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PRONAC 200582Apresentou prestação de contasMecenato

A Viola Caipira e suas Possibilidades

TUGUDUM ORGANIZACAO DE EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 273,5 mil
Aprovado
R$ 266,1 mil
Captado
R$ 119,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

44.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2020-02-10
Término
2023-08-31
Locais de realização (4)
Guaxupé Minas GeraisCampinas São PauloCosmópolis São PauloRibeirão Preto São Paulo

Resumo

O presente projeto, propõe a realização de apresentações musicais de grupos/artistas que tem a viola caipira como protagonista e uma série de oficinas de viola caipira, oferecidas para um público diverso com foco em crianças e jovens interessados. Serão apresentações de grupos diferentes que já possuem um trabalho sólido e outras com um grupo a ser formado através das oficinas. As oficinas, terão um material a ser desenvolvido especificamente para o curso. Como contrapartida social, o projeto prevê debates abertos à comunidade. O resultado, será registrado em vídeos e disponibilizado on line.

Sinopse

ORQUESTRA FILARMÔNICA DE VIOLAS / ENCONTRO DAS ÁGUAS - A ORQUESTRA FILARMÔNICA DE VIOLAS vive seu momento de maior maturidade artística e musical. Para celebrar, lança seu mais audacioso projeto: o álbum ENCONTRO DAS ÁGUAS, sob direção de João Paulo Amaral. O desa o é interpretar obras importantes da música de concerto e da canção brasileira e internacional, recebendo como convidado renomados solistas brasileiros da atualidade, de diferentes segmentos e estilos: NAILOR PROVETA e ALEXANDRE RIBEIRO no clarinete e saxofone, FABIO PRESGRAVE no violoncelo, RICARDO HERZ ao violino, TONINHO FERRAGUTTI com seu acordeom eCHRYSTIAN DOZZA, que além de participar como solista de violão de 8 cordas, compôs uma obra sob encomenda da Orquestra Filarmônica de Violas. O repertório de dez músicas escolhidas para o concerto re ete também a busca da Orquestra por caminhos mais amplos e abrangentes, explorando as possibilidades que um conjunto de violas é capaz de proporcionar. Dessa forma, as obras de Villa-Lobos, Milton Nascimento, Tavinho Moura, Ernesto Nazareth, Dominguinhos e Gilberto Gil, Almir Sater e Tião Carreiro ganham nova vida ao som das violas da Filarmônica, buscando sempre reconhecer e respeitar as particularidades inerentes à cada obra, a cada autor. Destaque para a música Going to California de Jimmy Page e Robert Plant – Led Zeppelin, arranjada para a OFV e tendo como solista o violino virtuosístico de Ricardo Herz. É exatamente essa consistência artística que permite à OFV atuar ao lado de grandes solistas não apenas como um grupo de violeiros, mas sim como uma Orquestra. Classificação: Livre Duração: 60 minutos Entrada franca Local: a combinar PAULO FREIRE / INSTRUMENTAL (viola caipira e viola de cocho) - Neste espetáculo, Paulo Freire mostra como seu aprendizado de viola no sertão do Urucuia foi fundamental para chegar às suas próprias criações. O fio condutor da apresentação é a divertida conversa entre o violeiro e plateia, com pequenos causos situando as músicas, presentes em seus 10 CDs individuais, além dos coletivos, e participações em trabalhos de diversos artistas brasileiros.No repertório serão apresentadas músicas presentes nos CDs de Paulo Freire, desde o “Rio Abaixo” (prêmio Sharp de revelação instrumental – 1996), além de composições do violeiro que já foram temas de programas da TV Globo (minissérie “Grande Sertão: Veredas”, programa “Globo Rural”), arranjos instrumentais para clássicos da música caipira, como Tristezas do Jeca(Angelino de Oliveira) e Moreninha Linda(Tonico, Priminho e Maninho); e suas versões para Acalanto(Dorival Caymmi), e Assum Preto(Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira).Os toques de viola do sertão, como a corrida do sapo e o veado, o canto da inhuma e o voo do papagaio também estarão presentes! Instrumental Classificação: Livre Duração: 60 minutos Entrada franca Local: a combinar ZARAVI (Viola, Rabecas e Zarb) - Em uma união harmoniosa e refinada, três instrumentos com DNA semelhantes dão vida e fazem soar as músicas de violeiros de todos os cantos do Brasil. Isto nas mãos de experientes músicos que trafegam com genialidade entre o erudito e o popular. São eles: Thiago Rossi (violas), Dalga Larrondo (Zarb e percussão) e Esdras Rodrigues (rabecas). A proposta, que apresenta um cruzamento inusitado de instrumentos e materiais musicais díspares, explora sua originalidade e inovação e promovem um rico panorama de repertório, que contempla grandes violeiros da música brasileira, assim como: Almir Sater, Ivan Vilela, Tião Carreiro, Levi Ramiro, Anderson Baptista, Paulo Freire e Thiago Rossi. Um instrumental brasileiro, com instrumentos de várias regiões e construtores, de técnicas de execução e materiais. música instrumental brasileira Classificação: Livre Duração: 60 minutos Entrada franca Local: a combinar CAMERATA CAIPIRA - Grupo a ser formado a partir das oficinas propostas nesse projeto. A proposta artística das apresentações serão desenvolvidas ao longo do processo de desenvolvimento dos participantes. Serão apresentações com repertório voltado à música caipira, executado apenas por violas. As músicas serão escolhidas levando em consideração a diversidade rítmica e de manifestações tradicionais populares em que a viola está inserida. Apresentação musical a ser criada Classificação: Livre Duração: 60 minutos (podendo haver alteração, de acordo com rendimento das oficinas) Entrada franca Local: a combinar OFICINAS - aulas coletivas e inclusivas que desenvolverá um repertório voltado à música caipira, de acordo com o nível técnico e progressão de desenvolvimento da turma. Resultado: Camerata Caipira, acima mencionada. Público alvo: crianças e jovens VÍDEOS - Vídeos a serem gerados a partir dos encontros das oficinas e apresentações musicais. Classificação: Livre Duração: à definir CONTRAPARTIDA SOCIAL - 3 encontros abertos à comunidade, onde os alunos da oficina estarão presentes para uma mostra de repertório. Nesses encontros, os professores e coordenador, farão um debate, entre eles, alunos e comunidade, sobre fatores benéficos do ensino de música e panorama em que o instrumento em questão (viola) se encontra. Olhares para a tradição e novos horizontes, traçando um paralelo com a produção de música instrumental com a viola. Serão debates que trarão questionamentos sobre a profissionalização de atores culturais, no ensino de música, com foco na viola caipira, visando a concientização para a importancia da arte e cultura por intermédio do produto cultural. Classificação: Livre Duração: 3 encontros de 120 minutos Entrada franca Local: a combinar

Objetivos

Objetivo geral: Este projeto tem por objetivo geral a valoração da cultura caipira através de uma de suas principais porta voz, a viola. Através de apresentações musicais de artistas/violeiros em formações musicais diferentes, oficinas gratuitas para jovens e a criação, através das oficinas, de uma camerata caipira jovem, pretende-se fomentar a apreciação e apresentar as diversas possibilidades sonoras da viola caipira. Além desses objetivos, pretende-se também com o projeto:Difundir e criar público para a música caipira na população em geral; Estimular o desenvolvimento motor, rítmico, musical, e de apreciação, além da ampliação de repertório nos participantes; Manutenção da tradição da música caipira de raiz na região; Proporcionar o acesso gratuito da população ao aprendizado de música; Promover eventos de entretenimento cultural ao público. Objetivo especifico: - Realização de 7 apresentações musicais em 03 cidades diferentes; - Realização de um curso de formação em viola caipira; - Formação, através das oficinas, de um grupo musical; - Aquisição de 30 instrumentos (violas); - Realização de 03 encontros para debates; - Criação de 02 vídeos sobre os resultados do projeto. O projeto acontecerá simultaneamente em Cosmópolis, cidade do interior do estado de São Paulo com grande parte da população que vive em zona rural, inserida no território que mantém tradições da cultura caipira e em outras duas (2) cidades do interior do estado de São Paulo e Minas Gerais que também são mantenedoras de tradições da chamada cultura caipira. São elas:Ribeirão Preto/SP e Guaxupé/MG. Em Cosmópolis serão oferecidas aulas de música com foco na viola caipira. As aulas atenderão 30 jovens da cidade, com inscrições abertas e gratuitas, divididos em 2 turmas de 15 alunos cada. As turmas terão 2 horas de aulas semanais cada em 9 meses de duração. Será criado um material didático de apoio para auxiliar no desenvolvimento dos jovens. A ideia principal das aulas é proporcionar aos jovens um convívio em contra turno escolar, que resultará em 2 apresentações na cidade, abertas ao público, do repertório estudado, que será composto de forma didática levando em consideração a riqueza de ritmos e toques específicos do instrumento. Serão 3 professores capacitados, supervisionados por um coordenador pedagógico, em um sistema de aulas rotacionado, o qual cada professor acompanhará o grupo por 3 meses, levando um repertório específico e uma temática para desenvolvimento. Serão realizadas 3 apresentações, em local público, de 3 grupos/artistas diferentes na cidade, a fim de estimular os alunos. Os jovens receberão convites para assistirem/ouvirem as apresentações, com o intuito de apresenta-los às diversas possibilidades que o instrumento em questão pode ser usado. Além dos alunos, a população da cidade terá a oportunidade de apreciar artistas e grupos se se utilizam da viola de diferentes maneiras e com diferentes olhares. São eles: Paulo Freire (viola solo com grandes influências de toques de mestres do norte do estado de Minas Gerais e contação de "causos"); Trio Zaravi (trio de música instrumental que utiliza a Viola Caipira construída pelo próprio músico, Rabecas brasileiras das mais variadas formas, materiais de construção e de regiões diferentes do país e o Zarb, instrumento de percussão iraniano); Orquestra Filarmônica de Violas (grupo de quase 20 anos de existência formado apenas por violas, apresentando um repertório que transita entre clássicos da música e cancioneiro popular, com músicas inusitadas no repertório, com uma maneira de tocar praticamente única, sendo um dos únicos grupos com essa formação que executa peças musicais assim como uma grande Orquestra, dividida em naipes diferentes, onde cada grupo de músicos executa melodias diferentes na construção do arranjo). Com excessão da Orquestra, os outros artistas farão mais uma apresentação cada, um em Ribeirão Preto / SP e o outro em Graxupé / MG. Como contrapartida social, o projeto prevê 3 encontros abertos à comunidade, de 2 horas cada, onde os alunos da oficina estarão presentes para uma mostra de repertório. Nesses encontros, os professores e coordenador, farão um debate, entre eles, alunos e comunidade, sobre fatores benéficos do ensino de música e panorama em que o instrumento em questão (viola) se encontra. Olhares para a tradição e novos horizontes, traçando um paralelo com a produção de música instrumental com a viola.

Justificativa

A viola caipira, um instrumento brasileiro, marcado pela representatividade em manifestações populares e transmissão de conhecimento através da oralidade, vem ao longo dos tempos ganhando novos espaços e cenários no país. Desde 2005, a viola está na Academia, com a criação do primeiro curso de música, com bacharelado em viola caipira, pela USP (Universidade de São Paulo). Diante deste cenário, esse instrumento passa a transitar em diversas manifestações e segmentos musicais diferentes. Ao mesmo tempo em que o instrumento vem conquistando novos horizontes, não se pode negar as raízes.A contemporaneidade, de certa maneira, induz a perda da conexão com o ancestral e coloca a tradição num entendimento de que o que é antigo ou ancestral é errado ou ultrapassado, onde o tradicional não serve mais. Muitos jovens são criados num contexto de desvalorização da tradição e de certa maneira estão mais distantes das raízes. Com o advento da tecnologia, vem surgindo inúmeros movimentos de escolarização e transmissão de conhecimento, através da internet em cursos à distância. Esse projeto acredita na democratização do acesso ao conhecimento e não nega a rica capacidade de formação por meios tecnológicos, mas acredita que a soma dos fatores tem um poder ainda maior. A democratização de acesso ao conhecimento é ferramenta essencial para a manutenção de uma sociedade saudável intelectualmente.Utilizando-se de recursos digitais, somados ao convívio presencial, tutorados por profissionais capacitados, o desenvolvimento no caso musical, é transformador. Não apenas no que se refere à formação de bons músicos, mas sim na formação de caráter e identidade. Tocar um instrumento pode ser algo que fortalece as pessoas, amplia repertório de vida, desenvolve competências numa fase de construção de identidade. Desenvolve competências de expressão.A proposta de levar ao público, diferentes formações e inserções de um instrumento tradicionalmente tido como popular, além de apresentar as diversas possibilidades de uso da viola, fortalece a importância de se olhar para o que já foi criado. Acreditamos que o domínio de um instrumento musical, é mais completo quando o foco do ensino é voltado às tradições inicialmente. Valorizando e utilizando técnicas e repertórios tradicionais, só faz aumentar a possibilidade de criação do novo. Se conectar às origens para então traçar novos caminhos.A Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas e talvez uma das principais maneiras de se levar propostas artísticas de qualidade à locais mais carentes, além de ser uma das principais maneiras de realmente executar ações artísticas no país. A parceria entre setor público e privado, nesse caso, através da lei em questão, torna possível a realização de ações que não visem apenas o marketing empresarial, mas também proporcionar à população eventos de relevância cultural e artística. A presente proposta visa estimular o fazer artístico, inicialmente incentivado pelo aporte, mas com o intuito de fortalecer a comunidade para que através da experiência de vivenciar o projeto, possam, por conta própria pensar e realizar ações culturais futuras e dar continuidade às ações que vierem a ser conquistadas pelo projeto.A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

O presente projeto, já tem um patrocinador que demonstrou sua intenção de aporte ao projeto, conforme carta anexa.A proposta foi desenvolvida para realização nas localidades já mencionadas. Será criada uma pagina na internet do projeto e todo conteúdo gerado, tanto em depoimentos, vídeos, textos ou fotos, será publicado nela. A pagina, assim como todo conteúdo será disponibilizada para acesso gratuíto. As oficinas gratuitas são entendidas como contrapartida social, portanto os produtos Curso /oficina / Estágio e Contrapartidas sociais, são compreendidos como o mesmo produto, ou complementares. Agrupamos a maior parte dos itens de custos no produto Curso/oficina/estágio, por ele já compreender todas as rubricas orçamentárias habilitadas na plataforma, necessárias para a realização.

Especificação técnica

Oficinas (ensino de música – instrumento viola caipira)Objetivos:· Trabalhar coordenação motora, ritmo, postura e técnica;· Trabalhar disciplina e organização;· Despertar apreciação musical;· Promover ampliação de repertório artístico e cultural; PROJETO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS: Haverão, ao início e ao longo do projeto, reuniões pedagógicas do coordenador/supervisor junto aos professores. A partir das diretrizes acordadas entre as partes, será desenvolvido um material didático específico para o perfil do projeto, com foco na música caipira tradicional e sua rica reunião de ritmos como o cururu, cateretê, pagode, polca, toada, guarânia, entre outros. As apostilas serão confeccionadas com material didático e esplicativo, além das partituras das músicas a serem trabalhadas. As aulas serão semanais, no decorrer de 9 meses, divididas em 2 turmas de acordo com faixa etária e nível de conhecimento e desenvolvimento com o instrumento. Cada turma terá 1 aula semanal, com duração de 120 minutos cada. O material de apoio a ser desenvolvido pela equipe pedagógica, levará em consideração fatores como fundamentos e conteúdo progressivo para iniciantes, exercícios e atividades pedagógicas, ritmos da música caipira e sua linguagem musical. As aulas serão ministradas por professores qualificados e com experiência, sob a supervisão do coordenador/supervisor.O objetivo da oficina de viola caipira é o ensino do instrumento relacionando apreciação, prática, técnica e ludicidade. O aprendizado é estimulante para a ampliação de possibilidades e vivências de crianças e jovens em situações de vulnerabilidade social. A proposta de professores rotacionados, pretende oferecer aos jovens uma experiência mais rica, no que diz respeito à heterogeneidade de pensamentos e olhares para o mesmo objeto em questão. Através das vivências e experiências individuais de cada professor, as aulas serão propostas por temas, onde cada um dos 3 professores, levará um conteúdo a ser desenvolvido, assim como exercícios específicos para cada abordagem. Ao final, pretende-se através das aulas, criar um grupo musical que apresentará em público, um repertório a ser desenvolvido em aula.

Acessibilidade

PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, pessoas preparadas para orientar e lugares reservados na platéia. DEFICIENTE AUDITIVO: como se trata de um espetáculo de música instrumental, não se aplica. DEFICIENTE VISUAL: Durante as apresentações, detalhes da descrição sobre o local, corredores de circulação e saídas de emergência serão anunciadas oralmente, assim como a programação impressa sobre os músicos e repertório. PRODUTO: VÍDEO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTE AUDITIVO: legendagem DEFICIENTE VISUAL: os vídeos serão de música e com entrevistas, portanto, esse público terá acesso ao compreendimento do conteúdo. PRODUTO: CURSO / OFICINA ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados. DEFICIENTE AUDITIVO: como se trata de ensino de instrumento musical, não se aplica. DEFICIENTE VISUAL: linguagem oral e material em braile As aulas serão coletivas, acessíveis, inclusivas e gratuitas. Os professores darão atendimento específico e assistência aos alunos que necessitarem de atenção especial e maior direcionamento. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, pessoas preparadas para orientar e lugares reservados na platéia. DEFICIENTE AUDITIVO: como se trata de um espetáculo de música instrumental, não se aplica. DEFICIENTE VISUAL: Durante as apresentações, detalhes da descrição sobre o local, corredores de circulação e saídas de emergência serão anunciadas oralmente, assim como a programação impressa sobre os músicos e repertório.

Democratização do acesso

PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PRODUTO: VÍDEO III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PRODUTO: CURSO / OFICINA V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;

Ficha técnica

Proponente: TUGUDUM ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS LTDA ME (currículo anexo) / Dirigente: João Carlos Dalga Larrondo Função: - Produção Executiva; - Músico do trio ZARAVI. João Carlos Dalgalarrondo nome artístico (Dalga Larrondo) - zarb Estudou percussão erudita em São Paulo, Rio de Janeiro e Paris. Tocou na O.S.M.C. entre 1975 e 1980, Lecionou percussão na UNICAMP entre 1985 e 1992 e depois entre 2007 e 2008. Integrou grupos como o ANIMA (18 anos) Arrigo Barnabé quinteto (03 anos), Mawaka (03 anos). É integrante do grupo Novo Ovo Novo (12 anos) e da Banda Hos Tio (02 anos). Gravou inúmeros CDs e recebeu alguns prêmios com suas composições. Foi vencedor do I Concurso Firestone de Música Criativa (Festival de Londrina) com duas peças de sua autoria "Mãos" e "O móvel" (1992). Indicado pela APETESP como uma das cinco melhores trilhas para teatro de 1989 – trilha da peça “O país dos elefantes” com a companhia de teatro CER. Com o grupo ANIMA recebeu 3 prêmios importantes prêmios da música brasileira – Prêmio Movimento: melhor grupo instrumental de 1998, Prêmio Melhor grupo de câmera Nacional - Associação de Críticos do Estado de São Paulo 1999 e Prêmio Carlos Gomes como o melhor grupo do ano 2000. Thiago Ceccato Rossi Função: - Direção artística; - coordenação pedagógica; - músico ZARAVI Thiago Rossi - Bacharel em Viola Caipira - Universidade de São Paulo (USP), 2005 a 2008. • Desde 2005 é professor particular de viola caipira • 2016 a 2018, professor de instrumento no Projeto GURI em Campinas / SP. • 2014 a 2018, professor de instrumento em Rabeca Cultural em Campinas / SP. • 2010/2011, EDITAL PROAC 2010-2011 n.18 de Circulação de Espetáculos Musicais da SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA. • 2011 a 2018 Foi gestor de projetos culturais na empresa VVT ideias culturais: Turnê Paulista Viola Arranjada - PROAC/Edital 2011, Gravação do álbum Limiar - Almir Côrtes Trio/ FICC Campinas 2013, Catalogação da Pinacoteca do Centro de Ciências Letras e Artes de Campinas - FICC Campinas 2013, Cordas Brasileiras - João Paulo Amaral e Almir Côrtes - PROAC/Edital 2013 •2016 como idealizador, produtor, músico e arranjador, gravou o CD da Orquestra Filarmônica de Violas de Campinas, Encontro das Águas. • 2018 músico do trio Zaravi de música instrumental brasileira • 2019, processo de gravação do CD do trio Zaravi, através da lei Rouanet; Foi professor das rodas de viola do projeto Trabalho social com Idosos, pelo SESC Campinas, com o qual realizou o projeto 100 violas, uma roda de 100 violeiros. Esdras Rodrigues Função: - músico ZARAVI Esdras Rodrigues - rabecas Graduou-se em violino pela UNICAMP, atuou por muitos anos junto a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas e Orquestra da UNICAMP. Foi para os EUA, obtendo os títulos de mestre e doutor em Violin Performance na Boston University (EUA), onde trabalhou sob a orientação de Yuri Mazurkevich e Roman Totenberg. De volta ao Brasil, assumiu a posição de professor de violino e música de câmara no Departamento de Música da UNICAMP, tendo também atuado como professor de música de câmara na Faculdade Santa Marcelina (SP). Em seu trabalho camerístico participou de diversos grupos de música barroca (Armônico Tributo, Harmonia Universalis e La Donna Musicale), incluindo participação no Boston Early Music Festival, e no Grupo “ALEA III Contemporary Ensemble”. Dedica-se atualmente à música brasileira e rabecas brasileiras. Integra os grupos Trio Camaleon, Carcoarco, Quintal Brasileiro, BREUSIL Cordas Beasileiras, Zaravi. Produção artística inclui turnês na Grécia, México, EUA, Alemanha, Vietnã e Cingapura, Austrália e concertos em todo o território nacional. Cd´s gravados: Valsas e Retratos (2014), Tem Carrêgo (2011); Vibrações (2011); Campinas de Todos os Sons (2004), Tu Toca o Quê (2001). Paulo Freire Função: - músico. Paulo Freire: Tocou as violas e compôs músicas para o seriado “Grande Sertão: Veredas”, da TV Globo. Trilhas especiais para matérias do programa “Globo Rural”, da TV Globo .Grava seu primeiro disco solo de Viola: “Rio Abaixo”, independente, em 1995 (Prêmio SHARPde Revelação Instrumental). Entra para o grupo ANIMA, e grava o CD “Especiarias” – Prêmio Carlos Gomes, melhor grupo de câmera - 2000. Turnês pelos EUA com o grupo Anima, em 2000 e 2001. Participou do projeto “Violeiros do Brasil”, de Myriam Taubkim, com lançamento de livro e DVD, pelo Projeto Memória Brasileira - 2008. Compôs a trilha de abertura para o programa “Viola Minha Viola”, da TV Cultura. 2008. Gravou as violas para o longa-metragem “O Menino da Porteira”, de Jeremias Moreira – 2009. 2009 lança o CD “Nuá – as músicas dos mitos brasileiros”, com patrocínio da Petrobrás. Em 2015 e 2016, realiza 120 apresentações pelo projeto Sonora Brasil, do Departamento Nacional do SESC, por todo o país. Junto com Wandi Doratiotto e Maurício Pereira formam o grupo “Três é Bom”. Foi o curador da “Ocupação Inezita Barroso”, exposição sobre a cantora, realizada pelo Itaú Cultural, em São Paulo. André Moraes Função: - professor. André Moraes é mestrando em música e educação: processos de criação, ensino e aprendizagem pela Universidade de São Paulo (USP), Graduação em música pela Faculdade Santa Marcelina (2014). Formado em violão erudito pela universidade livre de música (ULM) e viola caipira na escola de música do estado de São Paulo (EMESP). Desde 2013: ensino da música no âmbito coletivo, escolas de ensino regular estadual e instituições particulares. Atualmente ministra aulas coletivas de violão na Prefeitura municipal Embu Guaçu, de viola caipira na Prefeitura municipal de Embu das Artes, Prefeitura municipal de São Bernardo do Campo, serviço social do comércio (SESC) Campinas e campo limpo, além de aulas particulares. Gabriel Souza Função: - professor. Gabriel Souza é violeiro, mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, licenciado em Educação Musical pelo Instituto de Artes da UNESP. Cursou viola caipira na Escola de Música do Estado (EMESP). Atua como professor de artes e música na rede municipal de Jundiaí desde 2015. Formação Artística: 2013-2014 – Escola de Música do Estado de SP (EMESP). Viola Caipira. 2013 – Jazz e improvisação. 2011-2012 – Escola Municipal de Música (EMM). Violão Erudito. 2005-2011 – Escola de Música do Estado de SP (EMESP). Violão Erudito. Marina Ebbecke Função: - professor. Marina Ebbecke: bacharel em viola brasileira pela Universidade de São Paulo. Participou da fundação da Orquestra de Violeiros Terra da Uva em 2011 onde atuou como violeira e produtora até 2019. Atua profissionalmente como professora particular de viola caipira e é parte do corpo docente da Associação de Música Pio X. Trabalhou com o Sesc Campo Limpo, nas oficinas de musicalização do “Clube da Viola”,em maio, outubro, novembro e dezembro de 2019. Desde 2017, junto com Gabriel Souza, é anfitriã e produtora do “Violada - Circuito Autoral das Violas Brasileiras” em Jundiaí. Orquestra Filarmônica de Violas: A Filarmônica de Violas surgiu em 2001 na cidade de Campinas/SP, idealizada pelo reconhecido violeiro e pesquisador Ivan Vilela, que durante nove anos implementou sua proposta pioneira de aplicar arranjos orquestrados para um grupo instrumental apenas formado por violas caipiras. 2011 fica sob a direção de João Paulo Amaral. A Orquestra já registrou seu trabalho em três álbuns 2005, 2011 e 2017. Dentre os prêmios e indicações do grupo, destaques paraPrêmio Rival-Petrobrás em 2005 na categoria Atitude, prêmios dos editais ProAC para a turnê Viola na Trilha dos Bandeirantes em 2008 e a criação da Plataforma online Filarmônica de Violas em 2015, e Medalha Carlos Gomes da Prefeitura Municipal de Campinas em 2002.Entre gravações e concertos, tocou em espaços como a Sala São Paulo e com nomes como Tinoco, Tetê Espíndola, Irmãs Galvão, Renato Brás, Ana Luiza, Ná Ozetti, Suzana Salles, Paulo Freire, Lenine Santos, Nailor Proveta, Alexandre Ribeiro e Fabio Presgrave e Ricardo Herz. Vídeos: à definir.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.