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Um dos textos de maior sucesso do dramaturgo Cyril Gely, cuja carga dramática, vem nos apresentar o desabrochar de uma emocionante história, baseada em fatos reais, que no desfecho da trama, vem se revelar sob o viés onde se coloca em cheque as ideias de ambos os personagens sobre o que é Civilização, quais os valores que sobrevivem independente de nacionalidades e ideologias.
Diplomacia, é uma ficção baseada num caso real. É também uma reflexão sobre o passado que ilumina escolhas que nós mesmos precisamos fazer nos dias que correm. O texto de Cyril Gely dramatiza esta decisão e a disseca num diálogo extraordinário entre Choltitz e outra figura histórica, Raoul Nordling. Este, cidadão sueco nascido em Paris, onde viveu grande parte de sua vida, foi personagem central nas negociações ao longo da ocupação para minimizar mortes e danos, as vésperas do que seria a destruição da cidade luz, Nordling tenta demover Choltitz, colocando em cheque as ideias de ambos sobre o que é Civilização, quais os valores que sobrevivem independente de nacionalidades e ideologias, na discussão sobre a Paz.
Objetivo Geral O texto e consequentemente a monagem do espetáculo, ira propor uma reflexão e porque não, uma discussão sobre a cidade em que vivemos. O que se propõe aqui não é a preservação de uma cidade, mas a possibilidade de se salvar, ou não, o mundo como nós o conhecemos - a civilização ocidental, a vida do homem sobre a terra. Nordling e Choltitz, personagens da peça, conseguiram salvar Paris. E nós? Conseguiremos nos salvar? Objetivo Especifíco A proposta desse projeto é a de realizarmos uma temporada na cidade de São Paulo no primeiro semestre de 2020 do espetáculo DIPLOMACIA, de autoria da Cyril Gely dramaturgo Frances, dando condições ao público paulista de assistirem a um espetáculo arrebatador, que motivara reflexões de como podemos agir para vivermos num mundo melhor. Diplomacia, é uma ficção baseada num caso real. É também uma reflexão sobre o passado que ilumina escolhas que nós mesmos precisamos fazer nos dias que correm. Na cidade de São Paulo, serão realizadas 3 apresentações semanais, totalizando 36 apresentações em Teatro ainda em fase de definição, mais com capacidade estimada de pelo menos 300 lugares. Pretendemos alcançar um público estimado em mais ou menos 10 mil espectadores, com apresentações a preços de R$ 50,00 (cinquenta reais) a inteira e R$ 25,00 (vinte e cinco reais) a meia entrada. Gerar emprego direto para profissionais envolvidos diretamente e indiretamente na produção do espetáculo. Distribuir gratuitamente convites para a comunidade sem recursos ou acessos aos bens culturais disponíveis. Ao final de alguns espetáculos teremos um breve bate papo com palestrante e o público, para possíveis reflexões sobre a proposta apresentada no espetáculo. Faremos sessões com linguagem de Libras.
Justificativa As principais justificativas para a aprovação e realização do projeto com recursos de incentivo fiscal são: a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais: A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. c) O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Em nosso país, o investimento destinado à produção cultural é muito maior que os recursos aplicados no acesso do que é produzido. Dados referentes ao acesso cultural no Brasil comprovam esse desequilíbrio. De acordo com uma pesquisa realizada no ano passado pelo CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), 97,6% da classe C e 99% das classes D/E da região metropolitana de São Paulo nunca assistiram a uma apresentação de música erudita, por exemplo. Mesmo com relação ao cinema, que detém o melhor índice de acesso, a pesquisa mostra que 67,4% da classe C nunca assistiu a uma sessão. Outro dado que comprova a falta de acesso aparece na última edição do Guia Brasileiro de Festivais de Cinema: dos 72 filmes brasileiros produzidos em 2006, 32 (44%) não atingiram a marca de 10 mil espectadores. Outros beneficiados serão todos os que trabalham com o teatro brasileiro, pois inúmeras pesquisas afirmam que o maior problema da produção teatral nacional é a exibição. O projeto DIPLOMACIA, se destina ao público em geral, com ênfase especial aos estudantes de escolas públicas e as populações de baixa renda, residentes na cidade de São Paulo, comprovadamente sem recursos para pagar o ingresso de teatro, que poderão participar de uma vivencia inovadora em suas vidas, podendo aumentar suas expectativas diante de um espetáculo que trará reflexão e estímulos novos em seus pontos de vista sobre a questão abordada na peça. O projeto permite, também, que as empresas patrocinadoras, apoiadores e os órgãos públicos tenham maior visibilidade e valorização de sua marca ao participarem de um projeto cujo objetivo principal é a democratização cultural. Salientando que o mais importante é a formação de novas plateias, pessoas interessadas na área de direito, alunos de direito, alunos das escolas públicas (por se tratar de uma história baseada em fatos reais) e formadores de opinião. O projeto atingirá em sua primeira fase: 02 meses de ensaio, 03 meses de temporada em São Paulo. Qualquer país que se pretenda justo e socialmente democrático tem como base principal, cidadãos com autoestima, intelectualmente preparados e inclusos em sua sociedade.
Em agosto de 1944, quando as tropas aliadas estavam prestes a liberar Paris da ocupação nazista, o comandante em chefe, General Dietrich Von Choltitz recebeu ordens diretas de Hitler para destruir a cidade. Não as cumpriu Diplomacia, é uma ficção baseada num caso real. É também uma reflexão sobre o passado que ilumina escolhas que nós mesmos precisamos fazer nos dias que correm. O texto de Cyril Gely dramatiza esta decisão e a disseca num diálogo extraordinário entre Choltitz e outra figura histórica, Raoul Nordling. Este, cidadão sueco nascido em Paris, onde viveu grande parte de sua vida, foi personagem central nas negociações ao longo da ocupação para minimizar mortes e danos, as vésperas do que seria a destruição da cidade luz, Nordling tenta demover Choltitz, colocando em cheque as ideias de ambos sobre o que é Civilização, quais os valores que sobrevivem independente de nacionalidades e ideologias, e qual o lugar dos bens culturais na discussão sobre a Paz. O que se discute aqui não é a preservação de uma cidade, mas a possibilidade de se salvar, ou não, o mundo como nós o conhecemos - a civilização ocidental, a vida do homem sobre a terra. Nordling e Choltitz conseguiram salvar Paris. E nós? Conseguiremos nos salvar? A direção da montagem ficará a cargo de Aimar Labaki, diretor, dramaturgo, roteirista, ensaísta onde também assina a tradução deste texto, imprimindo em sua direção toda a sua sensibilidade para contar esta bela história. No elenco contaremos com dois grandes talentos, os atores Eduardo Semerjian e Otávio Martins, que darão vida aos personagens; Choltitz e Raoul Nordling e ainda em cena a participação de Murilo Carraro. A proposta desse projeto é a de realizarmos uma temporada na cidade de São Paulo no primeiro semestre de 2020 do espetáculo DIPLOMACIA, de autoria da Cyril Gely dramaturgo Frances, dando condições ao público paulista de assistirem a um espetáculo de alta qualidade artística e técnica.
Considerado período de Pré-Produção, contratação dos profissionais de criação e de toda equipe que fará parte do espetáculo. Considerado período de Produção, ensaios, montagens e temporada do espetáculo. Considerado período de Pós-Produção, desmontagem, pagamentos finais de cachês e de serviços locados e prestação de contas.
Acessibilidade Física A acessibilidade será garantida a todos os moradores da cidade onde nos apresentaremos, pois o espetáculo será exibido em teatro localizado na de cidade de São Paulo, localizado próximo a metrô, em horários convenientes a todos e com enorme opção de transporte, tais como ônibus, taxis e Uber, além do metro propriamente dito facilitando a locomoção da população e turistas que visitam a cidade. A acessibilidade aos Portadores de Necessidades Especiais, através de rampas e elevadores para cadeirantes e assentos especiais para outro tipo de necessidades. Caso estes não possuam acessibilidade, o proponente irá adotar as medidas dispostas no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente. Acessibilidade de Conteúdo O teatro onde for apresentado o espetáculo, permitirá a instalação de audiodescrição e legenda descritiva, bem como espaço no palco para linguagem de libras. Faremos sessões de linguagem de Libras.
DEMOCRATIZAÇÃO A produção do projeto “Diplomacia”, visando a real dinamização e democratização cultural e ciente e comprometido em oferecer como contrapartida a população brasileira, pelo apoio recebido do Ministério da Cultura ao projeto, preços acessíveis de R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia entrada, além das promoções oferecidas no mercado. O valor do ingresso oferecido, corresponde ao valor do preço do vale-cultura. Adotaremos ainda uma ação disposta no Art. 30 da Instrução Normativa n° 1, de 24 de junho de 2013, qual seja: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. E ainda faremos 3 ensaios abertos durante todo o processo. O projeto adota os incisos III e IV do Art. 21 da IN 05/2017 como complemento à democratização do acesso. Distribuiremos 20% dos ingressos gratuitamente para ONGS, OCIPS e escolas da rede pública de ensino, demais instituições interessadas, para que efetivamente as pessoas que não dispõe de bens matérias possam desfrutar de um espetáculo de alta qualidade técnica e profissionalismo com grandes nomes das artes cênicas nacionais. Buscando em todos os momentos de preparação uma profunda responsabilidade com a utilização dos recursos públicos, ora pleiteados. O público alvo para a distribuição destes convites, serão professores e estudantes do sistema público de educação e Ongs que desenvolvem trabalhos com população de baixa renda. Promoveremos ensaio aberto antes da estréia do espetáculo. Sessões com palestrante, previamente agendadas. Sessões com linguagem de Libras.
FICHA TECNICA Tradução e Direção – Aimar Labaki Elenco – Eduardo Semerjian, Otavio Martins e Murilo Carraro Iluminação – Wagner Pinto Cenógrafo – Duda Arruk Audiovisual - André Grynwask e Pri Argoud Figurino – Carolina Li Direção Musical / Trilha Sonora – Aline Meier Preparador Corporal – Ricardo Amorim Assistente de Produção – Juliana Paltrinieri Direção de Produção: Bira Saide Produtores – Claudia Odorissio, Bira Saide e Valdir Archanjo Realização – U.S.Saide Produções Culturais e Artísticas CURRICULOS: Cyril Gély, O dramaturgo depois da escola de negócios e um mestrado em finanças, entra na escola na seção Rue Blanche, ator. Em 2003 lançou seu primeiro jogo, Assinado Dumas, no Marigny Theatre, com Francis Perrin e Thierry Frémont. A peça narra a relação entre Alexandre Dumas e Auguste Maquet negro. Esta peça é levado para o teatro La Bruyère em 2018. Em 2011: Diplomacia (Niels Arestrup e André Dussollier) é realizada no Théâtre de la Madeleine. Esta peça narra o encontro entre o general alemão Dietrich von Choltitz e diplomata sueco Raoul Nordling, e o processo que leva Choltitz não executar ordens de Hitler para destruir Paris em agosto de 1944. Aimar Labaki, diretor, dramaturgo, roteirista, ensaísta e tradutor de DIPLOMACIE. Dirigiu atores como Natália Thinberg, Dan Stulbach entre outros. Eduardo Semerjian, é ator desde 1990, em TV, cinema, teatro, publicidade, além de locutor e produtor. Entre as peças das quais participou nesta década, figuram: “A Vida Útil de todas as Coisas”, de Kiko Rieser, de 2019, pela qual concorre a melhor ator em dois prêmios; “Aula Magna com Stalin”, de 2018, com direção de William Pereira; “Troilo e Cressida” direção de Jô Soares, em 2016/17; “Caros Ouvintes” de Otávio Martins, entre 2014 e 2015; “A Bala na Agulha” também com direção de Otávio Martins, em 2013 e 2014; “Hamlet”, direção de Ron Daniels, em 2012 e 2013; “Pessoas Absurdas” direção de Otavio Martins. Em TV, participou de seriados como “O Negócio”, da HBO, entre 2012 e 2017; “Rei Davi”, da Rede Record, em 2011 e 2012; da 2ª temporada de “Sense8”, das Irmãs Wachowski em 2016, pela Netflix; “Lilyhammer”, também pela Netflix, em 2012. Co-protagonizou a minissérie “Maysa – quando fala o coração”, de Jayme Monjardim, no papel de André Matarazzo, pela Rede Globo. Também em TV, fez as novelas do SBT “As Aventuras de Poliana” entre 2017 e 2019, e “Carinha de Anjo” em 2015, além de várias outras produções de outras emissoras. Em cinema, esteve presente em várias produções de longas-metragens. Entre eles: “Skull: The Mask”, de Kapel Furman e Armando Fonseca, em 2019 (em fase de finalização); “Amazon Obhijaan”, do indiano K. Mukherjee, de 2017; “Minha Mãe é uma peça 2” de Paulo Gustavo, em 2016; “Mundo Cão”, de Marcos Jorge, também de 2016; e “Meu País” de André Ristum, em 2011. No momento está de volta em cartaz com a peça “Caros Ouvintes”, de Otávio Martins; participa da 2ª temporada da série “Coisa Mais Linda”, pela Netflix, e em breve atuará no longa-metragem sobre a vida de Suzane Von Richthofen. Otávio Martins. Atuou, escreveu e dirigiu em mais de 30 espetáculos. Entre seus trabalhos mais recentes estão: “Três Dias de Chuva”, sob a direção de Jô Soares, “Caros Ouvintes”, que escreveu e dirigiu, “Troilo e Cressida”, novamente sob a direção de Jô Soares, e “Kiev”, dirigida por Roberto Alvim. Em cinema, atuou em filmes como “Salve Geral”, “Os Homens São de Marte”, “Rosa Morena”, entre outros. Como roteirista, em 2018 estrearão três filmes escritos por ele, “Pressa”, “chance” e “Quem casa quer casa. Em televisão, atuou em quatro novelas na rede Globo: “As Filhas da Mãe”, “Beleza Pura”, “Amor Eterno Amor” e “Além do Horizonte”, além de series como “Mothern” (GNT) e “Psi” (HBO). Em 2018 estrela a série, “Toda Forma de Amor”, dirigida por Bruno Barreto Para o canal Brasil E será o grande vilão da nova novela do SBT “As Aventuras de Poliana”. Wagner Pinto, Lighting designer de refinamento estilístico e aguda precisão no manejo do instrumental. Inicia sua carreira em 1982, no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro, como assistente dos profissionais Aurélio de Simoni e Luiz Paulo Nenen. Vencedor do prêmio Shell de Iluminação 2018 pelo espetáculo Dilúvio, direção Gerald Thomas. Vencedor do prêmio Shell de Iluminação 2016 pelo espetáculo A Máquina Tchekhov, de Matei Visniec, pela Cia. A Máquina, direção Denise Winberg e Clara Carvalho entre outros. Carolina Li, styling, realizou diversos trabalhos em televisão, teatro e cinema. Dentre eles, VAI QUE COLA, OS DEZ MANDAMENTOS, PECADO MORTAL, ETC. Valdir Archanjo, Bira Saide e Claudia Odorissio – Dentre seus trabalhos destacamos: Produção - Teatro – Cada Um Tem o Anjo Que Merece, de Pedro Fabrini, com direção de Maximiliana Reis, com Vida Vlatt/Carla Pagani Elias Cardoso/Gil Teles e Pedro Fabrini, MPB Musical Popular Brasileiro, de Enéas Carlos Pereira e Edu Salemi, com direção de Jarbas Homem de Melo, com Adriana Lessa/ Negra Li, Erico Brás, Reiner Tenente entre outros, A Rainha do Rádio, de Pedro Fabrini, direção de Eduardo Martini, com Viviane Alfano, Públio Gimenes e Eduardo Martini, Até Que o Casamento Nos Separe, de Regiane Antonini, com direção de Eduardo Martini, com Suzy Rego e Eduardo Martini, Angel, de Carlos Barros e Vitor, com Cléo Ventura, Pedro Fabrini, Marquinhos Moura, Bruno Pacheco, Guilherme Chelucci, Bruno Alba, José Del Duca, Juan Tellategui, Nando Marachi e Marcelo Gomes, A Toca do Coelho, de David Lindsay-Abare, com direção de Dan Stulbach, com Reynaldo Gianecchini, Maria Fernanda Cândido/Barbara Paz, Selma Egrei/Neusa Maria Faro, Simone Zucato e Felipe Hintze/Rafael De Bona,, Quem Inventou o Amor Foi Roberto Carlos, com roteiro de Aninha Franco, direção de Christina Trevisan, espetáculo da Broadway Os 39 Degraus, baseado na obra de Alfred Hitchcock, com autoria de Patrick Barlow, direção de Alexandre Reinecke, espetáculo da Broadway “Avenida Q”, direção original de Charles Möeller e Claudio Botelho, direção de Christina Trevisan, espetáculo “Insônia”, do texto Valsa nº 6, de Nelson Rodrigues, com adaptação e direção de Hebe Alves, espetáculo da Broadway “Grease – O Musical” de Jim Jacobs e Waren Casey, direção de Christina Trevisan, espetáculo “Os Iks”, de Colin Turnbull, direção de Francisco Medeiros, espetáculo “A Vida de Galileu”, de Bertold Brecht, direção de Elisa Mendes, espetáculo “O Cego e o Louco”, de Cláudia Barral, direção de Celso Junior, Ganhador do Prêmio Braskem de Melhor Texto e Melhor Ator Coadjuvante, para Paulo Pereira, responsável pelo Núcleo de Produção do Theatro XVIII, realizando os seguintes espetáculos: “Quem inventou o Amor foi Roberto Carlos”, espetáculo musical com roteiro de Aninha Franco e direção de Filinto Coelho, “Três Mulheres e Aparecida”, espetáculo realização dentro do calendário oficial das comemorações dos 500 Anos do Descobrimento, texto de Aninha Franco e direção de Nadja Turenko, “Ana Paula Barreiro Canta Almodóvar”, musical roteirizado por Aninha Franco, direção musical de Graça Ferreira e direção de Gil Vicente, produzimos a Cia. Elétrica da Bahia, em seus espetáculos “Idiotas Que Falam outra Língua”, de Ruben Fonseca e direção de Fernando Guerreiro e “Noite na Taverna”, de Claudius Portugal e direção de Solange Miguel, ambos realizados junto a Fundação Casa de Jorge Amado. ”A Ver Estrelas”, texto e direção de João Falcão, espetáculo vencedor do Prêmio Copene de Teatro de Melhor Espetáculo no ano de 1998, e também representou o Brasil no Festival Internacional de Aveiro em Portugal, Festival de Curitiba e Projeto Nordeste – SESC Pompéia em São Paulo. Dança, espetáculos “Redoble – Drama, Trama e Traumas”, roteiro, direção e coreografia de Denny Neves e “Farpas e Lâminas de Um Corpo Invisível”, com roteiro, direção e coreografias de João Perene.
PROJETO ARQUIVADO.