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Produção, temporada na cidade de São Paulo e circulação pelo interior do Estado de São Paulo do espetáculo teatral "Comédias Furiosas", escrito por Leonardo Cortez e dirigido por Marcelo Lazzaratto.
1 - SINOPSE DO ESPETÁCULO TEATRALComédias trágicas sobre a fúria e a incomunicabilidade. Quatro histórias independentes se entrelaçam em um engarrafamento causado por um aparente suicídio. Uma profissional liberal tenta desesperadamente chegar em casa depois de descobrir que cometeu um erro imperdoável. Um publicitário passa mal no engarrafamento e busca amparo no apartamento do seu sócio. Um pintor recluso recebe a visita de um comprador de uma pequena cidade do interior, sem desconfiar das reais intenções do visitante; e finalmente, um diretor de cinema tem a autoria do seu filme questionada no dia em que recebe o maior prêmio da sua carreira. Entrecortando todas as histórias, a figura sinistra de uma cabra imprime um tom de realismo fantástico às narrativas. Classificação indicativa: 14 anosDuração: 80 minutos 2 - SINOPSE DA OFICINA Voltada para atores, dramaturgos, escritores e estudantes dessas áreas, a oficina “Encontro, Reflexão e Criação na Dramaturgia” fará do espetáculo “Comédias Furiosas” o ponto de partida para o debate sobre o papel da dramaturgia como elemento de registro e reflexão do nosso tempo. e reflexão do nosso tempo. Classificação indicativa: 16 anosDuração: 4 horas
OBJETIVO GERAL Produzir e realizar uma temporada de 2 meses (24 apresentações) na cidade de São Paulo e uma circulação pelo interior do Estado de São Paulo pelas cidades de Campinas, Ribeirão Preto, Santos, São José dos Campos e Santo André (5 cidades, sendo duas apresentações em cada), do espetáculo teatral "Comédias Furiosas", tragicomédia escrita por Leonardo Cortez e dirigida por Marcelo Lazzaratto. Este espetáculo foi produzido com recursos advindos do Edital Prêmio Zé Renato (cidade de São Paulo) em 2019. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Oferecer cerca de 720 ingressos gratuitos para o público de São Paulo / SP.- Oferecer cerca de 60 ingressos gratuitos para o público de Campinas / SP.- Oferecer cerca de 60 ingressos gratuitos para o público de Ribeirão Preto / SP.- Oferecer cerca de 60 ingressos gratuitos para o público de Santos / SP.- Oferecer cerca de 60 ingressos gratuitos para o público de São José dos Campos / SP.- Oferecer cerca de 60 ingressos gratuitos para o público de Santo André / SP.- Promover a acessibilidade de conteúdo do espetáculo para até 1.950 pessoas, por meio da realização de 9 apresentações com tradução em Libras (quatro apresentações em São Paulo e uma em cada cidade do interior).- Aumentar a vida útil do espetáculo que teve uma temporada de apenas 2 meses, aumentando a possibilidade do público entrar em contato com esta obra.- Apresentar uma dramaturgia que aproxime o público do espetáculo, gerando reconhecimento, troca e reflexão, ao retratar aspectos das relações humanas contemporâneas.- Apresentar quatro histórias que partem da desonestidade humana individual e que formam um mosaico em que o cômico e o trágico são espelho de uma sociedade dominada pela individualidade e pelo consumismo.- Proporcionar um entretenimento de qualidade, em que a riqueza e a agilidade dos diálogos, a acidez na crítica social e o humor cáustico do autor provocam o incômodo e a diversão, num harmonioso paradoxo.- Realizar o workshop "Encontro, reflexão e criação na dramaturgia: experiência e prática na atuação", ministrado por Leonardo Cortez, gratuito e voltado a atores, dramaturgos, diretores, escritores e estudantes.- Gerar empregos na área cultural, especificamente, na área teatral.- Estimular a formação de plateia, oferecendo ingressos gratuitos a instituições que trabalhem a cultura como forma de inserção social, a seus colaboradores (orientadores, educadores e professores) e a estudantes de escolas públicas.
Comédias Furiosas enquadra-se nos incisos I, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 e contribui para o alcance dos objetivos descritos nos incisos II, alínea "e", e IV, alínea "a", do Art. 3º da Lei 8313/91. Art. 1ºI - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. COMÉDIAS FURIOSAS é a nova tragicomédia de Leonardo Cortez, um dos mais importantes e prolíficos dramaturgos da nova geração, que, desde 2004, já teve oito espetáculos de sua autoria encenados, destacando-se "Rua do Medo", 2011; "Maldito Benefício", 2013; "Sala dos Professores", 2016 e "Pousada Refúgio", 2018. Foi indicado três vezes para o Prêmio Shell como Melhor Autor e recebeu duas indicações na mesma categoria aos Prêmios APCA, Aplauso Brasil e Cooperativa Paulista de Teatro. Histórias sobre a desonestidade humana, diária, das pessoas comuns. O texto de COMÉDIAS FURIOSAS é formado por quatro histórias independentes, onde neurotizados personagens de uma grande metrópole se encontram diante de situações-limite resultantes de um estilo de vida competitivo e doentio. A comédia de costumes é veículo para a crítica feroz da degradação moral da sociedade brasileira que insidiosamente corrói as relações e atitudes. As quatro histórias operam num registro de realismo fantástico, com curvas dramáticas cristalinas, mas tingidas de um humor inevitável, oriundo do egoísmo, pequeneza, mesquinharia e sentimentos persecutórios, características da contemporaneidade. A encenação se apropria de múltiplas projeções oriundas de diferentes fontes tecnológicas na denúncia de uma tecnologia que é instrumento do individualismo e isolamento. ENCENAÇÃOO drama contundente que nasce da solidão e da plena consciência da morte iminente dialoga com a mesquinharia que se traduz em comédia. Os personagens se revelam em quatro situações-limite que cobram transparência ao mesmo tempo em que a máscara social precisa ser mantida a qualquer custo sob o risco de implosão da individualidade. A estabilidade precária dos protagonistas é colocada em cheque em cada uma das cenas na proposta de um exercício pleno do trabalho do ator no contato com tipos impregnados de vícios, neuroses, idiossincrasias, angústias e pequenos prazeres que representam bóias de salvação diante da condenação inevitável. As cenas são aparentemente independentes, mas acontecem no mesmo dia e se entrelaçam umas às outras, em surpreendentes coincidências que extrapolam o engarrafamento, ponto de partida ou ponto final de cada uma das situações dramáticas. Cada personagem de uma cena tem uma ligação direta com a tragédia particular de outro personagem de outra cena, num jogo de revelações que tornam o espectador cúmplice na montagem do quebra cabeça dramatúrgico proposto pelo espetáculo. No que tange o estilo, o diálogo é franco, reto, sem psicologismos ou filosofias. A urgência de cada uma das situações-limite impõe aos personagens atitudes intempestivas das quais provavelmente eles irão se arrepender depois. Cada ação é resultado de um cruel sistema impositivo, onde desejos, sentimentos ou ideologias são sufocados em nome de um status social que se revela inútil diante da implosão dos valores morais e éticos. Assim, a mãe-mulher-profissional sucumbe diante da pressão cotidiana e desconta sua raiva na empregada doméstica. Um publicitário, que durante anos enganou sua ex-mulher, enlouquece diante da certeza de estar sendo traído pela atual esposa. Um pintor, que há tempos não flerta mais com o sucesso, se refugia num sítio isolado em busca da criação plena e independente das imposições mercadológicas, mas é obrigado a receber um potencial comprador que não entende de arte em nome da sua sobrevivência. Finalmente, um diretor de cinema é confrontado por um roteirista que reivindica a autoria do filme que lhe rendeu o maior prêmio da sua carreira. As coincidências se sucedem: a dermatologista da mulher da primeira cena é a irmã do pintor da terceira cena, o publicitário da segunda cena é o responsável pela propaganda que enlouquecerá o roteirista da quarta cena. O remédio psicotrópico misturado à bebida gera comportamentos imprevisíveis similares em diferentes personagens e a morte de um deles justifica o trânsito que aprisiona a todos num engarrafamento também potencialmente mortal. No meio de cada uma das histórias, a figura de uma cabra aparentemente fofa é o símbolo da comunicação sem fronteiras que redimensiona a solidão individual, catalisando o jogo de revelações que irá culminar em desfechos ora trágicos, ora patéticos. O fio da navalha se revela numa dramaturgia onde drama e comédia, terror e redenção, depressão e euforia, criação e imposição mercadológica caminham lado a lado na proposta de uma experiência teatral que faz uma crítica feroz ao consumismo e ao vazio das comunicações em histórias essencialmente contemporâneas e impregnadas da mais autêntica humanidade que abrange desde a plenitude até à pequenez. A cenografia é minimalista, reforçando o trabalho de atuação, direção do elenco, bem como os dramas que se desenrolam no palco. Cinco torres com anteparos brancos no alto servem de telas para uma projeção mapeada (vídeo mapping) que, por sua vez, serve como um elemento dramatúrgico, hora complementando a cena, hora estabelecendo uma relação entre elas. Por conta da estrutura necessária para a montagem e o tempo de ajuste do vídeo mapping, as apresentações em outros municípios fora de São Paulo não utilizarão o recurso de projeção, no entanto, sem prejuízo à qualidade técnica do espetáculo, tendo em vista que a concepção de direção contemplou a possibilidade das ações retratadas nos vídeos projetados, serem realizadas ao vivo, pelos próprios atores.
Com o intuito de se promover a acessibilidade física e de conteúdo, serão adotadas as seguintes medidas: 1. Seleção de espaços cujas instalações garantam o livre acesso da pessoa com deficiência física ou mobilidade reduzida e de idosos. As apresentações do espetáculo teatral serão realizadas, preferencialmente, em locais que atendam às condições de acessibilidade. Caso isso não ocorra, o produtor que acompanhará as apresentações (identificado como produtor executivo no orçamento), em conjunto com a equipe do espaço, será responsável por facilitar o livre acesso de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida e de idosos. 2. Realização de 9 apresentações com tradutor intérprete de LIBRAS (ao vivo) Essas apresentações serão distribuídas da seguinte forma:- quatro apresentações em São Paulo/ SP;- uma apresentação em Campinas/ SP;- uma apresentação em Ribeirão Preto/ SP;- uma apresentação em Santos/ SP;- uma apresentação em São José dos Campos/ SP;- uma apresentação em Santo André/ SP; Vídeos com o elenco convidando o público a assistir o espetáculo, com interpretação em LIBRAS, serão gravados e publicados na página do projeto (redes sociais). 3. Gravação e edição de vídeo com audiodescrição em português (BR) e com janela de LIBRAS.O vídeo será disponibilizado de forma gratuita pela internet. A produção do projeto entrará em contato com instituições que atuam com pessoas com deficiência visual e auditiva para ampliar a divulgação e distribuição deste material. Para garantir o bom uso dos recursos de acessibilidade, optou-se pela aplicação de duas formas. A tradução em LIBRAS ocorrerá ao vivo, em 9 apresentações, e também será acrescentada como uma janela em um vídeo com a íntegra do espetáculo. Este mesmo vídeo contará com faixa de audiodescrição e disponibilizado gratuitamente. As duas ações serão amplamente divulgadas pela assessoria de imprensa e pela página do projeto (redes sociais).
A fim de se democratizar o acesso ao produto cultural, serão adotadas as seguintes ações previstas nos incisos V e VI do art. 21 da IN nº 05/2017 do Ministério da Cultura:- permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, e;- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Dentro do escopo das atividades paralelas, realizaremos 10 oficinas para 510 pessoas no total, distribuídas entre as cidades pelas quais o espetáculo circulará da seguinte maneira: São Paulo 5 oficinas para 60 participantes, totalizando 300 participantes na cidadeCampinas1 oficina para 42 participantesRibeirão Preto1 oficina para 42 participantesSantos1 oficina para 42 participantes São José dos Campos1 oficina para 42 participantes Santo André1 oficina para 42 participantes
Dramaturgia: Leonardo CortezDireção: Marcelo Lazzaratto Elenco: Daniel Dottori, Gláucia Libertini, Leonardo Cortez e Maurício de BarrosCenografia e Iluminação: Marcelo Lazzaratto Figurino e Visagismo: Márcio Araújo Música Original: Dan MaiaVídeos: Daniel de Almeida / Notre Visage FilmsDireção de produção: Sonia Kavantan Funções que o proponente pode vir a exercer no projeto (remuneradas pelo projeto). - Direção de produção- Coordenação Administrativa- Elaboração da prestação de contas - Captação de recursos CURRÍCULOS LEONARDO CORTEZ(Texto e Ator) Roteirista, dramaturgo, ator e diretor teatral, formado em Artes Cênicas pela ECA/ USP. No teatro e como dramaturgo, Cortez foi indicado quatro vezes consecutivas ao Prêmio Shell de Melhor Autor, além de indicações na mesma categoria nos Prêmios APCA, Cooperativa Paulista de Teatro e Aplauso Brasil. A peça de sua autoria, "Sala dos Professores", foi apontada pelo site UOL como a Melhor Dramaturgia de 2016, além de ter sido o texto vencedor no Prêmio Júri Popular no Site Aplauso Brasil. MARCELO LAZZARATTO(Direção Artística e Iluminação) Ator e diretor formado em de Artes Cênicas pela ECA/ USP. É Professor Doutor em Interpretação e Direção Teatral e Chefe do Departamento de Artes Cênicas da UNICAMP. É diretor artístico da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, criada em 2000. Com o grupo, encenou: “A Ilha Desconhecida”, adaptação da obra de José Saramago; “Loucura”, compilação de textos a respeito do tema; “A hora em que não sabíamos nada uns dos outros”, de Peter Handke; “Amor de Improviso”; “Peça de Elevador”, de Cássio Pires, indicada ao Prêmio Shell 2006 como Melhor Figurino; “Ponto Zero”, a partir da obra de Salinger, Kerouac e Godard; “Eu estava em minha casa e esperava que a chuva chegasse”, de Jean-Luc Lagarce; “Do Jeito que Você Gosta”, de William Shakespeare, indicada ao prêmio Shell 2011, e “Ifigênia”, adaptadado do original de Eurípedes por Cássio Pires e indicada ao prêmio Shell 2012 como Melhor Iluminação. Em 2014, “O Jardim das Cerejeiras”, de Anton Tchekhov, foi indicada ao prêmio Aplauso Brasil nas categorias Espetáculo de Grupo, Direção, Cenografia, Figurino e Ator Coadjuvante. Em 2016 “Sala dos Professores”, de Leonardo Cortez, foi indicada aos prêmios Shell (Autor), Aplauso Brasil (Dramaturgia e Elenco), APCA (Autor) e Qualidade Brasil (Direção, Autor e Ator). Em 2018, concebeu e dirigiu “Romeu de Julieta, 80”, com Miriam Mehler e Renato Borgui que cumpriu temporadas no SESC Ipiranga e Céus da prefeitura. MAURÍCIO DE BARROS(Elenco) No teatro, atuou em: "Pousada Refúgio", de Leonardo Cortez, com direção de Pedro Granato, que lhe rendeu o Prêmio APCA na categoria Melhor Ator (2018); "Refluxo", de Angela Ribeiro, com direção de Lenate (2017); "Amor à Vista", escrito e dirigido por Leonardo Cortez; "Cais ou Da Indiferença das Embarcações", escrito e dirigido por Kiko Marques, pelo qual foi indicado aos prêmios Shell (Ator) e Arte Qualidade Brasil (Ator Drama), em 2013; "O Amor e Outros Estranhos Rumores", inspirado na obra do escritor Murilo Rubião e dirigido por Vara de Novaes (Grupo 3 de Teatro); "O Casamento", de Nelson Rodrigues com adaptação e direção de Johana Albuquerque; "Assombrando Júlia", de Alan Ayckbourn, com direção de Alexandre Tenório; "Vida & Obra de um Tipo à Toa", de Mario Viana, com direção de Daniel Alvim e o monólogo "Quase Lá" de própria autoria e direção de Daniel Alvim. DANIEL DOTTORI(Elenco) Ator formado em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Atuou em diversos espetáculos escritos por Leonardo Cortez, como: “Pousada Refúgio” (2018), “Colegas no Teatro” (2017), "Maldito Benefício" (2014/ 15), "Rua do Medo" (2010/ 11), "O Rei dos Urubus" (2008/ 09) e "Escombros" (2007). Participou da comédia "Carro de Paulista", entre 2003 e 2007, dirigida por Jairo Mattos, com texto de Mário Viana, parceria que foi repetida no espetáculo infantil "Bruxo PontoCom". Outro texto de Mário Viana foi "Verdades, Canalhas" dirigido por Hugo Possolo. Também trabalhou com os diretores Pablo Moreira na peça "A Cantora Careca", Beth Lopes em "Meias Verdades", Sebatião Apolônio em "Auto da Compadecida" entre outros. GLAUCIA LIBERTINI(Elenco) Atriz formada em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Em 2000, protagonizou, sob a direção de Leonardo Cortez, o espetáculo "Mumu, A Vaca Metafísica", recebendo o Prêmio de Melhor Atriz no Festival Nacional de Teatro de Blumenau, além de quatro indicações na mesma categoria em festivais de teatro no mesmo ano. Em 2001 integrou o Grupo XPTO de Teatro na montagem de "Estação Cubo", espetáculo de rua dirigido por Oswaldo Gabrielli. No ano seguinte, foi a Miranda na montagem do Grupo XPTO de "A Tempestade", de Shakespeare, também sob a direção de Gabrielli. Em 2003, com a Cia dos Gansos, protagoniza "O Crápula Redimido", de Leonardo Cortez. Do mesmo autor e diretor, atua em “Escombros”, em 2005. Entre 2008 e 2018, atua em “O Rei dos Urubus”, "Rua do Medo", "Maldito Benefício" e “Pousada Refúgio”, textos de Leonardo Cortez. Desde 2000 atua como dubladora e arte-educadora. DANIEL MAIA(Composição da Trilha Sonora) Músico e ator. Sob direção de Gabriel Villela, atuou e criou arranjos para os espetáculos “Ópera do Malandro” (2000), “Os Saltimbancos” (2001/03/08) e “Gota d’Água” (2001), de Chico Buarque de Hollanda; compôs a música para os espetáculos “Auto da Liberdade” (2003); “Fausto Zero” (2004/05), de Goethe e para “Vestido de Noiva” (2009), de Nelson Rodrigues (as duas últimas indicadas ao Prêmio Shell). Em 2014 e 2015 fez a direção musical para a exposição Grimm Agreste e compôs as trilhas sonoras para “Zoopraxiscópio”, balé de Roberto Alencar; “Palavra de Rainha”, direção de Mika Lins; “Três Mulheres Baixas”, direção de Lavínia Pannunzio; “Marica”, direção de Marcio Aurelio; “1gaivota – é impossível viver sem teatro”, direção Nelson Baskerville; “Visitando o Sr. Green”, direção Cássio Scapin; “Rei Lear” e “A Língua em Pedaços”, direção Elias Andreato e “A Besta e O Sucesso a Qualquer Preço”, direção Alexandre Reinecke. MÁRCIO ARAÚJO(Figurinos e Cenários) Ator, diretor, autor, roteirista e diretor de arte. Assina os figurinos de inúmeros espetáculos, destacando-se: “Comédias Furiosas”, de Leonardo Cortez e direção de Marcelo Lazzaratto, “Um Presente para Ramiro”, de Valdo Resende (2108). Foi o responsável pelos cenários e figurinos de “Pedro e o Lobo - uma versão brasileira”, “Cãofusão Gatonômica”, “Um Mestre Brasileiro” e “Floresta dos Mistérios”. SONIA KAVANTAN(Direção de Produção) Socióloga e Pedagoga formada pela USP. Produtora cultural com 30 anos de experiência. Projetos recentes na área teatral: “Palavra de Stela”, criado a partir da vida e obra poética de Stela do Patrocínio, adaptação e direção de Elias Andreato, com Cleide Queiroz, indicada ao prêmio APCA como Melhor Atriz (2017/ 2018); “Aeroplanos”, de Carlos Gorostiza e direção de Ednaldo Freire (2017/ 2018), “Maldito Benefício”, de Leonardo Cortez (indicado aos prêmios Shell, APCA Aplauso Brasil na categoria Melhor Autor) e direção de Marcelo Lazzaratto (2014/ 2015); “Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio”, direção de Elias Andreato, com Carlos Moreno, Mira Haar e Patricia Gasppar e direção musical de Jonatan Harold (indicado ao APCA 2014 como Melhor Música); “Amor à Vista”, texto e direção de Leonardo Cortez, com Maurício de Barros e Laís Marques.
PROJETO ARQUIVADO.