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PRONAC 200644Apresentou prestação de contasMecenato

Exposição Arte Cidade Mulher

LEONARDO BUNGARTEN DE FREITAS PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 487,7 mil
Aprovado
R$ 479,3 mil
Captado
R$ 479,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
13347016000117Facebook Serviços On Line do Brasil Ltda1900-01-01R$ 479,3 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-09-01
Término

Resumo

O direito de ir e vir e o direito à cidade são iguais para todos? Mulheres e meninas sofrem assédio e violência de gênero nos espaços públicos, tendo sua circulação pela cidade afetada. A Iluminação pública e o transporte público de má qualidade as vulnerabilizam ainda mais. A discussão do direito à cidade tem sido cada vez mais abraçada pelas mulheres, que vêm chamando atenção para um fato pouco debatido até hoje: as cidades são projetadas, construídas e ocupadas a partir de uma perspectiva androcêntrica, conforme as necessidades de mobilidade dos homens. Diversos grupos de mulheres têm desenvolvido iniciativas artístico-culturais para debater e visibilizar o tema. A Exposição Arte Cidade Mulher aborda acesso, mobilidade e direito à cidade a partir de uma perspectiva de gênero, visibilizando intervenções artísticas urbanas de mulheres. Visita de alunos da rede pública de ensino visando a conscientização para a importância da arte e da cultura por intermédio da visitação à exposição.

Sinopse

Exposição Arte Cidade Mulher Exposição artística interativa e sensorial que aborda o tema da desigualdade de gênero no direito à cidade Gratuito - Conteúdo Interativo – Ferramentas de Acessibilidade – Classificação Indicativa: 12 anos Em cartaz durante 90 dias

Objetivos

Objetivo Geral Como seria uma Cidade Mulher? Como é, para as mulheres em sua diversidade - grávidas, idosas, com deficiência, negras, lésbicas, transexuais - circular numa cidade construída por e para homens? A Exposição Arte Cidade Mulher visa promover uma reflexão sobre o acesso, a mobilidade e o direito das mulheres à cidade, visibilizando a produção de artivistas mulheres no ambiente urbano e contribuindo para o entendimento das especificidades das mulheres nesse contexto. Vamos propor essa reflexão com uma exposição interativa e artística, que aborda o tema a partir de uma perspectiva holística, evidenciando a relação entre direito à cidade, direito à saúde e cultura, e levando o público masculino a se colocar no lugar das mulheres e o público feminino a refletir sobre suas experiências. Assim, visamos estimular o público a pensar sobre como as cidades podem se tornar mais receptivas e seguras para as mulheres. Os módulos da exposição são representações artísticas de espaços públicos como a rua; o trem; os serviços de comércio, educação e saúde; e por fim a casa, os visitantes serão convidados a experimentar uma jornada diária das mulheres na cidade, refletindo sobre como as desigualdades de gênero reverberam no cotidiano delas no espaço público. Objetivos Específicos PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES 1 Realizar uma exposição interativa, artística e informativa sobre o direito das mulheres à cidade, a partir de uma perspectiva cultural, de saúde e de segurança integral, a ser montada em área de 150m² em museu ou centro cultural com duração de 90 dias, com acesso gratuito e sem restrição de público; 2 Receber 4.000 visitantes durante o período da exposição; 3 Representar artisticamente diversos ambientes de uma cidade através de instalações e da disposição de obras de arte ao longo dos módulos da exposição, visibilizando iniciativas que realizam intervenções artísticas urbanas e outras ações artísticas sobre o tema; 4 Provocar reflexões no público através da experimentação de modo a trabalhar a empatia simulando situações pelas quais as mulheres passam no transporte público; 5 Trabalhar com uma proposta pedagógica cultural através da mediação visando a conscientização do público para os temas, conceitos e desafios da questão de gênero nas cidades com um aprofundamento na questão cultural; 6 Formar equipe de mediação feminina treinada e habilitada para receber diversos tipos de público, inclusive pessoas com deficiência; 7 Realizar treinamento em acessibilidade atitudinal e cultural para as mediadoras e demais profissionais do museu/centro cultural onde será realizada a exposição; 8 Divulgar amplamente a exposição através de assessoria de imprensa, anúncios, cartazes, folders e ferramentas de comunicação nas redes sociais, para estender e intensificar o debate com o público antes, durante e após a visitação. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL 1 Disponibilizar gratuitamente transporte, monitoria e alimentação para a visita de 400 alunos da rede pública de ensino visando a conscientização para a importância da arte e da cultura por intermédio da visitação da Exposição Arte Cidade Mulher.

Justificativa

As viagens feitas ao longo do dia por homens e mulheres são diferentes. Segundo Clarisse Linke, do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento, enquanto homens realizam viagens em pontos fixos e em horário de pico, as mulheres realizam mais viagens fora do horário de pico, sem infraestrutura que garanta segurança em seus pontos de origem e destino. Isso acontece porque há uma desigual divisão do trabalho entre homens e mulheres, que concentra nelas a função de se deslocar entre casa, trabalho, escola, busca por lazer e cuidados de terceiros. Em sua jornada diária de trabalho (formal e informal, remunerado ou não), as mulheres enfrentam diversos obstáculos relacionados à falta de um planejamento urbano local que incorpore uma perspectiva de gênero. Entre os principais obstáculos estão o assédio e outras violências de gênero nos espaços públicos. A campanha "Chega de Fiu Fiu" mostrou que 99,6% das mulheres já foram assediadas (98% na rua, 64% no transporte público, 80% em lugares públicos como parques, e shoppings). 81% já deixaram de fazer algo com medo de assédio. No Rio de Janeiro, o lugar mais inseguro é o ponto de ônibus: 91,1% das mulheres têm medo ao esperar o transporte público (Action Aid, 2013). Além de lidarem com a má qualidade do transporte, elas enfrentam a falta de outros serviços públicos próximos de suas casas: creches, escolas, hospitais e equipamentos de cultura e lazer. Ainda de acordo com a Action Aid, 79% das entrevistadas disseram que a má qualidade dos serviços públicos dificulta suas vidas, limitando o acesso de 33% delas ao trabalho e de 22% à educação. Um terço das crianças de 0 a 3 anos mais pobres do Brasil está fora da creche por falta de vaga (Pnad, 2017). Os obstáculos não se encerram no espaço público: no ambiente doméstico elas também convivem com questões como a sobrecarga do trabalho não remunerado e a falta do direito à moradia adequada. Mulheres são responsáveis por 45% dos domicílios brasileiros (Pnad Contínua, 2019). Entre as 28,6 milhões de famílias chefiadas por mulheres em 2015, 91% se encontravam nas cidades. Uma em cada quatro mulheres no país não tem acesso adequado à infraestrutura sanitária e saneamento (Instituto Trata Brasil, 2018). Devido ao seu papel nas atividades domésticas, a falta de água afeta mais intensamente a vida delas. As que vivem nas periferias e favelas enfrentam ainda a violência policial - 6,3 milhões de mulheres brasileiras vivem em favelas, 69% delas são negras (Instituto Data Favela, 2015). A urgência de se pensar uma cidade mais saudável e justa para as mulheres tem sido pautada por grupos e coletivos artístico-culturais que desenvolvem intervenções urbanas para chamar atenção para esse tema. Iniciativas coletivas como a Rede Nami, o Feminicidade e a campanha Chega de Fiu Fiu exercem um importante papel ao pautar o direito das mulheres à cidade e a mobilidade urbana a partir de uma perspectiva de gênero, visibilizando e ouvindo mulheres que estão na cidade, que circulam por ela, que a ocupam, sofrem e transformam. A Rede Nami é uma ONG formada por mulheres, que usa a arte para promover os direitos das mulheres e desenvolve ações como o AfroGrafiteiras, programa de formação artística para jovens negras. Outra rede de coletivos com forte atuação em diversos estados do Brasil é o Slam das Minas, que promove rodas de rimas com batalhas poéticas exclusivamente de mulheres e pessoas trans em praças públicas. O objetivo é garantir um espaço seguro para que as mulheres possam se expressar livremente e desenvolver suas potências artísticas. O coletivo Feminicidade produz lambes com fotos e histórias de mulheres, e organiza mutirões de mulheres para espalhar as artes pela cidade: "Traz sua cola, esponja ou rolinho e pote de sorvete (pra gente distribuir a cola) e vamos encher essa cidade de mulher!". O "Deixa Ela Em Paz" é outro coletivo de intervenção urbana "que acredita na arte e no ativismo como formas de transformar a realidade cotidiana das mulheres e suas vivências na cidade". Formado por mulheres, o grupo começou fazendo colagens de lambe-lambes com a frase "Deixa Ela Em Paz" em várias cidades do Brasil e no exterior, posteriormente incorporando técnicas diversas (stencil, stickers, carimbos, panfletos, ensaios fotográficos) às suas ações. Em Maceió, as mulheres do Ateliê Ambrosina, um coletivo que visa combater o machismo em Alagoas, produziram uma série de lambes para tratar da visibilidade lésbica, a partir de uma releitura das tirinhas do "Amar é...", criação de Kim Grove nos anos 1960. "Amar é... ter a tripla jornada dividida por duas" foi uma das frases que estamparam os muros de Maceió. Em 2017, o Feminicidade Rio promoveu ações especialmente para o dia 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha. Além da colagem de lambes com fotos e histórias de mulheres negras, o Feminicidade produziu ainda o vídeo "Negras", com as entrevistas de algumas das mulheres negras retratadas nos lambes. "Visibilidade é um direito que dispara outros", diz a escritora Ana Paula Lisboa no vídeo, sintetizando um pouco da proposta de intervenção estética e política construída pelo Feminicidade e por outros coletivos culturais ao contar histórias de mulheres pelos muros, ao grudar rostos femininos diversos, falando de si, muitas vezes sorridentes, em ruas que geralmente são espaços de assédio e outros riscos. Visibilizar mulheres e ocupar o espaço público se colocam como estratégias práticas de crítica e resistência ao urbanismo contemporâneo, reivindicando e propondo outras formas de ocupação do espaço urbano. Nesse contexto, a Exposição Cidade Mulher parte dessas intervenções artísticas para sensibilizar a população para o tema, propondo concepções de cidade mais saudáveis, igualitárias e justas. O projeto tem relevância e deve ser apoiado por iniciativas públicas de apoio à cultura como a Lei Rouanet, que é responsável pelo fomento à cultura nacional, na qual pleiteamos recursos de Incentivo Fiscal para montagem, por contribuir para a cidade se tornar culturalmente mais dinâmica e socialmente mais digna para as mulheres. Além disso, o projeto busca sensibilizar o público para o tema da inclusão e acessibilidade de todos através da experimentação, informação e discussão. Também incentiva a ampliação do acesso da população à fruição dos bens culturais, com acesso gratuito; fomenta atividades culturais afirmativas que buscam erradicar todas as formas de discriminação e preconceito; e desenvolve e fomenta atividades que fortalecem e articulam as cadeias produtivas locais. Enquadramento na Lei 8313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Além do artigo 1º e 3º citamos o artigo 2º que reforça a justificativa do presente projeto: Art. 2º §3º Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais que forem disponibilizados, sempre que tecnicamente possível, também em formato acessível à pessoa com deficiência, observado o disposto em regulamento.

Estratégia de execução

Os direitos autorais da "Exposição Arte Cidade Mulher" são da Mais Folguedos Produções Artísticas e Eventos Ltda. EPP Projeto aprovado no edital 0001/2019 ISS Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro Lista de aprovados - Nº375 Exposição Cidade Mulher - WEC1197/01/2019. Apto a captar recursos até Dez/2020.

Especificação técnica

Exposição com 150m2, 5 módulos interativos Descrição do PROJETO MUSEOGRÁFICO/EXPOGRAFICO Uma planta de situação e perspectivas ilustrativas conceituais da Exposição Arte Cidade Mulher serão anexadas através da opção de Envio de Documentos no SalicWeb. Montagem de exposição informativa e interativa, sobre o direito das mulheres à cidade. Ao longo de todo o percurso, através das instalações lúdicas os visitantes serão estimulados a associar o tema do direito à cidade com a cultura – conhecendo iniciativas artístico-culturais de mulheres no espaço público – e com a saúde – a partir de uma concepção integral da saúde como bem-estar físico, mental e social. A exposição é composta de instalações com áudios, vídeos, textos e jogos distribuídos em 5 módulos. O roteiro se desenvolve de forma lúdica como se fosse um trajeto acompanhando uma jornada de trabalho diária feminina: Módulo 1 – Rua: painéis desenvolvidos pelas AfroGrafiteiras da Rede Nami, que são intervenções artísticas urbanas. Experiência visual e sonora para abordar a violência contra as mulheres. Vídeos de batalhas poéticas do Slam das Minas. Módulo 2 – Estação de trem: painéis com textos que abordam a falta de representatividade das mulheres na cidade, com mapa interativo para construção da “Cidade Mulher” onde os visitantes darão nomes femininos de importância artística e social no Brasil para as ruas e logradouros públicos. Vídeos: Sobre Dormentes, estamos acordadas, de Facção Feminista Cineclube Documentário, 5’, RJ, 2017: https://vimeo.com/245125264 Meio fio, de Enviada de Saturno Videoperformance, 3’, RJ, 2018 "sua necessidade particular de estacionar não pode estar acima do nosso direito coletivo de andar nas calçadas.” Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, de Feminicidade Teaser, 4’, RJ, 2017: em https://goo.gl/jctjYk Módulo 3 – Trem Instalação artística. Estrutura que sugere espacialmente um trem composto de infláveis tubulares que provocam sensações de confinamento e experiência sonora de assédio. Vídeos de depoimentos sobre o assunto. Módulo 4 – Trabalho & Serviços: Instalação artística. Espaço estruturado em forma de caixa, painéis laterais e teto com colagens. As paredes possuem portinhas que se abrem com conteúdos específicos a serem explorados. As portinhas abordam temas como acesso das mulheres ao mercado de trabalho e a serviços como creche, escola, hospital, etc. O módulo conta com a exibição de vídeos focados na saúde feminina com entrevistas de orientação, melhores práticas, etc. Módulo 5 – Casa: Instalação artística. Estrutura cenográfica que sugere os ambientes de uma casa com alguns objetos, com os quais abordaremos situações do cotidiano das mulheres relacionadas ao direito à moradia e saneamento. Vídeos com entrevistas e afins.

Acessibilidade

O livre acesso da pessoa com deficiência, mobilidade reduzida ou idosa de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício dos seus direitos no acesso a produtos culturais será facilitado através das seguintes ações: PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES Atendimento Será realizado um treinamento em acessibilidade atitudinal e cultural na formação de equipe de medição de forma a habilitá-la para atender a todos os públicos. Específico Deficiência sensorial (visual) o Na entrada da exposição haverá um mapa tátil de todo o espaço para o entendimento do percurso; o Todos os percursos terão piso tátil visando autonomia de circulação; o Todas as imagens impressas e em vídeo terão audiodescrição em audioguias; o Todos os textos impressos estarão disponíveis em braile e em audioguias; o Todos os textos impressos estarão em fonte aumentada para pessoas com visão reduzida. Deficiência sensorial (auditiva) o Todos os textos em áudio e vídeo estarão com legenda e tradução em LIBRAS. Deficiência física e pessoas com mobilidade reduzida (idosos, gestantes, obesos, amputados, fraturados e outros) o O local que vai receber a exposição possuirá rampas de acesso; o Todos os percursos da exposição terão rampas, passagens largas, iluminação adequada e estarão livres de barreiras físicas; o Todos os conteúdos terão dimensionamento de altura para contemplar cadeirantes o Degraus e pequenas plataformas estarão disponíveis para pessoas com nanismo; o Cadeiras de rodas e muletas estarão à disposição para quem solicitar. Deficiência intelectual (síndromes e déficits devido a acidentes ou má formação) o A equipe de mediação estará preparada para auxiliar na interação com cada conteúdo; o Alguns módulos apresentam texturas e áudios estimulantes. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Específico Deficiência física e pessoas com mobilidade reduzida (idosos, gestantes, obesos, amputados, fraturados e outros) o Será disponibilizado para transporte (gratuito) dos alunos da rede pública de ensino um ônibus adaptado com elevador ou rampa que auxilie o embarque e desembarque de cadeirantes e assentos reservados para passageiros preferenciais;

Democratização do acesso

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES O acesso a exposição será gratuito e aberto a todo público, não havendo restrição ao acesso por classe social, escolaridade ou quaisquer outros fatores. (Possivelmente apenas classificação de idade acima de 12 anos, a ser definida em função do conteúdo que será desenvolvido). O projeto contará com diversas ferramentas de acessibilidade e equipe de mediação treinada para inclusão do público com deficiência, mobilidade reduzida e idosos. Ocorrerá a produção de material audiovisual durante o projeto e também registro em foto dos resultados para publicação em sites e redes sociais a fim de divulgar o conteúdo trabalhado e estimular instituições e o público em geral. Enquadramento do Artigo 21 da Instrução Normativa n°2/2019 do Ministério da Cidadania III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Ficha Técnica: Realização - Folguedo - Mais Folguedos Produções Artísticas e Eventos Eireli Atividades realizadas pela Folguedo de forma não voluntária: Coordenação geral, Coordenação de produção, Projeto cenográfico, Cenografia, Iluminação, Produção e Reparos e manuteção. A Folguedo é uma produtora que realiza projetos no Brasil e no exterior há 14 anos. Criamos arquiteturas narrativas para exposições, ações, festivais, museus e marcas. Através de múltiplas linguagens e comunicação criativa, atuamos de forma colaborativa na criação e gestão de projetos, curadoria, pesquisa, conteúdo, produção, design, arquitetura, cenografia e acessibilidade. Curadora - Renata Saavedra é jornalista e historiadora, doutora em Comunicação e Cultura (UFRJ), mestre em História (UNIRIO), pós-graduada em Sociologia Urbana (UERJ) e em Gênero e Sexualidade (UERJ). Atua com pesquisa e comunicação com temas na área de cultura e gênero, no âmbito acadêmico e no terceiro setor. Gerente de Comunicação do ELAS Fundo de Investimento Social. Consultora – Clarisse Linke é Mestre em Políticas Sociais pela London School of Economics e diretora do ITDP (Institute for Transportation and Development Policy) no Brasil atuando com políticas públicas de mobilidade urbana há 19 anos, com experiência no Brasil, Moçambique e Namíbia. Coordenação geral - Claudia Alencar cenógrafa e diretora de arte com atuação nas áreas de exposições, eventos, televisão, shows, teatro e cinema. Trabalhou 23 anos na TV Globo como cenógrafa titular de diversas minisséries. Coordenação de produção (dirigente)- Leo Bungarten arquiteto e Urbanista pela UFF, com pós-graduação em Gestão e Gerenciamento de projetos na Escola Politécnica da UFRJ. Com atuação nas áreas de gestão, produção, acessibilidade e interatividade de exposições e eventos. Projeto de cenografia - Juliana Câmara é arquiteta e urbanista graduada na Universidade Federal Fluminense(EAU/UFF). Pós graduada em Design Estratégico na Infnet. Com atuação nas áreas de projeto, design, vídeo e comunicação de exposições e eventos. Artístas confirmados (com carta de anuência anexada no projeto): Ateliê Ambrosina - um coletivo que visa combater o machismo em Alagoas, produziram uma série de lambes para tratar da visibilidade lésbica, a partir de uma releitura das tirinhas do "Amar é...", criação de Kim Grove nos anos 1960. “Amar é... ter a tripla jornada dividida por duas” foi uma das frases que estamparam os muros de Maceió; Feminicidade - um coletivo que produz lambes com fotos e histórias de mulheres, e organiza mutirões de mulheres para espalhar as artes pela cidade: “Traz sua cola, esponja ou rolinho e pote de sorvete (pra gente distribuir a cola) e vamos encher essa cidade de mulher!”; Slam das Minas - rede de coletivos que promove rodas de rimas com batalhas poéticas exclusivamente de mulheres e pessoas trans em praças públicas. O objetivo é garantir um espaço seguro para que as mulheres possam se expressar livremente e desenvolver suas potências artísticas.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-01-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro