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PRONAC 200602Apresentou prestação de contasMecenato

Ciclo de exposições Manjar

AUTOMATICA PRODUCAO CONTEMPORANEA LTDA
Solicitado
R$ 577,5 mil
Aprovado
R$ 602,9 mil
Captado
R$ 555,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
72372998000166COMPANHIA PORTUARIA BAIA DE SEPETIBA1900-01-01R$ 450,0 mil
***745758**Tiago Marques Pessôa1900-01-01R$ 100,0 mil
***589058**RICARDO INDIG TEPERMAN1900-01-01R$ 5,0 mil

Eficiência de captação

92.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-03-01
Término

Resumo

O Ciclo de Exposições Manjar consiste na realização de um ciclo de exposições expositivo-celebrativas em artes visuais, de curta duração, com artistas nacionais e internacionais. Trata-se de um evento plural, híbrido, vibrante e multi-artístico, que apresenta obras de artistas contemporâneos, performances, apresentações multilinguagem etrabalhos de iluminação artística. O projeto também realizará ações decontrapartidas sociais relacionadas ao universo da arte educação.

Sinopse

Produto: exposição de artes Programação de mostras individuais e coletivas de artistas e curadores contemporâneos – consagrados e emergentes – que tratem de questões provenientes de territorialidades não centrais. Um centro de referência e uma ponte entre as margens globais, trazendo para a cidade o que há de mais atual no cenário local e internacional para o grande público. Classificação etária livre. Produto: Contrapartidas sociais Espaço de livre pensamento, criação e ações educativas com foco em ARTE e SUSTENTABILIDADE, concebido como um projeto multidisciplinar que busca construir ecologias de saberes com vistas à inovação social. Classificação etária livre.

Objetivos

Objetivo geral Catalisar encontros entre pessoas, por meio da arte e da educação, a fim de elaborar maneiras de contribuir para a formação e divulgação da cena artístico-cultural independente a partir da realização de um ciclo de exposições artísticas na cidade do Rio de Janeiro. Objetivos específicos - Realizar 3 edições da MANJAR, exposições artístico-celebrativas ao longo do ano de 2020, em torno dos temas: ecologia, diversidade e territorialidade; - Promover trocas multidisciplinares entre o trabalho de artistas contemporâneos independentes; - Realizar 3 eventos de abertura: um para cada exposição; - Desenvolver e realizar 24 atividades de contrapartidas sociais ao longo de todo o projeto.

Justificativa

O MANJAR se propõe a atuar enquanto uma plataforma experimental expositiva-celebrativa através de um evento plural, híbrido, vibrante e multi-artístico, que apresenta obras de artistas contemporâneos, performances, apresentações de dança e teatro, shows de música, DJs, VJs, trabalhos de iluminação artística e cardápios produzidos por jovens chefes de cozinha. As exposições ocupam e revitalizam o histórico Solar dos Abacaxis, no Cosme Velho, que há mais de 10 anos encontrava-se abandonado, em estado de progressiva deterioração. Realizado há 2 anos pelo coletivo Solar dos Abacaxis, com a colaboração e a generosidade de uma rede de artistas e entusiastas, o MANJAR, em mais de 30 edições, reuniu mais de 150 artistas e 20 pesquisadores e curadores, de 17 países e 20 estados brasileiros, e recebeu mais de 10.000 pessoas para essas atividades. Os eventos contaram com a parceria de mais de uma dezena empreendimentos culturais. Nomes como Anna Bella Geiger, Carlos Vergara, Marcos Chaves, Adriana Varejão, Marcia X, Laura Lima, OPAVIVARÁ!, Thiago Martins de Mello, Vivian Caccuri, Jaime Lauriano, Maria Nepomuceno, Ivan Grilo, Thiago Honório, Carlos Motta (Colômbia), Carlos Martiel (Cuba), Engel Leonardo (República Dominicana), Edgar Calel (Guatemala) apresentaram seus trabalhos nas exposições do MANJAR. Plataformas e cias teatrais como Teatro Oficina Uzyna Uzona, 01.01 platform de artistas afro diaspóricos, Aquela Cia de Teatro, Teorema 21, Festival Novas Frequências. Além de projetos de integração com a natureza como plantio de agrofloresta com o grupo CARPE apresentaram seus trabalhos nas exposições do MANJAR. O Solar dos Abacaxis é um espaço independente para arte, educação, e transformação social, com a missão de catalisar encontros entre indivíduos e grupos que utilizam a cultura e a arte para desenvolver maneiras originais de estar junto, capazes de criar um mundo mais justo, saudável, afetuoso, vibrante e gostoso. Em dois anos já foram realizadas dez edições de MANJAR e diversas ações, formando um programa intenso que lida principalmente com arte contemporânea, relacionando-a com educação, gastronomia, música, projetos sociais, programas com refugiados, programas para crianças e famílias e muitas festas e celebrações. Em pouco tempo o Solar dos Abacaxis tornou-se referência no circuito de arte contemporânea internacional, sendo parada obrigatória de artistas e curadores de todo o mundo que passam pelo Rio. Além dos artistas convidados, já passaram pelo Solar Lisette Lagnado, Paulo Herkenhoff, Pablo Leon de la Barra (Guggenheim, ex-Bienal de Sidney, ex-Bienal de Gwangju), Marina Fokidis (documenta 14), Thiago de Paula (Bienal de Berlim), Kelly Taxter (curadora assistente Jewish Museum) entre outros, fazendo do Solar um centro de amplificação da arte contemporânea brasileira na cena internacional. Pelas informações apresentadas, ressaltamos que o projeto dialoga com o Art. 1˚ da Lei n˚ 8313/91 nos seguintes aspectos: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. E com o Art. 3˚ da Lei 8.313/91 nas medidas: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Especificação técnica

Produto: Exposição de artes 9 dias de exposição aberta ao público visitante por MANJAR. 3 edições da MANJAR, seguindo as temáticas: ecologia, diversidade e territorialidade nas artes visuais. Horário de visitação: 13h às 21h, de terça a domingo. Produto: Contrapartidas sociais Brincadeiras e atividades nas exposições e em espaços de natureza. Serão 4 dias de atendimento do público de escolas públicas para atividades no espaço expositivo, com 30 vagas por dia.

Acessibilidade

A proposta dialoga com os incisos I e III do Art.º 42 da Lei nº 13.146/2015, nas seguintes medidas: Produto: Exposição de artes Acessibilidade física Deficiência motora: rampa de acesso e banheiros com acessibilidade Acessibilidade de conteúdo Deficiência visual: sinalização com legenda aumentada e tátil Deficiência auditiva: guias/monitores para visitas guiadas com intérprete de libras Produto: Contrapartidas sociais Acessibilidade física Deficiência motora: rampa de acesso e banheiros com acessibilidade Acessibilidade de conteúdo Deficiência visual: arte-educador / intérprete de libras para acompanhar os estudantes nessas atividades. Deficiência auditiva: material educativo tátil Deficiência visual e auditiva: desenvolvimento de programa de acessibilidade que envolve um conjunto de ações voltadas para debater e promover ações de para pessoas com deficiências.

Democratização do acesso

Produto: Exposição de artes As exposições terão entrada gratuita. O proponente irá contratar um (a) estagiário (a) para trabalhar no projeto durante a etapa de produção. A remuneração prevista está descrita no orçamento da proposta, conforme Art. 21 VI - VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; Além disso e visando facilitar acesso da população, o projeto irá: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Produto: Contrapartidas sociais Serão alugados ônibus para transportar os estudantes de escolas convidadas a participar das atividades realizadas nas contrapartidas sociais. I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;

Ficha técnica

Proponente, coordenação administrativa e coordenação geral: Automatica Produção Contemporânea OBS: o proponente receberá pelas rubricas orçamentárias de coordenação administrativa e coordenação geral. AUTOMATICA é uma empresa que desenvolve projetos culturais desde 2005, atuando na criação, curadoria, coordenação, gestão, produção e consultoria de exposições, programas educativos, publicações e outras atividades ligadas à produção artística. Trabalha com artistas, curadores, críticos de arte, historiadores da arte, instituições culturais, patrocinadores públicos e privados. Participa de editais e prêmios, e elabora projetos para as leis de incentivo nas três esferas da administração pública. Principais projetos nos últimos dois anos: Residência Artística Setor Público (2019 – 2020), Adriana Varejão – Por uma retórica canibal, Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães Recife e Museu de Arte Moderna Salvador (2019); Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira, Sesc Belenzinho (2019), Residência Artística Setor Público (2018 – 2019), Festival Mulheres do Mundo, Rio de Janeiro (2018); Mostra Bug, Oi Futuro Flamengo (2018); Residência Belojardim – Carlos Mélo, Belo Jardim (2018); Entre Construção e Apropriação: Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman, Sesc Pinheiros, SP (2018), A Longa Noite - Lucia Koch, Sesc Pompéia (2018); DIGI – Festival de Cultura Digital, CCBB Rio de Janeiro (2018). Para mais detalhes, acesse: www.automatica.art.br Direção geral: Adriano Carneiro de Mendonça ADRIANO CARNEIRO DE MENDONÇA é arquiteto e professor, mestre em Arquitetura pela PUC-Rio. É fundador e Diretor-presidente do Instituto Solar dos Abacaxis, instituição sem fins lucrativos dedicado à produção e difusão de projetos em arte contemporânea no Rio de Janeiro. Sócio-fundador do Estúdio Chão, tem ampla experiência em projetos culturais, incluindo a coordenação técnica do novo Museu da Imagem e do Som, RJ, além da autoria de projetos de exposição, cenografia e instalações efêmeras. É Supervisor de Tecnologia da Construção e professor do Canteiro Experimental do Dep. de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio. Direção artística: Bernardo Mosqueira BERNARDO MOSQUEIRA é curador, escritor e professor. É fundador e Diretor Cultural do Solar dos Abacaxis, e curador responsável por todas as edições do Manjar realizadas até 2019. Responsável por dezenas de exposições no Brasil e no exterior, foi laureado com o Prêmio Lorenzo Bonaldi 2017/2018. Idealizador e diretor do Prêmio FOCO Bradesco ArtRio, é considerado um dos 20 jovens curadores mais influentes da America Latina pelo portal Artsy. Curadoria: Bruno Balthazar BRUNO BALTHAZAR é professor de artes e mídia educação, pesquisador, DJ e ator, formado em Artes Cênicas pela Uni-Rio. Fundador do Solar dos Abacaxis, é hoje responsável pela sua curadoria musical e ações educativas. Pesquisador independente de Cultura Afro, ministra diversos cursos relacionados ao tema. É professor do Parquinho Lage, programa educativo para crianças da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e integrante do coletivo de artes Rebola. Curadoria: Catarina Duncan Atua como curadora e programadora cultural. Formada em Culturas Visuais e História da Arte pela Goldsmiths College, University of London (2014). Foi assistente curatorial da 32a Bienal de São Paulo, 'INCERTEZA VIVA' (2015 - 2016), do 36o Panorama de Arte Brasileira: SERTÃO (2019), do ‘Pivô Arte e Pesquisa’ (2014-2015) e das exposições ‘Terra Comunal Marina Abramovic’ no Sesc Pompéia (2014), ‘Alter-Heróis’ no MAC – USP Ibirapuera (2014) e “Still Being” do artista Antony Gormley no Centro Cultural Banco do Brasil (2012). Coordenou a programação pública da obra ‘Cura Bra Cura Té’ de Ernesto Neto na Pinacoteca (2019). Participou das residências artísticas 'Residents Art Dubai' (2019) com curadoria de Fernanda Brenner, 'Belo Jardim' (2017) em Pernambuco com curadoria de Cristiana Tejo e Kiki Mazzuccheli, 'Lastro Travessias Ocultas' na Bolivia (2016- 2017) e 'Lastro Centro América' na Guatemala (2015-2016) ao lado da curadora Beatriz Lemos. Assinou a curadoria das exposições 'dos nossos espaços vazios internos' de Gretta Sarfaty na Central Galeria, '⦿' na Galeria Leme (2018), 'Somos Muitxs' no Solar dos Abacaxis (2018), 'Oráculo Piedoso' de Martin Lanezan na Galeria Sancovsky (2018), ‘Travessias Ocultas – Lastro Bolivia’ no Sesc Bom Retiro (2018), Fio Corpo Terra' no espaço Saracura (2017), ‘Lastro em Campo - percursos ancestrais e contemporâneos’ no Sesc Consolação (2016). Integrou conferências e palestras em diversos contextos, como no Valongo Festival, 'Não me aguarde na retina' (2018) com curadoria de Diane Lima, 'Entre frestras' no Sesc Sorocaba (2018), ‘Ecos do Atlântico Sul’ do Goethe Institut m Salvador, 'Festival GE Peito Aberto' na Casa do Povo (2018). Escreveu textos para artistas como Arthur Lescher, Laura Vinci, OPAVIVARÁ, Regina Parra, Vânia Medeiros, Manoela Medeiros. Integrou o coletivo Terreyro Coreográfico (2015 - 2016) ao lado de 14 artistas. Atualmente é curadora do Solar dos Abacaxis e representante da fundação suíça para cultura Pro Helvetia no Brasil.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-03-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro