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Projeto editorial de cunho jornalístico cuja meta é contextualizar uma história de duzentos anos de exportações de café do Brasil para o mundo (1820-2020). A proposta incluirá 10 ensaios de natureza histórica e cultural, cujos textos serão assinados por autores de primeira linha, entre especialistas, acadêmicos, economistas, historiadores e jornalistas. Como contrapartida haverá palestra (gratuita) com o tema "A expressiva presença do café em diversas manifestações culturais no Brasil e no Exterior", dirigida a 200 estudantes e professores de instituições públicas (Art. 21 e 22/ IN-2019). Haverá também a conversão digital para livro acessível em formato Dayse (dirigida a deficientes visuais).
O LIVRO 1 Prefácio + 10 textos em forma de ensaios de natureza histórica, econômica e cultural, assinados por autores de primeira linha, entre especialistas, acadêmicos, economistas, historiadores e jornalistas: - O pequenino grão do Rio que sustentou a economia do Brasil - Santos Dumont, Portinari e Pelé – o café na vida e na obra de três gênios brasileiros - O Centro do Café do Rio e do mundo - OIC, as nações unidas do café - O solúvel e o homem que descobriu a China - As metrópoles que o café construiu - Três séculos das casas de café - Música, pintura, cinema – o café na galáxia das artes - Seleção Brasileira de 82 - Um símbolo de qualidade - Habitantes de um universo fascinante - Um olhar de reverência ao trabalho decisivo dos escravos nas primeiras lavouras PALESTRA & BATE-PAPO 1) Bate-papo informal (gratuito) com um ou mais autores, quando do lançamento do livro no Rio de Janeiro discorrendo sobre o conteúdo da obra. 2) Palestra (Contrapartida Social) como produto secundário de formação de público, com caráter didático e gratuito, para 200 pessoas (10% do quantitativo do produto cultural – livro), entre alunos e professores de escolas públicas de ensino médio. Tema da palestra: "A expressiva presença do café em diversas manifestações culturais no Brasil e no Exterior". O LIVRO ACESSÍVEL (para inclusão de pessoa com deficiência visual) 1) Conversão digital para livro acessível, em formato Dayse;
OBJETIVOS GERAIS O livro proposto tratará dos diferentes aspectos da cultura cafeeira no país, justo quando se comemoram, em 2020, duzentos anos das primeiras exportações de um dos produtos mais identificados com a realidade brasileira, a ponto de marcar sua presença na música, na pintura, na literatura e no cinema _ e isso sem falar em seu protagonismo político nas oligarquias do século XX. Portanto, a partir de uma representação de cunho jornalístico sobre esses dois séculos de história ─ sempre com nuances pitorescas e culturais sobre o tema ─ nosso projeto visa, também, à ampliação do espectro de interesse em torno do café como elemento de transformação política, econômica e social, desde o século XIX. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · 10 ensaios de natureza histórica, econômica e cultural, com temática sobre Café, assinados por autores de primeira linha, tais como Cicero Sandroni, Edmar Bacha, Affonso d’Escragnole Taunay, José Teixeira de Oliveira entre outros. · Palestra gratuita para alunos e professores da rede pública de ensino (para um mínimo de 200 pessoas) com o tema "A expressiva presença do café em diversas manifestações culturais no Brasil e no Exterior" (Art. 22/ IN-2019). · Conversão digital da obra, em formato Dayse para livro acessível (Lei n° 13146 ─ sobre inclusão de pessoa com deficiência visual). · Valorização e difusão de tema relevante para o entendimento da realidade brasileira. · Bate-papo informal com um ou mais autores da obra, por ocasião do lançamento do livro, no Rio de Janeiro.
O presente projeto editorial tem o objetivo de expor em sua real dimensão _ e pela primeira vez - a extraordinária relevância histórica, econômica e cultural da cidade do Rio de Janeiro na produção da riqueza que sustentou por quase dois séculos a economia brasileira, além de comemorar os 200 anos das primeiras exportações do café do Brasil para o mundo. Tais exportações datam de 1820, conforme registros oficiais e menção estatística em livro de 1992 de autoria de acatado estudioso do assunto, o economista, professor e acadêmico Edmar Bacha. Até então, tudo que se produzia no Brasil colonial _ especialmente o café e o açúcar - tinha por destino compulsório a sede do Reino, ou seja: Lisboa. Os embarques em apreço efetivaram-se primeiramente através do porto do Rio de Janeiro, então capital da Colônia. Abrangiam o produto colhido nas fazendas de café que à época prosperavam e se estendiam por toda a cidade, inclusive nos atuais bairros de Botafogo, Urca, Laranjeiras, Tijuca, Centro e outros. Lavouras que mais tarde migraram para o interior do Estado, especialmente o Vale do Paraíba, e, adiante, aos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e outros. Na cidade do Rio de Janeiro escreveram-se alguns capítulos de que mais se orgulha a História do Brasil, tais como a Abolição da Escravatura e a Proclamação da República. O projeto em apreço busca acrescentar a isto o reconhecimento da cidade como decisivo propulsor da economia brasileira, a partir do cultivo e exportação de café produzido em larga escala nas suas antigas fazendas coloniais entre fins do Século XVIII e princípios do Século XIX. A obra também resume a saga do café como sustentáculo da economia de várias regiões do Brasil e numerosos países da América Latina, África e Ásia. Sob tal escopo, e a par de ampla ilustração, o conteúdo do livro abrigará textos de natureza assinados por autores de primeira linha, especialistas em café, acadêmicos, economistas, historiadores e jornalistas entre os quais os acadêmicos Cicero Sandroni, Edmar Bacha, Affonso d’Escragnole Taunay, o escritor José Teixeira de Oliveira, o agrônomo José Braz Mattielo, o economista Guilherme Braga, presidente do Centro de Comercio de Café do Rio de Janeiro, os jornalistas Ely Azeredo e Nilo Dante. Revelam-se, também, diversos aspectos culturais, em geral pouco lembrados, tais como ser o café é uma das palavras mais amistosas em qualquer idioma. As diversas nomenclaturas de atividades - coffee shop, coffee break, café-concerto etc.; a presença do café nas artes, inclusive o cinema. As personalidades mundiais de várias épocas ligadas ao café, como Bach, que compôs uma cantata de louvor ao café; Santos Dumont, cujas ações pioneiras da aviação em Paris foram custeadas pela lavoura de café de seu pai, Henrique Dumont etc. Há, também, um curioso registro do caráter nômade do café. As primeiras mudas chegaram no Norte do Brasil (Pará e Maranhão). Depois foram trazidas para o Rio de Janeiro e, adiante, o percurso acima mencionado. "O Brasil é o café e o café é o Brasil" _ a famosa frase atribuída ao economista Antônio Delfim Neto se reflete, inclusive, no fato de que um ramo de café figura no brasão da República e, também, dos dois imperadores do Brasil, D. Pedro I e D. Pedro II. PRINCIPAIS CAPÍTULOS - O pequenino grão do Rio que sustentou a economia do Brasil - Santos Dumont, Portinari e Pelé _ o café na vida e na obra de três gênios brasileiros - O Centro do Café do Rio e do mundo - OIC, as nações unidas do café - O solúvel e o homem que descobriu a China - As metrópoles que o café construiu - Três séculos das casas de café - Música, pintura, cinema _ o café na galáxia das artes - Seleção Brasileira de 82 - Um símbolo de qualidade - Habitantes de um universo fascinante - Um olhar de reverência ao trabalho decisivo dos escravos nas primeiras lavouras ============================================================================== · Nossa proposta se enquadra nos seguintes artigos e itens da Lei 8313/91: (Art. 1°) item VIII e (Art. 3°) itens I e II) ― com vistas à formação e fomento de produção cultural mediante edição de livro. · Apoio por renúncia fiscal: A necessidade do apoio cultural solicitado advém do custo razoavelmente alto que demandaria a produção de um projeto dessa natureza, cujo subsídio torna-se imprescindível à sua viabilização. · Custo benefício: Seu custo benefício diz respeito à elaboração de um produto de divulgação cultural de qualidade, dirigido a um público alvo expressivo, com interesse voltado para a História e Cultura em geral. Além do interesse na formação de público, entre estudantes e professores da rede pública de ensino, através das demandas estabelecidas pela IN-2019/Art.22.
1) PLANO DE DIVULGAÇÃO LIVRO (21 X 27cm): A logomarca oficial do Ministério do Turismo será posicionada na contracapa, segundo o padrão estipulado pela Instrução Normativa em vigor (Art.47 do Decreto n° 5761/06). CONVITE: Convite virtual para distribuição em redes sociais e em sites, com indicação do incentivo cultural do Ministério do Turismo e do patrocinador. 2) DECLARAÇÕES a) Declaramos nosso compromisso em fazer constar do livro, a logomarca Ministério do Turismo, em estrita conformidade com o Art.47 do Decreto n° 5761/06 e de acordo com o Plano de Divulgação que integra o referido projeto. b) Declaramos nosso compromisso em obter autorização dos autores dos textos como condição para sua utilização no projeto. c) Declaramos nosso total compromisso em dar destinação cultural a todo e qualquer produto oriundo do projeto quando for o caso, e após a finalização do mesmo. Da mesma forma, nos comprometemos a fornecer ao Ministério do Turismo relação, devidamente protocolada, das instituições culturais sem fins lucrativos que, eventualmente, vierem a receber os respectivos bens culturais – relação essa que será anexada aos demais documentos da prestação de contas no final do projeto. 3) PALESTRA "A expressiva presença do café em diversas manifestações culturais no Brasil e no Exterior" Mais de 10 compositores brasileiros escreveram canções sobre o café. Bach escreveu uma cantata sobre o tema. Portinari ganhou celebridade primeiramente por seus magníficos óleos sobre o cultivo do café. Djanira também pintou a colheita do produto, assim como Van Gogh retratou casasz de café. A primeira exibição de um filme, pelos irmãos Lumière, deu-se em um uma casa de café, em Paris. Um dos maiores filmes da história do cinema - Casablanca - passa-se noRick's Café".
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO LIVRO Formato – 21x27cm Capa – papelão 15 (4x0 cor e laminação fosca) Miolo – couché fosco 150g 4x4 cor Idioma – português N° de páginas – 144 + guardas + capa dura N° de imagens – 100 (aproximadamente) Tiragem – 2.000 exemplares ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO CONVITE O convite será virtual para distribuição em redes sociais e contatos da empresa proponente. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS CONTRAPARTIDAS · IN 2019 - Art. 21) – Bate-papo informal e gratuito com um ou mais autor(es) sobre a temática do livro, por ocasião de seu lançamento no Rio de Janeiro. · IN 2019 - Art. 22) Palestra didática ("A expressiva presença do café em diversas manifestações culturais no Brasil e no Exterior") dirigida a um público de 200 pessoas, com foco em alunos e professores da rede pública de ensino (RJ), a título de contrapartida social.
Quanto à acessibilidade, o projeto tratará de desenvolver as seguintes ações: 1. Art. 18 da Lei n°13.146 ─ a produção se compromete a realizar o lançamento do livro somente em local que observe todos os requisitos legais de acessibilidade às pessoas idosas e com deficiência, como rampas, elevadores ou escadas rolantes, além da disponibilidade de assentos confortáveis. 2. Lei n° 13146 ─ sobre inclusão de pessoa com deficiência visual: - Conversão digital para livro acessível, em formato Dayse; 3. IN 2019 –Art.21 ─ Palestra sobre um ou mais temas desenvolvidos no livro, com a presença de um ou mais autores, por ocasião do lançamento da obra, no Rio de Janeiro. Aberta ao público em geral em local accessível.
1. IN 2019/ Art. 20 ─ Doação às bibliotecas públicas de 20% da tiragem do livro (400 exemplares). 2. IN 2019 –Art.21 ─ Palestra sobre um ou mais temas desenvolvidos no livro, com a presença de um ou mais autores, por ocasião do lançamento da obra, no Rio de Janeiro. Aberta ao público em geral em local accessível. 3. IN 2019/Art. 22 ─ Como produto secundário referente à Contrapartida Social de formação de plateia haverá apresentação de uma ou mais palestras, para um mínimo de 200 pessoas (10% do quantitativo do produto cultural – livro), entre alunos e professores de instituições públicas de ensino médio no Rio de Janeiro, com título A expressiva presença do café em diversas manifestações culturais no Brasil. DETALHE DE DISTRIBUIÇÃO GRATUITA (800 livros) Patrocinador: 200 livros População de baixa renda: 400 livros (bibliotecas públicas) Divulgação: 200 livros Total Gratuito = 800 livros DETALHE DE LIVROS PARA VENDA (1.200 livros) 1) Popular (10%) 200 200 x R$ 50 = R$ 10.000 2) Proponente (50%) 1.000 1.000 x R$ 60 = R$ 60.000 3) Total das Receitas = R$ 70.000
Coordenação Editorial (Organização) – Nilo Dante Di Giovanni Textos - 10 ensaios assinados por especialistas, acadêmicos, economistas, historiadores e jornalistas. Como proponente a NDG será responsável pela realização do projeto em sua totalidade. CURRÍCULOS NILO DANTE DI GIOVANNI nasceu em Barra do Piraí, Estado do Rio de Janeiro. Detentor da mais abrangente biografia da imprensa brasileira, é o único jornalista que trabalhou em 10 jornais, dos quais dirigiu cinco: Tribuna da Imprensa, Diário de Notícias, Última Hora, Jornal do Commercio e Jornal do Brasil. Foi secretário de Redação do Correio da Manhã entre 1964 e 1968. Como repórter, fotógrafo, redator, colunista e secretário de redação também trabalhou nos jornais Diário Carioca, A Noite, O Globo, Correio da Manhã, O Dia, assim como nas revistas Mundo Ilustrado, Manchete, Fatos & Fotos e O Cruzeiro. Começou no Diário Carioca, em julho de 1954, quando ainda concluía o curso secundário no Colégio Pedro II Externato. Foi correspondente internacional de O Globo, Correio da Manhã, Diário de Notícias, Mundo Ilustrado e Jornal do Commercio. Foi repórter na TV Tupi, TV Excelsior e TV Globo. *** PRINCIPAIS TRABALHOS NA IMPRENSA - Campeonato Sul-Americano de Futebol, março de 1959, em Buenos Aires, primeira competição da Seleção Brasileira depois de vencer a Copa do Mundo de 1958. Para o jornal Diário de Notícias e a revista Mundo Ilustrado. - Cobertura da vinda de Fidel Castro ao Brasil, em maio de 1959, com Che Guevara e outros combatentes cubanos da campanha de Sierra Maestra. - Primeira grande matéria sobre Tom Jobim, em julho de 1959, para a revista Mundo Ilustrado. Cobertura do exílio de oficiais rebelados da FAB e do Exército em Assunção e Buenos Aires, para o Diário de Notícias e Mundo Ilustrado, em 1959 e 1960. - Cobertura da campanha eleitoral de Jânio Quadros à Presidência da República, em 1960, para o Diário de Notícias, Mundo Ilustrado e O Globo. - Cobertura da Operação Unitas I para O Globo e Mundo Ilustrado, ocasião em que participou de um voo recorde de 11 horas sem escala em um avião de patrulha ante submarina da FAB. - Cobertura para O Globo de Operações de Guerra Anti-Submarina da Marinha dos Estados Unidos na Louisiana, Flórida e Virgínia, tendo feito pouso e decolagem no porta-aviões US Essex, a bordo de um avião de patrulha S2-F da US Navy. - Cobertura da posse do Presidente John Kennedy, em janeiro de 1961 para O Globo. - Cobertura do Comício da Central para a Tribuna da Imprensa (de que era diretor da Redação), em 13 de março de 1964, estopim da derrubada do presidente da República João Goulart 18 dias depois. - Cobertura a quatro mãos, com o célebre repórter Joel Silveira, da derrubada do governador Mauro Borges, de Goiás, em novembro de 1964 para o Correio da Manhã. - Cobertura da Copa do Mundo de Futebol de 1966, em Londres, para o Correio da Manhã. - Cobertura da campanha eleitoral de Richard Nixon em 1968 (para o Correio da Manhã) e 1972 (para o Diário de Notícias). - Cobertura e participação do primeiro voo do Concord na América do Sul, em 1972, para o Diário de Notícias. - Coluna “Aqui e Ali” publicada na Última Hora em 1978. - Coluna “Diário Carioca” e comentários políticos publicados no Jornal do Commercio entre 1989 e 1994. - Comentarista político (e diretor de Redação) do Jornal do Brasil entre 2002 e 2003. - Última série de reportagens - “No Eldorado dos Ilegais” - publicadas no O Dia em agosto de 2007. - Último artigo: “Sobressaltos e micos na Casa Branca” – publicado no O Globo em janeiro de 2017. Última matéria assinada: “O fotógrafo dos ícones” – publicada na Folha de S. Paulo em novembro de 2017. *** Ao currículo de jornalista somam-se duas experiências em publicidade: na MPM Propaganda (redator) e na Plano Propaganda (proprietário em sociedade dom Ibrahim Sued). Foi Coordenador de Comunicação Social do Instituto Brasileiro do Café, durante a presidência do Embaixador Octavio Rainho Neves, entre 1979 e 1985. Na ocasião, coordenou a criação do Símbolo de Qualidade do Café do Brasil (design de Donatela Berlandis), o raminho da Seleção Brasileira à Copa do Mundo de Futebol de 1982.
Prestação de Contas Reprovada por Omissão no Dever de Prestar Contas.