| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04693022000305 | MR MINERAÇAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 198,0 mil |
O projeto consiste em uma ação artística-reflexiva por meio da circulação nacional do espetáculo teatral "Banho de Sol", com arealização de rodas de conversas e oficinas teatraissobre as vivências norteadoras da construção do trabalho.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASO espetáculo traz à tona reflexões sobre a crise do sistema prisional, os preconceitos, julgamentos, a opressão, o abandono das mulheres em privação de liberdade; e do poder humanizador da arte e do afeto. A intenção primeira desta obra artística é, a partir das memórias e experiências de todas estas mulheres, dividir com o público o processo de transformação que elas vivenciaram ao longo de um ano de trabalho dentro do Complexo Penitenciário Estevão Pinto, em Belo Horizonte-MG. Todo o processo de criação foi inspirado a partir do que viram, viveram e conviveram com esta realidade. Os corpos e vozes das professoras serão a ponte para trazer para a sociedade toda a discussão vivenciada por elas dentro do presídio. Indicativa etária: 14 anos. CONTRAPARTIDAS SOCIAISRealizar ações de contrapartida sociocultural através da realização da palestra ?O processo de concepção e construção de espetáculos de artes cênicas. A experiência de criação do espetáculo ?Banho de Sol? com carga horária total 1hora e 30 minutos por cidade atendida pelo projeto.
Objetivo Geral Realizar a circulação nacional do espetáculo teatral BANHO DE SOL da Zula Cia de Teatro nas regiões Nordeste e Sudeste. Objetivos Específicos: - Realizar, entre os meses de maio de 2022 a dezembro de 2023, todas as ações e etapas que viabilizam a pré-produção, divulgação, execução e pós-produção do projeto;- Cumprir todas as ações previstas com qualidade e garantir a correta execução do projeto.- Realizar as ações do Projeto em 3 das 7 cidades cujo índice de violência carcerária são os maiores do Brasil, segundo pesquisas. São elas: Natal-RN, Rio de Janeiro-RJ e São Paulo-SP;- Realizar a inclusão no projeto em outras 2 cidades do interior de Minas Gerais, com o objetivo de descentralizar e atender municípios onde a cultura não chega. São elas: Barão de Cocais- MG e Santa Bárbara-MG; - Cumprir com 13 apresentações do espetáculo BANHO DE SOL, da seguinte maneira: 3 apresentações em Natal-RN; 3 apresentações no Rio de janeiro-RJ; 3 apresentações em São Paulo-SP; 2 apresentações em Barão de Cocais - MG; 2 apresentações em Santa Bárbara-MG; - Realizar gratuitamente 1 oficina de Iniciação Teatral na cidade de Barão de Cocais - MG com a duração de 8 horas com a intenção de promover a difusão do ensino das artes cênicas;- Realizar gratuitamente 1 oficina de Iniciação Teatral na cidade de Santa Bárbara - MG com a duração de 8 horas com a intenção de promover a difusão do ensino das artes cênicas;- Realizar ações de contrapartida sociocultural através da realização da palestra com o seguinte tema ?O processo de concepção e construção de espetáculos de artes cênicas. A experiência de criação do espetáculo ?Banho de Sol?, da Zula Cia de Teatro? com carga horária total 1hora e 30 minutos por cidade atendida pelo projeto; - Propor diálogo com o pùblico com a intenção de dividir o processo de construção do espetáculo e promover um debate sobre a condição da mulher na sociedade atual com foco na população carcerária, a crise do sistema prisional e o poder humanizador da arte, visando o fortalecimento da formação artística, crítica e cidadã do público; com a intenção de fomentar o acesso e a pesquisa sobre o tema "teatros do real" e promover debates sobre a condição da mulher na sociedade atual com foco na população carcerária;- Fomentar a discussão sobre questões sociais, com a intenção refletir sobre os preconceitos e julgamentos em relação à população carcerária;- Dividir com o público as experiências e transformações que a arte realizou na vida das mulheres em situação de cárcere;- Contribuir para o respeito e valorização às diversidades sociais e culturais e as diferenças individuais;- Colaborar para combater todas as formas de discriminação relativos a gênero, idade, religião, opinião política, orientação sexual, condição física, psíquica e mental e qualquer outra base ilegítima de discriminação.- Combater quaisquer formas de violência, bem como o assédio moral em todas as instâncias e qualquer tipo de discriminação, intimidação e constrangimento; - Disseminar o respeito aos direitos humanos e formação de plateia, ao aproximar a atividade artística a ações que promovam a cidadania e o desenvolvimento humano;- Ampliar o acesso e estimular a formação de espectador/plateia para o teatro, em cada comunidade visitada, oferecendo ingressos a preços populares, além da promoção/distribuição de convites/cortesias com caráter social, educativo ou formação artística e aos parceiros e mídias locais. As apresentações do espetáculo em Barão de Cocais e Santa Bárbara serão totalmente gratuitas.- Movimentar e estimular a cultura, a economia e o turismo locais através da realização das apresentações, envolvendo a contratação de diversos serviços locais, além da divulgação ampla, incluindo localidades das redondezas.- Aprimorar conhecimentos, favorecer o desenvolvimento e abrir espaço em outros estados a Zula Cia de Teatro que, desde 2011, vem realizando um trabalho de pesquisa continuado e relevante.
A REALIDADESegundo os relatórios do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (INFOPEN Mulheres - Departamento Penitenciário Nacional), o encarceramento feminino tem sido proporcionalmente superior ao masculino nos últimos anos e essa realidade revela a reprodução das desigualdades e opressões de gênero, e precariza ainda mais as condições de sobrevivência das mulheres presas. A imposição de estereótipos e papéis sociais às mulheres é combustível central no punitivismo e no encarceramento dos quais são alvo. Nos cárceres femininos, além das precariedades e violências comuns às prisões masculinas, as violações de direitos multiplicam-se: péssimo atendimento à saúde das gestantes, lactantes e mães; separação abrupta das mães e seus/suas filhos/as, incluindo adoções à revelia; falta de notícias dos/as filhos/as; ausência de materiais de uso pessoal e de roupas íntimas; restrições, quando não raro a impossibilidade, para viver a identidade afetiva, psicológica e física; pouquíssimas visitas, vivendo um verdadeiro abandono da família e da comunidade, entre outros. Do total de mulheres presas, 80% são mães e responsáveis principais, ou mesmo únicas, pelos cuidados de filhas e filhos, motivo pelo qual os ?efeitos do encarceramento feminino geram outras graves consequências sociais?, informa o Departamento Penitenciário Nacional. Em um estudo divulgado em junho de 2017, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) analisou a situação da população feminina encarcerada que vive com filhos em unidades prisionais femininas no país, tendo entrevistado ao menos 241 mães. A Fiocruz diagnosticou que 36% delas não tiveram acesso adequado à assistência pré-natal; 15% afirmaram ter sofrido algum tipo de violência; 32% das grávidas presas não fizeram teste de sífilis e 4,6% das crianças nasceram com a forma congênita da doença. De acordo com uma das coordenadoras da pesquisa e integrante da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, Maria do Carmo Leal, as condições da atenção à gestação e ao parto para a mães encarceradas no Sistema Único de Saúde são piores que as dadas às mães que não estão presas. ?O estudo mostrou também que havia diferença na avaliação da atenção recebida durante a internação para o parto segundo a condição social delas. Foi menor a satisfação para as pobres e as de cor de pele preta ou parda.? A advogada Luciana Dimas avalia que os impactos do afastamento dos filhos em relação à mãe encarcerada são nocivos não apenas para as crianças, mas também para a sociedade como um todo. ?É extremamente injusta essa consequência produzida para os filhos dessas mulheres, não apenas os que estão na prisão, como também os que estão fora da prisão, que são excluídos, estão em processo de extrema vulnerabilidade social.? A PESQUISA, A OBRA E SUA NECESSIDADE Desde sua origem, em 2010, a Zula Cia. de Teatro se firmou em Belo Horizonte-MG como um grupo de pesquisa de teatro-documentário e teatros do real, com foco no feminino e na condição da mulher na sociedade atual; tendo como ponto de partida para a criação teatral, histórias e depoimentos reais de mulheres em situação marginal, Dando continuidade a essa pesquisa, Talita Braga, atriz e fundadora da Zula, convidou, em 2016, as atrizes e professoras de teatro Gláucia Vandeveld, Kelly Crifer e Mariana Maioline para iniciarem o projeto ?A arte como possibilidade de liberdade?, desenvolvendo aulas de teatro, reflexões e criações artísticas/teatrais com mulheres em situação de cárcere dentro do Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, em Belo Horizonte- MG. As alunas participantes foram mulheres que cometeram crimes hediondos e de repercussão e que por isso ficaram presas em celas chamadas de ?seguro?; onde permanecem isoladas, com pouca atividade socioeducativa, aumentando assim os quadros de depressão, doenças psicossomáticas, obesidade e surtos psicóticos. O projeto, que foi realizado entre setembro de 2016 e setembro de 2017 se constituiu como espaço para a reflexão e elaboração filosófica, políticasocial e artística sobre a situação das mulheres encarceradas e o sistema prisional brasileiro, as artistas observaram na vivência e na convivência com essas mulheres a extrema vulnerabilidade e ausência do acesso à educação, alimentação de qualidade, afeto e o abalo na estrutura familiar. Como forma de abrir um espaço ainda mais amplo de escuta e discussão da realidade dessas mulheres e com a intenção de percorrer caminhos diante do público para evidenciar as transformações que a arte realizou na vida das mulheres privadas de liberdade, nas artistas participantes do projeto e no Complexo Penitenciário como um todo, a Zula Cia. de Teatro criou o seu terceiro espetáculo ?Banho de Sol?. O trabalho tem a responsabilidade de mostrar a condição das mulheres em situação de cárcere, trazendo à tona questões sociais, emocionais e artísticas, propondo um espaço de reflexão ao público. O mote dramatúrgico do espetáculo é a forma como o público é convidado a exercitar a empatia e alteridade. É um espetáculo aula, uma vivência. Mediadas pelo jogo teatral, as experiências e reflexões vividas pelas professoras de teatro dentro do complexo, vão sendo divididas e construídas com o apoio de algumas mulheres da plateia. A CIRCULAÇÃOImbuídos pela necessidade de ampliar a reflexão sobre o tema paralelo ao fazer teatral com o ineditismo da pesquisa artística, buscamos ressaltar os direitos das detentas e a dignidade humana no cárcere. Vivenciamos as precaríssimas condições das prisões, onde viceja toda a ordem de violação da integridade, são em si mesmas torturadoras. Essa realidade tem tomado proporções cada vez mais graves no país e isso tem sido um dos motivos mais comuns para as revoltas, que estão relacionadas à reivindicação de melhores condições dentro dos presídios; a situação consequentemente tem sido combustível para os massacres em presídios e têm se tornado mais frequentes nos últimos anos. Segundo o histórico de violência nos presídios brasileiros, alguns dos maiores massacres já registrados ocorreram na Região Nordeste (Natal/Rio Grande do Norte) e na Região Sudeste (Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP). A escolha das rotas de circulação do espetáculo por essas cidades é justamente para alimentar essa importante discussão e fomentar possíveis ações que resultem na melhoria dessas condições; desejando-se um impacto positivo através da arte, assim como foi desenvolvido no projeto inspirador do espetáculo Banho de Sol. A inserção de 2 cidades do interior de Minas Gerais com espetáculos gratuitos vem com a intenção de descentralizar o acesso a bens culturais e também de atender locais onde a população tem uma visão extremamente limitada sobre a condição da população carcerária, operando nestes locais a máxima do ?bandido bom é bandido morto?. A Cia inseriu ainda nestas 2 cidades do interior de Minas Gerais a ?Oficina de Iniciação Teatral?, a ser oferecida gratuitamente para a comunidade, com a intenção de promover a difusão do ensino das artes cênicas e de possibilitar à população local, onde já existem manifestações teatrais vindas somente de grupo da igreja, que tenha um primeiro contato com profissionais da arte educação para aprimoramento e acesso à profissionalização do fazer teatral. Portanto, a pesquisa torna-se relevante por destacar aspectos dos direitos das mulheres encarceradas, verificando que há uma urgente necessidade de amparo, com espaços amplos que possibilitem as carcerárias o trabalho e o acesso à educação, utilização dos espaços já existentes implantando cursos profissionalizantes e educacionais, criação de berçários e creches, atenção médica e odontológica, entre outros. O patrocínio à esse projeto através da Lei Federal de Incentivo à Cultura é importante, principalmente pela necessidade de contribuir para a reflexão a respeito do assunto, em especial, propor diálogo sobre a execução penal que respeite a supremacia do princípio da dignidade da pessoa humana e que ao mesmo tempo preze pela igualdade e pelo respeito. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
ZULA CIA DE TEATRO Desde sua origem, em 2010, a Zula tem como ponto de partida para a criação teatral, histórias e depoimentos reais de mulheres em situação marginal, como em seus primeiros espetáculos ?As Rosas no Jardim de Zula?, 2012, com a direção de Cida Falabella e ?MAMÁ!?, 2015, que teve a direção da dramaturga e diretora Grace Passô. A partir destes dois trabalhos, a Cia. se firmou em BH como um grupo de pesquisa de teatro documentário e teatros do real, com foco no feminino e na condição da mulher na sociedade atual. Com isso, algumas linhas de atuação foram definidas: criação de dramaturgia original, investigação do uso da realidade no teatro, aprofundamento e sofisticação do uso de material documental em jogo com o material ficcional, pesquisa sobre o uso do documentário no teatro.ESPETÁCULO BANHO DE SOL O ponto de partida para a criação do espetáculo ?Banho de Sol? foi o encontro de quatro artistas, mulheres, arte educadoras, com outras 30 mulheres em situação de cárcere. Ao longo de um ano, estas arte educadoras, ocuparam um complexo penitenciário feminino em Belo Horizonte-MG, com o intuito de desenvolver o projeto ?A arte como possibilidade de liberdade?. A realidade vivenciada pelas professoras/ mulheres/artistas de teatro foi tão intensa, que as provocou a criar uma obra artística, para que esta vivência pudesse ecoar para além dos muros da penitenciária. O espetáculo estreou em Belo Horizonte-MG no dia 29 de março de 2019, realizou 28 apresentações no Centro Cultural Banco do Brasil, 4 apresentações em Centros Culturais de Belo Horizonte (localizados em pontos periféricos da cidade), 1 apresentação na FUNARTE, 1 apresentação na UFMG e 3 apresentações no Teatro Minas Tênis Clube, alcançando público de mais de 7.000 mil pessoas. Essa abrangência de público diverso e amplo, social, econômica, geográfica, de gênero, étnica e racial é resultado da força e importância de um trabalho que traz à tona reflexões sobre os preconceitos, julgamentos, a crise do sistema prisional, a opressão, o abandono das mulheres em privação de liberdade; e do poder humanizador da arte e do afeto. FICHA TÉCNICA REALIZAÇÃO: Zula Cia. de Teatro. DIREÇÃO: Mariana Maioline e Talita Braga. DRAMATURGIA: Talita Braga. TEXTOS: Gláucia Vandeveld, Kelly Crifer, Mariana Maioline e Talita Braga. CONSULTORIA DRAMATÚRGICA: Vinícius Souza. CRIAÇÃO E ATUAÇÃO: Gláucia Vandeveld, Kelly Crifer, Mariana Maioline e Talita Braga. ILUMINAÇÃO: Cristiano Araújo. TRILHA SONORA E VÍDEOS: André Veloso. CENÁRIO, FIGURINO E EXPOGRAFIA: Alexandre Tavera. DIREÇÃO DE TEXTO: Ana Hadad. ASSESSORIA DE MOVIMENTO CÊNICO: Fabrício Trindade. DESIGN: Philippe Albuquerque. PRODUÇÃO EXECUTIVA: Andréia Quaresma. ASSESSORIA JURÍDICA: Lívia Vilela Bernardes ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO: Mira Comunicação. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos DURAÇÃO: 2 horas.SINOPSE (PARA DIVULGAÇÃO) Ao longo de um ano, quatro professoras de teatro ocuparam um complexo penitenciário feminino, uma vez por semana, durante as duas horas do banho de sol. Esta obra é sobre este encontro. Um convite ao público a lançar um olhar para janelas que foram abertas através da arte, fazendo com que a realidade destas mulheres em privação de liberdade ecoe para além daqueles muros. PLANOS DE DIVULGAÇÃO Menção de incentivo e patrocínio: - Locuções de abertura dos espetáculos e agradecimento após as apresentações e oficinas; - Releases, teasers e materiais gráficos e digitais a serem produzidos, divulgados e enviados à imprensa; - Em todas as inserções de 30? em emissoras de rádio locais; - Em todas as entrevistas a serem realizadas; - Teasers e vídeo-documentário com o registro geral do projeto, a ser disponibilizado em plataformas digitais - Antes dos letreiros e dos créditos finais. Materiais gráficos: - 1.000 flyers (serão usados apenas nas cidades do interior de Minas Gerais, nas outras cidades essa estratégia de divulgação não funciona mais)- contratação de carro de som nas 2 cidades do interior de Minas Gerais para divulgação do espetáculo e da oficina de iniciação teatral - 3.640 Programas/folders (atendendo à demanda total de público esperado por cidade)- 100 cartazes ( 20 por cidade) - 5 banners (1 por cidade) Mídias digitais: - Produção de banners para sites e redes sociais; - Envio de flyers eletrônicos para lista de mailing; - Produção de Teasers e vídeo-documentário com o registro geral do projeto, a ser disponibilizado em plataformas digitais; - 3 Locuções de apresentação que precedem o início dos espetáculos; - 120 Inserções de 30? em emissoras de rádio locais (4 inserções por dia no período de 10 dias próximos às ações); Kit de imprensa: - Fotos, vídeos, informações e registros gerais das temporadas da Cia Zula, das ações envolvendo o espetáculo e oficinas; em release a ser produzido pela Assessoria de Imprensa.ESTRATÉGIAS DE DIVULGAÇÃO: - Total disponibilidade das atrizes/pesquisadoras da Zula Cia. de Teatro para entrevistas e matérias; - Criação da identidade visual impressa e eletrônica para o projeto; - Contratação de Assessoria de Imprensa para busca de parcerias com sites e publicações para divulgar os eventos, ações do projeto e novidades em cada um das cidades; - Contratação de Social Mídia para divulgação do projeto criando um forte canal de comunicação com o público através das redes sociais por meio de customização, estratégia de gerenciamento, pauta e ação especial; - Gravação de teaser; - Gravações de spots para rádio; - Envio de e-mail marketing para listas de mailing, blogueiros e pessoas influentes; - Distribuição de flyers e cartazes em locais estratégicos como centros culturais, universidades, bibliotecas, cinemas, livrarias e restaurantes para divulgação do Projeto; - Distribuição e veiculação de vídeo-documentário em meios digitais.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASCirculação nacional do espetáculo Banho de Sol, contemplando o total de:- 5 cidades.- 13 apresentações com duas horas cada sessão, sendo 4 gratuitas e 9 com cobrança de ingressos a preços populares.- 1 oficina gratuita de iniciação teatral na cidade de Barão Cocais / MG, com carga horária de 8h- 1 oficina gratuita de iniciação teatral na cidade de Santa Bárbara / MG, com carga horária de 8hOFICINA DE INICIAÇÃO TEATRALA oficina de iniciação teatral será voltada para pessoas acima de 14 anos que têm o desejo de conhecer o universo teatral. Um curso essencialmente prático, que visa desenvolver a criatividade e espontaneidade dos participantes através de exercícios de expressão corporal, vocal e jogos teatrais que desenvolvem o autoconhecimento e o trabalho em grupo. Tudo isso com a intenção de fazer com que os participantes experimentem a prática cênica de forma lúdica e prazerosa, democratizando assim o acesso à arte e à cultura.Total de alunos: 30Duração: 8 horas/ sendo 2 horas por semana/ 4 semanas de encontro Total de horas das atividades de circulação: 42 horas CONTRAPARTIDAS SOCIAISRealizar ações de contrapartida sociocultural através da realização da palestra "O processo de concepção e construção de espetáculos de artes cênicas. A experiência de criação do espetáculo ?Banho de Sol? com carga horária total 1hora e 30 minutos por cidade atendida pelo projeto; 5 cidades atendidas pelo projeto: 7horas e 30 minutos TOTAL DE HORAS DAS ATIVIDADES DO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS E CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: 49 horas e 30 minutosAS ALTERAÇÕES A SEGUIR SE REFEREM À DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES CUJO MÓDULO NÃO EXISTE PARA SER READEQUADO:PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASProposta de circulação do Espetáculo Banho de Sol ? CIDADE 01 - BARÃO DE COCAIS/ Minas GeraisLocal: Ainda a ser definido em função de autorizações e agendas de espaços públicos da cidadeCapacidade: 70 lugares (os locais públicos possíveis comportam aproximadamente 70 pessoas) Público estimado:140Apresentações gratuitas: - 01/09/2023 (Sábado) - 19h - 02/09/2023 (domingo) -19h ? CIDADE 02 - SANTA BÁRBARA/ Minas Gerais Local: Ainda a ser definido em função de autorizações e agendas de espaços públicos da cidadeCapacidade: 70 pessoas (os locais públicos possíveis comportam aproximadamente 70 pessoas) Público estimado:140Apresentações gratuitas: - 09/09/2023 (sábado) - 19h - 10/09/2023 (domingo) -19h ? CIDADE 03 - SÃO PAULO/ São Paulo. Local: Ainda a ser definido em função de agenda dos teatros de SP, podendo haver alteração na capacidade de público.Capacidade: 400 lugares. Público estimado: 1.200 Apresentações com cobrança de ingresso: - 15/09/2023 (Sexta-feira) - 20h - 16/09/2023 (Sábado) -20h - 17/09/2023 (Domingo) - 20h ? CIDADE 04 - RIO DE JANEIRO/ Rio de Janeiro Local: Ainda a ser definido em função de agenda dos teatros de SP, podendo haver alteração na capacidade de público. Capacidade: 400 lugares. Público estimado: 1.200Apresentações com cobrança de ingresso: - 22/09/2023 (Sexta-feira) - 20h - 23/09/2023 (Sábado) – 20h - 24/09/2023 (Domingo) - 20h ? CIDADE 05 - NATAL/ Rio Grande do Norte Local: Casa da Ribeira - R. Frei Miguelinho, 52 - Ribeira, Natal - RN. Capacidade 164 lugares. Público estimado: 492. Apresentações com cobrança de ingresso: - 29/09/2023 (Sexta-feira) - 20h - 30/09/2023 (Sábado) -20h - 01/10/2023 (Domingo) - 20h PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (Art.22 da IN 02/2019)Inciso/medida do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania que será adotado:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.Descrição: Realizar ações de contrapartida sociocultural através da realização da palestra ?O processo de concepção e construção de espetáculos de artes cênicas. A experiência de criação do espetáculo ?Banho de Sol? com carga horária total 1hora e 30 minutos por cidade atendida pelo projeto;
PRODUTO: ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras.DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras.DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral.
PRODUTO: ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS. Como forma de promover e ampliar a possibilidade de fruição das ações e produtos culturais do projeto, todas as apresentações teatrais serão oferecidas a preços populares, sendo reservado 20% exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social e outros 10% para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação. Buscaremos também a seleção de espaços em locais que facilite a participação do público interessado, pautados no cumprimento de todas as necessidades legislacionais referente à acessibilidade. Haverá ampla divulgação em todos os meios de comunicação possíveis, em todas as regiões das cidades contemplada. Ao abarcar um público significativo, o projeto visa promover, ações de interação possibilitando assim, o diálogo entre pessoas de diferentes perfis e com as mais diferentes origens e necessidades. Todos poderão ser beneficiados pelo projeto, tanto no que diz respeito ao acesso à cultura, como à participação e ao aprendizado. Inciso/medida do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania que será adotado: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Proponente: ZULA CIA DE TEATROFunções no Projeto: Coordenação e planejamento geral das atividades do projeto. Currículo da proponente:Zula Cia de Teatro nasceu em julho de 2010, em Belo Horizonte. O ponto de partida para o primeiro trabalho foi contar a história real de uma mulher. Para isso, o grupo começou a pesquisar o uso da realidade no teatro, se tornando assim, um grupo de pesquisa em Teatro Documentário. Em 2011 a Cia. estreia a cena curta ?As Rosas no Jardim de Zula?, no Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto. Foi uma trajetória de sucesso: cena mais votada do dia no Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto; cena mais votada do dia na 7ª Mostra Cena Breve de Curitiba, em outubro de 2011; prêmio pelo uso da temática documental no Festival Breves Cenas de Teatro de Manaus, em março de 2012. Em 2012, a cena curta virou espetáculo. ?As Rosas no Jardim de Zula? é o primeiro espetáculo da Cia. Em 2012 a Cia realizou temporadas em Belo Horizonte, Divinópolis, Nova Lima, Contagem, Tiradentes, Itabira e Ouro Branco, Minas Gerais. Em 2013 foi convidado a participar do Festival Verão Arte Contemporânea e indicado à Premiação de Melhor Texto Original e Melhor Atriz no Prêmio Usiminas Sinparc de Artes Cênicas e neste mesmo ano foi considerado o Destaque do 14º Festival de Areia no estado da Paraíba. Ainda em 2013, a Zula Cia. De Teatro foi contemplada com o Prêmio de Teatro Myriam Muniz, que possibilitou à Cia circular com o espetáculo por São Paulo e Buenos Aires. Em novembro de 2014 a Cia. foi mais uma vez contemplada com o Prêmio De Teatro Myriam Muniz, viabilizando assim a criação do seu segundo espetáculo: ?MAMÁ!?, que estreou em Belo Horizonte em novembro de 2015. O espetáculo contou com a direção de Grace Passô e teve como ponto de partida histórias reais de mulheres e seus conflitos relacionados à maternidade. Ainda em 2015, a Cia. foi contemplada pelo edital Sesi Viagem Teatral e circulou por 6 cidades do interior de São Paulo com o espetáculo ? As Rosas no Jardim de Zula? Em 2016 o espetáculo MAMÁ! , foi convidado a participar do Festival Nacional de Teatro do Amazonas. Neste mesmo ano a Cia foi convidada a participar do projeto Sesi Viagem Teatral e circulou por mais 5 cidades do interior de São Paulo com o espetáculo ? As Rosas no Jardim de Zula?. Ainda em 2016, a Cia. foi contemplada com o prêmio Cena Minas da Secretaria de Cultura de Minas Gerais e com prêmio Trilha Cultural do BDMG, que possibilitou ao grupo circular por 6 cidades do interior de Minas. Em setembro de 2016 a Cia. ocupou o Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto em Belo Horizonte com a função de ministrar aulas de teatro e fazer uma pesquisa de campo sobre a realidade de mulheres em situação de cárcere. Esta pesquisa deu origem ao espetáculo ?Banho de Sol? que estreou em Belo Horizonte em março de 2019 no Centro Cultural Banco do Brasil e teve uma temporada de estreia de 2 meses, todos os dias com ingressos esgotados. Após a estreia seguiu se apresentando em outros espaços culturais da cidade e do interior de Minas Gerais, sempre com ingressos esgotados. Em 2020 e 2021, ao longo da pandemia de COVID 19, a Cia realizou o projeto ? A arte como possibilidade de liberdade? , que consistiu na realização de oficinas teatrais, oficinas de corpo e dramaturgia com mulheres/adolescentes privadas de liberdade, internas do Centro Socioeducativo São Jerônimo, centro de internação para menores infratores. O projeto entregou como resultado um vídeo documentário sobre arte educação e uma série de 5 pod casts. Em 2022 a Zula Cia de Teatro parte para a criação de seu quarto espetáculo, intitulado ?CASA?, que dá continuidade à pesquisa artística/teatral da Zula Cia. de Teatro e tem como temática estrutural a autobiografia de seis mulheres artistas diversas, dentre elas mulher preta, branca, gorda, idosa, parda e, em sua maioria, mães. A união destas mulheres é fruto dos encontros artísticos da Cia. e do desejo de avançar na pesquisa dos teatros do real e do feminino em cena. CASA tem estreia prevista para junho de 2023. Em sua trajetória a Cia. já passou por 41 cidades brasileiras, 6 Estados, além de ter realizado uma temporada em Buenos Aires, na Argentina. Talita BragaFunções no projeto: Atriz do espetáculo de artes cênicasDireção artística do espetáculo de artes cênicasDramaturga do espetáculo de artes cênicasOficineira na oficina de iniciação teatral em Barão de Cocais e Santa Bárbara - MGArte-educadora da Palestra ?O processo de concepção e construção de espetáculos de artes cênicas. A experiência de criação do espetáculo ?Banho de Sol? de Contrapartida Social - Trabalho não remuneradoCurrículo: Atriz graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde colou grau de Bacharel e Licenciada no ano de 2003. Em dezembro de 2011 concluiu o curso de Pós-Graduação em Gestão Cultural pelo Centro Universitário Una. De experiência acadêmica, de 2007 até a presente data trabalha como professora de Teatro do Projeto da Maturidade da Faculdade Estácio de Sá. De fevereiro de 2014 a julho de 2016 integrou a equipe do projeto da Maturidade da Faculdade UNA. Participou de inúmeros espetáculos com a função de atriz, dentre eles: ? Mamá?, que também idealizou e produziu - 2015 – Direção: Grace Passô / ?As Rosas no Jardim de Zula?, que também idealizou e produziu - 2012 – Direção: Cida Falabella. ? Nada Aconteceu? / 2009 - Direção: Anderson Aníbal. ?De Banda Pra Lua?/ 2008 - Direção: Eid Ribeiro.Andréia QuaresmaFunções no projeto: Produção ExecutivaCurrículo: Atriz, formada no Curso de Graduação em Artes Cênicas, Bacharelado em Interpretação Teatral, na Universidade Federal de Minas Gerais, em abril de 2003. Trabalhou como Produtora Executiva em: Projetos Especiais do FITBH/2004 e no espetáculo As Rosas no Jardim de Zula/ 2012. Trabalhou como atriz nos espetáculos: Mamá!, direção de Grace Passô. Dezembro de 2015. As Rosas no Jardim de Zula, direção de Cida Falabella. Agosto de 2012. - João e Maria – Direção de Kênia Oliveira. Agosto de 2007. - Escola de Quixotes, com direção de Bya Braga. Março de 2003. - Investigação Sobre Os Sete Gatinhos, uma adaptação do texto - Os Sete Gatinhos - de Nelson Rodrigues, com direção de Marcos Vogel. Outubro de 2002.Mariana MaiolineFunções no projeto: Atriz do espetáculo de artes cênicasDireção artística do espetáculo de artes cênicasArte-educadora da palestra ?O processo de concepção e construção de espetáculos de artes cênicas. A experiência de criação do espetáculo ?Banho de Sol? de Contrapartida Social - Trabalho não remuneradoCurrículo: Atriz, diretora teatral e produtora cultural. Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Minas Gerais. Dirigiu os espetáculos: Danação, solo de Eduardo Moreira; "Elefante Branco" do grupo Mamãe tá na Plateia; "A noite devora seus filhos" do Coletivo Paisagens Poéticas e "Sem título, óleo sobre tela" da Cia do Chá. É atriz convidada nos espetáculos Amores Surdos e Congresso Internacional do Medo do Grupo Espanca!. Foi integrante do Coletivo Paisagens Poéticas trabalhando com teatro, performance e intervenção urbana com grupos socialmente marginalizados. Trabalha com produção cultural desde 2005 como colaboradora da Napele Produções Artísticas, que tem como foco trabalhos voltados para a cultura afro mineira. Gláucia VandeveldFunções no projeto: Atriz do espetáculo de artes cênicas Arte-educadora da palestra ?O processo de concepção e construção de espetáculos de artes cênicas. A experiência de criação do espetáculo ?Banho de Sol? de Contrapartida Social - Trabalho não remuneradoCurrículo: Atriz, formada pela Escola de Arte Dramática da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo – EAD. ECA. USP. Professora integrante do Núcleo Pedagógico do Galpão Cine Horto desde 1999 e coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Teatro para Educadores. Como arte educadora ministrou oficinas para educadores e adolescentes em vários Festivais de Teatro, em projetos para a Terceira Idade nas regionais da Prefeitura de Belo Horizonte e em escolas municipais e estaduais. Coautora do livro ?Galpão Cine Horto: uma experiência de ação cultural?, Edições CPMT, 2014. Foi integrante do Coletivo Paisagens Poéticas trabalhando com teatro, performance e intervenção urbana com grupos socialmente marginalizados onde integrou o elenco do ?A Noite Devora seus Filhos?, sob a direção de Gustavo Bones e Mariana Maioline. Como atriz convidada pelo Grupo Espanca, integra o elenco do ?Congresso Internacional do Medo?, sob a direção de Grace Passô, ?Dente de Leão?, sob a direção de Marcelo Castro e ?Real?, sob a direção de Gustavo Bones e Marcelo Castro. Na TV, Atriz na Série ?Poltrona 27? de Paulo Tiago (2016), exibido no Canal Brasil. Kelly CriferFunções no projeto: Atriz do espetáculo de artes cênicas Arte-educadora da palestra ?O processo de concepção e construção de espetáculos de artes cênicas. A experiência de criação do espetáculo ?Banho de Sol? de Contrapartida Social - Trabalho não remuneradoCurrículo: Atriz e professora de teatro. Foi integrante do Grupo Teatro Invertido de 2006 a 2017. Professora dos cursos livres de Teatro do Galpão Cine Horto, centro cultural do Grupo Galpão – desde 2010. É Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde concluiu a Licenciatura em Teatro e Bacharelado em Interpretação Teatral. Atuou como Coordenadora pedagógica do Projeto Teatro InCurso - Curso de iniciação ao teatro com Metodologia de formação e criação teatral em grupo – no Vale do Rio Doce, de 2011 a 2018. Ministrante de cursos e oficinas de teatro em diversas instituições, como Circo de todo mundo, Programa da Fundação Municipal de Cultura ?BH Cidadania?, Instituto São Rafael – Iniciação teatral para portadores de deficiência visual/ Criadora do Grupo Nós Cegos e CEFET/MG. André Veloso.Funções no projeto: Coordenação técnica de som e execução de trilha sonoraRegistros e edição de arquivos audiovisuaisCurrículo: Bacharel em Ciência da Computação pela UFMG. Engenheiro de Áudio, Sound Designer, Diretor de Cinematografia, Editor/Finalizador de Vídeo, Consultor de Tecnologia para Áudio, Cinema Digital, Arte Digital Audiovisual Interativa, Música e Artes Cênicas. Realizou o Projeto tecnológico da performance audiovisual ?Consuma-se? do coletivo os conectores, Coordenação tecnológica e Desenvolvedor de software e hardware do espetáculo ?Domus? - do Ponto de Cultura ?Crescer e Viver?/RJ, Consultoria em Projeção Mapeada dos espetáculos de dança ?Adorno? e ?Pó de Nuvem?, do Grupo de Dança 1o Ato, Documentário/Intervenção em projeção mapeada ?Cultura é só fachada?? no ?Galpão Convida 2011?, Projeção Mapeada e Desenho de Som do espetáculo teatral (2012) ?As Rosas no Jardim de Zula? da Zula Cia. de Teatro. Projeto de interatividade digital e projeção mapeada do painel do Pleistoceno do Museu de História Natural da PUC/MG, Projeção Mapeada do espetáculo teatral ?Suba Na Vida?, Consultoria e Programação de Projeção Mapeada para o evento ?Noite Branca 2012?.Cristiano Oliveira AraújoFunções no projeto: Coordenação técnica de montagem e operação de luz Oficineiro na oficina de iniciação teatral em Barão de Cocais e Santa Bárbara - MGCurrículo: Integrante do Grupo de Teatro Armatrux desde 1999 como ator, diretor artístico, professor em oficinas, iluminador e coordenador técnico, onde atuou em 3 curtas e em 12 espetáculos, sendo os 4 últimos dirigidos por Eid Ribeiro. É integrante fundador da Zula Cia. de Teatro desde 2010 pela qual em 2012 realizou assistência de direção, criou a luz do espetáculo ?As Rosas no Jardim de Zula? e ministra a oficina ?Teatro Documentário?. Em 14 anos, como iluminador criou projetos de luz para espetáculos do Grupo Armatrux, Cia Suspensa, ZAP 18, Cia Clara, Grupo Espanca, Cia Burlantins, Grupo Rosa dos Ventos, Artes Cênicas UFMG, CEFAR, Grupo Teatral EnCena, Coletivo Na Esquina e Zula Cia. de Teatro dentre outros.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.