| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04902979000144 | Banco da Amazônia S.A. | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
A proposta visa fazer o lançamento do álbum Deixa Raiar, videoclipe da música principal e uma turnê da cantora. Através do Edital da Lei de Incentivo Federal à Cultura, o Banco da Amazônia selecionou o projeto para patrocínio. Com o valor de 60 000,00 (sessenta mil) reais, serão realizadas as seguintes ações: Turnê interestadual no Maranhão, em Imperatriz e em Palmas, Tocantins; Produção de 200 álbuns físicos, sendo 100 a serem distribuídos para escolas públicas e comunidades quilombolas; Lanãmento do videoclipe da canção "Vem do disco .
As músicas são todas autorais, de autoria de RAIA- Gabriela Barboza Pereira. Produção de videoclipe em São Félix do Tocantins na região quilombola do Prata, no Parque Estadual do Jalapão, o videoclipe utilizará o parque como cenário e personagem, traçando uma narrativa entre a cantora e a comunidade.
Objetivos Gerais: - Promover e estimular a produção cultural e valorizar o artista local ao promover uma turnê musical e a produção de um álbum; - Apoiar e difundir o conjunto das manifestações culturais da região e do Brasil ao oferecer uma turnê musical, videoclipe e álbum físico de artistas brasileiros e locais; - Priorizar o produto cultural originário do País, ao estimular a produção artística nacional. Objetivos Específicos: APRESENTAÇÃO MUSICAL Realizar a turnê "Deixe Raiar" com a expectativa de alcançar 50 pessoas por apresentação, prevendo cerca de 100 pessoas, devido à limitação de público ao vivo, por conta da pandemia no Novo Coronavírus. ÁLBUM MUSICAL Realizar o lançamento do Álbum musical "Deixe Raiar" com a distribuição de 200 cópias físicas, sendo 100 destinas à marca patrocinadora. VIDEOCLIPE Gravação de videoclipe de uma música do álbum "Deixe Raiar" com previsão de 30000 visualizações. CONTRAPARTIDA SOCIAL Realizar oficina de audiovisual para 20 beneficiários.
A presente proposta busca oportunizar a produção cultural de novos artistas ao produzir um álbum, videoclipe e turnê, promovendo a população novos produtos culturais e o estimulo a criatividade e preservação dos modos culturais brasileiros. Além de promover a democratização e facilidade do acesso da população à produtos culturais ao disponibilizar o videoclipe em plataforma digital de maneira gratuita e distribuir cópias do álnum físico a escolas públicas. Além do videoclipe ser gravado no Parque Estadual do Jalapão a narrativa trará questões ambientalistas, promovendo a defesa da natureza e do espaço cultura. Oferecendo ainda a comunidade quilombola da região, formação cultural audiovisual, levando desta forma, em consideração não só a utilização do espaço, mas também a assistência à comunidade. É importante ressaltar ainda, a valorização das artistas mulheres compositoras da Amazônia Legal - à qual a artista e proponente do projeto faz parte - estimulando a produção cultural regional e dando visibilidade ao trabalho destas mulheres que representam sua região e a defesa de questões relevantes para a sociedade brasileira. A busca por incentivo se justifica pelo alto custo da sua produção e por seus realizadores não possuírem recursos próprios suficientes para sua realização. Desta forma, a Lei de Incentivo à Cultura se faz necessária para promover a segurança quanto a realização e finalização do projeto, para que assim seus objetivos possam ser cumpridos e seu papel diante à cultura e sociedade realizados. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Não se aplica.
CD Acessibilidade Física: Não há necessidade de acessibilidade física. Acessibilidade de Conteúdo: O projeto contará com encarte do CD com letra das músicas com caracteres aumentados, para idosos e pessoas com perda de parte da visão. APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do festival serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, corredores e portas nas dimensões necessárias. Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual e cognitiva. VIDEOCLIPE Acessibilidade Física: O local de realização das gravações será adequado para pessoas com deficiência física e pessoas com dificuldade de locomoção, tais como idosos. Desta forma, o espaço terá disponível. Piso tátil, rampas de acesso para cadeirantes e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo: Os videoclipes serão distribuídos em plataforma digital e assim, contemplará pessoas com deficiência auditiva através do recurso de Closed Caption. Não são necessárias acessibilidades para deficientes visuais. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: O local de realização da oficina acontecerá em espaço adequado para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, e também, deficientes físicos. Desta forma, o espaço oferecerá: Piso tátil, rampas de acesso e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo: A oficina contará com Intérprete de Libras para o acesso de pessoas com deficiência auditiva, e ainda disponibilizará monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual e cognitiva.
Como medida de democratização de acesso, o projeto visa cumprir com o item "a", inciso I e III, do art. 20 da Instrução Normativa 2/2019, que instrui a um "mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;". Será tomado, ainda, como medida para ampliação de acesso, o disposto no inciso I e III do art. 21 da Instrução Normativa 2/2019: "I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados". III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Serão distribuídos 300 cópias para escolas públicas. Oferecendo ainda ação formativa cultural onde visa oferecer a população oficina de audiovisual. A oficina será oferecida no Jalapão para a população do quilombo do Prata, em São Félix do Tocantins.
Raia - CANTORA, COMPOSITORA Cantora e compositora, iniciou seu trabalho musical em julho de 2018, lançando-se no Festival de Música de Imperatriz(MA) no Salão do Livro, competindo com sua composição “Aprendendo as Regras do Jogo”. No Tocantins estreou a partir do clipe da música “Casinha”, outubro de 2018, e apresentou seu trabalho autoral pela primeira vez, por seleção, no Sonora Festival Internacional de Compositoras de Palmas (novembro de 2018). Seu primeiro single lançado na internet foi “Casinha”, que teve videoclipe gravado em Taquaruçu, trabalho este que celebra todas as formas de amor, abordando a homoafetividade de forma delicada, tendo tido repercussão nacional através da página Brasileiríssimos, alcançando quase 30 mil visualizações nas redes sociais. A artista faz um show autoral, tendo se lançado musicalmente em outubro de 2018. Em Fevereiro de 2018 Raia realizou gravação em Brasília da música “Bossa dos Amores Perdidos”, produzido por Paulo Lessa.Em Junho de 2018: Raia gravou a música “Casinha”, no Rio de Janeiro, produzida por Marcelo Bezerra, em parceria com os músicos Reppolho (percussionista que já tocou com Gilberto Gil) e Rafael Meninão (sanfoneiro atual de Elba Ramalho). Em Julho de 2018, gravou em Campinas as músicas “Samba de Amor” e “Aprendendo as Regras do Jogo, com produção e arranjos do violonista Franco Galvão e Fernando Sagawa. Em Outubro de 2018 participou do X Festival de Música de Imperatriz (MA)- que foi para a semifinal da mostra competitiva de música, com “Aprendendo as Regras do Jogo”. A proponente realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenador do Projeto”. Franco Galvão - PRODUTOR MUSICAL E INSTRUMENTISTA DE VIOLÃO DE SETE CORDAS Instrumentista de violão de sete cordas, produtor e arranjador musical. Aulas Banda na Alonso Stagg High Scholl, em Orland Park, Il., EUA – 2006. Em 2016, recebeu a bolsa Ação Cultural, para circular pela Unicamp com o concerto de violão solo (só)LIDO. Em 2017 e 2018, estudou composição com Cristóvão Bastos, na Casa do Choro; e violão de sete cordas com Marcello Gonçalves. Participação em Festivais internacionais: Festival Espírito Mundo (Inglaterra). Festival Samba al País(França). Em 2013 e 2014, idealizou e produziu o Encontro de Choro de Campinas. Produção musical do álbum “Deixa Raiar” em parceria com Fernando Sagawa da artista RAIA. Gravou o disco “Eu Sou Sinhá”; que tirou terceiro lugar no Prêmio Nabor Pires, com André Ribeiro. Em 2015, idealizou, produziu e gravou no disco Choros de Guerra-Peixe, premiado pelo PROAC 2014, dirigido por Nailor Proveta e arranjado por Jayme Vignoli. Fernando Sagawa - PRODUTOR MUSICAL E INSTRUMENTISTA DE SAXOFONE E ELETRÔNICOS Bacharel no curso de Música Popular pela Unicamp, com ênfase em saxofone (2011). Mestre pela Unicamp, sob orientação da Prof. Dra. Regina Machado (2015). Atualmente estuda composição na Escola de Música do Estado de São Paulo. Participação em festivais internacionais, como Mostra II Birri , Argentina (2012); Jazz a la Calle, Uruguay (2013); Harmos Plural, Portugal (2013). Produção do disco Princesa de Aiocá (Mariana Furquim/2018). Produção musical do álbum “Deixa Raiar” em parceria com Franco Galvão da artista RAIA. Participação como instrumentista, arranjador e compositor dos grupos: Ná Ozzetti (2018); Regina Machado (CD Multiplicar-se única, 2017); Picadinho da Velha (CD Choros de Guerra-Peixe, 2015, com produção de Nailor Proveta); Vitoru Kinjo (CD Kinjo, 2017), Pedro Papel (CD Vox Pop, 2017); João Suplicy e Big Band Na Gaveta. George Augusto Silva de Menezes - CINEASTA; EDITOR DE VÍDEO; DIRETOR DE FOTOGRAFIA Licenciado em Pedagogia pela UNINORTE; Especialização em Arte/ Educação Intermidiática Digital – Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás, UFG. Cursando Licenciatura em Artes – TEATRO – Universidade Federal de Tocantins - UFT. Curso de Cinema - Oficinas Tela Brasil – Casa do Cinema de Manaus. Curso de cinema – Oficinas Querô – Amazonas Filme Festival. Curso de Stop Motion – Animação em Massa de Modelar – Jovem Cidadão. Curso de Cinema – Férias – Academia Internacional de Cinema – AIC Rio de Janeiro – 2019. Experiência no Cine Educador – Projeto Jovem Cidadão – A escola no cinema - agência amazonense de desenvolvimento cultural - AADC.
Prestação de contas desaprovada com INDICATIVO para Tomada de Contas Especial