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PRONAC 200670ArquivadoMecenato

As crônicas de Heinz Budweg: 450 mil quilômetros de descobertas do artista e naturalista alemão no Brasil

Instituto Jatobas
Solicitado
R$ 883,6 mil
Aprovado
R$ 883,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-04-01
Término
2023-04-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto consiste em realizar uma Exposição de Artes e oferecer, como Contrapartida Social, oficinas formativas com Arte Educador sobre Educação para a Sustentabilidade. A intenção é sensibilizar o visitante para a valorização do Brasil, suas raízes culturais, sua diversidade e sua paisagem por meio do acervo do artista Heinz Haken Budweg, reconhecido por ser, no século XX, um cronista do Brasil, tal como foram, em tempos coloniais, Jean-Baptiste Debret (Missão Artística Francesa) e Frans Post (Missão Artística Holandesa). Budweg desenvolveu um intenso trabalho de pesquisa de campo, já tendo percorrido em território brasileiro mais de 450 mil quilômetros. Todas estas incursões foram documentadas com pinturas, fotografias, filmes em Super-8 e relatórios de viagens. Esse acervo é uma poderosa contribuição a ponto de expor o visitante aos sentimentos de pertencimento à sociedade brasileira e de formar lideranças proficientes em sustentabilidade.

Sinopse

Não se aplica. Trata-se de exposição e ação formativa com classificação indicativa livre.

Objetivos

Objetivos Gerais - O projeto de exposição pretende reunir obras e materiais que retratam a história de vida do artista e naturalista alemão, naturalizado brasileiro, Heinz Haken Budweg, cujo maior legado foi a descoberta, em 1998, do maior sítio arqueológico do mundo "Santuário da Pedra Preta", um gigantesco bloco de granito em plena selva amazônica no Estado de Mato Grosso, com mensagens em defesa do meio ambiente e da humanidade, gravadas em petróglifos. Esse é o maior painel de pictogravuras do mundo. Os inscritos foram traduzidos por Heinz e outros pesquisadores que o acompanharam no Projeto Tapajós _ entre eles, o linguista, arqueólogo e pré-historiador Luiz Caldas Tibiriçá _ e, de forma resumida, diz: "se a humanidade não entrar em harmonia com a natureza, o futuro é a sua destruição". Entendendo que a Educação para a Sustentabilidade, em um projeto pedagógico, não se limita a integrar, no currículo, conteúdos como mudança climática, preservação das áreas e consumo sustentável, pretende-se que essa exposição crie contextos de ensino e aprendizagem orientada para a reflexão e solução de problemas socioambientais e formação de lideranças educadas para a sustentabilidade. Essas lideranças são aquelas que pensam em um futuro de melhores práticas e motiva pessoas a segui-lo, segunda as palavras do professor Keith Grint, da Warwick University. A proposta reforça a missão, visão e valores da organização social Instituto Jatobás, proponente do projeto. Concebido em 2005, o Instituto Jatobás tem o desenvolvimento sustentável como parte estruturante do DNA da organização. Ao longo dos anos, elaborou uma série de atividades, modelos, conceitos e ferramentas práticas pautadas em três pilares: conhecimento, mobilização e conexão. Com a Exposição de Artes e os produtos pedagógicos desenvolvidos a partir dessa, o Instituto deseja, como resultado final, que sua mensagem alcance o maior número de pessoas possíveis. Um dos itens que surpreende e é ícone do acervo de Heinz Budweg é a "Machadinha", uma peça, feita de cobre, similar a um machado, ostentando chifres de toro. A peça foi encontrada por Heinz no rio Guaporé, conhecido na Bolívia como rio Iténez, durante uma viagem à região. Após muitas pesquisas, foi concluído que a peça não é um material brasileiro, mas, sim, de povos da civilização cartaginesa, uma civilização da Antiguidade que se desenvolveu na Bacia do Mediterrâneo entre o fim do século IX a.C. e meados do século II a.C. As descobertas em torno da "Machadinha" foram compartilhadas com inúmeras instituições, tal como Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do qual Heinz faz parte. Heinz Budweg nasceu em Berlim, em plena Segunda Guerra Mundial. Aos 13 anos, chegou ao Brasil, fixando-se em São Paulo. Em 1958, realizou sua primeira mostra individual, no Colégio Visconde de Porto Seguro. Ao longo de sua carreira, ganhou inúmeros prêmios; entre eles, o Prêmio Jabuti, em 1974, pelas ilustrações da série infantil 24 lendas brasileiras da Editora Melhoramentos. Na década de 1960, iniciou suas viagens pelo interior do Brasil, visitando centenas de cidades e povoados. Ele percorreu em território brasileiro mais de 450 mil quilômetros, o equivalente a mais de onze voltas ao redor do planeta. Em 1976, vivenciou o dia a dia das tribos indígenas Xerente (Goiás), Krahô (Goiás) e Urubu-Kaapor (Maranhão). Em 1978, as áreas do Pantanal mato-grossense e das tribos indígenas Bororo, Xavante e Avê Canoeiros. Nos anos de 1980, foi da nascente até a foz do Rio São Francisco; aos Sete Povos das Missões, incluindo as missões jesuíticas do Paraguai e Argentina; e esteve com as comunidades indígenas do Alto Xingu: Kalapalo, Mehinaco, Waurá e Kuikuro (Brasil-Central). Em 1986, durante sua exploração do Alto Rio Coluene, conheceu os índios Maitipu, Yawalapeti, Mehinaco e Kamaiurá. Em 1987, fez mais duas viagens ao Parque Nacional do Alto-Xingu em Mato Grosso. A partir de 1988, explorou a Bahia, conhecendo os índios Kalapalo, Kiriri e Pataxó. Suas viagens aos territórios indígenas o consagraram como o maior pintor vivo de índios do mundo. Foi batizado pelas tribos com o nome Agabe Werajecupê. Na década de 1990, o Projeto Tapajós direcionou as viagens de Heinz para uma prospecção arqueológica pelos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a bordo de um ateliê móvel (adaptado em uma perua Kombi). Heinz registrou 18 sítios arqueológicos, destacando-se, na Amazônia mato-grossense, o "Santuário da Pedra Preta". Por conta desta descoberta, Heinz Budweg recebeu a Medalha D. Pedro I da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História. Heinz é apontado pela enciclopédia do Wikipedia como o melhor artista vivo na especialidade de pintar os índios da Floresta Amazônica. Entre os prêmios e condecorações recebidos, estão: Medalha de Bronze no Salão dos 30 anos da Associação Paulista de Belas Artes de São Paulo (1972); Medalha de Bronze do XXXVIII Salão Paulista de Belas Artes da Secretaria de Educação e Cultura do Estado de São Paulo (1973); Prêmio Jabuti do Instituto Nacional do Livro (INL), pelas ilustrações da série de livros infantis Lendas Brasileiras (1974); Medalha de Prata no Salão da Primavera/Verão da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (1975); Condecoração "Ordem Mal. Cândido Rondon" da Sociedade Geográfica Brasileira (1980); Grande Medalha de Prata no XII Salão da Paisagem Paulista da Associação Paulista de Belas Artes de São Paulo (1992); Pequena Medalha de Ouro, Salão Livre da Associação Paulista de Belas Artes de São Paulo (1996); Grande Medalha de Prata, Salão da Paisagem Paulista da Associação Paulista de Belas Artes de São Paulo (1996); Prêmio APBA no XVIII Salão da Primavera da Associação Paulista de Belas Artes de São Paulo (1997); Menção Honrosa no segundo Salão dos Aquarelistas da Associação Paulista de Belas Artes de São Paulo (1997); Medalha D. Pedro I da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História (1998); Medalha de Bronze no Salão da Paisagem Paulista da Associação Paulista de Belas Artes (1999); Medalha de Bronze no 52º Salão Paulista de Belas Artes da Secretaria de Educação e Cultura do Estado de São Paulo (2001); Medalha de Bronze no 1º Salão "Brasil Folclore" da Associação Paulista de Belas Artes, com o apoio da Secretaria de Educação e Cultura do Estado de São Paulo e da UNESCO (Comissão Brasileira de Folclore e Comissão Paulista de Folclore) (2001); Personalidade das Artes Plásticas pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História (2004); Ordem "Cavalheiro das Artes Plásticas" pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História (2005); "VIP-2007" pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História (2007). Objetivos Específicos - Um produto principal e a ação formativa como Contrapartida Social. 1) O produto principal deste projeto, a Exposição de Artes, pretende beneficiar, no mínimo, 4 mil pessoas. O resultado esperado é sensibilizá-las, por meio das obras e das experiências vivadas por Heinz Haken Budweg, para a valorização das raízes culturais do Brasil e para a formação de lideranças proficientes em sustentabilidade. 2) No produto Contrapartida Social, serão oferecidas 5 (cinco) oficinas formativas com Arte Educador sobre Educação para a Sustentabilidade. A carga horária é de 3 (três) horas para cada oficina. Serão mobilizados, a princípios, 2 (dois) Arte Educadores para esse produto. Cada oficina com 80 vagas; sendo reservado 50% (cinquenta por cento) dos lugares para estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Beneficiários: 400. Principais tópicos do conteúdo: i) Mudanças internas; ii) Conhecendo a conexão com biomas brasileiros; iii) Por que a sustentabilidade ambiental?; iv) Paradigmas e desafios da modernidade. Pretende-se que essa ação formativa, por meio das obras do artista Heinz Budweg, crie contextos de aprendizagem orientada para formação de lideranças educadas para uma sociedade sustentável.

Justificativa

A) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; IX - priorizar o produto cultural originário do País. B) O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais. O projeto foi planejado para ser incentivado pela LEI DE INCENTIVO À CULTURA porque, ao explorar o acervo de Heinz Budweg, percebemos que sua trajetória contempla a vida de um artista guardião das imagens do Brasil e do seu povo. A temática Brasil, que perpassa as obras do artista, torna, portanto, o projeto uma iniciativa que mais pertence ao Estado brasileiro do que a qualquer outra instituição, uma vez que, salvaguarda a sobrevivência dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. O acervo de Heinz resgata tudo o que simboliza a identidade nacional e é uma poderosa contribuição a ponto de provocar o visitante e expô-lo aos sentimentos de pertencimento a sociedade brasileira. O projeto promoverá o resgate do orgulho de ser brasileiro.

Estratégia de execução

A Casa Melhoramentos (Rua Tito, 479, Vila Romana, São Paulo) declarou interesse de acolher esta exposição (documento anexo). O prédio da Casa Melhoramentos, originalmente do ano de 1948, é uma construção retrofit revitalizada. O espaço tem fácil acesso às estações de metrô Sumaré e Vila Madalena, bem como a linhas de ônibus.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO DE ARTES A) Visitação gratuita. Classificação: livre. Em cartaz por, no mínimo, 45 dias. Mínimo previsto de visitantes: 4 (quatro) mil pessoas. B) O acesso terá cenografia interativa, simulando as experiências do artista por terras brasileiras. O foco é promover uma experiência sensorial (por meio de recursos sonoros, luminosos, sensitivos e equipamentos de projeção) ao visitante que será imerso no “universo de Heinz”; ou seja, em tudo aquilo que ele viveu nas voltas que realizou pelo Brasil, sensibilizando o público para a diversidade cultural e ambiental brasileira. Na Jornada do Visitante, exibiremos: 1) os prêmios e condecorações de Heinz Budweg; 2) túnel interativo simulando as experiências de Heinz Budweg pelo Brasil, as viagens realizadas pelo interior do nosso país, percorrendo centenas de cidades e povoados a bordo de um ateliê móvel (adaptado em uma perua Kombi); 3) os achados de Heinz, como, por exemplo, a peça celta "Machadinha"; 4) a reprodução da descoberta do "Santuário da Pedra Preta"; 5) um espaço dedicado aos registros visuais do "Caminho dos Peabirus", percorridos por Heinz Budwew, que são antigos caminhos utilizados pelos indígenas sul-americanos desde muito antes do descobrimento pelos europeus, ligando o litoral ao interior do continente; 6) um espaço dedicados à coleção Lendas Brasileiras, da editora Melhoramentos com ilustrações de Heinz Budweg, vencedoras do Prêmio Jabuti do Instituto Nacional do Livro (INL).

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampa, elevador, corrimão, banheiro adaptado. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampa, elevador, corrimão, banheiro adaptado. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral.

Democratização do acesso

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

A) Nomes e funções: Instituto Jatobás / Dirigente Luiz Alexandre Mucerino Função: Gestão dos processos decisórios; Coordenador técnico-financeiro; e Supervisão das atividades - Administração (trabalho remunerado) Heinz von Haken Budweg Função: Artista - Direitos Autorais (trabalho remunerado) Edgard Steffen Júnior Função: Curadoria (trabalho remunerado) Humany consultoria Função: Captação de Recursos (trabalho remunerado) Nation Films Função: Produção (trabalho remunerado) Celophane Cultural Função: Cenografia (trabalho remunerado) B) Currículos: Instituto Jatobás – É uma organização sem fins-lucrativos instituída, em 2005, com a missão de influir positivamente para a expansão da consciência e para a ação, na construção de um caminho coletivo, solidário e sustentável. Acredita na capacidade que cada indivíduo tem para entender e descobrir suas aptidões e seus maiores potenciais, unindo razão e emoção, consciência e prática, para que sejamos, cada um de nós e juntos, agentes transformadores. Em Pardinho, cidade do interior de São Paulo, administra o Centro de Cultura Max Feffer, realiza exposições, aulas de instrumentos musicais, aulas de dança e fomenta a Cultura de Raiz. Realiza o FESMURP - Festival de Música de Raiz de Pardinho, que já está em sua 10º edição. Tem ainda projetos de cultura aprovados pelas Leis de Incentivo Estaduais (Violeras & Viola) e Leis de Incentivo Federal (Exposição e Documentário do artista Tião Carreiro). Heinz von Haken Budweg – Nasceu em Berlim (Alemanha), na Segunda Guerra Mundial. Ganhou prêmios e expôs suas obras em vários países, como: Áustria, Itália, Alemanha, Suíça e Estados Unidos. Na década de 60, iniciou suas viagens pelo interior do nosso país, percorrendo centenas de cidades e povoados a bordo de um ateliê móvel. Em 1976, a convite da Funai, retratou os caciques das principais tribos que habitam o Brasil. Quatro anos depois foi distinguido com a "Ordem Marechal Rondon" da SGB - Sociedade Geográfica Brasileira - pela dedicação à cultura brasileira. Por ocasião dos 150 anos de independência do Brasil, executou um mural comemorativo, no saguão de entrada do prédio da administração metropolitana da ACM em São Paulo. Esta obra foi tombada pelo IPHAN. Em 1974, ganhou o Prêmio Jabuti de melhor ilustrador em Literatura Infantil, pela série de 24 lendas brasileiras publicadas em co-produção com o MEC e a editora Melhoramentos de São Paulo. Três anos depois, foi convidado para pintar vários murais no Berliner Völkerkundemuseum-Dalem, por ocasião da exposição comemorativa do descobrimento das tribos do Alto Xingu, por Karl von den Steinen, então diretor daquele museu. Na década de 1990, criou o Projeto Tapajós, que tem por objetivo provar contatos transoceânicos entre o Velho e o Novo Mundo muito antes do descobrimento, com a participação de pesquisadores do Brasil e do mundo. Em 1999, Heinz Budweg foi eleito membro da diretoria da Associação Paulista de Belas Artes (APBA), da qual ocupou o cargo de presidente e vice-presidente. Em 2004, foi eleito Personalidade do Ano pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História. Em 2007, foi eleito membro da nova diretoria do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP). Edgard Steffen Júnior – É Publisher da Revista Raiz, uma das únicas publicações nacionais voltadas para a cultura popular brasileira. A Raiz é uma publicação nacional sobre a cultura do Brasil, especialmente a cultura independente e popular, presente nas bancas de jornal e nos aplicativos para as mídias móveis. Crônica das atividades, eventos e temas de destaque da indústria criativa da cultura urbana e da periferia: saraus, rodas de samba, festivais, festas, slams, hiphop, entre tantas manifestações, eventos e artistas. Em operação desde 2005, a Revista Raiz constitui-se em uma plataforma voltada a promoção da Identidade Brasil, suas manifestações, seus personagens e as artes reveladas no diálogo com as muitas culturas praticadas em todo território nacional. A cultura das ruas, a cultura das roças, a cultura das matas, a cultura das quebradas, a arte praticada com criatividade encontra na Raiz o seu meio de divulgação. Humany consultoria – A Humany é uma consultoria de projetos. Os consultores de projeto são certificados nas metodologias PRINCE2 (gerenciamento de projetos) e human-centered design (humano centrado). A Humany é gerenciada pela Jornalista, Professora e Consultora de Projetos Marina Neves, que teve uma vida profissional fortemente marcada por atividades que promovem o fortalecimento cultural de comunidades no exterior, o multiculturalismo e o intercâmbio de diferentes nacionalidades. Em 2014, foi a gerente dos projetos socioculturais da Incubadora de Projetos da Prefeitura de São Paulo, atuando no planejamento e coordenação das atividades e na organização de planilhas de produção e gestão de equipes. De 2010 a 2013, foi a representante da Missão Permanente do Brasil em Genebra para a realização do Festival des 4 vents Puplingem (festival dos ritmos brasileiros). Foi também assistente de produção de evento de exibição de filmes brasileiros em homenagem ao escritor brasileiro Jorge Amado, Filmar en América Latia (Panorama Brésil). Em 2012, prestou serviços de conceituação da proposta de projeto dedicado à exposição dos objetos artísticos brasileiros para o projeto cultural (exposição, gastronomia e atrações culturais) Women That Makes a Difference, na sede das Nações Unidas. Em 2019, a Humany foi responsável pelo levantamento do acervo do artista Heinz Budweg. Nation Films – É uma produtora independente de TV, cinema e conteúdo premiada no Brasil e no mundo. Produziu, co-financiou e vendeu suas produções, eventos culturais, exposições. Sempre buscou retorno para a cultura nacional e principais apoiadores. Dentre as diversas exposições, destacam-se: "Na Terra de Macunaíma"; "100 anos de Cordel – A história que o povo conta"; "O Chão de Graciliano"; e "Zumbi – A Guerra do Povo Negro". Todas no SESC SP, com itinerância por vários estados e Curadoria de Audálio Dantas. Outras exposições realizadas foram: "Sertão Brasil uma Viagem pelas Veredas do Rosa" (Curadoria João Correia Filho – SESC Interlagos); "Choro do Quintal ao Municipal"; "Estação Cartola" (BNDES – RJ e SESC Pompéia - SP); "A Arte nos tempos do Café"; "Cusquenhos – Nas coleções de Arte dos Palácios"; "A Casa, O Palácio, O Museu – Percepção, memória, imaginação" (Curadoria de Ana Cristina Carvalho no Acervo Artístico e Cultural dos Palácios do Governo do Estado SP); "Mitos ao Redor do Mundo"; "O colecionador de Sacys" e "Tudo tem um fim" (Espaço de Leitura, Parque da Água Branca); "50/64/14 – Futebol, ufanismo e resistência (Curadoria Celso Unzelt, no Sesc Ipiranga"; "Caio Fernando Abreu – doces memórias" (SESC Copacabana); "Silêncios do Feminino" (Caixa Cultural RJ, com Curadoria de Santa Tucci); "#OcupaSacy" (SESC Interlagos, SESC Palladium BH, SESC Tijuca RJ com Curadoria de Rudá K. Andrade); e "Memorial da Inclusão" (Secretaria da Pessoa com deficiência do Estado de SP). Outros dos principais projetos produzidos e co-produzidos foram: "Avengers - Guerra Infinita" (2018) (filmagens no Brasil); "Amazon Adventure 3D" (2017); "Adoniran e o Trem das Onze" (2018); "Steve Jobs - O Visionário"; "Missão Pet" (2013-2014); "Back Track" (2013-2014); "Rosa Morena" (2011). Foi ganhador dos prêmios de Melhor Filme escolhido pelo público na Mostra Internacional de SP; e Melhor Filme Cinequest EUA no Festival Internacional de Marrocos. Celophane Cultural - Dentre as diversas exposições, destacam-se "Na Terra de Macunaíma", "100 anos de Cordel – A história que o povo conta", "O Chão de Graciliano"; "Zumbi – A Guerra do Povo Negro" (SESC SP); "Sertão Brasil uma Viagem pelas Veredas do Rosa" (SESC Interlagos); "Estação Cartola" (BNDES e SESC Pompéia); "A Arte nos tempos do Café"; "Cusquenhos – Nas coleções de Arte dos Palácios"; "O colecionador de Sacys"; "50/64/14 – Futebol, ufanismo e resistência" e outras.

Providência

ARQUIVADO CONFORME SOLICITAÇÃO DO PROPONENTE.