na PUC-Rio). Mestre em Design pela PUC-Rio (2016), pós-graduado em sócio-psicologia pela FESP-SP (2012), pós-graduado em Marketing pela ESPM (2000), graduado em administração pela FURG (1994). Em 2018, colaborou com práticas curatoriais no terceiro ciclo de Arte e Ativismo na América Latina no espaço Despina. Em 2017, foi curador da mostra ‘os corpos são as obras’, com Pablo León de la Barra (MAC-RJ), no espaço de arte Despina, no Rio de Janeiro, dentro do segundo ciclo Arte e Ativismo na América Latina. No mesmo ano, publicou ensaio no livro Histórias da Sexualidade – Antologia editado pelo Museu de Arte de São Paulo (MASP) e participou do processo de pesquisa do trabalho ‘Forma da Liberdade’ do artista Carlos Motta, que foi exposto no ‘Campo Sonoro’ da 32a Bienal de São Paulo. Ulisses Carrilho é curador da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e ex-aluno da mesma escola. Pós-graduado em Economia da Cultura (UFRGS), estudou Comunicação Social (PUCRS) e Letras – Português/Francês (UFRGS). Como aluno da Escola, ganhou bolsa-residência para desenvolvimento de projeto no Lugar a Dudas (Cali, Colômbia) onde realizou a mostra “Aquí mis crímenes no serian de amor”. Iniciou sua trajetória como assistente de direção do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Integrou a equipe de relacionamento institucional da Fundação Bienal do Mercosul (Porto Alegre) e da galeria Rolando Anselmi (Berlim, Alemanha). Na equipe da curadora Luiza Proença, editou as publicações da 9ª Bienal do Mercosul. Contribuiu com textos para o catálogo da 32ª Bienal de São Paulo, além de revistas e periódicos de arte. Sua pesquisa no âmbito da intersecção das artes e da educação mira contranarrativas, críticas à lógica de produção do capitalismo coginitivo. Interessa-se por manifestações de insubordinação, desobediência e indisciplina e uma pesquisa da intimidade como dispositivo pedagógico. Em 2017, participou da residência Intervalo-Escola, em torno de uma escola de floresta na Floresta Amazônica (Rio Tupana e Igapó-Açu). Desde 2015 trabalha na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Lisette Lagnado, como assistente de direção e curador assistente. Em 2018, assumiu a curadoria de Ensino e Programa Público da escola. Vive no Rio de Janeiro. Daniela Mattos é artista, educadora e curadora independente. Desenvolve sua produção em artes visuais desde o início dos anos 2000 com enfoque nas práticas da performance, fotografia, videoarte e escrita de artista. Participou de diversas exposições, mostras de vídeo e publicações, no Brasil e no exterior. Sua atuação artística, pedagógica e curatorial têm sido atravessada por questões não-hegemônicas do campo da arte, buscando no pensamento feminista, anti-racista e decolonial suas principais ferramentas conceituais. É Pós-Doutora em Linguagens Visuais pelo PPGAV-EBA-UFRJ (2016) e Doutora pelo Núcleo de Estudos da Subjetividade, PEPG/PC-PUC-SP (2013). Atualmente é professora da Escola de Belas Artes da UFRJ e do CAp-UFRJ. Recentemente apresentou a performance "Oferenda (a nós)", que conjuga sonoridade e ancestralidade, durante a mostra Flexões Performáticas no CCBB-SP, vêm colaborando com o Despina no acompanhamento crítico de artistas residentes e também integra coletivo artístico-clínico "escutadores", que reúne artistas e profissionais da saúde mental para a produção de espaços não convencionais de escuta. Outras informações sobre sua obra podem ser acessados em: www.danielamattos.art.br
PROJETO ARQUIVADO.