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PRONAC 200647ArquivadoMecenato

Abelhas Indígenas do Brasil

Instituto Julianna Rocha Padolan Martins
Solicitado
R$ 538,4 mil
Aprovado
R$ 538,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 8,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2020-04-01
Término
2021-02-28
Locais de realização (6)
Campo Largo ParanáCuritiba ParanáIrati ParanáLapa ParanáPonta Grossa ParanáSão Mateus do Sul Paraná

Resumo

"Abelhas Indígenas do Brasil" é um projeto expositivo do Instituto Julianna Rocha Podolan Martins, que possibilita a difusão dos saberes e fazeres dos povos indígenas brasileiros quanto ao cultivo de abelhas sem ferrão. A exposição é constituida de duas partes ficando uma delas exposta em local fixo e uma cópia itinerante. O projeto se constitui de exposição com visitações guiadas por mediadores, cartilha educativa, experiência imersiva em realidade aumentada e seminários temáticos. A exposição realiza mediações a partir de práticas pedagógicas transversais e interdisciplinares relacionando a temática das abelhas sem ferrão com o cotidiano dos visitantes e atingindo um público que engloba desde estudantes de escolas públicas e privadas, até visitantes ocasionais. Nesse sentido, o projeto se justifica por promover o respeito e o cuidado com o meio ambiente, difundir a prática do cultivo das abelhas e incentivar o empreendedorismo e desenvolvimento local.

Sinopse

CARTILHA EDUCATIVA A cartilha será desenvolvida com o objetivo de fornecer informações sobre o cultivo da abelhas sem ferrão e sua transversalidade com os temas atuais que o público escolar tem afinidade como; respeito e proteção ao meio ambiente, alimentação saudável, empreendedorismo, saberes e fazeres da utilização de mel pelos povos indígenas brasileiros. A cartilha irá conter ilustrações coloridas e para colorir, além de atividades educativas. SEMINÁRIOS TEMÁTICOS Os seminários aproximam profissionais do contexto temático da exposição com o público leigo/especializado de cada exposição. O objetivo é expor e debater temas da pauta atual como respeito e proteção ao meio ambiente, alimentação saudável, empreendedorismo, cultura de cultivo pelos povos indígenas brasileiros. EXPERIÊNCIA IMERSIVA EM REALIDADE AUMENTADA Óculos de realidade vistual que permite ao visitante viver uma experiência imersiva no vôo da abelha e no processo de polinização das flores.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a difusão dos processos de cultivo de abelhas indígenas brasileiras sem ferrão por meio de exposiçoes fixa e itinerante. As exposições contam com mediações que se utilizam de práticas pedagógicas transversais com a finalidade de difundir valores como o respeito à natureza e ao meio ambiente, incentivar o empreendedorismo, e promover as práticas e saberes sobre o cultivo das abelhas sem ferrão. Objetivo específico: - Realizar a exposição "Abelhas Indígenas do Brasil" com projeto expositivo envolvendo 10 painéis fotográficos e textuais e 10 simulações de caixas de abelhas. - Reproduzir a exposição em duas cópias sendo uma fixa e outra itinerante que deve percorrer o interior do estado do Paraná. - Realizar exposição fixa e itinerante no período letivo das escolas, disponibilizando ao menos 4 visitações guiadas por dia, durante 5 dias da semana. A previsão de público nos 10 meses nas duas exposição é de 40.000 visitantes considerando que todas as visitações disponibilizadas durante o período sejam agendadas pelas escolas. - Itinerar por 5 (cinco) cidades do estado do Paraná sendo elas; Campo Largo, Ponta Grossa, Irati, São Mateus, Lapa e Ararucária durante aproximadamente 2 (dois) meses em cada localidade, com uma cópia da exposição. - Criar, editar e produzir 5.000 cartilhas pedagógicas que serão distribuidas gratuitamente às bibliotecas das escolas visitantes da exposição fixa e itinerante, bem como a alunos de escolas públicas de baixa renda. -Desenvolver e disponibilizar uma experiência imersiva através de 10 (dez) óculos de simulação de realidade aumentada, sendo 5 para a exposição fixa e 5 para a exposição itinerante. Será desenvolvido um software que simula o processo de polinização onde o visitante se coloca no lugar da abelha, percorrendo as fases do processo num vôo simulado. - Desenvolver 5 seminários para um publico de 60 pessoas cada, num total de 300 pessoas impactadas ao longo dos 10 meses da exposição nas cidades por onde a exposição itinerar. Os seminários abordarão temas transversais à temática da exposição envolvendo empreendedorismo e desenvolvimento local sobre produção de mel, cultivo das abelhas como práticas essenciais para a polinização, gastronomia, cuidados com o meio ambiente e a natureza e demais temáticas que contribuam para a formação cidadã.

Justificativa

A execução do projeto "Abelhas Indígenas do Brasil" possibilita a preservação, difusão e valorização das práticas e saberes dos povos indígenas brasileiros no que se refere ao cultivo de abelhas indígenas sem ferrão, práticas estas que se realizam desde épocas anteriores à nossa colonização. Com o auxílio do taquaruçú (planta nativa brasileira), os povos indígenas cultivam colméias que produzem mel para extração de adoçante natural e remédios, além da cera que propicia o tingimento de taquaras e a produção de colas que são utilizadas em atividades como a produção de utilitários, de objetos ritualísticos e na arte plumária. A literatura especializada e o noticiário tem apontado o declínio nas regiões urbanas das abelhas e outros polinizadores nos últimos anos, o que representa uma ameaça na produção de alimentos e de toda forma de vida na terra. Estudos afirmam que 75% do cultivo agrícola depende da existência de polinizadores e 90% da polinização das árvores nativas dos principais Biomas. Agentes polinizadores são grandes responsáveis pela manutenção do equilíbrio do ecossistema, e sua importância transcende os produtos que nos fornecem. O trabalho de uma abelha na transferência do pólen de uma flor de estrutura masculina para uma de origem feminina, fecundando-a, é conhecido como polinização assim, voando de flor em flor, as abelhas promovem a reprodução cruzada, gerando frutos de melhor qualidade e mais sementes e garantindo a renovação do ecosistema Desde 2009, quando da Fundação do Instituto Julianna Rocha Podolan Martins - IJRPM, na cidade de Clevelândia-Pr, bem como, a partir de sua mudança para a atual sede na cidade de Curitiba-Pr em 2016, o IJRPM tem contribuído para a educação formal e não formal, oferecendo produções culturais de cunho pedagógico onde atende alunos, professores, pesquisadores e visitantes da comunidade em geral, contribuindo para o aprimoramento e evolução da pesquisa em torno do seu acervo e propiciando a adoção de ferramentas extra-classe para que escolas públicas e particulares cumpram o que determina a Lei 11.645, que estabelece que nos "estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena". O primeiro parágrafo desta lei reza que o "conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil". No segundo parágrafo, estabelece-se que "os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileirosserão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras". Portanto, o projeto se justifica por atender o que determina o Art. 1º da Lei 8313/91 em seus seguintes artigos:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da culturanacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura ememória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Espera-se assim, que com a realização deste projeto, de acordo com o que determina o Art. 3 da norma 8313/91 sejam alcançados os seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos

Estratégia de execução

A exposição já existe há 2 anos e com a implementação da cartilha educativa e da experiência imersiva, novos contextos de aprendizados serão disponibilizados para os visitantes. ALém disso, a cópia itinerante da exposição possibilitará que uma quantidade maior de visitantes seja contemplada pelo projeto.

Especificação técnica

CARTILHA EDUCATIVA FORMATO PADRÃO A5, 16 PÁGINAS COLORIDAS. PAPEL COUCHE 120 GRAMAS. Contém atividades e estórias relacionadas à temática da exposição

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO FIXA E ITINERANTE - VISITAÇÕES GUIADAS (experiência imersiva em realidade aumentada)ACESSIBILIDADE FÍSICA: elevadores externos e internos para cadeirantes (quando necessário), rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, site, vagas especiais no estacionamento.DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras.DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. PRODUTO: CARTILHAS EDUCATIVASACESSIBILIDADE FÍSICA: download pelo site, impresso gratuito.DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras.DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. PRODUTO: SEMINÁRIOS TEMÁTICOSACESSIBILIDADE FÍSICA: elevadores externos e internos para cadeirantes (quando necessário), rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, site, vagas especiais no estacionamento.DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras.DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição.

Democratização do acesso

Atendendo ao que determina o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso as seguintes medidas: PRODUTO: EXPOSIÇÃO FIXA E ITINERANTE COM VISITAÇÃO GUIADA - I - Oferecer gratuidade, além do previsto na alínea "a", inciso I do Artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) da bilheteria anual do museu ao público infantil proveniente de escolas públicas e/ou instituições assitenciais. - IV - Permitir a captação de imagens da exposição e das atividades culturais e eductaivas realizadas no espaço expositivo, autorizando sua veiculação por redes públicas de televisão, internet e outras mídias; PRODUTO: CARTILHA EDUCATIVA I - Distribuição gratuíta para biblioteca de escolas públicas e alunos de escolas públicas de baixa renda PRODUTO: SEMINÁRIOS TEMÁTICOS I - A participação nos seminários é gratuita porém dependente de dipsonibilidade de vagas.

Ficha técnica

Proponente: Julianna Rocha Podolan Martins Função: Diretor Geral da InstituiçãoAdministradora e PesquisadoraDireção Geral do Projeto / Gestão técnico-financeira: Trabalho não remunerado. * Atuação Profissional: Administradora, Artista Plástica, Pesquisadora Indígena.Idealizadora do Instituto Julianna Rocha Podolan Martins - MAI Museu de Arte IndígenaProduções Culturais:- Exposição Itinerante “Cultura Xinguana”, Universidade Centro do Paraná – campus Julio Podolan. Concomitanteao I Encontro Internacional do caminho do Peabiru. Período de 15 a 27 de abril de 2005. Pitanga-Pr.-“Cultura Xinguana” Faculdades Campo Real – de 28 de abril a 12 de maio de 2005. Guarapuava-PR.- “Cultura Xinguana” Universidade Unibrasil ; período de 16 a 31 de maio de 2005. Curitiba-PR.-“Minha Missão” Casa da música – 06 a 12 de junho de 2005. Comemoração do aniversário do município. Lapa-Pr.Primeira exposição indígena da história da Lapa – PR-Cultura Xinguana”. Associação Beneficente Juarez Martins Filho – “Casa do Saber” Período: dez 2007 a junho2008. Clevelândia-PR.- Plumária – Arte Maior do Indígena Brasileiro – Museu Oscar Niemeyer – Curitiba – PR. Período: 14.05.2014 –14.10.2014- Participação Lab Moda 2016 – Shopping Pátio Batel – Curitiba – PR – Período: Setembro a Dezembro de 2016.- Palestra Escola Crescêncio Martins em Clevelândia – PR - 22/03/2010 “Um olhar sobre os museus “- Palestra Escola N.S. da Luz em Clevelândia – Paraná - 29/03/2010 “um olhar sobre os museus”- Palestra Escola Estadual Orestes Tonett em Clevelândia – Paraná - 13/04/2010 “um olhar sobre os museus”- Palestra feita para alunos de seis municípios reunidos em Realeza, 08/06/2010 “Um olhar sobre os museus” àconvite do Diário do Sudoeste, projeto “Diarinho”.- Palestra de Capacitação para Monitores do Museu Oscar Niemeyer em 17/05/2014 Local: MON.- Palestra para alunos do curso de Letras da PUC local: MON em 20/05/2014.-- Palestra para arquitetos SASIS + Art D3 sobre Exposição PLUMÁRIA . Local: MON em maio de 2014.- Palestra “Memórias Indígenas”- Primavera nos Museus – Museu Oscar Niemeyer - MON - Curitiba – Paraná15/09/2015. Últimos trabalhos realizados:Plumária – Arte Maior do Indígena Brasileiro – Museu Oscar Niemeyer – Curitiba – PR. Período: 14.05.2014 –14.10.2014.Idealização e Criação do Museu de Arte indígena (MAI) em sua primeira sede em Clevelândia no ano de 2009 etransferência, idealização da nova sede na capital onde foi inaugurado em Novembro de 2016. Exposição Coleção BEI - Bancos Indígenas do Brasil - 2019 Exposição Farnese de Andrade - Bienal de Curitiba - 2019 Nome: Alcione Gabardo JuniorFunção: Produtor GeralCurriculo: Doutorando em Tecnologia e Sociedade pela UTFPr., possui mestrado em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Univille - SC - Pesquisador na área de sustentabilidade do patrimônio. Especialização em Gestão Cultural pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial PR. Especialização em GESTÂO DE DESIGN E MODA pelo SENAI-SC. Graduação em administração de empresas. Universidade Federal do Paraná, UFPR. Coordenador Geral do Evento LAbmoda - edições de 1 a 9 Nome: Ana Italia Paraná MarianoFunção: CuradoraCurriculo: Formada em Direito - UFPR. Pós-Graduação em Museologia - EMBAP .Vice-presidente do Curitiba Woman’s Club - Curadora e Marchand. Coordenação de Pedagogia e Pesquisa: Consultoria e criação da pedagogia de mediação das coleções expostas - ANA SILVIA PARANÁ MARIANO (curriculo completo anexado aos documentos)Formação:Graduação em Artes Visuais com Ênfase em Computação Gráfica Bacharelado e LicenciaturaPontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC/PR - 1996 - 1999 Curso de Desenho Industrial Programação Visual BachareladoPós Graduação F aculdade de Arte do Paraná - FAP 2002-2003 Fundamentos da Arte Educação - Escola de Música e Belas Artes do Paraná – EMBAP 2006 -2009 Arte Moderna e Contemporânea Nome: Birgitte TummlerFunção: IlustradoraCurriculo: É artista, ilustradora conservacionista e curadora artística). Membro do Grupo ABUN (Artist & Biologists Unite for Nature).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.