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PRONAC 200702Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cidades Nuvens / Mapa Instantâneo, de Suzana Queiroga.

Estudio F Design e Comunicação Ltda
Solicitado
R$ 353,8 mil
Aprovado
R$ 353,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-28
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Exposição com quatro (04) instalações inéditas da artista plástica carioca Suzana Queiroga, a ser realizada no segundo semestre de 2020. As obras previstas neste projeto são "Mapa Instantâneo", "Cidades Nuvens", "Inventário" e "Sala dos Arquivos" que ocuparão quatro espaços com áreas estimadas, respectivamente, em 50m2, 40m2, 30m2 e 30m2. Será produzido um catálogo-registro da mostra, com texto do curador, fortuna crítica, fotos das obras e pequena biografia profissional.O lançamento do catálogo será gratuito e terá uma mesa-redonda aberta ao público. Serão realizadas visitas guiadas, seguidas de oficina e lanche, com alunos de escolas públicas do município do Rio de Janeiro. Essa mostra será totalmente democrática e inclusiva, sem restrição de público, atendendo a crianças e adultos, comunidades de baixa renda ou de classe alta, jovens estudantes ou pós-graduados, deficientes visuais, auditivos ou de locomoção.

Sinopse

Essa exposição individual da artista plástica Suzana Queiroga é composta por quatro instalações inéditas. Segue abaixo, uma breve descrição de cada obra: 1. "Cidades Nuvens". A obra se relaciona às cidades, mas também aos fluxos da água e seus estados físicos, como à evaporação - à água invisível e ao conceito ambiental dos “rios voadores”. A instalação apresenta-se suspensa no espaço, composta por cerca de trezentas lâminas de polipropileno numa gama delicada de tonalidades de branco translúcido nas quais desenhos recortados referem-se às tramas urbanas, reais ou fictícias. A conexão destes elementos cria volumes e ondulações e configura-se como uma grande nuvem suspensa no teto da sala através de fios de nylon transparentes. O trabalho pode alcançar diversas alturas vindo do ponto mais alto até mais próximo ao público e permitir a vivência da escala do corpo em relação à obra. A sala deverá estar escura, com a iluminação incidindo sobre a instalação de forma a ressaltar seus volumes, transparências e projeções de sombras. 2. "Mapa Instantâneo". Um denso labirinto tridimensional será formado por um cruzamento caótico de linhas de lã e barbantes de algodão a construir uma grande teia no espaço. A obra relaciona-se à ideia de um mapa tridimensional que representaria aspectos da realidade inapreensível aos olhos e também às ideias sobre o infinito, sendo livremente inspirada no conto “O jardim de veredas que se bifurcam”, de Jorge Luis Borges. Construído com linhas, como um grande desenho espacial, estabelecerá uma relação direta com a arquitetura. A sua criação se dará num processo intenso e num fluxo contínuo de decisões e ações de entrelaçamento das linhas, do início até a conclusão final da instalação e que, portanto, possui uma certa performatividade. Um trabalho em vídeo a partir do registro dessa ação de criação e construção in loco da obra será realizado e apresentado num pequeno monitor. 3. "Inventário". Bacia com 120 cm de diâmetro x 3 cm de altura, guache branca, água destilada, projetor, sistema de som em 4 canais, plotagem 50 x 50 cm em base alumínio. Dimensões e configurações variáveis. Videoinstalação sonora que aborda um amálgama de sensações partindo das experiências urbanas, memórias e vivências cotidianas, a partir do mapa cognitivo da artista. A obra é composta por alguns elementos integrados. Um áudio do poema/sonoro intitulado “Mapa Conjunto”, de autoria da artista, estará distribuído nos quatro cantos do espaço. Posicionada no chão, no centro da sala, uma bacia circular cheia de líquido branco serve de anteparo para uma projeção vinda de uma das paredes da sala, exatamente no encontro dessa com o teto. A projeção no líquido irá gerar o rebatimento na parede contrária à do projetor, um espelhamento distorcido das imagens que culminará numa sensação onírica, ou seja, um fluxo veloz e vertiginoso de imagens em movimento criadas a partir de inúmeros desenhos, mapas e rostos será projetado precisamente na área da bacia e, devido à angulação dessa projeção, uma imagem trêmula e residual se apresentará rebatida na parede oposta. Uma pequena plotagem do poema “Mapa Conjunto” será vista apenas na saída do espaço. 4. "Sala dos Arquivos". Mesas-vitrines, prateleiras, mesa, cadeira, poltrona, estante, luminária, potes, caixas de som, monitores de vídeo, desenhos, objetos variados, fotografias, alguns cadernos e livros etc. Dimensões e configurações variáveis. Entraremos nesta sala como se a mapear e explorar uma biblioteca ou um laboratório privado, um ambiente secreto e nunca revelado. Mais que o espaço em si, o que se pretende é revelar o mapa mental da artista através de seus pequenos objetos, esboços, fragmentos, restos, coleções, protomaquetes e diversos outros elementos que estarão dispostos por mesas-vitrines, mapas, prateleiras, móveis além da presença de vídeos e áudios distribuídos pelo espaço. Como um laboratório de intenso processo, alguns elementos novos serão construídos e acrescentados no espaço ao longo da exposição. - Será produzido um CATÁLOGO impresso e digital da exposição, com texto da pesquisadora Profa. Dra. Christine Greiner (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), texto do curador do Museu, fotos das obras, bibliografia sobre a artista e biografia profissional. - Visitas guiadas com oficinas: vamos levar crianças da comunidade do Morro da Previdência para duas visitas guiadas com a artista, seguida de oficina artística-educativa; reiteramos que Suzana Queiroga teve uma experiência muito bem sucedida nesse sentido quando realizou trabalho similar com crianças do Projeto Redes da Maré, em 2010; inclui traslado de ida e volta e lanche para as crianças. - Será realizada uma MESA-REDONDA no lançamento do catálogo, com a participação de Suzana Queiroga e dois convidados, para discutir: a) sistemas e subsistemas citadinos - redes visíveis e invisíveis existentes nas metrópoles, sejam estas, redes de telecomunicações, de transportes, de eletricidade, de alimentação ou redes de histórias e pensamentos; b) a questão das obras de arte em espaços públicos e a acessibilidade da obra artística a grupos “especiais”:deficientes auditivos, visuais, de mobilidade, minorias raciais e étnicas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo é aproximar o público das obras de arte - muitas vezes mitificadas e consideradas inacessíveis para o "leigo". O projeto, pela sua própria natureza, quatro instalações que contemplam múltiplos meios e materiais _ incluindo video, desenhos, esculturas, objetos e projeções _vai gerar uma comunicação fácil e sensorial a um público grande, curioso e variado. A artista vai criar espaços de imersão coletiva, permitindo o trânsito livre do público e permitindo-o vivenciar a escala do corpo em relação à obra. O trabalho da artista se relaciona às ideias de fluxo, conexões de sistemas dinâmicos, tempo e infinito. Suas instalações geram ambientes de introspecção e imersão e tangenciam temas que vão do meio ambiente _ os fluxos da água, rios, evaporação, chuva _ passando pelas tramas e caminhos urbanos (cartografia da cidade), até a sensação do indivíduo no espaço, suas memórias afetivas, do corpo, dos espaços privados e coletivos onde vive e circula. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Além do produto principal que será a exposição com quatro instalações e cujo objetivo está esplanado acima, teremos produtos e objetivos secundários, a saber: 1. Realizar quatro visitas guiadas com alunos de escolas públicas do município do Rio de Janeiro, seguidas de oficina e lanche - 50 crianças para cada visita, o que totaliza 200 crianças; 2. Publicação de um catálogo com fotos e textos sobre as obras expostas, fortuna crítica e trajetória profissional da artista: - impresso, com tiragem de 1,5 mil exemplares (sendo 30% distribuído gratuitamente) - digital (e-book), nos formatos e-pub e PDF, com link para acesso gratuito disponível na internet; 3. Produzir uma mesa-redonda no lançamento do catálogo para discutir sistemas e subsistemas citadinos _ redes visíveis e invisíveis existentes nas metrópoles, sejam estas, redes de telecomunicações, de transportes, de eletricidade, de alimentação ou redes de histórias e pensamentos.

Justificativa

"Cidades Nuvens / Mapa território" atende a vários incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91, a saber: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: As instalações da artista proporcionam uma experiência imersiva e sensorial, uma vez que suas obras englobam percepções em todos os sentidos, separadamente: visual, auditivo, táctil e de movimento especial. A exposição será realizada no Mar - Museu de Arte do Rio, localizado do centro da cidade, de fácil acesso e público de 500 mil pessoas ao ano. II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: Dentre os artistas contemporâneos nascidos e moradores do Brasil, Suzana Queiroga é das mais significativas, com uma trajetória persistente e consistente, participando de várias mostras nacionais e internacionais, desde os anos 80. Obteve 12 prêmios no Brasil e exterior e foi artista residente em diversos países, como Portugal, Áustria e Argentina. IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional: A artista também vai acompanhar duas visitas com alunos de escolas públicas do município do Rio de Janeiro. E em seguida fará uma oficina. Trata-se de um trabalho similar ao que ela fez com o Projeto Redes, da Maré, fazendo as crianças perceberem a sua cartografia afetiva, as suas sensações cotidianas sobre o espaço geográfico e o olhar delas em relação à sua comunidade - geralmente mais apreendidas através da escola, do campo de futebol, da igreja e até do valão. VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: Como dizia Ferreira Gullar, "a arte existe porque a vida não basta". Ou seja, a arte existe não só como um elemento de contemplação, mas, sobretudo, como um elemento que nos ajuda a entender e aprimorar a própria existência. Apreciar uma obra de arte também passa pela educação dos sentidos e pelo estímulo em apreciar o abstrato, os sentimentos, as sensações, a estética - o mundo complexo, fora do cotidiano racional em que vivemos. E isso deve ser ensinado e mostrado aos cidadãos, desde a fase da escola - ou eles se tornarão adultos com uma visão limitada, apenas de sobrevivência. Este projeto também atende ao inciso II do Artigo 3º da Lei 8313/91, a saber: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cências ou congêneres

Estratégia de execução

Com a palavra, a artista Suzana Queiroga: "Algumas obras são penetráveis para que o espectador tenha uma noção da sua instabilidade ao caminhar em seu interior, a adquirir uma nova percepção ambiental e em relação à arquitetura. Os processos que constituem esses trabalhos permitem várias camadas de fruição e interpretação." "A questão do tempo levou-me a ideia de fluxo, que percebo como principal gatilho do meu pensamento. A experiência da arte no tempo é uma questão da arte contemporânea que muito interessa-me." "O desenho da cidade é uma grade que modifica-se continuamente. Essas variações crescem e diminuem infinitamente. Essa amplitude é o que me faz trabalhar cada dia mais, perceber novas possibilidades de lidar com a questão e com os assuntos que são agregados toda vez que faço uma nova abordagem: cidades, moléculas, nuvens, topografias." "No exercício de uma cartografia dos espaços vários índices podem ser reunidos para além da geografia e da representação tridimensional. Estou interessada na cartografia e nos mapas como narrativas de fluxo e em compreendê-los como raios-x de um instante. Considero a soma de todas as experiências, tempos, conexões, memórias, leituras de dados com minhas caminhadas e trajetórias pelo mundo, onde os movimentos inscrevem-se na superfície terrestre como a criar um contínuo desenho do cotidiano." "Da mesma forma, o fluxo do sistema circulatório interessa-me para ampliar as possibilidades de pensar a questão do tempo. A este somam-se os fluxos e ciclos como, por exemplo, o ciclo da água em suas mudanças de estado, a presença determinante dos fluidos ar e água em nossas vidas e na vida das paisagens, nas correntes térmicas e marinhas, turbulências, nuvens, chuvas, ondulações, rios e marés, fenômenos que nos apresentam a ideia inestimável de um devir vital e pulsante que, embora muitas vezes invisível aos olhos humanos, são únicos a cada instante e considero-os uma expressão perceptível do fluxo do tempo." "O quadro não é um dado, mas um acontecimento, uma experiência que se dá no tempo. O crítico brasileiro Paulo Sergio Duarte certa vez escreveu sobre a gênese do meu trabalho que 'Ao contrário da centrífuga do pensamento escultórico, predomina um raciocínio centrípeto. A dilatação do campo da pintura está sempre submetida à simultânea contração dessa força'. A curadora Viviane Matesco nomeou meu trabalho “pintura como campo ativado”, a perceber que o contraste entre o geométrico e orgânico, entre o plano e a ação espacial não é contraditório, mas traz uma tensão ao trabalho que o coloca em movimento. É um trabalho cujo raciocínio essencial migra aos vários suportes."

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÃO das instalações da exposição: 1. "Cidades Nuvens". Polipropileno e tinta azul. Dimensões e configurações variáveis. 2. "Mapa Instantâneo". Lã e barbante de algodão, cabos de aço, mosquetões e monitor. Dimensões e configurações variáveis. 3. "Inventário". Bacia com 120 cm de diâmetro x 3 cm de altura, guache branca, água destilada, projetor, sistema de som em 4 canais, plotagem 50 x 50 cm em base alumínio. Dimensões e configurações variáveis. 4. "Sala dos Arquivos". Mesas-vitrines, prateleiras, mesa, cadeira, poltrona, estante, luminária, potes, caixas de som, monitores de vídeo, desenhos, objetos variados, fotografias, alguns cadernos e livros etc. Dimensões e configurações variáveis. ESPECIFICAÇÃO do catálogo: IMPRESSO - Formato fechado: 200 x 280mm / Formato aberto: 400 x 280 mm; 128 páginas / 4x4 cores / papel couchê fosco 150 grs. / verniz fosco; - Capa formato aberto: 580 x 280mm / papel triplex 300 grs. / 4 x 1 cores; Laminação fosca frente / verniz localizado U.V. frente; DIGITAL - No formato e-pub com o mesmo projeto gráfico e informações o catálogo impresso.

Acessibilidade

Produto EXPOSIÇÃO: - O acesso às salas de exposição contém rampas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida - Algumas das obras expostas oferecerão a possibilidade da experiência tátil e sensorial - Serão disponibilizados audioguias gratuitos com descrição das imagens e da expografia, a fim de atender os deficientes visuais Produto CATÁLOGO: - O lançamento do catálogo também será realizado no MAR - Museu de Arte do Rio (no Centro da Cidade do Rio de Janeiro), um local com acessibilidade para cadeirantes e idosos e de fácil acesso para a população, com alternativas de transporte público: - Será disponibilizado um link gratuito com audiodescrição do conteúdo do catálogo como contrapartida para contemplar os deficientes visuais. O link constará em todos os exemplares do livro e também será divulgado nas mídias sociais da Editora Lacre, do Museu de Arte do Rio e em todas as outras mídias que se interessarem em divulgá-lo de forma gratuita. Produto ENCONTRO com MESA-REDONDA: Na noite de lançamento do catálogo haverá um debate com a artista, o curador e um urbanista - Um intérprete de libras acompanhará esse debate para contemplar os deficientes auditivos - O local proposto para a realização deste debate (MAR - Museu de Arte do Rio) é de fácil acesso, e compatível a pessoas com mobilidade reduzida e com transporte público disponível, no Centro da Cidade do Rio de Janeiro. - Será disponibilizado um link gratuito com o registro videográfico da mesa-redonda As informações sobre as medidas de acessibilidade constarão em todas as ações de divulgação dos produtos.

Democratização do acesso

Produto EXPOSIÇÃO: A visita à exposição será gratuita às quartas-feiras. O local da exposição, o MAR (Museu de Arte do Rio), fica no Centro da Cidade do Rio de Janeiro, em local de fácil acesso por ônibus, Metrô e VLT (Veículo sobre Trilhos). Vamos permitir a captação das imagens das obras expostas, assim como do evento de abertura da exposição para veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Vamos permitir Produto CATÁLOGO (impresso e digital): - o lançamento do catálogo será em local público e gratuito. - 15% da tiragem dos catálogos, ou seja, 225 exemplares, serão entregues gratuitamente para ONGs, bibliotecas públicas municipais e bibliotecas de universidades. - uma cota dos catálogos será distribuída gratuitamente no lançamento com a mesa-redonda - estimamos 5% da tiragem, ou seja 75 exemplares - 50% da tiragem, ou seja, 750 exemplares, serão comercializados ao preço acessível de R$ 50,00 - no site da editora e nas livrarias físicas e on-line - uma versao digital do catálogo (e-book) será disponibilizada através de link gratuito na internet A comprovação de doação se dará através de documento assinado de recebimento dos exemplares pela entidade beneficiada; Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - Serão realizadas quatro visitas guiadas e oficinas com alunos de escolas públicas municipais – incluindo lanche e traslado de ida e volta. Cada visita contemplará cerca de 50 crianças. A artista teve uma experiência muito bem sucedida nesse sentido quando realizou trabalho similar com crianças do Projeto Redes da Maré, em 2010. Produto ENCONTRO com MESA-REDONDA: · Será realizada uma mesa-redonda no lançamento do catálogo · Esse debate será gratuito e aberto ao público em geral. · O público alvo será de jovens, adultos e idosos, principalmente universitários, professores, agentes socioculturais e pessoas de comunidades carentes. · Será permitida a captação de imagens das atividades e autorizada a sua veiculação por redes públicas de televisão. · O debate será filmado e disponibilizado nas redes sociais de forma gratuita. · O evento terá transmissão ao vivo pela internet, oportunizando a participação de pessoas de outras localidades do Brasil e do mundo. · Haverá um intérprete de libras para contemplar portadores de deficiência auditiva As informações sobre as medidas de acessibilidade constarão em todas as ações de divulgação dos produtos.

Ficha técnica

SUZANA QUEIROGA (artista plástica). Atuante desde os anos 80, Suzana trabalha com uma grande variedade de meios, incluindo vídeos, performances, instalações, infláveis, pinturas, desenhos e esculturas. Suas poéticas atravessam as questões do fluxo, do tempo e do infinito. Em suas obras de grandes dimensões, a experiência de expansão dos sentidos pode gerar espaços de imersão coletiva. Sua obra tem sido apresentada internacionalmente e obteve vários prêmios, no Brasil e no exterior. Exposições selecionadas nos últimos 10 anos: Em 2019, exposição individual “Cartography for Peace”, Sput&Nik the Window, Porto, Portugal, exposição coletiva “Rios do Rio – as águas doces cariocas, ontem e hoje”, no Museu Histórico Nacional, RJ. Em 2018, exposição individual "Miradouro", Paço Imperial do Rio de Janeiro, RJ; exposição individual de "Pinturas", Galeria Cassia Bomeny, exposições coletivas; XX Bienal Internacional de Cerveira", edição especial comemorativa de 20 anos, Vila Nova de Cerveira, Portugal, "Open Studio", Air 351, Art in Residence International Program, Cascais, Lisboa, Portugal; "Mulheres" na coleção do MAR, Museu de Arte do Rio, RJ, "Literatura Exposta", Casa França-Brasil; em 2017, exposição dos finalistas do VI Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas, Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia, São Paulo, XIX Bienal Internacional de Cerveira, Vila Nova de Cerveira, Portugal. Em 2016, instalação “Ah, Molécula!”, composta por três esculturas infláveis flutuantes, no espelho d’água do Museu do Amanhã, RJ, exposição coletiva “A Cor do Brasil”, no MAR, Museu de Arte do Rio; exposição "Cinco artistas e a Geometria", Um Galeria, Rio de Janeiro. Em 2015, exposição individual “ÁguaAr”, no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura, em Guimarães, Portugal e ganhou o Prêmio Aquisição na XVIII Bienal de Cerveira, Portugal, Exposição em dupla “Blue - A Terra é Azul”, com a artista Mai-Britt Wolthers, Galeria Matias Brotas Arte Contemporânea, Vitória, ES. Em 2014, “Livro do AR” projeto solo para “O Grande Campo”, no OI Futuro RJ, exposição individual “Prelúdio”, na Galeria Siniscalco, em Nápoles, Itália, e participou da IV Bienal del Fin del Mundo, Mar del Plata, Argentina. Em 2013,“Olhos d’Água”, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, vencedora do 5º Prêmio de Artes Marcantonio Vilaça MINC/FUNARTE(2012) e exposição individual “ Semeadura de Nuvens”, Galeria Artur Fidalgo. Em 2012, Individual “Open Studio-Suzana Queiroga, Akademie der Bildenden der Künste Wien, Viena, Áustria; exposição individual com a instalação “O Grande Azul”, Casa França-Brasil, RJ. Exposição individual “Flutuo por Ti, Galeria Anita Schwartz, RJ. Em 2009, fez as exposições “Velofluxo”, no Museu da Chácara do Céu, desdobramento da individual no CCBB de Brasília no ano anterior, em que criou um balão de ar quente. No mesmo ano sobrevoa o Rio com este balão no projeto “Vôo-Velofluxo”. Artista residente nas seguintes instituições: Em 2018/2019, artista residente no AIR 251, Art in Residence International Program, Cascais, Lisboa, Portugal; Em 2015, artista residente no CAAA-Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura, em Guimarães, Portugal; Em 2014, artista residente na IV Bienal del Fin del Mundo, Espacio Unzué, Mar del Plata, Argentina; Em 2013, artista residente no Instituto Hilda Hilst, Casa do Sol, São Paulo; Em 2012, artista residente na Akademie der Bildenden der Künste Wien, Viena, Áustria. ESTUDIO F / Editora Lacre (empresa proponente: coordenação do projeto, coordenação de produção): Empresa carioca com 20 anos de experiência nas áreas de design, editorial e de produção. Realizou projetos editoriais, expográficos e de design para empresas como: Oscar Niemeyer Arquitetura, Cia. Caminho Aéreo Pão de Açúcar, Petrobras, O Globo, Museu da Imagem e do Som, Confederação Nacional das Seguradoras, Seguradora Líder-Dpvat, União Brasileira dos Compositores, Cia. Canetas Compactor e Caixa Econômica, entre outras. Coordenou a edição de livros de personalidades como: Affonso Romano de Sant'Anna, Alberto Dines, Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, Paulo Coelho e Joel Rufino dos Santos. É proponente e realiza projetos de leis de incentivo cultural desde 2013. Nos últimos dois anos, realizou: - Abril a Junho /2019: Exposição “Rios do Rio - as águas doces cariocas, ontem e hoje”, no Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro: Montagem, cujas obras de acervo dialogam com trabalhos contemporâneos. Acervos e coleções de seis instituições diferentes misturam-se a esculturas, instalações, pinturas, vídeos e projeções de 20 artistas contemporâneos em um rico e potente diálogo, que se pretende revelador dos rios soterrados, do patrimônio desmantelado e da importância ambiental. O projeto também contemplou a visita de 10 escolas municipais com atividades de educação ambiental no local. - Março /2019: Lançamento do livro “A alma, o coração e o cérebro do varejo”, de Luiz Antonio Secco, consultor de marketing e novas tendências, cuja publicação preparamos a edição e o projeto gráfico. Livraria da Travessa, Rio de Janeiro. - Novembro /2018: Edição e lançamento do livro “O paradeiro do poeta”, de Thiago Castanho de Carvalho e prefácio de Silvio Tender. Livraria da Travessa, Rio de Janeiro. - Novembro /2018: Participação no projeto Paixão de Ler, com o livro infantil “Mirela e o Dia Internacional da Mulher” - Leitura interativa e debate com a autora, Ana Prestes. Biblioteca de Campo Grande, Rio de Janeiro. - Setembro /2018: Edição e lançamento do livro “Bomba atômica! Pra quê?”, de Tania Malheiros. O livro narra a trajetória do recurso no Brasil, desvendando segredos e aprofundando informações. - Agosto /2018: Participação da Editora Lacre no I Festival Carioca dos Livros, Galpão das Artes, Rio de Janeiro. - Outubro /2017: Edição e lançamento do livro “Contos Fantásticos Brasil-Namíbia. Livro bilíngue, com ilustrações, que narra a semelhança entre o folclore dos dois países. - Fevereiro /2017: Relançamento do livro "Mulheres, um século de transformações". Uma parceria Editora Lacre, ONU Mulheres e o Globo. Amebras, passarela do Samba, Rio de Janeiro. FLÁVIA PORTELA (dirigente da empresa proponente: coordenação editorial do catálogo / v. portfolio da empresa proponente) Jornalista, editora e designer, com Pós-Graduação em Filosofia Contemporânea, Flávia Portela é sócia-fundadora e diretora-executiva da empresa proponente e trabalha com gestão de projetos desde o ano 2000. LUCIANA FRAZÃO (design expográfico e assistência de curadoria) Designer gráfica, artista visual, pesquisadora e graduada em História da Arte na Escola de Belas Artes da UFRJ, Lu Martins possui uma vasta experiência nas áreas expositiva e editorial voltadas para a arte contemporânea, tendo trabalhado com diversos pesquisadores, artistas e curadores. Entre seus trabalhos mais recentes estão: pesquisa e assistência de curadoria para a exposição “Rios do Rio – as águas doces cariocas ontem e hoje”, no Museu Histórico Nacional (2019); os livros "Diálogo com Cartas", de Jocy de Oliveira, editora SESI (vencedor do prêmio Jabuti de 2015 na categoria Arquitetura, Urbanismo, Artes e Fotografia), o catálogo “Nós” para a Caixa Cultural de Brasília (2017), “Imagética”, de Ana Vitória Musi, para o Paço Imperial (2016) e os livros da Coleção Arte e Tecnologia do Oi Futuro: “Poesia Visual 3” e “Transperformance 3” (2016). FERNANDA BARATA RIBEIRO (design gráfico) Designer com experiência comprovada em mais de 20 anos de carreira, servindo grandes agências do Rio de Janeiro, tais como Burti, Caio Domingues, DPZ, Ogilvy e Animus. Trabalha diretamente com criação de projeto gráfico e arte-finalização. É parceira e fornecedora da empresa proponente há cerca de 10 anos, tendo participado conosco de outros projetos via Leis de Incentivo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.