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PRONAC 200518Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Poéticas da Natureza

Estudio F Design e Comunicação Ltda
Solicitado
R$ 346,2 mil
Aprovado
R$ 346,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-24
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"Poética da Paisagem" tem por proposta traçar um panorama da trajetória do tema das paisagens na arte do Brasil desde o início doséculo XIX _ quando exploradores e naturalistas estrangeiros realizaram os primeiros registros científicos da fauna e daflora do país _ até os dias atuais, em que a compreensão contemporânea de paisagem extrapola a visão de uma natureza específica. Nessa trajetória, vamos também registrar o papel da pintura acadêmica e da arte moderna na construção de uma identidade visual brasileira. Idealizado pela museóloga e curadora Isabel Portella, o projeto contempla três produtos: exposição, catálogo e visitasguiadas com oficinas de desenho e contação de histórias para crianças de escolas públicas.

Sinopse

Produto CATÁLOGO: Será um registro da exposição “Poéticas da Natureza” e uma valiosa fonte de informação para estudantes, pesquisadores e para o público em geral, contendo fotos coloridas dos trabalhos expostos na Mostra e textos de pesquisadores das áreas de arquitetura, urbanismo, antropologia, história da arte, museologia e paisagismo. O conteúdo abordará a história da representação artística da natureza brasileira a partir dos primeiros registros de exploradores e naturalistas no Brasil, passando pela pintura de paisagem no século XIX até os dias atuais, quando a compreensão contemporânea de natureza extrapola a visão de uma paisagem específica.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O projeto pretende, a partir de um instigante diálogo visual e transtemporal, trazer à tona a relação dos artistas com o tema da paisagem, exibindo _ através de obras de acervo e contemporâneas _ a sua representação imagética e a sua abordagem conceitual no âmbito da história da arte no Brasil, desde o século XIX até hoje. Com curadoria de Isabel Portella, a mostra exibirá obras de arte e documentos históricos de importantes instituições do Brasil, como: Museu Nacional de Belas Artes, Museu da Chácara do Céu, Museu Antônio Parreiras, Museu do Ingá, Museu Histórico Nacional, Museu de Arte Naif, Museu do Insconsciente e Museu do Índio _ representados por nomes como: Nicolas-Antonie Taunay, Félix-Émile Taunay, Franz Post, Georg Grimm, José Pancetti, Goeldi, Iberê Camargo, Oswaldo Goeldi, Heitor dos Prazeres e Emygdio de Barros. Na parte de obras contemporâneas, artistas de diversos estilos exibirão trabalhos em diferentes suportes e mídias, dentre pintura, fotografia, escultura e instalação audiovisual. Em destaque, nomes como: Eduardo Coimbra, Luiz Zerbini, Claudia Andujar, Coletivo BijaRi, Arjan Martins, Eloá Carvalho, Raul Leal, Patrizia D’Angello, Christian Cravo e Urban Sketchers Rio. Afinal, conforme a própria definição da palavra paisagem nos diversos dicionários da língua portuguesa existentes, conclui-se que o significado da palavra em muito extrapola o território geográfico ou mesmo a representação pictórica ou figurativa de um lugar, a saber: Substantivo feminino: 1. Extensão territorial que a vista alcança; panorama; 2. Reunião dos componentes e elementos naturais, ou não, observados a partir de um determinado lugar: vejo a paisagem da janela do meu quarto; 3. Natureza, tipo ou característica de um espaço geográfico: paisagem repleta de montanhas; 4. Expressão artística (pintura, desenho, fotografia, gravura etc.) cujo tema é a natureza, as formas naturais, os ambientes do campo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: I. Será realizada uma exposição, no Museu Histórico Nacional, durante o período de 02 meses, no Centro do Rio de Janeiro. Serão expostas cerca de 20 obras de artistas contemporâneos e cerca de 35 obras de acervo de diversas instituições museológicas. (v. lista de artistas e museus acima, no Objetivo Geral). Público estimado: 6.000 visitantes II. Será produzido um catálogo impresso, colorido, com tiragem de 1.500 exemplares contendo as reproduções das obras da exposição e textos elaborados por pesquisadores das áreas da museologia e história da arte, além do texto curatorial de Isabel Portella. a) O catálogo terá uma cota de 30% para distribuição em escolas e universidades públicas, bibliotecas, ONGs, OSCIPs e coletivos que promovem o conhecimento através da arte; b) O mesmo conteúdo do catálogo será produzido na versão audio-livro, que será disponibilizado gratuitamente pela internet, possibilitando a participação de pessoas de outras localidades do Brasil e do mundo. c) O catálogo também sera convertido em e-book (catálogo digital) no format e-pub, com download gratuito III. Serão realizadas três visitas mediadas seguidas de oficinas de contação de desenho e contação de histórias para crianças de comunidades, ministradas e acompanhadas por dois pesquisadores-artistas do coletivo Mahku, da tribo Huni Kuin, localizada em Jordão, no Acre _ que virão ao Rio de Janeiro, especialmente para a ocasião. Público estiimado: 150 crianças

Justificativa

O projeto "Poética da Paisagem" se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Será uma oportunidade singular do público ver num único espaço as coleções de acervo de sete museus brasileiros, todos eles dentre os mais respeitados, históricos e significativos culturalmente no Brasil, a saber: Museu Nacional de Belas Artes, Museu da Chácara do Céu, Museu Antônio Parreiras, Museu do Ingá, Museu Histórico Nacional, Museu de Arte Naif, Museu do Insconsciente e Museu do Índio. III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Os critérios estabelecidos para a seleção dos artistas contemporâneos levam em conta a relação do artista e de sua trajetória com o tema da paisagem, buscando um diálogo de sua produção com as obras históricas e com o cenário atual do país, optando pela diversidade de suportes e estilos entre eles a fim de mostrar, o mais possível, uma pluralidade no conjunto dos criadores. VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Ao obtermos o empréstimo de obras de acervo de instituições históricas, exibindo-as ao público, com a contratação de um seguro especializado em arte e em seus corretos e devidos suportes de instalação, estamos estimulando a divulgação e consequente manutenção desses museus e de suas coleções, fazendo circular o conhecimento e estimulando a valorização de nossa cultura. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A obra e as oficinas que serão ministradas pelo coletivo Mahku _ formado por artistas indígenas da tribo Huni Kuin, localizada em Jordão, no Acre _ possibilitam a disseminação e sobrevida de um povo originário da nossa terra desde antes do descobrimento do país, cuja arte e cultura são transmitidos principalmente através da oralidade e do contato físico. Trazer um grupo étnico sobrevivente dos "confins do Brasil" para um grande centro urbano, é uma oportunidade para nossos jovens e crianças interagirem com parte de sua ancestralidade. Pelos objetivos Geral e Específicos já citados, "Poética da Paisagem" se insere no seguinte inciso do Art. 3º da Lei 8313/91: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior. "A árvore deixa de ser um conjunto de tronco, de galhos, de folhas para por si só, conter tudo que constitui o ambiente em que ela está. Ela denuncia o país onde nasceu, o momento sob cujo aspecto foi vista pelo artista, a estação, a sua Idea, sua origem, até a atmosfera que a envolve. A árvore tem seu esqueleto, seus músculos, a sua anatomia perfeitamente determinada. Com a árvore, se pode exprimir a alegria e a dor a velhice, mocidade, a florescência, a decadência, a saudade e a nostalgia." Schama, Simon. Paisagem e memória. 1996,p.14.

Estratégia de execução

Sobre o nome da exposição "Paisagem Poética" "Paisagem" é um termo moderno, um conceito que começou a se formar e a tomar corpo na Europa, no final do Século XVI. Anteriormente não existia essa palavra, por que paisagem não é um objeto físico, e sim uma construção mental, algo que se elabora a partir do que se vê ao contemplar um território, um país. É, portanto, uma interpretação realizada sobre uma realidade, determinada pela morfologia de seus elementos físicos, mas onde intervêm fatores estéticos como a Beleza, o Sublime e o Pictórico e outros ainda relacionados com o estado de ânimo dos contempladores. O termo tem sido empregado com propriedade e pertinência em âmbitos bastante diferenciados como a geografia, a economia, a arquitetura, a política, a engenharia, o paisagismo, a jardinagem, a antropologia e o urbanismo. Esta diversidade de interesses demonstra que o conceito de paisagem foi estendido, mas o termo que a designa diluiu a sua capacidade de referir-se a algo concreto e preciso; seu conteúdo se dilatou de uma tal maneira que corremos o risco de não sabermos a que nos referimos quando pronunciamos a palavra paisagem. Num âmbito restrito como o da arte, a paisagem se apresenta a nós com toda a riqueza de ambiguidade. A arte, através de sua necessidade de imitação e representação, ensinou a valorizar as paisagens naturais, contribuindo decisivamente (por meio da pintura, da poesia, dos jardins) para configurar o conceito de paisagem. Por isso Paisagem "Poética".

Especificação técnica

Produto EXPOSIÇÃO: A exposição contará com cerca de 60 obras e ocupará as salas 106 e 107 do Museu Histórico Nacional, cada qual com area média de 190m2 e altura de 5,5m. Nelas estarão dispostas cerca de 20 obras contemporâneas – de diversos suportes, como fotografia, pintura, escultura, instalação e vídeo – e cerca de 35 obras de acervo – a maioria, pintura, mas também algo de porcelana e escultura. A exposição ficará em cartaz durante o período de dois meses, no segundo semestre de 2020. Produto CATÁLOGO: - Miolo: formato fechado: 240 x 300mm - 128 páginas / 4x4 cores / papel couchê fosco 170 grs. / verniz base d’água fosco - Capa: formato aberto: 480 x 300mm / papel tríplex 300 grs. / 4x1 cores - Laminação fosca frente / verniz localizado U.V. frente - Tiragem: 1.500 exemplares - Acabamento: shrink - Provas digitais e heliográfica Produto VISITAS MEDIADAS e OFICINAS: Serão realizadas três visitas guiadas com oficinas para crianças e jovens de comunidades, ministradas e acompanhadas por dois pesquisadores-artistas do coletivo Mahku, da tribo Huni Kuin, localizada em Jordão, no Acre – que virão ao Rio de Janeiro, especialmente para a ocasião, promovendo contação de histórias, dança e oficina de desenho.

Acessibilidade

1) Produto EXPOSIÇÃO (local: Museu Nacional de Belas Artes - Rio de Janeiro) - O acesso às salas de exposição contém rampas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida - Algumas das obras expostas oferecerão a possibilidade da experiência tátil, a fim de atender os deficientes visuais - Serão disponibilizados audioguias gratuitos com descrição das imagens e da expografia, a fim de atender os deficientes visuais 2) Produto CATÁLOGO: - O lançamento do catálogo será realizado em um local com efetiva acessibilidade para cadeirantes e idosos e de fácil acesso para a população, com alternativas de transporte público: no Centro da Cidade do Rio de Janeiro. - Em atendimento aos Artigos 47 e 48 da Instrução Normativa nº 01/2017 do MinC, será disponibilizado um link gratuito com audiodescrição do conteúdo do livro como contrapartida para contemplar os deficientes visuais. O link constará em todos os exemplares do livro e também será divulgado nas mídias sociais da Editora Lacre, do Museu Histórico Nacional e em todas as outras mídias que se interessem em divulgá-lo de forma gratuita. OBSERVAÇÃO: A curadora da exposição, Isabel Portella, é coordenadora da RAM (Rede de Acessibilidade em Museus) e vem dando palestras sobre acessibilidade em várias instituições museológicas, sendo ela própria, uma pessoa com dificuldade de mobilidade física. 2) Produto OFICINAS de desenho e contação de histórias: - O Museu Histórico Nacional, local das visitas mediadas e oficinas, contém rampas para cadeirantes; algumas obras são de experiência táctil; as oficinas abrangem as linguagens visual e oral.

Democratização do acesso

Produto CATÁLOGO: A tiragem do catálogo será de 1.500 exemplares, sendo que 20% dos exemplares serão distribuídos gratuitamente, em escolas públicas, universidades, bibliotecas e outras organizações sem fins lucrativos. A comprovação de doação se dará através de documento assinado de recebimento dos livros pela entidade beneficiada. Também será disponibilizado o recurso de áudio-descrição para os deficientes visuais. Produto EXPOSIÇÃO: - A visita à exposição é de fácil acesso (no Centro da Cidade) por transporte público. - Aos domingos, a entrada ao Museu é gratuita, o que favorece um programa familiar e/ou também de lazer para trabalhadores que não conseguem ter tempo (e recursos financeiros) para frequentarem um Museu durante os dias de semana. - O próprio Museu Histórico Nacional possui um programa de visitação, que recebe estudantes de escolas públicas. Além da visita, esses estudantes participam de oficinas no local para aprofundar o tema no que se refere às áreas histórica, cultural e de sustentabilidade. - No dia da abertura da exposição, o evento terá transmissão ao vivo pela internet, oportunizando a participação de pessoas de outras localidades do Brasil e do mundo. Produto VISITAS MEDIADAS com OFICINAS de DESENHO e CONTAÇÃO de HISTÓRIAS - Serão realizadas três visitas com oficinas para crianças de escolas públicas, incluindo traslado e lanche gratuitos. (os lanches serão oferecidos por uma rede de lanchonete)

Ficha técnica

ESTUDIO F / Editora Lacre (Empresa Proponente) Empresa carioca dirigida por Flávia Portela, com 20 anos de experiência nas áreas de design, editorial e de produção. Realizou projetos editoriais, expográficos e de design para empresas como: Oscar Niemeyer Arquitetura, Cia. Caminho Aéreo Pão de Açúcar, Petrobras, O Globo, Museu da Imagem e do Som, Confederação Nacional das Seguradoras, Seguradora Líder-Dpvat, União Brasileira dos Compositores, Cia. Canetas Compactor e Caixa Econômica, entre outras. Coordenou a edição de livros de personalidades como: Affonso Romano de Sant'Anna, Alberto Dines, Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, Paulo Coelho e Joel Rufino dos Santos. É proponente e realiza projetos para leis de incentivo cultural desde 2012, quando criou o selo editorial “Lacre”. Atividades nos últimos dois anos: - Abril a Junho /2019: Exposição “Rios do Rio - as águas doces cariocas, ontem e hoje”, no Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro: Montagem, cujas obras de acervo dialogam com trabalhos contemporâneos. Acervos e coleções de seis instituições diferentes; registros de Debret, Rugendas, Klumb, Marc Ferrez, Augusto Malta, etc., misturam-se a esculturas, instalações, pinturas, vídeos e projeções de 20 artistas contemporâneos em um rico e potente diálogo, que se pretende revelador dos rios soterrados, do patrimônio desmantelado e da importância ambiental. O projeto também contemplou a visita de 10 escolas municipais com atividades de educação ambiental no local. - Abril /2019: Edição e lançamento do livro “Elmira, alegria e comiseração”, de Guilherme Dias. Livraria da Travessa, Botafogo. - Março/2019: Edição e lançamento do livro “A alma, o coração e o cérebro do varejo”, de Luiz Antonio Secco, consultor de marketing e novas tendências. Livraria da Travessa, Leblon. - Novembro /2018: Lançamento do livro “O paradeiro do poeta”, de Thiago Castanho de Carvalho e prefácio de Silvio Tender. Livraria da Travessa, Botafogo. - Novembro /2018: Participação no projeto Paixão de Ler, com o livro infantil “Mirela e o Dia Internacional da Mulher” - Leitura interativa e debate com a autora, Ana Prestes. Biblioteca de Campo Grande, Rio de Janeiro. - Setembro /2018: Lançamento do livro “Bomba atômica! Pra quê?”, de Tania Malheiros. O livro narra a trajetória do recurso no Brasil, desvendando segredos e aprofundando informações. - Agosto /2018: Participação da Editora Lacre no I Festival Carioca dos Livros, Galpão das Artes, Rio de Janeiro. - Março /2018: Edição e lançamento do e-book “Mirela e o Dia Internacional da Mulher”, de Ana Prestes. - Outubro /2017: Edição e lançamento do livro “Contos Fantásticos Brasil-Namíbia. Livro bilíngue, com ilustrações, que narra a semelhança entre o folclore dos dois países. - Fevereiro /2017: Edição e lançamento do livro "Mulheres, um século de transformações". Uma parceria Editora Lacre, ONU Mulheres e O Globo. Amebras, passarela do Samba, Rio de Janeiro. FLÁVIA PORTELA (Responsável pela Empresa Proponente e Coordenadora do Projeto) Jornalista, editora e designer, com Pós-Graduação em Filosofia Contemporânea, Flávia Portela é sócia-diretora da empresa proponente (v. atividades acima em Estúdio F Design, Comunicação e Edição). ISABEL PORTELLA (Curadoria) Servidora pública federal, Isabel é Doutora e Mestre em História e Crítica da Arte pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA/UFRJ); Especialista em História e Crítica da Arte do Brasil pela Pontifícia Universidade Católica/PUC-Rio. Desde 1992 atua em museus desenvolvendo projetos e ações em preservação e conservação. Trabalha no Museu da República desde 2006 como pesquisadora de acervo museológico e curadora de exposições históricas como “Você conhece, você já viu? Tá quente, tá frio” (Museu da República maio de 2011); Mulheres Palacianas: Do Catete ao Alvorada (Museu da República, janeiro de 2012). Curadora adjunta da Galeria do Lago – espaço de Arte Contemporânea do Museu da República. Coordenadora da RAM (rede de Acessibilidade em museus), vem dando palestras sobre acessibilidade em várias instituições museológicas. LU MARTINS (Pesquisa e assistência de Curadoria) Designer gráfica, artista visual, pesquisadora e graduanda em História da Arte na Escola de Belas Artes da UFRJ, Lu Martins possui uma vasta experiência nas áreas expositiva e editorial voltadas para a arte contemporânea, tendo trabalhado com diversos pesquisadores, artistas e curadores. Entre seus trabalhos mais recentes estão a pesquisa e assistência de curadoria da exposição “Rios do Rio, as águas doces cariocas ontem e hoje”, realizada no Museu Histórico Naiconal com nossa produção, ou seja, desta mesma empresa proponente; os livros "Diálogo com Cartas", de Jocy de Oliveira, editora SESI (vencedor do prêmio Jabuti de 2015 na categoria Arquitetura, Urbanismo, Artes e Fotografia), o catálogo “Nós” para a Caixa Cultural de Brasília (2017), “Imagética”, de Ana Vitória Musi, para o Paço Imperial (2016) e os livros da Coleção Arte e Tecnologia do Oi Futuro: “Poesia Visual 3” e “Transperformance 3” (2016). CARLOS AUGUSTO CAMPOS (Cenotécnico) Foi análise de projetos, construção e montagem cenotécnica na TV Globo durante 8 anos. Em 2013 criou a sua própria empresa, Articulação Cenografia e desde então realiza projetos cenográficos e montagem cenotécnica para espetáculos teatrais, exposições e eventos. FERNANDA BARATA RIBEIRO (Design gráfico e expográfico) Designer com experiência comprovada em mais de 20 anos de carreira, servindo grandes agências do Rio de Janeiro, tais como Burti, Caio Domingues, DPZ, Ogilvy e Animus. Trabalha diretamente com criação de projeto gráfico, ambiental e sinalização. É parceira e fornecedora da empresa proponente há cerca de 15 anos, tendo participado conosco de outros projetos via Leis de Incentivo. Rubricas que serão objeto de REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE: - Coordenação do Projeto (etapa pré-Produção e Produção) - Coordenação Administrativo-Financeira (etapa Produção) - Coordenação Editorial (etapa Produção)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.