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Edição dos livros: "Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram" -Tomo I de 1715 a 1912, Tomo II de 1912 a 1940, Tomo III de 1940 a 1970 e Tomo IV de 1970 a 2012, contendo mil entrevistas, quinhentas fotos, atas de fundações, documentos oficiais, relatórios e uma farta documentação que comprovam a veracidade dos acontecimentos da construção da região centro-oeste de Minas Gerais, de 1715 a 2012. Distribuição gratuita destes livros nas Escolas, Bibliotecas e Universidades públicas durante seis eventos, onde será exibido um curta-metragem sobre os patrimônios culturais desta região. Visando levar aos discentes, docentes, agentes públicos e a comunidade essas informações. Fomentar a cultura. Resgatar a memória da região. Preservar e imortalizar o patrimônio cultural (material e imaterial) do centro-oeste mineiro, através do projeto: "Um povo sem memória, é um povo sem futuro". Despertar na sociedade o interesse de conhecer e preservar sua história e zelar por sua cidade.
O Coordenador/Proponente do Projeto: “Um povo sem memória, é um povo sem futuro”, sintetizado nos livros: Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram” - Tomo I, II, III e IV. Sinopse abaixo: Tomo I narra o período de 1715 a 1912. 1- Formação administrativa – Distrito criado com a denominação de Vila Nova do Infante das Minas de Pitangui, por carta régia de 16 de fevereiro de 1724, e lei estadual n°: 2, de 14 de setembro de 1891, subordinado ao município de Formiga. 2 - Várias sesmarias foram concedidas, algumas capelas construídas, e os povoados foram surgindo, quase trezentos anos depois se transformaram em mais de quarenta municípios: Abaeté, Araújos, Bambuí, Bom Despacho, Conceição do Pará, Córrego Danta, Divinópolis, Dores do Indaiá, Estrela do Indaiá, Lagoa da Prata, Leandro Ferreira, Luz, Igaratinga, Itaguara, Igarapé, Itapecerica, Itaúna, Japaraíba, Juatuba, Maravilha, Martinho Campos, Mateus Leme, Moema, Morada Nova, Nova Serrana, Onça do Pitangui, Pará de Minas, Papagaios, Pedra do Indaiá, Pequi, Perdigão, Pompéu, Quartel Geral, Santo Antônio do Monte, São Gonçalo do Abaeté, São Gonçalo do Pará, São Gotardo, São Joaquim de Bicas, São José da Varginha, São Sebastião do Oeste e Tiros. 3 - O Poder Conservador e o Poder Liberal, a partir de 1800, disputam a política do centro-oeste mineiro sob o domínio da família Dias Maciel. 3.1 - O Conselho Geral da Província de Minas Gerais, querendo atender como lhe cumpre as muitas representações dos povos desta vasta Província, que aspiram gozar dos cômodos que oferecem a criação de novas Vilas…. Resolveu a seguinte proposta: Art. 1° Ficam criadas Vilas na Província de Minas Gerais, as seguintes povoações: A povoação de Bom Despacho do Picão, compreendendo no seu termo a nova freguesia do mesmo nome e a de Dores do Indaiá e a Aplicação dos Alegres (atual João Pinheiro). Paço do Conselho Geral, 3 de fevereiro de 1832, M. Soares, do Couto. A. J. R. Bhering. B. A. Monteiro. 3.2 - Neste momento dividiu a família Dias Maciel, o que era contra a emancipação de Bom Despacho mudou para Patos de Minas e construíram sua história política no desenvolvimento dessa cidade e a cidade de Presidente Olegário é uma homenagem ao Presidente de Minas Gerais, em 1930, Olegário Dias Maciel. Cirilo Dias Maciel, vereador em Santo Antônio do Monte fez o que é considerado: A Guerra da Independência de Bom Despacho. 4 - As matriarcas Joaquina de Pompéu e Maria Tangará que nos geraram. 5- As nossas etnias e povos que tornaram essa região cosmopolita: 5.1 – Os negros. A mão-de-obra mal remunerada, que veio da África, os fugitivos, os quilombolas, até a Lei Áurea. Os legados que nos deixaram como a Língua da Tabatinga e a Festa do Reinado. 5.2 – Os índios - nosso estado era conhecido como: “Minas Gerais dos Cataguases”. 5.3 – Os portugueses. 5.4 – Os italianos - Vigário Nicolau Ângelo Del Duca, padre e médico que nos ensinou o patriotismo, era um grande estadista e foi o responsável pela emancipação de Bom Despacho a construção da Santa Casa. 5.5 - Os libaneses - hábeis comerciantes chegaram com uma pequena caixa onde estavam algumas mercadorias que saiam vendendo, almejavam ir bem longe. Depois de alguns anos abriam sua loja e já queriam ser proprietários de uma indústria. Os filhos tinham que estudar e serem advogados, entrar para a política e um deles chegou a Presidência do Brasil – Michel Temer. 5.6 – Os alemães - exímios torneiros mecânicos e foram responsáveis pelo desenvolvimento industrial da região. Criaram o macaco hidráulico Fischer, um elevador que levava as ferramentas que confeccionaram para a construção da Igreja Matriz de Bom Despacho. Foram perseguidos e torturados, alguns exterminados durante a Segunda Guerra Mundial e durante a ditadura. 6 - A Segurança Pública e a sua importância no processo civilizatório das populações. 7 - A Guerra do Paraguai- de Pitangui 52 voluntários despediram-se em meio a celebrações religiosas e cívicas, não faltaram os discursos patrióticos, a execução do Hino Nacional e a entrega solene da bandeira ao primeiro voluntário, feita por uma jovem. Criaram a sociedade “Amor da Pátria” enviaram uma doação no valor de dois contos cento e dez mil réis para o imperador. Para os pitanguienses, o amor à pátria foi sempre uma religião, que devotamente cultivavam com afanoso acatamento. 8 - A justiça dos homens e da lei, os termos anexos, as comarcas, juízes, os cartórios. 9 - Os jornais, o fotógrafo de Nova Serrana que registrou o Grande Sertão Veredas, de Guimarães Rosa. 10 - A criação da Diocese do Aterrado e quais suas consequências para o desenvolvimento do centro-oeste mineiro. Padre Libério - “O Santo do centro-oeste”. Seu trabalho apostólico, também foi o responsável pelo desenvolvimento de nossa região. 11 - A Sociedade de São Vicente de Paulo que tantos benefícios trouxeram, quantos sofrimentos aliviaram. 12 - A emancipação político-administrativa de Divinópolis e Bom Despacho pela família Gontijo, Pedro X Gontijo – Divinópolis e Pedro de Paula Gontijo – Bom Despacho. A tradição oral passada de pai para filho criaram as lendas que tiveram que ser comprovada ou desmitificada. Mas gerou as quitandeiras, as cozinheiras, as doceiras, as queijeiras, as salgadeiras - a alta gastronomia mineira que mistura tempero e gosto de várias nacionalidades. Tomo II – Narra o período de 1912 a 1940. As construções: 1 – Grupo Escolar Bom Despacho. 2 – A Estrada de Ferro Paracatu - saindo da Praça da Estação em Belo Horizonte até a Barra do Funchal. O progresso que a locomotiva trouxe. Chegou em Divinópolis em 1890 para povoar o “sertão” - como era conhecida a nossa região. 3 – Das Igrejas Matrizes. 4 – Do Clube Social. 5 – Da Vila Militar. As revoluções, a imposição da ordem e da lei e o desenvolvimento que trouxeram para toda região. 6 – Da Rodovia MG 252 – Belo Horizonte a Uberaba. 7 – A fundação da Fábrica de Tecido - a ata da fundação, a lista dos acionistas, de onde vieram os maquinários, a construção da usina hidrelétrica João de Deus. A emancipação feminina, as mulheres que eram do lar ou professoras passaram a ser operárias. 8 – Da Santa Casa de Bom Despacho. Reconstruí em palavras e fotos todos os casarões que existiram em Bom Despacho. Como surgiram os bairros e quem são os homenageados que denominam as ruas. Tomo III – Narra o período de 1940 a 1969. 1 - A Segunda Guerra Mundial. 2 - Todas as eleições de 1912 a 2012, com a biografia dos prefeitos. 3 - Os laticínios, a fundação da Cooperativa Agropecuária de Bom Despacho, do Sindicato Rural, da SICOOB CREDIBOM. 4 - As Pharmácias. 5 - Aeroclube de Bom Despacho e o Aeroporto de Divinópolis, o instrutor de aviação Ítalo Consoli. 6 - As Construções dos Ginásios: Miguel Gontijo, Colégio Tiradentes. O Colégio Comercial e a história dos contadores - do guarda-livros. 7- A fundação das Siderúrgicas. 8 – A Extração do Cristal. 9 - O Golpe Militar de 1964. 10 - O esporte e a construção da Praça de Esportes. 11 - A construção da BR 262 de Vitória – ES – Uberaba – MG. Tomo IV – Narra o período de 1970 a 2012. 1 - A CAF – Companhia Agrícola Santa Bárbara. 2 - A fundação da Cooperativa de Eletrificação Rural do Engenho do Ribeiro – CERER. 3 - A fundação da COPASA, CEMIG E TELEMIG 4 - A fundação da Faculdade UNIPAC. 5 - A construção do SESC/LACES. 6 - Bom Despacho terra de som & Ritmos (Coral Voz e Vida). 7 - A comemoração do centenário de emancipação político-administrativa de Bom Despacho e Divinópolis.
Fernando Humberto de Resende Coordenador/Proponente do Projeto: "Um povo sem memória, é um povo sem futuro" têm os seguintes objetivos: 1 - O Objetivo Geral foi dividido em onze áreas temáticas todos dentro da região centro-oeste mineira e inseridos dentro dos livros: "Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram". Visando realizar ações culturais a curto, médio e longo prazo que beneficiará as comunidades. Todas objetivando resgatar, preservar e imortalizar a história da região e seus personagens: Área 1: História da Cultura Política, com dois subprojeto: A elite política na região, dominada pela família Dias Maciel (e na cidade de Patos de Minas _ MG). Outras famílias que dominaram a política regional. Área 2: História Cultural, com cinco subprojetos: Memória do Teatro; Memória do Cinema e dos filmes que foram gravados; Memória Gráfica: Jornais, Livros e outros Impressos; Memória dos Corais, Bandas. Memórias da Rádios. Área 3: História da Educação, com três subprojetos: Memória da construção dos Grupos Escolares, Ginásios e das Faculdades; Memórias dos Mestres e Mestras; Memórias das Academias de Letras da região. Área 4: História Econômica, com quatro subprojetos: Memória das Fábricas de Tecidos; O Leite e o Cristal _ o "Ouro Branco"; Memória, as Siderúrgicas, "sociedade do gusa"; Memória das primeiras Casas Comerciais, Pharmarcias e dos guarda-livros. Área 5: História Cultural, com quatro subprojetos: Memória Audiovisual dos Pioneiros; Registro em vídeo depoimentos de pessoas que façam parte da história do centro-oeste; Memória Fotográfica "Nossa Gente" Registro dos dados que forem coletados em campo - do subprojeto "Conhecendo seu Município". Área 6 _ História da Ferrovia, com três subprojetos: Memória da Estrada de Ferro Paracatu, Estrada de Ferro Oeste de Minas e outras; Reabertura do Museu Ferroviário e do Museu da Cidade. Implantar a ideia de um circuito turístico pelos caminhos das ferrovias que foram desativadas, mas deixaram túneis (belezas arquitetônicas). Área 7 _ Memória dos italianos, libaneses, alemães e outras imigrantes, com o subprojeto: Resgatar as suas memórias; Área 8 _ Preservar o Instituto Histórico de Pitangui, o Centro de Memórias de Santo Antônio do Monte e outros. Área 9 _ Resgatar a memória da Religião e dos Cultos Africanos, com três subprojetos: A memória das Dioceses de Luz, Divinópolis, Mariana, e Oliveira - MG e a Diocese de Olinda - PE. A memória da Festa do Rosário; A memória dos Cultos Africanos. Área 10 _ Resgate da memória da Gastronomia e da Arte, com dois subprojetos: Resgatar a receitas das quitandeiras, salgadeiras, doceiras; Resgatar a arte dos bordados: Área 11 _ Reconstruindo Nossa História, com dois subprojetos: Arrecadação de objetos, documentos e fotografias de valor histórico para a formação do acervo do Museu e do Memorial da Região Centro-Oeste de Minas Gerais; Promover o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência visual e deficiência auditiva. Objetivo Específico 1 - Edição e impressão de três mil livros: "Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram" - Tomo I, II, III e IV Distribuição gratuita destes livros em seis eventos, em seis microrregiões: 1- Microrregião de Bom Despacho _ 10 cidades e 200 escolas _ 600 livros. (Bom Despacho (45.624 habitantes e 22 escolas públicas), Dores do Indaiá (13.778 e 8 escolas), Estrela do Indaiá (3.516 e 5 escolas), Luz (17.486 e 30 escolas), Martinho Campos (12611 e 13 escolas), Moema (7.028 e 11 escolas), Patos de Minas (138.710 e 78 escolas), Pompéu (29.105 e 25 escolas), Quartel Geral (3.303 e 6 escolas), Serra da Saudade (815 e 2 escolas). 2 _ Microrregião de Abaeté _ 5 cidades e 47 escolas _ 200 livros. (Abaeté (22.690 e 19 escolas), Biquinhas (2.630 e 4 escolas), Cedro do Abaeté (1.210 e 3 escolas), Morada Nova de Minas (8.255 e 12 escolas) e Paineiras (4.631 e 9 escolas) _ 3 _ Microrregião de Divinópolis _ 18 cidades e 427 escolas _ 1200 livros. (Divinópolis (213.016 e 110 escolas), Araújos (7.883 e 7 escolas), Camacho (3.154 e 14 escolas), Carmo do Cajuru (20.012 e 18 escolas), Carmo da Mata (10.927 e 9 escolas), Cláudio (25.771 e 36 escolas), Conceição do Pará (5.158 e 12 escolas), Itapecerica (21.377 e 29 escolas), Itatiaiuçu (9.928 e 7 escolas), Itaúna (85.463 e 41 escolas), Leandro Ferreira (3.205 e 4 escolas), Nova Serrana (73.699 e 32 escolas)), Pedra do Indaiá (3.875 e 23 escolas), Perdigão (8.912 e 5 escolas), Pitangui (25.311 e 20 escolas), Santo Antônio do Monte (25.975 e 51 escolas), São Gonçalo do Pará (10.398 e 3 escolas) e São Sebastião do Oeste (5.805 e 6 escolas)) _ 4 _ Microrregião de Formiga _ 12 cidades e 158 escolas _ 200 livros. (Formiga (65.128 e 37 escolas), Arcos (36.597 e 20 escolas), Bambuí (22.734 e 16 escolas), Córrego Fundo (5.790 e 3 escolas), Córrego Danta (3.391e 6 escolas), Iguatama (8.029 e 9 escolas), Japaraíba (3.939 e 3 escolas), Lagoa da Prata (45.984 e 39 escolas), Medeiros (3.444 e 6 escolas), Pains (8.014 e 13 escolas), Pimenta (8.236 e 4 escolas) e Tapiraí (1.873 e 2 escolas)) _ 5 _ Microrregião de Oliveira _ 10 cidades e 153 escolas _ 200 livros. (Oliveira (39.466 e 43 escolas), Bonfim (6.818 e 17 escolas), Carmópolis de Minas (17.048 e 12 escolas), Crucilândia (4.757 e 7 escolas), Itaguara (12.372 e 10 escolas), Passa Tempo (8.197 e 11 escolas), Piedade das Gerais (4.640 e 18 escolas), Piracema (6.406 e 7 escolas), Rio Manso (5.276 e 15 escolas) e São Francisco de Paula (6.483 e 13 escolas)). 6 _Microrregião de Pará de Minas _ 7 cidades e 97 escolas _ 300 livros. (Pará de Minas (84215 e 57 escolas), Igaratinga (9.264 e 9 escolas), Maravilhas (7.163 e 6 escolas), Onça do Pitangui (3.055 e 7 escolas), Papagaios (14.175 e 11 escolas), Pequi (4.076 e 3 escolas) e São José da Varginha (4.198 e 4 escolas)) Total _ 62 cidades beneficiadas _ 3.000 livros distribuídos gratuitamente serão doados para 1082 Escolas Públicas e trezentos livros para os Patrocinadores A contrapartida social será a doação gratuita de três mil livros (100 % do projeto) e a colocação das logomarcas do Programa Nacional de Apoio à Cultura - Pronac, do Vale-Cultura e do Governo Federal, exigidas nos livros. CONTRAPARTIDA SOCIAL (Art.22 da IN 02/2019): Encontro para discutir sobre Biblioteconomia e restauração de livros. Biblioteconomia _ Turma 50 vagas Carga horária 10 horas Restauração de livros _ Turma 50 vagas Carga horária 15 horas Público alvo: Estudantes e professores de instituições públicas de ensino e interessados. 2 _ Confeccionar doze banner's destacando o patrimônio cultural da região. E um banner/explicativo para a acessibilidade dos locais dos eventos. 3- O Coordenador/Proponente contratará um profissional para filmar os seis eventos nas seis microrregiões. 4 - O Coordenador/Proponente contratará em 2020 os serviços de um advogado e contador. 5 _ O Coordenador/Proponente contatará um assistente em cada microrregião durante a pré-produção, a produção e a pré-produção. 6 - O Coordenador/Proponente entregará os quatro (4) livros nas Superintendências Regionais de Ensino de Divinópolis e Pará de Minas. 7 - O Coordenador/Proponente agendará um encontro com os Secretários de Educação e da Cultura das seis (6) microrregiões, para agendar a melhor data, local para efetuar as entregas dos livros do Projeto: "Um povo sem memória, é um povo sem futuro". Com o calendário de eventos incluído na agenda cultural dessas cidades, enviarei ofícios aos Secretários de Educação e da Cultura das outras cinquenta e seis cidades, convidando-os para o evento. 8-O Coordenador/Proponente ministrará uma Palestra: "Um povo sem memória, é um povo sem futuro". Em cada evento. 9 - O Coordenador/Proponente fará doze (12) oficinas palestras, nas sedes das APAE e Asilo das seis microrregiões.
A Lei de Incentivo à Cultura 8.313/91 tem a função profícua de fomentar a cultura, democratizá-la e transformar uma sociedade. O Projeto: "Um povo sem memória, é um povo sem futuro" se enquadra em todos os incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País O projeto atingirá o objetivo do art. 3º da Lei 8.312/91, inciso II e sua finalidade na alínea b; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Como é sabido, a Lei Rouanet é responsável pelo fomento à cultura nacional, sendo assim, o projeto: "Um povo sem memória, é um povo sem futuro", pleiteia recursos de Incentivo Fiscal para a edição e impressão de três mil exemplares, formato 16 X 23 cm, com quatrocentos e dez (410) páginas cada um dos livros: "Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram" - Tomo I, II, III e IV e distribuí-los gratuitamente em 1082 escolas, em 62 cidades, em seis eventos 1 - O Coordenador/Proponente compreende que a Lei de Incentivo à Cultura é um mecanismo eficaz de propagação da cultura, aquela coletada diariamente de pessoas que detêm o conhecimento empírico e o acadêmico e são cheias de sabedoria. Esse rico acervo não pode ficar numa gaveta, nem mofando numa pratilheira, tem que está nas mãos dos docentes, discentes, cidadãos, agentes públicos, todos tem que conhecer, amar e preservar a sua história. 2 - O Fundo Nacional de Cultura _ FNC, criado pela Lei 8.313, de 23/12/91, existe para que o Estado exerça um papel importante, não como produtor, que se frise, mas como incentivador e propulsor de recursos que une um escritor (sua obra, sua pesquisa), a distribuição desta obra numa comunidade, num determinado espaço geográfico, num determinado momento histórico. A ausência ou fragilidade de ações nesse campo são, ao mesmo tempo, reflexo e estímulo da violência, barbárie, destruição de qualquer civilização e mesmo das normas mínimas de convivência entre os humanos. 3 - A cultura e a arte são direitos e necessidades fundamentais do ser humano. O Patrimônio Cultural deve ser valorizado por todos e sua proteção deve ser pensada para e pelos sujeitos que detém o conhecimento. A sensibilização e conscientização do por que e como preservar deve ser realizada através de políticas públicas que envolvam as comunidades e os agentes que se relacionam com os bens portadores da memória coletiva e da identidade cultural dos diversos grupos sociais. 4 - Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional _ IPHAN, o patrimônio cultural de um povo é formado pelo conjunto dos saberes, fazeres, expressões, práticas e seus produtos, que remetem à história, à memória e à identidade desse povo. O patrimônio cultural de uma sociedade é também fruto de uma escolha, que, no caso das políticas públicas, tem a participação do Estado por meio de leis, instituições e políticas específicas. Essa escolha é feita a partir daquilo que as pessoas consideram ser mais importante, mais representativo da sua identidade, da sua história, da sua cultura, ou seja, são os valores, os significados atribuídos pelas pessoas a objetos, lugares ou práticas culturais que os tornam patrimônio de uma coletividade (ou patrimônio coletivo). 5 - De acordo com o Art. 216 da Constituição Federal Brasileira constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. São eles: - As formas de expressão; - Os modos de criar, fazer e viveres; 6 - Todas estas definições estão inseridas nos livros:"Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram" e neste projeto: "Um povo sem memória, é um povo sem futuro" e precisam não apenas serem divulgadas, mas estarem a mão dos discentes, docentes, dos agentes públicos e da comunidade. A maneira mais eficaz de levar esses conhecimentos a todos é através da Lei de Incentivo à Cultura. 7 - Somente através da Lei de Incentivo à Cultura será possível a edição e impressão e a distribuição destes livros que incentivarão e motivarão os docentes e discentes a conhecerem e pesquisaram sobre sua região/sua cidade. 8 - Visando a democratização de acesso será exibido um curta-metragem sobre o patrimônio cultural da região. 9 - Objetivando despertar os docentes da Educação Básica, especialmente os de Ensino Fundamental: 9.1 - A importância de se trabalhar em sala de aula conteúdos vinculados a História Regional e Local, pois é através da incorporação dessa concepção historiográfica nas práticas pedagógicas dos docentes que as aulas passarão a ser mais dinâmicas e prazerosas, uma vez que os discentes poderão perceber que a história faz parte de sua vida e, tudo que os mesmos produzem é história e deve ser levado em consideração, permitindo dessa forma um novo olhar acerca do saber histórico em sala de aula, rompendo assim com a velha concepção positivista de fazer história, consequentemente se aproximando de uma história plural e dinâmica, por certo associada ao que se propõe a denominada "Nova História". Essa aproximação com a mencionada corrente historiográfica 9 - Ao começar minhas pesquisas em 1990, pude constatar que nossas memórias estavam se perdendo: - História oral - aquela narrada de pai/avô ou mãe/avó para os filhos/netos _ os "causos"; - História documental _ aquela registrada nos jornais, livros, documentos (atas de reuniões, fundações) estavam sendo devoradas pelas traças - O Museu da Cidade de Bom Despacho está fechado e O Museu Ferroviário sendo dilapidado de suas preciosidades. - Os casarões e a nossa história patrimonial sendo derrubados para a construção de grandes edifícios. - Por outro lado, a História Geral e do Brasil, sempre desfrutou de prioridades no processo de ensino e aprendizagem, sobretudo no que se refere os conteúdos abordados nos livros didáticos, que por sua vez desconsideram a importância da História Regional e Local como uma vertente historiografia essencial para compreender a realidade em que os estudantes estão inseridos Visando resgatar, preservar, imortalizar e tornar todas essas informações de domínio público é que estou pleiteando a Lei de Incentivo à Cultura. que mobilizará a comunidade em doação, patrocínio, estimulará os docentes e permitirá que os discentes tenham uma rica fonte de informações sobre sua região e fatos nacionais regionalizados. Sendo essa a razão profícua desse mecanismo de incentivo a cultura.
O Coordenador/Proponente observou em onze anos como profissional da educação que os alunos estão desmotivado e um dos principais motivos é acharem que não fazem parte da matéria, em qualquer disciplina. A Segunda Guerra mundial foi na Europa, a corrupção está lá em Brasília. “Meu pai não estudou e ganha mais que um professor” é o que constantemente ouço. No Brasil, a evasão escolar é um grande desafio para as escolas, pais e para o sistema educacional. Segundos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira – INEP, de 100 alunos que ingressam na escola na 1ª série, 4,8 % não concluem o ensino fundamental, ou seja, 95 terminam a 8ª série (IBGE, 2007). As causas da evasão escolar são variadas. O Coordenador/Proponente do Projeto: “Um povo sem memória, é um povo sem futuro”, objetiva: 1- A edição e impressão de três mil (3.000) livros e a realização de seis eventos a serem realizados nas cidades de Bom Despacho, Abaeté, Divinópolis, Formiga, Oliveira e Pará de Minas por uma temporada de oito meses. Qual a importância de quase todas as escolas terem acesso a esses livros? Os discentes, docentes, gestores públicos precisam conhecer, compreender e se identificar com a história de sua cidade, sua região. Almejo mudar o olhar de vocês discentes, docentes e da comunidade, ao percorrer as ruas de sua cidade precisa observar o mundo ao seu redor. Precisamos preservar nossos patrimônios material e imaterial. Imagine um roteiro turístico: "Conheça o centro-oeste e seus encantos". Os brasileiros fazem economia para conhecer outros países e muitos não valorizam e nem conhecem sua cultura, suas tradições. Esses recursos financeiros gerariam renda, emprego, preservação dos patrimônios culturais. Quando falta água na torneira de sua casa você lembrará que tínhamos em abundância, mas vieram os desmatamentos, os assoreamentos, o aumento populacional e não fizemos nada para minimizar os danos que causamos na natureza. Os livros: "Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram" - Tomo I, II, III e IV narram: Temos a obrigação de preservar nossas memórias. Levantar estátuas, monumentos aos nossos colonizadores e aos inúmeros colaboradores. Instituir museus para guardar, registrar e preservar em seus acervos o nosso passado, que será o alicerce do nosso presente e a construção do futuro que almejamos. Os índios, os primeiro habitantes do centro-oeste mineiro viviam em harmonia com a natureza e tão covardemente foram dizimados. Primeiro Grupo de Bom Depacho, estudei quando era na Praça da Matriz. Meus filhos estudarm na escola novinha, no lugar onde está e onde meus descendentes estudam. Minhas professoras! Outras gerações de professores. Porteiro era o Chico da Afonsina, depois o Paulo e outros que protegem a nossa Escola. As cantineiras, sempre cuidando da limpeza e da merenda, também foram se renovando. Nos anos 70 tinha uma horta, Construíram uma salinha, onde por vários anos vi o Professor Tadeu ministrando suas aulas. Até o pé de manga vi crescendo, seus primeiros frutos. Afinal, são cem anos e tantas histórias, tantas recordações e saudades! Nas férias do meio do ano, fazia frio, íamos para a fazenda, nadar, andar a cavalo... A recém-formada Vila de Bom Despacho tinha pressa, em todos os lugares havia um canteiro de obras: Nas cercanias abriam uma picada, faziam pontes e túneis, dormentes eram assentados e os trolhos da ferrovia riravam realidade. A Fazenda Matão, pertinho da Escola nova, era desmatada. No terreno brotavam galpões, a Estação, casas de ferroviários. Construía o Paço Municipal e, para atender as exigências legais, passou a ser a cadeia pública. Abriam-se novos cartórios e em pouco tempo o Termo Anexo da Comarca de Santo Antônio do Monte. Lá no morro Santo Antônio começava a construção da nova Igreja - um exagero! A construção da Santa Casa e sua capela. A construção da Vila Operária utilizando a mão de obra qualificada da Estrada de Ferro Paracatu, que ainda trouxe os alemães que foram fundamentais aos anseios latentes dos bom-despachenses, que olhavam atônitos para aquela torre altíssima de uns sessenta metros de altura. O alemão Bruno Kohnert construiu um elevador para levar as ferramentas lá para cima. A nata da sociedade construiu o Clube Social e os famosos saraus. A Revolução de 30 deixou um enorme vazio, os operários da Estrada de Ferro Paracatu forma transferidos, dois mil operários desempregados. Os militares chegaram para colocar ordem numa terra sem lei. Fou um auê. Mas logo se entrosaram com a sociedade bom-despachense. Os famosos bailes na Vila Milita - antiga Vila Operária, o comandante no caminhão do Batalhão levava muitos homens para as caçadas nos arredores de Bom Despacho, Zé Pretinho fabricava as armas lá na Tabatinga. No final das férias escolares do meio do ano chegávamos à cidade e ela já estava colorida. ao longe escultávamos um som característico de pandeiro, tambor, reco-reco. Ah! Era a Festa do Reinado! Todos nós ainda o seguimos, vamos nas casas tomar café, ou ajudamos em alguma tarefa, para bem receber os soldados da Santa. Bom Despacho, durante quinze dias, se transforma na cidade de Nossa Senhora do Rosário! Nossos irmãos - "preto retino", aqueles que ajudam na lida são reverenciados. Ah! Aquele Bom Despacho da década de 40! Nem a Segunda Guerra Mundial tirou o seu dinamismo. Os alemães construíam um helicóptero e sonhavam decolar da Vila Gontijo. Foi eleito o primeiro Prefeito. A cidade precisava de uma escola? Construíam umas vinte, na área urbana e rural, tudo na base do multirão: um fazendeiro doava um terreno, outros o materiais e o povo a construía. Gerava emprego e todos tinham renda. Lembro que, quando acabou a guerra, nossos "pracinhas" chegaram à Praça da Estação, foram saudados efusivamente pela população, foram recebidos com festa e foguete. Os anos 60 era a consagração, tínhamos a Fábrica de Tecido, três siderúrgicas, o garimpo, várias escolas, Bom Despacho era só progresso! A União Municipal dos Estudantes, nossos jovens tinham consciência política e faziam a cabeça de suas mães. Tudo emudeceu! O Golpe de 64! Atônitos, sem ação!Não nascemos para a liberdade? Há pouco tínhamos a figura paternal de Dom Pedro II, depois o Getúlio Vargas - o "Pai dos pobres e a mãe dos ricos" -, ditadura que durou 15 anos e agora começava outra. O que nos aguardava? "Um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade" - dizia o astronauta Neil Armstrong ao pisar na lua pela primeira vez, em 1969, transmitido ao vivo pela televisão. No mesmo ano que era inaugurada a BR-262, os bom-despachenses jamais poderiam imaginar o progresso e os inúmeros benefícios que essa rodovia traria. Alguns duvidam que o homem pisou na lua, mas a estrada era real, estava ali, diante de nossos olhos. Início da década de 70, Padre Jaime Lopes Cançado e sua juventude (Roda Viva) faziam a diferença. A Companhia Agrícola Florestal Santa Bárbara mudou o cenário agrícola de nossa região. A Cooperativa de Eletrificação Rural do Engenho do Ribeiro trouxe a iluminação para o campo e a Centrais Elétricas de Minas Gerais acabou com a escuridão da cidade. Foram tantas transformações: computador, celular, cabo de fibra ótica… Mas tivemos os procurados, os subversivos, os torturados, os comunistas, os perseguidos. O milagre econômico?! Foram 21 anos de ditadura até que o movimento: Diretas Já - tomou contas das ruas. Enfim, chegou a Democracia! A Constituição de 1988. O impeachment. Os “caras-pintadas”! A Bom Despacho de 2012 era uma cidade triste! O pronto-socorro fechado e o povo sem atendimento. O prefeito sendo acusado de corrupção. Virou a cidade do “Lá tinha”: “Lá tinha a Fábrica de Tecido”, “Lá tinha a Siderúrgica”… E os trabalhadores em bando se deslocando para Nova Serrana. O Coordenador/Proponente almeja transformar suas pesquisas em 4 livros que estarão nas mãos dos alunos para que estudando, analisando as memórias de sua cidade, sua região construam o futuro que desejam.
1 - O Coordenador/Proponente deste projeto fará uma licitação menor preço e melhor técnica e encaminhará a Editora vencedora: 1.1 - Edição e impressão de setecentos e cinquenta (750) exemplares, formato 16 X 23 cm, com quatrocentos e dez (410) páginas, no sistema digital, sendo o MIOLO em preto e branco, com papel branco 90 gramas, acabamento hotmelt e CAPA colorida, com papel cartão branco 250 gramas, com orelhas, laminação brilhante, do livro de nome: “Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram” - Tomo I, com revisão e liberação por conta do autor Fernando Humberto de Resende, de sua autoria e responsabilidade. 1.2 - Edição e impressão de (750) exemplares, formato 16 X 23 cm, com quatrocentos e trinta e seis (436) páginas, no sistema digital, sendo o MIOLO em preto e branco, com papel branco 90 gramas, acabamento hotmelt e CAPA colorida, com papel cartão branco 250 gramas, com orelhas, laminação brilhante, do livro de nome: “Bom Despacho 300 anos, Homens que a construíram” - Tomo II, com revisão e liberação por conta do autor Fernando Humberto de Resende, de sua autoria e responsabilidade. 1.3 - Edição e impressão de (750) exemplares, formato 16 X 23 cm, com quatrocentos e quatro (404) páginas, no sistema digital, sendo o MIOLO em preto e branco, com papel branco 90 gramas, acabamento hotmelt e CAPA colorida, com papel cartão branco 250 gramas, com orelhas, laminação brilhante, do livro de nome: “Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram” - Tomo III, com revisão e liberação por conta do autor Fernando Humberto de Resende, de sua autoria e responsabilidade 1.4 - Edição e impressão de setecentos e cinquenta (750) exemplares, formato 16 X 23 cm, com quatrocentos e cinquenta e duas (452) páginas, no sistema digital, sendo o MIOLO em preto e branco, com papel branco 90 gramas, acabamento hotmelt e CAPA colorida, com papel cartão branco 250 gramas, com orelhas, laminação brilhante, do livro de nome: “Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram” - Tomo IV, com revisão e liberação por conta do autor Fernando Humberto de Resende, de sua autoria e responsabilidade. Total de livros editados e impressos – três (3) mil exemplares. Com a inserção das logomarcas do PRONAC, Vale-Cultura e do Governo Federal. Que serão distribuídos gratuitamente para 62 cidades do centro-oeste mineiro. a 1.082 escolas públicas - Beneficiando 218.754 alunos e mais de 1.322.031 pessoas. - 300 serão doados para os patrocinadores da Lei de Incentivo à Cultura; 2 - Licitação para a contratação de uma transportadora para transportar os livros da Editora para a residência do proponente, onde acontecerá a separação por cidade e instituição de ensino e a posterior distribuição. 3 - confecção de doze (12) Banner’s de um (1,00) metro de largura por um metro e meio (1,50) de comprimentos. 4 - Gravação de um curta-metragem sobre o patrimônio cultural da região que será exibida nos seis eventos. 5 - Gravação de umas vinhetas que serão exibidas nas emissoras de televisão locais. Projeto pedagógico 1 - O Coordenador/Proponente executará projetos pedagógicos consistentes objetivando os docentes a incentivarem seus discentes a pesquisar sobre sua cidade, bairro, povoado e conhecer sua gente – sua identidade. 2 - Quando se diz que as crianças são o futuro do país, a nossa esperança e desejo de dias mais prósperos e justos, temos que compreender que para haver mudanças é necessário conhecermos o que foi feito no passado sob pena de entrarmos na eterna roda-viva da repetição de erros, pelo simples fato de sabermos que eles já existiram. 3 - Semana da Pátria, Guerra do Paraguai, Abolição da Escravatura, Segunda Guerra Mundial e outros fatos nacionais, estão regionalizados nos livros: "Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram". È o momento justo e perfeito para refletirmos sobre nossa história regionalizada e inspirar nossas crianças e cidadãos a conhecerem sua própria história de forma imparcial. É hora de aprendermos com nossos antecessores. Conhecermos a história da nossa região, enaltecendo os grandes homens e mulheres que engrandeceram, construíram a região centro-oeste mineira. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, ano/base 2018 temos: § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. AS BASES LEGAIS QUE FUNDAMENTAM O ENSINO DE HISTÓRIA “Os objetivos concretizam as intenções educativas em termos de capacidades que devem ser desenvolvidas pelos alunos ao longo da escolaridade”. (PCN, 1997). 1 - Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) para a História dividem-se em duas partes. 1.1 - Compondo a primeira parte, temos características, princípios, conceitos e algumas concepções curriculares para o ensino de história, além de objetivos gerais, critérios de seleção e organização de conteúdos por área. 1.2 - Na segunda parte estão presentes propostas de ensino e aprendizagem para o primeiro e segundo segmentos do ensino fundamental que são divididos em quatro ciclos com objetivos, critérios de avaliação e orientações didáticas para a prática da pesquisa escolar, para o uso de variados materiais didáticos e documentos, além de sugestões para atividades extraclasses. 1.3 - Os PCN (1997) têm também como pressuposto que o aluno pode apreender a realidade na sua diversidade e nas múltiplas dimensões temporais. Destacam os compromissos e as atitudes de indivíduos, de grupos e de povos na construção e na reconstrução das sociedades, propondo questões locais e regionais. 1.4 - Há também nos PCN uma forte ênfase na questão dos sujeitos históricos, colocando como objetivo da educação esta construção, valorizando o papel de cada um na construção da história de todos, possibilitando que a memória também possa ser um instrumento para esta construção, quando diz que “O sujeito histórico pode ser entendido, por sua vez, como sendo os agentes de ação social, sendo eles indivíduos, grupos ou classes sociais”. Esta lei vem reforçar a importância de um ensino de História que valoriza o senso crítico de seus alunos Projeto pedagógico 1- Subprojeto literário: Passeando pelo universo literário O Coordenador/Proponente fará passeios externos à escola das 6 cidades (microrregião) incentivando os docentes a fazerem o mesmo, levando os estudantes para visitar pontos turísticos, ou bens tombados pelo patrimônio público de uma cidade. Em Bom Despacho visitar a Fonte da Biquinha: Como foi construída? Em que ano? Veja a importância desta visita, neste local surgiu o ditado mais famoso da região: “Quem come o biscoito da Mariquinha e bebe água da Biquinha não sai de Bom Despacho!” 2 – O subprojeto Café Literário: “Um povo sem memória, é um povo sem futuro” O Coordenador/Proponente incetivará nos discentes a leitura e a escrita feita com prazer, incentivando a fruição do momento no qual ocorrem essas ações. O evento evidencia práticas de leitura em voz alta e produção textual, em um momento de descontração com alimentos e bebidas que ativam a memória, só com produtos regionais, mantendo nossa tradição. Um momento de partilha intelectual e gastronômica, objetivando associar a prática da leitura a algo prazeroso. A leitura de textos literários estimula a imaginação, a organização de ideias na mente. Há incentivo da parte do docente para que o/a discente descubra o prazer de ler, visto que, “a literatura ocupa um lugar único em relação à linguagem, ou seja, cabe à literatura ”[….] tornar o mundo compreensível transformando a sua materialidade em palavras de cores, odores, sabores e formas intensamente humanas” (COSSON, 2006, p. 17). No 1º bimestre – convidará uma pessoa idosa, que será entrevistada pelos discentes. No 2º bimestre – convidará um escritor ou historiador para ministrar uma palestra sobre os povoados do município.
IN 2 - 23/04/19 - CAPÍTULO - SEÇÃO I Art. 18. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo de incentivo a projetos culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. O Coordenador/Proponente do projeto: “Um povo sem memória, é um povo sem futuro”. Produto Principal os livros: “Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram”, fez uma pesquisa para editar alguns livros em braile cujo valor é inviável e a demanda é ínfima. Mas para atender esse público específico no dia dos eventos será exibido um curta-metragem. Todas as medidas necessárias para garantir a Acessibilidade não gerará custos para essa proposta. 1 - Agendará uma reunião com o Secretário de Esportes das seis cidades onde ocorreram os seis eventos. Onde será definido o melhor local e se houver necessidade será solicitado uma visita técnica de um militar do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais com sede em algumas dessas cidades. 2 - A acessibilidade de eventos começa com o planejamento: 2.1 - Quantas pessoas confirmaram presença? 2.2 – Qual será o público-alvo e como lhe garantir acessibilidade? 2.3 – Escolha de um local amplo que os acomode confortavelmente. Os seis eventos deste projeto ocorreram em locais abertos, caso estes não possuam acessibilidade, o proponente irá adotar as medidas dispostas na referida lei e decreto. Serão elas: rampas de acesso, monitores responsáveis por orientar portadores de necessidades físicas e idosos, vagas reservadas, intérpretes de libras, entre outras. Ressalta-se que o Ministério da Cidadania acompanhará e fiscalizará as medidas de acessibilidade propostas e considerará o seu cumprimento como quesito de avaliação final do projeto cultural A melhor escolha são os ginásios poliesportivos. Locais de fácil acesso, com toda estrutura necessária, onde realizam os Jogos Escolares de Minas Gerais (JEMG), a formatura do PROERD e outros eventos. Locais que foram vistoriados pelo Corpo de Bombeiros. - A entrada e saída desses locais são bem distribuídas, com rampas e corrimãos que facilitem o deslocamento. E com banheiros adaptados. - Estacionamento para veículos com vagas destinadas aos idosos, gestantes de deficientes. - Na quadra será reservado um espaço para os cadeirantes. - O Ginásio será dividido e reservado um espaço para cada cidade que compõe a microrregião – os moemenses (Moema), os luzenses (Luz), - Em todas as seis cidades onde ocorreram esses eventos têm a sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE que possuem um funcionário de intérprete de Libras e os alunos abrilhantaram esses eventos com suas apresentações. 1 - Seguindo a determinação da Lei, serão reservados: 1.1 - Capacidade de assentos – acima de 1000 – 15 espaços para cadeira de rodas, 10 assentos para pessoas com mobilidade reduzida e 10 assentos para pessoas obesas, mais 0,1% do que exceder de 1.000. Cada pessoa tem direito a um acompanhante, mas não se pode exigir um acompanhante como requisito para presença da pessoa da área. - O local onde ocorrerá esses eventos é acessível por transporte público e está preparado para receber as pessoas com deficiências visuais e auditivas com o devido conforto. Algumas Prefeituras disponibilizam os ônibus escolares para levar os alunos. 1.2 - Uma fila será organizada desde o início do evento, as pessoas serão recebidas por ordem de chegada e sairão por outra porta. 1.3 - Nas entradas dos seis Ginásios têm placas indicativas em braile, inclusive indicando a lotação máxima do local. 1.4 - Será confeccionado um banner com os seguintes dizeres: - Este evento foi planejado para receber pessoas com mobilidade reduzida. Por favor, procure nossa produção caso precise de ajuda ou informações. Temos os seguintes serviços disponíveis: ‹ Área de embarque e desembarque; ‹ Área reservada; ‹ Banheiros adaptados; ‹ Equipe orientada ‹ Guia intérprete de língua de sinais; ‹ Obstáculos nivelados por rampa; ‹ Vagas de estacionamento reservadas. 2 - O Coordenador/Proponente publicará e distribuirá folhetos informativos sobre o evento. 3 - Acessibilidade em eventos também envolve a alimentação dos convidados e próximo existem lanchonetes que atendem essa demanda. 4 - A Prefeitura sempre disponibiliza servidores que transportam cadeiras plásticas que são colocadas na quadra, instalam um palco e um telão para melhor visualização de um vídeo. Esses locais possui iluminação adequada, banheiros, rampa de acesso, local para cadeirante e equipamento de som. 5 - O Coordenador/Proponente contratará servidores capacitadas para lidar com as diferenças, facilitando a comunicação dentro do evento. 6 - A Polícia Militar de Minas Gerais desvia o trânsito e cuida da segurança do recinto e do seu entorno. 7 - A guarnição do Corpo de Bombeiro de Minas Gerais instalado nestas cidades zela pela segurança e disponibiliza uma ambulância, quando houver necessidade. 8 - A neurociência classifica as pessoas em visual, cinestésica e auditivas. 8.1 - Serão confeccionados doze banners, destacando os patrimônios culturais da região. 8.2 - Será exibido um curta-metragem sobre os patrimônios culturais da região. 9 - A Associação dos Doadores de Sangue de Bom Despacho – ADSBD – disponibiliza tambores com a abertura para recolher latinhas, recicláveis, conservando a limpeza do local. 10 – Acessibilidade implica ampliar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida com esses livros que serão levados para os asilos e as APAES destas cidades e através de oficinas paralelas ocorrerão contação de histórias. 11 - A Acessibilidade também implica em estar mais próximo das comunidades que serão beneficiadas com esse projeto, por isso o Coordenador/Proponente dividiu a região centro-oeste em seis microrregiões: 11.1- Bom Despacho (22 escolas)– Sede – 200 Escola - 600 livros distribuídos gratuitamente Dores do Indaiá – 90 Km – 8 escolas Estrela do Indaiá – 100,6 Km - 5 escolas Luz – 46 Km - 30 escolas Martinho Campos – 51,1 Km -13 escolas Moema – 25,6 Km -11 escolas Patos de Minas – 248,7 Km - 78 escolas Pompéu – 89,1 Km 25 escolas Quartel Geral – 98,1 Km - 6 escolas Serra da Saudade – 115,5 Km - 2 escolas 2 – Abaeté (19 escolas) – Sede - 47 escolas – 200 livros Biquinhas – 51 Km - 4 escolas Paineiras - 36,8 Km - 9 escolas – O Coordenador/Preponente deslocará 165 Km, distância entre Bom Despacho e Abaeté 3 – Divinópolis (110 escolas)– Sede - 427 escolas – 1200 livros Araújos – 62,8 Km - 7 escolas Camacho – 89,2 Km - 14 escolas Carmo do Cajuru – 25,2 Km - 18 escolas Carmo da Mata – 59,2 Km - 9 escolas Cláudio - 36 escolas Conceição do Pará - 12 escolas Itapecerica - 29 escolas Itatiaiuçu - 7 escolas Itaúna - 41 escolas Nova Serrana - 32 escolas Perdigão - 5 escolas Pitangui - 20 escolas. O Coordenador/Preponente deslocará 165 Km, distância entre Bom Despacho e Divinópolis 4 – Formiga (37 escolas) – Sede - 12 cidades - 200 livros Arcos - 29,9 Km - 20 escolas Bambuí – 89,6 Km - 16 escolas Córrego Fundo - 3 escolas Córrego Danta - 6 escolas Iguatama - 9 escolas), Japaraíba - 3 escolas Lagoa da Prata - 39 escolas Medeiros - 6 escolas O Coordenador/Preponente deslocará 272 Km, distância entre Bom Despacho e Formiga 5 – Oliveira (43 escolas) –153 escolas – 200 livros Bonfim -98,2 Km - 17 escolas Crucilândia - 7 escolas Itaguara - 10 escolas Passa Tempo -11 escolas Rio Manso - 15 escolas O Coordenador/Proponente deslocara 300 Km, distância entre Bom Despacho e Oliveira e têm pedágio 6 – Pará de Minas (57 escolas) – 300 livros Igaratinga – 21,9 Km - 9 escolas Maravilhas – 51,1 Km - 6 escolas Onça do Pitangui - 7 escolas Papagaios - 11 escolas O Coordenador/Preponente deslocará 165 Km, distância entre Bom Despacho e Pará de Minas .
O Coordenador/Proponente desse projeto tem como Produto Principal os livros: "Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram" - Tomo I, II, III e IV e todas as ações terá como objetivo esses livros. Art. 21 da IN nº 02/2019. I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; 1 - O Coordenador/Proponente fará a distribuição gratuita dos livros: “Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram” - Tomo I, II, III e IV – mil (1.000) exemplares de cada. - 3.600 serão doados para 1.082 Escolas Públicas, em 62 cidades do centro-oeste; - 400 serão doados para os patrocinadores da Lei de Incentivo à Cultura; - Contrapartida Social (Art.22 da IN 02/2019 - será doado 100 % dos produtos resultantes do projeto e a colocação das logomarcas do Programa Nacional de Apoio à Cultura - Pronac, do Vale-Cultura e do Governo Federal, exigidas nos livros. E um Encontro para discutir sobre Biblioteconomia e restauração de livros. 2 - O Coordenador/Proponente entregará os 4 livros e nas Superintendências Regionais de Ensino de Pará de Minas e Divinópolis. 2.1 - Entregará os 4 livros nas: Academia Bom-Despachense de Letras, Academia Divinopolitana de Letras e outras. 2.2 - Oficinas Paralelas serão executadas nos Asilos e nas APAES das seis microrregiões INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 24 DE JUNHO DE 2013 .III - desenvolver atividades em locais remotos ou próximos a populações urbanas periféricas; 2.3 - O Coordenador/Proponente visando a Democratização de acesso executará o projeto: “Gincana um povo sem memória é um povo sem futuro”. As gincanas são práticas bastante comuns, pois além de ser um ótimo entretenimento, são também uma forma de engajar a comunidade em tarefas culturais, esportivas e de aprendizado. Com o objetivo de conseguir fazer todas as provas no menor tempo possível. As gincanas ao ar livre, são muito divertidas Determinar os grupos: os de camiseta verde, vermelha, amarela, que participarão da gincana. Por conseguinte, todos os participantes terão que formar pelo menos dois grupos para competir entre si. Quanto ao nome do capitão/a de cada grupo, será oportuno que sejam escolhidos pela equipe, para assim fomentar a criatividade de escolher aquele que consideram mais apto. A temática será a memória da cidade. Art 30, da IN 1, 24/06/13 - VII - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; O Coordenador/Proponente irá em todas as seis cidades (microrregião) executar esse projeto: “Um povo sem memória, é um povo sem futuro” O desenvolvimento de ações pedagógicas que envolvem professores de diversas áreas do saber, a fim de ajudar nossos alunos a enxergar a história do município de forma crítica, destacando as mudanças que precisam acontecer e suas principais conquistas ao longo destes 300 anos. - Dessa forma construiremos atividades que permitam a todos envolvidos no contexto escolar um debate mais amplo de questões voltadas para cada cidade inserida neste projeto no que diz respeito a sua história, memória e identidade cultural. OBJETIVOS - Fazer memória das manifestações culturais tradicionais; - Reconhecer a importância de se valorizar a identidade cultural do município; - Identificar as mudanças que aconteceram na história do município através dos tempos; - Discutir os principais problemas sociais existentes no município, buscando alternativas para solucioná-los; - Reconhecer as manifestações culturais nestes sessenta e dois (62) municípios; CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES PROPOSTAS 1º Passo: Apresentar a proposta para a turma abrindo discussão no grupo; da importância dos nossos antepassados, da nossa história, das primeiras famílias, dos costumes que nos antecederam, do nome da nossa cidade, dos hábitos da sociedade, da convivência social e política das gerações passadas. 2º Passo: Distribuição dos grupos para a pesquisa de campo de acordo as escolhas como: a - Fotografar a cidade. b – Entrevistas com personalidades, pessoas da terceira idade: moradores, professores, ex-prefeitos, ex-diretores de escolas e figuras lendárias. c – Pesquisar a economia da cidade nas décadas de 1920, 40, 60, 80 e 2000. d - Pesquisar ouvindo os relatos das personalidades: escritores, poetas, contador de causos, famílias tradicionais para a criação de um banco de dados das histórias ouvidas de acordo com as gerações. 3º Passo: Levar para sala de aula todo o material pesquisado para abrir discussão registrando o que foi ouvido e comentado. 4º Passo: Organizar temas para a criação das produções textuais como: poesias, crônicas, biografia, carta, bilhete, conto, artigo. 5º Passo: Organizar uma gincana. 6º Passo: Socializar o conteúdo através das redes sociais e a criação de um blog pela turma. 7º Passo: Catalogar o material e fazer exposição no pátio da escola; SUGESTÕES PARA TRABALHO INTERDISCIPLINAR O projeto pode ser desenvolvido com as disciplinas: Os professores de inglês – Conhecer nomes de estabelecimentos comerciais e bairros do município que tem origem inglesa com painéis de fotos.. Os professores de educação artística poderá desenvolver atividades como: Arraial das Tabocas (resgate das festas juninas), poemas, escritores de livros infantil, personalidades destaque do município (músicos, poetas, artesãos, artistas plásticos etc.) Os professores de educação física poderá trabalhar com entrevistas e depoimentos de atletas do esporte do município. Os professores de ciências – trabalhar a poluição causada pelas indústrias e problemas que interferem na economia como: gastos, taxas, finanças das famílias carentes, meio ambiente. As siderúrgicas do município e os fundentes para a fabricação do ferro-gusa. Os professores de história – Coleta de depoimentos sobre o processo histórico e político na cidade, bem como festas populares – o reinado. Os professores de geografia – Estrutura geográfica da cidade, indústrias, sustentabilidade na cidade e a hidrografia. Os professores de língua portuguesa elaborarão produções literárias. Os professores de filosofia e sociologia – Problemas sociais (drogas, sexo e violência e composição da população). Os professores de matemática – Estatística do crescimento populacional do município, economia, empresários Recursos Livros: “Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram” – Tomo I, II, III e IV. Jornais, revistas regionais. Notebook, celular, filmadora, máquina fotográfica. Exposição no pátio da Escola, Faculdade. Ampla divulgação nas mídias sociais. 4 - O Coordenador/Proponente enviará ofícios as emissoras de televisão e de rádios solicitando a transmissão deste evento. 5 - O Coordenador/Proponente ministrará uma Palestra, nos seis eventos que acontecerão nas microrregiões 6 - Organizar, planejar um intercâmbio, uma página no facebook, nas páginas das referidas Prefeituras onde serão postados os resultados dessas produções literárias, apresentação de teatros nas Escolas, aberturas do ano letivo – aula magna nas universidades. Conversas do escritor Fernando Humberto de Resende com os leitores. 7 - O Coordenador/ Proponente encaminhará ao Ministério da Cidadania e divulgará nas mídias toda produção literária ou exposição que for produzida e estiver vinculada a esse projeto. 8 - A prestação de contas será executada por um contador altamente qualificado e orientado por um advogado também experiente. Art. 21 da IN nº 02/2019 - IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; 9 - O Coordenador/Proponente filmará um curta-metragem sobre o patrimônio cultural desta região e algumas vinhetas que serão exibidas nas emissoras de televisão local.
1 - Fernando Humberto de Resende – Coordenador geral do projeto “Um povo sem memória, é um povo sem futuro” e proponente será o responsável pelo processo decisório deste projeto. Estará a frente de todo o projeto seja: A) Na captação de recursos, B) No planejamento, C) Na organização, D) Na realização e na busca incessante da otimização de resultados. Todo o processo decisório passará pelo Coordenador/Proponente. Que executará esse projeto VOLUNTARIAMENTE e farei a doação de 100 livros de cada Tomo. 2 - O Coordenador/Proponente organizará uma oficina paralela, levando esses livros para os asilos e as APAES nas seis microregiões, onde ocorrerá contação de histórias. 3 - O Coordenador/Proponente fará a distribuição gratuita de três mil (3.000) livros: “Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram” - Tomo I, II, III e IV – mil (750) exemplares de cada Tomo; - Dois mil e setecentos livros serão doados para mil e oitenta e duas (1.082) Escolas Públicas, em 62 cidades do centro-oeste; - Beneficiando 218.754 alunos e mais de 1.322.031 pessoas. - Trezentos serão doados para os patrocinadores da Lei de Incentivo à Cultura; CONTRAPARTIDA SOCIAL (Art.22 da IN 02/2019): será doado 100 % dos produtos resultantes do projeto e a colocação das logomarcas do Programa Nacional de Apoio à Cultura - Pronac, do Vale-Cultura e do Governo Federal, exigidas nos livros. Encontro para discutir sobre Biblioteconomia e restauração de livros. Biblioteconomia – Turma 50 vagas Carga horária 10 horas Restauração de livros – Turma 50 vagas Carga horária 15 horas Público alvo: Estudantes e professores de instituições públicas de ensino e interessados. Essa distribuição ocorrerá nas seis microrregiões. 1- Bom Despacho - 22 escolas – 7.587 alunos. Dores do Indaiá – 8 escolas – 1.806 alunos Estrela do Indaiá – 5 escolas – 399 alunos Luz – 30 escolas – 2.664 alunos. Martinho Campos – 13 escolas – 2.114 alunos. Moema – - 11 escolas – 1.256 alunos. Patos de Minas – 78 escolas – 22.685 alunos Pompéu – 25 escolas – 5.373 alunos. Quartel Geral – 6 escolas – 502 alunos Serra da Saudade – 2 escolas – 74 alunos Total 44.460 alunos matriculados no ensino fundamental e médio, fora os da Educação Infantil. 2 – Abaeté - 19 escolas – 3.213 alunos Biquinhas – - 4 escolas – 283 alunos Cedro do Abaeté - 3 escolas – 216 alunos Morada Nova de Minas - 12 escolas – 1.329 alunos Paineiras - 9 escolas – 640 alunos. Total 5.681 alunos do Ensino Fundamental e médio. 3 – Divinópolis - 110 escolas - 33.271 alunos. Araújos – 7 escolas – 1.449 alunos Camacho – 14 escolas – 442 alunos Carmo do Cajuru – 18 escolas – 3.793 alunos Carmo da Mata – 9 escolas – 1.629 alunos Cláudio - 36 escolas – 4.771 alunos Conceição do Pará – 12 escolas – 892 alunos Itapecerica - 29 escolas – 3036 alunos Itatiaiuçu - 7 escolas – 2018 alunos Itaúna - 41 escolas – 13.465 alunos Leandro Ferreira - 4 escolas – 540 alunos. Nova Serrana - 32 escolas – 16.689 alunos. Pedra do Indaiá – 23 escolas – 579 alunos. Perdigão - 5 escolas – 1.851 alunos. Pitangui - 20 escolas – 4.380 alunos Santo Antônio do Monte - 51 escolas – 4.226 alunos São Gonçalo do Pará - 3 escolas – 1810 alunos São Sebastião do Oeste - 6 escolas– 1293 alunos Total de 96.134 alunos do ensino fundamental e médio. 4 – Formiga - 37 escolas - 9.809 alunos. Arcos - 20 escolas – 5.897 alunos Bambuí –16 escolas - 3.497 alunos Córrego Fundo - 3 escolas – 827 alunos Córrego Danta - 6 escolas – 402 alunos Iguatama - 9 escolas), - 1018 alunos Japaraíba - 3 escolas – 798 alunos Lagoa da Prata - 39 escolas – 7.946 alunos Medeiros - 6 escolas - 560 alunos Pains - 13 escolas – 1.112 alunos Pimenta - 4 escolas – 1.229 alunos Tapiraí 2 escolas – 262 alunos. Total de 33.357 alunos do ensino fundamental e médio 5 – Oliveira - 43 escolas – 6.223 alunos. Bonfim - 17 escolas – 988 alunos Carmópolis de Minas –12 escolas – 2.922 alunos Crucilândia - 7 escolas – 839 alunos Itaguara - 10 escolas – 1.967 alunos. Passa Tempo -11 escolas – 1.102 alunos Piedade das Gerais -18 escolas – 786 alunos Piracema - 7 escolas - 955 alunos. São Francisco de Paula - 13 escolas – 992 alunos Total de 17.398 alunos do ensino fundamental e médio 6 – Pará de Minas - 57 escolas - 14.417 alunos Igaratinga – 9 escolas - 1.621 alunos Maravilhas - 6 escolas – 1.201 alunos Onça do Pitangui - 7 escolas – 523 alunos Papagaios - 11 escolas – 2.633 alunos Total 21.724 alunos do ensino fundamental e médio Fernando Humberto de Resende Coordenador geral do projeto e proponente - Currículo Fernando Humberto de Resende – Filiação: Geraldo Ribeiro de Resende e Zilah Gontijo Resende. Nasceu em Bom Despacho no dia 04 de outubro de 1963. Casado com Edna Aparecida Espírito Santo Resende, tem uma filha: Naira do Espírito S. Resende, Bibliotecária. Estudou na Escola Estadual Miguel Gontijo – 1º e 2 º série. Escola Estadual Coronel Praxedes – 3º e 4º série. Escola Estadual Wilson Lopes do Couto – 5ª à 8ª série. Escola Técnica Federal de Goiás – Curso de Eletrotécnica – 2º Grau. Faculdade de Tecnologia Internacional – Tecnólogo em Gestão Pública – graduou-se em 26 de julho de 2011. Funcionário efetivo da Prefeitura Municipal de Nova Serrana desde 2008. Em anexo enviei o meu contracheque. Exerce o cargo de auxiliar de biblioteca na Escola Municipal Diretora Maria do Carmo Fonseca, onde busca motivar os discentes para o hábito de leitura, emprestando uma média de duzentos e cinquenta livros semanalmente e bimestralmente apresenta uma contação de história. Em 2010 comecei a participar da Associação Comunitária do Bairro São José, em Bom Despacho, organizando a construção da sede comunitária, para arrecadar recursos financeiros para as obras, organizando almoços, jantares onde reunia mais de quinhentas pessoas. Enviava ofícios a Deputados solicitando verbas e alguns corresponderam as nossas expectativas. Em seis anos foi possível organizar também o Operário Esporte Clube, que é uma extensão da Associação, onde foi furado um poço artesiano e irrigado o gramado do campo, além de incentivar a equipe de base. Deste de 1990 colaboro na Igreja Matriz de São José Operário. Na construção da Igreja. No Encontro de Casais com Cristo – ECC, além de organizar os encontros anuais, construir uma sala para reuniões: "Padre Alfonso Pastore". Há quatro anos na Pastoral da Acolhida – “Acolher bem, para que o fiel sinta tão bem que queira retornar”. Somos responsáveis pela organização das festividades, barraquinhas, almoços, recepção. No dia Mundial da Juventude recebemos dois mil jovens, Em 2013 lancei o livro: “A Saga dos Resende & Gontijo”: Dia 09 de novembro em Goiânia – GO – 130 pessoas, dia 13 de novembro em Bom Despacho – 130 pessoas, dia 21 de novembro em Santo Antônio do Monte – 75 pessoas, dia 28 de novembro em Lagoa da Prata, dia 04 de dezembro em Luz – 40 pessoas e dia 12 de dezembro em Moema, dia 13 de março de 2014 em Divinópolis, 25 de julho de 2014 em Vitória – ES. Em setembro de 2014 em Brasília – DF Em todos os eventos foi servido um lanche, minha esposa Edna Aparecida do Espírito Santo contou uma história do livro. No dia 22 de setembro de 2017 tomei posse na Academia Bom-Despachense de Letras, cadeira número 25, cujo patrono é o escritor Mário Marcos de Morais. Em 2018, assumi o cargo de tesoureiro da referida Academia e empossamos quatro novos acadêmicos. Em 01 de junho de 2018 fiz a Sessão de Autógrafos dos livros: “Bom Despacho 300 anos: Homens que a construíram”- Tomo I, II, III e IV, na Câmara Municipal de Bom Despacho, para noventa pessoas. Participei da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo Foi o livro destaque da Feira Literária de Divinópolis – FLID/2018. No dia 29 de maio de 2019, ministrei uma palestra aos discentes do Pré-vestibular Tipura, em comemoração aos 107 anos de emancipação político/administrativa de Bom Despacho. No dia 05 de junho de 2019, recebi Voto de Congratulações, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
PROJETO ARQUIVADO.