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CASTAS DIVAS – MULHERES HISTÓRICAS

LA MUSETTA ASSESSORIA E PRODUCAO DE EVENTOS EIRELI
Solicitado
R$ 198,7 mil
Aprovado
R$ 198,7 mil
Captado
R$ 198,7 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Marília
Início
2020-04-09
Término

Resumo

O projeto "CASTAS DIVAS _ MULHERES HISTÓRICAS" pretende resgatar o espaço histórico feminino na história da música erudita, com apresentações musicais com músicas de compositoras mulheres.

Sinopse

"CASTAS DIVAS – MULHERES HISTÓRICAS" consiste na realização de apresentações musicais com artistas e obras que contenham a importância histórica da presença feminina no universo da música erudita. Repertório: 1 - Oh Abre Alas (Chiquinha Gonzaga – 1899)2 - Atraente (Chiquinha Gonzaga - 1881)3 - South American Way ( versão Carmen Miranda – música e letraAlDubin e Jimmy Mc Hugh – 1939)4 - Tico tico no fubá ( versão Carmen Miranda – música Zequinha deAbreu – 1917)5 - My baby just cares for me ( 1° versão Eddie Cantor e 2° versão NinaSimone gravada 1957 - música Walter Donaldson, letra Gus Kahn -1930)6 – Summer Time (música George Gershwin, letra DuBose Hayward -1°versão versão original 1935, área da ópera Porgy and Bess – 2°versão de Ella Fitzgerald - 1935)7 - Três Romances (Clara Schumann para Violino e Piano – 1855, segundoato, dos min 4’53” a 8’03”)8 - Cavalgada das Valquírias (abertura III ato da ópera A Valquíria deRichard Wagner – 1879)9 - “duelo” Czardas de Monti ( Vittorio Monti - 1904) 10 - Quando me’n vo’ soletta (Puccini 1896)11 - Casta Diva (Bellini – 1931)12 - Habanera (Bizet - 1875)13 – Like a Virgin (música Billy Steimberg e letra Tom Kelly – 1984)14 – La Traviatta ( Giuseppe Verdi – 1853) Classificação indicativa etária: Livre.

Objetivos

Objetivo Geral - Resgatar o papel histórico da mulher na música erudita; - Realizar apresentações de música erudita para o público em geral; - Democratizar o acesso à arte através de eventos gratuitos; - Estimular o consumo de arte e cultura na população; - Incentivar produções artísticas inovadoras e originais; Objetivo Específico Produto: Apresentação de Música Realizar 2 apresentações de música erudita. Estima-se um público de 1400 pessoas. Produto: Contrapartida Social Realizar 2 Aulas Espetáculos que consistem em apresentações musicais com explicações teóricas sobre a origem da música e composição, para estudantes de instituições públicas. Estima-se um público de 140 pessoas.

Justificativa

A música erudita brasileira possui uma longa história, evidentemente marcada pelas peculiaridades que formaram o Brasil. Pode-se dizer que se origina no Barroco Mineiro, no século XVIII e XIX, muito marcado pelas somas culturais que proto-Brasil propiciava. Muitos nomes compõe o hall de artistas brasileiros que ficaram conhecidos nacional e internacionalmente como Alberto Nepomuceno, Francisco Mignone, José de Lima Siqueira e Heitor Villa-Lobos. Esse são os nomes que vem no automático ao pensarmos em música instrumental brasileira. Mas pouco ouvimos falar sobre as compositoras. A música erudita, pelo seu tradicionalismo, e por ter sido expoente em uma época muito baseada em pressupostos machistas, acaba sendo muito associada à figura masculina. O presente projeto pretende agregar um elemento central em como nos lembramos da nossa música, colocando em destaque todas as artistas que fazem parte da cena, e são nomes que deveriam ser imprescindíveis na hora de se falar de música erudita. Um ícone que resume essa luta por espaço, e ganhará notório destaque no projeto é, por exemplo, Chiquinha Gonzaga (1847 - 1935), a primeira maestrina brasileira. Pianista, compositora e maestrina, quebrou vários tabus de seu tempo. Nascida no Rio de Janeiro. do século XIX, sendo mestiça e mulher, enfrentou muitos preconceitos na carreira artística, o que não a impediu de ser uma das maiores compositoras brasileiras da história. Em 1851 aos 11 anos compôs a ‘Canção dos Pastores’, sua primeira música, e deste então não parou. Em 1877, compôs 'Atraente' seu primeiro grande sucesso. Logo após isso, em 1885 é convidada a ser maestrina, causando um turbilhão de críticas e comentários. Para se ter ideia de sua iconicidade, em 1889 ela compôs a primeira marchinha de carnaval do Brasil, a famosa música: 'abre alas', cantada até hoje nos carnavais. O projeto pretende resgatar a história não só de Chiquinha Gonzaga, como de várias outras mulheres compositoras que marcaram a história e merecem o devido reconhecimento. Serão realizadas duas apresentações musicais apenas com temas relacionados à presença feminina na música erudita. O projeto se justifica, também, por estar alinhado às seguintes finalidades previstas pelo artigo primeiro da Lei 8.313/1991 - Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto atende os seguintes objetivos previstos pelo artigo terceiro da Lei 8.313/1991 - Lei Rouanet: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Acessibilidade

Produto: Apresentação Musical Acessibilidade Física: A apresentação será realizada em local com estrutura adequada para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida e idosos, com assentos preferenciais, piso de borracha tátil para deficientes visuais e banheiros adaptados e rampas de acesso para cadeirantes. Acessibilidade de Conteúdo: A apresentação contará com encarte descritivo em braile e intérprete de libras. Produto: Contrapartida Social Acessibilidade Física: O local de realização da palestra será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Acessibilidade de Conteúdo: A palestra contará com um intérprete de libras e monitores para auxiliar pessoas com deficiência visual e cognitiva.

Democratização do acesso

Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no item "a", inciso I do art. 20 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania para a doação gratuita de 20% do total de produtos, a saber: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística Adotamos também o exposto nos incisos III do artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.

Ficha técnica

Anna Carolina Seabra de Cerqueira César - Coordenador Geral e Proponente Empresária no mercado de cultura e entretenimento e jornalista, possui ampla experiência em produção cultural. Possui formação em Administração de Empresas pela Unicesumar (Marília, SP) e em Publicidade e Jornalismo pela Unimar (Marília, SP); além de formação como Técnico em Administração de Empresas e Negócios pela Bit Company Brasil (Osasco, SP). Foi Colunista Social e Colaboradora no "Jornal da Manhã" e "Jornal BOM DIA", em Marília; Diretora comercial/relações públicas na "Revista Megga", em Marília; foi agente comercial e relações públicas na "TV Marília" e no "Jornal Correio Mariliense". Atualmente trabalha como Assessora de Imprensa e Representação de artistas na empresa "La Musetta Assessoria e Produção de Eventos", trabalhando na concepção e representação, planejamento, captação e venda de shows e apresentações, além de contratação e coordenação das atrações apresentadas em cada evento e espetáculo. No presente projeto atuará como Coordenadora Geral, recebendo pela rubrica Coordenação Geral Leo Pepe D'aderio - Direção, arranjos e músico Possui bacharelado em música, como pianista, pela Universidade do Sagrado Coração. Possui ampla experiência, acumulada desde 2007, tendo realizado:Curso de Orquestração e Composição com o grande maestro Julio Cesar Figueiredo; curso de Arranjos e Orquestração para concertos com grandes nomes da Música Brasileira; Curso de improvisação de Jazz com Aquiles Faneco; realizou a Masterclass de piano com o pianista Sergio Gallo da Universidade de Georgia, USA. Atualmente é Orquestrador da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Mato Grosso e Regente da Orquestra de Câmara Runnymede (Inglaterra). Fernando Delabio - Direção de Cena, Figurinista e Cenógrafo Ator, bailarino, figurinista, diretor e educador, Fernando Delabio é formado bacharel em artes cênicas pela Universidade Estadual de Londrina. Atualmente coordena o teatro do SESI de Marília e dirige o NÚCLEO DE ARTES CÊNICAS da unidade. Entre seus últimos trabalhos está o espetáculo CUPCAKE, criação da NANOCOMPANHIA, além da participação no projeto Plataforma de Dramaturgia – 30 textos do Dramaturgo Francisco Carlos. Participou, sob direção de Luiz Fernando Marques no espetáculo “Orgia - de como os corpos podem substituir as ideias”, do grupo Kunin, contemplado pela Lei de Fomento à Cultura de São Paulo. Anteriormente trabalhou na temporada do espetáculo SÃO PAULO CHICAGO, direção e dramaturgia de Francisco Carlos, fez parte do elenco e foi também assistente de direção, tendo trabalhado com o dramaturgo amazonense desde 2010 no espetáculo BANANA MECÂNICA, até temporada em novembro de 2013, e nos seminários realizados na Aliança Francesa em julho de 2013 com a leitura do AUTO DE SÃO LOURENÇO. Eliana Mangano - Musicista Estudou violino com os Mestres G. Di Janni, spalla da Orquestra sinfônica siciliana , em com Cristiano Rossi (solista) em Florença e Giuseppe Volpato (solisti Veneti) com o qual ela se formou em 1995 no Conservatório "A.Steffani" em Castelfranco Veneto (TV). Fez Mestrado em Milao no 2005 com o Mestre Pavel Berman. Estudou composição nos Conservatório de Florença e Bolonha, onde obteve o Diploma de Harmonia e Contraponto em 1998 (7 ano). Participou de inúmeros festivais de música, obtendo resultados nas mais prestigiosas Competições Nacionais de Patti Pedara, Biella, Vittorio Veneto. Primeira classificada, na sua categoria, no Concurso Internacional de Stresa, ganhou como solista o 3 o Festival para executores musicais "F.P.Neglia" de Enna. Nathália Rey - Música Iniciou seus estudos em canto erudito no ano de 2002 sob a orientação do barítono Francisco de Souza. Em 2006, estudou piano erudito no Conservatório Musical de Lins sob a orientação da Professora Ana Maria Morotti Guadanucci, teoria musical sob a orientação do professor Thiago Sanches e canto erudito sob a orientação do professor Walter Mendes com quem efetuou vários recitais pelo estado de São Paulo em conjunto com os pianistas Leoni D'adderio, Helio Tanomaru e José Luiz Facco. em 2012 e 2013 participou do circuito VDL de Cultura sob a regência do maestro Samuel Damien com o espetáculo Elis. Em 2014 começou a fazer parte da Orquestra Sinfônica Jovem de Lins, onde atuou até janeiro de 2019, como 1ª soprano no coro sinfônico sob a regência e orientação do professor e maestro João Fernando Paluan.

Providência

Prestação de Contas Reprovada por Omissão no Dever de Prestar Contas.

2023-12-31
Locais de realização (3)
Londrina ParanáGarça São PauloMarília São Paulo