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PRONAC 200597ArquivadoMecenato

Ópera Estúdio do TMRJ

TEMA EVENTOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,56 mi
Aprovado
R$ 1,56 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-13
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"Ópera Estúdio do TMRJ" prevê a realização de um projeto cultural-educativo que apresenta óperas clássicas em versão para piano para crianças e adolescentes do ensino público. Além de promover a apresentação do público a este gênero, o projeto também promove o desenvolvimento dos jovens profissionais envolvidos (cantores, técnicos, diretores, figurinistas, cenógrafos etc) aprimorando seus estudos e dando a eles uma primeira oportunidade profissional. "Ópera no Bolso" será realizado em parceria com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, como parte de sua programação oficial e educativa.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar uma primeira edição do projeto "Ópera Estúdio do TMRJ", em parceria com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O projeto cultural-educativo apresenta óperas clássicas em versão para piano para crianças e adolescentes do ensino público. Além de promover a apresentação do público a este gênero, o projeto também promove o desenvolvimento dos jovens profissionais envolvidos (cantores, técnicos, diretores, figurinistas, cenógrafos etc) aprimorando seus estudos e dando a eles uma primeira oportunidade profissional. Objetivos Específicos: - Produzir e apresentar sete diferentes títulos de óperas, sendo um por mês, entre os meses de abril a dezembro (com exceção de julho e agosto); - Promover a total democratização do acesso uma vez que os espetáculos serão gratuitos e para escolas da rede pública de ensino; - Selecionar jovens profissionais ligados à música lírica (Cantores, atores, diretores, assistentes, pianistas, figurinistas, cenógrafos, maquiadores, designers, produtores, técnicos) para que recebam através do projeto uma primeira oportunidade de trabalho remunerado, além de formação através de aulas regulares e masterclasses esporádicas com grandes nomes da ópera. - Firmar uma parceria com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o mais importante da cidade, de forma a tornar a experiência do público inesquecível e ainda promover uma visita guiada dos estudantes pelo TMRJ; - Realizar uma palestra após cada apresentação ensinando ao público sobre a ópera, o compositor, o ofício da música lírica etc - Atingir um público de aproximadamente 14 mil estudantes

Justificativa

O Projeto "Ópera Estúdio do TMRJ", além da clara intenção de formar público para o mundo da ópera, tem também a proposta de formar profissionais para o mercado da música lírica. A cada título montado, cerca de 2000 estudantes terão a oportunidade de assistir um espetáculo com toda a infra-estrutura de uma ópera para adultos (cenário, figurinos, direção musical e cênica de primeira qualidade) mas com uma linguagem voltada para crianças e/ou adolescentes, além de conhecer o mais importante teatro do Rio de Janeiro. Cantores, atores, diretores, assistentes, pianistas, figurinistas, cenógrafos, maquiadores, designers, produtores são jovens, que realizam seus ofícios no início de suas carreiras, numa profissão onde as possibilidades de trabalho para pessoas com pouca experiência não são frequentes. O projeto é gratuito e voltado para crianças e adolescentes da rede pública de ensino. Os espetáculos terão duração máxima de uma hora e são apresentados nos idiomas originais. Para tornar a compreensão possível, um ator narrava a história com humor, tornando leve e agradável a experiência operística. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro atuará como parceiro do projeto, oferecendo sua pauta, dependências para ensaios, acervos de cenários e figurinos etc Histórico: O projeto Ópera no Bolso, produzido pela mesma equipe e que deu origem a esta proposta, foi realizado entre 2003 e 2010 em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro e apresentou 13 títulos diferentes, totalizando 77 espetáculos para mais de 30 mil estudantes da rede municipal de ensino. Apresentando óperas conhecidas, em suas versões originais, adaptadas para o público infantil e com acompanhamento de piano e presença de um narrador, as récitas tinham forte comunicação com o público infantil, aproximando as crianças do mundo da ópera e diminuindo as barreiras para contatos futuros com o gênero. Durante os anos em que foi realizado, o projeto contribuiu fortemente para a formação de cantores, diretores, figurinistas, maquiadores, cenógrafos, etc etc , hoje atuantes no mundo da arte lírica. Em atendimento ao Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em atendimento ao Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atinge os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Os itens do orçamento que se destinam à remuneração do proponente são: Coordenador Administrativo, Coordenação geral, Gestor Financeiro e eventualmente, se for o caso, captação de recursos, respeitando o percentual e o teto máximo permitidos para a soma das remunerações. Anexamos aos documentos do projeto, a carta comprobatória da parceria firmada com o TMRJ.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 18 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, serão adotadas as seguintes medidas: - Propomos que 2 das 7 óperas produzidas contem com intérprete de libras e que para essas sessões especiais sejam convidadas instituições voltadas para o ensino de crianças e adolescentes surdos - A estrutura do Theatro Municipal do Rio de Janeiro possui todas as medidas de acesso a cadeirantes, portadores de deficiência e/ou mobilidade reduzida, como rampas, banheiros adaptados, locais especiais para cadeirantes, assentos para obesos etc.

Democratização do acesso

Para o produto principal, serão adotadas as seguintes medidas: Em conformidade ao Art. 20 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019: - Informamos que a totalidade dos 14 mil ingressos previstos serão doadas gratuitamente a instituições públicas de ensino; Em conformidade ao Art. 21 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Com relação ao produto secundário, em conformidade ao Art. 22 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, estão previstas as seguintes ações de contrapartida social: - Realização de aulas preparatórias gratuitas para o elenco e técnicos selecionados para o programa; - Realização de bate-papo gratuito sobre ópera com os estudantes após cada apresentação

Ficha técnica

- Idealizador: Andre Heller-Lopes - Direção Cênica das Operas: Julianna Santos e Menelick de Carvalho - Ator: Antonio Kanewale - Concepção de cenário: Estúdio Radiográfico - Direcao Musical: Priscila Bonfim - Preparação vocal: Homero Velho - Masterclasses: Eliane Coelho e André Heller-Lopes - Direção de produção: Amanda Menezes Cantores, cenógrafo, figurinista e demais profissionais serão escolhidos pela equipe em audições entre jovens profissionais da música lírica, universitários, coristas ou recém-formados. Currículos: André Heller Lopes: André Heller-Lopes, é dono de uma trajetória impar no Brasil. Um dos nomes mais respeitados da ópera na America Latina, ganhou por três vezes consecutivas o Prêmio Carlos Gomes. Professor da UFRJ, é PhD pelo Kings College London. Por trabalhos como o “Anel Brasileiro” para o Theatro Municipal de São Paulo, foi destacado pela revista Época como um dos "100 Brasileiros mais influentes de 2012”. Diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2017), Coordenador de Ópera da Prefeitura do Rio de Janeiro (2003 e 2008), Coordenador de Elencos para a OSB (2013) e, em Portugal, comandou o "Programa de Jovens Intérpretes” no Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa (2009 e 2011). Divulgador da ópera e de novos talentos no Brasil, dedica-se especialmente à levar a ópera para novos públicos e dar aceso à cultura. Especializou-se na Royal Opera House de Londres, na Ópera de São Francisco e o Metropolitan Opera de NY. Elogiado pela revista alemã Opernwelt, seu Tristão e Isolda em Manaus, foi definido como “um padrão de qualidade operística inédita em nosso país” (O Estado de São Paulo). A Revista Concerto o considerou "um dos mais aclamados diretores de ópera do país”, enquanto que A Folha de São Paulo o descreveu como "nome forte da ópera no Brasil.” Dirigiu óperas e concertos por todo Brasil (Rio, Sao Paulo, Minas, Amazonas etc), Portugal, Estados Unidos, Áustria, Inglaterra, Malásia, Alemanha, França, Argentina ou Uruguai. Em 2013 revista internacional Opera, do Reino Unido, dedicou um perfil de 9 páginas ao seu trabalho. Amanda Menezes Formada em jornalismo pela PUC-RJ em 2000, a produtora Amanda Menezes trabalha desde 98 na área de realização de eventos culturais. Nos últimos anos dirigiu a produção de grandes musicais como “Sassaricando”, “É com esse que eu vou” e “Era no Tempo do Rei”, “Bilac Vê Estrelas”, peças de teatro como “Céus” e “O Lugar Escuro”; espetáculos infantis como “Sassariquinho” e “A Árvore que fugiu do Quintal”; foi responsável pela curadoria e produção de diversas séries para o CCBB como Sai da Rede e Pode Apostar e idealizou outras como Invasão Paraense, Invasão Baiana, Soy Loco por ti America e MERCOSUL Musical. Produziu dezenas de projetos musicais nos últimos 18 anos, alem de trabalhar na produção de Óperas, CDs, DVDs e livros. Entre 2011 e 2013 foi responsável por apresentar os artistas Tulipa Ruiz, Tiê e Marcelo Jeneci (em Washington e NY), Ana Cañas (Paris), Marcelo Camelo e Mariana Aydar (Berlim), além de outras edições com 6 jovens artistas no Porto (Portugal) pelo projeto “Novas Vozes do Brasil”, do Itamaraty. Em cinema, dirigiu a produção do longa-metragem “Um morcego na porta principal” sobre Jards Macalé vencedor do prêmio especial do Júri do Festival do Rio 2008. Dirigiu a produção das turnês de Hamilton de Holanda e Céu. Estúdio Radiográfico Há mais de 10 anos, os designers Pedro Garavaglia e Olivia Ferreira são inseparáveis. Formados em Desenho Industrial – Comunicação Visual, pela PUC, a dupla criou o Radiográfico em 2004, estúdio de design carioca, de onde saem projetos criativos para teatro, cinema, televisão, moda, mercado editorial e publicidade. O processo criativo é sempre em conjunto. Impossível separar o que é criação individual de um ou de outro. No entanto, a marca registrada dos profissionais é um trabalho 100% autoral, com uma assinatura própria. E o foco é sempre o mesmo: a ideia! “Antes de tudo somos artistas gráficos com capacidade de traduzir conceitos em imagens, criando narrativas visuais para os mais diversos meios. A mensagem do cliente pode ser adaptada para qualquer mídia”, explica Garavaglia. Tanto, que o portfólio dos designers tem desde programas de teatro, até videografismos para TV, passando por intervenções urbanas, entre outras. Pedro e Olivia têm trabalho expressivo no meio cultural, especialmente no teatro carioca, tendo atuado com os mais importantes diretores contemporâneos. As produções vão dos cartazes aos programas, passando pela cenografia teatral. Criaram arte gráfica da peça teatral A Primeira Vista, dirigida por Enrique Diaz os cenários de Philodendrus, peça dirigida por Cristina Moura e da peça Fluxorama, de Jô Bilac. Esse último, foi avaliado positivamente pela crítica de teatro Bárbara Heliodoro. Antonio Karnewale Na minissérie Capitu, da Globo (2008, parte das comemorações do centenário de morte de Machado de Assis), o carioca Antonio Karnewale interpretou um personagem fundamental na trama, merecendo comentários do crítico de cinema Rodrigo Fonseca, do Globo: “José Dias passou a fazer parte da fauna imortal da teledramaturgia brasileira. O talento de Karnewale, grande revelação do programa, foi o deflagrador disso”. Além da TV, o ator, cantor, bailarino, diretor teatral e roteirista tem uma longa experiência profissional e formação acadêmica e extracurricular abrangente. Como professor, destaca-se à frente de cursos e oficinas como os do Centro de Danças Rio (Profissionalização em Dança) e os de Teatro (Museu da República, Teatro Ziembinsky, Inmetro), incluindo oficinas de Teatro para comunidades carentes (pela Petrobras) e de reciclagem para professores (pela Rede Estadual de Ensino). Nos palcos, quase trinta espetáculos, que vão de Theatro Musical Brazyleiro, direção do saudoso Luiz Antônio Martinez Corrêa, a Charity Meu Amor, de Marília Pêra e Gene Foote. Assinou a direção de 16 trabalhos, incluindo Ryokai e O Lugar Onde Não Se Morre, de sua autoria. Como bailarino mostrou o talento em Bolero de Ravel, coreografia de Maurice Béjárt, e Carmen, criação de Sérgio Britto coreografada por Fábio Mello, entre outras montagens. No cinema fez três longas – entre eles, o sucesso Olga – e quatro curtas. Na publicidade participou de comerciais de grandes empresas particulares e públicas. PRISCILA BOMFIM Priscila Bomfim é pianista e maestra assistente da Orquestra Sinfônica no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Além de seu reconhecido trabalho como pianista, Priscila desenvolve paralelamente carreira como regente, tendo sido a primeira mulher e diretora musical a reger óperas da temporada do Theatro Municipal: Serse, de Handel, com elenco da Academia de Ópera Bidu Sayão (2016) e La Tragédie de Carmen, de Bizet/Constant (2017). Nos anos seguintes, regeu récitas das óperas Un Ballo in Maschera, de Verdi (2018) e Fausto, de Gounod (2019), além da ópera Os Contos de Hoffmann, de Offenbach (2019). Em 2018, além de concertos com a Orquestra Sinfônica da Bahia, a Orquestra Académica Bomfim (Portugal) e da ópera de câmara Piedade, de João Guilherme Ripper, na Sala Cecília Meireles, foi uma das seis maestras escolhidas internacionalmente para participar da 4ª Residência do Linda and Mitch Hart Institute para Mulheres Regentes, do The Dallas Opera (Texas/EUA). Tanto Piedade quanto a ópera Serse foram espetáculos eleitos pela crítica entre os destaques do ano na cidade do Rio de Janeiro, em 2016 e 2018. Priscila apresentou-se em concertos à frente das Orquestras Sinfônica Nacional do Chile (Chile), Sinfônica Jovem de São Petersburgo (Rússia), Filarmônica de Minas Gerais (MG), Sinfônica de Santo André (SP), Sinfônica Cesgranrio (RJ) e Järvi Academy Sinfonietta (Estônia), ao final de masterclasses com os maestros Leonid Grin, Alexander Polianychko, Fabio Mechetti, Abel Rocha, Isaac Karabtchevsky, Neeme Järvi e Paavo Järvi. Em 2019, regeu também a Oruquestra Sinfônica Brasileira e os concertos de lançamento da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Rio de Janeiro, orquestra que marca a representatividade feminina no meio musical e artístico carioca. Priscila Bomfim nasceu e iniciou seus estudos musicais em Portugal, onde venceu seu primeiro concurso, de piano, aos nove anos de idade. Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, graduou-se em Piano com o título máximo suma cum laude, em Regência Orquestral, e concluiu o seu Mestrado em Performance em Piano com um relevante trabalho sobre Leitura à Primeira Vista ao Piano. Desde 2000, trabalha no Theatro Municipal do Rio de Janeiro como pianista, atuando em todas as produções de ópera. Foi a maestrina preparadora da Academia de Ópera Bidu Sayão, preparando jovens cantores solistas em 2016 e 2017. Priscila aperfeiçoou seus estudos como pianista colaboradora em países como Itália (Saluzzo - 2013) e Suiça (Opera Studio Internazionale Silvio Varviso - Lugano – 2014), com o maestro Umberto Finazzi. Como maestrina assistente do Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, preparou obras sinfônicas corais como Missa Solemnis de Beethoven, Messa de Gloria de Puccini, Quatro Peças Sacras de Verdi, entre outras. Em 2013 preparou o Coro das óperas "Il Turco in Italia" (Rossini), "The Rake's Progress" (Stravinsky) and "Medèe" (Cherubini) na série da Orquestra Sinfônica Brasileira. Também dirigiu a ópera "Domitila" (Ripper), em diversos estados do Brasil, pela FUNARTE. Como Diretora Musical e Pianista, apresentou as óperas "Une Education Manquée" (Chabrier), "The Telephone" (Menotti) e "Hansel und Gretel" (Humperdink), em projeto da Prefeitura do Rio de Janeiro para escolas. Na área educacional, Priscila frequentemente apresenta projetos de ópera para alunos das redes públicas, incluindo apresentações no Theatro Municipal e mais recentemente, nas sessões educativas do Festival Ópera da Tela, um projeto de projeções de óperas em cinemas a nível nacional. Como pianista, tem sido requisitada para concertos com artistas em importantes Salas no Brasil e exterior, a exemplo do Carnegie Hall/ Weill Hall (NY) (2011), e concertos de gala com cantores internacionais, como o baixo italiano Carlo Colombara, o soprano Aprile Millo e o tenor Atalla Ayan. Dirigiu ainda o Projeto Ópera do Meio-Dia durante o ano de 2015, no Theatro Municipal do RJ, um projeto com solistas e acompanhamento ao piano, que levava os principais trechos de ópera ao público carioca em horário alternativo. Foi a diretora musical e curadora do programa Partituras na TV Brasil durante 2016 e 2017, um programa dedicado à música de câmara de concerto. Julianna Santos Experiência profissional nos últimos 5 anos: à 2019 Trabalho: Ópera “A Italiana na Argelia” de Rossini Função: Assistente de Direção / Direção: Livia Sabag / Regência: Valentina Peleggi Local: Teatro São Pedro Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas: Agosto Trabalho: Ópera “Faust” de Gounod Função: Diretora Assistente/ Direção: Andre Heller-Lopes / Regência: Ira Levin Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas: Julho Trabalho: Ópera “O Caso Makropulus” de Leos Janacek Função: Diretora de Palco / Direção: Andre Heller-Lopes / Regência: Ira Levin Local: Teatro São Pedro Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas: Junho Trabalho: Ópera “Alma” de Claudio Santoro Função: Diretora Cenica / Regência: Marcelo de Jesus Local: Teatro Amazonas Projeto: FAO (Festival Amazonas de Opera) Récitas: 26, 28 e 30 de Maio. Trabalho: Ópera “Maria Stuarda” de Gaetano Donizetti Função: Assistente de Direcao / Direção: Davide Garattini / Regência: Marcelo de Jesus Local: Teatro Amazonas Projeto: FAO (Festival Amazonas de Opera) Récitas: 05, 10 e 12 de Maio. Trabalho: Ópera “Um estudo cênico sobre a opera D.Giovanni” de Wolfgan Amadeus Mozart Função: Diretora Cenica / Direcao Musical: Edvan Moraes Local: CAL – Casa de Artes de Larajneiras Projeto: Opera Studio – Estudio VOCE-CAL Récitas Janeiro à 2018 Trabalho: Ópera “Turandot” de Giacomo Puccini Função: Stage Manager / Direção: Andre Heller-Lopes / Regência: Roberto Minczuk Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas Novembro Trabalho: Ópera “Un Ballo in Maschera” de Giuseppe Verdi Função: Assistente de Direção / Direção: Mauro Wrona / Regência: Miguel Campos Neto Local: Teatro da Paz – Belém do Para Projeto: Festival de Opera de Belém Récitas 08, 10 e 12 de Setembro Trabalho: Ópera “A Flauta Magica” de Wolfgand Amadeus Mozart Função: Diretora Cenica / Regência: Andre Cardoso Local: Escola de Musica – UFRJ + Teatro Municipal de Niteroi Projeto: Opera na Escola de Musica Récitas 21, 22, 23, 24, 29 e 30 de Junho e 01 de Julho. Trabalho: Ópera “Kawah Ijen” de Joao Guilherme Ripper Função: Assistente de Direção / Direção: William Pereira / Regência: Marcelo de Jesus Local: Teatro Amazonas Projeto: XXI Festival Amazonas de Opera – Estreia mundial da obra Récitas 27 e 31 de Maio e 02 de Junho Trabalho: Ópera “Acis and Galatea” de Georg Friedrich Handel Função: Diretora Cenica / Regência: Marcelo de Jesus Local: Teatro Amazonas Projeto: XXI Festival Amazonas de Opera Récitas 13, 17 e 19 de Maio Trabalho: Ópera “Faust” de Charles Gounod Função: Assistente de Direção / Direção: Andre Heller-Lopes / Regência: Luiz Fernando Malheiro Local: Teatro Amazonas Projeto: XXI Festival Amazonas de Opera Récitas 28 de abril, 04 e 06 de Maio à 2017 Trabalho: Ópera “Tosca” de Giacomo Puccinni Função: Assistente de Direção / Direção: Andre Heller-Lopes / Regência: Marcelo de Jesus Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em Setembro Trabalho: Ópera “La Tragedie di Carmen” de Georges Bizet, adaptação Peter Brook Função: Diretora Cenica / Regência: Priscila Bonfim Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em Agosto à 2016 Trabalho: Ópera “Fosca” de Carlos Gomes Função: Assistente de Direção / Direção: Stefano Poda / Regência: Eduardo Strausser Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em Dezembro Trabalho: Ópera “Elektra” de Richard Strauss Função: Assistente de Direção / Direção: Livia Sabag / Regência: Eduardo Strausser Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em Outubro Trabalho: Ópera “Lady Macbeth do distrito de Mtzensk” de Shostakovith Função: Assistente de Direção / Diretor: Dmitry Bertman/ Regência: Vladimir Ponkin Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em Junho Trabalho: Ópera “La Boheme” de Giacomo Puccini Função: Diretora de Remontagem / Diretor Original: Arnaud Bernard/ Regência: Eduardo Strausser Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em Abril à 2015 Trabalho: Ópera “Lohengrin” de Richard Wagner Função: Assistente de Direção / Diretor: Henning Brockhaus/ Regência: John Neschling Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em 08, 10, 11, 13, 15, 17, 18 e 20 de Outubro Trabalho: Ópera “Manon Lescaut” de Giacomo Puccini Função: Assistente de Direção / Diretor: Cesare Lievi/ Regência: John Neschling Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em 29 e 30 de Agosto e 01, 03, 05, 06, 08, 10 de Setembro Trabalho: Ópera “Thais” de Jules Massenet Função: Assistente de Direção / Diretor: Stefano Poda / Regência: Alain Guingal Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em 23, 25, 26, 28 e 30 de Julho e 01 e 02 de Agosto Trabalho: Ópera “Eugene Onegin” de Piotr Ilitch Tchaikovsky Função: Assistente de Direção / Diretor: Marco Gandini / Regência: Jacques Delacote Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em 30, 31 de Maio e 02, 04, 06, 07 e 09 de Junho Trabalho: Ópera “Um Homem Só” de Camargo Guarnieri Função: Assistente de Direção / Diretor: Caetano Vilela / Regência: Rodolfo Fischer Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em 22, 24, 26, 28, 30 de Abril e 02 de Maio Trabalho: Ópera “Otello” de Giuseppe Verdi Função: Assistente de Direção / Diretor: Giancarlo Del Monaco / Regência: John Neschling Local: Theatro Municipal de São Paulo Projeto: Temporada Anual do Teatro Récitas realizadas em 12, 14, 15, 17, 18, 21, 22, 24, 27 de Março Menelick de Carvalho Empregos Atuais: - Professor universitário do Bacharelado em Teatro (Formação de Ator) da Faculdade CAL de Artes Cênicas do Instituto CAL de Arte e Cultura, lecionando as disciplinas Interpretação, História do Teatro Mundial e Prática de Literatura Dramática. Desde 2013 até o presente momento. - Professor do Curso Técnico de Formação Profissional de Ator da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), lecionando as disciplinas Interpretação e Prática de Literatura Dramática. Desde 2017 até o presente momento. - Coordenador, Diretor Cênico e Professor de Interpretação no “Mergulho no Musical” (Núcleo de Teatro Musical da CAL – Casa das Artes de Laranjeiras). Desde 2009 até o presente momento. - Professor de Interpretação em cursos livres do CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical). Desde 2017 até o presente momento. - Possui registro profissional permanente como Diretor Teatral e Ator, reconhecido pelo SATED-RJ (Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do Rio de Janeiro). Formação: - Mestre em Artes Cênicas – UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) Dissertação: “Ópera e Encenação no Século XXI – Análise de Teatralidades em Espetáculos Operísticos no Teatro Municipal do Rio de Janeiro (2001-2008)” - Bacharel em Direção Teatral – UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) - Formado em Inglês, pela Cultura Inglesa (1994-2001). Homero Velho: O barítono Homero Velho dedica-se ao canto lírico desde os 18 anos. Viveu nos EUA, onde participou de diversos festivais de ópera, interpretando papéis principais como The Ghosts of Versailles (Corigliano) e Don Giovanni (Mozart). Foi ainda artista residente da National Opera Company. De volta ao Brasil, Homero rapidamente se estabeleceu como um dos artistas mais requisitados da cena lírica nacional. Sua lista de estreias mundiais é extensa em obras como O Caixeiro da Taverna (G. Bernstein), A Tempestade (R. Miranda), Olga (J. Antunes), O Pescador e sua Alma (M. Lucas), Piedade e Kawah Ijen (J. G. Ripper). Grande intérprete de óperas do século XX, Homero foi Nick Shadow em The Rake’s Progress, de Stravinsky, e teve imenso sucesso de crítica e público no papel de Bottom em A Midsummer Night’s Dream, de Britten, no Teatro São Pedro em São Paulo. Fora do Brasil, o barítono cantou Dr. Malatesta (Don Pasquale, Donizetti), na Ópera de Colômbia e Buenos Aires Lírica. Em Montevideo foi Belcore em L’Elisir d’Amore e Figaro em Il Barbiere di Siviglia . Cantou no Michigan Opera Theatre, em Detroit, o papel de Escamillo (Carmen, Bizet), e fez a estreia europeia de Pedro Malazarte (Guarnieri), no Festival Feldkirch, na Áustria. Homero Velho é professor de canto na Escola de Música da UFRJ e doutor em música pela UNESP.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.