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Montagem do espetáculo para espaço alternativo - A Confraria, a partir das tradições da personagem mítica São João Maria e 02 apresentações de aula espetáculo de teatro popular e roda de conversa sobre a obra apresentada e a estética do teatro popular, como ação de contrapartida social;
Montagem do espetáculo para espaço alternativo “A Confraria”, a partir das tradições da personagem mítica São João Maria, também conhecido como Profeta ou Monge João Maria, utilizando os registros de pesquisa da cultura popular levantados atores e pesquisadores Adilson Freitas e Gilson Maximo e pesquisa bibliográfica dos autores Euclides J. Felipe e Tânia Welter nas obras “O último jagunço” e “Encantado no meio do povo – a presença do Profeta São João Maria em Santa Catarina”, respectivamente. A premissa cênica é o relato descrito no livro “O último jagunço” da existência de uma confraria secreta em louvor a São João Maria, no município de Curitibanos/SC, a Ordem de São Bom Jesus. A equipe técnica do espetáculo conta com Lourival Andrade Júnior na direção geral, Afonso Nilson de Sousa na dramaturgia, Morgana Cristina de Oliveira, na criação de cenários e figurinos, Alexandre Bueno na composição da trilha sonora e Adilson Freitas, Gilson Maximo e Marcos Cordioli no elenco.
OBJETIVO GERAL Montar o espetáculo - A Confraria, concebido para apresentação em espaço alternativo, dramaturgia e trilha sonora autoral e executada ao vivo pelos atores, recursos cenográficos e de figurino inspirados no conceito de tecnologia apropriada, a partir das práticas sócio culturais dos caboclos que habitam as áreas rurais da Mesorregião Serrana, com previsão para 60 minutos de duração e indicação etária acima de 12 anos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Escrever 01 texto dramatúrgico para o espetáculo; - Treinar pelo período de 90 dias, preparação corporal, vocal e musical do elenco; - Construir 01 cenário para o espetáculo de acordo com as diretrizes de montagem; - Confeccionar 06 conjuntos de figurino para o espetáculo de acordo com as diretrizes de montagem; - Conceber 01 plano de iluminação para o espetáculo; - Compor 01 trilha sonora para o espetáculo; - Ensaiar de forma intensiva durante 30 dias em Caicó/RN; - Fazer temporada de 08 apresentações de estreia em Lages/SC; - Divulgar o espetáculo; - Realizar 02 apresentações de aula espetáculo de teatro popular e roda de conversa sobre a obra apresentada e a estética do teatro popular, como ação de contrapartida social;
A montagem do espetáculo - A Confraria está inserida num contexto da criação de um teatro autoral que tenha como base a pesquisa da cultura popular da Mesorregião Serrana. Esse trabalho se desenvolve desde 2001 pelos atores Adilson Freitas e Gilson Maximo que nesse interim montaram espetáculos de narração de histórias e de teatro. Além do trabalho artístico, pesquisaram essas práticas populares junto grupos e comunidades de áreas rurais. Com o passar do tempo, identificaram temáticas recorrentes como as práticas devocionais dedicadas a uma figura mítica, conhecido como Santo, Monge ou Profeta João Maria, que peregrinou a região entre meados do século 19 e início do século 20. Foi representando por ao menos três personagens históricas, teve relação com Guerra do Contestado e ainda é uma referência da religiosidade popular. Optamos por nominá-lo na presente proposta como São João Maria. Apesar desse eixo surgido nos projetos de pesquisa, não havia para o grupo uma premissa que motivasse uma montagem sobre essa figura, tampouco um caminho estético e discursivo que tratasse o assunto de forma contemporânea, distanciando-se de anacronismos, generalidades e discursos maniqueístas, em especial na relação com os eventos da Guerra do Contestado. Nesse ponto, surge a obra da antropóloga Tânia Welter, uma tese de doutorado transformada em livro (Encantado no meio do povo _ a presença do Profeta São João Maria em Santa Catarina) que trouxe duas contribuições importantes para uma ideia de montagem: a categorização desses devotos como "joaninos" e a análise dos discursos sobre São João Maria, no qual as narrativas e tradições são reposicionadas para justificar e entender a contemporaneidade, utilizando o teórico da análise do discurso de Paul Ricoeur. Havia ainda, a necessidade de uma premissa cênica, uma história pela qual a análise do discurso e os joaninos pudessem ser representados. Numa pesquisa bibliográfica foi encontrada a informação sobre uma espécie de confraria secreta em louvor a São João Maria, o relato está descrito num livro sobre folclore do Contestado do autor Euclides J. Felippe (O último Jagunço). Ele descreve que na região de Curitibanos/SC, primeira metade do século 20, as tradições de São João Maria cultivadas pelo povo não tinham o mesmo apreço da Igreja Católica, por essa razão, suas práticas eram feitas discretamente por uma Ordem, que realizava duas festas anuais: em junho para São João e agosto para São Bom Jesus, nas quais, o santo louvado de fato era São João Maria. Euclides J. Felippe participou de um dos festejos em 24 de junho de 1939 e o descreveu com riqueza de detalhes. Supridas as premissas de conteúdo, pensou-se na formação de uma equipe técnica sensível ao tema. O diretor tem doutorado em história, já dirigiu um trabalho com os atores (Recomendação das Almas, 2008), morou no município de Lages/SC, é pesquisador de práticas devocionais populares e um encenador com trabalhos reconhecidos nacionalmente. O dramaturgo possui diversos textos teatrais publicados, encenados, está finalizando doutorado sobre dramaturgia, tem larga experiência em produção cultural, é natural e viveu a infância no município de Campo Belo do Sul/SC. A cenógrafa e figurinista é arquiteta de formação e apresentou uma proposta de cenografia para um texto dramatúrgico como trabalho de conclusão no curso de bacharelado em Arquitetura e Urbanismo na Universidade do Estado de Santa Catarina (2018), é natural e viveu a infância no município de Otacílio Costa/SC. O maestro compositor da trilha sonora tem base de formação na música brasileira, especialmente o choro, grande conhecedor de jazz, seu trabalho propõe uma releitura desses ritmos a partir de uma olhar local. Esses profissionais junto aos atores Adilson Freitas e Gilson Maximo, que tem práticas de pesquisa e encenação sobre os temas desse universo da cultura popular e o ator Marcos Cordioli que traz a experiência da encenação de um solo narrativo para espaço não convencional, formam o coletivo de montagem do espetáculo - A Confraria, estruturada nas premissas: discursos de significação contemporânea das tradições populares, núcleo dramatúrgico e desenvolvimento dos conflitos composto por personagens da ordem secreta de São Bom Jesus, encenação para espaços alternativos, discutindo diferentes teatralidades espaciais, cenários e figurinos numa estética inspirada nos modos de ser e viver dos caboclos da Mesorregião Serrana partindo do princípio da tecnologia apropriada, o uso criativo de objetos e utensílios comuns, dando-lhes novos usos e sentidos. Importante ressaltar a originalidade do projeto, é a primeira vez em Santa Catarina que o tema está sendo abordado dessa maneira. A montagem desse trabalho, reunindo uma equipe de profissionais capacitados para viabilizar o trabalho no interior do estado representa uma contribuição para o fortalecimento do teatro de Lages e região, historicamente um território de relevância no teatro catarinense, que nos últimos anos tem vivido um período de diminuição da quantidade de grupos, artistas, técnicos e novas produções, com a consequente redução de público e de acesso a esse tipo de bem cultural. Também por essa razão, o trabalho foi pensado para espaços alternativos, possibilitando como contrapartida social, a circulação em pequenos municípios e áreas rurais que não possuem equipamento cultural adequado a receber trabalhos de demandem maior estrutura técnica, atendendo a um público de perfil socioeconômico mais carente e com quase nenhum acesso a produtos ou serviços artísticos e culturais. A proposta cultural Magia de Natal 2019 se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores Dentre as finalidades elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91 a proposta cultura pretende alcançar: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres
O proponente receberá recursos oriundos do projeto, pelos serviços prestados de Produção Executiva, Captação de Recursos e Elaboração de Relatórios de Prestação de Contas. Estas despesas estão previstas no orçamento analítico do projeto
Espetáculo A Confraria Espetáculo de teatro para espaços alternativos Direção Lourival Andrade Dramaturgia Afonso Nilson Barbosa Elenco Adilson Freitas, Gilson Maximo e Marcos Cordioli Cenografia e figurino Morgana Cristina de Oliveira Triha sonora Alexandre Bueno Produção Maximus Produção Cultural Duração 60 minutos Indicação etária 12 anos
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS DEFICIENTES FÍSICOS Rampas para acesso de cadeirantes nas calçadas; Estacionamentos prioritários; Área reservada, localizada próximo ao local de apresentação; Banheiros adaptados; DEFICIENTES AUDITIVOS Presença de intérprete de libras durante as apresentações do espetáculo; Área reservada, localizada próximo ao local de apresentação; Banheiros adaptados; DEFICIENTES VISUAIS Impressão de folders em Braille e em fontes ampliadas com a programação do evento, que serão distribuídos para associações que atendem portadores de deficiência visual e baixa visão no município de Lages/SC; Estacionamentos prioritários; Área reservada, localizada próximo ao palco de apresentação das atrações artísticas; PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: AULA ESPETÁCULO DE TEATRO POPULAR DEFICIENTES FÍSICOS Rampas para acesso de cadeirantes nas calçadas; Estacionamentos prioritários; Banheiros adaptados; DEFICIENTES AUDITIVOS Presença de intérprete de libras durante a realização das atividades; Banheiros adaptados; DEFICIENTES VISUAIS Estacionamentos prioritários; AÇÕES COMPLEMENTARES Será impresso 01 banner, 4x0 cores, cores em contraste, 1,5m², em lona, usando a mesma identidade visual do evento, com a seguinte informação: Este evento foi planejado para receber pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Por favor, procure nossa produção caso precise de ajuda ou informações. Temos os seguintes serviços disponíveis: - Área reservada - Banheiros adaptados - Comunicação em braile - Equipe orientada - Guia intérprete de libras - Obstáculos nivelados por rampa - Vagas de estacionamento reservadas Os locais de realização das apresentações possuem acesso às pessoas portadoras de necessidades especiais ou mobilidade reduzida. Toda esta estrutura tem por objetivo atender o atendimento preferencial disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer.
PRODUTO: APRESENTAÇÃO DE ARTES CÊNICAS Em atendimento ao disposto no artigo 21 da instrução normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania serão adotadas as seguintes ações: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: AULA ESPETÁCULO DE TEATRO POPULAR Em atendimento ao disposto no artigo 21 da instrução normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania serão adotadas as seguintes ações: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
GESTÃO E ADMINSITRAÇÃO MAXIMUS PRODUÇÃO CULTURAL LTDA Será sua responsabilidade e atribuição, por meio de equipe própria, a secretaria do projeto, a realização dos pagamentos, bem como a definição da programação artística, o planejamento geral, a promoção e a execução do projeto na cidade. O proponente também realizará todo o processo de captação de recursos, desde o agendamento das visitas nas empresas até a emissão do recibo e respectiva entrega aos patrocinadores O proponente receberá recursos oriundos do projeto, pelos serviços prestados de Produção Executiva, Elaboração de Relatório de Prestação de Contas e Captação de Recursos. Estas despesas estão previstas no orçamento analítico do projeto. PRODUÇÃO EXECUTIVA, CAPTAÇÃO DE RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS GILSON MAXIMO DE OLIVEIRA Licenciado em Educação Física pela Universidade do Planalto Catarinense (2002), com especialização em Gestão de Projetos Culturais MinC/FGV (2012) e Elaboração de Projetos Culturais MinC/SENAC, (2013/2014), pós-graduado em Gerenciamento em Projetos pela Faculdade Senac (2016), cursando formação como facilitador de Biodanza pela Escola de Pelotas (2011) e Escola Biodanza de Florianópolis (2018). É ator, contador de causos, pesquisador da cultura popular e gestor de projetos culturais. Fundou em 1999 com Adilson Freitas a Associação Cultural Matakiterani, trabalhando desde então com pesquisa da cultura popular, narração, teatro e projetos socioculturais, onde colaborou na elaboração e gerenciou os projetos: Ponto de Cultura no Rumo de São João Maria (2010/2014), Revitalização do Artesanato de Referência Cultural (2012/2014), entre outros. Foi Diretor de Políticas Culturais da Fundação Cultural de Lages, tendo trabalhado na elaboração de projetos e captação de recursos com destaque para: Festa Nacional do Pinhão, 35º FETEL – Festival de Teatro de Lages, Salão do Livro da Serra Catarinense e Natal Felicidade. Foi presidente da Comissão Central Organizadora da Festa Nacional do Pinhão em 2015 e 2016. Atuou na elaboração do projeto e na captação de recursos da Feira Multisetorial Expolages de 2014 a 2018. Gerenciou o projeto Mostra de Art e Cultura de Lages em 2018 e gerencia o Projeto Vivências Criativas de Tradição Oral na Escola da Associação Cultural Matakiterani de 2017 a 2019. DIREÇÃO DO ESPETÁCULO LOURIVAL ANDRADE JÚNIOR (NOME ARTÍSTICO: LOURIVAL ANDRADE) Professor/ator/diretor. Atualmente é professor Associado II da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, campus de Caicó. Cursou graduação em História na Universidade do Vale do Itajaí, especialização em Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná, mestrado em História Cultural na Universidade Federal de Santa Catarina, doutorado em História, Cultura e Sociedade na Universidade Federal do Paraná e Pós-doutorado na Universidade Estadual de Londrina. Ocupou vários cargos na gestão cultural em Santa Catarina nas esferas estadual e municipal. Dirigiu 23 espetáculos teatrais e 01 de dança contemporânea, foi ator em 10 espetáculos de teatro e 02 em audiovisuais. Dirigiu dois filmes de curta-metragem e roteirizou mais dois. Foi premiado nos mais importantes festivais de teatro do país, entre eles: Melhor Direção - XXVII Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba – SP – 2003 (Espetáculo: “Amor por Anexins” de Artur Azevedo), Melhor Direção - XXIV Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba – SP – 1999 (Espetáculo: “Um Anjo num Copo de Gelo Picado” de Chico Pennafiel), Melhor Direção e Melhor Cenário - III Festival Nacional de Artes Cênicas de Americana – SP - 1999 (Espetáculo: “Um Anjo num Copo de Gelo Picado” de Chico Pennafiel), Melhor Direção – 13.º Festival Universitário de Teatro de Blumenau – SC - 1999 (Espetáculo: “Um Anjo num Copo de Gelo Picado” de Chico Pennafiel), Melhor Direção – VI Festival de Teatro do Centro-Oeste – Guarapuava – PR – 1995 (Espetáculo: “Milagre no Mercado Velho” – de Osvaldo Dragun), Melhor Direção – XV Festival Nacional de Teatro de São José do Rio Preto – SP – 1995 (Espetáculo: “Interior” de Maurice Maeterlinck), Melhor Direção – III Festival Nacional de Teatro Isnard Azevedo – Florianópolis - SC – 1995 (Espetáculo: “Interior” de Maurice Maeterlinck). Desde 2014 coordena as atividades da Trapiá Cia Teatral (Caicó/RN). Recebeu menção honrosa pela Pesquisa de Linguagem do espetáculo P’s no 29º Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau. Em 2018 dirigiu o curta de ficção P’s em parceria com a Referência Comunicação. Também em 2018 dirigiu o espetáculo “Chico Jararaca” também da Trapiá Cia. Teatral e em 2019 dirigiu o espetáculo de Teatrão de Bonecos (João Redondo) “Zé Trapiá, o Santo e a Chuva”. DRAMATURGIA AFONSO NILSON BARBOSA DE SOUZA É dramaturgo, crítico e curador de teatro. Participa regularmente de várias seleções de espetáculos para festivais e mostras, e escreve para sites de crítica teatral e cadernos de cultura. Autor de duas coletâneas de teatro, Seis textos breves para estudantes de teatro (2017, Letras Contemporâneas/E-Galáxia) e Pequenos monólogos para mulheres (Chiado Editora/E-Galáxia), tem seus textos encenados diversas vezes por grupos profissionais e amadores de teatro no Brasil e em Portugal. Doutorando em Teatro pela Udesc, com pesquisa sobre dramaturgia contemporânea brasileira, tem ao longo dos anos publicado artigos científicos, resenhas e críticas teatrais em diversos veículos, como Revista Urdimento, Revista Porto Cênico, site Teatrojornal, Diário Catarinense, Jornal Notícias do Dia, Jornal Diarinho do Litoral, entre outros. Em 2015 recebeu o Prêmio Iberoamericano de ensaios sobre teatro CELCIT, com texto publicado pela instituição promotora do evento, em Buenos Aires. Lecionou teatro como professor universitário substituto na UDESC e na Uniplac. Trabalhou com gestou cultural por onze anos no Sesc Santa Catarina, realizando curadorias, produção de festivais, criando cursos e oficinas de artes cênicas e outras modalidades artísticas. É membro da International Association of Theatre Critics (IATC), filiada à Unesco". TRILHA SONORA ALEXANDRE BITENCOUT BUENO Multi-instrumentista e professor de música. Formado em Teoria Musical pela Escola de Música Carlos Gomes em Curitiba no ano de 1983, Licenciado em Música--Arte-Educação Uniplac em 2016, cursou Harmonia pelo Instituto Raul Menssing em Curitiba no ano de 1991, Tocou no Circuito Sesc de Música: 2012 (Grupo Esses Moços- Choro Serrano e Jazz Serrano), foi contemplado com o Prêmio Elisabete Anderli: 2013: Esses Moços Trio CD Duplo. CHORO e JAZZ AUTORAL. Atualmente coordena pequeno Grupo tocando temas clássicos do JAZZ Dixie de New Orleans e composições neste estilo. CENÁRIO E FIGURINO MORGANA CRISTINA DE OLIVEIRA Bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2019), cujo Trabalho de Conclusão de Curso, intitulado “O Desenho da Cena: proposta de cenografia para o texto Eles Não Usam Black-tie” constituindo um tema inédito na instituição e sendo aprovado com nota máxima. Desde 2016 desenvolve trabalhos na área de arte e cultura, destacando sua participação no Programa de Monitoria da Universidade do Estado de Santa Catarina, nas disciplinas de Técnicas Retrospectivas e Projeto de Restauração do Patrimônio Arquitetônico, desenvolvendo ações de educação patrimonial utilizando-se da linguagem artística. Além disso, destaca-se e o trabalho de pesquisa e produção teatral ligado ao grupo de teatro de bonecos Cyathus Teatro de Animação, no qual desenvolveu um projeto de identidade visual para o grupo, bem como projetos de cenografia em ambiente virtual para os processos de montagem da companhia. ELENCO ADILSON DE OLIVEIRA FREITAS Bacharel e licenciado em História graduado pelo Centro Universitário Favest (2010), com Especialização em Práticas Interdisciplinares na Educação pela UNISESUPEG (2014) e Capacitação em Tecnologia Social da Memória pelo Museu da Pessoa (2015). É ator, contador de causo, pesquisador e artesão. Fundou em 1999 com Gilson Maximo a Associação Cultural Matakiterani, trabalhando desde então com pesquisa da cultura popular, contação de causos e teatro. Foi Griô Aprendiz no Programa Ação Griô Nacional (2007 a 2011), Agente Cultural e Coordenador Pedagógico do Ponto de Cultura – Cultura no Rumo de São João Maria (2010 a 2014), Agente Cultural do Pontinho de Cultura – Agente Coletor de Causos (2008 a 2010), Tuxaua no Projeto Sacrários Abertos – Mapeamento e Identificação das “Recomendação das Almas” de Santa Catarina (2011 a 2012), Assessor Pedagógico no Projeto Revitalização de Artesanato de Referência Cultural (2010 a 2012), Agente Cultural no Ponto de Memória – Memória no Rumo de São João Maria (2015), participou do Projeto Que Terreiro é Esse? Mapeamento dos Povos de Terreiro de Lages (2014 a 2016). Foi Diretor da Articulação e Difusão Cultural da Fundação Cultural de Lages (2013 a 2016), Coordenador Geral do Salão do Livro da Serra Catarinense (2014 a 2015), atuou como Agente Cultural no projeto Saber Ancestral e Tradição Oral na Escola, do Programa Mais Educação (2016). GILSON MAXIMO DE OLIVEIRA Licenciado em Educação Física pela Universidade do Planalto Catarinense (2002), com especialização em Gestão de Projetos Culturais MinC/FGV (2012) e Elaboração de Projetos Culturais MinC/SENAC, (2013/2014), pós-graduado em Gerenciamento em Projetos pela Faculdade Senac (2016), cursando formação como facilitador de Biodanza pela Escola de Pelotas (2011) e Escola Biodanza de Florianópolis (2018). É ator, contador de causos, pesquisador da cultura popular e gestor de projetos culturais. Fundou em 1999 com Adilson Freitas a Associação Cultural Matakiterani, trabalhando desde então com pesquisa da cultura popular, narração, teatro e projetos socioculturais, onde colaborou na elaboração e gerenciou os projetos: Ponto de Cultura no Rumo de São João Maria (2010/2014), Revitalização do Artesanato de Referência Cultural (2012/2014), entre outros. Foi Diretor de Políticas Culturais da Fundação Cultural de Lages, tendo trabalhado na elaboração de projetos e captação de recursos com destaque para: Festa Nacional do Pinhão, 35º FETEL – Festival de Teatro de Lages, Salão do Livro da Serra Catarinense e Natal Felicidade. Foi presidente da Comissão Central Organizadora da Festa Nacional do Pinhão em 2015 e 2016. Atuou na elaboração do projeto e na captação de recursos da Feira Multisetorial Expolages de 2014 a 2018. Gerenciou o projeto Mostra de Art e Cultura de Lages em 2018 e gerencia o Projeto Vivências Criativas de Tradição Oral na Escola da Associação Cultural Matakiterani de 2017 a 2019. MARCOS CORDIOLI Acadêmico do Curso de Pedagogia da Universidade do Planalto Catarinense, tem formação de ator em curso de iniciação teatral no SESC e curso de teatro na Escola de Teatro Viva. É ator, encena o solo O moço que contava histórias (2018), e manipulador de bonecos encenando a caixa de teatro lambe-lambe BarBaridade (2018). Atuou como articulador comunitário no Projeto Vivências Criativas de Tradição Oral na Escola da Associação Cultural Matakiterani (2019). É Instrutor de artes no projeto Núcleo de Arte e Cultura da Associação Lageana de Assistência aos Menores (2019).
PROJETO ARQUIVADO.