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O projeto prevê a montagem inédita do monólogo "Bucheiras", com 3 meses de ensaio e 02 de temporada em teatro no Rio de Janeiro. A atriz Iza Lanza, criada por sua mãe e suas tias "bucheiras" que vivem do ofício de limpar o bucho do boi para ser consumido, faz um relato autobiográfico de 90 minutos, expondo de forma confessional e poética as memórias pessoais da atriz mescladas a outras fontes textuais como o diário da escritora Maura Lopes e a poesia de Manuel de Barros. Indicado para maiores de 16 anos.
É revirando as entranhas dessa vivência familiar que a atriz constrói sua história. A origem de tudo está no quintal de uma casa na cidade de Sete Lagoas, em Minas Gerais, um local de luta e coragem que sobrevive sem a presença da figura masculina e na coragem da avó da atriz Raimunda Bucheira. A cena revela a árdua lida dessa mulher na dobrada do bucho para ganhar a vida. A energia de Raimunda permeia o lugar da lida e das grandes festividades da cidade de Sete Lagoas. Ela foi a primeira voz a comandar o Batuque Mineiro na varanda de sua casa. Sete mulheres, Sete buchos de Sete Lagoas. A narrativa se desenvolve como uma imensa receita culinária cheia de complexos ingredientes: o quintal de sua casa, os urubus, a carniça, o próprio bucho, o cheiro fétido desses elementos, a relação das mulheres com a presença masculina e o ritmo dos tambores do Batuque Mineiro, tradição deixada pela matriarca da família, transformando tudo isso em uma narrativa viva e comovente. O enredo vai se revelando onde dor e alegria se misturam, bucho e batuque se entrelaçam, urubus e pessoas confundem-se. O espetáculo, através de uma única atriz em cena vai apresentar o interior de cada uma dessas sete mulheres, mostrar seus desejos, receios e sonhos, exibir a maneira como elas rasgam seus “buchos”. A intenção é fazer do quintal da casa um “micro-sertão” em que a vida “se enrola e desenrola, se aperta e afrouxa” como nas veredas de Guimaraes Rosa. Nesse espaço e contexto em que o pegajoso e desprezível bucho transforma-se em iguaria: a famosa dobradinha, ou seja, a buchada mais gostosa de Minas Gerais. Assim, o terreiro onde as mulheres preparam o bucho do boi para a sobrevivência da família, durante a noite se transformava em espaço de festa, com as cantigas de rodas, as danças de quatro, o recortado do batuque, além de muita viola, pinga e alegria. Raimunda construiu sua história, marcou toda uma geração e deixou o bucho como herança da família, lida que vem passando para filhas e netas. O couro do tambor e a pele do bucho são matérias para a construção dessa cena. A pesquisa dessas vivências encaminhou o resgate de uma musicalidade riquíssima, o processo recupera o batuque mineiro que foi silenciado na cidade após a morte de Raimunda. O “Batuque” é a base musical do espetáculo. “Bucheira” convida o público a ter uma experiência sensível e catártica, mesclando o cômico com o mais súbito dramático, trazendo à tona momentos de risos e de prantos, levando-o não somente a um mergulho na vida destas mulheres, retratada apenas pela atriz em cena, mas também a um mergulho visceral para dentro de si, do universo mais íntimo de cada um, convidando todos a “rasgarem o seu bucho” e a olharem verdadeiramente para suas raízes. “As coisas perdidas e inalcançadas foram as únicas que possuí.” (Maura Lopes) O contato de Iza Lanza com a obra da Maura Lopes “O Hospício é Deus” possibilitou o encontro com o seu próprio interior, sua vida de forma mais profunda, seu “bucho”. Dessa forma, a atriz encontra um ponto de intercessão de onde parte para criar a narrativa. O lápis na mão da escritora e as facas nas mãos das tias vão escrevendo e cortando uma vida. O delírio provocado no quintal com os seus dramas individuais de cada mulher tem a força da loucura sã de Maura Lopes. Assim elo entre as tias bucheiras e a escritora Maura Lopes se dá na ideia “revirar-se”. A escritora mineira, pouco conhecida produziu uma obra importante, alguns a comparam à Clarice Lispector. Um processo gradativo de loucura a leva a várias internações. Em seu livro “O Hospicio é Deus”, escrito durante o tempo em que esteve intenada ela diz: “Sou um anjo com vocação para o demônio”. O texto da escritora é pulsante e faz um mergulho profundo em seu universo interior.
OBJETIVO PRINCIPAL Apresentar ao público um texto inédito, construído a partir dos desdobramentos físicos da sala de ensaio, onde a história de vida da atriz será esmiuçada e poetizada, trazendo à cena histórias das bucheiras de Sete Lagoas. OBJETIVOS ESPECIFICOS - Realizar 16 apresentações do espetáculo "BUCHEIRA" - Fomentar a formação de plateia e o acesso aos bens culturais à população em geral, promovendo assim um debate após o espetáculo. - Explorar o elemento autobiográfico, que é bastante explorado no cinema documentado e na literatura. No teatro, entretanto, não é muito comum sua vigência, sendo mais habitual a representação da autobiografia de determinado autor, do que o próprio ator trabalhando a partir de suas memórias pessoais. - Apresentar a força dos tambores na cultura tradicional do Batuque mineiro, e das modas de viola tradicionais da região, propondo ao público esse conhecimento musical pouco conhecido nos grandes centros urbanos. - Realizar todas as apresentações com a presença de intérprete de Libras, possibilitando a acessibilidade dos portadores de deficiência auditiva. - Como contrapartida social realizar 4 oficinas com 40 alunos cada, totalizando 160 estudantes atendidos.
A Lei de Incentivo à Cultura é de fundamental importância para a realização do projeto, pois demonstra a seriedade da proposta de montagem teatral aprovada pela Secretaria Especial de Cultura, além de viabilizar uma forma que possamos captar recursos junto aos possíveis patrocinadores. Do artigo primeiro da Lei podemos destacar para este espetáculo os incisos I, III, V, VIII, devido à criação ser de artistas brasileiros e por conter tema universal. Em relação do artigo terceiro, o projeto se enquandra no objetivo de realização de espetáculos de artes cênicas, como fomento à produção cultural e artística. (inciso II, letra c). Nos últimos anos, os solos autobiográficos vêm ampliando sua ação nas artes cênicas, sendo um canal de expressão política do ator que o encena. Este espetáculo caminha nesta direção, Iza Lanza, ao narrar sua biografia, busca além de provocar identificações, também contextualizar, provocar e principalmente nos revelar uma cultura com profundas raízes, desconhecidos por muitos, buscando também provocar conteúdos identitários de uma sociedade marcada pela diversidade cultural, exclusão cultural e social. A contundência do conteúdo do espetáculo já justificaria a montagem, a história das Bucheiras de Sete Lagoas é a prova viva que o Brasil congrega realidades muito díspares e ricas culturalmente. Criações que produzem conteúdos como este, são cada vez mais necessárias ao espectador, que pode ver resultados de uma criação que alia arte e história, arte e afeto arte e identidade cultural. O espetáculo retrata a simplicidade e humildade do ser humano. É nesse valor que a cena encontra potência para comunicar-se com as mais diferentes plateias. Encontrar beleza no resto mais reles, como o bucho, tudo se transforma, se reinventa. Quanto vale o seu bucho? Essa pergunta norteia a montagem e pretende ir avassaladora até o espectador afim de provocar nele olhar para si e para o outro. Ao expor suas memórias como tema a atriz deseja alcançar uma verdade impossível de ser delegada a outro ator, só ela, pessoalmente será capaz de expor ao público toda a riqueza do ambiente em que foi criada. O texto definitivo nasce das pequenas comédias, nas tragédias comuns e na poesia cotidiana. A força da montagem parte do material mais íntimo da atriz, que apresentará seu relato, dividindo com a plateia "sua carniça". O desenvolvimento de uma linguagem cênica entrelaçando poesia, teatro físico e memória objetiva levar o público ao questionamento acerca da própria existência. "Com a escrita, rasgo meu bucho, reinvento-me a cada instante. Tudo está destinado a força da natureza... Minha buchada borbulha como uma válvula pronta a estourar de dor, riso, ódio, fraqueza, loucura, misture tudo com o vendaval dos delírios braçais, rapa forte a capa fedida, tira toda sua carniça, pica bem picado cada ferida, pesa os pesos pesados e passa bastante laranjinha capeta, esfrega bem esfregado e deixa arder com toda sua força... Assim você terá uma bela buchada na sua mesa carregando todo meu desconjuro." (Iza Lanza)
não se aplica
ESPETÁCULO TEATRAL O espetáculo terá duração aproximada de noventa minutos e tem classificação indicativa para maiores de 16 anos. OFICINA - serão realizadas 4 oficinas com 40 alunos cada, totalizando 160 estudantes a serem beneficiados. Treinamento Energético/ Corpo dilatado do atorMinistrante: Iza Lanza. Trata-se de um treinamento físico intenso e ininterrupto, e extremamente dinâmico, que visa trabalhar com energias potenciais."Quando o ator atinge o estado de esgotamento, ele conseguiu por assim dizer, "limpar" seu corpo de uma série de energias 'parasitas' e se vê no ponto de encontrar um no fluxo energético mais 'fresco'. Uma vezultrapassada esta fase (do esgotamento físico), ele (o ator) estará em condições de reencontrar um novo fluxo energético, uma organicidade rítmica própria a seu corpo e à sua pessoa, diminuindo o lapso de tempo entre o impulso e ação. Trata-se, portanto, de deixar os impulsos tomarem corpo.Juntamente com esse trabalho após esgotamento, entra o segundo momento, recortes de textos, poemas, como inspiração para iniciar uma criação coletiva colocando como base o treinamento energético de todos.Horários: 3 horas de treinamento por dia, por 5 dias.
ACESSIBILIDADE FÍSICA A acesssibilidade física está prevista no projeto através do teatro onde estará se apresentando, que tem rampa de acesso e/ou elevador para portadores de deficiência física. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O projeto prevê todas as apresentações com intérprete de Libras, para portadores de deficiência auditiva. Para essas apresentações a produção do espetáculo fará contato com instituições que atendem esse público específico para que possam comparecer às apresentações.
Para democratizar o acesso o projeto estará oferecendo ingressos a preços populares e também gratuidades para escolas da rede pública de ensino médio, já que a classificação indicativa prevê a idade mínima de 16 anos. Haverá ensaio aberto e debate após a apresentação com a atriz Iza Lanza.
A proponente do projeto, Iza Cristina Lanza, estará realizando a gestão administrativo-financeira do projeto, além de ser autora do texto e atuar como atriz. Direção: MOACIR CHAVES Formado em Teoria do Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni-Rio), instituição em que concluiu seu mestrado e doutorado. Dirigiu diversos espetáculos, entre eles, Labirinto, A Negra Felicidade e O Controlador de Tráfego Aéreo, com o grupo Alfândega 88,2.500 por Hora, com Claudio Gabriel e Joelson Medeiros, A Lua Vem da Ásia, com Chico Dias, O Jardim das Cerejeiras, com Deborah Evelyn e Elisa Pinheiro, Macbeth, com Fabíula Nascimento e Bruce Gomlevsky, Lavanderia Brasil, com Felipe Camargo e Marcos Breda, Dom Quixote e a Duquesa, ópera de Boismortier, Utopia, com Maria Clara Gueiros e Dani Barros, Fausto, com Fernando Eiras e Gabriel Braga Nunes, Por Mares Nunca Dantes, com Tonico Pereira, Inutilezas, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes, A Resistível Ascensão de Arturo Ui, com Luiz Fernando Guimarães e Oswaldo Loureiro, Bugiaria, com Josie Antello e Orã Figueiredo, O Altar do Incenso, com Marília Pêra, Dom Juan, com Edson Celulari e Cacá Carvalho, Sermão da Quarta-feira de Cinza, com Pedro Paulo Rangel e Esperando Godot, com Rogério Cardoso e Denise Fraga. Texto e Atuação: IZA LANZA Atriz e diretora. Em 2009 formou em interpretação e direção teatral, na Universidade Federal de Ouro Preto. Foi integrante do grupo teatral "Mambembe Música e Teatro Itinerante." Nesse grupo atuou em espetáculos: O conto Da Ilha desconhecida de José Saramago; O Barão das Arvores de Ítalo Calvino; Ciganos de Bartolomeu de Queiroz. Ministrante de oficinas "O ator ativo em cena". Escreveu um livro sobre o processo de direção do espetáculo "Delírios de Will", lançado em 2010, "Cadernos Cênicos -Musicais - Mambembe."-Integrante grupo de pesquisa prática na máscara teatral do Grupo Moitará, RJ. de 2011 até inicio de 2013.-Professora de teatro no Grupo Nós do Morro no Rio de Janeiro de 2010 até 2012, de interpretação.-Atriz no espetáculo "Macunaíma- Uma história de Amor", em 2012. Direção: Lucia Coelho e Caique Botkay no Rio de Janeiro.-Integrante como palhaça dos Doutores da Alegria, em 2010 no Rio de Janeiro, com o projeto, "Plateias Hospitalares".-Premiada melhor atriz do espetáculo- "A Megera In- Domada", em 2009 na semana de Artes UFOP.- Atriz espetáculo do dueto de teatro físico “CONTORÇÕES AFOGADAS”, estreia no Centro de Movimento Deborah Colker em junho de 2016. Participando de dois festivais de teatros ganhando 3 indicações. 1- Melhor pesquisa cênica/ 2- Melhor atuação/ 3 Melhor Música.-Atriz no espetáculo “TROPICALIA” Direção de Denise Telles, estreia no teatro Baden Powell em setembro de 2016.- Pesquisadora em teatro físico, viajou para Colômbia para fazer abertura dos Jogos Centros Americanos e do Caribe, em Barranquilla (Colômbia) com direção de Jimmy Rangel, de maio a julho de 2018. DANILO TIMM – Direção Musical Foi o preparador vocal e co-diretor musical de “Hedwig e o Centímetro Enfurecido” indicado ao Prêmio Shell 2010 de Teatro (música). Também como preparador vocal trabalhos nos espetáculos “Hair”, “Um Violinista no Telhado” e “As Bruxas de Eastwick" - Charles Moeller e Claudio Botelho, “R&J - Juventude Interrompida” - João Fonseca, "Nós Sempre Teremos Paris" - Jacqueline Laurence e "As Coisas Que Fizemos e Não Fizemos" - Matheus Souza. Na TV em "Cheias de Charme” e "O Canto da Sereia" - TV Globo. Como ator integrou o elenco de "O Despertar da Primavera" e "Hair" como Margareth Meade - Charles Moeller e Claudio Botelho; "Borralheira - Uma Opereta Brasileira" (Prêmio Zilka Salaberry - Música) como Príncipe Ramiro - Fabianna de Melo e Souza; "Xanadu" como Sonny Malone - Miguel Falabela; "Fedegunda" - Karen Acioly; "Era Uma Vez Grimm" (Prêmio APTR - Música) - José Mauro Brant e "As Mulheres de Grey Gardens" como Jerry - Wolf Maya. Paralelamente desenvolve seu trabalho solo como cantor e compositor, permeando o Jazz, MPB e Soul em um estilo intimista. EDUARDO MOREIRA - Dramaturgia assessoria Natural do Rio de Janeiro, mudou-se para Belo Horizonte em 1974. Fez suas primeiras incursões no teatro no final da década de 70, montando espetáculos dentro do movimento estudantil da FAFICH ( Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG) e junto aos grupos musicais CURARE e Mambembe, ligados à Fundação de Educação Artística. Participou de "Murro em Ponta de Faca", dirigido por João Marcos Machado Gontijo, sobrinho de Maria Clara Machado e em 1981, integrou o elenco de "Me Aperta, Te Aperta, Te Espeta", espetáculo que ganhou o Prêmio Mambembão, fazendo temporadas no Rio e em São Paulo. Em 1982, participa de um longo trabalho de oficinas e de formação teatral com os diretores George Froscher e Kurt Bildstein do “Freies Theater” de Munique (Alemanha) que dará origem ao espetáculo “A alma boa da Setsuan” de Brecht. No mesmo ano, funda o Grupo Galpão, tendo participado de todas as suas montagens, tanto como ator, quanto como diretor (“Um Molière Imaginário”) e assistente de direção. Desde a fundação do grupo, tem sido responsável pela sua direção artística. Ganhou prêmios de ator revelação e melhor ator coadjuvante com suas atuações nos espetáculos “De olhos fechados”, “O inspetor geral” e “Um Molière imaginário”. Indicado para o prêmio Molière do Rio de Janeiro de melhor ator pelo espetáculo “A rua da amargura” e SESC -SATED pelos espetáculos “Um trem chamado desejo”, “Um homem é um homem”, “Pequenos milagres” e “Tio Vânia”. À parte dos trabalhos com o Galpão, dirigiu espetáculos no Galpão Cine Horto, além de parcerias com os grupos Dell’Arte de Blue Lake, da Califórnia (EUA), Clowns de Shakespeare, de Natal (RN), a companhia “Teatro da Cidade” de São José dos Campos (SP) , grupo “Boca de cena” de Aracaju (SE) e com os mineiros da Cia. Malarrumada, o Grupo Maria Cutia de Teatro e “Grupontapé” de Uberlândia, entre outros. No cinema já atuou em produções como “O Ano que meus Pais saíram de férias”, de Cao Hamburguer, “Batismo de Sangue”, de Helvécio Ratton, “Mutum”, de Sandra Kogut, “Antes que o Mundo Acabe”, de Ana Luiza Azevedo, além de ter atuado em curtas como “O crime da atriz” de Elza Cataldo, “Rua da amargura” de Rafael Conde, “Para Tchékhov” de Inês Peixoto, “No andar de baixo” de Leonardo Catapreta e dirigido o curta-metragem “Tricoteios”. Na televisão além de participações em capítulos de novelas, minisséries e casos especiais, participou do programa “A paixão segundo Ouro Preto” e da minissérie “A menina sem qualidades”, dirigida por Felipe Hirsch. Ass. de Direção: THELMA NASCIMENTOAtriz, diretora, preparadora de elenco, pesquisadora teatral, artista educadora e contadora de histórias. A orientação de seu trabalho sempre esteve ligada à questão da pesquisa da dramaturgia do ator.Trabalhou com Angel e Klaus Vianna, Dácio Lima, Ilo Krugli, Arianne Mnouchkine entre outros, fundamentais para sua existência artística. Radicada no Rio, passa a integrar o núcleo de criação artística do Grupo Hombu, referência no teatro para infância e juventude no Brasil, com trabalho dedicado à Arte e Educação, participando dos seguintes espetáculos: Fala Palhaço, Ou Isto ou Aquilo, A Zeropéia, Os Diferentes, Projeto 30 anos do Grupo Hombu OI FUTURO. Junto de Silvia Aderne, Beto Coimbra, Ronaldo Motta, Monica Behague e Cristiano Motta, funda o INSTITUTO CULTURAL HOMBU, onde foram desenvolvidos trabalhos como Veredas Femininas, Tutaméia, As Crianças na obra de JGR, entre outros. Colabora com o Grupo Teatral Moitará em espetáculos como A Máscara na Energia do Ator, Imagens da Quimera, Acorda Zé, A Busca. Trabalha como convidada em espetáculos de outros grupos como troca de experiência colaborativa, como Teatro Laboratório di Figure – Itália, Delizie, divorando teatro, Cia. Teatro di Stravaganza – RS, O Pastelão e a Torta. Trabalhou como diretora assistente de Lúcia Coelho (Cia Navegando) em suas últimas montagens: Macunaíma e a Pequena Vendedora de fósforos.
PROJETO ARQUIVADO.