| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04902979000144 | Banco da Amazônia S.A. | 1900-01-01 | R$ 72,5 mil |
O grupo Xama Teatro, trilha um caminho de experiências compartilhadas por atores-contadores e atrizes-contadoras que partem da tradição e da memória para a criação de seus espetáculos. O chão dessa criação é o Maranhão com suas histórias, lendas e ritmos. Na trilha dos narradores anônimos e dos brincantes, daqueles que mobilizam no seu fazer o canto, a dança e a fala, o Grupo Xama Teatro cria rotas de acesso a produção teatral. Em 2020, o grupo propõe a realização da circulação do grupo em cidades na rota dos rios na Amazônia, com apresentação dos espetáculos A Carroça é Nossa e As Três Fiandeiras, com oferta da oficina Contar Histórias, a arte da Memória e rodas de conversas com as comunidades visitadas.
AS TRÊS FIANDEIRAS (GRUPOS XAMA TEATRO E PETITE MORT, 2015) / PRÊMIO NASCENTE USP; SESC AMAZÔNIA DAS ARTES Release: A peça gira em torno do desafio de três atrizes, Beatriz, Isadora e Isabel, em transformar um espetáculo que foi um fiasco de bilheteria em uma nova produção. O fazer teatral e a história pessoal das atrizes se juntam às narrativas das rendeiras Das Dores, Chica e Zezé. A história da mãe de Ribamar - Chica, uma rendeira que é mãe de um filho que saiu para pescar em alto mar e não retornou - se entrelaça com o desafio das atrizes: é preciso ir buscar o filho desaparecido assim como é preciso montar um novo espetáculo. A CARROÇA É NOSSA (GRUPO XAMA TEATRO 2005) / PRÊMIO FUNARTE ARTES NA RUA; PRÊMIO PETROBRÁS DISTRIBUIDORA DE CULTURA; SESC PALCO GIRATÓRIO E SESC AMAZÔNIA DAS ARTES Release: A Carroça é Nossa é um espetáculo de teatro de rua. O chão dessa criação é o Maranhão com suas histórias, lendas e ritmos. Nessa obra teatral, quatro personagens, Pedoca (Lauande Aires), Cecé (Renata Figueiredo), Toinha e Joaninha (Cris Campos), partem em uma jornada em busca do animal para puxar uma carroça, que acreditam ser o veículo mágico de transporte até os seus sonhos. Durante a busca, percebem que seus destinos não se cruzaram à toa e que precisam desvendar um enigma que envolve a carroça.
Geral: Realizar a circulação dos espetáculos A Carroça é Nossa e As Três Fiandeiras na rota dos rios na Amazônia, com apresentações nas cidades de Manaus, Parintins, Monte Alegre, Santarém e Belém, serão (5) apresentações de cada espetáculo, totalizando 10 apresentações. Específicos: Realizar 5 apresentações do espetáculo A Carroça é Nossa e 5 apresentações de As Três Fiandeiras Realizar 2 oficinas com o tema "Contar História, a arte da Memória" para atores/atrizes, estudantes de teatro; estudantes de ensino médio e professores da educação infantil de instituições de ensino público nas 2 capitais contempladas pelo projeto; Contribuir com o processo de desenvolvimento do Teatro de Rua na região amazônica e estimular a formação de plateia nas principais cidades da rota dos rios; Promover ações de formação, educação estética nas cidades envolvidas, beneficiando dois mil espectadores entre crianças, jovens, adultos e idosos. Valorizar os saberes populares, a memória oral e as identidades da região amazônica; Estabelecer diálogos e troca de histórias entre os artistas do grupo Xama Teatro e as cidades/comunidades visitadas; Garantir o acesso democrático ao público através da participação nas apresentações gratuitas dos espetáculos A Carroça é Nossa e As Três Fiandeiras;
Xama Teatro na Rota dos Rios da Amazônia é um projeto de fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de itinerância de obra de artes cênicas originária no Maranhão/Brasil, que abre possibilidades para a difusão de saberes e práticas por meio da apresentação de espetáculo teatral e ações de formação. Em cumprimento à Lei 8313/91, o projeto visa contribuir para o fomento à "produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". A circulação com os espetáculos A Carroça é Nossa e As Três Fiandeiras são mais do que uma oportunidade de apresentação em diferentes cidades da região amazônica, é um projeto que contempla a ida às comunidades para a troca, para o encontro da palavra que nasce da escuta, da narratividade espontânea que se faz presente dentro de uma organização social comunitária, e que constitui uma ação de experiência em diálogo com a tradição oral e com a relação existente entre presença e ausência, lembrança e esquecimento. Produzido pelo grupo Xama Teatro, desde 2008, o espetáculo A carroça é nossa teve sua estreia em 2005, em São Luís, MA. O Xama é um exemplo de resistência de teatro de grupo do Nordeste, com tradição de espetáculos de repertório, com montagens duradouras. A Carroça é Nossa, por exemplo, completa, em 2017, doze anos de ativa participação na cena local e nacional. Sob a produção do grupo Xama foi contemplado em premiações locais e nacionais e obteve aprovação em projetos de circulação e em leis de incentivo estadual e federal que propiciaram a apresentação do espetáculo por todos os estados do território nacional e por importantes rotas de acesso à cultura teatral, por meio de uma atitude política de preenchimento dos espaços cuja relação de ausência e presença se manifesta. O estabelecimento de rotas de acesso à linguagem teatral contribui "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (Lei 8313/91). Da oralidade ao texto escrito, o processo de criação dos espetáculos do grupo Xama Teatro segue um caminho de experiências compartilhadas por atores-contadores que partem da tradição e da memória para a criação artística de seus espetáculos. O chão dessa criação é o Maranhão com suas histórias, lendas e ritmos. Na trilha dos narradores anônimos e dos brincantes, daqueles que mobilizam no seu fazer o canto, a dança e a fala, o espetáculo surge como criação coletiva em 2005 como jogo repleto de oralidades, promovendo e estimulando a "regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" (Lei 8313/91). Os personagens-contadores do espetáculos A Carroça é Nossa, Pedoca (Lauande Aires), Toinha (Gisele Vasconcelos), Cecé (Renata Figueiredo) e Joaninha (Cris Campos) narram suas histórias pessoais que se cruzam com histórias e lendas do Maranhão: a de Ana Jansen, da Serpente Encantada e a do Boi de São João. O texto A Carroça é Nossa, organizado a partir das etapas de apresentação das toadas do bumba meu boi, no Maranhão, foi escrito por Lauande Aires após oito anos de experimentação com roteiros improvisados. A carroça como veículo é encontrada por Pedoca, anti-herói popular de origem humilde, que acredita ter encontrado um carro mágico que irá transportá-lo rumo a seus sonhos. Pedoca e suas companheiras partem na jornada com o objetivo de encontrar a vocação, a família e a efetiva participação na ordem social. A Carroça é Nossa ao longo desses 14 anos rodou por todos os estados brasileiros, difundindo a linguagem do teatro de rua por meio de participação em Festivais de Teatro, projetos de circulação (SESC Amazônia das Artes, em 2015 e SESC Palco Giratório, em 2016 e Petrobrás Distribuidora de Cultura, em 2018) e projetos premiados pela FUNARTE através do Prêmio Artes na RUA (Projeto Carroça na Estrada, em 2013 e Carroça na Rota dos Balaios, em 2015). A peça As Três Fiandeiras teve início em 2012, tem direção e dramaturgia de Igor Nascimento e direção musical de Gustavo Correia. Obra narra o desafio de três atrizes-personagens, Beatriz (Renata Figueiredo), Isadora (Gisele Vasconcelos) e Isabel (Rosa Ewerton). em transformar um espetáculo que foi um fiasco de bilheteria em uma nova produção. O fazer teatral e a história pessoal das atrizes se juntam às narrativas das rendeiras Das Dores, Chica e Zezé. A história da mãe de Ribamar - Chica, uma rendeira que é mãe de um filho que saiu para pescar em alto mar e não retornou - se entrelaça com o desafio das atrizes: é preciso ir buscar o filho desaparecido assim como é preciso montar um novo espetáculo. Após a estreia em São Luís, em 2015, o espetáculo percorreu as cidades da região amazônica (TO | AC | MA |PA | RO | RR | MT | AM | AP | PI | PA). A circulação dos espetáculos A Carroça é Nossa e As Três Fiandeiras na rota dos rios da Amazônia é um projeto cultural de intinerância pelo percurso das cidades litorâneas. É uma proposta de troca de experiências com a comunidade com apresentação do espetáculo para um público de jovens, adultos e idosos incluindo ações de acessibilidade e de formação de plateia. A ideia: fomentar, difundir e valorizar a arte teatral produzida no Maranhão, assim como garantir o acesso à linguagem cênica que estimula o contato com a imaginação, com as emoções, com aquilo que nos aproxima e nos faz sentir mais humanos. Serão (5) apresentações de cada espetáculo, totalizando 10 apresentações nas cidades de Manaus, Parintins, Monte Alegre, Santarém e Belém e 2 oficinas com o tema "Contar História, a arte da Memória" para atores/atrizes, estudantes de teatro; estudantes de ensino médio e professores da educação infantil de instituições de ensino público nas 2 capitais contempladas pelo projeto.
O projeto foi inscrito no Edital BASA 2020, e será inscrito em outros editais que contemplem a área de abrangência, região amazônica. Obs. O proponente do projeto será remunerado com recursos da rubrica Produtor Executivo, por meio da prestação de serviços de produção ao projeto.
ESPETÁCULO TEATRAL A CARROÇA É NOSSA. Teatro de Rua. 70 min de duração. Indicado para todas as idades. ESPETÁCULO TEATRAL AS TRÊS FIANDEIRAS. Teatro. Espaço Alternativo. 70 min. de duração. Indicado para maiores de 14 anos. Obs. O proponente do projeto será remunerado com recursos da rubrica Produtor Executivo, por meio da prestação de serviços de produção ao projeto.
O Plano de Acessibilidade do Projeto prevê em todo material de divulgação com a informação sobrea ACESSIBILIDADE, e prevê as seguintes medidas:I. Acessibilidade Física:d) Acessibilidade para idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzidaSerão disponibilizadas, nas apresentações, 150 cadeiras para crianças, idosos e pessoas commobilidades reduzidas, reservando espaço com sinalização para cadeirantes com acesso à roda daplateia.II. Acessibilidade de Conteúdo:a) Intérprete de LIBRAS:Será reservado um espaço para portadores de necessidades auditivas com um intérprete de libras,que fará a tradução simultânea durante a peça;b) Programas em BrailePara as pessoas com deficiência visual, o plano de acessibilidade propõe a impressão do programa dapeça em versão em Braille, que será distribuído de forma gratuita para associações e instituições diasantes do espetáculo e para o público durante as sessões da peça.
O projeto garante o acesso democrático e gratuito do público para fruição dos espetáculos A carroça é nossa e As Três Fiandeiras em praças e salões paroquiais das cidades contempladas, assim como em todas as outras ações do projeto. Serão contratados profissionais locais para serviços de mobilização da plateia e divulgação do projeto. A produção do espetáculo conta com 100% de artistas residentes na região da Amazônia Legal. No decorrer do projeto serão realizadas rodas de conversa com as comunidades para a escuta e valorização das narrativas locais. I) As ações de formação de plateia adotadas no projeto são as seguintes: a) Ações destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino. b) Registro por meio vídeo disponibilizado gratuitamente, em sua íntegra, na internet as ações do projeto. c) O número de estudantes e professores beneficiados pela ação de formação de plateia corresponde ao mínimo de 10% do total de beneficiários; d) As ações de formação incluem ações de conscientização para importância da arte e cultura: oficina Contar História, a arte da Memória e Intercâmbio “Encontro de Trocas e Saberes”. II) Serão beneficiados da ação de formação de plateia, o mínimo de 320 pessoas, entre 50 % de estudantes e professores de instituições públicas; III) No total serão beneficiados pela ação de formação de plateia: a) Nas Oficinas: 10 vagas para profissionais da educação de escola pública, totalizando 40 vagas; b) Número de beneficiários do Intercâmbio: 20 profissionais e estudantes da educação pública, totalizando, 80 pessoas; c) Número de beneficiários das Apresentações: 40 profissionais e estudantes da educação pública por apresentação, totalizando 200 pessoas. IV) Do artigo 21 da IN 02/2019, serão adotados no projeto outras medidas de democratização: a) Desenvolver atividades em locais remotos ou em áreas habitadas por populações urbanas periféricas (inciso III); b) Oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos (inciso II); c) Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2° do art. 22; (inciso III) d) Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; (inciso IV) e) Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como oficinas e intercâmbios, além da previsão do art. 22; (inciso V)
A CARROÇA É NOSSA. Ficha Técnica: Dramaturgia, Encenação e Música: Lauande Aires; Elenco: Gisele Vasconcelos, Renata Figueiredo, Lauande Aires e Cris Campos. Figurino: Cacau de Aquino; Concepção Original: Claudio Vasconcelos; Técnica Cid Campelo; Foto: Daniel. AS TRÊS FIANDEIRAS. Ficha Técnica: Direção e Dramaturgia: Igor Nascimento; Elenco: Renata Figueiredo, Gisele Vasconcelos e Rosa Ewerton; Direção Musical e Preparação Vocal: Gustavo Correia; Composição das Músicas: Gustavo Correia, Gisele Vasconcelos e Renata Figueiredo; Figurino: Cacau di Aquino; Iluminação: Camila Grimaldi; Cenografia: Ivaldo Júnior; Fotografia: Márcio Vasconcelos. Gisele Vasconcelos É professora do Departamento de Artes da UFMA Possui graduação em Artes cênicas(2000) e mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Maranhão (2007). É doutora em Artes CÊnicas pela Escola de Comunicação e Artes, da USP e atriz-pesquisadora do Grupo Xama Teatro onde atua em espetáculos, oficinas, contadores de histórias e programa radiofônico. Dirigiu o espetáculo A Besta Fera: biografia cênica de Maria AragÃo (Prêmio FUNARTE Myriam Muniz 2007). Atua como atriz nos espetáculos A Carroça é Nossa (FUNARTE Artes na Rua, 2011 e 2014; SESC Amazônia das Artes 2015; Palco Giratório 2016 e Circulação Petrobrás 2018) e As Três Fiandeiras (Prêmio Nascente de Artes Cênicas da USP, 2015 e SESC Amazônia das Artes, 2017). Iniciou a carreira artística no Laborarte, em 1992, como dançarina popular e capoeirista e como atriz estreou em 1994, com a peça Os Saltimbancos, pela FETEMA. Foi contemplada com o Prêmio \"Ideias Criativas\" (Palmares/ MINC, 2013) pelo projeto Minha MÃe Preta. Foi diretora do Teatro Arthur Azevedo e Centro de Criatividade Odylo Costa Filho, em SÃo luís, MA. No projeto dos 100 anos do Teatro Arthur Azevedo foi intérprete de Nara Leão, no musical João do Vale. Em parceria com o Clube do Chico estreou em 2018 o show Cale-se. é coordenadora da empresa junior Gestus produções culturais. Em 2019 prepara seu novo espetáculo com o grupo xama teatro e realiza pesquisa de pos doc, a vagabunda, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. É bolsista FAPEMA. Renata Figueiredo É Arte-educadora com habilitação em Artes Cênicas, UFMA, Msc. em Educação, e especialista em Artes Visuais. Foi atriz e contadora de histórias da Cia. Tapete, Criações Cênicas, onde participou dos espetáculos: Iaô, o caminho dos mistérios, A Carroça é Nossa e Dorotéia. Desde 2004 participa como contadora de histórias do programa Estação Era Uma Vez, veiculado pela Rádio Universidade FM. Em 2008, participou da fundação do Grupo XAMA TEATRO, no qual dá continuidade ao repertório iniciado na Cia. Tapete, Criações Cênicas: apresentações e oficinas de contadores de histórias, espetáculo A Carroça é Nossa e Programa Estação Era Uma Vez. Já no Grupo Xama, desenvolveu os Espetáculos A Almanjarra, Macaco, macaquice, macacada e As três fiandeiras. Desde 2005 ministra oficinas de contadores de histórias para professores, bibliotecários e atores em diversas regiões do país. Produziu a Semana do Teatro no Maranhão, Festival Maranhão na Tela, FTB Cena Baiana. Cris Campos é arte educadora (Ufma/2008), atriz, contadora de histórias, cantora e compositora. Realiza pesquisa de mestrado na UFF/RIO sobre a rapsódia Das Águas. Como cantora, iniciou sua trajetória em 2000. É fundadora, cantora, compositora e produtora das bandas independentes e autorais Coletivo Gororoba e Afrôs e de seu trabalho solo; já gravou nos discos de Madian e O Escarcéu, Bandida 2014, Coletânea Projeto Br135, Boi Brilho Da Sociedade 2016 e ep de Afrôs. Suas músicas foram gravadas nos cd¿s: Xotes e Toadas, de Manoel Baião De Dois; Coletivo Gororoba (em processo) e ep Afrôs. É atriz e contadora de histórias (DRT 474/Ma) do grupo Xama Teatro, atuando no espetáculo "A Carroça É Nossa!" (prêmio melhor atriz coadjuvante - Fit Bahia 2014). Em 2010 coordenou projetos culturais e sócio-educativos para alunos da educação infantil, ensino fundamental, universitários e grupos visitantes no Museu Histórico E Artístico Do Maranhão - MHAM. Em 2011 foi professora do Curso Oficina De Atores, e em 2012 na escola de atividades corporais e artísticas Attivitá. Estreou a rapsódia autoral Das Águas com produção do grupo Xama Teatro em 2017 (Prêmio Pátio Aberto / CCVMMA) Lauande Aires Ator, Dramaturgo, Diretor e Compositor. É formado pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão e graduando do curso Licenciatura em Teatro na Universidade Federal do Maranhão. Em 2010 foi autor e diretor de elenco da Radionovela Dom Cosme: O tutor das Liberdades (Prêmio Roquette Pinto). Com os espetáculos O Miolo da Estória e A Carroça conquistou premiações e participação em projetos de circulação nacional. É autor do livro Entre o Chão e o Tablado: a invenção de um dramaturgo (2012) obra que reúne 04 textos de sua autoria, processos de criações e montagens. No cinema participou do curta Meus vinte melhores amigos (2012) e do longa Maranhão 669 (2014), ambos de Ramúzyo Brasil; do longa Luises Solrealismo Maranhense (prêmio melhor ator no Festival Guarnicê 2013) com direção de Lucian Rosa; do Longa O Signo das Tetas (2015) da Lume filmes, com direção de Frederico Machado Igor Nascimento Desenvolveu pesquisa sobre a dramaturgia híbrida de As Três Fiandeiras, no mestrado em Cultura e Sociedade, na UFMA. É doutorando em Artes Cênias na UNICAMP. Formado em Letras com Habilitação em Literatura e Língua Francesa. Em 2008, montou sua primeira peça, De Assalto. A segunda, Um Dedo por Dente, veio em 201, escreveu, em 2009, a radionovela Dom Cosme- O Tutor da Liberdade (2011, Prêmio Roquette Pinto), Nêgo-Cosme em Movimento (2012-2013), com o Grupo Cena Aberta. Seus livros publicados são O Assassinato de Charllenne, As Três Estações da Loucura e Caras Pretas. É diretor e dramaturgo de As Três Fiandeiras (Prêmio Nascente em Artes Cênicas – PERCEU/USP). com o grupo Xama. Criado na periferia de São Luís, no bairro Anjo da Guarda da área Itaqui-Bacanga, percebeu que a cada dia se afastava mais de onde vinha. Um novo projeto artístico, selecionado na edição 2017-2018 do Rumos Itaú Cultural, partiu de uma memória de infância: uma viatura da Polícia Federal foi até sua casa atrás de seu pai – então presidente e fundador da Rádio Bacanga FM, que na época funcionava de forma ilegal. Em São Paulo, nasceu, então, Fôlego Curto – Dramas para Ouvir. A iniciativa reúne nove peças adaptadas para radiofonia, em uma releitura de peças escritas por ele entre 2011 e 2017. Rosa Ewerton Natural de São Luís, MA, iniciou sua carreira de atriz em 1979. Incursionando pelo teatro de Bonecos, participou de oficina com Beto Bittencourt, tendo depois ingressado no Grupo Duro-Angu, de Brasília (DF). É atriz-dançarina do Núcleo Atmosfera de Dança-Teatro. Está no elenco de três espetáculos de dança-teatro desse Grupo: AS CORES DE FRIDA, SAFIRA NO CASARÃO DAS ILUSÕES e AS MULHERES DE SHAKESPEARE. Circulou, em 2010, por sete capitais brasileiras, pelo projeto SESC-AMAZÔNIA DAS ARTES, com o espetáculo AS CORES DE FRIDA. É atriz convidada do espetáculo As Três Fiandeiras, do Grupo Xama Teatro. Atuou em vários curtas-metragens e é atriz do premiado longa-metragem maranhense Signo das Tetas, do cineasta Frederico Machado. GUSTAVO CORREIA Nascido em São Luís, MA. É cantor, idealizador e fundador da Cia. Bumba Ópera Musicais, formado pela Escola de Musica do Maranhão, com estudos de aperfeiçoamento em canto barroco, técnica vocal, interpretação de ópera e coro sinfônico (Belas Artes - PR), composição e canto popular (Villa-Lobos -RJ) e Música - Licenciatura (UFMA). Foi vencedor do Festival Brasileiro de Canto Lírico MARACANTO, participante de importantes concertos como reinauguração do Teatro Arthur Azevedo (2001), A Música de Antonio Rayol (2003), Cena Lírica em Mozart (2007), O Melhor das Grandes Operas (2005), dentre outros. É preparador vocal, músico e diretor musical de As Três Fiandeiras, do Grupo Xama Teatro (2015).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.