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PRONAC 200572Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cidade Submersa - Postais Efêmeros da década de 20

MUNDO COMUNICACAO LTDA - ME
Solicitado
R$ 998,7 mil
Aprovado
R$ 998,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-07-23
Término
2022-07-23
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Cidade Submersa é um convite a flanar pelo Rio de Janeiro de 100 anos atrás. Uma exposição imersiva que apresenta a arquitetura do Rio de Janeiro nos anos 20 do século passado. O título da exposição faz referência às camadas que se sobrepuseram, e desapareceram da paisagem do Rio de Janeiro com o passar das décadas, e que virão à tona através de fotografias, maquetes, trechos de textos literários e muita tecnologia. Um mergulho em imagens e sonoridades da então exuberante capital da República. O vínculo com o visitante será construído ao revelar cartões-postais cariocas que não existem mais no atual desenho da cidade: como o Palácio Monroe, o Mirante do Chapéu do Sol e o Pavilhão Mourisco, além de apresentar locais que traduziam a cena efervescente da época. O acesso à exposição será gratuito e serão realizadas atividades educativas com alunos em idade escolar.

Sinopse

ROTEIRO DA EXPOSIÇÃO 1) Instalação - Morro do Castelo Na entrada da Casa França Brasil, uma instalação dará as boas-vindas à exposição. Será uma caixa de vidro cheia de terra, contendo o nome da exposição, numa referência ao desmonte do Morro do Castelo. Ao seu redor, haverá a representação de uma cidade geometrizada em maquete. 2) Fotografias do Desmonte do Morro do Castelo Augusto Malta Contexto Fisicamente, o Morro do Castelo não existe mais. No entanto, é impossível contar a história do Rio de Janeiro sem citá-lo. Foi arrasado em 1922 pelo prefeito Carlos Sampaio com a desculpa de ser um espaço proletário, repleto de velhos casarões e cortiços, no centro da cidade e necessário para a montagem da Exposição Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil. Higienistas se referiam a ele como um quisto de terra vermelha, tumor infeccionado que obstruía o seio do Rio e ameaçava contaminar a cidade. Entre 1921 e 1922, à medida que o morro era demolido, uma nova esplanada surgia e a Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil era montada. A Exposição do Centenário da Independência do Brasil estendeu-se até julho de 1923, transformando o Rio de Janeiro na mais fascinante cidade da América Latina, segundo os jornais da época. 3) Cidade Projetada João do Rio (Sonorização) O traçado da cidade no início do século projetado no chão mostra as principais ruas do Centro do Rio e dá início ao roteiro da exposição. O visitante atravessa o mapa ao som do prefácio de A Alma Encantadora das Ruas de João do Rio. Sonorização Para compreender a psicologia da rua não basta gozar-lhe as delícias como se goza do calor do sol e o lirismo do luar. É preciso ter espírito vagabundo, cheio de curiosidades malsãs e os nervos com um perpétuo desejo incompreensível, é preciso ser aquele que chamamos aneur e praticar o mais interessante dos esportes - a arte de anar. [...] 4) Centenário da Independência Maquetes + Vitrine de Postais Dos 24 pavilhões da Grande Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil, 20 foram demolidos. Três destes pavilhões terão destaque ao serem representados por maquetes. 5) Centenário da Independência Mapa Volumétrico Um mapa volumétrico dá a extensão do roteiro da Grande Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil. A área destinada à Avenida das Nações se estendeu do Palácio Monroe até a Ponta do Calabouço. O outro segmento correspondia à área nacional e ia da Ponta do Calabouço até o Mercado da Praça XV. Entre os principais pavilhões ali construídos estava o edifício que hoje abriga o Museu Histórico Nacional (o Palácio das Grandes Indústrias). 6) Centenário da Independência Instalação Os 20 pavilhões da Exposição Internacional que foram demolidos serão relembrados em uma instalação etérea e lúdica através de projeções em diversas camadas de tecidos suspensos próximos ao pórtico Porta do Sul. A imersão dará a sensação de um mergulho nas imagens. 7) Maquete + Vitrine de Postais Pavilhão Mourisco Reconstrução, a partir de fotos, de um dos ícones da praia de Botafogo na época: o Pavilhão Mourisco, que hoje dá nome ao lugar onde foi protagonista da enseada. Pavilhão Regatas Botafogo Reconstrução, a partir de fotos, de outro ícone da praia de Botafogo na época: o Pavilhão Regatas Botafogo Beira-Mar. 8) Mirante do Chapéu do Sol Cenografia Quase ao centro tremos a imponente presença do Mirante Chapéu do Sol. Ele será construído cenograficamente, de forma a acolher os visitantes e dando a sensação aos que sobem de estar, de fato, no topo do Corcovado. Para apreciar a vista em 360 graus da cidade, serão oferecidos óculos de realidade virtual. A intenção é proporcionar uma vivência da paisagem como era vista no monumento naquela época. 9) Pavilhões de 1908 Maquetes + Vitrine de Postais Daremos destaque à Porta Monumental que iniciava o trajeto da Exposição Nacional. Ela será construída cenograficamente em madeira, nas cores branco sobre branco, em escala 1/8 devido à sua monumentalidade e ao monumental Pavilhão das Indústrias. 10) Palácio Monroe Maquete Construiremos a maquete de um dos ícones mais saudosos da Cinelândia: o Palácio Monroe. Contexto O Palácio Monroe foi projetado para ser o Pavilhão do Brasil na Exposição Universal de 1904 e reconstruído na área da Cinelândia. Foi demolido em 1976 em função do movimento modernista. 11) Morte do Luar - Instalação com Maquete Após um panorama sobre o Centro do Rio, nosso olhar será direcionado ao mar. Teremos uma sala escura, onde visitantes receberão lanternas para desvendar as fotografias nas paredes, ao som da crônica que relata a chegada da luz elétrica à ilha de Paquetá. 12) Cidade Submersa - Instalação com Maquete O espaço estará sob o efeito de reflexos de água que incidirão numa maquete branca do Centro do Rio. Nela estará em destaque o traçado da orla do início de 1920 comparado ao de hoje. Uma voz narra a crônica A Revolta do Mar, de Lima Barreto para a Revista Careta em 1921, que fala sobre a ressaca que destruiu a Avenida Beira Mar após a construção dos aterros na cidade. Contexto A instalação complementa a abordagem do desmonte do Morro do Castelo. Suas terras foram usadas para aterrar áreas baixas ao redor da Baía de Guanabara, parte da Urca, da Lagoa Rodrigo de Freitas e do Jardim Botânico. 13) Cartões Efêmeros Sala de Vídeo Fazendo um panorama do Rio da época, teremos um vídeo com inúmeras fotos das paisagens, monumentos e arquitetura deste período: Mirante do Chapéu do Sol no Corcovado, Mourisco e o Pavilhão de Regatas em Botafogo, os Monumentos e Pavilhões da Exposição Nacional de 1908 na Urca, o Palácio Monroe e o Café Nice no Centro, e a famosa Praça Onze, o berço do samba. Acervo As cenas serão fotos de acervo do fotógrafo o cial da Prefeitura na época, Augusto Malta e também de Marc Ferrez (Augusto Malta - Acervo IMS). O vídeo terá duração de 1 minuto, com sonorização e edição. 14) Educativo Ao final da visitação, uma ação lúdica e de reforço ao conteúdo oferecido pela exposição, será oferecida aos visitantes, tendo crianças e estudantes como público alvo. Cartões postais físicos retratando diversos pontos da cidade que não mais existem hoje, poderão ser customizados conforme o olhar de cada visitante, assim como a retratação de seus locais afetivos, existentes ou não. Será uma forme de sensibilizar crianças e adolescentes não só para o período histórico do início do século XX, mas para seus próprios locais de afeto.

Objetivos

Onjetivos Gerais: Realizar a exposição CIDADE SUBMERSA - Postais efêmeros da década de 20, proporcionando ao visitante a experiência de passear pelo Rio de Janeiro dos anos 20, então capital da República, cidade que condensava distintos projetos de modernidade para o país. Naquele período, a década se iniciava com os preparativos para o Centenário da Independência, que seria festejado 2 anos depois. Havia o desmonte do Morro do Castelo e a cidade mudava seus traçados. O público será convidado a remexer as ruínas de uma cidade submersa, investigando camadas de arquitetura que se sobrepuseram através das décadas. Estes contornos, não mais visíveis na paisagem da cidade, virão à tona por meio de fotografias, maquetes, trechos literários e muita tecnologia, evidenciando a efemeridade dos projetos que, naquele período, eram dados como definitivos. Para realizar esta descoberta, o visitante entrará em contato com imagens de grandes fotógrafos, como Augusto Malta e Marc Ferrez. Também conhecerá as formas de prédios e monumentos emblemáticos da época, em maquetes do arquiteto Flavio Papi, e irá interagir com espaços imersivos especialmente desenhados para o projeto. A paisagem sonora do passeio ficará por conta de músicas e crônicas, que ajudarão a construir as vozes da época, trazendo importantes nomes da literatura. Apresentaremos um precioso acervo histórico do início do século XX, atravessando experiências interativas e sensoriais, que combinarão baixa e alta tecnologia. São exemplos desta proposta: espaços como a sala Cidade Submersa, uma instalação de tecidos suspensos com projeções das imagens do Centenário de 1922 e uma sala escura com fotografias que serão observadas com lanternas, ao som da crônica de Benjamin Costallat sobre a chegada da luz elétrica a Paquetá. Será uma oportunidade de confrontar a cidade contemporânea com aquela da época em que o Rio era a capital do país. Passear por cartões-postais que hoje não se apresentam mais na paisagem. Sentir a força da ressaca das orlas recém-construídas pelos aterros. Ver a Enseada de Botafogo com outros protagonistas, como o Pavilhão Mourisco e o Pavilhão de Regatas. Conhecer o Morro do Castelo e subir ao Mirante do Chapéu do Sol, onde hoje se encontra o Cristo Redentor, avistando sua paisagem através de óculos de realidade virtual. Ao final da exposição, crianças em idade escolar serão convidadas a participar das atividades educativo-culturais voltadas ao desenvolvimento de cenários afetivos particulares, existentes ou não, assim como postais modelos que possam ser customizados pelas crianças. Cidade Submersa é um convite a flanar pelo Rio de Janeiro de 100 anos atrás. Objetivos específicos: - Realizar uma uma exposição imersiva com duração mínima de 30 dias e entrada franca - Realizar atividades educativas para até 800 crianças em idade escolar - Disponibilizar através de catálogo virtual todo o conteúdo elaborado para a exposição como textos críticos e fotos, além de toda a pesquisa histórica, musical e literária para amplo acesso através da internet.

Justificativa

Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de uma exposição imersiva e multidisciplinar, para ser realizada durante a RIO 2020 _ CAPITAL MUNDIAL DA ARQUITETURA UNESCO UIA _ 27º Congresso Internacional de Arquitetos, por um período mínimo de um mês. Seu tema é a entrada do Rio de Janeiro nos anos 20 do século passado, quando era o principal centro político e econômico do país. Será uma oportunidade importante para, 100 anos depois, sensibilizar o público sobre sua própria relação com a cidade. O título da exposição Cidade Submersa faz referência às camadas que se sobrepuseram e desapareceram da paisagem do Rio de Janeiro com o passar das décadas e que virão à tona através de fotografias, maquetes, trechos literários e tecnologia. Um convite a um mergulho em imagens e sonoridades da então exuberante capital da República. O vínculo com o visitante será construído ao revelar cartões-postais cariocas que não existem mais no atual desenho da cidade: como o Palácio Monroe, o Mirante do Chapéu do Sol e o Pavilhão Mourisco, além de apresentar locais que traduziam a cena efervescente da época, como o Café Nice e a Praça Onze. A ideia é que, por meio de experiências sensoriais, seja estabelecido um diálogo entre os visitantes e um Rio de Janeiro que não existe mais. Este diálogo se dará por meio de espaços de imersão, instalações, fotografia, sonorização, maquetes, cenografia e interatividade. Os textos expositivos e a musicografia irão ajudar na reconstrução da história e das vozes da época. Personalidades como João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Orestes Barbosa serão responsáveis pela costura narrativa na apresentação de bairros emblemáticos do Rio de Janeiro, como o Centro da cidade, Paquetá, Botafogo. O projeto também tem o objetivo de estimular o conhecimento e promover a cultura nas escolas. Um convite em formato de cartão-postal será enviado para professores de escolas públicas da cidade, convidando-os a trazerem seus alunos e participarem de uma visita guiada pela exposição e ao final participarem de uma oficina de customização dos "cartões-postais invisíveis" os retratados na exposição ou não, assim como outras atividades desenvolvidas especialmente para o projeto, durante o período que Cidade Submersa estiver em exibição. No postal que será enviado aos professores, homenagearemos Orestes Barbosa, que, de menino de rua, tornou-se um dos principais cronistas e poetas do cancioneiro brasileiro. A equipe multidisciplinar do projeto traz a combinação de especialistas em literatura, história e arte com profissionais da nova cena do design gráfico e do entretenimento. Através de pesquisa de Maria de Simone, faremos o recorte histórico do período. Beatriz Resende vai trazer, da literatura, as crônicas e textos da vida cotidiana do Rio do início do século passado. O designer e master em entretenimento André Vela assina a curadoria. Contornos ganharão forma pelas mãos do arquiteto Flávio Papi, com o uso de maquetes. A historiadora e museóloga Maria de Simone será a responsável por toda a pesquisa histórica e museografia. Lisa Akerman assinará o design gráfico, em que o visual proposto tem como base uma folha em branco, sofrendo interferências de imagens que remetem às fotografias em preto e branco da época, que ganhavam vida ao serem pintadas à mão. A exposição CIDADE SUBMERSA foi concebida antes do Rio de Janeiro receber o título de primeira Capital Mundial da Arquitetura pela Unesco, mas a sensação é a de que foi pensada sob medida para a ocasião. Com isso, existe um grande potencial de visibilidade e comunicação junto aos veículos de imprensa e formadores de opinião, além de oferecer inúmeras possibilidades de trabalho o projeto educativo oferecido aos visitantes. Portanto, solicitamos o apoio ao projeto através da Lei de Incentivo à Cultura federal, hoje uma das poucas formas de se viabilizar, valorizar e democratizar a cultura brasileira. O projeto proposto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; [...] III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; [...] VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória IX - priorizar o produto cultural originário do País." O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

A exposição CIDADE SUBMERSA, uma experiência imersiva nos cartões postais dos anos 20 do Rio de Janeiro, será gratuita e com duração mínima de um mês. Será oferecido ao público dois tipos de catálogo: Um virtual e outro físico. A Versão virtual poderá ser acessada via QR-code e contará com conteúdos mais densos, como a pesquisa histórica, musical, literária e iconográfica da exposição, conteúdos acessíveis, vídeos e making of da exposição. Quanto às especificações técnicas da versão impressa do catálogo, assim como das peças de divulgação, cabe ressaltar que poderão sofrer alterações em virtude do conteúdo a ser impresso e/ou para atender às solicitações do curador e da instituição onde será realizada a mostra. O Catálogo Edição Bilíngue português/inglês Formato miolo fechado: 21 x 15 cm Formato miolo aberto: 42 x 30 cm Total de páginas: 192 páginas Idiomas: português Papel miolo: couchê matte 150 G Papel capa: couchê matte 350 G Impressão miolo: 04 X 04 cores Impressão capa: 04 X 00 cores Acabamento: lombada quadrada, cadernos costurados e colados, laminação fosca frente total, refile, shrink individual Demais peças de divulgação Convite Formato 10 x 21 cm Papel reciclado 180-150g/m² Impressão 04 x 04 cores, refile Folder público espontâneo Formato 42 x 29.7 cm Papel papel couche ou reciclado 150 g/m2 Impressão 04 x 04 cores Acabamento acabamento dobras/vinco paralelas, Folder público ação educativa Formato 42 x 29.7 cm Papel papel couche ou reciclado 150 g/m2 Impressão 04 x 04 cores Acabamento acabamento 4 dobras/vinco paralelas, Banners Formato 400 x 280 cm Papel lona Impressão 04 x 0 cores. Ações Educativas As ações do projeto nessa área se dividem em duas vertentes: Mediação - Mediação educativa - Visitas guiadas diárias e especiais/agendadas Conceito geral A exposição Cidade Submersa traça uma deriva histórica e afetiva sobre os nossos espaços coletivos, a nossa geografia oficial e particular. A concepção da visita é baseada no exercício de uma cartografia mais afetiva, método abordado por filósofos e pesquisadores do pensamento contemporâneo como Gilles Deleuze, Felix Guattari, Virgínia Kastrup e Suely Rolnik. Buscaremos explorar aspectos ligados a memória afetiva do visitante em relação aos espaços que costuma frequentar. Princípios da mediação Estimular o acesso à história do Brasil através do desenho de uma cidade, então capital da república, que arquitetonicamente não existe mais. Promover o debate e sobre o modo que habitamos e vivenciamos os espaços em nossas cidades. Visitas guiadas Serão realizadas visitas guiadas para escolas, agendadas, mas também uma visitas regulares todos os dias durante o período da exposição, conduzidas pelos mediadores.

Acessibilidade

Exposição de Artes Acessibilidade física: Os espaços onde serão realizadas as mostras possuem dependências adequadas à recepção de pessoas idosas e portadoras de deficiência, como: rampas, banheiros adaptados, corrimões, etc Deficientes visuais: Será disponibilizado audioguia digital para que pessoas com deficiência visual possam ter acesso a todo o conteúdo da exposição em dias e horários de visitação normal. Serão ainda oferecidas visitas agendadas para grupos de pessoas portadoras de deficiência visual conduzidas em audiodescrição. Deficientes auditivos: Será disponibilizada legendagem e outras informações complementares à exposição, através de QR-Code. Serão ainda disponibilizados agendamentos especiais e gratuitos às escolas estaduais e municipais, organizações não governamentais, grupos de 3ª idade e ONGs ligadas a projetos voltados para estudantes de baixa renda e portadores de deficiências. Atividades Educativas Acessibilidade física: Os espaços onde serão realizadas as atividades educativas possuem dependências adequadas à recepção de portadoras de deficiência, como: rampas, banheiros adaptados, corrimões, etc Deficientes auditivos: Ao menos um dos monitores terá fluência em libras Deficientes visuais: O trabalho com crianças com deficiência visual, terá como base a descrição sonora de seus locais de afeto, que poderão ser gravadas em áudio e compartilhadas através de celular, propiciando um poder viral que geralmente é atingido pelos desenhos e fotografias trabalhadas no educativo.

Democratização do acesso

EXPOSIÇÃO CIDADE SUBMERSA - Entrada gratuita II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; EDUCATIVO - Participação gratuita mediante inscrição Serão disponibilizados agendamentos especiais e gratuitos às escolas estaduais e municipais, organizações não governamentais, grupos de 3ª idade e ongs ligadas a minorias e portadores de necessidades especiais, em cumprimento ao Art 21 da IN Nº2 doMC. A ação educativa é gratuita e a distribuição se dará a partir dos agendamentos de visitas mediadas no horário de abertura da instituição ao público. As visitas mediadas têm duração de cerca de 1 hora para um grupo ideal de até 20 pessoas por visita. Os agendamentos são feitos através do Setor Educativo da Instituição, sendo que o interesse em sua grande maioria é de escolas públicas do ensino fundamental. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; CATÁLOGO Distribuição Gratuita Patrocinadores • 100 unidades, 10% Divulgação • 100 unidades,10% Pop de baixa renda e outros • 100 unidades para bibliotecas públicas, 10% visando democratizar o acesso da população de baixa renda, em cumprimento ao item I(a) do artigo 28º da IN nº1 de 24/06/2013, • 100 unidades, 10% doação à Casa França-Brasil • 3 unidades, 0,3% prestação de contas ao MinC • 47 unidades, 4,7% aos colaboradores e equipe de desenvolvimento e produção do projeto e demais participantes; Venda • 200 unidades - 20% para comercialização a preços populares, quantidade superior aos 20% em cumprimento ao disposto no item II(a) do artigo 28º da IN nº1 de 24/06/2013. • 350 unidades - venda normal Obs. Sobre a venda de catálogos A venda dos catálogos nas livrarias se dará por meio de uma distribuidora de livros cuja remuneração é de no mínimo 50% do valor de capa da publicação. A proponente poderá igualmente disponibilizar gratuitamente exemplares do catálogo a interessados, ao invés de vende-los, a seu critério. PUBLICO ALVO O projeto como um todo possui um público-alvo bastante amplo no Brasil constituído por segmentos distintos: • Professores e alunos de escolas públicas e privadas • Acadêmico: professores e alunos das Faculdades de artes, design, arquitetura, história, filosofia, comunicações, entre outros. • Formador de opinião: artistas plásticos, historiadores da arte, críticos de arte; curadores, produtores culturais ligados a ações na área cultural, dentre outros. • Profissionais de museus, como diretores, conservadores, museólogos, pesquisadores. Catálogo virtual será disponibilizado através de QR-code, assim como um conteúdo mais abrangente de pesquisa que embsaram os estudos expostos.

Ficha técnica

COORDENAÇÃO GERAL Ana Pacheco - Vinte anos de experiência na área cultural, ocupando cargos de responsabilidade nas áreas de: planejamento, gestão e produção de eventos culturais, coordenação de eventos corporativos, coordenação de comunicação, desenvolvimento de produtos culturais, gestão de programas de políticas públicas para a cultura. Como coordenadora de planejamento da Dellarte atuou em grandes turnês como Ballet da Opera de Paris, Kirov Ballet, Momix, Antônio Gades, NY Philhamronic, dentre outras. Na Sarau Agência, atuou no planejamento da Peça teatral Antônio e Cleópatra, Ariano 80 projeto em homenagem aos 80 anos de Ariano Suasssuna, Tom de Câmara um tributo a Tom Jobim com Zizi Possi, Ney Matogrosso, Roberta Sá e Zé Renato, Grande Othelo 90 anos (projeto que abarcou o resgate do acervo de Grande Othelo, peça teatral, livro e sítio virtual). Na Secretaria de Estado de Cultura foi gerente executiva do PADEC - Programa de apoio ao desenvolvimento cultural dos municípios do Estado do RJ. PRODUTOR EXECUTIVO Marise Lima No mercado há mais de 15 anos, atua em eventos culturais no Brasil e Exterior. Possui umhistórico profissional que soma passagens pelo Theatro Municipal do Rio de Janeiro , T4F, M Baraka, Interarte Música e SRCOM. Com diferentes referências de gestão aprendeu a otimizar processos e recursos na área de produção cultural. Trabalhou durante 10 anos na empresa DellArte Soluções Culturais onde organizou e produziu importantes séries para o CCBB RJ e Brasília entre elas o Fórum Instrumental, Rede Instrumental, Ciclo Chopin, Ciclo Mahler, Série de Concertos Internacionais no CCBB entre outros. Foi produtora e tour manager no Brasil de Cias como Momix, New York City Ballet, Cia Antônio Gades, Orquestra Filarmônica de Israel, Ballet Kirov, Alla Scala di Milano, Bolshoi entre muitos outros. GESTÃO ADMINISTRATIVA/COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO Paulo Henrique Ferreira - Fundador e diretor da Mundo Comunicação e Projetos, é jornalista formado pelo UFRJ. Trabalhou por seis anos no jornal O Globo, cobrindo a área de cultura. Coordenou a área de Comunicação da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro e da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Prefeitura do Rio. No momento, presta serviços para a Rede Globo de Televisão, e é o gestor administrativo e coordenador de comunicação da exposição Luiz Alphonsus - Cartografia poética, na Galeria do Espaço Cultural BNDES-RJ. CURADOR André Vela é designer pela ESDI | Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em 1999. Acabou de concluir seu Master em Entretenimento do Istituto Europeo di Design. Diretor de Arte de projetos como a Árvore de Natal da Lagoa, atualmente está voltado para projetos que conjuguem cultura e entretenimento. MUSEÓLOGA / HISTORIADORA Maria de Simone Bacharel em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2004), especialista em Patrimônio pelo Programa de Especialização em Patrimônio - Iphan/Unesco (2005), mestre e doutora em História Social da Cultura pela PUC-Rio (2009 e 2017). Realizou estágio doutoral na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (Ehess) sob orientação de François Hartog (2015-2016). Pesquisa e publica artigos nas áreas de história dos museus, patrimônio, memória social, colecionismo moderno e museus de história e arqueologia. Técnica em Museologia do Ibram, atuou no Museu de Arqueologia de Itaipu/Ibram/MinC de 2006 a 2012, tendo dirigido a instituição de 2009 a 2012. Ministrou oficinas de Plano Museológico pelo Instituto Brasileiro de Museus e participou como membro de Comissões Especiais de Seleção dos Editais do Ibram entre 2008 e 2011. MUNDO COMUNICAÇÃO Empresa proponente A Mundo Comunicação e Projetos é uma empresa fundada e dirigida por Paulo Henrique Ferreira. Especializada em produção de conteúdo, projetos e comunicação, teve entre seus clientes a Coca-Cola Brasil. Ao lado de Daniela Name e Gabriela Dias, realizou o projeto Rio de Machado, sobre as relações do escritor Machado de Assis com a cidade do Rio de Janeiro. O projeto, que teve como sede o Museu de Arte do Rio (MAR) e patrocínio da Prefeitura do Rio, envolveu a produção de um aplicativo para celulares e tablets com download gratuito (www.riodemachado.com.br), um seminário e a ocupação do pilotis do MAR com uma intervenção expositiva. Em nova parceria com Daniela Name e Ana Pacheco, realizou a exposição Cartografia poética do consagrado artista plástico Luiz Alphonsus, galeria do Espaço Cultural BNDES, de janeiro a março de 2019, no Rio de Janeiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.