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PRONAC 200505Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Museu do Ecossistema Marinho - MEM

NUCLEO DE INFORMATICA, CULTURA, ESPORTES E BEM ESTAR SOCIAL - NINCE-BEMS
Solicitado
R$ 6,00 mi
Aprovado
R$ 3,89 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Espaços museais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Nova Iguaçu
Início
2020-04-01
Término
2021-03-31
Locais de realização (1)
Itaguaí Rio de Janeiro

Resumo

O Museu do Ecossistema Marinho é um museu de ciências original que irá atuar nas evidências e experiências do presente. Iremos aproximar a sociedade ao meio ambiente através da sua criação,por meio de ambiente audiovisual e instalações interativas, onde acontecerão ações de educação ambiental junto as escolas do ensino fundamental e as comunidades atendidas. aprendendo a conviver melhor com o meio ambiente, preservando os costões rochosos, as espécies marinhas ameaçadas e a Mata Atlântica.Pretendemos atuar em diversas vertentes, mais o tema principal é o crescimento sustentável e a preservação da pesca na Baía de Sepetiba.Museu é vida, sentimento, memória, preservação, pesquisa e comunicação de diversos temas, que simbolizam a vivência e a cultura de um grupo,no qual se evidencia também, o cenário da natureza com seus elementos.O objetivo da proposta está totalmente compatível com aqueles explicitados no artigo 3º, mais precisamente no seu inciso III, alínea a, da Lei nº 8.313 de 1991.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

GERAL: É estruturar um Museu do Ecossistema Marinho - MEM baseado na região de Itaguaí - inédito em todo Estado do Rio de Janeiro - com sede em Coroa Grande, na cidade de Itaguaí, atendendo além desse município sede, as cidades de Seropédica, Piraí, Paracambi e Rio Claro, atendendo as escolas públicas municipais, estaduais e federais, além das privadas, para os seus alunos matriculados no ensino fundamental, bem como seus professores, como também aos moradores das comunidades circunvizinhas, explorando as possibilidades por meio de ambientes audiovisuais e instalações interativas. Iremos buscar aproximação da sociedade ao meio ambiente através da sua criação, onde acontecerão ações de educação ambiental, visando à educação como um mecanismo para conservação dos ecossistemas costeiros. ESPECÍFICO: É utilizar as dependências do Museu do Ecossistema Marinho - MEM como um centro de educação ambiental da biodiversidade marinha, com exibições de imagens de animais marinhos (Sala escura) e filmes em 3D (Sala de Cinema) sobre a região marinha, costões rochosos e animais marinhos da região de Itaguaí e dos municípios adjacentes, além das exposições de espécimes invasoras da área marinha, espécimes ameaçadas de extinção da área marinha, da representação da mata atlântica e suas ameaças, da representação do costão rochoso da região, como também será montado um tanque de água, com simulador de maré, com exposições de árvores de manguezal, com animais marinhos (camarões, caranguejos e outros), sendo todos os materiais expostos fabricados em fibras. Com a finalidade de proporcionar a aproximação das crianças, jovens, adolescentes, adultos, idosos e pessoas portadoras de deficiência físicas, ao conceito de que todos estão inseridos no meio ambiente e de que precisamos dele para ter qualidade de vida, permitindo a conscientização dos moradores da região para a preservação do meio ambiente determinada no art.225, do Capítulo do Meio Ambiente, da atual Constituição Federal. Iremos atender a aproximadamente 173 estabelecimentos educacionais do ensino fundamental das 267 escolas públicas e privadas dos municípios já mencionados, favorecendo a aproximadamente 76.860 alunos matriculados, fornecendo lanches ao final das visitações para cada estudante visitante, como também 15.600 pessoas - moradores das comunidades circunvizinhas - Museu do Ecossistema Marinho - MEM, atendendo num total de 92.460 pessoas. Iremos comprovar esses números através de fichas de presenças, declarações dos estabelecimentos educacionais atendidos (com os nomes dos alunos e professores que foram atendidos) e fotos de cada grupo atendido.

Justificativa

O projeto do Museu do Ecossistema Marinho - MEM se enquadra nos incisos I, VI e VIII, do artigo 1º da Lei 8.313/91, bem como os seus objetivos se enquadram no inciso III, alínea a, do artigo 3º da mesma lei. Esse projeto é inclusivo e educativo, inédito no Estado do Rio de Janeiro, mais precisamente no município de Itaguaí, que abrange uma área total de 275,9 km2, que engloba áreas rurais e urbanas. A região era conhecida pelo seu histórico rural e comercial, através da exportação do café, açúcar, farinha e aguardente. Após a construção da Rodovia Rio-Santos, há cerca de trinta anos, o cenário do município se modificou. A instalação do Porto de Itaguaí proporcionou ao município sua entrada no ciclo econômico do Estado. Posteriormente, outras empresas também se instalaram na região. Sua população cresceu de 90.131 habitantes em 1980 para 125.913 habitantes em 2018, conforme estimativa de censo pesquisado no site IBGE-Cidades, mostrando que o município ainda está em crescimento. Associado ao rápido crescimento urbano, comumente ocorrem problemas sociais relacionados ao desemprego e à marginalização (Marfine & McGranahan, 2010). Na cidade de Itaguaí a desestruturação e a desordem urbana acarretam, consequentemente, em impactos também sobre o meio ambiente, promovendo desmatamento em áreas urbanas e rurais, aumento do lançamento de esgoto doméstico no meio ambiente e assoreamento de rios e da região costeira (Ojima & Hogan, 2008). Por isso, os investimentos em projetos socioambientais são os novos caminhos para reestruturar a base de um município crescente, como Itaguaí. A busca pelo crescimento sustentável de uma cidade deve partir do princípio de que ele é advindo do desenvolvimento social, econômico e da conservação ambiental. Para a Comissão Mundial do Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD, 1988, 1991) os objetivos do conceito de desenvolvimento sustentável são: - crescimento renovável; - mudança de qualidade do crescimento; - satisfação das necessidades essenciais por emprego, água, energia, alimento e saneamento básico; - garantia de um nível sustentável da população; - conservação e proteção da base de recursos; - reorientação da tecnologia e do gerenciamento de risco; - reorientação das relações econômicas internacionais (CMMAD, 1988, 1991). O desenvolvimento sustentável é um processo de aprendizagem social de longo prazo, que por sua vez, é direcionado por políticas públicas orientadas por um plano de desenvolvimento nacional (BEZERRA e BURSZTYN, 2000), através também de projetos socioambientais que nortearão o caminho da sociedade construída em uma cidade. O presente projeto busca trazer ao município alguns dos objetivos propostos pela CMMAD. O projeto terá sua sede em Coroa Grande, onde realizará trabalhos em cima da educação ambiental a partir da implementação do Museu do Ecossistema Marinho - MEM. O projeto atuará junto às escolas do município, recebendo-as no centro de educação ambiental da sede, a fim de uma aproximação das crianças e jovens - alunos matriculados no ensino fundamental - ao conceito de que todos estão inseridos no meio ambiente e de que precisamos dele para ter qualidade de vida. O entendimento desse conceito desde os primeiros anos de vida torna a conservação um hábito de vida e não mais uma teoria afastada. Como bem citou o conservacionista Baba Dioum (1968), "no fim, nós iremos conservar apenas o que amamos, iremos amar apenas o que entendemos e iremos entender apenas o que nos foi ensinado". O projeto contempla uma grande gama de atores, como o incentivo do poder público através do apoio do município de Itaguaí e cidades circunvizinhas, a participação da comunidade, incluindo adultos e crianças, e o envolvimento de pessoas especializadas de universidades e empresas, de forma que os agentes possam promover um intercâmbio de experiências e conhecimentos, tornando o projeto ainda mais rico e atuante na região.

Estratégia de execução

O museu será montado da seguinte forma: 1) Sala Escura, que irá projetar várias imagens de animais marinhos no teto e nas paredes; 2) Sala de Cinema em 3D, exibindo um filme sobre os animais marinhos e organismos da região, levando cada sessão em torno de 4 a 6 minutos; 3) Tanque do Manguezal, com animais marinhos em fibra no fundo do tanque, como também árvores do manguezal, além de um simulador de marés; 4) Exposição com as espécies invasoras da região; 5) Exposição das espécies ameaçadas; 6) Representação do Costão Rochoso e 7) Representação da Mata Atlântica e suas ameaças. Para as escolas públicas e privadas do ensino fundamenal serão fornecidos transportes gratuitos, através de ônibus locados para tal finalidade e ao final da visitação serão oferecidos, também lanches a esses alunos e seus professores. Cada visitação levará em torno de 30 a 35 minutos, com monitores ambientais guiando os visitantes e funcionará das 2as às 6as feiras e sábados,das 8 às 17 horas diariamente, atendendo por visitação/turma em torno 35 pessoas. Como forma também de retorno educacional, a realização desse projeto para as escolas públicas e privadas do ensino fundamental dos municípios já mencionados, iremos promover o trabalho nas diversas áreas do conhecimento, o que se tornou uma imposição dos tempos atuais. As possibilidades do uso de filmes, materiais didáticos e experiências ao vivo são inúmeras, já que ocorrem muitas conexões com a literatura, história, artes e meio ambiente. Com isso o projeto irá contribuir de maneira criativa para realização de um trabalho coletivo, de acordo com interesses da escola, trocando ideias, discussões, ou melhor, um processo de construção de cooperação. A utilização desses veículos de aprendizado no contexto escolar permite a criação de situações de ensino cada vez mais complexas e ricas, possibilitando que a atividade criativa do aluno seja valorizada e que ele possa perceber diferentes formas de aprender novos conhecimentos e de compreender a realidade que o cerca. Neste sentido, é imprescindível que a prática docente se renove a fim de atender às novas demandas sociais.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

O Museu do Ecossistema Marinho - MEM será criado e desenvolvido levando em consideração o acesso de todos, incluindo os portadores de necessidades especiais. Os acessos as suas dependências serão adaptados para os cadeirantes, através de amplos corredores de entrada e saída, com aproximadamente 2 metros de largura e sempre no mesmo nível do piso de entrada. Visando ainda mais a acessibilidade dos participantes ao projeto iremos utilizar os serviços de audiodescrição, legendagem descritiva e a língua brasileira de sinais (LIBRAS) nas ações educativas que serão desenvolvidas aos visitantes do Museu do Ecossistema Marinho - MEM, visando acatar a Lei 13.146 de 06/07/2015.

Democratização do acesso

O projeto Museu do Ecossistema Marinho - MEM irá atender - gratuitamente - a aproximadamente 173 estabelecimentos educacionais do ensino fundamental das 267 escolas públicas e privadas dos municípios já mencionados, além das comunidades circunvizinhas a sede do projeto, favorecendo em torno de 92.500 pessoas diretamente. Aos visitantes iremos fornecer o transporte gratuito, adotando como ação de democratização de acesso, em atendimento ao inciso II do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania. Nessas cidades, que não possuem nenhum tipo de museu e com as suas populações menos favorecidas cultural e economicamente e para que todos saibam e tenham a oportunidade de conhece-lo, estratégias de divulgação serão desenvolvidas dentro de cada escola pública e privada atendida, não só através de cartazes e outras peças promocionais, como também do trabalho que será desenvolvido em conjunto com as Secretarias Municipais de Educação e de Bem Estar Social de cada prefeitura envolvida e atendida pelo projeto.

Ficha técnica

A NINCE BEMS que é a proponente responsável pelo processo decisório do projeto, bem como irá realizar todas as atividades inerentes a criação, montagem e realização/execução do projeto em questão. Para tanto utilizará os profissionais abaixo relacionados: ALDRIN LOPES SILVA - Diretor de Planejamento Estratégico - Formado no curso superior de Gestão Pública possuí uma experiência de mais de 25 anos na área. Já atuou em vários projetos na Oscip NINCE BEMS, onde é o atual Presidente, nessa área, dentre eles destacamos os projetos sociais, ambientais e culturais. Atualmente se dedica a prestar assessoria nessa área para várias empresas e Prefeituras Municipais, dentre elas as de Itaguaí e Nova Iguaçu, e nas empresas do segmento de cultura e eventos, dentre elas a Exatus Promoções, Eventos e Publicidade Ltda. ROBERTO MOREIRA ANTELO - Coordenador de Produção - Curso Superior de Administração, sua experiência em audiovisual teve início em 1985, quando focou sua carreira em direção de produção. Trabalhou em várias produtoras do Brasil, tais como: Truq, Rec, Quimera, Limite, além da Stillus Produções, especializada em produção de cenografia. Em 2011 deu início à sua trajetória no cinema itinerante, quando da realização do projeto Cinema na Escola, exercendo as funções de produtor e coordenador de equipe, percorrendo esse projeto em mais 60 escolas públicas e 10 comunidades, levando cultura às populações de baixa renda e sem acesso ao audiovisual. Em 2017 trabalhou na Oscip NINCE BEMS na parte de implantação e execução do Museu Itinerante da Biodiversidade que atendeu a aproximadamente 280 escolas públicas, nos municípios de Itaguaí, Mangaratiba, Rio Claro e Seropédica. CARLOS HENRIQUE SIQUEIRA - Diretor de Criação - Com 30 anos de experiência em agências de propaganda e produção de cinema iniciou sua carreira com apenas 16 anos, quando foi ser assistente de criação da SGB Comunicação. Fortaleceu a sua carreira profissional em várias agências que trabalhou, dentre elas a Comunicação Brasil, Zas, Pro Varejo, Leão Ramos, Bap, Brasil América, Propeg e QJ Comunicação. Foi também um dos responsáveis pela implantação e desenvolvimento do projeto Cinema na Escola. de 2004 a 2013 não apenas idealizou como realizou na parte de criação e produção de mais de 20 comerciais/filmes, além de coordenar nos últimos 5 anos toda a equipe de campo do projeto Cinema na Escola da empresa Exatus Promoções. Participou também, na criação do Museu Itinerante da Biodiversidade na oscip NINCE BEMS. ROGÉRIO MARTINS DOS SANTOS - Diretor Técnico e de Equipamentos - Curso superior em Engenharia Eletrônica, com uma experiência de mais de 25 anos em equipamentos de sonorização, iluminação, projeção e de geradores de energia, atuou em várias empresas no ramo eletro-eletrônicos, tais como: Valesul Alumínio, Supergasbrás, Interamericana e Sotreq/Caterpillar. Atualmente se dedica a implantação e manutenção de equipamentos e sistemas de filmagens, sonorização, iluminação e geradores de energia. Desde 2011 é o responsável pelo manuseio e manutenção de todos os equipamentos eletro-eletrônicos da Exatus Promoções que utiliza nos eventos que realiza, tais como: festivais de música, eventos promocionais e outros, como também em 2017 foi responsável pela técnica do projeto Museu Itinerante da Biodiversidade realizado pela Oscip NINCE BEMS JOSÉ RIBAMAR PEREIRA DO NASCIMENTO - Curador - Formado em jornalismo e ciências contábeis, oriundo do Estado do Ceará, realizador, montador e educador ligado ao audiovisual. Trabalhou como produtor e curador na Mostra de Cinema de Aquiraz, além do projeto Cinema na Escola - Cine Rio em 2011, 2012 e 2015. Atualmente exerce a função de diretor de curtas-metragens (ficções, documentários, experimentais, animações e clips) na produtora da empresa Exatus Promoções, Eventos e Publicidade Ltda. Também presta consultorias e curadoria para várias produtoras e para eventos de cinema nas cidades de Aquiraz, Barbalha e Baturité do Estado do Ceará, como também para o Rio de Janeiro, mas recentemente para a Oscip - NINCE BEMS que atuou no projeto Museu Itinerante da Biodiversidade. NATALIE VILLAR FRERET MEURER - Coordenadora Geral Técnica - Pesquisadora responsável pelos monitoramentos ambientais e educadora ambiental - formada em Biologia, Mestre em Ciências do Mar, Doutorada e pós-doutorado em Ecologia. Trabalhou 10 anos com ecologia pesqueira, 16 anos com ecologia populacional de cavalos-marinhos e costões rochosos. Atualmente é professora da Universidade Santa Úrsula e coordena o Laboratório de Comportamento Animal e Conservação e é coordenadora do Projeto Cavalos-Marinhos/RJ, com 15 anos de existência e atuou na coordenação técnica do projeto Museu Itinerante da Biodiversidade da Oscip NINCE BEMS.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.