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PRONAC 200666Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FOLHETINS - TRAMAS DE UM LIVRO AO VIVO

Fabio Maia Luca
Solicitado
R$ 147,6 mil
Aprovado
R$ 147,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  2. 13/04/2020
    Início previsto
  3. 13/04/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Araraquara
Início
2020-04-13
Término
2023-04-13
Locais de realização (1)

Resumo

Inspirado nos Folhetins Brasileiros, o projeto tem como proposta a escrita inédita de um Texto Teatral em formato de uma curta novela literária, a ser desenvolvida por 4 jovens autores e autoras emergentes e cujo tema central será Solidão em Família. Prevê também a montagem e apresentações do Espetáculo de Artes Cênicas resultante do processo de dramaturgia, nas bibliotecas públicas das cidades envolvidas no projeto.

Sinopse

- Texto Teatral - Produção de dramaturgia inédita. 4 jovens autores(as) de 4 cidades do interior paulista produzirão uma curta novela literária. Os capítulos desenvolvidos por cada um serão utilizados para realização das ações cênicas do projeto. Cada capítulo do texto teatral será publicado em um formato de zine-livro individual que será distribuído na cidade sede do autor e nas demais cidades onde ocorrerão as ações cênicas. - Apresentação do Espetáculo de Artes Cênicas. Em formato de radionovela com plateia, os capítulos da obra dramatúrgica serão lidos e dramatizados por um ator e uma atriz para o público nas cidades dos autores e autoras participantes. Serão 3 dias de apresentação em cada cidade, nas 4 cidades envolvidas, o que soma um total de 12 apresentações. As cidades e seu autor ou autora de origem são: Araraquara (Zé Guilherme), Franca (Bárbara Rosa), Piracicaba (Thaís Dias) e Tambaú (Danilo Corrêa).Todas as apresentações serão de classificação etária e também de acesso livre para todos os públicos.

Objetivos

Objetivo Geral: As ações deste projeto têm como objetivo fomentar o acesso à cultura e sobretudo ao teatro, à escrita criativa, o incentivo à publicação de materiais dramatúrgicos e criar mecanismos atrativos para o ato de atuar, de escrever, ler e produzir, utilizando-se de diferentes linguagens artísticas. O projeto conta com uma série de atividades e ações, que além de trabalhar a favor da escrita criativa e da atuação cênica de modo geral, geram um incentivo ao aprendizado por meio do contato com o teatro e a dramaturgia, promovem também um potente intercâmbio cultural entre escritores, atores, plateia e leitores, além de fomentar a produção local no interior paulista. Objetivos Específicos: - Escrita de Texto Teatral (1 obra, impressão de 1000 exemplares) - Apresentações do Espetáculo (12 apresentações - 4 cidades do interior paulista - alcance de 1200 pessoas)

Justificativa

JUSTIFICATIVAProjetos que contemplem a união de ações e linguagens como as de incentivo à produção cênica com criação, desenvolvimento e publicação de uma obra dramatúrgica inédita e de materiais audiovisuais, possuem poucos programas de incentivo no Brasil. A união de diversas linguagens com propostas verticalizadas como forma de potencializar as conquistas dos objetivos desse projeto, podem reduzir ainda mais as possibilidades de financiamento do projeto em programas públicos. Por este motivo, consideramos necessária a utilização do mecanismo de incentivo a projetos culturais.Informamos que a proposta se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 abaixo descritos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nesse sentido, serão contemplados os seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural;

Estratégia de execução

POTENCIAL E RELEVÂNCIA DO PROJETO As atividades escolhidas para este projeto buscam uma integração entre diferentes linguagens de expressão. Essa integração pretende tornar ainda mais atrativo o universo cênico, contribuindo para uma extensa formação de público. As estéticas escolhidas como vieses para a comunicação dos temas abordados proporcionam aos envolvidos (público e artistas) um grande resgate histórico cultural. Dos antigos folhetins aos materiais audiovisuais, o conteúdo dramatúrgico e/ou cênico, poderá alcançar de maneira mais democrática um maior número de pessoas nas diversas gerações. Ao propor a produção de um material inédito, o projeto valoriza e incentiva o reconhecimento de autores e autoras emergentes. - O TEMA “Solidão em família” foi o tema escolhido para o projeto, a fim de orientar a escrita criativa dos autores e autoras participantes. O interesse no assunto, surge da necessidade dos artistas envolvidos de olhar para a enorme falta de profundidade nas relações interpessoais. Em uma era de rápido avanço tecnológico, muitos se mantêm atados aos seus aparelhos celulares e computadores, alimentando uma certa introspecção, deixando de vivenciar e valorizar situações cotidianas de compartilhamento entre pessoas. Reconhecemos, enquanto seres humanos, a necessidade do relacionamento interpessoal, do contato com diferentes culturas e experiências, o que só faz ampliar nossa visão de mundo e a sensação de pertencimento e reconhecimento, tão necessárias para o desenvolvimento pessoal e para a vida em sociedade. Nesse contexto, a “solidão acompanhada” acaba atingindo os lares, dificultando o desenvolvimento familiar e gerando conflitos, por provocar questões como a falta de empatia e a sensação de despertencimento. A produção textual, na contramão desse processo, sempre funcionou como um veículo de obtenção de conhecimento, ampliando horizontes, possibilitando a edificação de conceitos morais e humanitários, abrindo portas e ampliando a comunicação. O ato de contar histórias, nesse sentido, é um ótimo exemplo do poder da transmissão cultural e da educação pela oralidade. A dramaturgia como um todo, possui também o poder de derrubar paradigmas, ditar comportamentos e provocar o exercício do pensamento crítico. Quando as radionovelas invadiram os lares brasileiros, as dramatizações ao vivo mantinham um diálogo direto com as mulheres ouvintes, e os temas desenvolvidos abordavam questões ligadas ao dito “universo feminino”, na época. Importantes para uma transformação histórica do papel das mulheres na sociedade, as histórias das radionovelas apontavam, mesmo que de maneira despretensiosa, o machismo estrutural e a condição submissa da mulher, que era reduzida às funções domésticas, consumidoras de produtos de limpeza e alimentares, e à função de sedução e subserviência ao marido e ao lar. O que houve, de certa maneira, foi um movimento de elucidação, dentro do qual as mulheres passaram a questionar o seu papel e reivindicar seus direitos, propondo uma relação mais igualitária. Nesse sentido, em seu artigo “Peguem os lencinhos, sentem-se e chorem”, Fabiana Amaral diz: “Uma nova tendência era percebida no comportamento social. A mulher agora era tida como mercado, mas sua condição não era nem um pouco exaltada. Os dramas retratavam o machismo social - não tão distante -, com histórias ressaltando o compromisso com o lar, a subserviência ao marido e as consequências de não ser uma boa esposa.” (2004) O fato é que viver em uma casa com muitas pessoas, ter uma família grande ou dormir acompanhado, são situações que não garantem laços profundos ou afetividade. Como prova dessa afirmação, está o grande número de relatos que se pode encontrar na internet de pessoas que se sentem sozinhas em casa, no trabalho, em seus coletivos. A Psicanalista e Mestra em Anomalias Comportamentais Simone Demolinari, escritora do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, elenca algumas características que tornam perceptíveis os casos de solidão em família, provenientes de algumas queixas que ela recebeu de seus pacientes: — Pais excessivamente críticos que não reconhecem o esforço do filho e sempre o compara a outros, rebaixando-o. Pais que sempre fazem discursos moralistas que muitas vezes nem praticam. Ausência de carinhos físicos, beijos e abraços. — Irmãos competitivos, maliciosos, que usam de informações privilegiadas para colocar o outro numa condição desfavorável e levar vantagem. — Pais que não conseguem administrar suas angústias e acabam as transferindo para os filhos fazendo com que eles se sintam responsáveis por carregar um fardo que não é deles. Os filhos sentem-se desamparados com a estranha sensação de serem pais de seus pais. Fica nítido como a dinâmica familiar pode refletir diretamente na vida das pessoas, influenciando tanto as escolhas sentimentais quanto a autoestima e a forma com que cada um se relaciona com o mundo. Trata-se, portanto, de um tema urgente e necessário de ser abordado. Utilizar-se da linguagem artística para tanto, cria um canal bem mais saudável, tranquilo e humano para se falar de um assunto tão delicado. - O GÊNERO LITERÁRIO FOLHETIM E A ESTÉTICA CÊNICA Folhetim Historicamente, é possível reconhecer que no Brasil, a princípio, os romances antes de se serem publicados em jornais como folhetins, eram mais acessíveis somente às classes sociais mais ricas, devido ao alto custo dos livros para os leitores. Mesmo os autores que foram precursores do gênero, encontravam dificuldades em publicar uma obra, devido à falta de imprensa no Brasil. As publicações tinham de ser feitas na Europa. A linguagem folhetinesca possibilitou, de certa maneira, uma democratização do acesso à literatura pelas camadas mais pobres da sociedade brasileira. Além disso, essa nova maneira de publicação literária serviu de estímulo para que novos outros autores surgissem, visto que a possibilidade de publicação era mais barata e o veículo de comunicação (o jornal) mais popular. Além do mais, pelo fato desse gênero abordar temas mais cotidianos e retratar aspectos da vida de uma classe média, aproximando-se de um realismo literário, acabou despertando o interesse das camadas mais pobres pela leitura, colaborando assim com a construção de uma nova identidade nacional urbana. Radionovela / Drama radiofônico / Teatro Foi a partir dessa incrementação de narrativas folhetinescas em sua programação que a rádio se firmou como um grande e conhecido veículo de comunicação. As dramatizações dos romances de folhetim fizeram surgir as incríveis radionovelas, que envolveram diversos públicos, desde as classes ricas às mais pobres, dos alfabetizados aos não alfabetizados. Na chamada era de ouro do rádio, foram as radionovelas as grandes protagonistas desse sucesso todo. Elas possibilitavam o envolvimento dos ouvintes com diversas histórias, estimulando esses à imaginação, à fabulação, aos sonhos e à reflexão sobre as tramas e intrigas apresentadas nas histórias. Além disso, as radionovelas proporcionavam aos ouvintes o conhecimento de diferentes formas de expressão linguística e de vocabulários da língua portuguesa, o que muitas vezes acendia nos ouvintes o desejo de ler, ou mesmo aprender um pouco mais. Uma grande contribuição vinda do rádio, por meio das radionovelas, foi o conhecimento e contato maior com encenações teatrais, que se pautavam muitas vezes nas estruturas dos romances folhetinescos. Dessa forma, o rádio e a linguagem de suas dramatizações radiofônicas, advindas dos folhetins, foram fulcrais para possibilitar um maior acesso aos bens imateriais, tais como a cultura e a literatura, à sociedade brasileira. E se hoje tal linguagem deixou de ser tão usual, o teatro nos permite revivê-la, utilizar sua potente estética e notável eficácia comunicativa em favor de um projeto que pretende incentivar a prática da leitura.

Especificação técnica

1- PRODUÇÃO DE TEXTO TEATRAL (DRAMATURGIA) Cada capítulo do folhetim a ser criado terá um mínimo de 8 e um máximo de 15 laudas, com 1.800 caracteres cada de tamanho. Essas orientações deverão ser seguidas pelos(as) autores(as). Cada capítulo produzido será impresso individualmente em formato de zine-livro e distribuído antes das apresentações cênicas, como um guia a ser seguido pelo público. Serão 1.200 impressões. Detalhes técnicos da impressão dos capítulos: MIOLO Formato: A5 (14,8 x 21,0 cm) Impressão: 12 páginas em média Cores: 1x1 (p/b) Papel: Offset 90g Acabamento: Grampo CAPA Formato: A5 (14,8 x 21,0 cm) Impressão: 4 páginas Cores: 4x4 (colorido) Papel: Offset 240g Acabamento: Refile Os capítulos serão reunidos para a publicação e impressão do texto teatral em formato de livro alternativo. Serão 1.000 impressões. Detalhes técnicos para impressão do texto teatral: MIOLO Formato: A5 (14,8 x 21,0 cm) Impressão: 52 páginas em média Cores: 1x1 (p/b) Papel: Offset 90g Acabamento: Grampo CAPA Formato: A5 (14,8 x 21,0 cm) Impressão: 4 páginas Cores: 4x4 (colorido) Papel: Offset 240g Acabamento: Refile 2- APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS As apresentações terão entre 40 e 60 minutos, com classificação livre e entrada será gratuita. Serão 100 lugares por sessão, totalizando 1200 lugares. As apresentações artísticas serão filmadas e gravadas em formato de podcast. O material de áudio e audiovisual ficará disponível no blog do projeto para acesso e download. Serão ao todo 4 vídeos e 4 podcasts.

Acessibilidade

O proponente se responsabiliza por garantir que os espaços escolhidos para apresentação das ações artísticas tenham todas as características para acessibilidade conforme previsão legal (rampas de acesso, banheiros adaptados, etc.). PRODUTO TEXTO TEATRAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição do texto dramático, em formato de podcast. PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras nas 12 apresentações, registro em vídeo das apresentações com legenda. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. O proponente se responsabiliza ainda por buscar atender a eventuais demandas que possam surgir ao longo do projeto, mantendo e ampliando a acessibilidade conforme planejamento e orçamento aprovados.

Democratização do acesso

TEXTO TEATRAL - I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. - III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; - Realização de 4 encontros com os autores e autoras do projeto em bibliotecas públicas de 4 cidades do interior do estado, abertos ao público, para apreciação do material literário produzido, bem como o compartilhamento de experiências.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Proponente: Fábio Maia Luca Função: Coordenação de projeto, Direção Artística e Direção Executiva (atividades remuneradas) Atividades realizadas pelo proponente: Elaboração e escrita de projeto; coordenação geral das ações em todas as fases do projeto; captação de recursos; gestão e planejamento de ações técnicas e financeiras; orientação de estudos e pesquisas; direção artística das apresentações, vídeos e podcasts; Lígia Soares Sene Função: Atriz do espetáculo; Palestrante André Luís Barbosa Função: Ator do espetáculo Bárbara Oliveira Rosa Função: Autora; Oficineira Thaís Leite Dias Função: Autora; Oficineira José Guilherme Costa Função: Autor; Oficineiro Danilo Corrêa Função: Autor; Oficineiro; Palestrante Victor Prado Função: Editor dos zine-livros e da dramaturgia Álvaro Alves Júnior Função: Videomaker Neila Dória de Andrade Silva Função: Diretora de Produção Stéfani Romera Martins Função: Assistente de produção CURRÍCULO DO PROPONENTE Fábio Maia Luca (coordenação geral, direção artística e direção executiva) DRT 39651/SP: ator, cantor e diretor artístico, iniciou seus estudos em teatro através do Núcleo de Artes Cênicas do SESI FRANCA, onde atuou por 05 anos. Desenvolveu também seus estudos pela FETANP (Federação de Teatro Amador do Nordeste Paulista).Formou-se em Artes Cênicas pela ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André. Participou de shows, espetáculos e projetos teatrais de Franca, São Paulo, Santo André, Araraquara e Viña del Mar, no Chile.Dentre os principais trabalhos em que atuou estão: “Crônica de uma morte anunciada” e “Artista da fome” com direção de Luís Mármora, “Tudo que nós podíamos ver era” com direção de Cris Lozano, “Ensaio Nora” com direção de Cuca Bolaffi, Thiago Antunes e Pedro Mantovani, “Hotel Trombose” com direção de Fernando Gimenes, “Winka – ensaios sobre a invasão”, com direção conjunta do chileno Cristian Mayorga, criado em residência artística no Centro Cultural La Mandrágora.Atuou, escreveu e dirigiu em “Sobre pedras e flores” da Cia Eucasquatro. Foi cofundador e membro da Cia do Mofo.Desde 2013 dirige artisticamente a Cia Cais do Porto, tendo assinado a direção dos espetáculos “Rebento - agora que sinto amor”, “A Coitadinha”, “O Engraxate”, “Winka - ensaios sobre a invasão” (com Cristian Mayorga, do Chile), “Muzimba nossa voz” e “QUIXOTES”.Em 2017 foi contemplado pelo Edital de Ocupação da Sala Carlos Miranda na FUNARTE-SP, no qual coordenou o projeto “Expedição Quixotes – meu corpo, minha cidade”, realizando 17 apresentações de seu último espetáculo “QUIXOTES” e fazendo curadoria de outras 14 atividades culturais.Em 2018 e 2019 o espetáculo “QUIXOTES” foi contemplado pelo edital Território SESI-SP de Arte e Cultura, para se apresentar nas cidades de Franca, Ribeirão Preto, Araraquara e Matão, Ourinhos e Birigui, e foi contemplado em 2018 pelo edital PROAC de Circulação de Espetáculos, passando por 9 cidades do interior do estado de São Paulo.Atualmente é gestor do ESPAÇO CAIS, sede da Cia Cais do Porto em Araraquara, onde ministra aulas de teatro, preparação vocal e corporal. CURRÍCULO RESUMIDO DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES Bárbara Rosa (autora / Franca-SP) Francana, formou-se em Filosofia pela UNIFRAN. É Mestre em Serviço Social pela UNESP. Escritora, teve três crônicas publicadas no Jornal Diário Verdade da cidade de Franca (SP). “Meu escritor preferido” foi publicado em julho de 2018, “Feminista”, em setembro de 2018 e “Cansei de ser Alice”, em janeiro deste ano. Com 11 mil seguidores no Instagram, possui 48 textos de diversos gêneros publicados (crônicas, contos, cartas, descrições, entre outros.). Dois de seus contos foram recentemente analisados pela escritora e cineasta Sabina Anzuategui, no canal Exercícios de Criação Literária no YouTube. Foi finalista na categoria texto no concurso “Nascente USP 2018”, ficando entre os 35 finalistas, dos mais de 280 textos inscritos. Zé Guilherme (autor / Araraquara-SP) Ator e escritor, formado em Arte Dramática do SENAC Araraquara. Como dramaturgo, produziu: “A Cabra Cabriola e a Menina de Fé”, “Hecatombe”, “O Engraxate”, “Winka – ensaios sobre a invasão” (coautor), “A Coitadinha – um momento poético pela serena desesperada” (coautor), “Experimento 419 – Nosso olhar sobre Guerra e Paz” – espetáculo teatral realizado na Oficina Vivencenando do Sesc Araraquara, “O Natal de Scrooge” – auto de natal adaptado da obra “Um Conto de Natal”, do autor Charles Dickens, “Sobre brilhos e graxas – coletânea de contos”, “Gato com pata de cachorro” – novela literária infanto-juvenil, zine “Minha alma é caipira e meu corpo é do mundo”. Desde 2016 escreve roteiros para a Épico Fotografia e Filmes. Thaís Dias (autora / Piracicaba - SP) Atriz, diretora artística e dramaturga, formou-se na Escola Livre de Teatro de Santo André-ELT (2009). É atriz e dramaturga do Coletivo Negro, onde atuou como diretora artística da obra “CATULA” e colaborou como dramaturga no espetáculo “Movimento Número 1: Silêncio de Depois. Integra como atriz, dramaturga e figurinista o Grupo de Estudos Teatrais FORFÉ, de Piracicaba, desde 2000, tendo dirigido a obra “Degredo”. Colaborou como atriz e dramaturga nos espetáculos "Quizumba!” e “OJU ORUM”, do Coletivo Quizumba (SP). Danilo Corrêa (autor / Tambaú - SP) Professor, escritor e ator. Graduado em Letras e em Teatro pela Universidade Federal de Uberlândia, pela qual é também Mestre em Estudos Linguísticos. Em 2008, publicou o poema Sopro de vida, na coletânea poética “Experimentando a vida”, concurso literário realizado pela editora da Universidade Federal de Uberlândia. Publicou o conto Geringonça na revista Arcádia, da Unicamp. Ministrou aulas de Língua Portuguesa e Culturas Brasileira para jovens chineses no Colégio de São Bento (SP). Foi dramaturgo convidado do musical “Cantando amores”, realizado na cidade de Porto Velho – RO, sob coordenação de Gabriela Pastorin e Sabrynne Sampaio. André Barbosa (elenco / Piracicaba - SP) Formou-se em Marketing pela Faculdade Anhanguera de Piracicaba. Curioso do universo literário, fez uma série de vídeo-poemas para plataformas virtuais, nos quais interpreta autores como Manoel de Barros, Eugênio de Andrade, Carlos Drummond, Bertolt Brecht, Shakespeare, entre outros. Trabalhou na elaboração de textos por cinco anos no Jornal de Piracicaba, o de maior circulação na cidade. Em 2014, encantou-se pela fotografia, e atualmente está à frente do Studio Dona Cegonha Fotografia, onde atua como diretor criativo e de imagem. Lígia Sene (elenco / Franca - SP) Francana, é professora de literatura, atriz e editora de livros. Graduou em Letras pela Universidade Federal de Uberlândia. Mestra em Linguística Aplicada pela Universidade de Brasília. Cursa doutorado em Linguística e Língua Portuguesa na UNESP Araraquara. Dirigiu e encenou peças como Os gatos da Betty, de Sam Shepard (prêmio de melhor atriz no Festival Águas de Março, de Franca); Para uma Avenca Partindo de Caio Fernando de Abreu (prêmio de melhor atriz no Festival Águas de Março, de Franca); O livro, a troca, de Lygia Bonjuga; Pertencer, de Clarice Lispector e Bárbara de Murilo Rubião. É cofundadora da Editora Artefato, que desde 2017 publicou de maneira independente 8 livros de escritores(as) Francanos(as), até o momento. Álvaro Júnior (Videomaker / Américo Brasiliense - SP) Trabalhou na produtora Medimagem como cinegrafista e editor, aprendendo de maneira autodidata e através de workshops de fotografia e vídeo com profissionais como Caique Castro, Bello Rodrigues e Rafael Ferreira. Desde 2015 está à frente da Épico Fotografia e Filmes, atuando em direção, fotografia, captação e direção de imagens e edição para eventos. No teatro atuou como videomaker da parte e operador de vídeo do espetáculo Hecatombe, do núcleo Menino Andante em 2018. Gravou e codirigiu o documentário “Caminhos de Quixotes”, da Cia Cais do Porto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Araraquara São Paulo