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PRONAC 200615Apresentou prestação de contasMecenato

Brincando de Viver

CARLOS HENRIQUE DELICIO
Solicitado
R$ 243,9 mil
Aprovado
R$ 243,9 mil
Captado
R$ 230,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

94.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-06-01
Término
2024-12-30
Locais de realização (30)
Maceió AlagoasManaus AmazonasSalvador BahiaFortaleza CearáBrasília Distrito FederalVitória Espírito SantoGoiânia GoiásCuiabá Mato GrossoBelo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O Projeto Brincando de Viver _ natural continuidade dos projetos Brincar de Viver (2016) e Brincar de Viver (2017) _ consiste em realizar atividades de recreação cênica em forma de "Contação de Histórias" e "Teatro de Formas Animadas" em dois ambientes nos quais desde as suas duas recentes versões tais projetos foram desenvolvidos: hospitalar (para crianças em tratamento médico) e escolar, para crianças do ensino fundamental I e II, em escolas públicas.

Sinopse

O conteúdo programático do projeto Brincando de Viver será de 270 horas de atividades artísticas, durante 10 meses em cada uma das 30 escolas públicas, totalizando 8.100/ano. Serão realizadas 135 horas de atividades de Contação de Histórias, durante 10 meses, para pacientes infantis do dos dois hospitais públicos administrados pelo Albert Einstein, em cada uma de suas unidades, M B Mirim e da Vila Santa Catarina, totalizando 270 horas/ano. PÚBLICO ALVO\CARACTERÍSTICAS E IDADE• Crianças de 06 a 12 anos, matriculadas no ensino fundamental, Ciclo I, em cada uma das 30 escolas públicas beneficiadas pelo projeto e relacionadas na apresentação do projeto Brincando de Viver.• Crianças de até 12 anos, em tratamento médico nos hospitais municipais de M Boi Mirim e da Vila Santa Catarina.• Em ambos os ambientes, tais crianças são oriundas de regiões e famílias carentes e, em muitos casos, em risco social.• Nessas instituições, sejam elas as escolas ou os hospitais do projeto, geralmente as crianças são acompanhadas unicamente pela mãe, o que reforça o papel dos educadores e dos cuidadores diante do espaço vazio da presença paterna. ESTIMATIVA DE PÚBLICO QUE PODERÁ USUFRUIR DOS PRODUTOS • No mínimo 3.000 crianças beneficiadas diretamente no total das 30 escolas onde o Brincando de Viver será realizado, além de 300 professores e alunos que serão convidados a participarem do projeto, os quais receberão treinamento prévio em formato de palestra. • Semanalmente: 12 crianças beneficiadas diretamente no total dos 02 hospitais públicos onde o Brincando de Viver será estendido. • Familiares e comunidades locais ao projeto realizado nas escolas e nos hospitais, bem como o total das crianças de cada escola, públicos estes, considerados indiretos, porém envolvidos no dia a dia dos projetos, projetamos o envolvimento anual em torno de 10.000 pessoas.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Construir, realizar e desenvolver as atividades de Teatro Escolar centrado no formato da Contação de Histórias e Formas Animadas em 30 (trinta) escolas públicas, do ensino fundamental ciclo I e ciclo II, qualificando assim o processo de ensino e aprendizagem da escola para seus alunos. Consolidar a aplicação das atividades de recreação cênica em ambiente hospitalar, tornando a vivência da arte em coadjuvante no tratamento médico, humanização hospitalar e melhoria dos indicadores de saúde emocional, cognitiva e fisiológicas das crianças-pacientes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Adequar o Projeto Brincando de Viver às ações de Responsabilidade Social e de Voluntariado Corporativo e Dialógico de seu patrocinador, garantindo sua sustentabilidade, através de qualificação da contrapartida, já que o patrocinador terá enquanto princípio de excelência investir em seus recursos humanos, envolvendo seus funcionários enquanto voluntários a apoiar o projeto com suas expertises e áreas de ação. Aplicar a execução de todo um sistema integrado de artes _ música, literatura, dramaturgia e artes plásticas _ às atividades de recreação cênica. Estender e compartilhar a experiência cultural do Projeto Brincando de Viver para as escolas públicas nas quais já desenvolvemos o projeto Brasil Musicantes, capacitando nossa equipe de estagiários e estagiárias a utilizar técnicas advindas das nossas oficinas de artes integradas no cotidiano das aulas de música. Sensibilizar pais e professores para o papel da ludicidade enquanto fonte de apoio para crianças em fase de aprendizagem nas escolas, bem como em fase de adaptação física e psíquica quando em tratamento de saúde. Construir, realizar e desenvolver as atividades de Contação de Histórias nos hospitais públicos administrados pelo Hospital Albert Einstein, em suas unidades públicas de Hospitais Municipais no M Boi Mirim e Vila da Santa Catarina, em São Paulo, tornando tais atividades aliadas coadjuvantes à rotina médica dispensada aos seus beneficiários. Tornar a prática da Contação de Histórias e Teatro de Formas Animadas em uma área definida entre as ações cotidianas do Hospital Albert Einstein. O projeto contempla a formação de professores de cada escola os quais serão envolvidos no projeto.

Justificativa

Os beneficiários do projeto Brincando de Viver são oriundos de regiões carentes da periferia de cada uma das 30 (trinta) cidades de sua implantação, necessitando ter a oportunidade de acesso à arte. O projeto Brincando de Viver vem ao encontro de necessidades gerais e específicas quanto à inserção da cultura na vida de seus beneficiários diretos, passando por suas famílias e comunidades. As escolas públicas onde o projeto Brincando de Viver será aplicado dispõem de espaço totalmente vazio, dentro de sua grade disciplinar, para as artes cênicas e a conjunção das artes na vida escolar das crianças. E, no Brasil, este é um desafio a ser enfrentado, ao pensarmos em uma educação de qualidade. A Cultura, em sua concepção ligada às artes, que é uma das concepções mais profundas, ao tratar da psicologia humana em simbolizar a vida, precisa ser experimentada desde a infância, de maneira interativa, espontânea e operacional, fazendo contraponto com o lado passivo que a cibernética digital muitas vezes concentra. Reconheço o outro lado fantástico do mundo digital, inclusive para a criação artística, mas, também, é preciso garantir às crianças os seus brincares e suas praças, suas descobertas e invenções pessoais, suas escolhas, sua forma de ser no mundo, no acordo da sensibilidade e potencial que cada qual possui, com a própria vida.

Estratégia de execução

A contrapartida social será feita por meio de três ações. A primeira ação compreende a capacitação das atrizes e dos atores selecionados para a condução das atividades desenvolvidas nas trinta cidades do projeto do Brincando de Viver. A segunda ação compreende a capacitação que será ministrada a cinco professores de cada uma das escolas componentes do projeto, dentre os quais os professores de Educação Física e de Educação Artística. A terceira ação é voltada para uma capacitação diferenciada de cinco alunos por escola, os quais terão um papel de tutoria dentro dos grupos formados, auxiliando o desenvolvimento das atividades do projeto. A primeira ação se dará tão logo os atores e as atrizes sejam selecionados. Consistirá de uma formação de cinco horas de duração, dividida em três encontros virtuais, conduzidos pela coordenação geral do projeto. Essa formação visará apresentar as diferentes escolas de teatro a serem contempladas ao longo do desenvolvimento do projeto. Tal formação terá como ponto central de discussão as estratégias de trabalho para apresentação das técnicas teatrais a um público leigo e infanto-juvenil, a discussão a respeito da conduta ética no trato com crianças e familiares e a inserção cotidiana da vivência teatral. A segunda ação se dará em dois momentos: nas semanas que antecedem o início do projeto e após a conclusão de 50% das atividades. O objetivo dessa formação será apresentar as técnicas e escolas teatrais a serem abordadas no projeto Brincando de Viver e as intersecções que tais técnicas e escolas podem ter com as disciplinas escolares dos alunos do Fundamental I e II. Cada momento terá duração de duas horas, e será realizada por meio virtual. As palestras a serem ministradas aos professores serão oferecidas remotamente, possibilitando um acesso que se adeque à realidade de cada professor. Como método de aferição dos conhecimentos obtidos será desenvolvido um canal eletrônico próprio de comunicação desses professores com a coordenação geral do projeto. A terceira ação se dará por meio da seleção de cinco alunos para atuação como tutores dentro do projeto. Essa ação servirá como fator de incentivo à participação e ao engajamento desses alunos, e poderá ser o embrião de futuros desdobramentos do projeto. Esses alunos serão selecionados conforme sua assiduidade, dedicação e desejo de receber tal formação. Para isso, os atores e atrizes envolvidos no projeto indicarão dez nomes aos professores de Educação Física e de Educação Artística da escola, os quais deverão indicar dois alunos do Fundamental I e três alunos do Fundamental II para participarem desta terceira ação. Os atores e atrizes indicarão os nomes referentes à participação, assiduidade e desejo de participação ao final da realização dos 50% do projeto. Após a seleção desses cinco alunos, eles terão uma formação de duas horas, com conteúdo a ser ministrado remotamente, voltada para a participação como suporte da formação dos alunos participantes do projeto. Caberá aos atores e atrizes, ainda, servir como elo de ligação desses alunos com a coordenação geral do projeto para avaliação e monitoramento contínuo desses alunos.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO • Atividades de Recreação Cênica nas Escolas. Para cada uma das 30 (trinta) escolas públicas onde o projeto Brincando de Viver se estenderá, vamos construir conteúdos de Teatro Escolar para ser integrado à didática das aulas de música orientadas aos alunos, especialmente para compor as apresentações cênico-musicais em cada estação sazonal do ano (primavera, verão, outono e inverno). Nessas apresentações, além das crianças que tocarão instrumentos musicais e também organizadas em grupo coral, teremos a apresentação local de pequenas peças teatrais temáticas realizadas por atores profissionais, mas, sempre com a participação dos alunos, sempre interativo. • Atividades de Recreação Cênica nos Hospitais. E, em cada uma das 02 unidades de hospitais públicos administrados pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, 01 vez por semana, uma dupla de Contadores (as) de Histórias, iniciará o trabalho pela brinquedoteca destes hospitais, entretendo crianças que podem se locomover normalmente, passando depois pelas diversas alas e leitos de tratamento, promovendo brincadeiras “adaptadas” e “adequadas” aos casos clínicos, envolvendo ainda pais e familiares em uma atmosfera hospitalar mais humanizada. • Atividades de Recreação Cênica para os Voluntários. A participação dos funcionários do patrocinador do projeto Brincando de Viver enquanto voluntários dialógicos no projeto, ou seja, voluntários que visitarão as escolas e os hospitais onde as atividades do projeto serão realizadas, deverão ser orientados em como auxiliar também em atividades de recreação cênica. Essa orientação será efetuada em forma de palestras interativas para o grupo de voluntários. Estes, segundo a Lei de Voluntariado, bem como nossos critérios de ação voluntária, jamais poderão assumir o lugar dos profissionais encarregados da realização das atividades, mas sim, serem auxiliares nessas atividades, quando necessário. • O desenvolvimento de Trabalho e Projeto pela Equipe Especialista. Provisionamos em nossa planilha orçamentária verba específica para a contratação de consultoria de Especialistas em Arte-Educação, os quais terão a missão de construir todo um conteúdo artístico a ser estendido em rede para as escolas beneficiadas nas mais diversas regiões brasileiras. O trabalho desta equipe será fortemente subsidiado por pesquisas estéticas, sua aplicação escolar e construção de novos saberes, motivos, e habilidades artísticas, partindo da experiência paralela deste projeto em seus locais de realização já definidos. Os integrantes desta equipe se reunirão 01 vez por mês, durante 06 (seis) horas na matriz do patrocinador, onde serão discutidas pautas culturais, proposição de eventos nas escolas, avaliação quantitativa e qualitativa de resultados e produção de conteúdo. Salientamos ainda que entre os membros desta equipe haverá comunicação via internet, praticamente diárias, compartilhando assim, o andamento do projeto em todas as suas localidades. CARGA HORÁRIA COMPLETA O conteúdo programático do projeto Brincando de Viver será de 270 horas de atividades artísticas, durante 10 meses em cada uma das 30 escolas públicas, totalizando 8.100/ano. Serão realizadas 135 horas de atividades de Contação de Histórias, durante 10 meses, para pacientes infantis do dos dois hospitais públicos administrados pelo Albert Einstein, em cada uma de suas unidades, M B Mirim e da Vila Santa Catarina, totalizando 270 horas/ano. PÚBLICO ALVO\CARACTERÍSTICAS E IDADE • Crianças de 06 a 12 anos, matriculadas no ensino fundamental, Ciclo I, em cada uma das 30 escolas públicas beneficiadas pelo projeto e relacionadas na apresentação do projeto Brincando de Viver. • Crianças de até 12 anos, em tratamento médico nos hospitais municipais de M Boi Mirim e da Vila Santa Catarina. • Em ambos os ambientes, tais crianças são oriundas de regiões e famílias carentes e, em muitos casos, em risco social. • Nessas instituições, sejam elas as escolas ou os hospitais do projeto, geralmente as crianças são acompanhadas unicamente pela mãe, o que reforça o papel dos educadores e dos cuidadores diante do espaço vazio da presença paterna. ESTIMATIVA DE PÚBLICO QUE PODERÁ USUFRUIR DO PRODUTO • 3.000 crianças beneficiadas diretamente no total das 30 escolas onde o Brincando de Viver será estendido. • Semanalmente: 120 crianças beneficiadas diretamente no total dos 02 hospitais públicos onde o Brincando de Viver será estendido. • Familiares e comunidades locais ao projeto realizado nas escolas e nos hospitais, bem como o total das crianças de cada escola, públicos estes, considerados indiretos, porém envolvidos no dia a dia dos projetos, projetamos o envolvimento anual em torno de 10.000 pessoas. Metodologia O projeto Brincando de Viver trata de atividades de Contação de Histórias e Teatro de Formas Animadas para o público infanto‐juvenil em escolas públicas e também em hospitais para tratamento médico. Nas escolas públicas contratamos estudantes de artes cênicas enquanto estagiárias para cumprir 06 horas de estágio por semana, sendo 05 horas no ambiente escolar e 01 hora em home office para a elaboração de plano de atividades e relatórios. O estágio é coordenado pela nossa equipe pedagógica, formada por especialistas em arte-educação. Sazonalmente (primavera, verão, outono e inverno), nas escolas realiza-se pequenas apresentações teatrais com as crianças participando. Nos hospitais, dupla de recreacionistas cênicas, formada por uma musicista e uma arte-educadora realizam atividades lúdicas de recreação cênica centradas nas formas de Contação de Histórias e Formas Animadas, começando o trabalho sempre na brinquedoteca do hospital para depois passar entre as alas e leitos das crianças sem locomoção possível. Quatro são as dimensões artísticas que estão integradas no projeto Brincando de Viver: Na dimensão musical, são utilizados instrumentos formais, mas, sobretudo, as mais diversas fontes sonoras primitivas tais como apitos que reproduzem o canto de pássaros, madeiras e alumínios sonoros, efeitos, voz e canto. Na dimensão cênica, a escolha e desenvolvimento de temas passam indissociavelmente pela construção do papel, a construção do personagem, a construção do roteiro técnico. A dimensão literária faz interface entre contos e cantos de reconhecimento universal, conhecidos pelas crianças, bem como adaptações que fazemos com os elementos próximos no cotidiano das crianças. E, finalmente, na dimensão plástica, como sabemos, os objetos exercem fascínio sobre as crianças. Por isso, cores, texturas, formas etc. compõem todo um acervo de adereços com identidade reconhecidos pela natureza sensorial das crianças. Faz-se necessário então o conhecer dos estímulos psicofísicos dos objetos e sua adequação às condições motoras, interativas e perceptivas. MATERIAL DIDÁTICO Adereços cênicos (máscaras, tecidos, bonecos, marionetes, fantoches, equipamento de teatrinho de sombras (caixa para a luz do dia); caixa com diversos apitos de madeira que reproduzem com perfeição o canto de dezenas de pássaros; flauta doce colorida em diversas afinações, as quais possuem tamanhos e timbres com personalidades bem diferenciadas entre si; teclados com luzes reluzentes; instrumental Orff (xilofones e metalofones); pequena percussão primitiva, caixas de teatro de sombras e dioramas que desenvolveremos para utilizar em contação de histórias em forma de teatro de objetos.

Acessibilidade

Tanto os dois hospitais públicos quanto nas trinta escolas públicas - locais de realização do projeto Brincando de Viver - possuem toda a infraestrutura arquitetônica para garantir o acesso a portadores de necessidades especiais, bem como com a proteção e funcionalidade de locomoção, conforto e acessibilidade das crianças fazem parte de diária atenção por parte das respectivas diretorias, à saber: PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - TEATRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: As atividades são realizadas nas escolas públicas que oferecem estruturas físicas como: escadas com corrimões, rampas para acesso aos cadeirantes e banheiros às pessoas com deficiências. AUDITIVOS: intérprete de libras, será contratado com recurso próprio DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL - ÓPERA ACESSIBILIDADE FÍSICA: As atividades são realizadas nas escolas públicas que oferecem estruturas físicas como: escadas com corrimões, rampas para acesso aos cadeirantes e banheiros às pessoas com deficiências. AUDITIVOS: intérprete de libras, será contratado com recurso próprio DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica PRODUTO: OFICINA / WORKSHOP / SEMINÁRIO AUDIOVISUAL - TEATRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: As atividades são realizadas nas escolas públicas que oferecem estruturas físicas como: escadas com corrimões, rampas para acesso aos cadeirantes e banheiros às pessoas com deficiências. AUDITIVOS: intérprete de libras, será contratado com recurso próprio DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica

Democratização do acesso

Tanto nas duas unidades do Hospital Beneficente Albert Einstein quanto nas trinta escolas onde o projeto Brincando de Viver será realizado, todas as suas atividades serão totalmente gratuitas aos seus beneficiários e familiares, à saber: OS 3 (TRÊS) PRODUTOS DO PROJETO> CONTRAPARTIDAS SOCIAIS, APRESENTAÇÃO MUSICAL E OFICINA / WORKSHOP / SEMINÁRIO AUDIOVISUAL estão enquadrados de acordo com Instruções Normativas nº 2/2019: 1. ampliar o acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiar a produção e a expressão cultural, fortalecer a economia criativa, contribuir para o desenvolvimento do país. 2. fomento nas áreas culturaiis de Artes Cênicas no egmento Teatro e Ópera; 3. todas as atividades são realizadas 100% gratuidade aos alunos da escola pública e pacientes carentes da periferia de São Paulo. O PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL tem como objetivo treinar previamente professores e estudantes de cada escola envolvidos no programa em formato 100% gratuito.

Ficha técnica

PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS E RESPECTIVA FORMAÇÃO ACADÊMICA Já realizamos entrevistas prévias e análise curricular dos profissionais que serão contratados enquanto fornecedores no projeto Brincando de Viver. Contudo, somente a partir da publicação do projeto, quando este for aprovado, é que efetivaremos tais contratações. Adotamos este procedimento para facilitar a proposição do Brincando de Viver, bem como a redução das expectativas, dando tranquilidade de ação ao proponente. No entanto, reforçamos que o projeto vai contar com profissionais de excelência. PROPONENTE: Carlos Henrique Delício ME FUNÇÃO: Coordenação / Atividades técnico-financeiro CURRÍCULO: Carlos Henrique Delicio, músico, dramaturgo, psicólogo, pós-graduado em sociologia do lazer, diretor executivo da Arteludens e Produtor Cultural trabalhou em projetos e em instituições importantes do 1º, 2º e 3º Setores da Economia, tais como SESI\SP; SENAC\SP e SENAC\RJ, Instituto Escola Brasil, Bancos Real\Santander\Daycoval. Desenvolveu consultoria técnica na área de responsabilidade social aos grupos Carrefour, Philips do Brasil e Rio Bravo Investimentos. No campo da comunicação foi redator institucional da Rádio Jovem Pan. Na área das artes é autor de peças infantojuvenis, em formato de auto cênico-musical, mesclando as linguagens de música com o teatro, as artes plásticas e a literatura. É proponente dos projetos Brasil Musicantes 2016 (música), atendendo 22 cidades no Brasil, Brincar de Viver (teatro); Alquimia (Artes Plásticas), e Aprendizarte (literatura), todos aprovados no PRONAC/MINC. Enquanto dramaturgo realizou os autos cênico-musicais "Beethoven, o Poeta dos Sons"; "Um Conto de Natal"; "O Soldadinho de Chumbo e o Menino Digital"; "Pinocchio e as Árvores Cantantes"; "Luzinhas de Natal"; "Fernão Capelo Gaivota"; "O Cavalo sem Sombra"; “Cinema de Cristal"; "Carta Itinerante", “Bonequinha Viver", "Knulp - o robô com coração quase de gente", "Papéis da Vida!", "O Caminho das Estrelas".

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

Curitiba Paraná
Londrina Paraná
João Pessoa Paraíba
Belém Pará
Recife Pernambuco
Teresina Piauí
Natal Rio Grande do Norte
Porto Alegre Rio Grande do Sul
Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Florianópolis Santa Catarina
Aracaju Sergipe
Araçatuba São Paulo
Bauru São Paulo
Campinas São Paulo
Campos do Jordão São Paulo
Guarulhos São Paulo
Piracicaba São Paulo
Ribeirão Preto São Paulo
São Carlos São Paulo
São José do Rio Preto São Paulo
São Paulo São Paulo