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O Projeto Criança Farroupilha, Tradicionalismo Gaúcho e ampliando Saberes, tem por meta capacitar e formar grupos de danças com crianças e realizar a compra das vestimentas para estas crianças, realizando um espetáculo de dança folclórica gaúcha no final projeto, tendo como apoiadores a Secretaria de Educação, um Centro de Tradições Gaúchas (CTG Quero-Quero), e a Prefeitura municipal. O projeto também irá ofertar palestra(s) como contra partida social.
O Projeto Criança Farroupilha, Tradicionalismo Gaúcho ampliando saberes, será desenvolvido por instrutores voluntários, de acordo com os horários pré-definidos pelos Centros de Tradições Gaúchas. Os critérios de participação no grupo do Projeto Criança Farroupilha são: - Crianças em idade de 04 a 10 anos; - Alunos da Rede Municipal de Ensino; - Frequentar a escola e os ensaios; - Ter acompanhamento, participação e comprometimento dos pais; Serão realizadas atividades culturais com aproximadamente 242 alunos (crianças) de escolas públicas municipais;
Objetivo Geral: - Capacitar e formar grupos de danças e comprar as vestimentas para as crianças inscritas no projeto, realizando um espetáculo de dança folclórica Gaúcha no final do projeto. Objetivos Específicos: - Integrar a criança em um novo universo cultural, com resgate da tradição gaúcha, através de danças tradicionais gaúchas; - Proporcionar o acesso à cultura tradicionalista gaúcha às crianças; - Proporcionar o ingresso das famílias participantes nos Centros de Tradições Gaúchas existentes no município; - Conhecer e compreender a importância, e utilizar de forma crítica, significativa e ética as regras de convivência existentes na entidade tradicionalista da qual participam; - Capacitar e formar grupos de danças com as 242 crianças participantes; - Adquirir 242 figurinos Gauchescos, 121 femininos e 121 masculinos; - Realizar 01 apresentação no final do ano com os alunos; - Relizar 02 palestras, como contra partida social.
Percebemos em nosso município, assim como em toda a região geográfica da qual fazemos parte, uma grande diversidade étnico-cultural, consequência da nossa colonização e ocupação territorial que tem origem nas correntes migratórias europeias onde podemos visualizar uma grande parcela de espanhóis, portugueses, alemães, italianos e poloneses, observamos também elementos como formadores da nossa população, os negros, caboclos e indígenas, em especial os caingangues, xoclengues e guaranis. Origem esta que nos aproxima do gaúcho por carregarmos a mesma raiz étnica constituinte e, assim sendo, também temos em comum uma gama de aspectos socioculturais. Depreende-se daí, que a história deste pujante município está intrinsecamente ligada ao Tradicionalismo Gaúcho, uma vez que nosso território, ao longo do século XVIII era parte do Caminho das Tropas, ou seja, por aqui passavam e acampavam grupos de tropeiros, homens que desenvolviam a atividade econômica denominada Tropeirismo, que consistia na condução e comercialização de gado bovino e muar do Rio Grande do Sul até o centro do país, em especial para a região de Sorocaba no estado de São Paulo. Após a independência do Brasil, surge a necessidade do desenvolvimento econômico do então, novo país, bem como, o preenchimento dos grandes vazios demográficos, em destaque o oeste da região sul, visto que a colonização se iniciou pelo litoral. No início do século XX, motivadas pelo desejo de ser dono de seu próprio "lote", chegaram ao oeste catarinense muitas famílias oriundas do Rio Grande do Sul. Gente que trouxe junto com a esperança de uma vida melhor, sua cultura já intensamente matizada pela cultura da terra que até então lhes tivera acolhido. O churrasco, o chimarrão e os acordes da gaita eram o remédio para a superação de tempos difíceis; mulheres e homens bravios, que nos orgulham e os levam a refletir acerca da importância de preservar esta história, e resgatar a cultura tradicionalista gaúcha, herança farrapa. Balseiros, ervateiros, taifeiros; mãos calejadas que passavam a cuia de mão em mão sem distinção construíram a história de Chapecó e todo o grande oeste. Com a ideia de agregar o Tradicionalismo Gaúcho e com isso resgatar a identidade cultural, desenvolvendo um trabalho que enfatize valores familiares e culturais não somente das crianças, mas de toda comunidade escolar, o que possibilitará melhorar a qualidade de vida o âmbito das relações sociais, servindo como ferramenta de motivação e lazer e, com isso, alternativas de mudança da realidade social do meio em que as crianças e suas famílias estão inseridas. Frente ao cenário mundial que se descortina em nosso cotidiano, cada vez mais se faz necessário um cidadão desenvolvido integralmente, consciente de sua identidade histórico-cultural, capaz de comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, aberto ao novo, colaborativo, produtivo e responsável para atuar no contexto no qual está inserido. Tal postura requer o desenvolvimento de competências para conviver e aprender com as diferenças e diversidades. Foi com o olhar para esta nova realidade, frente ao compromisso de conceber a educação como processo e prática concretizada nas relações socias que transcendem espaços e tempos escolares, presentes em todos os locais de convivência das nossas crianças e suas famílias, no processo de socialização da cultura da vida, no qual se constroem, se mantêm e se transformam saberes, conhecimentos e valores que se pensou e desenvolveu-se esse projeto. Além disto, o projeto está alinhado com a Lei 8.313/1991; Artigo 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Bem como em seu artigo 3º: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
O presente projeto irá atender as Contrapartidas Sociais, (Art. 22), conforme abaixo; Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentarias próprias. - As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. - 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
A Cultura Gaúcha será retratada em forma de música, figurinos e danças. - As aulas das oficinas de danças do projeto serão de responsabilidade da Coordenadora Artística (currículo inserido na Ficha Técnica). - Carga horária 40 horas semanais (entre todas as atividades no conteúdo programático); - Conteúdo programático em anexo (informações adicionais).
Produto - Oficina Deficientes Motores - As oficinas acontecerão em local com rampas de acesso e entradas amplas para melhor atender ao público com deficiência motora e com mobilidade reduzida (local com alvará liberado pelas autoridades do municipio). Deficientes Visuais - O projeto oferecerá o serviço de áudio descrição (simultânea) com sinopse da apresentação no final do projeto. Deficientes auditivos - Será disponibilizado interprete de Libras na apresentação. Produto - Compra de vestimentas Não há necessidade de atendimento à acessibilidade neste quesito, pois é uma compra de produtos e seu custo esta inserido dentro do Produto Oficina. Produto - Ação Cultural (contra partida social) Como ações culturais (contra partida social) serão realizadas 02 palestras em escolas públicas (alvará liberado) com todas as condições de atender pessoas com deficiência motora. Deficientes Visuais - O projeto oferecerá o serviço de áudio descrição (simultânea) com sinopse das ações culturais. Deficientes auditivos - Será disponibilizado interprete de Libras, nas ações culturais.
Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN n°2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Proponente: O proponente irá compartilhar a função de Coordenador Geral (através de seu sócio Jair Schwambach) com respresentante do CTG COXILHA DO QUERO-QUERO, sendo responsáveis pela total gestão do processo decisório do projeto. Para Tal, receberão pela rubrica ''Diretor Geral''. Nome: Jair Schwambach Função: Coordenador Geral do Projeto Currículo resumido: nascido em Lajeado Rio Grande do Sul - Mora na Cidade de Chapecó- SC - Casado e pai de dois filhos - 47 anos - Formado Técnico Contábil 1992 - Formado em Engenharia Mecatrônica 1997 - Bacharel em direito pela universidade do Oeste UNOESC. Cursando o curso Administração junto à faculdade Santa Rita de Chapecó. Diversos cursos voltados a técnicas de vendas e técnicas avançadas de vendas todos pela ACIC Associação Comercial e Industrial de Chapecó. Curso de oratória e postura. Auxiliar de chefia durante 06 anos, onde tinha sobre sua liderança 38 pessoas. Começou a vida empresarial no ano de 2000, com a fundação da empresa Serviço este Soluções Ambientais LTDA, primeira empresa do ramo de Incineração de Resíduos de Saúde que obteve todas as licenças ambientais (foi pioneira). Sócio da empresa Comercial Schwambach Serviços. Sócio da empresa DUOBR Sistemas. Sócio da empresa Adere Produções Artísticas. Membro do Núcleo de Jovens Empreendedores da Associação Comercial de Chapecó. Coordenador do feirão do imposto no ano de 2010. Membro do Núcleo Multisetorial da ACIC 2018. Membro do Conselho Estadual de Jovem Empreendedor (CEJESC) ligado a Federação da Indústria do Estado de Santa Catarina onde desempenhei o cargo de Diretor de Serviços entre os anos de 2010 até 2013. No âmbito social participa por 10 anos consecutivos na realização e coordenação da festa Boi no Rolete que visa arrecadar recursos para entidade filantrópica denominada Programa Viver onde já arrecadamos valores de grande valia. Colaborador da Adevosc. Colaborador da Cruz Vermelha. Colaborador da Associação Bate Casco (Cultura do Cavalo). Coordenador do evento Acampamento Farroupilha 2017. Vice Presidente da Associação Cultural Parque Farroupilha de Chapecó. Coordenador do evento Acampamento Farroupilha 2018. Nome: Ana Cristina Leguiça Madeira Lamaison Função: Coordenadora Artística Currículo resumido: Brasileira, casada, 47 anos (06 / 03/1973). Rua Pinheiros, 298 D - Bairro Palmital – Chapecó-SC, CEP: 89814-240. Telefone: (49) 3304-4264 Celular: 99922 07 85. E-mail: lamaisonanacris@gmail.com. Formação – Pós Graduação - Especialização Latu Sensu – Gestão Escolar – 2004 Celer Faculdades – Chapecó SC / Superior Completo – Licenciatura Plena em Pedagogia – Habilitação Educação Infantil; Séries Iniciais, Orientação Educacional; Supervisão Escolar, Gestão Escolar) -1997. Centro Universitário Leonardo da Vinci / Magistério – Instituto de Educação Olavo Bilac Santa Maria RS -1992. Experiências Profissionais - Secretaria de Educação de Chapecó- abril -2017. Escola Básica Municipal Dilso Cecchin– 2016 a 2017 - Chapecó SC, Cargo: Professora Alfabetizadora/ Secretaria de Educação de Chapecó- 2012à 2015, Cargo: Articuladora Pedagógica do Ensino Fundamental do Município de Chapecó – SC / Orientadora de Estudos do Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa- PNAIC-MEC/UFSC 2013 À 2015, Gestão Escolar -2010 à 2012, Cargo: Gestora da Escola Parque Cidadã Leonel de Moura Brizola- Escola em tempo Integral / Secretaria de Educação de Chapecó-07/2009- 2010 Cargo: Articuladora Pedagógica da Educação Especial da Rede Municipal de Ensino de Chapecó – SC/ Secretaria de Educação de Chapecó-2008 - julho/2009 Cargo: Coordenadora das Escolas de Tempo Integral da Rede Municipal de Ensino de Chapecó SC/ Secretaria de Educação de Chapecó-2007 Cargo: Técnica Pedagógica atuando na formação dos professores do Ensino Fundamental e acompanhamento pedagógico nas escolas da Rede Pública municipal / Nomeação na Rede Municipal Chapecó SC– 1995 à 2007 Cargo: Professora e Coordenadora Pedagógica/ Instituto Metodista Centenário/Colégio Centenário- Santa Maria RS -1992-1995 Cargo: Professora. CAPACITAÇÃO NA ÁREA DE ATUAÇÃO DO PROJETO CRIANÇA FARROUPILHA, TRADICIONALISMO GAÚCHO AMPLIANDO SABERES: Organização, coordenação e palestrante nos encontros de formação e planejamento para os coordenadores locais e Instrutores do Projeto Criança Farroupilha Tradicionalismo Gaúcho Ampliando Saberes nos anos de 2017/2018 no auditório da Secretaria de Educação de Chapecó SC/ Chapecó 100 anos sua origem e conexão com o Tropeirismo, no ano de 2018/ 1ª Prenda Veterana do CTG Coxilha do Quero-quero 12ª RT MTG/SC – Gestão 2015-2017./Organização e coordenação da execução dos projetos de Tradicionalismo além dos Galpões, Conhecendo a Tradição Gaúcha, paralelos ao projeto institucional Raízes Culturais; nas EBMs Severiano Rolin de Moura e DilsoCecchin bem como durante o Acampamento Farroupilha durante a Semana Farroupilha, promovida pela extinta Associação Chapecoense da Tradição Gaúcha realizada no Parque Farroupilha de Chapecó SC-2015/ Oficina de Lendas do folclore gaúcho com turmas de pré escola e 1º e 2º ano do Ensino Fundamental nas supra citadas escolas-2014/ 2ª Prenda Veterana CTG Coxilha do Quero-quero Chapecó SC-Gestão 2013/2015/ Organização e coordenação dos estudos de Arte Declamatória para integrantes da Invernada Artística Mirim e participantes do Projeto Farroupilha do CTG Coxilha do Quero-quero Chapecó SC – 2011./ Organização do lançamento do Projeto Farroupilha, Tradicionalismo a Serviço da Vida no CTG Coxilha do Quero-quero Chapecó SC. Nome: Marlei Fatima Zambiazi Função: Técnico Financeiro Currículo resumido: Graduação em Ciências Contábeis, 08/2006 a 07/2010 – Universidade do Oeste de Santa Catarina - UNOESC, Chapecó/SC; - Pós-graduação em Contabilidade e Controladoria, 04/2011 a 04/2013 – Universidade Comunitária da Região de Chapecó - UNOCHAPECÓ, Chapecó/SC; -Ensino Médio – Colégio Estadual Presidente Castello Branco – Lajeado/RS 1987 a 1990. Experiências: CONTASEG Contabilidade e Seguros – Chapecó / SC – Coordenador Setor Contábil e Contas a Pagar (Financeiro) - 01/08/2011 até o momento. Coordenar a equipe do Setor Contábil, auxiliando no atendimento aos clientes, distribuição de atividades, configuração do sistema, conferencia e liberação de balanços e Balancetes, Transmissão de Declarações acessórias ao Fisco, lançamentos Contábeis. Setor Financeiro: Efetuar os lançamentos diários das notas fiscais de entrada no sistema, lançar, controlar e conferir as contas a pagar diariamente, agendar e efetuar os pagamentos, emissão de cheques e lançamentos no sistema. Efetuar os pagamentos relacionados aos recursos humanos: folha de pagamento e benefícios. Fazer a conciliação bancária bem como a baixa dos pagamentos efetuados. Fazer o acompanhamento e recolhimento de impostos, fechamento de movimento financeiro e envio para contabilidade. Cadastro e alterações de clientes novos e/ou ativos, emissão e envio de boletos (honorários). Solicitação, negociação e acompanhamento de Empréstimos Bancários sempre que necessário. Gráfica ABC – Chapecó/SC – Gerente Geral – 04/2002 a 07/2011. Coordenar a equipe de produção, distribuição e auxílio de atividades nos setores de atendimento, vendas e produção. Atendimento ao cliente, vendas, entrega de mercadorias, compras com orçamentos, financeiro e organização em geral da empresa.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.