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O samba é patrimônio do país. É nossa obrigação e do Estado Brasileiro cuidar de sua preservação e difusão a partir do fortalecimento de suas bases sociais, da valorização dos sambistas, do seu reconhecimento, do apoio à sua produção. O Plano Anual Museu do Samba 2020 desenvolve ações estratégicas e permanentes que complementam e fortalecem o Plano de Salvaguarda das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro, através de (1) criação, documentação e difusão de fontes históricas do samba; (2) Festival e Encontro de detentores do samba; (3) fortalecimento de processos educativos, voltados para educação patrimonial e capacitação pelo empreendedorismo.
Dar continuidade ao desenvolvimento de um Museu socialmente responsável - amparado em um conjunto distinto de valores que dão forma a sua prática e perspectivas. Com base nestes valores, o Museu do Samba quer ser um museu inclusivo, e buscar representar toda a sociedade em suas coleções, exposições, displays e atividades, com ações em três campos : (1) a salvaguarda da memória do samba, preservação e perpetuação de sua história para as presentes e futuras gerações; (2) divulgação, promoção e fortalecimento dos detentores desses saberes, através de eventos pautados no processo de patrimonialização do samba; e (3) desenvolvimento de processos educativos voltados para empreendedorismo, conhecimento e conscientização de nossa história, raízes e formação cultural.
Objetivos Gerais: Contribuir para o re-conhecimento do que é ser brasileiro através da difusão, promoção e multiplicação do legado e da história do samba; Empoderar os seus agentes e comunidades do samba, valorizando a ancestralidade africana na sociedade, através do legado e da história do samba; Despertar o espírito empreendedor das pessoas envolvidas na salvaguarda do samba, incentivando-as a gerar mudanças significativas na comunidade onde residem e atuam; Valorizar o samba como expressão cultural e agente de transformação social; Preservar valores, símbolos e identidades que dizem respeito ao samba; Promover a preservação de patrimônios culturais imateriais; Desenvolver públicos existentes e potenciais do Museu do Samba; Criar rede de pessoas e comunidades interessadas na memória social do samba. Objetivos específicos: i) Samba em Revista (ISSN 2176-4425) - publicação do Museu do Samba, que tem por objetivo difundir o pensamento que circula sobre o samba e os sambistas, contribuindo, portanto, para a preservação e a difusão do nosso maior patrimônio cultural. A originalidade dos temas abordados tem proporcionado inúmeras possibilidades de estudos em que o samba é conhecido, reconhecido e redescoberto por nossos autores e diversos leitores. Para 2020, propomos um novo número dessa publicação (1500 exemplares), contando com chamada pública de artigos e textos produzidos por especialistas na temática. ii) Educativo - As atividades do Educativo são realizadas pelos pesquisadores do Museu do Samba, partindo do conceito de "aprendizagem por descoberta", próprio da educação experiencial aplicado ao samba como patrimônio cultural imaterial. Em outras palavras, esse exercício de educação patrimonial contribui para a valorização das expressões da nossa identidade cultural, levando em consideração o perfil de cada público. Um núcleo educativo que contribui para visibilizar a práxis e os impactos positivos da educação patrimonial, contribuindo para ampliação das oportunidades de acesso à educação aliada ao fortalecimento e reconhecimento identitário. (Público estimado: 5000 pessoas) Capacitação de professores Mediação escolas no Museu do Samba Ações Griôs Atividades especiais para escolas do entorno do museu (área de alto índice de vulnerabilidade social) Oficinas experienciais com materiais recicláveis Manualização institucional das ações educativas iii) Oficina de Capacitação de Agentes Culturais - Oficinas de capacitação com conhecimentos relativos ao universo do samba, seus saberes e fazeres, como patrimônio cultural brasileiro. As oficinas visam elaborar e implementar ações que propiciem a difusão dos bens imateriais registrados e, sobretudo, envolver os diferentes grupos de detentores dos conhecimentos relativos a esses bens com o objetivo de gerar benefícios diretos para eles. Temáticas abordadas: empreendedorismo, elaboração de projetos culturais, sustentabilidade, leis de incentivo à cultura, discursos de venda, entre outros. iv) Alimentação Banco de Dados - Atualização continuada de inserção de dados das coleções do Museu no software phl (banco de dados disponível à consulta online), possibilitando mecanismo de salvaguarda, promoção e disponibilização qualitativa de dados sobre o patrimônio. Trata-se, portanto, de estratégia de socialização da documentação produzida e acumulada para difusão de fontes históricas do samba. Link do banco de dados: https://ccc.phl-net.com.br/cgi-bin/wxis.exe?IsisScript=phl82.xis&cipar=phl82.cip&lang=por v) Aquisição de Livros - O Museu do Samba conta com a Biblioteca Referência do Samba, aberta ao público, que necessita de constante aquisição de livros especializados. vi) Atualização website Museu do Samba - Realização de manutenção do website Museu do Samba, incluindo de novos conteúdos. vii) Histórias Orais _ Programa Memória das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro, de coleta de depoimentos. Os registros são feitos no Museu. O acervo já conta com quase 140 depoimentos. Durante o ano de 2020, pretendemos realizar a coleta de mais 12 novos depoimentos com registro audiovisual de personalidades do samba, líderes comunitários, responsáveis pela manutenção da tradição popular e seus símbolos que constituem a cena do samba praticado no Rio de Janeiro. As gravações são abertas ao público e o acervo produzido, disponível à consulta pública. Trata-se de documentos inéditos na historiografia brasileira. viii) Eventos - Parte integrante das atividades do Museu do Samba no que tange ao plano de salvaguarda das matrizes do samba carioca, os eventos visam à troca de experiências entre detentores de bens culturais registrados no Livro de Formas de Expressão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Para 2020, propomos dois eventos: (1) o Encontro de Velhas Guardas das Escolas de Samba, onde sambistas depositários da tradição podem debater, trocar experiências, transmitir conhecimento, resgatar práticas, fazendo circular a tradição. (2) Festival Matrizes do Samba, com apresentações artístico-culturais de sambas criados por compositores nas modalidades tituladas como patrimônio: o partido-alto, o samba de terreiro e o samba enredo. Com banca examinadora de sambistas renomados, serão escolhidos três sambas (um samba de cada matriz) para ganhar a premiação. O Festival possibilita divulgação, promoção e fortalecimento dos detentores desses saberes.
O legado do processo colonial no Brasil fez com que a matriz europeia fosse mais valorizada na nossa historiografia oficial. A identidade nacional, por sua vez, foi construída principalmente com símbolos e valores eurocêntricos, e não integralmente brasileiros. Diante de uma identidade incompleta, herdamos invisibilidades sociais e culturais de parcelas significativas da sociedade, gerando tensões profundas e que demandam urgente atenção. São invisibilidades que afetam a todos os brasileiros igualmente _ pois não só as comunidades excluídas são prejudicadas, mas toda sociedade brasileira é privada (conscientemente ou não) do entendimento de sua memória coletiva e identidade integral. É frente a esses desafios, que o Museu do Samba atua em prol do reconhecimento de nossa identidade afro-brasileira, secularmente renegada. Uma organização museológica de ponta que trate do tema é elementar para a consolidação de um país inclusivo, que compreende e valoriza seus traços culturais mais profundos e dá a eles caráter e potencial transformador, para ser vivido e absorvido por toda a sociedade. Assim, salvaguardar nosso patrimônio cultural e imaterial é uma missão primordial de responsabilidade social. O samba é nosso passaporte para o mundo. Através dele somos mundialmente reconhecidos. Ele é nossa matriz cultural e está nas raízes de nossa identidade. É um dos testemunhos da África que habita em nós, brasileiros. Assim, dar voz e vez aos detentores de nossa principal referência cultural, que secularmente foram silenciados de nossa história oficial, é de suma importância. Preservar nossa memória, salvaguardar nosso patrimônio, difundir e transmitir esse legado que vem de longe, é uma tarefa de enorme responsabilidade com a história do país. A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se dá pelo enquadramento em todos os incisos do Art.1 da Lei 8363/91, uma vez que o presente projeto busca aproximar o samba, reconhecido patrimônio cultural imaterial do país, do público em geral, promovendo a difusão da cultura brasileira para seu povo. Cumpre destacar que, por se tratar de um projeto de salvaguarda e preservação de patrimônio, a ação se enquadra no inciso III do Art.3 da presente lei. Na alínea "d", a premissa de proteção a uma das principais tradições populares nacionais, o samba, é contemplada. A proposta se encaixa ainda no inciso IV, tendo em vista sua ação de difusão dos conhecimentos e saberes do samba para diversos públicos, através de atividades educativas.
O samba carioca é um fenômeno pujante que atravessou o século XX, passando de alvo de discriminação a ritmo-símbolo da nação. Ainda que considerado o maior espetáculo a céu aberto mundialmente conhecido, o carnaval das escolas de samba não traduz sozinho toda a complexidade e riqueza do samba, que precisa ser compreendido e valorizado como uma das formas de expressão mais genuínas do Brasil. O Museu do Samba atua há 18 anos com programas e metodologias próprias dedicadas à pesquisa, acervo, preservação, educação e comunicação da história social, memória, expressão artística e legado do samba carioca e sua salvaguarda como patrimônio imaterial.O presente Plano Anual desenvolve eixos estratégicos da salvaguarda de patrimônios imateriais, privilegiando ações de preservação, apoio, promoção, advocacy e acesso ao bem cultural reconhecido pelo Estado Brasileiro. Isso, através de ações museológicas criativas voltadas para difusão de bens imateriais e fortalecimento de seus detentores.
Especificações técnicas - IMPRESSÃO PUBLICAÇÃO: Formato aberto 420 X 280 Formato fechado 210 X280 Capa (4 págs) - Couche Fosco 250grs, 4X4 cores. Miolo (56 págs) - Couche Fosco, 150 grs, 4X4 cores Acabamento - Grampo canoa e laminação fosca frente Tiragem: 1500 exemplares PLANO PEDAGÓGICO : Museu do Samba – Abordagem metodológica de intervenção O Museu do Samba baseia sua intervenção educativa na metodologia da educação experiencial ou experiential learning aplicada ao samba como patrimônio cultural imaterial. Esta metodologia se afasta do modelo tradicional de educação, caracterizada pela transmissão unidirecional da informação e se concentra na construção participativa do conhecimento, mediada pela figura de um facilitador. A educação experiencial surge das ideias pioneiras da outdoor adventure ou aventura a céu aberto, desenvolvidas pelo educador alemão Kurt Hahn (1886-1974), que hoje são difundidas através dos princípios filosóficos dos colégios Outward Bound e Expeditionary Learning nos Estados Unidos e no Reino Unido.A modo de resumo, podemos dizer que a educação experiencial se sintetiza no conceito do “aprender-fazendo”. Modelo de aprendizagem por descoberta (experiential learning) (Kolb, 1984) 1.1 Princípio pedagógico norteador O modelo de intervenção educativa do Museu do Samba parte do provérbio de origem chinesa: “diga- me e esquecerei; mostre-me e lembrarei; envolva-me e aprenderei”, cerne do “aprender-fazendo” próprio da educação experiencial. Eis aqui a razão pela qual é tão frequente acharmos nas oficinas ou visitas a utilização de objetos simples a modo de metáforas, que enriquecem o processo educativo: a chave do patrimônio, o diamante do patrimônio, a borboleta do patrimônio, a bolsa da participação etc. Princípio pedagógico norteador do Museu do Samba 1. Diga-me e esquecerei; 2. Mostre-me e lembrarei; 3. Envolva-me e aprenderei 1.2 Técnicas de intervenção São atividades planejadas de acordo com o interesse dos grupos, sua faixa etária e/ou seu perfil sociocultural. a. Vivência do samba. Atividade que busca que os participantes se aproximem do samba a partir de cinco momentos: uma abordagem histórica, uma experimentação de fantasias de carnaval, uma oficina de percussão, uma oficina de dança e uma feijoada. Como mediadores desta técnica, que reúne as expressões mais importantes do samba (estética carnavalesca, música, dança e gastronomia), nos enfocamos na geração de confiança como ferramenta que estimula a participação ativa dos integrantes, em concordância com o ciclo da educação experiencial acima exposto. Duração: 3 horas a. Visita mediada com crianças de creche. Esta técnica está baseada no conceito de aventura e frequentemente é realizada de mãos dadas com os pais de família e os docentes acompanhantes. O objetivo central é desenvolver a percepção das crianças a partir da aproximação das cores e dos sons relacionados com o samba. A atividade é conduzida por dois fantoches (Caíque e Janaína) em três locais do Museu: no salão verde, na exposição (onde o Caíque conta uma história para as crianças através do mediador) e no segundo andar (onde o mediador abre o Baú da Janaína, que contém objetos e imagens que geram curiosidade e alimentam a imaginação das crianças). Duração: 1 hora e meia b. Visita mediada com crianças ou jovens de escola. É a técnica mais frequente. Começa no salão verde, onde o mediador e o grupo entram em contato inicial, gerando-se o primeiro ambiente de confiança. O mediador propõe um desafio grupal: armar, a modo de quebra-cabeça, uma palavra de dez letras em menos de um minuto (palavra: PATRIMÔNIO). Após aprofundarem no conceito de patrimônio como riqueza/herança coletiva, aplicado ao samba, o mediador entrega para o grupo a chave do patrimônio, que abre as portas das exposições do primeiro andar. Nesta técnica se pode utilizar o diamante ou a borboleta térmica como metáforas de cunho comunicacional relacionadas com o patrimônio. A mediação na exposição depende do propósito da visita. A apresentação do vídeo é facultativa. Dentro da exposição tem um conjunto de instrumentos que fazem parte de uma escola de samba que podem ser utilizados como parte da mediação. A visita pode concluir com um percurso pelas exposições do segundo andar. Duração: 1 hora e meia c. Mojúbào! - Trata-se de um exercício de construção intergeracional de memória social embasado na oralidade, na palavra. Mo júbà o! é uma saudação em língua iorubá utilizada com o propósito de reverenciar a quem se tem respeito, aos mais velhos. No Museu do Samba essa expressão dá nome a um exercício mediado de conversa na que participam griôs do samba e crianças e jovens das escolas, em torno de um tema específico. Duração: 1 hora e meia
A maioria das atividades propostas, abertas ao público, é gratuita. Essa perspectiva vai encontro do propósito do Museu de trabalhar com a difusão cultural para todas as camadas da população, procurando atuar junto às parcelas mais desfavorecidas, com especial atenção ao desenvolvimento de crianças e adolescentes, à inserção do jovem na sociedade e ao amparo ao idoso. Tudo isso em torno da memória e de ações educativas de valorização do samba como importante elemento da identidade nacional. O Museu do Samba possui acessibilidade arquitetônica com rampas de acesso desde a entrada principal. O que permite que as pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida circulem com autonomia pelo espaço e sua manutenção e salvaguarda. E ainda pretende realizar aquisição de serviços para dar acessibilidade a deficientes visuais e auditivos às nossas exposições, como sensores de presença, intérprete de libras e audiodescrição. Além disso, a instituição conta com um modelo de educação experiencial, que adapta atividades, em busca de uma construção participativa, desenvolvendo ações que podem ser moldadas a diversos públicos, valorizando a participação do indivíduo. Deste modo, o Museu busca tornar a experiência no espaço a melhor possível, a partir do entendimento das limitações pessoais dos visitantes.
De acordo com o Art.21 da IN n. 2/2019, prevemos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: PRODUTO: Festival/Mostra IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias PRODUTO: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público PRODUTO: Periódico V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. PRODUTO: Acervo Bibliográfico e Documental V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. PRODUTO: Plano Anual* V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; *Cumpre notificar que as visitas mediadas às exposições do Museu, atividade integrante do Plano Anual Museu do Samba, serão realizadas em consonância à Política de Gratuidade seguida pela instituição, tendo entrada gratuita: Escolas Públicas (Alunos e professores), Idosos, Moradores do entorno e Deficientes.
Coordenação Administrativa - Financeira realizada por funcionária do Museu do Samba, Janaina Reis Pinheiro. Janaina Reis é Graduada em Arquitetura e Urbanismo (Universidade da Amazônia – UNAMA); Trabalhou como Gerente financeira – Zircônia Ind. e Representação,Diretora administrativa e financeira – Norplasa Indústria e Comércio e Lira Studio, Produtora – Remix Promoções Produções e Marketing, Assistente de pesquisa – Dossiê das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro: Partido-alto, samba-enredo e samba de terreiro, Assistente de curadoria – Exposição Samba Patrimônio Cultural do Brasil, Assistente de pesquisa – Exposição Simplesmente Cartola, Assistente de curadoria, Pesquisadora convidada – Projeto de candidatura das Matrizes do Samba do Rio de Janeiro a Patrimônio do Brasil, Assistente de coordenação e produção – Associação das Escolas de Samba da Cidade do Rio de Janeiro (AESCRJ) - julgadores das Escolas de Samba do Grupo de Acesso. Foi Vice Presidente do Centro Cultural Cartola. Participou da comissão julgadora do Carnaval de São Jose Nepomuceno. Foi julgadora da final do samba-enredo do Bloco Bangunçando o Coreto.Foi julgadora do carnaval de Nova Iguaçú. É membro do Conselho do Samba do Rio de Janeiro. É gerente administrativa e financeira do Museu do Samba. Cursos e Seminários: Curso Formação em Gestão Cultural – Modulo 5: Gestão de Projetos Sociais – uma abordagem inovadora (Fundação Getúlio Vargas / Ekloos); Curso SICONV para Convenentes – Prestação de Contas (Escola Nacional de Administração Pública – ENAP); Curso Formação em Gestão Cultural – Modulo 4: Cultura Colaborativa e Modelos de Gestão (Fundação Getúlio Vargas / Ekloos); Curso Formação em Gestão Cultural – Modulo 3: Formação História da Sociedade Brasileira / Produção Cultural / Projeto de Negócios Culturais Inovadores (Fundação Getúlio Vargas / Ekloos); Curso SICONV – Ordem Bancária de Transferência Voluntária (OBTV) – Concedente (Escola Nacional de Administração Pública – ENAP); Curso SICONV – Ordem Bancária de Transferência Voluntária (OBTV) – Convenente (Escola Nacional de Administração Pública – ENAP); Curso Gestão Estratégica de Pessoas e Planos de Carreira (Escola Nacional de Administração Pública – ENAP); Curso Formação em Gestão Cultural – Modulo 2: Processo de Produção Cultural (Fundação Getúlio Vargas / Ekloos); Curso Formação em Gestão Cultural – Modulo 1 (Fundação Getúlio Vargas / Ekloos); Curso de Formação de Gestores Públicose Agentes Culturais (UERJ / Secretaria de Estado de Cultura/RJ / Ministério da Cultura) Coordenação Pedagógica: Desirree Reis - Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura (PUC-Rio), pós-graduada Sensu em Gestão Governamental e Avaliação de Políticas Sociais (PUC-Rio). Possui graduação em História – Bacharelado e Licenciatura (UFRJ) e graduação em Arquivologia (UNIRIO). Historiadora e Arquivista. Coordenadora no Centro de Referência de Pesquisa e Documentação do Samba, Museu do Samba, e Conselheira Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Consultora da Ocupação Cartola (Itau Cultural). Integrou equipe técnica do projeto de reabertura do Museu do Carnaval, no Sambódromo, RJ. Atua na coordenação geral e pesquisa do projeto de história oral “Memória das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro". Atuou na coordenação dos projetos Marcas da Memória: História Oral da Anistia no Brasil e Marcas da Memória: História, Imagem e Testemunho da Anistia no Brasil (ambos, parcerias entre Ministério da Justiça/CA e UFRJ). Foi historiadora vinculada ao Laboratório de Estudos do Tempo Presente (UFRJ/IH). Coautora do livro Ditadura Militar e Democracia no Brasil: História, Imagem e Testemunho (Rio de Janeiro: Ponteio, 2013). Membro do Conselho Editorial da publicação Samba em Revista desde 2015 e da Revista Anima da Puc-Rio (2012-2014). Atuou na Coordenação Geral e Pesquisa de exposições sobre o samba, tais como Samba, Patrimônio Cultural do Brasil e O Samba é Meu Dom; pesquisadora na exposição Para não perder a Memória: D.Zica 100 anos e na Ocupação 100 anos do Samba. Integrou equipe técnica para elaboração de material pedagógico sobre samba para professores de ensino fundamental e médio nos projetos Memória das Matrizes do Samba do Rio de Janeiro (Museu do Samba/Petrobras) e Brasil e África: Traduzindo a nossa tradição (Museu do Samba/Fundação Palmares). Atuou na produção do projeto Sambas para a Mangueira, indicado ao Grammy Latino e ao Prêmio da Música Brasileira. Coordenação de encontros de sambistas pautados no processo de patrimonialização e salvaguarda do samba, tais como: “I Encontro de Baianas - Memória, Patrimônio e Identidade”, “Encontro de Mestres-Salas, os Guardiões dos Pavilhões e da Dança Nobre do Samba - Memória, Patrimônio e Identidade”, “Recordações de um batuqueiro” (Encontros de Diretores de Harmonia das Escolas de Samba do RJ), “Os Desafios da Salvaguarda de Bens Imateriais Registrados Como Forma de Expressão” e Seminário Samba Carioca - Memória, Patrimônio e Identidade". Dentre as ações de apoio do Museu do Samba ao Musical Cartola – O mundo é um moinho, atuou auxiliando a pesquisa do espetáculo. Pesquisadora do Musical Dona Ivone Lara - Um Sorriso Negro. Mediador: Georgie Echeverri. Comunicador Social-Jornalista formado na Colômbia e doutorando em Psicologia Social pela UERJ, com experiência de 10 anos na Colômbia em criação, planejamento e coordenação de projetos de comunicação para o desenvolvimento social e jornalismo escrito. Participou como consultor do governo estadual na área de educação experiencial em projetos relacionados com prevenção ao crime com jovens de entornos urbanos e rurais e em equipes multidisciplinares de gestão social. Tem experiência em desenvolvimento de projetos de Psicologia Social baseados no enfoque da Pesquisa-Ação Participativa (PAR), através da aplicação do instrumento ECRO (Esquema Conceitual, Referencial e Operativo) e de técnicas próprias da abordagem estrutural da Teoria das Representações Sociais. No que diz respeito à aplicação do ECRO, como mediador cultural do Museu do Samba, contribuiu para a criação e operacionalização do modelo de intervenção educativa que a instituição desencolve desde 2014. Atualmente, vem desenvolvendo uma pesquisa sobre pensamento social e mobilização coletiva em situações de crise política no Brasil e na Colômbia. Tem publicado em revistas acadêmicas da Colômbia, Espanha, Argentina, Angola e Brasil sobre temas relacionados com cidadania, educação experiencial e comunicação. O Museu do Samba atuará como coordenador geral do Projeto. O Centro Cultural Cartola (antiga denominação do Museu do Samba) foi criado na favela da Mangueira, no Rio de Janeiro, em 2001, pelos netos de Cartola e Dona Zica, com o objetivo de preservar a memória do avô, através da guarda de fontes primárias e publicações de terceiros sobre a trajetória do sambista. No entanto, nos anos seguintes à criação, ampliou-se a missão institucional do espaço, na medida em que passou a abarcar o samba e os sambistas de maneira geral, para além da história e memória de Cartola. Um dos pontos determinantes para essa nova ótica e ampliação da abordagem foi o trabalho de pesquisa que a instituição realizou para o encaminhamento do pedido de registro das matrizes do samba carioca a Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. O conceito “matrizes do samba” no Rio de Janeiro refere-se às formas de origem do samba consideradas primárias, que sustentaram e deram origem a variações da música e da dança, isto é, o partido-alto, o samba de terreiro e o samba-enredo. O pedido de registro foi aprovado em 2007 pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O pioneirismo da instituição faz-se presente nas ações desenvolvidas, sempre pautadas na integração da comunidade do entorno e a oferta de atividades culturais para os moradores e instituições vizinhas. Entre elas a Orquestra de Violinos, iniciativa que ampliou o universo musical de crianças e jovens, em um projeto de grande impacto.
PROJETO ARQUIVADO.