Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 200692Apresentou prestação de contasMecenato

Trama de Saberes

PROA CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 242,7 mil
Aprovado
R$ 234,1 mil
Captado
R$ 219,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

93.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2020-04-27
Término
2023-01-30
Locais de realização (1)
Belo Jardim Pernambuco

Resumo

O projeto propõe a realização de oficinas para repasse de técnicas artesanais, construtivas e criativas, direcionadas a artesãos, recicladores, makers e artistas. O objetivo é desenvolver novas técnicas que possam inspirar neófitos e artesãos experientes em trabalhos manuais possibilitando a aplicação futura destes saberes em suas vidas profissionais e cotidianas. Estas capacitações envolverão vários atores regionais e partirão de referências e materiais já presentes no universo criativo desses agentes, como barro/cerâmica, palha, ferro/metal, madeira e reciclados, e da conexão destas com processos produtivos artesanais, analógicos e digitais, potencializando novas formas de desenvolvimento de produtos artesanais. Será apresentada palestra para alunos e professores da rede pública de ensino para apresentar o resultado do trabalho desenvolvido durante o projeto (art 22 da IN 2/2019) e estimular que os conhecimentos adquiridos sejam replicados na comunidade.

Sinopse

Segue detalhamento das etapas das oficinas, produto principal do projeto em questão: - Diagnóstico preliminar da produção local. Identificação dos agentes que poderão participar das oficinas, como artesãos, makers, voluntários, artistas. - Visita aos espaços existentes como Centro de Artesanato, laboratório de formação maker existente no município de Belo Jardim/PE – Território do Fazer, gerido pelo Instituto Conceição Moura (carta de anuência em anexo), reconhecimento de técnicas e processos de produção, assim como levantamento dos equipamentos disponíveis no município para representação bi e tridimensional. - Realização de seleção do grupo participante e dos designers, arquitetos e artistas convidados que possam trabalhar em conjunto em Belo Jardim/ PE, priorizando pessoas e grupos deste município e cidades vizinhas, tendo como meta 30 pessoas envolvidas diretamente. Público adulto. - Realização 10 oficinas (40 horas/ aula no total) de elaboração, prototipagem e construção de objetos artesanais com o público do município de Belo Jardim/PE; União da tradição e tecnologia, através das conexões possíveis entre os universos do fazer artesanal e da fabricação digital a serem trabalhados nas oficinas; Utilização de materiais já conhecidos a exemplo da madeira, do barro, das fibras para tramas/cestarias, ferro/metal, tecido e plástico reciclado. As soluções serão encontradas a partir do uso dos materiais, incorporados às práticas de construção e interlocuções com a arquitetura e o design. - Realização de culminância – apresentação do resultado do trabalho em local público. Como produto secundário e contrapartida social, o projeto prevê a realização de palestra gratuita para alunos e professores da rede pública de ensino. O foco da palestra será compartilhar o aprendizado construído e seus meios, para um maior número de pessoas, principalmente da rede pública de ensino, que dificilmente teriam essa oportunidade, para que essas pessoas percebam a articulação e aprendizado que aconteceu através do projeto entre os artesãos e jovens makers de sua cidade, para que repliquem essa experiência de forma a gerar novas atividades econômicas envolvendo vários grupos diferentes de pessoas da comunidade. Este ponto do projeto original foi alterado em decorrência da captação parcial, assim como da necessidade de readequação para execução em 2020, diante da realidade de pandemia que enfrentamos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Este projeto visa desenvolver novos conhecimentos em técnicas e tecnologias que possam ser deixados como legado para os participantes das oficinas após a realização do projeto, em especial artesãos, makers, recicladores, designers e artistas do município de Belo Jardim/ PE. Durante as oficinas estarão envolvidos arquitetos, designers, artistas, makers e mestres artesãos e partirão de referências e materiais já presentes no universo criativo da cidade de Belo Jardim (Barro/ Cerâmica, Palha, Ferro/ Metal, Madeira e Materiais Reciclados) e da conexão destas com processos produtivos artesanais, analógicos e digitais (prototipagem digital, por exemplo), ressignificando as possibilidades desses materiais e fazeres, potencializando novas formas de desenvolvimento de produtos artesanais inovadores. Ao final do projeto realizaremos uma culminância com apresentação das criações para o público de Belo Jardim/ PE. Realizaremos também uma palestra para alunos e professores da rede pública de ensino onde serão apresentados os resultados do trabalho como forma de incentivar a comunidade a continuar fazendo, independente de projetos, o uso do que foi aprendido durante as oficinas. As 10 oficinas (produto principal) que serão realizados por meio do projeto, contam com as seguintes etapas metodológicas: - Diagnóstico preliminar da produção local. Identificação dos agentes que poderão participar das oficinas, como artesãos, makers, voluntários, artistas; - Visita aos espaços existentes como Centro de Artesanato, laboratório de formação maker existente no município de Belo Jardim/PE, Território do Fazer, gerido pelo Instituto Conceição Moura (carta de anuência em anexo), reconhecimento de técnicas e processos de produção, assim como levantamento dos equipamentos disponíveis no município para representação bi e tridimensional; - Realização de seleção do grupo participante e dos designers, arquitetos e artistas convidados que possam trabalhar em conjunto em Belo Jardim/ PE, priorizando pessoas e grupos deste município e cidades vizinhas, tendo como meta 30 pessoas envolvidas diretamente; - Realização de 10 oficinas (40 horas/ aula no total) de desenvolvimento, elaboração, prototipagem e construção de objetos artesanais com o público do município de Belo Jardim/ PE; - Realização de conexão entre tradição e tecnologia, através de aproximações possíveis entre os universos do fazer artesanal e da fabricação digital a serem trabalhados nas oficinas; - Utilização de materiais já familiares aos artesãos locais a exemplo da madeira, do barro, das fibras para tramas/ cestarias, ferro/ metal, tecido e plástico reciclados. As soluções serão encontradas a partir do uso dos materiais, incorporados às práticas de construção e interlocuções com a arquitetura e o design. - Realização da culminância _ apresentação dos objetos e técnicas criados em local de uso público. Será apresentada uma palestra para o público de alunos e professores da rede pública de ensino, como produto secundário e contrapartida social. O foco será a apresentação do resultado do trabalho desenvolvido durante o projeto, ressaltando a participação tanto de jovens quanto de artesãos com seus saberes complementares, artesanato (manual) e prototipagem digital. A palestra focará no exemplo dado a partir do resultado deste projeto mostrando que outras ações podem vir a ser executadas no município juntando os saberes tradicionais das pessoas com mais idade, com o conhecimento digital entre os mais jovens, além de outros aprendizados desenvolvidos durante as oficinas. Este ponto do projeto original foi alterado em decorrência da captação parcial, assim como da necessidade de readequação para execução em 2020, diante da realidade de pandemia que enfrentamos.

Justificativa

Belo Jardim é uma cidade do Agreste Pernambucano com uma tradição em produção artesanal em matérias primas recicladas (plásticos e tecidos), barro/ cerâmica e em ferro, principalmente. É uma cidade que tem tido ciclos regulares de atividades criativas, tais como festivais de música e audiovisual, à exemplo do Festival Mojubá, do Cine Jardim (festival de cinema que teve em 2019 a sua 5ª edição), e No Ar Coquetel Molotov, também teve sua 5ª edição em 2019, além de residências artísticas, o que vem estimulando novas gerações à produção e consumo cultural/ criativo. O projeto pretende partir deste estímulo já iniciado na cidade à criatividade em diversas linguagens para estimular o aperfeiçoamento de saberes e fazeres no campo criativo do artesanato, adicionando referenciais de linguagens criativas como as Artes Visuais, o Design e a Arquitetura aos fazeres manuais já tradicionais, assim como uma conexão destes ao mundo da fabricação digital, das novas tecnologias produtivas. Contaremos com a participação da equipe do laboratório de design ligado à UFPE - O Imaginário (carta de anuência em anexo), na coordenação das oficinas no tocante à valorização do artesanato desenvolvido na região e à agregação de valor do design para esta produção. Também estarão presentes na condução das oficinas o arquiteto Isac Filho (carta de anuência em anexo), que vem desenvolvendo projetos estruturadores em Belo Jardim/ PE e tem grande experiência com fabricação digital e construção inovadora de mobiliário, assim como da designer Renata Gamelo (carta de anuência em anexo), que transita entre os campos da arte, da cenografia e do design e trará esta abordagem nas atividades. O Instituto Conceição Moura (carta de anuência em anexo) é pioneiro na realização de projetos culturais e educacionais em Belo Jardim/ PE e, como gestor dos espaços Centro de Artesanato, assim como do Laboratório Território do Fazer, irá apoiar este projeto tanto na liberação dos espaços para uso durante as oficinas, quanto na articulação com os estudantes do ensino médio que frequentam o Laboratório, assim como com os artesãos envolvidos com o Centro de Artesanato. O Território do Fazer é um projeto de educação por meio da tecnologia mantido pelo Instituto Conceição Moura e que leva a robótica para crianças e jovens de Belo Jardim. O Instituto já contabiliza 360 alunos formados desde 2017 e vislumbra ainda mais formações para 2020. O projeto pretende ativar o Laboratório Território do Fazer, envolvendo a participação dos jovens do ensino médio que lá participam de cursos onde se utilizam da prática de prototipagem digital, usando impressoras 3D e cortadora à laser, e aperfeiçoar seus conhecimentos ao colaborar com a inovação aplicada aos fazeres artesanais e ao design de objetos. Em paralelo apresentaremos novas técnicas e modos de produção a artesãos, artistas, designers e arquitetos a serem envolvidos no projeto, juntos e misturados, de modo a enriquecer o repertório destes. Para tanto pretendemos realizar 10 oficinas complementares entre si, cujo resultado será exibido ao final do projeto, numa culminância aberta ao público. As oficinas atenderão grupo de 30 pessoas dentre artesãos, artistas, recicladores, jovens makers, arquitetos, designers e interessados. Levando em consideração o envolvimento dos recicladores da região participantes ligados à Associação Ecológica de Reciclagem de Belo Jardim/ PE (carta de anuência em anexo), assim como a participação dos artesãos do Centro de Artesanato, entendemos que os desdobramentos dessas oficinas, alcançarão, espontaneamente, um público muito maior, de cerca de 2000 pessoas. Para viabilizar a participação de jovens e de mestres artesãos como alunos nas oficinas, viabilizaremos uma bolsa/ apoio financeiro, visto que o sustento dessas pessoas, na maioria dos casos, depende muito das horas de trabalho, que serão substituídas pela oficina. Com o passar do tempo e as novas tecnologias, muitos jovens pouco se interessam em conhecer a tradição artesanal de sua cidade/ região e até mesmo antepassados. Conectá-los com o fazer artesanal a partir de seu ponto de interesse pela tecnologia poderá enriquecê-los com o repertório do fazer artesanal e despertar seu interesse por este e suas possibilidades ao conhecerem as conexões possíveis e as viabilizações econômicas potenciais que a união do fazer artesanal e da produção em tecnologias digitais pode trazer. Se por outro lado mestres artesãos muitas vezes têm dificuldades em usar as novas tecnologias, uma aproximação entre faixas etárias e históricos de interesse e habilidades entre artesãos e makers tende a gerar resultados promissores para os dois públicos. O uso deste mecanismo de incentivo (Lei de Incentivo Fiscal) justifica-se não só pelo mérito cultural do projeto, mas também pela dificuldade em se obter patrocínios diretos ou outros meios de financiamento na região nordeste, como também pelo fato dessa proposta se enquadrar nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, abaixo identificados: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, contribui para o alcance dos objetivos do Art. 3º da mesma norma, nos seguintes incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Este projeto se enquadra também no segmento previsto na alínea "g" do parágrafo 3º do Art. 18 - (preservação do patrimônio cultural material e imaterial). Para atendimento ao solicitado no art. 22 da IN nº 2 de 2019, será apresentada palestra para alunos e professores da rede pública de ensino para apresentar o resultado do trabalho desenvolvido durante o projeto, ressaltando a participação tanto de jovens quanto de artesãos com seus saberes complementares, artesanato (manual) e prototipagem digital. A palestra focará no exemplo dado a partir do resultado deste projeto mostrando que outras ações podem vir ser executadas no município juntando os saberes tradicionais das pessoas com mais idade, com o conhecimento digital entre os mais jovens. Este ponto do projeto original foi alterado em decorrência da captação parcial, assim como da necessidade de readequação para execução em 2020, diante da realidade de pandemia que enfrentamos.

Especificação técnica

Os produtos desse projeto são as oficinas (produto principal) e as palestras (produto secundário). Segue o detalhamento de ambos (projeto pedagógico). Oficinas Etapas metodológicas: - Diagnóstico preliminar da produção local. Identificação dos agentes que poderão participar das oficinas, como artesãos, makers, voluntários, artistas. - Visitas aos espaços existentes como Centro de Artesanato, laboratório de formação maker existente no município de Belo Jardim/PE – Território do Fazer, gerido pelo Instituto Conceição Moura (carta de anuência em anexo), reconhecimento de técnicas e processos de produção, assim como levantamento dos equipamentos disponíveis no município para representação bi e tridimensional. - Realização de seleção do grupo participante e dos designers, arquitetos e artistas convidados que possam trabalhar em conjunto em Belo Jardim/ PE, priorizando pessoas e grupos deste município e cidades vizinhas, tendo como meta 30 pessoas envolvidas diretamente. Público adulto. A seleção dos participantes se dará a partir da visitação aos espaços e grupos existentes de artesãos, recicladores e jovens makers, considerando o perfil de trabalho das pessoas, a disponibilidade e interesse em participar das oficinas, assim como sua capacidade de transmitir o aprendido para outras pessoas, após a finalização do projeto. - Realização de 10 oficinas (40 horas/ aula no total) de elaboração, prototipagem e construção de objetos artesanais com o público do município de Belo Jardim/PE; - Realização de conexão entre tradição e tecnologia, através das conexões possíveis entre os universos do fazer artesanal e da fabricação digital a serem trabalhados nas oficinas; - Utilização de materiais já familiares aos artesãos locais a exemplo da madeira, do barro, das fibras para tramas/ cestarias, ferro/ metal, tecido e plástico reciclados. As soluções serão encontradas a partir do uso dos materiais, incorporados às práticas de construção e interlocuções com arte, arquitetura e design. Todo o trabalho será conduzido pelo laboratório O Imaginário, com larga experiência na condução deste tipo de atividades. As oficinas serão divididas em elaboração de modelos e desenvolvimento de produto. As 05 primeiras terão foco no conhecimento das técnicas do grupo e elaboração de modelos. A designer Renata Gamelo e o arquiteto Isac Filho contribuirão nas etapas de seleção, conhecimento das técnicas do grupo e elaboração de modelos. A equipe do O Imaginário estará presente, com maior ênfase, após a 5ª oficina, quando da etapa de desenvolvimento de produto. Na etapa final de confecção do produto, estarão juntos a equipe do O Imaginário, a designer e o arquiteto. A abordagem conduzirá para que os participantes relacionem as técnicas apreendidas/ aprimoradas, agora direcionadas ao desenvolvimento de produto/ artefato novo. A apresentação do resultado das oficinas deverá ser feita em local público. O resultado do projeto poderá ficar como legado para a cidade, ampliando seu impacto sobre a mesma e o raio de pessoas atingidas por suas ações. - Realização de culminância – apresentação dos objetos e técnicas criados em local de uso público. Palestra Como produto secundário e contrapartida social, o projeto prevê a realização de palestra gratuita para alunos e professores da rede pública de ensino. O foco da palestra será compartilhar o aprendizado construído e seus meios, para um maior número de pessoas, com foco em alunos e professores da rede pública de ensino, que dificilmente teriam essa oportunidade, para que essas pessoas percebam a articulação e aprendizado que aconteceu através do projeto entre os artesãos e jovens makers de sua cidade, para que repliquem essa experiência de forma a gerar novas atividades econômicas envolvendo vários grupos diferentes de pessoas da comunidade. A palestra será apresentada pelos ministrantes das oficinas e terá cerca de 1h de duração. Este ponto do projeto original foi alterado em decorrência da captação parcial, assim como da necessidade de readequação para execução em 2020, diante da realidade de pandemia que enfrentamos.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL - OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. Essa estrutura não acarretará custos ao projeto, pois será escolhido espaço que já apresente as condições necessárias às necessidades dos participantes. DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá intérprete de libras na palestra. Custo previsto na planilha orçamentária do projeto. DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica. PRODUTO SECUNDÁRIO/ CONTRAPARTIDA SOCIAL - PALESTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. Essa estrutura não acarretará custos ao projeto, pois será escolhido espaço que já apresente as condições necessárias às necessidades dos participantes. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. Custo previsto na planilha orçamentária do projeto. DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica. Este ponto do projeto original foi alterado em decorrência da captação parcial, assim como da necessidade de readequação para execução em 2020, diante da realidade de pandemia que enfrentamos.

Democratização do acesso

Este projeto tem como produto principal a oferta de 10 oficinas de elaboração, prototipagem e construção de objetos artesanais com o público do município de Belo Jardim/PE. Os participantes das oficinas serão artesãos, recicladores, artistas, jovens com talento para artesanato, jovens que já trabalhem com laboratório digital de prototipagem, sempre dando prioridade aos estudantes de escolas pública assim como aos artesãos que fazem do seu trabalho artesanal uma fonte de renda familiar. Em atendimento ao art. 21 da IN 2/2019, a fim de atingir o objetivo de democratizar o acesso, o projeto ainda prevê: ● Permissão para captação de imagens das oficinas e culminância e autorização de sua veiculação por redes públicas de televisão (inciso IV do art. 21 da IN 2/2019); ● Oferta de acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos (inciso II do art. 21 da IN 2/2019); ● A doação para os participantes das oficinas de material didático que possibilitem os participantes passarem adiante os conhecimentos adquiridos na oficina; ● A participação nas oficinas será gratuita, para os artesãos, jovens makers, artistas e demais interessados da cidade de Belo Jardim/ PE. Este ponto do projeto original foi alterado em decorrência da captação parcial, assim como da necessidade de readequação para execução em 2020, diante da realidade de pandemia que enfrentamos.

Ficha técnica

PROA CULTURAL | Proponente Função no projeto A proponente Proa Cultural será a produtora executiva do projeto ora proposto e se responsabilizará por toda a elaboração do projeto, seu acompanhamento perante a Lei de Incentivo Fiscal, coordenará a execução do projeto e fará a sua devida prestação de contas. Será responsável também por todo o trabalho de coordenação do projeto, coordenação de produção, incluindo a produção em si. Os trabalhos serão remunerados e estão previstos na planilha orçamentária. Currículo resumido A Proa - Marketing Cultural e Projetos é uma empresa há 9 anos é sediada no Recife, mais especificamente no ambiente do Porto Digital. Sua expertise é criar e produzir projetos de diversos segmentos culturais para responder às estratégias de comunicação das empresas. Na sua carteira de projetos, destacam-se os mais recentes: o Filig - Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns em PE (2014, 2015, 2017, 2018 e 2019); o Festival Rec’n’Play, no Recife; O Recontent, no Recife; o Pequeno Encontro da Fotografia, em Olinda (2014, 2016, 2017, 2018 e 2019); o Festival Arte na Usina, música e artes visuais na Mata Sul de Pernambuco (2016, 2017 e 2018); a Flitin - Feira de Literatura Infantil, na Academia Pernambucana de Letras (2018); a Exposição Não-Dito da artista Ana Lira através do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea em Belém/PA (2016); o livro “Memória Gráfica no Agreste” (2018); Festival Transborda de Cultura sem Gênero (2018); Laboratório de Projetos Culturais (2017 e 2018); Festival Reconhecer (2018); Curadoria Local do Festival Path (SP, 2018). Na sua carteira de clientes, estão o Núcleo de Gestão do Porto Digital, o Instituto JCPM de Compromisso Social, a Chesf, o Sebrae, a Universidade Católica de Pernambuco, o Galo da Madrugada, Ferreira Costa, a CEPE – Companhia Editora de Pernambuco, Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife, entre outros. (currículo em anexo) LABORATÓRIO O IMAGINÁRIO Função no projeto A equipe do Laboratório O Imaginário fará a coordenação pedagógica de todo o processo que resultará na realização das oficinas, incluindo o trabalho dos instrutores durante as mesmas. Os trabalhos serão remunerados e estão previstos na planilha orçamentária. Currículo resumido O Imaginário é um laboratório Design da UFPE, formado por professores, estudantes e técnicos de diversas áreas do conhecimento, que atuam em ações de ações ensino, pesquisa e extensão com a ênfase no design a serviço da sustentabilidade, tanto em ambientes de produção industrial, quanto artesanal. Para atuar junto a comunidades produtoras de artesanato, o Laboratório desenvolveu um modelo de intervenção de design no artesanato apoiado numa metodologia transdisciplinar e participativa, com cinco eixos de atuação: gestão, comunicação, produção, design e mercado. O foco da intervenção é a comunidade artesã e seu produto. O Laboratório, ao longo dos quase 20 (vinte) anos de atuação do Estado, acumulou experiências, precursoras da aplicação dos conceitos de economia criativa e inovação social, traduzidas em resultados reconhecidos em todo o território nacional. MAIS INFORMAÇÕES: Site: https://www.oimaginario.com.br/ Produção acadêmica: https://www.oimaginario.com.br/producao-academica Premiações: https://www.oimaginario.com.br/premiacoes Instagram: https://www.instagram.com/oimaginariolab/ Facebook: https://www.facebook.com/oimaginariolab/ EQUIPE: Ana Maria Queiroz de Andrade - Doutora em Design pelo Programa de Pós-Graduação em Design da UFPE, Profa Associada 2 do Departamento de Design da UFPE, aposentada, coordenadora do Laboratório de Design O Imaginário da UFPE. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/2864245790838226 Virginia Pereira Cavalcanti - Doutora e Mestre em Estruturas Ambientais e Urbanas pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Paulo, Designer pela Universidade Federal de Pernambuco, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Design da Universidade Federal de Pernambuco, coordenadora do Laboratório de Design O Imaginário Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/2292931009490444 Germannya D’Garcia Araújo Silva - Doutora em Engenharia Mecânica, Mestre em Engenharia de Produção, Especialista em Ergonomia e Design de Produtos pela Universidade Federal de Pernambuco. Professora Adjunto do Núcleo de Design e Comunicação da UFPE/ Centro Acadêmico do Agreste - CAA. Vice-coordenadora do Núcleo de Designe Comunicação do CAA. Membro do Programa de Pós-Graduação em Design da UFPE. Pesquisadora do Laboratório de Design o Imaginário da UFPE. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/0237996809524149 Tibério Tabosa - Mestre em Engenharia de Produção pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Especialista em Gestão de Organizações Sociais pela Universidade Mackenzie de São Paulo e em Gestão Solidária para Organizações Sociais pelo Libertas de Recife. Pesquisador do Laboratório de Design o Imaginário da UFPE. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/8284735713426637 Erimar José Dias Cordeiro - Graduado em Desenho Industrial pela Universidade Federal de Pernambuco, Pesquisador do Laboratório de Design o Imaginário da UFPE, membro do comitê curador da Feira Nacional do Artesanato| FENEART. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/1671816652215612 Vinicius Botelho - Graduado em Design pela Universidade Federal de Pernambuco. Pesquisador do Laboratório de Design O Imaginário da UFPE. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/9838789705627702 Carolina Reis - Graduada em Design, com Láurea Universitária, pela Universidade Federal de Pernambuco, Especialista em Marketing pela UFPE. Membro da curadoria da Feira Nacional do Artesanato – FENEART. Pesquisadora do Laboratório de Design o Imaginário da UFPE.Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/4792086279015381 Danyellle Marques - Graduada em Administração de Empresas pelo Instituto Pernambucano de Ensino Superior, Especialista em Gerenciamento de Projetos pela FAFIRE e em Gestão de Recursos Humanos pela Faculdade Joaquim Nabuco. Pesquisadora do Laboratório de Design o Imaginário da UFPE. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/2284005539867777 EDVAN ISAC SANTOS FILHO Função no projeto O arquiteto Isac Filho desenvolverá a atividade de consultora da parte de arquitetura, além de palestrante. Os trabalhos serão remunerados e estão previstos na planilha orçamentária Currículo resumido Arquiteto e Empreendedor, fundador da adptDesign, startup com foco em desenvolvimento de design adaptável utilizando fabricação digital aliada a programação. Desenvolveu sua carreira profissional trabalhando em grandes empresas de Engenharia Consultiva e Escritórios de Arquitetura atuando no desenvolvimento de projetos nacionais e internacionais de grande complexidade como Planos Urbanos, Aeroportos, Portos e Centro de Convenções. Em 2014 foi premiado pelo Governo do Rio de Janeiro e Banco Interamericano de Desenvolvimento-BID, no Concurso Nacional de Projetos para o Centro de Convenções de Cabo Frio-RJ (2014). Atualmente tem seu trabalho direcionado para processos criativos como base para inovação. (currículo em anexo) RENATA GALVÃO DE MELO (Renata Gamelo) Função no projeto A designer Renata Gamelo desenvolverá a atividade de consultora da parte de design juntamente com O Imaginário, além de palestrante. Os trabalhos serão remunerados e estão previstos na planilha orçamentária Currículo Resumido Formação Acadêmica - Graduação em Design | UFPE - Universidade Federal de Pernambuco, Brasil, 2008.2. Tema: Design e Politicas Públicas de Cultura. Orientação: Kátia Araújo. Habilidades - Criatividade, Entusiasmo, Capacidade de articular/engajar pessoas, Ousadia, Proatividade. Objetivos - Colaborar com projetos e causas relevantes, coerentes com meus princípios éticos e alinhados a uma participação ativa e efetiva nas transformações urbanas e sociais. (currículo em anexo)

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE, ESPERANDO DECISÃO.