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Realização de Feiras Culturais, mensal, abrangendo as áreas de Musicas e Dança voltados a africanidade, num total de 10 eventos, 08 a serem realizados no Espaço da Praça Zumbi dos Palmares, Pinheirinho- Curitiba-PR, 01 evento em Foz do Iguaçu e 01 em Araucaria-PR. Como contrapartida, serão realizados aulões de dança afro, palestras de empreendedorismo, curso de turbantes afro, curso de maquiagem para peles afro, oferecidas gratuitamente aos visitantes das feiras. A feira já existe em Curitiba há 03 anos, sendo que em 2019 teve o incentivo da Fundação Cultural de Curitiba.
Objetivo Geral Manter a Feira da Cultura Afro-Brasileira e Africana. Incentivar ações que valorizem a cultura africana e a cultura afrodescendente, mostrando a história e a origem dos povos africanos do mundo, estimulando atitudes positivas em relação a negritude no que tange à formação da própria identidade dos nossos afrodescendentes, enaltecendo o pertencimento étnico-racial através de ações que consolidem a auto-estima desse grupo e se multiplicando através das atitudes consequentes do projeto, através da música e dança de matrizes africanas e palestras de afroempreendedorismos. Objetivos específicos Perceber o papel da população negra nos espaços do município de Curitiba; Construir metodologia facilitadoras para integração da população negra de Curitiba; Sensibilizar não negros sobre a importância da valorização de todos na sociedade Curitibana; Despertar afrodescendentes para a africanidade através das manifestações culturais; Despertar a sensibilidade através de um novo olhar do não negro voltado à despir-se dos estereótipos negativos, da xenofobia, do racismo e dos preconceitos. Realização de 10 feiras de Cultura Afro-Brasiliera e Africana, mensais. Sendo 08 feiras em Curitiba-PR, 01 em Foz do Iguaçu-PR e 01 em Araucaria-PR. Para cada feira terão as seguintes atrações: Música, dança e aulas coletivas de dança (aulão). Como contrapartida, serão realizados aulões de dança afro, palestras de empreendedorismo, curso de turbantes afro, curso de maquiagem para peles afro, oferecidas gratuitamente aos visitantes das feiras.
Por conta do histórico de escravização da população africana, toda a grandiosidade das tradições e estruturas Africanas foi dizimada e violentada pela colonização. O sentimento de autoestima para os afrodescendentes, transformou-se profundamente, a partir do flagelo do comércio escravocrata. Tornou-se, pois, em um paradigma quase que épico, na medida em que a dinâmica de vida dos Africanos e de seus descendentes na terra nova passou a obedecer a um padrão opressivo em todos os seus aspectos e o qual viria a servir de parâmetro a ser seguido nesta ou naquela situação, fosse qual fosse a relação entre opressor e oprimido. As vidas dos negros passaram a ser regidas por normas orientadoras de um grupo hegemônico que estabeleceu limites, a partir de preceitos, teses e doutrinas falaciosas e tendenciosas, que determinariam como um indivíduo de descendência Africana deveria agir dentro desses limites.E, dentro desses limites, as pessoas habitantes e oriundas dos navios tumbeiros, das senzalas, dos engenhos de açúcar, das plantações agrícolas, das minas de exploração mineral, das periferias, dos morros, das favelas, dos cortiços e das comunidades passaram a ser estigmatizadas pelas elites de forma depreciadora e pejorativa. E essa "visão equivocada de si" foi sendo passada de geração a geração, causando efeitos danosos e de longo alcance na formação e no legado psicossocial das pessoas de pele escura habitantes deste lado do oceano. Empreendimentos como esses indicam que a população negra está experimentando um processo de fortalecimento de sua identidade étnica, com efeitos econômicos e políticos ainda por descobrir. Gradualmente, o afroempreendedor ganha visibilidade. Como a ação dessas lideranças no mundo dos negócios enfrenta cotidianamente o racismo e o preconceito, esses negócios demandam políticas de apoio específicas. A competitividade não é igualitária no Brasil. Esse projeto tem a finalidade de evidenciar a representatividade da população negra, elevando a sua auto-estima, quanto ao seu pertencimento, sua raça, sua cor, sua ancestralidade, ações afirmativas e atitudes positivas através de práticas que fortaleçam, buscando compreender que a desigualdade social pode ser passível de mudança. Congregar seus pares e a sociedade na sua amplitude a fim de valorizar, conhecer e expressar suas intervenções culturais, considerando e respeitando suas tradições, diferenças e sua historicidade. Neste projeto apresentaremos: samba; danças africanas; contos africanos, tranças e turbante africanos, contribuindo na construção da personalidade do afrodescendentes. Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° c) realização de espetáculos de música.
APRESENTAÇÃO MUSICALacessibilidade fisica - as apresentações serão realizados em locais que já possuam estrutura para atender a este público como: rampas de acesso, corrimões, sanitários adaptados. Além disso, nas apresentações musicais será disponibilizado um profissional da equipe (assistente de produção) para atender aos portadores de deficiência para dar apoio a este público no deslocamento dentro da praça. acessibilidade visual - Pensando em atender ao público com deficiencia visual, será disponibilizado um dos integrantes da produção para descrever as apresentações enquanto ela estiver acontecendo (atendendo aos deficientes visuais totais). CONTRAPARTIDA SOCIAL acessibilidade fisica - rampas, corrimões, banheiros adaptados.acessibilidade visual - o contéudo das oficinas serão descritos por um dos integrantes da produção. (atendendo aos deficientes visuais totais).
Entrada franca ao publico nas atividades culturais Afro, show de música e danças afro, capoeira, rap, desfile de roupas africanas, contação de historias, desfile de moda com modelos afros, palestra de afroempreendedorismo e auto-estima. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL10 apresentações de musica e dança afro brasileira e Africana;O público alvo das apresentações são todos os apreciadores da cultura negra, comunidade vizinha da praça e a população em geral, sem limites de idade. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL10 "aulões" de dança de matrizes africana para todos os visitantes presentes na feira;04 palestras de afroempreendedorismo e auto-estima;02 aulas de turbantagem; 02 aulas de trançamento de cabelos afros. Doação além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20: entrada gratuíta em todas as apresentações das feiras. O público alvo das apresentações são os estudantes e público em geral, mas também todos os entusiastas e amantes da música afro-brasileira e africana. Será permitida a captação de imagens das atividades e apresentações.
Marcia Lisete dos Reis - proponente, coordenadora Geral - (coordenação geral remunerada) Professora, Pedagoga, Academica de Direito, membro do Conselho Municipal de educação de Araucaria (2013/2016), Coordenadora da Equipe Multidisciplinar do estado do Parana (2017), Membro do Grupo de Estudos Africanidades (GEAA), membro do Instituto Afro Brasileiro do Paraná (desde 2017). Atuante na área cultural de Curitiba há 30 anos, como integrante da Escola de Samba Mocidade Azul, Escola de Samba Dom Pedro II e Unidos da Zona Sul onde atuava como Porta Bandeira. Professora e Pedagoga, atua como educadora para o reconhecimento e valorização do afrodescendente. Contação de histórias africanas, na educação, no desenvolvimento do pensamento cultural e na personalidade das crianças" (Brasil, 2014). Atualmente cursando Faculdade de Direito. 2017 - Membro do Instituto Afro-brasileiro do Paraná.(2017) 2017 - l Congresso Internacional de Desenvolvimento Sustentável e Capacitação sobre gestão de Cidades. (negócios, cultura, inovação, turismo, meio ambiente, gestão pública, arquitetura urbanística). Auxiliar de produção e Participação na I Feira do Étnico-empreendedorismo e Difusão da Cultura Afrodescendente, na Praça Zumbi dos Palmares, 6 feiras em 2017.Organização e produção do Coletivo do Fórum de Combate ao Racismo de Araucária, 2017. Produção e Organização do Ato Público – OcupAção, realização Fórum de Combate ao Racismo – Araucária, realizado no dia 04 Fev 2018. Participação da Feira de Artesanato do Afroempreendedor no Dia Nacional da Kombi, 02 set 2017, na UniSociesc, no P inheirinho, em Curitiba. auxiliar de produção do Sarau em Homenagem a Poeta Laura Santos – Pérola Negra da Literatura Paranaense, 18 jun 2016, sob o Convite do Centro Cultural Humaita, realizada no Pavilhão Étnico – Memorial de Curitiba, 2017. Auxiliar de produção do Sarau em Homenagem no dia 25 Julho - Dia Internacional da Mulher negra - Latino-americanas, africanas e Caribenhas, na Casa Hofmann. Auxiliar de Produção da Feira Cultural e do Afroempreendedorismo 2018/2019. Palestra OAB Araucária Racismo Religioso – Novembro 2019 ; Roda de Conversa – Mês Consciência Negra – Fórum de Combate ao Racismo Novembro 2019. Maureen Lizabeth dos Reis - produtora executiva - Psicologa, Folclore, Artesanato, Cultura Popular e Manifestações Cultural . 1985 – Participante do Coletivo ACNAP – Associação Cultural e Ação Popular dos Agentes de Pastoral do Negro. 1993 - Graduada pelas Faculdades Filosofia, Ciências e Letras "Tuiuti", como Bacharel em Psicologia. 1994 - Graduada pelas Faculdades Integradas da Sociedade Educacional "Tuiuti" - Curso de Formação de Psicólogo. 2002 - Psicóloga desenvolvendo trabalhos de Orientação Vocacional e Autoestima, no 1º Curso Pré-vestibular para Afrodescendentes realizados nas Dependências da Universidade Federal do Paraná, em parceria com a Fundação Ford e ACNAP – Associação Cultural e Ação Popular dos Agentes de Pastoral de Negros. 2002 - Pós-graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná no Curso de Especialização em Dependências Químicas. 2003 - Psicóloga desenvolvendo trabalhos de Orientação Vocacional e Auto-estima, no 2º Curso Pré-vestibular para Afrodescendentes realizados nas Dependências da Universidade Federal do Paraná, em parceria com a Fundação Ford e ACNAP – Associação Cultural e Ação Popular dos Agentes de Pastoral de Negros. 2005 - Curso Básico de Equoterapia, realizado pela Associação Nacional de Equoterapia ANDE-BRASIL, pela Universidade de Brasília, DF . 2007 – Curso de montagem de Bijuterias na Mutti Bijuterias e acessórios. 2008 – II Conferência da Educação das Relações Étnico-Raciais, realizada pela SMED Araucaria. 2009 – Simpósio de História e Cultura Afro-brasileira, africana e Quilombola. 2011 - 9ª Semana de História e 8º Congresso de Geografia. O Pensamento de Milton Santos. 2013 – X Semana de História, V Encontro de Egressos, realizado pela Faculdades Integradas Espírita. 2013 – XIX Semana de História, realizado pelo Instituto Histórico e Academia Paranaense de Letras. 2014 - Membro da Roda de Mulheres Negras. 2017 – 6ª Turma de Promotoras Legais Populares de Curitiba e RegiãoMetropolitana. 2017 - l Congresso Internacional de Desenvolvimento Sustentável e Capacitação sobre gestão de Cidades. (negócios, cultura, inovação, turismo, meio ambiente, gestão pública, arquitetura urbanística). 2017 - Membro do Fórum de Combate ao Racismo de Araucária; 2010 e desde 2017- Membro do Instituto Afro-brasileiro do Paraná. Wilzeli Rejane do Amaral - diretora artistica - Mestre em Educação, Pedagoga, Folclore, Artesanato, Cultura Popular. 2004 – Oficina de Mitos e lendas indígenas Guarani e Caingangue. 2005 – Encontro de Educadores Negros e Negras do Estado do PR 2009 – Simpósio de História e Cultura Afro-brasileira, africana e Quilombola. 2010 - Encontro Estadual de Fórum Permanente da Diversidade Etnicoracial. 2013 - Abolisom – Ecos da Abolição. 2013 – Oficina Resistência e Ancestralidade através do Turbante. 2014 – Ministrou o Curso de Turbante em Escolas Estaduais e Municipiais em Curitiba e região metropolitana. 2014 – Diploma de Honra ao Mérito em reconhecimento a Comunidade Negra da Associação Cultural Armazém da Vila. 2014 Membro da Roda de Mulheres Negras, 2014 Membro da Rede de Proteção e orientação de Refugiados e Migrantes; 2015 - Membro do Projeto "O P laneta é um só" de Integração de Refugiados e Apatridas de Curitiba; 2016 – Currículo, reconhecimento e valorização Etnicoracial. 2016 - Promotora Legal Popular; 2017 - l Congresso Internacional de Desenvolvimento Sustentável e Capacitação sobre gestão de Cidades. (negócios, cultura, inovação, turismo, meio ambiente, gestão pública, arquitetura urbanística). 2017 - Membro do Fórum de Combate ao Racismo de Araucária; 2017 - Membro do Instituto Afro-brasileiro do Paraná.(2017) Produção e Organização do I SARAU AFRO CURITIBANO, Sarau em Homenagem a Poeta Laura Santos – Pérola Negra da Literatura Paranaense, 18 jun 2016;Produção e Organização do II SARAU AFRO CURITIBANO, esse Sarau foi em Homenagem o dia 25 Julho - Dia Internacional da Mulher negra - Latino-americanas, africanas e Caribenhas, sob o Convite do Centro Cultural Humaita, realizada no Pavilhão Étnico – Memorial de Curitiba, 2017.Produção do Evento: Construindo Afro-relações conquistando visibilidade – Brasil/Senegal, realizado no Pavilhão Étnico – Memorial de Curitiba, 2016. Ato Público – OcupAção, realização Fórum de Combate ao Racismo – Araucária, realizado no dia 04 Fev 2018. Feira do Afroempreendedorismo 2018/2019.
PROJETO ARQUIVADO.