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PRONAC 200694Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

OFICINAS DE DE TEATRO ESPONTÂNEO, DRAMA E SOCIODRAMA PARA O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS

Antonia Benedita Teixeira
Solicitado
R$ 969,2 mil
Aprovado
R$ 969,2 mil
Captado
R$ 50,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

5.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2020-06-10
Término

Resumo

Realização de oficinas artísticas para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais. Objetiva fomentar os diversos segmentos do teatro através das novas tecnologias, visa impulsinoar plateias e apresentar soluções para comunidades em áreas de riscos e desastres naturais para comunidades, pessoas com necessidades especiais e profissionais da educação e defesa civil, além da produção de catálogo com registros da contrapartida social bem como dos conhecimentos focalizando a integração e a interdisciplinaridade entre arte, cultura e comunicação, através da inteligância artificial e mídias digitais.

Sinopse

Sinopse Em todas as oficinas serão utilizados métodos de caráter artístico e sócio educacionais, facilitadores do entendimento de fenômenos antropológicos e culturais que envolvem as relações humanas no seu contexto social, quais sejam, Jogos dramáticos, Role-Playing, Teatro Espontâneo, drama e sociodrama. A estrutura das oficinas se darão por três etapas de desenvolvimento: aquecimento, dramatização e compartilhamento, na sua aplicação utilizar-se à, as principais técnicas do psicodrama (solilóquio, inversão de papéis, espelho, duplo, interpolação de resistência, representação simbólica e imagens), sempre com vistas em ativar a espontaneidade criativa. Como referencial teórico, utilizarei o Sociodrama, método de ação profunda desenvolvida por Jacob Levy Moreno, o qual ancora-se num teatro factual imbuído por técnicas e estrutura sui generis. Sociodrama: O sociodrama, segundo Moreno (2015, p. 413) é considerado: Um método de ação profunda para a abordagem de relações intergrupais. O sociodrama nasceu do Teatro de Improviso, foi criado por Jacob Levy Moreno em 1925 onde fundou o Teatro da Espontaneidade, no melhor estilo dos espetáculos da Commedia dell’Arte realizados, no séc. XVII, onde a improvisação consiste no eixo vital da narrativa, pequenos fragmentos existenciais podem eclodir a partir do sensível ao sublime, da bufonaria a tragicomédia. Imaginem por um momento que vamos ao teatro pela primeira vez. Relatos tangíveis são vividos sob as luzes da ribalta, ao fundo um som eloquente para a cena, da plateia emergem-se protagonistas que ao convite do diretor sobem ao palco para narrar um episódio. Quem tem a próxima história? Esta é a mola mestre do diretor prestes a conduzir uma sessão de teatro espontâneo. Não existe um autor teatral, nem ensaios exaustivos. O palco não é um palco, mas uma parte do mundo real, como uma sala qualquer. Para a nossa imaginação, esses atores não são atores, mas pessoas reais. “É como se”, pelo movimento de uma varinha de condão, nos fosse permitido ser testemunhas de um mundo secreto e individual de eventos geralmente escondidos da nossa visão. Como o amor e o ódio, a insanidade e a morte, todos os excessos da psique humana, as intrigas pessoais que estão ocultas pelos negócios e pela religião, revelações sobre os mais complicados e secretos mecanismos internos da sociedade. O processo sociodramático que se desenrola ante os nossos olhos, apresenta-se pois como se fosse a própria vida, por isso denominamos o Sociodrama como a arte do momento por envolver a criação de um mundo ficcional no “aqui e agora”, os participantes assumem um papel no campo da ficção, onde os procedimentos sociodramáticos, são capazes de exteriorizar e objetivar fenômenos culturais em uma ordem axiológica, tal como funciona dentro de um sistema social. Teatro Espontâneo: O Teatro Espontâneo é uma modalidade de teatro interativo, cuja característica básica é a improvisação. O teatro espontâneo introduz no pensamento psicológico uma nova forma de encarar o comportamento humano por meio de técnicas e métodos teatrais. Role-Playing -RPG: O conceito fundamental desta abordagem é o reconhecimento de que o homem é um intérprete de papéis, todo o individuo é tipificado para um leque de papéis que conduz seu comportamento e de que toda cultura é reconhecida por anexos de papéis. O jogo dramático: O jogo dramático, neste contexto atua como um dispositivo de arranque mental e físico, ou seja funciona como um elemento catalizador para a realização dos métodos de ação que serão investigados. Drama: O drama o qual nos referimos é o drama no contexto inglês, é um meio para explorar o currículo, aprofundar e desenvolver a compreensão. Envolve discussão, colaboração e co-construção de idéias. Envolve 'intervir' e 'sair' de uma ficção, uma ficção planejada pelo professor para atender às necessidades do currículo, mas expandida e desenvolvida em parceria com os alunos. Com esse tipo de drama, a classe geralmente passa mais tempo fora da ficção do que dentro, discutindo eventos, refinando idéias e refletindo sobre o significado. Criar significado está no centro desse processo, é criativo e se baseia no desenvolvimento e no conhecimento dos alunos. Inteligência artificial na Cena: Consiste na criação de personagens, cenários e objetos Intermediários em 3D, especialmente para as oficinas com pessoas portadoras de necessidades especiais, nesse contexto configura imprimir personagens e objetos de cena em D para para que percebam as personagens e consigam “enxergar” através do toque. Os objetos intermediários são providos de inteligência artificial e da tecnologia de chatbots para o controle do robô em cena. Mitodrama: O Mitodrama objetiva criar um espaço de ação dramática que permite testemunhar uma ressignificação em um propósito coletivo como subproduto das atividades primárias do grupo. Produção no aqui e agora. O momento não é um pedaço da história, mas a história é um pedaço do momento. Relembrar vivências do passado que se exteriorizam de alguma forma nas vivências atuais. Este trabalho foi fundamentado no uso de bonecas como objeto intermediário com posterior agrupamento, construção de cena, e imagem fluida final. Jornal vivo: Caracteriza-se pela dramatização de notícias veiculadas no jornal do dia. Na dramatização do fato noticiado os atores poderão acrescentar detalhes cênicos correspondentes aos filmes a título de liberdade poética. Axiodrama: O Axiodrama é um tipo se sociodrama em que propõe a discussão cênica de um tema de interesse coletivo. (Violência na escola, bullying, racismo, amor, ódio, preconceito, etc). O tema será escolhido pelo grupo e a técnica dependerá do tema escolhido, não podendo ser definida neste momento. Cinedrama: Consiste em trabalhar cenas de filmes para desenvolver os diversos papeis, através da sistematização das técnicas do sociodrama.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar gratuitamente oficinas de teatro espontâneo, oficinas de jogos teatrais, oficinas de drama, sociodrama, oficinas de criação de personagens e objetos de cena com impressão 3D, oficinas de interpretação de papeis (RPG) de mesa com realidade aumentada para que seus interlocutores sejam capazes de desenvolver as habilidades socioemocionais em comunidades, profissionais da educação e da defesa civil para atuarem de forma compartilhada na educação bem como na gestão de riscos e desastres naturais em territórios de vulnerabilidade social. Principais resultados: Desenvolver valores embasados nas Skills (empatia, amabilidade, resiliência, estabilidade socioemocional e abertura a novas experiências através de metodologias ativas, visando melhorar sintomas de inquietação existencial, depressão, neurotização coletiva e medo, bem como a melhoria da saúde, do equilíbrio emocional e prevenção ao bullying e a hostilidade em suas inter-relações; Contribuir para formar plateias, fomentar o teatro e suas possibilidades na educação, capacitar alunos da rede pública, comunidades em áreas de risco e desastres naturais, profissionais da educação e da Defesa Civil para atuarem de forma compartilhada para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais bem como para a gestão de riscos e desastres naturais em escolas, organizações e territórios de vulnerabilidade social. Objetivo específico: Celebrar a cultura brasileira por intermédio da realização de 112 oficinas artísticas para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais, confecção de um catálogo com os registros da contrapartida, focalizando a integração e a interdisciplinaridade entre arte, cultura e comunicação através da inteligância artificial e das mídias digitais, quais sejam: 1. Ano: 2020 - Realização de 43 (quarenta e três) oficinas quais sejam: 1. Realização de 15 oficinas de teatro espontâneo 1.1 Realização de 19 oficinas de sociodrama I e II 1.2 Realização de 9 oficinas de jogos teatrais 2. Ano: 2021 - Realização de 69 (sessenta e nove) oficinas quais sejam: 2.1 Realização de 20 oficinas teatro espontâneo 2.2 Realização de 19 oficinas de sociodrama I e II 2.3 Realização de 9 oficinas de jogos teatrais 2.4 Realização de 3 oficinas de Interpretação de papeis- Role Playing RPG de mesa com realidade aumentada para portadores de necessidades especiais 2.5 Realização de 15 oficinas de criação de personagens, cenografias e objetos de cena em 3D para portadores de necessidades especiais 2.6 Realização de 3 oficinas de Inteligência artificial na Cena- Criação de cenários e objetos Intermediários em 3D para portadores de necessidades especiais OBS.: FUNCIONAMENTO COMPLETO DAS OFICINAS - 2020/2021 (Consta no item anexar documentos - Proposta: Cronograma de Execução Atualizado)- Oficinas, público alvo, turno de funcionamento, carga horária, número de vagas, dimensão das turmas, número de oficinas, locais de realização, modalidade, nível espaço físico e recursos materiais. 3. Confecção de um catálogo Confecção de catálogo: Produção e confecção de 285 catálogos em braile e 1215 em língua portuguesa para serem distribuidos gratuitamente, são registros de conhecimentos, focalizando a integração e a interdisciplinaridade entre arte, cultura comunicação através da inteligância artificial e das mídias digitais. Características do catálogo: Capa: 20x58.1cm, 4x4 cores em Couché Brilho Coml. 170g. SAÍDA EM CTP. Prova Contratual Impressa. Miolo: 16 págs, 29x20cm, 4 cores em Couché Brilho Coml. 90g. SAÍDA EM CTP. Prova Contratual Impressa.Dobrado, Intercalacao, Grampeado=2 Grampo(s). 4. Contrapartida social Coordenação educativa e realização de quatro workshops presenciais com transmissão de lives ao vivo, em sites e face book em todo o território brasileiro, são outras ações sobre metodologias ativas no processo de ensino aprendizagem. Visa concientizar os diferentes públicos para a importância da arte no processo educativo.

Justificativa

Justificativa Porque? A LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, é responsável pelo fomento à cultura nacional, sendo assim, a proponente pleiteia recursos de incentivo fiscal para o fomento à produção cultural e artística mediante a realização de oficinas artísticas para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. De acordo com o Artigo 3º da Lei 8313/91, visa a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; bem como, impulsiona plateias e apresenta soluções para comunidades em áreas de riscos e desastres naturais, artistas, estudantes, amadores, pessoas com necessidades especiais e profissionais da educação e da defesa civil. Vale lembrar que, a partir da aprovação em dezembro de 2017, da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), pelo Ministério da Educação, as habilidades socioemocionais foram incluidas no currículo e deve ser implantada até 2020 em todas as escolas, ou seja: públicas, privadas, em áreas urbanas ou rurais de todo Brasil. Num mundo tecnológico em que vivemos participar ativamente de uma oficina, de um jogo teatral ou mesmo de um espetáculo, está fundamentalmente vinculado ao prazer da experiência, isso estimula o interesse do espectador pela fruição artística, não basta o acesso ao teatro há necessidade de se adequar da melhor forma às novas tecnologias no campo da educação, das artes e da comunicação. A partir da implementação das habilidades socioemocionais na BNCC, os métodos ativos como o teatro espontâneo, drama sociodrama e os jogos, ganharam um novo sentido à participação ativa do público para atrair novos expectadores e fomentar os diversos segmentos do teatro, impulsinar plateias, além de ser referência no âmbito humanístico, artístico e sócio educacional por apresentar conteúdos inovadores, trazendo razão para a realização do projeto. Por fim, apontamos que os resultados a serem atingidos trarão uma repercussão positiva aos participantes e idealizadores, como também aos órgãos públicos envolvidos. Além de impactar a todos.

Estratégia de execução

A Base Nacional Comum Cuirricular (BNCC), é um documento normativo pelo qual se definiram as diretrizes do que os alunos devem aprender em cada ano, da creche ao ensino médio. Com isso, todas as escolas e redes de ensino deverão adaptar-se à implantação das habilidades socioemocionais, além das práticas e cognitivas até 2020. Nesse contexto, com a aprovação da BNCC e das inserções das habilidades socioemocionais, inicia-se um processo de discussão para sua implantação nos estados e municípios de todo Brasil. A crise mundial é axiológica, afeta principalmente as gerações mais jovens, para resolver problemas universais, Moreno nos apresenta métodos universais: sociodinâmica, sociometria e sociatria, como leis da escola do futuro, cujo objeto de estudo é a espontaneidade. Os métodos psicodramáticos da escola do futuro podem ser aplicados desde o jardim de infância até a universidade, seus princípios catárticos e sociométricos são capazes de restaurar os átomos sociais (interelações) não apenas da comunidade escolar, mas do mundo, operando em redes e criando pontes de conhecimentos, produzindo resultados positivos a nível mundial. Toda escola do futuro deve ter um palco como laboratório para resolver demandas e criar soluções. Paralelamente, a partir da BNCC, são urgentes alguns questionamentos: como levar para a sala de aula o desenvolvimento socioemocional, se mesmo a maioria dos profissionais da educação desconhece metodologias com essas características? Quando o mundo compreender o potencial dos conceitos psicodramáticos, provavelmente teremos uma revolução na educação em escala universal.

Especificação técnica

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO OFICINAS DE TEATRO ESPONTÂNEO, DRAMA E SOCIODRAMA PARA O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS 1. INTRODUÇÃO: O Projeto Político Pedagógico (PPP) define as diretrizes que nortearão as ações pedagógicas das oficinas. É um instrumento de definição das políticas à organização didático-metodológica, em que princípios, métodos e técnicas psicodramáticas se constituem em facilitadores do entendimento de fenômenos antropológicos e culturais, podendo contribuir no desenvolvimento de uma ação que traduza os anseios e expectativas dos diversos atores sociais. 1.2.1 OBJETIVOS 1.2.2 Objetivos Gerais Celebrar a cultura e a educação brasileira no campo das habilidades socioemocionais; Desenvolver ativamente os eixos estruturantes descritos na Base Nacional Comum Curricular - BNCC (interações, brincadeiras e jogos dramáticos para conviver, brincar, participar explorar, expressar-se e conhecer-se) e seus campos de experiências: · O eu, o outro e o nós; · Corpo, gestos e movimentos; · Traços, sons, cores e formas; · Escuta, fala, pensamento e imaginação; · Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. 1.2.3 Objetivos específicos Contribuir para formar plateias, fomentar o teatro e suas possibilidades na educação, capacitar alunos da rede pública, comunidades em áreas de risco e desastres naturais, profissionais da educação e da Defesa Civil para atuarem de forma compartilhada para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais bem como para a gestão de riscos e desastres naturais em escolas, organizações e territórios de vulnerabilidade social; Contribuir com as pesquisas sobre a inclusão das habilidades socioemocionais na educação básica no campo da BNCC, a partir de métodos psicodramáticos, de caráter artístico e sócio educacionais, facilitadores do entendimento de fenômenos antropológicos e culturais que envolvem as relações humanas em seus diversos contextos; Formar cidadãos participativos, responsáveis criativos e espontâneos na busca de alternativas viáveis no campo educação, cultura e das novas tecnologias. 1.2.4 Princípios Norteadores do projeto Polípitico Pedagógico a) Igualdade de oportunidade b) Qualidade c) Liberdade d) Valorização e) Acessibilidade f) Democratização 1.2.5 JUSTIFICATIVA As patologias ocasionadas no âmbito educacional e organizacional tornam possível utilizar dessa metodologia, que visa pensar o sociodrama como método ativo, ou seja, um novo modelo no âmbito cultural, sociológico e educacionail, capaz de mobilizar os diferentes atores sociais para o desenvolvimento de um conjunto de competências e aprendizagens. Os jogos são capazes de promover a participação ativa do público, além do promover o equilíbrio emocional, é importante para atrair novos expectadores, fomentar os diversos segmentos do teatro e da cultura impulsinar plateias, além de ser referência no âmbito humanístico, artístico e sócio educacional, apresenta conteúdos inovadores, trazendo razão para a realização do projeto. 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O método de abordagem é a socionomia, reconhecida como a ciência das Leis sociais, e suas possibilidades no desenvolvimento das habilidades socioemocionais em relação aos cinco maiores fatores da personalidade humana, ou seja, os (Big five). Aborda problemas antropológicos, culturais e métodos de ação profunda, onde o homem é um interprete de papeis. 2.1 AS TÉCNICAS E JOGOS DRAMÁTICOS 2.2.1 A Técnica da Tomada do Papel: Para Gonçalves (1988, p.73), O o desenvolvimento de um novo papel passa por três diferentes fases: (1) Role-taking – Tomada do papel ou adoção de papel, que consiste simplesmente em imitar a partir dos modelos disponíveis. Não permite variação, tão pouco, liberdade. (2) Role-playing – É o jogar o papel, explorando simbolicamente suas possibilidades de representação. 3) Role-creating – É o desempenho do papel de forma espontânea e criativa. Entretanto, para Gonçalves (1988, p. 62), ao discutir as 3 (três) fases de da formação da identidade a partir de Moreno, demarca que:“A fase de inversão – é onde, em primeiro lugar, existe a tomada do papel do outro para em seguida haver a inversão concomitante dos papéis.”. Nessa perspectiva, é importante verificar em que fase da matriz de identidade o grupo se encontra, para a fim de que a tomada de papel seja realmente efetiva. A técnica da tomada do papel consiste no momento em que o sujeito atua em conformidade com o papel que assume em determinada situação, um artista atuando como artista ou um médico atuando como um médico. A técnica da tomada do papel, precedida da inversão de papeispapéis, é capaz de organizar o mundo do sujeito, ou seja, reordenar sua matriz de identidade, as partes do eu total: o papel psicossomático representado pelo corpo, o papel psicodramático representado pela psique, e o papel social pela representado pela sociedade, formando o triênio corpo, psique e sociedade. Na tomada do papel, sua forma de reação varia de acordocom as pessoas ou objetos envolvidos em cada situação. 2.2.2 A Técnica da Inversão de Papéis Para Bustos (2005, p. 157), a técnica de inversão de papéis consiste: Em que o protagonista troque o papel que está representando com seus complementares. Logo se volta à posição inicial. Com relação à técnica de inversão dos papéis, Cukier (1992, p. 44) nos dá a seguinte compreensão: Moreno dizia que a inversão de papéis era o motor que propulsionava o psicodrama. Essa talvez seja uma das técnicas clássicas mais utilizadas na clínica. Propicia, além da vivência do papel do outro, o emergir de dados sobre o próprio papel que, sem este distanciamento, não seria possível. 2.2.3 – A Técnica da Rotação de Papéis Com relação à técnica da rotação de papéis, Bustos (2005, p. 158) afirma que: A rotação de papéis é utilizada quando o protagonista é todo o grupo que está dramatizando; consiste em ir trocando de papéis sucessivamente até voltar à posição inicial. Nessa técnica, cada membro de um grupo toma o papel de todos os membros do grupo, tornando a experiência mais interativa. 2.2.4 – A Técnica da Entrevista no Papel Fonseca (2018, p. 28), em seu artigo “Psicoterapia de Relação: Um Psicodrama Minimalista[1]”, descreve a técnica da entrevista no papel: Outra possibilidade de desempenho de papéis apresenta-se na técnica de entrevista no papel, ou seja, quando o terapeuta, em seupróprio papel, entrevista o personagem interno incorporado pelo paciente. Dessa forma, a entrevista no papel acontece no contexto psicodramático,; e é onde o terapeuta, com base, nas técnicas do psicodrama, poderá avançar na resolução da demanda dos clientes ou dos grupos. Como a entrevista acontece “no aqui e agora”, não há roteiro pré- determinado para a sua produção, nem o conhecimento das técnicas possíveis de serem utilizadas nos respectivos atos socionômicos. 2.2.5 – A Técnica da Auto Apresentação Auto-Apresentação A técnica da auto-Auto-Apresentação, segundo Moreno (2015, p. 239) consiste em: Deixar que o paciente começasse consigo mesmo, isto é, que reviva na, presença do psiquiatra situações que fazem parte da sua vida cotidiana e, especialmente, os conflitos cruciais em que está envolvido. Por sua vez, Gonçalves (1988, p. 89) destaca sua definição da técnica de auto-auto-apresentação. O cliente que se propõe ao trabalho apresenta-se ao grupo falando de si. Em seguida ou concomitantemente, escolhe papéis ou cenas, considerados significativos, para mostrar o que pretende naquele momento. Para Santos (1998, p. 105), a técnica da auto-auto-apresentação acontece: No aqui e agora, o diretor, autor-ator e o auditório convergem na articulação do drama individual com o drama coletivo. O método fundamental “é o desempenho do papel espontâneo-criador, personificando outras formas de existir, através da apresentação, para exploração e expansão do “eu” e para o conhecimento dos universos desconhecidos”. Dessa formaAssim, considera-se que a auto-apresentação deve ser um momento, em que os indivíduos ou grupos devam exercer a sua espontaneidade, criatividade e sensibilidade,. É uma técnica muito frequente em entrevistas com grupos inicias. 2.2.6 – A Técnica da Concretização Conforme Cukier (1992, p. 49), a técnica de concretização consiste: Na materialização de objetos inanimados, emoções, conflitos, partes corporais, doenças orgânicas, através de imagens, movimentos e falas dramáticosdramáticas. O Terapeuta pede ao paciente que lhe mostre, concretamente, o que estas coisas fazem com ele, e como o fazem. Trata-se de um recurso técnico importante, pois, se bem conduzido, acelera uma catarse de integração, senão “produz somente uma descarga física sem nenhum valor terapêutico”. Nessa mesma perspectiva, Santos (1998, p. 122) vem corroborar a citação de Cukier descrita acima, conforme pode ser verificado a seguir: Essa técnica abrange a representação de objetos inanimados, partes do corpo, e entidades abstratas (vínculo, emoção, conflito), com a utilização de imagens, movimentos, tomada de papel, solilóquios e duplos feitos pelo paciente. Corroborando Confirmando as citações de Cukier e Santos descritas acima, Gonçalves (1988, p. 91) a cita que a técnica da concretização trata da: Representação de objetos inanimados, entidades abstratas (emoções, conflitos), partes corporais, doenças orgânicas, através de imagens, movimentos e falas dramáticosdramáticas, o que é feito pelo próprio cliente ou ego auxiliar. Assim, a técnica da concretização tornará possível que conteúdos simbólicos e emocionais possam ser expressos e tratados no contexto psicodramático. 2.2.7 – A Técnica da Imagem Para Cukier (1992 p. 66-67): Há muito pouca literatura a respeito da técnica de imagens ou esculturas. Dentro do psicodrama propriamente dito, encontrei apenas algum material escrito por Rojas-Bermudez e um artigo de Fonseca Filho. Este último autor define a imagem simbólica como: ...”uma imagem montada pelo paciente no sentido de exteriorizar uma situação (sentimento interno).”. A técnica da imagem, por sua vez, traz conteúdos não expressos por métodos verbais, facilitando, dessa forma, a realização dos atos socionomicossocionômicos, bi-bipessoais e grupais. 2.2.8 – A Técnica da Livre Atuação Na descrição dos métodos sociodramáticos, Moreno (1974, p.129) resgata quatro regras básicas do Teatro da Improvisação. No âmbito da técnica do psicodrama, a regra básica é a substituição, da técnica de livre associação de origem psicanalítica, para à técnica de livre atuação de base psicodramática. Para Moreno (2015, p. 38), com relação à livre atuação: Nesse período, os atos são atos e não palavras, e as matrizes de ação que desenvolvemos na infância são anteriores às matrizes verbais que mais tarde integramos naquelas. Nessa perspectiva, a livre atuação, certamente, traria conteúdos psicológicos que através da livre associação não trariam os mesmos resultados terapêuticos. 2.2.9 – A Técnica do Solilóquio A técnica do solilóquio, costumeiramente, conhecida como “pensar alto”, ou seja, é um conteúdo não expresso, mas com forte impacto na vida de das relações de cada indivíduo ou grupo. Utiliza-se a técnica do solilóquio, na etapa da dramatização para identificar conteúdos não expressos através das cenas, a partir de consignas originadas pelo Diretordiretor. Para Moreno (2015, p. 245), o solilóquio: O psicodrama teve que desenvolver numerosas técnicas para dar expressão aos níveis mais profundos do nosso mundo interpessoal. (....) É usado pelo paciente para duplicar pensamentos ocultos que ele teve, realmente numa situação com um parceiro em sua vida, o que tem o aqui e agora, no momento do desempenho. O seu valor reside em sua veracidade, o seu propósito é a catarse. Em psicodramas e sociodramas, o solilóquio traz para aà cena conteúdos não expressos nas dramatizações, que podem resultar na melhoria dos conflitos que estão sendo tratados pelo terapeuta. 2.2.10 – A Técnica da Interpolação de Resistência Com relação à interpolação de resistência, Gonçalves (1988, p. 91) esclarece: Na verdade, Moreno utilizou esse nome para vários procedimentos técnicos, que tem têm em comum o fato de visarem “contrariar” disposições conscientes e rígidas do protagonista. Permitem ao cliente ter acesso a novos pontos de vista, mais flexibilidade em suas posições relacionais e buscar caminhos mais produtivos para a tele-sensibilidade. Calvente (1998, p. 103) afirma que: O objetivo da interpolação de resistência é encontrado em novos caminhos para que a criatividade se manifeste. A condição da existência da resistência num ato socionômico é trabalhada através das técnicas de aquecimento, sempre respeitando a disponibilidade dos indivíduos e grupos para as atividades programadas. 2.2.11 – A Técnica da Maximização De acordo com Rosa Cukier (1992, p. 48), a técnica da maximização consiste em: Pedir ao paciente que maximize um gesto, uma forma verbal, uma postura corporal - enfim, qualquer sinal destoante do resto de sua comunicação, quando esta ela nos soa estereotipada, formal ou estéril. Para Menegazzo (1995, p. 130), a maximização é: Uma técnica psicodramática em que o protagonista leva ao grau máximo, determinada expressão, quer com o corpo, quer com a sua palavra, para conseguir o aquecimento adequado. A técnica da maximização acentua a representação de conteúdos que os protagonistas, sejam eles indivíduos ou grupos, têm dificuldades de representar, tendo por fim, a catarse. 2.2.12 A Técnica da Loja Mágica A técnica da loja mágica consiste: O diretor representa no palco uma “loja mágica”. Ele próprio mesmo ou algum membro do grupo escolhido por ele, assume o papel de lojista. A loja está repleta de itens imaginários, de uma natureza não física. Os itens não estão à venda, mas podem ser obtidos por permutas, em troca de outros valores a serem entregues pelos membros do grupo, individualmente ou em conjunto. Um após o outro, os membros do grupo se oferecem-se para subir ao palco entrando na loja em busca de uma idéiaideia, um sonho, uma esperança, uma ambição. Parte-se do princípio que só fazem isso se se sentem um forte desejo de obter um valor altamente apreciado, sem o qual, as suas vidas pareceriam carentes de sentido. Moreno.(MORENO, 2015, p. 35). A técnica da loja mágica no contexto terapêutico e controlado oferece ao paciente a oportunidade de passar ao ato aquilo que estava dentro do pacientedaquele, podendo assim avaliar a si mesmo, ao mesmo tempo é um avanço na terapia, onde o diretor pode avaliar aferir seu paciente a à luz de suas experiências. Consiste em técnicas, processos e estratégias que permitem trabalhar o tempo e o espaço, criando oportunidades de exploração, exame, discussão e reflexão; investigar as ações, motivações e valores das pessoas; dar aos alunos o poder de influenciar eventos; cria uma 'zona segura' para experimentar e explorar diferentes possibilidades e escolhas. 2.2.13 Papel na Parede O Papel na parede consiste em desenhar em uma folha grande de papel o contorno de um dos um dos participantes. Palavras ou frases que descrevem o caráter, são então gravados diretamente para o desenho ou preso com post-its. Esta técnica de teatro pode ser realizada como uma atividade de grupo ou por indivíduos que escrevem sobre seu próprio caráter. Pode incluir fatos conhecidos, tais como a aparência física, idade, sexo, localização e ocupação, bem como idéias subjetivas, como gosta / não gosta, amigos / inimigos, atitudes, motivações, segredos e sonhos. 2.2.14 – Jogo Dramático Para Yozo (1996, p. 19), através do jogo dramático é possível despertar grupos e indivíduos para o desenvolvimento da sua espontaneidade, criatividade e sensibilidade, a partir das seguintes características: a. É uma atividade voluntária; b. Tem regras específicas e absolutas; c. Tem um tempo de duração limitado; d. Tem um espaço que é o próprio contexto dramático; e. Há o resgate da ordem lúdica; f. Busca a resolução de conflitos; Para Yozo (1996, p. 25), os jogos devem ser aplicados conforme a matriz de identidade dos indivíduos e grupos, da seguinte maneira: Fase da Matriz de Identidade Primeira Fase: Identidade do Eu Eu – Eu Duplo- Primeira Fase: Através das brincadeiras e da representação de papeis, o professor percebe em seus alunos o desempenho dos papeis e seu processo de aprendizagem, que pode começar apenas por imitação (Role Taking). Eu-Tu Espelho-Segunda Fase: Reconhecimento do EU Nessa fase, surge a tele para coisas e objetos, atração e rejeição. A criança começa a perceber a si e ao outro, já consegue jogar papeis (Role playing). É considerada a fase do espelho, onde a criança se espelhar em relação a outra. Eu- Nós Inversão de papeis- Terceira Fase (Eu Nós) Nessa fase já se opera o jogo e a inversão de papeis, é onde se inicia a identidade grupal a pecepção e interação com os outros. 2.2.15 Jogo da Colcha de Retalhos Pode-se inferir-se que o jogo da colcha de retalhos consiste em juntar partes de histórias contadas por integrantes de um grupo. Os sujeitos relatam suas histórias que vão se juntandoacopladas com outras, histórias até formar uma nova história. 2.2.16 Jogo do rítmo Ritmo em Círculo Com relação ao jogo do ritmo em círculo,, (Boal (, p. 136) afirma que: (...) todos em pé, de forma que possam trabalhar os diferentes ritmos desde a primeira até a última pessoa. Tanto o jogo da colcha de retalhos, quanto do ritmo em círculo não se tem muitas referências bibliográficas sobre as suas aplicações. 3. METODOLOGIA O sociodrama, segundo Moreno (2015, p. 413) é considerado: Um método de ação profunda para a abordagem de relações intergrupais. Os instrumentos, contextos e etapas de um psicodrama também são utilizados para na realização de um sociodrama, conforme será verificado a seguir: Conforme Moreno, (2015, p. 17-19) os instrumentos de um psicodrama são os seguintes: O primeiro instrumento é o palco, o segundo instrumento é o sujeito ou paciente; o terceiro instrumento é o diretor; o quarto instrumento é um staff de egos auxiliares; e, o quinto elemento é o público. O palco com ou sem cenário é o local onde se realiza a dramatização; há o protagonista, participante ou paciente, incluindo também os coadjuvantes que atuam em cena; o diretor é quem conduz a sessão de sociodrama; o ego auxiliar, que é um assistente do diretor, e o auditório ou público, formado por todos os presentes. O psicodrama considera sempre 3 (três) contextos: o social, grupal e dramático. Segundo Malaquias (2012, p. 22): o contexto social se refere à "cultura na qual os indivíduos estão inseridos, o tempo cronológico, o espaço real" em que são desempenhados os papéis sociais; o contexto grupal compreende "os participantes do grupo, o diretor e os egos-auxiliares"; e, o contexto dramático que "é o espaço demarcado para a ação dramática, é o lugar do 'como se' e acontece no palco psicodramático", constituído pelas atividades que lidam com o imaginário e a fantasia. Por sua vez, as etapas para na realização de um psicodrama são as seguintes: aquecimento inespecífico, aquecimento específico, dramatização, compartilhamento e processamento. A última etapa, chamada de processamento está relacionada ao ensino e aprendizado do método. Conforme Gonçalves (1988, p. 79-80): Aquecimento inespecífico e emergência do protagonista: o protagonista emergente, escolhido pelo grupo ou descoberto pelo (s) terapeuta (s). O diretor precisa cuidar para não confundir a eleição de um elemento do grupo com a verdadeira emergência do protagonista. Aquecimento específico e dramatização: aqui, aquecimento específico é a preparação do protagonista para a dramatização; é também, a manutenção do clima de envolvimento com a realidade vivida e dramatizada; Dramatização e papéis não vividos: é uma oportunidade para que o protagonista examine, através da experiência no “como se”, o sentido profundo de papéis em que vem investindo a sua fantasia. Para Gonçalves (1988, p. 102), o compartilhamento é chamado por Moreno de: Participação terapêutica do grupo. Nessa etapa, cada elemento do grupo pode expressar: em primeiro lugar, aquilo que o tocou e emocionou na dramatização, os sentimentos nele despertados e também sua própria vivência de conflitos semelhantes. Em seguida são feitos outros comnetários comentários da cena a que assistiu. 4. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS GERAIS No primeiro encontro será esclarecido os objetivos e a forma de desenvolvimento de cada oficina, nos demais encontros serão apresentados quatro sociodramas primários para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais. Convém ressaltar que são cinco as habilidades socioemocionais e quatro os sociodramas realizados. No Sociodrama I será trabalhada a habilidade socioemocional abertura a novas experiências; no Sociodrama II, a habilidade socioemocional conscientização; no Sociodrama III, a habilidade socioemocional extroversão e amabilidade e, no Sociodrama IV, a habilidade socioemocional estabilidade emocional. A partir da aplicação dos quatro sociodramas, aplicar os jogos e as técnicas correspondentes a identificação da matriz, o professor elabora um diagnóstico do contexto grupal para então poder elaborar as técnicas mais adequadas, de acordo com o que se quer ensinar, sempre observando a faixa etária e os campos de experiência. É possível ainda elaborar perguntas perceptivas, verificar o panorama do aprendizado e desenvolver habilidades, bem como observar o clima, o tempo, a tensão, a resiliência, a empatia e o contexto social, cultural, político, histórico e ambiental, sempre atento às seguintes questões: O que eu posso fazer para que o meu aluno realmente se interesse pelas aulas? Como deve ser o meu planejamento?Trabalhar num contexto imaginário permite ao professor explorar a dimensão do currículo, no contexto fictício tudo é atemporal, explore cada cena de acordo com o que se quer ensinar. Se o foco é aprender história, qual parte quer ensinar? É preciso identificar o foco, a zona e o aquecimento da área, dessa forma o organismo todo, (professor /aluno), atuam em torno de um único foco, a aprendizagem. 5. DESCRIÇÃO DOS SOCIODRAMAS Estará envolvidos nos sociodramas, a pesquisadora, um cinegrafista que filmará todos os atos socionômicos, e um ego auxiliar. I Sociodrama será trabalhada a habilidade sócio-socioemocional abertura para a novas experiências; II Sociodrama será trabalhada a habilidade sócio-socioemocional concientização; III Sociodrama será trabalhada a habilidade sócio-socioemocional extroversão e amabilidade; IV Sociodrama será trabalhada a habilidade sócio-socioemocional estabilidade emocional. Os atos socionômicos ou sociodramas propostos, com vistas ao desenvolvimento das habilidades sócio–socioemocionais, são todos sistematizados a partir das 4 (etapas): aquecimento; dramatização; compartilhamento e processamento.. 6. DESCRIÇÃO DO ATO SOCIONÔMICO I: ABERTURA A NOVAS EXPERIÊNCIAS NO CONTEXTO DA CONSERVA CULTURAL O primeiro sociodrama será desenvolvido a partir da relação entre “Conserva Cultural” no campo da “socionomia” e “Abertura a Novas Experiências” no campo das “habilidades sócio-socioemocionais”. O objetivo deste é investigar as evidências empíricas e verificar se todos estão espontaneamente, disponíveis para a novas experiências (habilidades sócio-socioemocionais) no contexto da conserva cultural. 6.1 DESCRIÇÃO DO ATO SOCIONÔMICO II: CONSCIENCIOSIDADE E TOMADA DO PAPEL. No segundo sociodrama, será desenvolvido a segunda habilidade socioemocional,“Conscientização”, correlacionada a “Tomada de papel” no campo da socionomia. O diretor utiliza-se das seguintes técnicas: inversão de papeispapéis, tomada de papel, solilóquio e auto auto-apresentação. Os jogos utilizados são os seguintes: colcha de retalhos, jogo ritmo corporal e uma bola como objeto intermediário. 6.2 DESCRIÇÃO DO ATO SOCIONÔMICO III: EXTROVERSÃO, ESPONTANEIDADE, CRIATIVIDADE E AMABILIDADE Nesse sociodrama será averiguação da terceira habilidade socioemocional “Extroversão”, “Espontaneidade Criatividade e Amabilidade”, correspondende a socionomia. Serão aplicadas nesse sociodrama as seguintes técnicas: loja mágica, inversão de papeispapéis e livre atuação. Foram utilizados os seguintes objetos intermediários: canetas, tesoura e papeis papéis e coloridos. 6.3 DESCRIÇÃO DO SOCIONÔMICO IV: ESTABILIDADE EMOCIONAL, NEUROTIZAÇÃO E SEINISMO Para a averiguação da quinta habilidade socioemocional, o diretor precisa identificar e analisar os discursos dos participantes sobre a relação entre “Estabilidade Emocional”, no campo das habilidades sócio-socioemocionais e Seinismo no campo da socionomia. O diretor utiliza-se das seguintes técnicas: inversão de papeispapéis, maximização e solilóquio, “jogo do quem”, inspirado em Spolin[2]. Para uma maior vinculação, ora a pesquisadora está no seu próprio papel, ora está no papel psicodramático. 7. FUNCIONAMENTO DAS OFICINAS - 2020 (Consta no item anexar documentos - proposta: cronograma de execução atualizado). 8. FUNCIONAMENTO DAS OFICINAS - 2021 (Consta no item anexar documentos - proposta: cronograma de execução atualizado). Oficinas, público alvo, turno de funcionamento, carga horária, número de vagas, dimensão das turmas, número de oficinas. Locais de realização Modalidade, nível espaço físico, recursos materiais 9. REFERÊNCIAS ABED, Anita. O desenvolvimento das habilidades socioemocionais como caminho para a aprendizagem e o sucesso escolar de alunos da educação básica. São Paulo: UNESCO/MEC, 2014. _____. O jogo de regras na psicopedagogia clínica: explorando suas possibilidades de uso. 1996. Monografia (Pós-Graduaçãoem Psicopedagogia) PUC, São Paulo, 1996. ______. Recursos metafóricos no processo ensino-aprendizagem: um estudo de caso. 2002. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade São Marcos, São Paulo, 2002. Disponível em: . Acesso em: 21 dez. 2017. ALMEIDA, Wilson Castello de Almeida. Grupos: a proposta do psicodrama. São Paulo: Ágora, 1999. AZIBEIRO, Nadir Esperanza. 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A proponente apresenta ações formativas e culturais em todo o território brasileiro através coordenação educativa e da realização de quatro workshops com transmissão de lives ao vivo, em sites e face book em todo o território brasileiro, são ações sobre metodologias ativas no processo de ensino aprendizagem. Visa concientizar os diferentes públicos para a importância da arte no processo educativo. Produção e confecção de 285 catálogos em braile e 1.215 catálogos em língua portuguesa para serem distribuidos gratuitamente. São registros da contrapartida, bem como de conhecimentos construidos, focalizando a integração e a interdisciplinaridade entre arte, cultura comunicação através da inteligância artificial e das mídias digitais. Formato do catálogo Capa: 20x58.1cm, 4x4 cores em Couché Brilho Coml. 170g. SAÍDA EM CTP. Prova Contratual Impressa. Miolo: 16 págs, 29x20cm, 4 cores em Couché Brilho Coml. 90g. SAÍDA EM CTP. Prova Contratual Impressa. Dobrado, Intercalacao, Grampeado=2 Grampo(s)

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE PRODUTO: OFICINAS ARTÍSTICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: Podcast (arquivo de áudio digital). PRODUTO: CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: Confecção de 285 catálogos em Braille. Obs.: Por motivos dos locais de realização das oficinas já oferecerem acessibilidade física, os custos desse ítem não se aplica.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1. PRODUTO: OFICINAS - Haverá gratuidade em todas as oficinas. As oficinas serão realizadas em locais próximos dos públicos alvo. Serviços de transporte: não se aplica. (Evento em locais inseridos nas comunidades). Haverá realização de lives para a transmissão dos conhecimentos adquiridos, bem como a divulgação e sites e internet. 2. PRODUTO: CATÁLOGO- Produto distribuido gratuitamente nos locais onde serão realizadas as oficinas. São registros de conhecimentos, focalizando a integração e a interdisciplinaridade entre arte, cultura comunicação através da inteligância artificial e das mídias digitais. 3. Conforme o Art. 21 - Em conformidade com o Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania serão implementadas as seguintes medidas de ampliação do acesso: I - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; II - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; III - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como oficinas abertas; VI - Oferecer as oficinas a estudantes da rede pública ou privada de ensino em todas as atividades desenvolvidas na proposta cultural; V - Realizar ação cultural voltada ao público infantil e infanto juvenil; VI - Estabelecer parceria (escolas, comunidades, Defesa Civil), visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público.

Ficha técnica

Antonia Benedita Teixeira - Proponente/dirigente. É responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. Função: professora psicodramatista e voluntária nas ações de contrapartida, coordenação educativa ou professora de de workshops. Responsável pelas oficinas de drama, sociodrama e teatro espontâneo, bem como a prestação de contas e a busca por incentivos fiscais. Especialista em Psicodrama socioeducacional pela Escola Lócus de Psicodrama de Florianópolis. Licenciada em Pedagogia pela Faculdade Anhanguera. Membro do Grupo de Pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisa – CNPq Resolução Científica de Conflitos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Diretora de drama, sociodrama e teatro espontâneo. Vice-presidente da Associação Teatral Eternos Aprendizes. Fundadora e diretora da Ribalta Escola de Atores em Florianópolis. Desenvolve atividades profissionais de produção cultural com espetáculos, cursos e workshops para formação de atores com diretores consagrados do teatro e da televisão brasileira. Dentre seus projetos financiados destacam-se: Mais Cultura nas Escolas; Teatro Educação; Drama na Sala de Aula (Escolas Públicas Estaduais e Municipais); O Boi e o Burro no Caminho de Belém (Município de Manoel Ribas-PR e Florianópolis); e, a Brinquedoteca da Escola de Educação Básica Antônio Francisco Machado em São José-SC. No âmbito de projetos de extensão universitária, realizou: Projeto de Extensão através da UFSC: Sociodramas de Saúde e Bem-Estar: Investindo na Melhoria da Qualidade de Vida (Campeche-SC); Sociodramas para Formação de Lideranças em Comunidades em Áreas de Risco; Sociodramas para Formação de Equipes para Startups; Sociodramas com Gestores de Proteção e Defesa Civil no Estado de Santa Catarina. Atualmente dedica-se à pesquisa sobre desenvolvimento de habilidades socioemocionais numa perspectiva sociodramática com alunos e profissionais da educação, de empresas e instituições públicas e não governamentais. Esta publicação é resultado de pesquisa sobre desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais com professores da rede pública de ensino do Estado de Santa Catarina. http://lattes.cnpq.br/5423076586429438 ______________________________ Harrysson Luiz da Silva - Função: Professor, diretor supervisor psicodramatista de todas as oficinas, bem como a busca por incentivos fiscais. Psicodramatista Sócio-Educacional (2018). Practioner em Psicologia Existencialista (Produção e Certificação de Conhecimento) - NUCA (2003). Pós - Doutor em Engenharia de Produção (Ergonomia Cognitiva) - UFSC (2000). Doutor em Engenharia de Produção (Inteligência Artificial Aplicada ao Meio Ambiente - UFSC (1997); Mestre em Desenvolvimento Regional e Urbano (Gestão Territorial de Empresas) - UFSC (1991); Bacharel em Geografia - (Percepção e Comportamento Ambiental) UFSC (1985); Líder do Grupo de Pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq) Resolução Científica de Conflitos desde 2003, e do Grupo de Pesquisa Inteligência Vibracional Reversa - IVR criado em 2013, respectivamente com foco em gestão de conflitos e psiconeuroimunoenergia; Presidente do Conselho Científico do Instituto Kw (2018); Consultor de Empresas e Organizações Nacionais e Internacionais (Environmental Resources Management , Pro-Natura International, SEBRAE, Ministério Público, Banco Mundial (CFI); Analista do Ministério da Educação (MEC) no Programa nacional do Livro Didatico (PNLD) em Geografia 2016; (Prêmio "Luzes da Àgua" na Categoria "Água e Direito" pela Universidade de Nice Sophia Antipolis - França (2007); Professor Associado I do Departamento de Geociências da UFSC desde 1997, e do Mestrado Profissional em Desastres Naturais da UFSC, desde 2015; Áreas de Atuação: Produção, Gestão e Certificação de Conhecimento; Gestão de Conflitos Ambientais em Desastres Naturais, e Psiconeuroimunoenergia. Membro do Núcleo de Pesquisa e Ensino de Geografia da UFS. http://lattes.cnpq.br/3674819568497807_______________________________ Regina Panceri - Responsável em articular o conhecimento do contexto escolar com a realidade social do aluno, ou seja, seus problemas e necessidades sociais, as relações interpessoais e grupais, mediar conflitos; Promover o diálogo entre escola, comunidade e territórios em conflito e contribuir para com ações que tornem a arte e a educação como uma prática de inclusão social, além da busca por incentivos fiscais. Formada em Serviço Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (1984), mestrado em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1995) e doutorado em Engenharia de Produção - Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001). Tem experiência na área de Serviço Social, atuando principalmente nos seguintes temas: terceiro setor, elaboração, monitoramento e avaliação de serviços, programas e projetos sociais, planejamento estratégico, consultoria social, responsabilidade social, certificação em responsabilidade social NBR 16000, empreendedorismo social, gestão de organizações sociais, planejamento e avaliação. Na Unisul Virtual ministra as disciplinas de: Psicologia Social, Gestão de Projetos, Direitos Humanos e Cidadania, Políticas Públicas, Elaboração e Análise de Projetos, Desastres, Calamidades e suas causas, Mobilização e Organização Comunitária, Programas, Projetos e Parcerias em Segurança Pública, Sociologia do Crime e da Violência, Direitos da Criança e do Adolescente, Idosos e grupos vulneráveis e minorias étnicas. Ministra cursos e aulas disciplinas de pós graduação em Elaboração de Projetos, Monitoramento e Avaliação de Projetos, Gestão de Projetos, Serviços de Alta Complexidade - Proteção em Situação de Emergência e Calamidade Pública, Defesa Civil. Orientação de TCCS, monografias, dissertações e supervisão pedagógica. Fundadora do Instituto Comunitário da Grande Florianópolis e integrante do Conselho Consultivo. Atuou no ICom com os Fundo Comunitário de Reconstrução, com o Projeto Fortalecer (na formação de gestores de Organizações da Sociedade Civil) e com o Portal Transparência. Coordena e acompanha projeto de Extensão para Formação de Gestores de ONGs e acesso ao Portal Transparência na Unisul Virtual. Atua como consultora na Assistência Social São Luiz em Florianópolis. Autora dos livros: Fundamentos do Serviço Social; Gestão de Organizações Sociais; Instituição e Cidadania; Situação de Risco e Desastre e Demandas Sociais; O Sistema Único de Assistência Social em Santa Catarina: Avanços e Desafios a partir das Experiências Municipais. Gerente de Pesquisa e Extensão na Defesa Civil de Santa Catarina), estudiosa da área de Gestão de Riscos e Desastres desde 2009. CV: http://lattes.cnpq.br/1683099862254830 ______________________________ Fernando Henrique Wisniewsky Miara- Oficineiro responsável pela oficina de Inteligência artificial na Cena - Criação de cenários e objetos intermediários em 3 D e desenvolvimento de site e a busca por incentivos fiscais e mídias digitais. Técnico em Informática pelo SENAI-SC (2015). Cursando Sistemas de Informação na Universidade Federal de Santa Catarina (2015). Desenvolve atividades de analise e implementação de sistemas computacionais na Empresa Softplan Planejamento e Sistemas (2018). Suporte de Envio e Processamento de arquivo bancário na Empresa NEXXERA Ltda (2015-2017) Membro do Grupo de Pesquisa do CNPq da UFSC denominado Inteligência Vibracional Reversa e Resolução Científica de Conflitos. Tem expertise na implantação de códigos e de desenvolvimento de sistemas de business intelligence com notações de inteligencia artificial. (Texto informado pelo autor) http://lattes.cnpq.br/9003087392553765 ______________________________ Arthur Andre Ferrão da Silva: Oficineiro responsável pelo Mercado/Vendas do projeto, bem como pela realização das oficinas de Criação de personagens em 3D, RPG de mesa com realidade aumentada e a busca por incentivos fiscais e mídias digitais. Técnico em Informática pelo SENAI-SC (2013). Estagiário receita federal (2016). Cursando ciências contábeis na faculdade ESTÁCIO DE SÁ (2016). Assistente de business intelligence na empresa QUALIREDE (2019). Membro do grupo de Pesquisa do CNPq da UFSC denominado Inteligência Vibracional Reversa e Resolução Científica de Conflitos. Tem expertise na implantação de códigos e de desenvolvimento de sistemas de business intelligence com notações de inteligencia artificial. (Texto informado pelo autor) http://lattes.cnpq.br/7422445131770168 ______________________________ Juliano Henrique Wisniewsky Miara- Oficineiro reponsável pela realização das oficinas de interpretação de papeis em 3 D e RPG de mesa com realidade aumentada, oficinas de impressão 3D com lives (interação ao vivo entre todos os estados brasileiros) podcast e divulgação em Mídias digitaise e a busca por incentivos fiscais. Técnico em Informática pelo SENAI-SC (2013). Modelagem e Impressão 3D Merilu Projetos (2018). Cursando Administração de empresas na Universidade Federal de Santa Catarina (2016). Suporte em informática na AHGORA SISTEMAS (2014-2015). Membro do grupo de Pesquisa do CNPq da UFSC denominado Inteligência Vibracional Reversa e Resolução Científica de Conflitos. Tem expertise na implantação de códigos e de desenvolvimento de sistemas de business intelligence com notações de inteligencia artificial. http://lattes.cnpq.br/2917750219966974 _______________________________ Aldo pereira Filho- Produtor Cultural. O produtor cultural é responsável pelo agendamento das reuniões com patrocinadores, agendamento das escolas, acompanha a proponente em todas as reuniões e oficinas, organizando tudo o que é necessário para o bom funcionamento das mesmas. Também é responsável pela divulgação dos eventos e atua na função de ego auxiliar do professor diretor, bem como a busca por incentivos fiscais e o registro fotográfico e audiovisual do projeto. 2017- Presidente da Associação Teatral Eternos Aprendizes 2016- Produziu junto com Antonia Teixeira o Áudiovisual “Capitães da Areia”, tendo como locação a Brinquedoteca Mais Cultura do Forquilhão. Produziu junto com Antonia Teixeira a Mostra da Escola Rosa Torres de Miranda que fez uma pequena turnê de cinco apresentações em escolas e também no Teatro Álvaro de Carvalho. 2014/2017- Desenvolveu um projeto de Brinquedoteca no CEM Antonio Francisco na condição de Parceiro Cultural do Programa Mais Cultura nas Escolas. O Programa consiste em uma iniciativa interministerial, firmada entre os Ministérios da Cultura (MinC) e da Educação (MEC), com a finalidade de fomentar ações que promovam o encontro entre o projeto pedagógico de escolas públicas contempladas com os Programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador e experiências culturais em curso nas comunidades locais e nos múltiplos territórios. 2018- Trabalhou na produção do projeto Drama na Sala de Aula no primeiro semestre de 2018, com a realização de 6 oficinas e a produção do espetáculo Zumbi dos Palmares. _______________________________________

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2023-12-31
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina