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PRONAC 200481Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A GRAÚNA

U.S. SAIDE PRODUCOES CULTURAIS E ARTISTICAS
Solicitado
R$ 995,2 mil
Aprovado
R$ 995,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-04-03
Término
2023-04-02
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O espetáculo A GRAÚNA é baseado na lenda Japonesa do Yuzuru - O Pássaro do Poente, com autoria da dramaturga, atriz e cantora Carla Masumoto. A trama será ambientada no Nordeste Brasileiro. A história fala sobre Gratidão, Amor e Ambição. Será encenada por atores e cantores, que ao vivo serão acompanhados por músicos em cena.

Sinopse

SINÓPSE A GRAUNA, de Carla Masumoto, trazem dentro ao palco, Totonho, que perdeu seu último boi na seca nordestina. Não cantará mais abôios, não fará mais vaquejadas. Era a única herança que possuía e agora encontra-se na miséria. Mas sua fome de viver aliada à sua juventude não o deixa desistir. Em uma noite qualquer, um pobre pássaro ferido cruza seu caminho. Totonho, apesar de tudo, para e ajuda a pobre criatura, cuida de seus ferimentos e o alimenta com o pouco que tem. O pássaro, que é uma pequena Graúna, cura-se e volta a voar noite adentro. No dia seguinte, Totonho recebe a visita de uma linda moça, que apesar de parecer perdida, tinha como destino certo, a casa de Totonho. Apesar de estranhar o acontecido, a abriga. Não demora nada para se apaixonarem. A moça, presenteia seu marido com uma renda negra, tecida por ela de maneira misteriosa. É uma renda nunca vista antes, os fios são especiais, não são de algodão, um brilho único e os fios não são tingidos. A moça presenteou o marido com uma condição: nunca poderia vê-la tecendo e ela não poderia fazer essa renda mais de uma vez. Nada comum, foi vendida ao comerciante Eleutério por um excelente valor, tirando o casal da miséria, dando a ambos condições boas para uma vida simples, mas tranquila. Mas para Eleutério, que viu ali uma forma de fortuna, não será suficiente. Eleutério exigirá de Totonho muito mais daquele tesouro negro. E Totonho, quebrará sua promessa com sua amada esposa por mais dinheiro e riqueza? É o que vamos ver em “A Graúna”! Em torno dessa expectativa se desenrolam sucessivas situações-limite, que deságuam em um final no mínimo surpreendente. Assim pode ser resumida a peça “A GRAUNA”. Uma emocionante busca pela vida, pelo amor, pela gratidão com uma pitada de ambição, em uma poética e inebriante trama.

Objetivos

Objetivo Geral Trazer ao público, uma reflexão sobre os dias atuais, onde a ganância e o poder, se manifestam nas mais diversas situações, nos mais longínquos lugares, nas pessoas mais humildes. Onde muitas vezes é colocado em risco e em julgamento o sentimento de puro AMOR. No Brasil, a lenda foi transcrita para o nordeste brasileiro. Será encenada de forma leve e delicada, para poder transpor com sutileza os problemas enfrentados pelo povo nordestino, para que a montagem do espetáculo consiga tocar a todos de forma poética e ao mesmo tempo contundente, esses sentimentos tão avassaladores do ser humano. Objetivo Específico Montagem e apresentação do espetáculo A GRAÚNA com 36 sessões e público estimado superior a 10 mil pessoas. Estimular a ida ao teatro como alternativa viável ao cidadão. Difundir importante texto sobre o maior sentimento do ser humano, O AMOR, a todas às camadas da população, mais principalmente as menos favorecidas. Estimular trabalho aos diversos profissionais envolvidos. Pesquisar e aprofundar a reflexão sobre os caminhos que podemos seguir enquanto sociedade, a partir do texto. A montagem dará condições a estudantes, professores do sistema público de ensino, além de toda a população de São Paulo a ver uma montagem de grande qualidade artística e de assistir um espetáculo que irá arrebatar o coração de todos. A direção da montagem ficará a cargo de um dos profissionais mais talentosos do circuito artístico brasileiro Luiz Carlos Vasconcelos, que imprimirá em sua direção toda a sua sensibilidade para contar está linda história. Para o elenco, teremos nomes como Heloisa Jorge, Paulo Rocha, Marquinhos Moura, entre outros e contará ainda com a participação ao vivo de cinco músicos que farão a trilha sonora do espetáculo ao vivo, usando instrumentos como triangulo, zabumba, violão e acordeom e flauta, instrumentos bastantes comuns nos arranjos das músicas feitas naquela região do pais e que agradam a todos. Gerar emprego direto para mais de 30 profissionais envolvidos diretamente na produção do espetáculo e mais uns 20 envolvidos indiretamente. Projeção de espectadores: 10800 Contra Partida Social: Distribuir gratuitamente 2.160 convites para ongs, escolas e comunidade sem recursos ou acessos aos bens culturais disponíveis. Ingressos Comercializados: 2700 ingressos inteira e 2700 ingressos meia. Preços Populares: 540 inteira e 540 meia. Ingressos Gratuitos: 1080 para divulgação e 1080 para patrocinador. Ao final de alguns espetáculos teremos um breve bate papo com o público, para possíveis reflexões sobre a proposta apresentada no espetáculo.

Justificativa

Justificativa As principais justificativas para a aprovação e realização do projeto com recursos de incentivo fiscal são: a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais: A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. c) O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Em nosso país, o investimento destinado à produção cultural é muito maior que os recursos aplicados no acesso do que é produzido. Dados referentes ao acesso cultural no Brasil comprovam esse desequilíbrio. De acordo com uma pesquisa realizada anos atrás pelo CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), 97,6% da classe C e 99% das classes D/E da região metropolitana de São Paulo nunca assistiram a uma apresentação de música erudita, por exemplo. Mesmo com relação ao cinema, que detém o melhor índice de acesso, a pesquisa mostra que 67,4% da classe C nunca assistiu a uma sessão. Outro dado que comprova a falta de acesso aparece na última edição do Guia Brasileiro de Festivais de Cinema: dos 72 filmes brasileiros produzidos em 2006, 32 (44%) não atingiram a marca de 10 mil espectadores. O projeto A GRAUNA, se destina ao público em geral e em especial os estudantes de escolas públicas e as populações de baixa renda, residentes na cidade de São Paulo, comprovadamente sem recursos para pagar o ingresso de teatro. Outros beneficiados serão todos os que trabalham com o teatro brasileiro, pois inúmeras pesquisas afirmam que o maior problema da produção teatral nacional é a exibição. O projeto permite, também, que as empresas patrocinadoras, apoiadores e os órgãos públicos tenham maior visibilidade e valorização de sua marca ao participarem de um projeto cujo objetivo principal é a democratização cultural. Salientando que o mais importante é a formação de novas plateias, o nosso público alvo principal será de adolescentes, alunos das escolas públicas, público de um modo geral e formadores de opinião. O projeto atingirá em sua primeira fase: 02 meses de pré produção, 03 meses de produção, 01 mes de pós produção. Qualquer país que se pretenda justo e socialmente democrático tem como base principal, cidadãos com autoestima, intelectualmente preparados e inclusos em sua sociedade.

Estratégia de execução

A Graúna será um espetáculo que nos mostrará a miscigenação de dois povos, através de suas simbologias: do Yuzuru, pássaro de uma lenda japonesa e da Graúna, pássaro brasileiro de plumagem preta, e de duas culturas tão distantes mais ao mesmo tempo tão cheias de sentimentos profundos, que na condição humana, mexem com o mais íntimo de sua vontade, o de não se contentar com o que já é suficiente, o de desejar mais e mais o seu enriquecimento, acima de qualquer sentimento. Em nossa versão para essa lenda japonesa, mostraremos o homem nordestino em seu habitat, com seus sofrimentos e angústias, mais também com sua poesia e lirismo. Trataremos para cena, o quão forte são os dois lados dos desejos humanos, o do AMOR e o da AMBIÇÃO. Como esses sentimentos nos colocam a prova, e qual o lado poderá ser mais forte. Com profissionais altamente qualificados, desejamos levar ao público um grandioso espetáculo. Esta montagem totalmente brasileira será tratada de maneira a enfatizar a reflexão sob as perdas e ganhos e as surpresas que vida nos proporciona e os resultados dos acontecimentos perante suas vidas. MOTIVAÇÃO - “A GRAÚNA” Tudo começou com um chamado de resgate! Sim, resgate de uma cultura latente dentro de mim, descendente de japoneses, mas nascida e criada completamente brasileira: atriz, cantora, percussionista, com ginga e malemolência, apesar dos olhos puxados. E desta mistura veio “A Graúna”, uma história inspirada na parábola japonesa “Pássaro do Poente”. Esta parábola fez parte de minha infância, das histórias que contei no berço de minha filha e, no meio disto, uma surpreendente montagem nos palcos paulistanos pelo Grupo de Arte Ponkã, com texto de Carlos Alberto Soffredini e direção de Marcio Aurélio nos efervescentes anos 80. “A Graúna” é um texto original, inspirado nesta parábola e conta a história de um pobre rapaz que mesmo em sua miséria, ajuda um pássaro ferido. Este pássaro é mágico e transforma-se em uma mulher que, agradecida, quer retribuir a seu salvador. Para isso casa-se com ele e dedica-se com todo fervor e amor ao marido. E, de maneira misteriosa, tece um tecido maravilhoso que os tira da miséria, pois alcança um valor inesperado. Na parábola original, uma cegonha na neve e um camponês. Em “A Graúna”, minha visão está no sertão nordestino, terra castigada pela seca, com uma musicalidade rica, cativante e feroz. Tão feroz como este povo forte que insiste em ser feliz e viver apesar da adversidade que os cerca. A cegonha agora é uma graúna, o camponês é um boiadeiro que perdeu seu gado na seca e o rico tecido será a mais bela renda já vista. E de tanta riqueza cultural de ambos os lados, do oriente e do ocidente nordestino vamos ver o desenrolar desta história que traz uma discussão de valores: amor e ganância, felicidade e riqueza material. O que é importante? “A Graúna” é um espetáculo com músicas originais e alguns resgates nacionais como “Mulher Rendeira”, registrada por Zé do Norte. As músicas agem como um adereço que colore as cenas, como a luz que enriquece cenários e figurinos. O texto brinca com a linguagem de cordel na boca de um bode, que será um mestre de cerimônias. “A Graúna” é o resultado de ser brasileiro, este povo que é muitos ao mesmo tempo, misturas inesperadas, cultura multifacetada e alegria de ser diferente, como eu, que preparo macarronada com “rashi”! Em torno dessa expectativa se desenrolam sucessivas situações-limite, que deságuam em um final no mínimo surpreendente. Assim pode ser resumida a peça “A GRAUNA”. Uma emocionante busca pela vida, em uma poética e inebriante trama. A estrutura é de um espetáculo dramático, contudo a forma e o conteúdo serão o grande diferencial. Primeiro que a dramaturgia primará pela excelência do texto. Esta montagem totalmente brasileira será tratada de maneira a enfatizar a reflexão sob as perdas e ganhos e as surpresas que vida nos proporciona e os resultados dos acontecimentos perante suas vidas.

Especificação técnica

Considerado período de Pré-Produção, contratação dos profissionais de criação e de toda equipe que fará parte do espetáculo. Considerado período de Produção, ensaios, montagens e temporada do espetáculo. Considerado período de Pós-Produção, desmontagem, pagamentos finais de cachês e de serviços locados e prestação de contas.

Acessibilidade

Acessibilidade Física A acessibilidade será garantida a todos os moradores da cidade onde nos apresentaremos, pois o espetáculo será exibido em teatro localizado na de cidade de São Paulo, localizado próximo a metrô, em horários convenientes a todos e com enorme opção de transporte, tais como ônibus, taxis e Uber, além do metro propriamente dito facilitando a locomoção da população e turistas que visitam a cidade. A acessibilidade aos Portadores de Necessidades Especiais, através de rampas e elevadores para cadeirantes e assentos especiais para outro tipo de necessidades. Caso estes não possuam acessibilidade, o proponente irá adotar as medidas dispostas no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente. Acessibilidade de Conteúdo O teatro onde for apresentado o espetáculo, permitirá a instalação de audiodescrição e legenda descritiva, bem como espaço no palco para linguagem de libras.

Democratização do acesso

A produção do projeto “A GRAUNA”, visando a real dinamização e democratização cultural e ciente e comprometido em oferecer como contrapartida a população brasileira, pelo apoio recebido do Ministério da Cultura ao projeto, preços acessíveis de R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia entrada, além das promoções oferecidas no mercado. O valor do ingresso oferecido, corresponde ao valor do preço do vale-cultura. Adotaremos ainda uma ação disposta no Art. 30 da Instrução Normativa n° 1, de 24 de junho de 2013, qual seja: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. E ainda faremos 3 ensaios abertos durante todo o processo. O projeto adota os incisos III e IV do Art. 21 da IN 05/2017 como complemento à democratização do acesso. Distribuiremos 20% dos ingressos gratuitamente para ONGS, OCIPS e escolas da rede pública de ensino, demais instituições interessadas, para que efetivamente as pessoas que não dispõe de bens matérias possam desfrutar de um espetáculo de alta qualidade técnica e profissionalismo com grandes nomes das artes cênicas nacionais. Buscando em todos os momentos de preparação uma profunda responsabilidade com a utilização dos recursos públicos, ora pleiteados. O público alvo para a distribuição destes convites, serão professores e estudantes do sistema público de educação e Ongs que desenvolvem trabalhos com população de baixa renda.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA DOS PRINCIPAIS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO PROJETO. Texto: Carla Matsumoto Direção: Luiz Carlos Vasconcelos Direção Musical: Rafael Marão Elenco Convidado: Heloisa Jorge, Marquinhos Moura, os demais atores serão definidos posteriormente. Músicos Convidados: Serão definidos posteriormente. Iluminação: Wagner Pinto Cenografia: Zuarte Junior Figurinos: Miguel Carvalho Coreógrafa: Keila Fuke Trilha Sonora: Janice Rodrigues Designer Gráfico: Alessandro Romio e Adriana Hitomi Direção de Produção: Valdir Atchanjo Produtores: Ubirajara Saide (Bira Saide) Assistente de Produção: Juliana Paltrinieri Realização e Produção Geral: U.S. Saide Produções. Currículos Equipe criativa: Autoria: Carla Masumoto Carla Masumoto iniciou sua carreira no Teatro, sendo seu primeiro espetáculo profissional o musical brasileiro “Saltimbancos” de Chico Buarque, com direção de Júlio Micheletti em 1978. Desde então seguiu carreira até ser premiada com um APETESP de melhor atriz, pelo espetáculo musical “Tietê Menino”, de Carlos Queirós Telles, dirigido por Roberto Lage em 1993. Outro prêmio significativo foi para o espetáculo “Mulheres de Jorge Amado”, da Cia Ararama, dirigido por José Eduardo Amarante (Prêmio do FITEI) e o musical “O Pequenino Grão de Areia” de João Falcão, com direção de Valdir Ramos. Direção geral: Luiz Carlos Vasconcelos - O teatro e principalmente o circo sempre foram as grandes paixões de Vasconcelos, que, apesar de ser formado em Letras, estudou artes cênicas na Dinamarca para depois incorporar-se ao grupo teatral Intrépida Trupe. Estreia no cinema no papel do cangaceiro Lampião, em O Baile Perfumado, filme pernambucano de 1996. A produção, de baixo orçamento mesmo para os padrões brasileiros, fez sucesso em festivais e os cineastas dos grandes centros tiveram sua atenção atraída para Vasconcelos. Na sequência, fez filmes para Walter Salles e Andrucha Waddington. Na televisão, teve uma curta participação na novela Senhora do Destino e em séries. Em 2019 Aruanas e A Dona do Pedaço como Miroel Matheus. No Cinema participou dos longas - 1997 - Baile Perfumado[4] – Lampião, 1998 - O Primeiro Dia – João, 2000 - Eu Tu Eles'[4]' – Ciro, 2001 - Abril Despedaçado[4] – Salustiano, 2003 - Carandiru[4] - Médico Dráuzio Varela, 2004 - Árido Movie[4] – Jurandir, 2006 - Romance do Vaqueiro Voador[4] - Vaqueiro Voador, 2007 - Mutum[4] - Seu Aristeu, 2009 - O Homem Mau Dorme Bem – Caburé, 2010 - O Sol do Meio Dia[4] – Artur, 2011 - Ilhas Cayman – Taxista, 2012 - Acalanto – Chico, 2012 - O Inventor de Sonhos[4] – Timóteo, 2013 - O Tempo e o Vento[4] - Maneco Terra, 2013 - Fragma - Homem 1 Mais Velho , 2014 - Irmã Dulce - Dom Eugênio Salles, entre outros. Direção musical: RAFAEL MARÃO - Rafael Marão é pianista, ator, cantor e arte-educador. Iniciou seus estudos musicais aos 7 anos no CLAM (Centro Livre de Aprendizagem Musical) e mais tarde formou-se na Berklee College of Music (Boston, MA). Teve como principais mestres de piano Sônia Muniz, Fernando Motta e Paul Rutman (EUA), e de canto Amélia Gummes, o maestro Marconi Araújo, Daniel Salve e Krystyna Kasperowicz. Consultores Musicais: Luiz Carlos Bahia - Ator, compositor, diretor teatral e autor. Ganhador do prêmio Mambembe do Minc de melhor compositor para teatro infantil. Tem diversas composições no teatro, televisão e cinema nacional. Como ator fez programas de TV memoráveis como: Bambalalão (quem não lembra do Baiapó?), Mandrágora, Vento do Mar Aberto, Os Saltimbancos e outras produções da TV Cutura. Fez várias novelas como : Acampamento Legal (como o querido Curió), Marcas da Paixão e Dercy aos Domingos, da Record, Família Brasil, Ana Raio e Zé Trovão, da TV Manchete e os programas: Telecurso 2.000, Sampa, Fernado da Gata, Volta ao lar, da TV Globo. Cenografia: Zuarte Jr. - Zuarte Júnior, artista plástico ( Artes plásticas – Escola de Belas Artes Universidade Federal da Bahia – 1982- 1987), Tem realizado exposições individuais, participado de mostras coletivas nacionais e internacionais, feito curadoria e expografias para vários projetos. Cenógrafo e figurinista, atua com diretores baianos e nacionais, tem trabalhos em produções e montagens com o Balé do teatro Castro Alves. Assinou a direção de arte para vários filmes curtas metragens e para o longa metragem Revoada. Iluminação: Wagner Pinto - A Light Designer Produções Artísticas, nome fantasia da empresa Wagner da Conceição Pinto ME, foi criada em 2003, pelo light designer Wagner Pinto, que atua na área cultural há mais de 30 anos, e é um dos mais importantes profissionais da área no país. A empresa é especializada na criação de Desenho de Luz e execução de Projetos de Iluminação para a área das artes cênicas, em seus vários segmentos, como ópera, teatro, espetáculos de dança, além de shows, produção de projetos culturais e espetáculos artísticos. Figurino: Miguel Carvalho - Profissional conceituado, residente em Salvador, Miguel Carvalho, Artista Visual e Designer de Moda com vasta experiência em Moda, Teatro, Dança, Cinema, Televisão e Música, tanto na área de figurino quanto de cenografia. Presta consultoria de produção e design de moda, styling e comunicação visual para Empresas e artistas da música baiana. Olodum, Netinho, Daniela Mercury, Timbalada, Banda Cheiro de Amor e Banda Beijo entre outros. Coreografia: Keila Fuke – Atriz - DRT 8089 - Atriz, diretora e coreógrafa. Bacharel em Educação Artística, com licenciatura em Artes Cênicas, pós-graduada em Hatha Yoga pela FMU, e em Ballet pelo Liceum Unicsul e teatro com o Grupo Tapa e no CPT com Antunes Filho. Atua profissionalmente há 28 anos e participou dos musicais. Trilha Sonora: Janice Rodrigues - Sonoplastia e Técnica de Som - DRT 1428 Ultimos trabalhos: Teatro: Técnica de Som Quem tem medo de Virginia Woolf – Dir. Vitor Peralta / A Casa de Bernarda Alba – Dir. Elias Andreatto / Happy Hour – Dir. Jô Soares / Hamlet – Dir. Aderbal Freire Filho / Não sou feliz mas tenho marido – Dir. Vitor Peralta / A Senhora de Dubuque – Dir. Leonardo Medeiros / Trilhas Sonoras de Amor Perdidas - Dir. Felipe Hirsh / As Centenarias - Dir. Aderbal Freire Filho / As 3 Velhas - Dir: Maria Alice Vergueiro / Saudade em Terras D'Agua - Cie. Dos a Deux / Terça Insana - Dir. Grace Gianoukas / O Que Diz Moleiro - Dir. Aderbal Freire Filho - Teatro: Microfonista Quem tem Medo de Virginia Woolf - Vitor Peralta (Operação, Sonorização e Microfonação) / Vingança O Musical - Dir. Andre Dias. Produção: U.S. SAIDE PRODUÇÕES CULTURAIS - Ubirajara Sad Saide - No período de 1988 a 1994, integrou a diretoria da Cooperativa Paulista de Teatro e no período de 1991 a 1995 a administração do Teatro Sergio Cardoso / Secretaria de Estado da Cultura, no período de 2000 e 2001 foram os produtores e gestores do Theatro XVIII – Pelourinho – Salvador – BA. - Produção de Teatro – 2013 a 2015 A Toca do Coelho, de David Lindsay-Abare, do original em inglês “Habbit Hole”, ganhador do Prêmio Pulitzer 2007 e ganhador do Prêmio Tony o maior prêmio do teatro norte americano direção de Dan Stulbach, com Reynaldo Gianecchini / Anderson Di Rizzi, Maria Fernanda Cândido / Barbara Paz / Bianca Rinaldi, Selma Egrei / Neusa Maria Faro, Simone Zucato e Felipe Hintze / Rafael De Bona 2013/2014/2015, produção em São Paulo do espetáculo musical Gozados, direção Stella Miranda, com Luís Salem e Stella Miranda Janeiro e Fevereiro de 2013 / Direção de Produção e Direção Técnica do espetáculo Quem Inventou o Amor Foi Roberto Carlos, com roteiro de Aninha Franco, direção de Christina Trevisan, com Matheus Herriez e Bruna Pazinato em 2011, Produção e Administração do espetáculo da Broadway Os 39 Degraus, baseado na obra de Alfred Hitchcock, com autoria de Patrick Barlow, tradução e adaptação de Alexandre Reinecke e Clara Carvalho e direção de Alexandre Reinecke, com Dan Stulbach, Danton Mello, Paulo Goulart Filho, Fabiana Gugli e Henrique Stroeter.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.