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Produção, montagem e temporada do espetáculo teatral "Lições de Terça-Feira", realizando 24 apresentações.
Vinte anos depois, aluno e professor se reencontram quando o velho mestre está à beira da morte. Com o contato e a afeição restabelecidos, Mitch passou a visitar Morrie todas as terças-feiras, tentando sorver seus últimos ensinamentos. Durante 14 encontros, eles trataram de temas fundamentais para a felicidade e a realização humana: reflexões sobre o amor, amizade, medo, perdão e morte. As últimas aulas da vida do velho professor foram dadas uma vez por semana na casa dele, sempre às terças-feiras, depois do café da manhã. O assunto era o sentido da vida. A lição era tirada da experiência. Não havia notas, mas havia exames orais toda semana. Não havia compêndios, mas muitos tópicos eram debatidos: amor, trabalho, comunidade, família, envelhecimento, perdão e finalmente, morte. A última palestra foi breve, só algumas palavras. Em vez de colação de grau um enterro. Mesmo não havendo exame final, o aluno devia apresentar um trabalho sobre o que aprendera. Esse trabalho é apresentado nessa peça: AS LIÇÕES DE TERÇAS-FEIRAS. Classificação indicativa: 14 anos Duração: 70 minutos
OBJETIVO GERAL: Produzir, montar e realizar na cidade de São Paulo uma temporada de 2 meses, composta por 24 apresentações, do espetáculo teatral "Lições de Terça-Feira", escrito por Mitch Albom e Jeffrey Hatcher e adaptado por Sergio Flaksman. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Encenar um texto onde se valorize a figura do mestre, da transmissão de conhecimentos, de ensinamentos e de afeto - Apresentar o idoso como protagonista, não só na peça, mas na vida. - Apresentar temas fundamentais para a felicidade e a realização humana - Promover ideais de respeito e de compreensão entre indivíduos de gerações diferentes. - Estimular a formação de plateia, oferecendo ingressos gratuitos a Instituições que promovam a inserção social de idosos, a colaboradores (orientadores, educadores e professores) e a estudantes de escolas públicas estaduais e a aposentados. - Gerar empregos na área cultural, especificamente, na área teatral.
"Lições de Terça" enquadra-se nos incisos I, III, e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91 e contribui para o alcance dos objetivos descritos nos incisos II, alínea "e" e IV, alínea "a", do Art. 3º da Lei 8313/91. Art. 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. "Lições de Terça" compõe o quarto espetáculo do projeto "Velhos Protagonistas", que se iniciou quando Antonio Petrin completou trinta e cinco anos de carreira profissional. Na época, com sessenta e dois anos de idade e mais da metade de sua vida dedicada ao teatro, cujo repertório sempre esteve comprometido com obras de conteúdo humanitário, o ator resolveu comemorar essa longa jornada com um texto que pudesse marcar esse momento. A peça escolhida foi "A Última Gravação de Krapp", de Samuel Beckett. Montado em 2000 com recursos próprios, o espetáculo retrata um homem na sua absoluta solidão, que, ao completar 69 anos, ouve em um antigo gravador de rolo seu áudio de 30 anos atrás. A reflexão sobre a vida feita pelo personagem inspirou o ator a refletir sobre sua longa carreira e a responder para si mesmo a importância e as idiossincrasias de um ator brasileiro no exercício profissional. Em 2004, produziu e interpretou "Um Merlin", texto escrito especialmente para ele por Luis Alberto de Abreu. O espetáculo aborda a última proeza do sábio herói, que construiu uma nação, e a paixão que o transformou. A peça levanta uma série de conceitos - do bem e do mal, do novo e do velho - e discute valores éticos e morais próprios dos dias atuais. Depois de construir uma nação, que por muito tempo permaneceu em paz, o mago Merlin parte para a fronteira do reino, ameaçada por nova guerra. No caminho, encontra uma jovem desmemoriada pela qual apaixona-se perdidamente. Na tentativa de equilibrar o reino que criou, Merlin vive um conflito: partir para defender sua obra, ameaçada de destruição, ou ficar com sua amada. A contemporaneidade desse texto está em trazer o foco para o herói sábio, construtor de uma nação não o guerreiro. Já "Aeroplanos", montado com recursos próprios em 2017, uma das mais profundas e comoventes peças da atual dramaturgia argentina, apresentou, com humor, sensibilidade e diálogos inteligentes e desafiadores, a própria alma dos idosos: o medo da sombra da morte, a solidão, a perda de independência e a esperança de desfrutar livremente os últimos anos de vida. Cristo e Chico, duas figuras extraídas das camadas mais simples de nosso cotidiano, são amigos que, na velhice, conversam sobre o porquê da existência, com bom humor e leveza, por meio de uma troca de anedotas, piadas e confidências feitas em um dia crucial para ambos. A "A Última Gravação de Krapp", foi o ponto de partida da temática que continuou em "Um Merlin" e "Aeroplanos". Agora, aos 81 anos de idade, Antonio Petrin quer produzir "Lições de Terça". No momento em que o Brasil é tão impactado pela mudança do perfil de idade de sua população, a discussão aprofundada sobre o envelhecimento da população e suas consequências econômicas, sociais e culturais, é fundamental. Nessa montagem, o foco principal é a importância do "velho" como "mestre". Cada um de nós teve na sua juventude uma figura especial que, com paciência, afeto e sabedoria, nos ajudou a escolher caminhos e olhar o mundo por uma perspectiva diferente. Talvez tenha sido um avô, um professor ou um amigo da família - uma pessoa mais velha que nos compreendeu quando éramos jovens, inquietos e inseguros. Para Mitch Albom, essa pessoa foi Morrie Schwartz, seu professor na universidade. Vinte anos depois, eles se reencontraram quando o velho mestre estava à beira da morte. Com o contato e a afeição restabelecidos, Mitch passou a visitar Morrie todas as terças-feiras, tentando sorver seus últimos ensinamentos, constituídos de temas fundamentais para a felicidade e a realização humana.
1. Resumo dos conteúdos A oficina "Status: Percepções e Influências" tem como objetivo fazer uma análise ativa da expressão corporal presente nos diferentes status que uma pessoa presencia durante a vida. O status pode ser definido por inúmeras coisas: casa onde mora, carro que tem, quanto ganha. Mas é na relação entre duas pessoas que ele se evidencia. Assim relações como professor e aluno, jovem e idoso são compostas por status que se definem, mudam e intercambiam. Através de jogos teatrais simples os participantes serão convidados a experienciar dois status predefinidos, alto e baixo, e as relações entre eles. Como contrapartida Sociais realizaremos A oficina acontecerá da seguinte forma: Jogos de apresentaçãoExercícios de integração: como forma de preparar os participantes para um estado disponível para o jogo teatral.Trabalho com o os status: identificação e experimentação dos diferentes status, em dupla e em grupo.Improvisações: com roteiro de ações predeterminado experienciar a mudança de status numa mesma cena.Encerramento: avaliação e debate discutindo onde esses status se encontram na vida cotidiana, principalmente nas relações que os participantes mantém. 2. Responsável pela Coordenação Sonia Cristina Kavantan Socióloga e Pedagoga formada pela USP. Produtora cultural com mais de 30 anos de experiência, atua na área educacional e cultural, em produção, consultoria, marketing cultural e pesquisa. É uma das pioneiras em formação de produtores e agentes culturais, ministrando cursos, palestras e workshops por todo o Brasil desde 1995. Os projetos criados e coordenados por ela procuram aliar arte, cultura, entretenimento e educação. Como exemplo temos Mestres do Futuro, Mestres do Futuro – Estrada Real, Arte de Fotografar, CCBB – Centro de Expressão e Construção 2006, entre outros. Coordenou diversos treinamentos para as equipes dos Centros Culturais do Banco do Brasil, atuando na programação e coordenação das atividades, sendo o último o Observatório de Cultura, realizado no Rio de Janeiro em 2018. Dentre os projetos teatrais realizados recentemente, destacam-se: Quem Prospera Sempre Alcança, Comédias Furiosas, Um Presente Para Ramiro, Palavra de Stela, Aeroplanos, Arte na Comunidade 4 (Vale do Paraíba), Maldito Benefício, Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio e Dramaturgias Urgentes. 3. Profissionais envolvidos e respectivas formações Oficineiro: Isadora Petrin de Araujo (Isadora Petrin) Formada atriz pela escola técnica Teatro Escola Célia Helena em 2006 e bacharel em teatro pela Escola Superior de Artes Célia Helena em 2017, fez cursos extracurriculares com nomes como Frank Totino, discípulo da metodologia de Keith Johnstone, Eve Doe Bruce atriz do Théâtre du Soleil, e o Decano Valentin Teplyakov da Academia Russa de Arte Teatral. Participou do grupo Fraternal Cia de Artes e Malas-Arte de Ednaldo Freire. No Grupo Arte Simples de Teatro desenvolveu o projeto Teatro em Heliópolis por 8 anos, no qual peças e oficinas teatrais eram levadas para dentro da comunidade. Hoje em dia ministra aulas de teatro em várias escolas. Como atriz em teatro, nos últimos anos, destacam-se Um Presente Para Ramiro, com direção de Valdo Resende (2018/2019), Bike Teatro em A Corrida (2019), Amores (2018) ambos com direção de Tatiana Rehder e a intervenção teatral Direto ao Ponto (2019) de Leonardo Cortez. Atuou ainda em diversas campanhas publicitárias, curtas-metragens e novelas. 4. Objetivos gerais Promover o encontro e a integração dos participantes de forma descontraída e divertida através de jogos e exercícios teatrais voltados a interatividade, concentração e disponibilidade. Também pretendemos oferecer acesso e conhecimento a técnica dos status, método desenvolvido pelo inglês Keith Johnstone, um dos maiores nomes do teatro de improvisação. Grande parte de seus textos não é traduzido para o português fazendo com que a oportunidade de participar dessa oficina seja uma forma de travar contato com a linguagem. Ao fazer parte da oficina os participantes irão trabalhar tanto o autoconhecimento como uma visão crítica sobre relações e convenções sociais. 5. Objetivos específicos. Estimular a integração, concentração e disponibilidade dos participantes;Entrar no campo da metodologia dos status, promovendo o entendimento dos conceitos através de jogos simples;Realizar dinâmicas que permitam a experimentação individual e coletiva dos status em cenas e improvisos;Trabalhar com improviso dentro de roteiros de ações simples aliados ao trabalho dos status;Debater sobre os status entendendo as percepções de cada participante;Promover um olhar crítico das relações sociais;Oferecer contato com a expressão corporal e como fazer uso dela. 6. Justificativa. “Status é um termo confuso, a não ser que se entenda isso como algo que alguém faz. A pessoa pode pertencer a um status baixo, mas desempenhar um status alto e vice-versa. O público gosta do contraste entre o status representado e o status social dos personagens. Sempre é muito divertido quando um vagabundo é confundido com um chefe e o chefe, com um vagabundo. Chaplin gostava de representar uma pessoa que está no final da hierarquia para logo baixar o status dos demais.” O trecho acima é de um dos livros de Keith Johnstone, ainda não traduzidos para o português. Ele afirmava que gostaria de ver a platéia se comportando como em uma partida de boxe: vibrando, torcendo. Nem é preciso dizer que um teatro com esse espírito tem um cunho extremamente popular e uma linguagem acessível. Seu trabalho com os status não podia ser diferente. além de uma metodologia para direção de atores, é também um recorte social, que promove investigação, questionamento e descobertas tanto sobre si como sobre as relações que mantém. Por ser um trabalho voltado à fisicalidade e à expressão corporal, sua utilização fica em evidência, transformando o exercício em ferramenta. O espetáculo LIÇÕES DE TERÇA fala sobre a relação entre um professor e seu pupilo, sobre a relação entre alguém mais velho e alguém mais novo. Fazemos um mergulho no passado dos personagens, vendo como a relação entre eles é e foi. Como mudou e muda. Dinâmicas estas repletas de status, as vezes baixo, as vezes alto, as vezes igual. Essas tensões mudam constantemente na peça, assim como na vida. Nada é estático. Nesse sentido a oficina aqui proposta se relaciona com o espetáculo, facilitando a vivência de seus participantes no tema proposto pela peça. 7. Carga horária completa. A atividade será desenvolvida em duas horas/aula, ou seja, cerca de 1h40 minutos. 8. Cliente / Público-alvo (características e faixa etária) Alunos, a partir de 14 anos de idade, professores e funcionários de escola pública e instituições de idosos. Outras pessoas da comunidade, como familiares e vizinhos, também poderão participar. As inscrições ficarão sob a responsabilidade da escola e/ou instituição, sendo as orientações enviadas pela produção do projeto. As oficinas serão oferecidas prioritariamente às escolas e instituições que forem beneficiadas com a democratização de acesso (ingressos gratuitos) para o espetáculo. 9. Metodologia que será aplicada A oficina tem como metodologia os jogos de improvisação que fazem parte do método do diretor e dramaturgo canadense Keith Johsntone. Esses jogos fazem parte do seu livro “IMPRO”, ainda não traduzido para o português. Além disso, jogos e exercícios teatrais clássicos que promovem integração, concentração e disponibilidade serão utilizados. 10. Material didático utilizado Estrutura: 1) Sala ampla com capacidade para comportar movimentos amplos.
Para atender o Art. 18 da Instrunção Normativa 02 de 2019 e a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018 o proponente se compromete a selecionar os teatros das apresentações, cujas as instalações garantam o livre acesso da pessoa portadora de deficiência física ou mobilidade reduzida e idosos. Caso o espaço não atenda plenamente às condições de acessibilidade, o produtor que acompanhará todas as apresentações durante a temporada (identificado como Coordenador Administrativo-Financeiro no orçamento), em conjunto com a equipe do teatro, será responsável por facilitar o livre acesso de portadores de deficiência física ou mobilidade reduzida e das pessoas idosas. Além disso, com o intuito de promover a inclusão cultural das pessoas com deficiência auditiva, serão realizadas cinco apresentações com tradutor intérprete de Libras. Esta ação será amplamente divulgada, especialmente, pela assessoria de imprensa, pela internet (redes sociais), por meio de vídeos com tradução em Libras do elenco convidando o público a assistir ao espetáculo e por anúncios publicitários na mídia impressa. Realizaremos ainda a gravação e edição de vídeo com audiodescrição em português (BR). Este vídeo será disponibilizado de forma gratuita pela internet, para instituições que atuam com pessoas com deficiência visual. Esta informação constará de anúncios do espetáculo em mídia.
Como medida de democratização de acesso ao produto cultural, serão adotadas as seguintes ações previstas nos incisos I: a), d) do art. 20 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: - Doação de 20% de ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística (Instituições que promovam a inserção social de idosos, estudantes de escolas públicas estaduais e a aposentados). - Mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; Além disso, conforme, em complemento, conforme disposto no art. 21, inciso V da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
FICHA TÉCNICA Texto: Jeffrey Hatcher e Mitch Albom Tradução: Sergio Flaksman Direção: Elias Andreato Elenco: Antonio Petrin e Claudio Fontana Trilha sonora e direção musical: Jonatan Harold Direção de Produção: Sonia Kavantan Funções do proponente (remuneradas pelo projeto). - Elenco principal - Assistente de produção - Captação de recursos CURRÍCULOS ELIAS ANDREATO Direção Ator e diretor com mais de 40 anos dedicados ao teatro. Seus trabalhos mais recentes na direção são: “Alma Despejada” de Andréa Bassit com Irene Ravache, “Arap”, concepção, direção e interpretação de Elias Andreato, “O Louco e a Camisa”, de Nelson Valente, tradução de Priscilla Squeff, com Rosi Campos, Leonardo Miggiorin, Priscilla Squeff, Guilherme Gorski e Ricardo Dantas (2018); “Help”, de sua autoria, com Maria Pinna e Eduardo Ximenes; “Palavra de Stela”, com Cleide Queiroz; “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, com Claudio Fontana, Clovys Torres, Raphael Gama e Guilherme Bueno; “Isadora”, de Melissa Vettore; “Dona Bete”, de Fauzi Arap, dirigido por André Acioli e Elias Andreato; “Sou Toda Coração” com Débora Duboc; “A Graça do Fim”, com Nilton Bicudo; “Elza & Fred”, com Sueli Franco e Umberto Magnani; “Rei Lear” de William Shakespeare tradução e adaptação de Geraldo Carneiro, Solo de Juca de Oliveira; “Meu Deus!”, de Anat Gov com Irene Ravache, Dan Stulbach e Pedro Carvalho; “Florilégio Musical II - Nas Ondas do Rádio”, com Carlos Moreno, Mira Haar e Adriana Fonseca; “Jocasta”, com Débora Duboc; “A Casa de Bernarda Alba”, de Federico García Lorca com Walderez de Barros, Patrícia Gasppar, Mara Carvalho, Victória Camargo, Bruna Tedy, Tadiana de Marca, Isabel Wilker e Fernanda Cunha; “Eu Não Dava Praquilo” de Cássio Scapim e Cássio Junqueira com Cássio Scapim; “Da Vinci Machiavel e Eu” com Tadeu Di Pyetro; “Myrna Sou Eu” de Nelson Rodrigues com Nilton Bicudo; “Camille e Rodin” de Franz Keppler com Leopoldo Pacheco e Melissa Vettore; “A Garota do Adeus” de Neil Simon, com Gabriela Duarte, Edson Fiesch, Julia Gomes, Clara Garcia e Nilton Bicudo; “Coisa de Louco” de Fauzi Arap, solo de Nilton Bicudo; “Que Rei Sou Eu?”, teatro musical com Renato Borghi, Patrícia Gaspar e Jonatan Harold e “Cruel” de August Strindberg com Reynaldo Gianecchini, Maria Manoela e Erik Marmo. ANTONIO PETRIN Elenco Cursou a Escola de Arte Dramática em 1967. Participou de 60 peças teatrais como ator; dirigiu 12 espetáculos teatrais; atuou em 39 programas entre novelas e especiais para a televisão e em 14 filmes nacionais. Foi indicado para os mais importantes prêmios como melhor ator, tendo ganhado o prêmio APETESP no ano de 1983 com a peça GANHAR OU GANHAR (GIM GAME), em 1991 o prêmio Manchete pela novela PANTANAL, em 2012 o prêmio Aplauso Brasil como melhor ator coadjuvante na peça HAMLET, e em 2016 ganhou prêmio de melhor ator no Curta Metragem, WALTER DO 402 no Festival de cinema ambiental em Porto Velho. Teatro: AEROPLANOS, de Carlos Gorostiza e direção de Ednaldo Freire (2017/2019), O FILHO, de Alexandre Dal Farra e com direção de Liliana Monteiro – Teatro da Vertigem (2015), HAMLET, de William Shakespeare e direção de Ron Daniels (2012); PALÁCIO DO FIM, de Judith Thompson e direção de José Wilker (2011/2012); SERIA CÔMICO SE NÃO FOSSE SÉRIO, de Friedrich Dürrenmatt e direção de Alexandre Reinecke (2010); SÓ OS DOENTES DO CORAÇÃO DEVERIAM SER ATORES, de e com direção de Eduardo Figueiredo (2009/10); VOLTA AO LAR, de Paulo Coronato e direção de Alexandre Reinecke (2007); A ÚLTIMA GRAVAÇÃO DE KRAPP, de Samuel Beckett e direção de Francisco Medeiros; (2009, 2003/04); UM MERLIN, de Luis Alberto de Abreu e direção de Roberto Lage (2000/03) Televisão: (2015) ESCRAVA MÃE - Record; (2014) EM FAMÍLIA – Globo; (2013) BELEZA S/A – Série – GNT; (2011) AMOR E REVOLUÇÃO – SBT; (2009) VENDE-SE UM VÉU DE NOIVA; (2008/09) REVELAÇÃO; (2006/2007) AMAZÔNIA. CLAUDIO FONTANA Elenco É ator e produtor teatral. Iniciou sua carreira profissional no teatro, em 1990 em “VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU”, de C. A. Soffredini, direção de Gabriel Villela, espetáculo que lhe rendeu o Prêmio APETESP de Revelação. Em teatro, destacam-se “ESTADO DE SÍTIO”, de Camus, “BOCA DE OURO”, ao lado de Malvino Salvador, “MACBETH” onde interpretou Lady Macbeth ao lado de Marcello Antony, “ADIVINHE QUEM VEM PARA REZAR”, onde contracenou com PAULO AUTRAN; “PÓLVORA E POESIA” com Leopoldo Pacheco, “FELIZ ANO VELHO”, com Paulo Betti, de Alcides Nogueira; “PÉROLA”, com Vera Holtz, de Mauro Rasi, “ANDAIME”, de Sergio Roveri, “AMIGAS PERO NO MUCHO”, direção de José Possi Neto, “MARY STUART”, de Schiller, ao lado de Renata Sorrah e “CALÍGULA”, de A. Camus, com Thiago Lacerda. Foi dirigido pelos maiores diretores brasileiros: Gabriel Villela, Marcio Aurélio, Enrique Diaz, Elias Andreato, Mauro Rasi, José Possi Neto, Fernando Guerreiro e Elias Andreato. Na TV, gravou recentemente “I LOVE PARAISOPOLIS”. Também fez “REI DAVI”, “CIRANDA DE PEDRA”, “AMERICA”, a minissérie “UM SÓ CORAÇÃO”, “SEUS OLHOS”, “FERA FERIDA”, “AS PUPILAS DO SR. REITOR”, “DEUS NOS ACUDA”, “O AMOR ESTÁ NO AR”, entre outras. No cinema, fez “UM BROTO LEGAL”, longa sobre a vida da cantora Celly Campello. JONATAN HAROLD TRILHA SONORA Músico e ator, com formação erudita e popular em piano, canto, regência e teatro (UNESP, CDMCC de Tatuí, Berklee Scholarship), indicado ao "Prêmio Shell" 2014 na categoria "Música", especializou-se na junção dessas linguagens artísticas. Buscando sempre a união da técnica e sensibilidade, faz trilhas originais para peças, direção musical, composições, produção musical, arranjos, performances e recitais no Brasil e exterior. Trabalhando com renomados artistas premiados, sempre presente nos processos de criação e idealização dos projetos. Seus últimos trabalhos de destaque foram “Quem Prospera Sempre Alcança”, “Palavra de Stela”, “Florilégio 2 - Nas Ondas do Rádio”; “Camille e Rodin”; “Elza e Fred”; “Sou Toda Coração”; “Jocasta”; “A Graça Do Fim” e “Isadora”. SONIA KAVANTAN Direção de produção Socióloga e Pedagoga formada pela USP. Produtora cultural com mais de 30 anos de experiência, atua na área educacional e cultural, em produção, consultoria, marketing cultural e pesquisa. É uma das pioneiras em formação de produtores e agentes culturais, ministrando cursos, palestras e workshops por todo o Brasil desde 1995. Dentre os projetos realizados recentemente, destacam-se: Quem Prospera Sempre Alcança, Um presente para Ramiro, Palavra de Stela, Aeroplanos, Arte na Comunidade 4 (Vale do Paraíba), Maldito Benefício, Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio e Dramaturgias Urgentes.
PROJETO ARQUIVADO.