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O projeto tem como objetivo realizar uma exposição coletiva e uma publicação/catálogo reunindo a produção recente e inéditas de artistas paranaenses com contrapartida social.
Uma exposição que é atravessada por uma oficina. O projeto propõe a realização de uma exposição e publicação reunindo a produção recente dos artistas C. L. Salvaro, Juan Parada e Willian Santos, com curadoria do pesquisador Arthur L. do Carmo, além de uma oficina e uma fala abertas ao público, que a atravessa. A ideia é que a exposição, direcionada à Galeria Oswald de Andrade, esteja diretamente relacionada à oficina, a ser realizada paralelamente à mostra na “Casinha” (estrutura anexa dentro da instituição), oferecendo a oportunidade do público adentrar processos ocultos de produção e métodos de pesquisa junto aos artistas e curador, revelando os processos de criação e de montagem da própria exposição, que se intitula, provisoriamente, Outros Tempos. A produção dos três artistas para essa mostra não se reduz a um objeto em específico, mas se desenvolve a partir de métodos de pesquisas que são inventados pelos próprios artistas na sua percepção de mundo. Morando em São Paulo há não mais do que um ano, C.L Salvaro, Willian Santos e Juan Parada possuem uma linguagem que perpassa materialidades que estão em relação com o próprio território onde decidem produzir e com os tempos de sobrevivência desses materiais. Apesar de advirem do Sul, mais especificamente de Curitiba, os três artistas que aqui se reúnem circulam o mundo participando de residências, sendo que as últimas foram: C.L. Salvaro na Coréia, Juan Parada na China e Willian Santos viajando pelo interior do país, do Rio Grande do Sul à Bahia e ao cerrado, todos coletando materiais e experiências para seus trabalhos. No seus hábitos de linguagem os artistas se utilizam de métodos de pesquisa como pintura, escultura e instalação numa relação direta com a arquitetura dos espaços expositivos e com o tempo que se sobrepõe a essas arquiteturas. C. L. Salvaro, por exemplo, em alguns dos seus trabalhos, acelera situações de degradação que ocorrem em locais históricos ou reúne descartes urbanos, formando um arquivo temporal de objetos semelhantes que atravessam espaços. Os processos de preservação estão por exemplo na produção de Willian Santos, que se utiliza de restos de tinta secas que sobram de seu processo de pintura, aproximando esses restos, em suas texturas, com formas e elementos encontrados na natureza, como musgos, corais, folhas e casulos. Juan Parada, em sua obra Elogio à água – Impressões de Superagui (2018), em outro exemplo de como o tempo é percebido por esses artistas, se apropria de texturas efêmeras que se formam na areia com o perpassar das ondas, criando negativos em cimentos de superfícies efêmeras. Oficina Ateliê Laboratório: “o método e o processo do artista como aprendizagem outra do mundo.” Os artistas assim propõem a iniciar a mostra através de realização de uma oficina que perpassa todas as etapas de produção de uma mostra de arte. Durante o processo de montagem, por onde os artistas reunirão os participantes, não se buscará uma instrumentalização técnica dos procedimentos de montagem expográfica, mas sim instrumentalizá-la como uma pedagogia de descoberta do espaço arquitetônico, se desdobrando para uma percepção que os artistas já tenham desenvolvido em período anterior. Essa oficina começa com o espaço da “Galeria” e “Casinha” vazios. Os artistas se propõem a trabalhar com os participantes de maneira a se criar um caminho de laboratório compartilhado com o público numa primeira oficina que revele e apresente processos de criação da arte contemporânea. A pergunta dessa oficina é: como os artistas desenvolvem suas pesquisas? Quais são os seus métodos? Acreditamos que essas perguntas ofereçam descobertas que não são oferecidas em visitas guiadas e outros métodos de educação e mediação em arte. A proposta convida o público a participar dos métodos e processos de cada artista, produzindo junto em ateliê provisório que se sobrepõem. A primeira de deriva psicogeográfica pelo bairro, e a segunda uma oficina de montagem de exposição, imergindo o público em processos integrais da criação de mostras em artes visuais, dos seus processos criativos à execução de planejamento e montagem. Além disso, os artistas e curador também irão promover uma conversa coletiva para apresentar seus processos e a criação da exposição em si. Entrada franca, classificação livre
OBJETIVOS GERAIS: O projeto tem como objetivo realizar uma exposição coletiva e uma publicação reunindo a produção recente e inéditas dos artistas C.L. Salvaro, Juan Parada e William Santos com curadoria do pesquisador Arthur L. do Carmo, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, localizada no Bom Retiro em São Paulo-SP. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Uma exposição que é atravessada por uma oficina. O projeto propõe a realização de uma exposição e distribuição gratuita de 1000 catálogos reunindo a produção recente e outras inéditas dos artistas C. L. Salvaro, Juan Parada e Willian Santos, com curadoria do pesquisador Arthur L. do Carmo, além de uma oficina para os alunos de uma escola publica e uma fala aberta ao público geral e professores, que a atravessa. A ideia é que a exposição, direcionada à galeria de exposição da Oficina Cultural Oswald de Andrade por no máximo 60 dias, esteja diretamente relacionada à oficina, a ser realizada paralelamente à mostra na "Casinha" (nome dado a outra estrutura dentro da instituição), oferecendo a oportunidade do público adentrar processos ocultos de produção e métodos de pesquisa junto aos artistas e curador, revelando os processos de criação e de montagem da própria exposição, que se intitula, Outros Tempos.
O projeto se enquadra nos incisos I, III, VII, VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, bem como aos seguintes objetivos de seu Art. 3º a seguir: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Um projeto como esse só é possível de ser realizado, da forma como foi idealizado, contando com leis de incentivo a cultura. Pois graças a ela, espaços como a Oficina Cultural Oswald de Andrade, onde irá acontecer - podem selecionar projetos como esse para serem realizados em suas dependências. Com o patrocínio via Lei de Incentivo acreditamos ser possível chegar a muito mais pessoas, além da exposição, com as falas abertas e oficinas.
Exposição - aberta ao publico, durante o periodo de 60 dias. Catálogo - especificações técnicas do catálogo e das peças de divulgação poderão sofrer alterações em virtude do conteúdo a ser impresso e/ou para atender às solicitações do curador e da instituição onde será realizada a mostra, ou sofrer alterações devido ao orçamento após a captação. CATÁLOGO Total de páginas: 102 Edição Bilíngue português/inglês Formato miolo fechado: 20 x 25 cm Formato miolo aberto: 40 X 25 cm Papel miolo: off set alto alvura 120gr Papel capa: duo design 350 g Papel da sobrecapa: coucê matte 170 gr Impressão miolo: 04 x 04 cores Impressão capa e sobrecapa: 04 x 01 cores Acabamento: cadernos costurados e colados, capa com orelhas, laminação fosca frente total, refile, schrink individual.
Produto 1 - Exposição coletiva: - Acessibilidade FISICA: O local da exposição, já atende os requisitos de acessibilidade, possuem rampas de acesso na entrada e a sala de exposição, banheiros apropriados para uso de cadeirantes e guias tateis em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06. Não gera custos a proposta. - Deficientes auditivos e visuais: placas de identificação das obras em braile, monitoria especializada em libras em dias específicos, bem como e formatos alternativos de comunicação Produto 2 - Catálago - Acessibilidade Fisica: não se aplica - Deficientes auditivos: não se aplica - Deficientes visuais: audiolivro Produto 3 - Oficinas/Contrapartida social - Acessibilidade Fisica: O local da oficina, já atende os requisitos de acessibilidade, possuem rampas de acesso na entrada e a sala de exposição, banheiros apropriados para uso de cadeirantes e guias tateis em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06. Não gera custos a proposta. - Deficiente auditivos: intérprete de libras - Deficientes visuais: linguagem oral Os materiais de divulgação, que contarão com letras ampliadas, no limite das possibilidades técnicas, garantindo a ampla acessibilidade para o público.
Produto 1 - Exposição coletiva: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dosprodutos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentosculturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; (Entrada franca) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculaçãopor redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Produto 2 - Catálago I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dosprodutos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentosculturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; (Distribuição gratuita) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Proponente: Potencializza Assessoria Empresarial Ltda, representada por Aline Paula da Silva que atuará na função de produtora e captadora de recursos, trata-se primeiro projeto portanto, o orçamento respeitará a IN nº 2, Art 2, § 7º. Atuará como a coordenação geral do projeto e captação de recursos. Cleverson Salvaro - Artista convidado - Nasceu em Curitiba e atualmente vive entre Belo Horizonte, São Paulo e Curitiba . Formado em Educação Artística pela Faculdade de Artes do Paraná (2001), com Mestrado em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2010). Entre as bolsas e residências que participou estão o programa Seoul Art Space Geumcheon (Seul, Coreia do Sul, 2018), Prêmio FOCO Bradesco ArtRio 2017, em parceria com o CAMPO e FundHAm (Teresina e São Raimundo Nonato PI, 2018), Frestas - Trienal de Arte de Sorocaba (Sorocaba SP, 2017), Chão SLZ (São Luís MA, 2016), #1 Residência SARACURA (Rio de Janeiro RJ, 2016), Bolsa Iberê Camargo 2013, Fundação Iberê Camargo em parceira com CRAC Valparaiso (Valparaíso, Chile, 2013), Programa de Residências Re:USO, JA.CA (Nova Lima MG e Belém PA, 2013), Bolsa Pampulha 2010-2011, Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte MG, 2010), Bolsa Produção para Artes Visuais, Fundação Cultural de Curitiba (Curitiba PR, 2006). Juan Parada - Artista convidado - Formado em Escultura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) em 2002, Juan Parada expõe seus trabalhos desde 1997. Começou a pesquisar cerâmica em 2003 e foi um dos membros fundadores do coletivo Interluxartelivre (2002 a 2011), que agitou o meio artístico da capital paranaense na década passada. Atualmente vive e trabalha em São Paulo (SP). Trabalha com instalações, esculturas, intervenções urbanas e objetos. Desenvolve pesquisas sobre tridimensionalidade, relações de tempo-espaço e diálogos arquitetônicos. Experiência a interseção entre circuitos de arte, e cria trabalhos que operam tanto em circuitos próprios, como em espaços institucionais, galerias, museus etc. O caráter múltiplo de sua pesquisa é resultado do cruzamento de diversos campos, como o do design, da biologia e da arquitetura. Seus trabalhos não se encerram em si, estabelecem relações com o contexto e transbordam para o mundo, sugerindo processualidade, impermanência e instabilidade, sempre buscando situações paradoxais em sua própria linguagem. Willian Santos - Artista convidado - Artista visual, Bacharel em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná – 2009, onde inicia a investigação e a manufatura em torno da pintura. Suas obras colidem os aspectos da ciência, espiritualidade, filosofia e da arte. O interesse ao que lhe remete à vida traz à pesquisa uma estrutura pelas tradições sobre o autoconhecimento, expressando destas um acordo entre o “real” e o anímico. Numa operação de trabalhos que se afirmam presentes no mundo, por volume, textura, temperatura e aroma, como se tivéssemos que recriar a obscuridade da arte um sintoma de realidade. Em 2019 participa das exposições coletivas “Com Título e Sem Título, Técnicas e Dimensões Variadas”, e “Geraldo Leão – Declaração de Princípios”, ambas no Museu Oscar Niemeyer, Curitiba. Neste ano trambém é indicado ao prêmio PIPA. Curadoria e texto crítico - Arthur do Carmo - Curador convidado - Artista e pesquisador. Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de São Paulo (PPGAV-ECA/USP). Tem interesse pelas possibilidades de atuação da crítica de arte entre práticas colaborativas com outros artistas e gestores culturais, criando diferentes interfaces de produção e mediação. Iniciou suas pesquisas no campo artístico no Núcleo de Estudos da Fotografia, em Curitiba/PR entre os anos de 2008 e 2011, com formação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 2014. Tendo realizado diversas exposições no Brasil, seus trabalhos se desenvolvem através dos procedimentos de apropriação, deslocamento, arquivos e instalação, além de projetos de curadoria. Desenvolveu os projetos Transamazônica – Imaginários Compartilhados e Fordlândia pela Rede Nacional FUNARTE Artes Visuais em 2009 e 2010, respectivamente. Contemplado pela Bolsa Produção para Artes Visuais 6 (Fundação Cultural de Curitiba, 2012-2014) sob orientação de André Parente, Maria Angélica Melendi e Keila Kern. Editor e coordenador da revista experimental de crítica de arte LAB# em parceria com a artista Lailana Krinski. Em 2016 foi editor da revista Abrigo Portátil, lançada no mesmo ano pela Editora Medusa. Vive e trabalha entre Curitiba e São Paulo. Equipe de montagem - a contratar Equipe editorial (catálogo) - contratar Interpete de libras - a contratar
PROJETO ARQUIVADO.