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Realização da primeira edição do Jazz Ahead Fest, festival de música instrumental com apresentações de reconhecidos e novos nomes das cenas local, nacional e internacional do jazz. Os produtos culturais são Apresentação musical (que abrange masterclass) e Contrapartida social (oficina de música para estudantes).
Especificações nos campos subsequentes. A indicação etária do projeto é Livre, porém suas atividades terão maior impacto entre jovens e adultos.
OBJETIVO GERAL Valorizar, fomentar e difundir a música instrumental contemporânea, especialmente o jazz, através de apresentações musicais, oficina e masterclasses. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (desdobramentos do objetivo geral, não mensuráveis) - Celebrar expressões tradicionais e contemporâneas da música instrumental, notadamente o jazz; - Proporcionar ao público o acesso a novas sonoridades e a apresentações de qualidade; - Contribuir à renovação da cena nacional do jazz, apresentando artistas ainda pouco conhecidos do público brasileiro; - Promover o compartilhamento de saberes e o intercâmbio cultural; - Promover o aperfeiçoamento artístico de músicos e a sensibilização de não músicos através de masterclasses; - Formar plateias através de oficina de música dirigida a jovens estudantes; - Constituir uma alternativa diferenciada de entretenimento na cidade do Rio de Janeiro, atraindo novos públicos; - Fortalecer e dinamizar o turismo e o comércio locais; - Estabelecer o festival como uma ação de continuidade, com edição anual, com vistas a integrar o calendário de eventos oficiais da cidade do Rio de Janeiro. METAS (objetivos específicos mensuráveis) - Realizar festival de música instrumental com 3 dias de duração em espaço cultural privado da cidade do Rio de Janeiro, com 4 atrações musicais por noite, totalizando 12 atrações nacionais e internacionais; - Realizar, no mesmo local e período, 3 jam sessions dos músicos convidados com banda-base, sendo uma por noite; - Realizar, no mesmo local e período, 3 masterclasses ministradas por músicos consagrados da programação, sendo 2 dirigidas a estudantes de música, músicos iniciantes e profissionais, e uma dirigida a não músicos; - Realizar, em 15 escolas da cidade, oficina gratuita de música, de caráter lúdico, dirigidas a estudantes da rede pública de ensino local. REPERCUSSÃO A repercussão desta iniciativa é local, mas poderá ser regional por conta de suas atividades de aperfeiçoamento artístico e formação de plateia, e por conta da atuação da assessoria de imprensa. IMPACTOS E CONTRIBUIÇÃO O projeto possui desdobramentos positivos em âmbito cultural por contribuir à renovação da cena nacional do jazz, à formação de plateias para a música instrumental e à difusão de conteúdo musical qualificado. Em âmbito econômico, o projeto possibilita a geração de empregos diretos (30) e indiretos localmente (cerca de 170). Como desdobramento, através da apresentação de novos nomes da cena nacional do jazz, fomenta a cadeia produtiva da música, estimulando outras contratações desses artistas. Em âmbito social, possibilita o contato do público juvenil da rede pública de ensino com os fundamentos do gênero jazz.
1 - JUSTIFICATIVA TÉCNICA a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais: A solicitação de apoio ao Jazz Ahead Fest junto ao Ministério da Cidadania, via Lei de Incentivo, visa dar sustentabilidade à ação que, pelo formato proposto, demanda maiores investimentos, com a contratação dos devidos recursos humanos e materiais para a sua realização, despesas de infraestrutura e da locação de espaço de fácil acesso na cidade do Rio de Janeiro. O incentivo fiscal também possibilita a oferta de atividade de formação de plateias gratuita, além de divulgação efetiva das ações do festival. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." c) O projeto tem por finalidade, dentre os incisos elencados no Art. 3º da Lei 8313/91: "II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos." 2 _ RELEVÂNCIA DO PROJETO A cidade do Rio de Janeiro já abrigou importantes festivais de música instrumental, notadamente o jazz, que formaram e consolidaram públicos fieis ao gênero. Atualmente, porém, esses públicos dispõem de poucas alternativas de acesso e consumo do que se produz de mais recente no jazz. Uma delas é a Jazz Ahead, festa realizada pelo proponente em diversas localidades da cidade, que desde 2013 já teve 42 edições e 35 atrações musicais. O Jazz Ahead Fest nasce a partir da Jazz Ahead, com um formato mais amplo, maior quantidade de atrações e de atividades. O jazz é um gênero musical plural, cuja sonoridade decorre das mais variadas origens: africana, americana e europeia. Por suas características, é capaz de sensibilizar públicos de diversos perfis. Tornou-se a música do mundo e a forma de arte que melhor representa a globalização da humanidade. Por ser pautada na arte do improviso habilidoso, essa forma de se fazer música contém em si elementos humanos que enaltecem o público e o artista ao promover uma comunicação elevada, o respeito ao próximo e a empatia pela experiência alheia. Assim, esta iniciativa vai além do público interessado por este gênero musical. Ela possibilita o conhecimento da produção de novos artistas e aproxima o grande público da música instrumental, contribuindo para a democratização desta cultura musical tão significativa. Já as atividades formativas propostas (masterclasses e oficina) permitem o desenvolvimento de potencialidades e vocações, e tem caráter emancipatório para aqueles cuja dificuldade de acesso ao conteúdo oferecido é mais latente, no caso da oficina, jovens estudantes de escolas públicas. Cabe observar também a importância dos festivais para o fomento da cadeia produtiva da cultura local, como geradores de emprego, renda e desenvolvimento. Diante da crise econômica que afeta o estado do Rio de Janeiro, a realização deste festival na cidade do Rio, onde aportam constantemente inúmeros perfis de públicos, tem um significado imenso para sua tão necessária revitalização enquanto cidade de inovação, criadora de tendências e exportadora de símbolos. O Jazz Ahead Fest, além de reunir músicos reconhecidos e inovadores, valoriza a produção musical qualificada do país e dá visibilidade à cena musical local, seus artistas e produtores, gerando um quadro de oportunidades e potencializando a diversidade, a difusão de conhecimento, o lazer e turismo.
Documentos do proponente anexados: - Cópia do contrato social - Cópia do registro CNPJ - Cópia do documento dos dirigentes - Currículo do proponente / dirigentes - Relatório de atividades culturais do proponente / dirigentes - Plano pedagógico da oficina
1 - APRESENTAÇÕES MUSICAIS Serão 12 atrações nacionais e internacionais. - Número de apresentações exclusivamente instrumentais: 7 atrações - Número de apresentações com canto: 5 atrações - Duração de cada apresentação: 70 minutos Ressalta-se que, dada as características dos músicos e bandas que costumam integrar as programações dos eventos do proponente, bem como daquelas previstas no evento proposto, até mesmo as chamadas “apresentações com canto” tem forte presença instrumental, por se tratarem de atrações do gêneros jazz, blues, gipsy jazz, bossa nova e outros gêneros que privilegiam a execução instrumental. Em relação à solicitação da diligência desta Secretaria, enviada em 23/12/2019, sobre especificação de “custos inseridos na PLANILHA ORÇAMENTÁRIA referentes às apresentações exclusivamente instrumentas e às apresentações com canto”, informamos que nesta etapa do projeto esta mensuração detalhada é inviável, posto que os itens abrangem serviços do evento como um todo, independentemente do caráter instrumental ou não das atrações. Podemos prever, contudo, percentuais aproximados para fornecer a dimensão instrumental do projeto, sendo estes os seguintes. - Custo previsto para as apresentações exclusivamente instrumentais: cerca 65% da planilha de custos - Custo previsto para as apresentações com canto: cerca 35% da planilha de custos 2 - MASTERCLASSES (incluida no produto Apresentação Musical) Carga horária: 3 masterclasses de 2 horas cada Público-alvo: São 2 dirigidas a estudantes de música, músicos iniciantes e profissionais, e uma dirigida a não músicos. Cada encontro terá no máximo 100 espectadores, por ordem de chegada, entretanto, haverá transmissão online ao vivo de uma delas. Objetivos: - Proporcionar intercâmbio cultural e de experiências entre artistas já consagrados e público participante; - Aproximar os músicos da programação aos músicos locais; - Destacar a importância do jazz, de seus instrumentos musicais e sonoridades. Conteúdo: A masterclass é uma ferramenta pedagógica de intercâmbio que apresenta saberes artísticos e técnicos, experiências de carreira, dicas e produção. Ministrantes: Músicos convidados da programação, que serão definidos na fase de pré-produção do projeto. 3 - OFICINA (produto contrapartida social) Público-alvo: Estudantes da rede pública de ensino local, na faixa etária de 15 a 18 anos (ensino médio). Carga horária: 2 horas de duração Objetivos: Sensibilizar os alunos para as características do gênero jazz, que contém em si elementos humanos que enaltecem o público e o artista ao promover uma comunicação elevada, o respeito ao próximo e a empatia pela experiência alheia. Conteúdo: Breve história do jazz, princípios e características do jazz, seus principais instrumentos, improvisação jazzística e exemplos. Metodologia: Apresentação de vídeos com princípios básicos, trechos de apresentações musicais e depoimentos, demonstração de utilização de instrumentos. Facilitadores: Um professor e dois monitores para cada oficina em cada escola, a serem definidos na fase de pré-produção do projeto.
Em atendimento ao Art. 18 da IN nº 02/2019 da Secretaria Especial da Cultura, informamos que todas as atividades culturais resultantes do projeto contemplarão medidas de acesso ao conteúdo para pessoas com necessidades especiais e também para pessoas com dificuldades de locomoção. 1 – APRESENTAÇÕES MUSICAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço privado selecionado para a realização das apresentações, que será definido na fase de pré-produção do projeto, oferecerá condições adequadas de acessibilidade e fruição a pessoas idosas, deficientes físicos e visuais, ou seja, o espaço contará com traçados no chão, rampas de acesso, portas e circulação largas, estacionamento com espaço reservado e banheiros adaptados. Espaços exclusivos na plateia serão reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Para pessoas com baixa visão, planejamos a aplicação de estratégias de visibilidade e legibilidade, com iluminação bem planejada, sinalização legível, tipografia adequada e presença de contrastes cromáticos na arte gráfica do projeto, para melhor fruição do conteúdo. Além disso, assistentes treinados poderão orientar pessoas com deficiência. DEFICIENTES VISUAIS: O site onde serão divulgadas informações sobre o festival contará com a opção de aumento de tamanho de fonte. Também utilizaremos o instrumento #pracegover na divulgação de postagens no perfil do projeto em rede social. DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá intérprete de libras nas masterclasses para que pessoas com deficiência auditiva possam acessar o conteúdo das mesmas. 2 – OFICINA – CONTRAPARTIDA SOCIAL DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá intérprete de libras nas escolas onde hajam estudantes com deficiência auditiva. DEFICIENTES VISUAIS: Pessoas com deficiência visual terão atenção exclusiva de monitores e contato direto com os instrumentos musicais. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica, pois as escolas trabalharão com os espaços disponíveis.
1 – APRESENTAÇÕES MUSICAIS As apresentações musicais e masterclasses terão acesso pago, com valor médio de R$ 90,00 reais por ingresso, conforme Plano de Distribuição. Serão cerca de 9 mil ingressos disponibilizados, sendo que: • De acordo com Artigo 21, item I, da IN 02/2019, 20% serão destinados gratuitamente a públicos em vulnerabilidade social beneficiados por instituição sem fins lucrativos da cidade do Rio de Janeiro, tais como estudantes de música, pessoas com deficiência, estudantes de artes, a serem definidas na fase de pré-produção do projeto;10% destinados a patrocinadores e apoiadores;10% destinados à divulgação. Dos 60% restantes destinados à venda, 10% serão comercializados com valor promocional de R$ 50,00 o valor inteiro, seja através do instrumento do “1º lote de vendas”, seja através de lista amiga acessível a todos até o limite de data pré-estabelecido. As masterclasses estão incluídas no valor do ingresso (e no produto cultural Apresentação Musical), porém haverá limitação de acesso para até 100 pessoas por masterclass. A entrada dar-se-á através de ordem de chegada ao espaço da masterclass, nos dias do evento. De acordo com Artigo 21, item I, da IN 02/2019, disponibilizaremos registros audiovisuais da masterclass, seja em transmissão ao vivo de uma delas ou em trechos editados posteriormente. 2 – OFICINA – CONTRAPARTIDA SOCIAL A oficina será gratuita, dirigida a estudantes da rede pública de ensino local (cerca de 60 vagas por oficina em 15 escolas, totalizando 900 vagas). A(s) escola(s) de ensino médio cujos alunos poderão participar das oficinas será(ão) contactada(s) e convidada(s) na fase de pré-produção do projeto.
FICHA TÉCNICA Coordenação Geral e Curadoria – Dan Sebastian H. Lassen (diregente da instituição, funções remuneradas) Direção de Produção –Thiago Espósito Produção Executiva – Nani Oliveira Diretor de Palco – Daniel Luz Identidade Visual –Pedro Kuperman Produção – Cristiana Giustino CURRÍCULOS RESUMIDOS Dan Sebastian H. Lassen Produtor, diretor musical e trompetista formado na Berklee College of Music em Boston, EUA, e sócio fundador da O’Live Chic Live Music Branding, empresa de produção e curadoria artística que tem como clientes o Village Mall, Fashion Mall, Rio Scenarium, Lavradio Jazz Fest, Festival Dinâmica Dinamarquesa, dentre outros. Aos 15 anos começou sua carreira como trompetista, tocando em conjuntos de jazz pela cidade do Rio de Janeiro. Empreendeu pela primeira vez ainda adolescente, criando e produzindo eventos de arte com música para arrecadar fundos para turnê europeia de seu primeiro conjunto, ainda em 1999. Em 2007, fundou o premiado estúdio Casa do Mato, onde trabalhou por quase uma década com grandes nomes da música brasileira e fez direção musical para vários novos artistas cariocas. Apaixonado pelo jazz, trabalha atualmente na O'Live Chic para criar marcas e eventos de difusão da música instrumental pelo país. Thiago Espósito Jornalista, produtor e músico pós-graduado em Gestão Cultural pela Fundação Getúlio Vargas - FGV. Iniciou seus estudos de piano e violão clássico aos 6 anos, desenvolvendo maior interesse pelo contrabaixo acústico. Obsessivo pela história do jazz, adotou a difusão desta música como objetivo de vida. Como jornalista, começou a carreira como apresentador do Canal Universitário, sócio-editor do jornal independente Alto Falante Cultural e produtor na produtora Televisão Profissional. Após uma temporada nos EUA, retornou ao Brasil e atuou na área de marketing do Rio Scenarium, onde uniu suas duas paixões: a comunicação e a música. Em 2007, no grupo Scenarium, já como diretor artístico, inaugurou a primeira casa de jazz da Lapa, o Santo Scenarium, que virou referência entre os músicos de jazz de todo o mundo. É sócio fundador da O’Live Chic Live Music Branding, onde idealiza e produz diversos eventos. Nani Oliveira Produtora com experiência em eventos culturais e atuação no mercado de publicidade, Nani iniciou sua carreira trabalhando em eventos corporativos. Como Executiva de Contas, atuou em agências de publicidade e comunicação, atendendo clientes como Rossi, RJZ Cyrela, PDG ,Odebrecth, Estácio, PWC, Michelin, Oi, Fiat e Petrobras. Como produtora, foi responsável por eventos como BAR – Festival de música e arte, com artistas como Ceu, Otto, Jards Macalé e Jesuton (Rio de Janeiro, 2016); Arte Core – Festival de Arte Urbana – MAM (Rio de Janeiro, 2016); FYI ART FESTIVAL, no Parque Lage (Rio de Janeiro, 2013). Deu assistência a eventos como Chemical Music Festival (2012) e LACC Fórum Brasil. Foi também Gerente de Operações nos Jogos Olímpicos Rio 2016, responsável pela entrega do programa de hospitalidade da ASICS, e Especialista em Operações de Credenciamento. É graduada em Relações Internacionais pela Universidade Estácio de Sá. Daniel Luz Diretor de Palco e Produtor Técnico. É Coordenador de Palco da Fundação Cidade das Artes desde 2016 e Coordenador técnico e de produção do Encontro Internacional de Violoncelos desde 2008. Foi Produtor de palco do Festivel Back To Black (2012), Produtor técnico do Conservatório de Música Popular de Curitiba (2012), Diretor de palco do festival Isso é Jazz (2012), Diretor de palco do Show Thayana Barbosa convida Simoni Sou (2012), Diretor de palco do FEMUCIC (mar/2012), Técnico de áudio do Duo Felix Bravo (2011), Coordenador Técnico da empresa 2M Som e Luz (2010 a 2012), Produtor técnico e de gravação do DVD Minha Alegria (Gustavo Proença) (2011), Produtor técnico e de gravação do DVD Cambaio de Milonga (Grupo Serenô Sambas e Afins), Coordenador de produção do Viradão Carioca (2009 a 2011), dentre outros. É Bacharel em Direito pela PUC Rio de Janeiro. Cristiana Giustino Cristiana Giustino é redatora, produtora e gestora cultural. Atualmente é coordenadora de produção do FESTin - Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa (Lisboa e diversas cidades no exterior), produtora do Agenda Brasil - Festival Internazionale di Cinema Brasiliano (Milão, Roma e Turim - Itália) e diretora de produção da Mostra Cinema Sem Diferenças (Niterói - Brasil), em parceira com o Festival International du Film sur le Handicap (FIFH). Desenvolve conteúdo para projetos culturais desde 2008 nas áreas de audiovisual, transmídia e artes visuais, tendo contribuído à realização de mais de 60 iniciativas culturais e conteúdos audiovisuais no Brasil e no exterior. Como freelancer presta serviços em desenvolvimento, produção e gestão de projetos para instituições e empresas brasileiras, tais como Copacabana Filmes, Inffinito, Rinoceronte Produções, Auch Produções, Casa Forte Produções, Instituto Zuzu Angel. Pedro Kuperman Fotógrafo independente e Designer, Pedro é Coordenador Gráfico da Osklen. Graduado em Comunicação Visual pela PUC-Rio (2007). Mais informações em https://pedrokuperman.com/new-page/ POSSÍVEIS ATRAÇÕES Abaixo estão alguns possíveis artistas e grupos nacionais e internacionais a serem convidados. O line-up será definido na fase de pré-produção do projeto. Joe Lovano (EUA) Um dos mais importantes saxofonistas ativos atualmente. Inovador, espontâneo e grande improvisador, Lovano foi apresentado ao mundo do jazz por seu pai, o também saxofonista Tony "Big T" Lovano. Em meados dos anos 1970, começou a se apresentar e gravar com músicos como o guitarrista George Benson, e participar das orquestras de Woody Herman e Mel Lewis. Nos anos 1980 destaca-se como um dos saxofonistas contemporâneos mais importantes em suas aparições com Paul Motian ou Carla Bley. Lovano traz uma nova visão da música jazz, adaptando música improvisada ao charme das composições da música clássica. Mais informações: www.joelovano.com Cory Henry (EUA) Jovem músico norte-americano, aprendeu a tocar órgão, um Hammond B3, antes mesmo de completar 5 anos. Sua história musical começou ainda na igreja, em Nova York. Despontou, depois, como pianista da big band Snarky Puppy. Aos 30 anos já tinha gravado seu segundo disco, The Revival, com versões de jazz gospel para canções como Giant Steps, de John Coltrane, e Yesterday, dos Beatles. Ganhador de 3 Grammy’s. Mais informações: www.coryhenrymusic.com Cyrille Aimée (França) Premiada artista francesa do jazz, toca uma mistura eclética de swing, gypsy jazz, bossa nova e ritmos latinos. Começou a se interessar por música ainda na adolescência. Após o ensino médio, Aimée mudou-se para os Estados Unidos para estudar no Conservatório de Jazz da SUNY Purchase. Após criar raízes na cena jazzística de Nova York e se formar na SUNY Purchase em 2007, a estrela do jazz ganhou o primeiro prêmio no Concurso do Festival de Jazz de Montreux. Dois anos depois, ela lançou seu álbum de estreia, Cyrille Aimée & the Surreal Band, assim como o álbum Smile com o guitarrista brasileiro Diego Figueiredo, com o qual também fez o álbum Just the Two of Us. Mais informações: http://cyrillemusic.com Mark Turner (EUA) Saxofonista tenor com influências de John Coltrane, mas também notavelmente Warne Marsh. Inicialmente estudou artes visuais em Long Beach State, mas logo foi estudar música na Berklee. Turner mudou-se para Nova York e trabalhou com James Moody, Jimmy Smith, Quinteto TanaReid, Ryan Kisor, Jonny King, Leon Parker e Joshua Redman. Gravou seu primeiro álbum, Yam Yam, em 1994. No início de 2000, ressurgiu com The Ballad Session. Em 2004, o saxofonista se uniu ao baixista Larry Grenadier e ao baterista Jeff Ballard para o álbum trio Fly. Com a gravadora europeia ECM realizou vários outros álbuns, incluindo Year of the Snake em 2012 e a gravação de quarteto sem piano de 2014, Lathe of Heaven. Mais informações: https://markturnerjazz.com SF Jazz Collective (EUA) Conjunto de jazz que reúne oito dos melhores artistas / compositores em ação no jazz de hoje. Lançado em 2004 pelo SFJAZZ em São Francisco, o Coletivo se tornou um dos grupos mais empolgantes e aclamados da cena jazzística. O SFJAZZ Center, em San Francisco, é a base do coletivo. O octeto atual é um conjunto internacional formado pelo saxofonista alto Miguel Zenón, pelo tenor saxofonista David Sánchez, pelo vibrafonista Warren Wolf, pelo trompetista Avishai Cohen, pelo trombonista Robin Eubanks, pelo pianista Edward Simon, pelo baixista Matt Penman e pelo baterista Obed Calvaire. Mais informações: www.sfjazz.org Avishai Cohen (Israel) O contrabaixista e compositor israelense, talentoso músico de jazz, revelado em meados da década de 1990, na banda do pianista Chick Corea. Cohen já tocou com Herbie Hancock, Roy Hargrove e Paquito D’Rivera, entre outros astros do gênero. Seu álbum Seven Seas (2010) combina canções com letras em hebraico e belos temas instrumentais. Cohen gravou mais de uma dúzia de álbuns e o último, Almah, número 14, é um álbum no qual ele retorna às suas raízes para homenagear a herança musical de sua terra com uma mistura cativante de jazz, música de câmara e música do Oriente Médio. Mais informações: http://avishaicohen.com Ambrose AkinMusire (EUA) Trompetista, frequentou a Berkeley High School e foi membro da All-Star Band da Escola Secundária de Monterey Jazz Festival de 1999 e 2000. Aos 19 anos, Steve Coleman contratou Ambrose em sua banda Five Elements para uma extensa turnê europeia. Ambrose mudou-se para Nova York em 2000 para participar da Manhattan School of Music, tocando com Lonnie Plaxico, Stefon Harris, Josh Roseman, Vijay Iyer, entre outros. Em 2005, ele retornou à costa oeste para um mestrado na UCLA e, simultaneamente, participou do Thelonious Monk Institute of Jazz, onde estudou com Terence Blanchard, Herbie Hancock, Wayne Shorter, Billy Childs e Gary Grant. Já se apresentou com Steve Coleman, Walter Smith III, Josh Roseman, Esperanza Spalding, Aaron Parks, Jimmy Heath, Ron Carter, Jason Moran, Wallace Roney, Herbie Hancock, Wayne Shorter, dentre outros. Mais informações: www.ambroseakinmusire.com André Carvalho (EUA) Baixista e compositor de jazz português, baseado em Nova Iorque, com dois álbuns lançados, Hajime e Memória de Amiba, Carvalho representa sua perspectiva global única com uma mistura de jazz contemporâneo, música portuguesa, rock e clássica. As realizações de André vão além do mundo do jazz. Carvalho se apresentou com orquestras clássicas incluindo a Orquestra Ibero-Americana, Orquestra Anton Webern, Orquestra Metropolitana de Lisboa), entre outros, bem como conjuntos contemporâneos como Octothorpe e músicos como Gilberto Gil. Estudou com baixistas internacionais como Ben Street, Orlando Le Fleming e Matt Brewer. Atualmente, lidera seu próprio grupo, que conta com músicos internacionalmente aclamados. Mais informações: www.andrecarvalhobass.com Relógio de Dali (Brasil) Criativo quarteto instrumental que respira a contemporaneidade, nasceu do encontro de quatro jovens instrumentistas, compositores e arranjadores requisitados nos mais diversos meios musicais. Através de experimentações de texturas sonoras que dialogam com gêneros musicais do Brasil e do mundo de forma singular, o Relógio de Dalí constrói uma música rica, porém de fácil entendimento e absorção, criando imagens sonoras inusitadas e até surreais. A formação de baixo, bateria, saxofone e violão traz para o quarteto uma sonoridade bem especifica e incomum no universo da música instrumental. Mais informações: www.relogiodedali.com.br Diego Garbin (Brasil) Iniciou seus estudos musicais aos 7 anos, na bateria e violão com seu pai Antônio Garbin. Formou-se em trompete no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí-SP, no ano de 2008. Já teve oportunidade de tocar ao lado de músicos como Vittor Santos, Jorginho do Trompete, Lenny Andrade, Miles Osland, Vinicius Dorin, Maestro Branco, Humberto Araujo, Marcelo Coelho, Daniel Alcantara, Nelson Faria, Sizão Machado, Gilson Piranzatta, Cleber Almeida, Hermeto Pascoal, Thiago do Espirito Santo, Marcos Paiva, André Marques, Mario Campos, Itibere Zuarg, entre outros. Atualmente é integrante da “Big Band do Conservatório de Tatuí”, e dos grupos “André Marques Sexteto”, “Paulo Almeida Quinteto”, "Cleber Almeida Septeto” e “Noneto de Casa”. Mais informações: www.diegogarbin.com Mariana Zwarg (Brasil) Flautista, saxofonista, arranjadora e compositora, é a terceira geração de uma família de músicos. Quando criança, acompanhou os ensaios diários de “Hermeto Pascoal e grupo”, o grupo que seu pai “Itiberê Zwarg” vem tocando há 40 anos. Atua como flautista e saxofonista em diversas obras (shows, gravações e arranjos) com cantores de samba, MPB, forró e bossa nova. Atua como solista trabalhando com choro e MPB e bossa nova. Ela também trabalha como professora de música, percepção e puffs. Em 2016, Mariana Zwarg iniciou o projeto: “Uma homenagem à música universal de Hermeto Pascoal”. Este projeto consiste em uma troca entre músicos de todo o mundo reunidos para tocar a música de Hermeto. A banda de 2016 foi composta por músicos da Dinamarca, França, Espanha e Brasil. Todas as músicas do concerto são originalmente arranjadas por Mariana Zwarg. Mais informações: http://marianazwarg.com Louise Woolley (Brasil) Pianista paulistana, filha do contrabaixista Pete Woolley, cresceu no meio da música instrumental, ouvindo os ensaios que aconteciam em sua casa. Começou a tocar na noite paulistana aos 18 anos, junto a seu pai. Em 2013 lançou seu primeiro disco, inteiramente autoral. Desde então tem sido convidada a se apresentar em importantes festivais, programas de tv e eventos dedicados à música instrumental, dentro e fora do país, como: Festival Jazz a la Calle (Mercedes-Uruguai), Festival Choro Jazz (Ceará-Brasil), Festival de Inverno de Garanhuns (Pernambuco-Brasil), Gourmet Jazz Fest (Águas de São Pedro-SP-Brasil),São Paulo Jazz Fest (SP), entre outros. Em 2016 gravou seu segundo disco autoral: "Ressonâncias", destacado em lista de renomados críticos musicais. Mais informações: www.louisewoolley.com André Vasconcellos (Brasil) Referência da nova geração, o brasiliense André Vasconcellos destaca-se pela flexibilidade ao transitar entre os mais variados estilos e pela sensibilidade aguçada unida à grande capacidade técnica. Nascido em uma família de músicos, iniciou sua carreira profissional em 1998, ao lado de Djavan, com quem gravou o CD Bicho Solto. Em 2002, lançou o primeiro CD solo, Observatório. Lançou, em 2011, o CD “2”, com suas composições. Nesse mesmo ano, fez show de lançamento do disco na Sala Baden Powell, tendo a seu lado David Feldman (piano), Marco Vasconcellos (guitarra), Josué Lopez (sax) e Xande Figueiredo (bateria). Ao longo da carreira, vem atuando em inúmeros shows e gravações ao lado de vários artistas. É integrante do Hamilton de Holanda Quinteto. Gabriel Grossi (Brasil) Uma das principais revelações da música instrumental brasileira nos últimos anos, é desde 2005 integrante do Hamilton de Holanda Quinteto, conjunto vencedor do prêmio Tim 2007 e finalista do Grammy Latino por três vezes consecutivas. Sempre envolvido em importantes projetos, Gabriel foi parceiro frequente do saudoso e consagrado clarinetista Paulo Moura, com quem atuou de 2003 até seu falecimento. Com 11 discos lançados em seu nome, gravações e shows com grandes nomes da música nacional e internacional (entre eles, Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Ivan Lins, Leila Pinheiro, João Donato, Dave Matthews, Guinga, Lenine, Djavan, Milton Nascimento e Dominguinhos) e diversas turnês ao redor do mundo, Gabriel coleciona um extenso currículo. Mais informações: http://gabrielgrossi.com
PROJETO ARQUIVADO.