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PRONAC 200542Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O Casamento da Ratinha Hideko

U.S. SAIDE PRODUCOES CULTURAIS E ARTISTICAS
Solicitado
R$ 715,8 mil
Aprovado
R$ 715,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-03-02
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Apresentar uma história inspirada na parábola Japonesa "O casamento da Ratinha", que irá emocionar e divertir toda a família. Pretendemos fazer uma homenagem a todos os ancestrais e povo japonês, através da arte do Teatro. Montar este espetáculo, não é apenas uma questão sentimental, mais um excelente produto cultural, focando na miscigenação entre as culturas do Brasil e Japão.

Sinopse

O casamento da Ratinha é uma parábola japonesa que inspirou um dos grupos musicais infantil mais respeitados do Brasil o “Palavra Cantada”, eles compuseram a música “o Rato”. Aproveitando a proximidade das crianças, decidi adapta-la para o Teatro. Agora a Ratinha tem um nome Hideko, a ratinha tem um pai: Toshio e ganhou uma irmãzinha: Kimiko. E agora, Hideko está na hora de casar-se. Mas quem seria o noivo ideal para esta Ratinha tão especial? Seria o tão imponente Sr. Sol, o imperador da Terra? O avoado e apaixonado Senhor Nuvem, ou o temperamental Ninja da Noite, o Sr. Vento. Acompanhe a viagem de Hideko, seu pai Toshio e sua irmãzinha Kimiko, em busca do noivo ideal. Descubra essa histórias de Ratos, ninjas e samurais no musical “O casamento da Ratinha Hideko”.

Objetivos

Objetivo Geral Encenar O Casamento da Ratinha Hideko de forma criativa e com muitas referências do Japão e do Brasil, e transpor com sutileza a integração desses dois povos tão interessantes em suas culturas. Para que a montagem do espetáculo consiga tocar a todos de forma lúdica e poética e ao mesmo tempo contundente, essa união brasileira e japonesa, contará com excelentes profissionais que se unirão nas mais diversas funções, mostrando através de suas vestimentas, musicas, ambientação, a importância da miscigenação de dois povos, o brasileiro e o japonês. Objetivo Específico Realizar a produção e temporada do espetáculo pelo período de quatro meses na cidade de São Paulo, de sábados e domingos, totalizando 36 apresentações, atingir aproximadamente 10.800 (dez mil e oitocentos), expectadores - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos. - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida.

Justificativa

As principais justificativas para a aprovação e realização do projeto com recursos de incentivo fiscal são: a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais: A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. c) O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Em nosso país, o investimento destinado à produção cultural é muito maior que os recursos aplicados no acesso do que é produzido. Dados referentes ao acesso cultural no Brasil comprovam esse desequilíbrio. De acordo com uma pesquisa realizada anos atrás pelo CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), 97,6% da classe C e 99% das classes D/E da região metropolitana de São Paulo nunca assistiram a uma apresentação de música erudita, por exemplo. Mesmo com relação ao cinema, que detém o melhor índice de acesso, a pesquisa mostra que 67,4% da classe C nunca assistiu a uma sessão. Outro dado que comprova a falta de acesso aparece na última edição do Guia Brasileiro de Festivais de Cinema: dos 72 filmes brasileiros produzidos em 2006, 32 (44%) não atingiram a marca de 10 mil espectadores. O projeto O Casamento da Ratinha Hideko, se destina ao público infantil e ao público em geral e em especial os estudantes de escolas públicas e as populações de baixa renda, residentes na cidade de São Paulo, comprovadamente sem recursos para pagar o ingresso de teatro. O projeto permite, também, que as empresas patrocinadoras, apoiadores e os órgãos públicos tenham maior visibilidade e valorização de sua marca ao participarem de um projeto cujo objetivo principal é a democratização cultural. Salientando que o mais importante é a formação de novas plateias, o nosso público alvo principal será de crianças e adolescentes, alunos das escolas públicas, público de um modo geral e formadores de opinião. O projeto atingirá em sua primeira fase: 02 meses de pré-produção, 04 meses de produção, 01 mês de pós produção. Qualquer país que se pretenda justo e socialmente democrático tem como base principal, cidadãos com autoestima, intelectualmente preparados e inclusos em sua sociedade.

Estratégia de execução

Motivação: Há 110 anos o Japão passava por uma crise demográfica significativa e o governo Japonês não mediu esforços para incentivar a imigração. Com a 1ª grande Guerra Mundial, o Brasil tornou-se a melhor opção para este povo corajoso e cheio de garra, já que os EUA, Canadá e Austrália não eram as melhores opções nestes tempos de guerra. Hoje a mais de 1 milhão de imigrantes japoneses no Brasil e 75% estão em São Paulo, se tornando quase que uma extensão do Japão. Está mais do que na hora de mostrar um pouco dessa cultura tão rica e diferente da nossa, mas que habita São Paulo, que até parece nossa. Na explosão da culinária (quase encontramos um restaurante japonês por esquina), a um bairro todinho desenhado e marcado por seus portais, lojas e moradores (a Liberdade). A simplicidade no pensamento Japonês, uma lógica que foge de nosso estilo passional latino, o respeito aos mais velhos, o compromisso das palavras, muitas coisas temos que aprender com este povo, que é um pouco nosso também, pela mistura de nosso braços abertos, pois somos assim! Muitos são fruto dessa mistura – mestiça – que se abraça, em poder fundir o melhor de nossas culturas. Por isso nossa autora sentiu vontade de contar uma história para os pequenos, uma história Japonesa, com brasilidade, mostrando toda a riqueza dessa bela cultura com suas cores únicas, sonoridade única, lá de longe, onde o sol escolheu pra tocar primeiro.

Especificação técnica

Considerado período de Pré-Produção, contratação dos profissionais de criação e de toda equipe que fará parte do espetáculo, dois meses. Considerado período de Produção, ensaios, montagens e temporada do espetáculo, quatro meses. Considerado período de Pós-Produção, desmontagem, pagamentos finais de cachês e de serviços locados e prestação de contas, um mês.

Acessibilidade

Acessibilidade Física Conforme Art. 47. As propostas culturais deverão contemplar medidas que busquem garantir acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas aos locais onde se realizam atividades culturais ou espetáculos artísticos, bem como o acesso ao conteúdo das obras e dos produtos gerados pelo projeto, sem prejuízo de outras garantias previstas em legislação específica. Dessa forma o espetáculo ficará em cartaz em teatro com acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas. E Conforme Art. 52 da IN 2017, acataremos a norma da ABNT - NBR 15599:2008, que também será como ação de acessibilidade, ações para DEFICIENTES AUDITIVOS. Acessibilidade de Conteúdo Em algumas apresentações contaremos com interprete de libras. As ações de acessibilidade serão amplamente divulgadas na bilheteria do teatro e em material impresso do espetáculo. A acessibilidade será garantida a todos os moradores da cidade, pois o espetáculo será exibido em teatro localizado na de cidade de São Paulo, localizado próximo a metrô, em horários convenientes a todos e com enorme opção de transporte, tais como ônibus, taxis e ubers, além do metro propriamente dito facilitando a locomoção da população e turistas que visitam a cidade. A acessibilidade aos Portadores de Necessidades Especiais, através de rampas e elevadores para cadeirantes e assentos especiais para outro tipo de necessidades.

Democratização do acesso

Conforme Art. 55 da IN/2017, o proponente deverá adotar ao menos um dos critérios, números da IN. Nosso projeto realizará o seguinte critério: I - doação dos ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo; Dessa forma destinaremos 10% (dez por cento) dos ingressos disponíveis no teatro, Conforme especifica o Art. 53 da IN/2017, durante toda a temporada para Instituições e Associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas. A forma de contato será através de carta convite, devidamente registrada e firmada, conforme inciso 2º desse artigo. Conforme Art. 56 da IN/2017, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de democratização do acessoàs atividades, aos produtos, serviços e bens culturais. Nosso projeto adotará o seguinte INCISO previsto na IN/2017:VII - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 57; Realizaremos dessa forma 2 ensaios abertos gratuítos. Conforme Art. 57 da IN/2017, As propostas culturais deverão apresentar ação de formação de plateia ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias, apresentada no Plano de Distribuição do projeto como produto acessório da atividade principal. Dessa forma, faremos as seguintes ações conforme os incisos do artigo:§ 1º O mínimo de 50% (cinquenta) das ações de formação de plateia deverão ser destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Faremos carta-convite para as escola públicas de forma a atender estudantes e professores, atingindo 50% da capacidade da casa para a ação de formacão de plateia.O número de estudantes e professores beneficiados pela ação de formação de plateia deve corresponder a 10% (dez por cento) do quantitativo de produtos culturais previstos no Plano de Distribuição. As propostas deverão contemplar o mínimo de 20 (vinte) beneficiários, podendo, a critério do proponente, se limitar a 1.000 (mil). A produção do projeto do musical infantil “O casamento da Ratinha Hideko”, visando a real dinamização e democratização cultural e ciente e comprometida em oferecer como contrapartida a população brasileira, pelo apoio recebido do Ministério da Cultura ao projeto, preços acessíveis de R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia entrada, além das promoções oferecidas no mercado. Distribuiremos 40% dos ingressos gratuitamente para ONGS, OCIPS e escolas da rede pública de ensino, demais instituições interessadas, para que efetivamente as pessoas que não dispõe de bens matérias possam desfrutar de um espetáculo de alta qualidade técnica e profissionalismo com grandes nomes das artes cênicas nacionais. Buscando em todos os momentos de preparação uma profunda responsabilidade com a utilização dos recursos públicos, ora pleiteados. O público alvo para a distribuição destes convites, serão professores e estudantes do sistema público de educação e Ongs que desenvolvem trabalhos com população de baixa renda. Faremos ensaios abertos, convidando escolas públicas e ampliando a democratização de acesso à cultura. Faremos sessões com palestrante, que fará um bate papo sobre os temas abordados no espetáculo. Faremos sessões com intérprete de Libras.

Ficha técnica

Ficha Técnica: Texto e Direção: Carla Masumoto Direção Musical: Charles Dalla Direção de Movimento e Coreografia: Keila Fuke Elenco convidado: Fabio Yoshihara, Leandro Luna e Li Martins Os demais do elenco serão escolhido via audição publica Técnica e Montagem Circense: Joizel Bonfim Figurino e Visagismo: Fabio Namatami Iluminação: Newton Saiki Produtora Assistente: Juliana Paltrinieri Direção de Produção: Bira Saide Produtores Associados: Valdir Archanjo e Bira Saide Realização: U. S. Saide Produções Culturais Carla Masumoto iniciou sua carreira no Teatro, sendo seu primeiro espetáculo profissional o musical brasileiro “Saltimbancos” de Chico Buarque, com direção de Júlio Micheletti em 1978. Desde então seguiu carreira até ser premiada com um APETESP de melhor atriz, pelo espetáculo musical “Tietê Menino”, de Carlos Queirós Telles, dirigido por Roberto Lage em 1993. Outro prêmio significativo foi para o espetáculo “Mulheres de Jorge Amado”, da Cia Ararama, dirigido por José Eduardo Amarante (Prêmio do FITEI) e o musical “O Pequenino Grão de Areia” de João Falcão, com direção de Valdir Ramos. A produtora de espetáculos e eventos nasceu junto com sua carreira de atriz, sendo indicada para um APETESP de melhor produção pelo espetáculo “Bem me quer Ará Orum”. Além do teatro, Carla produziu 11 CDs, entre eles a coleção infantil de radionovela “Conta um Conto”, o CD “Ano Bom”, de Vicente Barreto pela Warner e um “Monteiro Lobato” especial para a Trama Music. Daí para shows musicais, produziu shows no Memorial da América Latina para a rádio Musical no evento “Verão Cultural”, onde participaram mais de 60 artistas, incluindo Gilberto Gil, Chico César, Klébi, Zélia Duncan, Karnac, Sá e Guarabira, Renato Teixeira, Almir Sater, entre outros. Direção Musical - Charles Dalla, Além de compositor, é formado pela UNESP com bacharelado em composição e regência, é ator e cantor. Tem em seu currículo inúmeros trabalhos em teatro musical, além de dirigir dublagens, locuções e games, como “a trilha sonora para a Disney/Pixar” Grow /Disney e a trilha adicional para o “game soletrando” para a Globo marcas. Seu trabalho também estende-se para a produção musical, jingles para campanhas publicitárias, Institucionais para o Ministério do Trabalho, Músicas originais para o boneco Nemo “Grow /Disney” e Músicas originais para o boneco Perry de Phineas e Pherb “Grow /Disney”, entre outros. No teatro musical, possui mais de 20 trilhas e composições, além de direção musical e seus últimos trabalhos são: O chapeleiro Maluco, direção Jarbas Homem de Melo, A Saga da Bruxa Morgana e a familia Real, direção Cristiane Tricerri (pré indicado ao prêmio Coca Cola na categoria de melhor trilha sonora composta), O fantasma da Mascara, direção de Rosi Campos, Pernas Pro Ar, de Claudia Raia (trilha original e assistente de direção musical), direção de Caca Carvalho. Figurinista e Visagista Fábio Namatame - Em 1981, Fábio Namatame - É ganhador de prêmios como: SHELL, APETESP, APCA, Mambembe, Cultura Inglesa, Sesc São Paulo, Paulínia de Cinema e Carlos Gomes de Ópera Prêmio Sesc / Sated de Belo Horizonte, Premio Usiminas SINPARC. Dentre seus trabalhos destacam: MORANGOS MOFADOS - direção Paulo Yutaka São Paulo, O GUARANI -direção Carlos Alberto Sofredini São Paulo, CASA - direção Denise Stoklos Nova York, SEXO DOS ANJOS - direção Flávio de Souza São Paulo, NÃO TENHA MEDO DE VIRGINIA WOLF -direção e texto Elias Andreato São Paulo., HIPERBOREA -direção Antonio Araujo São Paulo, CORPO SUTIL - direção Eli Daruj São PauloPIERROT - direção Val Foly São Paulo, CIÚME - direção de Marília Pêra Rio de Janeiro, BACALHAU E VINHO - direção de Carlos Alberto Sofredini São Paulo, QUIXOTE - direção de Eliana Fonseca São Paulo, OSCAR WILDE - direção de Vivien Buckup, MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS- direção de Regina Galdino São Paulo, A LISTA DE AILCE - direção de Elias Andreato, DESMEDÉIA - direção e concepção Denise Stoklos, ELE É FOGO - direção de Isser Korik, APARECEU A MARGARIDA - direção Aderbal Freire Filho Rio de Janeiro, QUIXOTE - direção de Fabio Namatame São Paulo. Iluminador - Newton Saiki - Entre seus principais trabalhos em teatro constam - O Parturião, Sacra Fulia, O Anel de Magalão, Burundanga, Yepe e Till Laugelspiel, todos sob direção de Ednaldo Freire da Fraternal Cia de Artes e Malas Artes - Harmonia em Negro Direção de Del Rangel, com Ana Paula Arosio e Cassio Escapin, Anna Nery, A Fkoresta dos Sonhos , O Violino Mágico e Que História é Esta, com Direção de christina Trevisan, enre outros. Coreografia: Keila Fuke – Atriz - DRT 8089 - Atriz, diretora e coreógrafa. Bacharel em Educação Artística, com licenciatura em Artes Cênicas, pós-graduada em Hatha Yoga pela FMU, e em Ballet pelo Liceum Unicsul e teatro com o Grupo Tapa e no CPT com Antunes Filho. Atua profissionalmente há 28 anos e participou dos musicais: Miss Saigon, Sweet Charity, A Bela e a Fera, Vitor ou Vitória e Elas por Ela. Atuou no curta Manual pra atropelar cachorro, Batchan, Mãe de Leite e nos seriados Vá de Retro (Globo), Eu, Ela e um Milhão de Seguidores ( Multishow), Mothern (GNT), na novela Meu Bem Meu Mal, Belíssima. Coreografou o show de Cristian e Ralf com direção de Marilia Pêra, e o Show de Cantora Tania Mara. Um Conto de Natal, da FLMA. É coreógrafa da Escola de Atores Wolf Maya. Assinou a coreografia da 2a temporada do musical Vingança junto com Katia Barros e a direção de movimento do musical As Damas de Paus, de Mara Carvalho. Produção: U.S. SAIDE PRODUÇÕES CULTURAIS - No período de 1988 a 1994, integrou a diretoria da Cooperativa Paulista de Teatro e no período de 1991 a 1995 a administração do Teatro Sergio Cardoso / Secretaria de Estado da Cultura, no período de 2000 e 2001 foram os produtores e gestores do Theatro XVIII – Pelourinho – Salvador – BA - Produção de Teatro – 2019 – Cada Um Tem o Anjo Que Merece, de Pedro Fabrini, direção de Maximiliana Reis, com Vida Vlatt, Elias Cardoso e Pedro Fabrini, 2018 - MPB Musical Popular Brasileiro, onde éramos os diretores de produção, contratados, 2017/2018 A Rainha do Rádio, de Pedro Fabrini e Eduardo Martini, com Viviane Alfano, Públio Gimenes e Edu Martini – 2017 Angel, de Vitor Oliveira e Carlos Fernando Barros, direção Eduardo Martini – 2017/2018 Papo com o Diabo, de Bruno Cavalcanti, com Eduardo Martini e direção Elias Andreato – 2016 a 2018 Até que o Casamento nos Separe, de Eduardo Martini e Cris Nicoloti, com Suzy Rego e Eduardo Martini – 2016/2017 Cada um tem o Anjo que Merece, de Pedro Fabrini, com Eduardo Martini, Viviane Araújo e Pedro Fabrini -2016 a 2018 I Love Neide – A Viagem, de Pedro Fabrini, com Eduardo Martini e Pedro Fabrini – 2016/2017 Na Medida do Possível, de Léo Jaime, Luiz Carlos Góes, João Baptista e Marcelo Saback, com Eduardo Martini – 2016 a 2018 O Filho da Mãe, de Regiana Antonini, com Eduardo Martini e Guilherme Chelucci 2013 a 2015 A Toca do Coelho, de David Lindsay-Abare, do original em inglês “Habbit Hole”, ganhador do Prêmio Pulitzer 2007 e ganhador do Prêmio Tony o maior prêmio do teatro norte americano direção de Dan Stulbach, com Reynaldo Gianecchini / Anderson Di Rizzi, Maria Fernanda Cândido / Barbara Paz / Bianca Rinaldi, Selma Egrei / Neusa Maria Faro, Simone Zucato e Felipe Hintze / Rafael De Bona 2013/2014/2015, produção em São Paulo do espetáculo musical Gozados, direção Stella Miranda, com Luís Salem e Stella Miranda Janeiro e Fevereiro de 2013, Produção e Administração do espetáculo da Broadway Os 39 Degraus, baseado na obra de Alfred Hitchcock, com autoria de Patrick Barlow, tradução e adaptação de Alexandre Reinecke e Clara Carvalho e direção de Alexandre Reinecke, com Dan Stulbach, Danton Mello, Paulo Goulart Filho, Fabiana Gugli e Henrique Stroeter, Direção de Produção e Administração do espetáculo da Broadway “Avenida Q”, direção original de Charles Möeller e Claudio Botelho, e na segunda temporada, direção de Christina Trevisan.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.