| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33931478000194 | SALOBO METAIS S/A | 1900-01-01 | R$ 2,40 mi |
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 2,32 mi |
| 03007331000141 | EBAZAR.COM.BR. LTDA | 1900-01-01 | R$ 590,0 mil |
A Bienal das Amazônias fará relevante recorte da produção de arte contemporânea da Panamazônia, a partir de PROJETO EXPOSITIVO executado em diversos pontos urbanos e museológicos/galerias da cidade de Belém, Pará, o qual pautará AÇÃO EDUCATIVA fundamental realizada junto ao público em geral. O intuito é formar plateia e difundir a produção contemporânea de arte da Panamazônia, por meio de extenso PROJETO PEDAGÓGICO com milhares de VISITAS GUIADAS, 15 PALESTRAS, 30 WORKSHOPS e TREINAMENTO DE MONITORIA. Para tanto, o projeto da Bienal compreende elaboração conceitual e execução de grande MOSTRA DE ARTES VISUAIS QUE OCUPARÁ 20 PONTOS estratégicos dos bairros fundantes de Belém, onde serão executadas site specifics de artistas selecionados pelo curador E 09 GALERIAS DE ARTE com mostras coletivas delimitadas pelo conselho curador e curadoria, a partir de convocação pública, por meio de edital; bem como a ELABORAÇÃO, PUBLICAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE CATÁLOGO RAISSONE E CARTINHAS EDUCATIVAS.As ATIVIDADES SÃO GRATUITAS e o PROJETO PREVÊ O PAGAMENTO DE TRANSPORTES DE ALUNOS E PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO até os espaços expositivos e programação acessória da Bienal das Amazônias.
CATÁLOGO RAISSONÉ Publicação que pretende catalogar todas as obras apresentadas na Bienal das Amazônias. Miolo: 400 páginas em couché mate 170 gr, 4x4 cores, no formato 20x28 aberto. Capa em em 230 gr. Costurado, colado, com lombada quadrada colada na capa, acabamento tipo verniz de reserva. CARTILHAS EDUCATIVAS Publicação didática que servirá de apoio ao projeto pedagógico. 28 páginas(7 lâminas), sendo CAPA: em papel AP 240g alta alvura, 4x4 cor(es) de impressão e o miolo(6 lâminas) em papel AP 120g alta alvura, 4x4 cor(es) de impressão.Acabamento: grampo cavalo, corte e refile. 15 MESAS-REDONDAS, temas variados que versem sobre Cultura e arte contemporânea Amazônida. Para delimitar exatamente o que se pretende comunicar em cada um delas, será necessária a construção curatorial e estética do evento, ato que só se concretizará com a realização da Bienal das Amazônias. CONTARÃO COM A PARTICIPAÇÃO DE DOIS CONVIDADOS E UM MEDIADOR CADA. 30 WORKSHOPS, temas variados que versem sobre Cultura e arte contemporânea Amazônida. Para delimitar exatamente o que se pretende comunicar em cada um delas, será necessária a construção curatorial e estética do evento, ato que só se concretizará com a realização da Bienal das Amazônias. O projeto pretende-se de livre acesso para todas as idades.
OBJETIVO GERALA Bienal das Amazônias fará relevante recorte da produção de arte contemporânea da Panamazônia e Amazônia Legal _ Colômbia, Peru, Venezuela, Equador, Bolívia, Guianas, Suriname e os estados brasileiros do Amazonas, Amapá, Acre, Pará, Roraima, Rondônia, Tocantins, Mato Grosso, Maranhão. A partir de projeto expositivo executado em diversos pontos urbanos, no Museu da UFPA e no prédio de antiga loja de departamento na cidade Belém, Pará, entre junho e novembro de 2023. A Bienal deseja levantar reflexões sobre o território da Amazônia Legal e Internacional, no que tange a arte _ suas similitudes e disparidades _, gerando intercâmbio entre artistas e público, possibilitando indagações acerca do status quo das artes contemporâneas versus a noção de urbanidade experienciada nos países da Panamazônia, em especial na cidade de Belém. Ao difundir esta produção _ objetos de arte, artistas e curadores _ e suas inquietações, a Bienal objetiva constituir espaço de trânsito entre saberes e fazeres, mercado e a concretização de evento artístico que se pretende bianual. Para isso, além da mostra, se executará projeto pedagógico, complemento necessário cuja função é propor uma série de ações que possibilitem o maior acesso ao público, aos conteúdos vinculados e estimular suas apropriações, pelo espectador, de forma crítica e autônoma. A Bienal é proposta cultural que pretende, antes de tudo, valorizar a identidade dos habitantes da Amazônia, por meio da sua produção cultural e artística.OBJETIVO ESPECÍFICO - Realizar Bienal das Amazônias, em Belém, Pará, entre os meses de junho e novembro de 2023, composta: por uma exposição a céu aberto, montadas em diversos pontos dos bairros da Cidade Velha, Reduto e Campina, onde serão exibidos 20 site specifics de 20 artistas da Panamazônia, selecionados pelo corpo curatorial; além de grande exposição coletiva, com mais de 100 artistas de todos os territórios Amazônicos, exibida no Museu da UFPA e prédio de antiga loja de departamento, no centro comercial da cidade, cuja escolha será feito pelas curadoras de sua primeira edição, bem como por meio de edital de convocação pública; e um projeto pedagógico voltado ao público em geral;- Constituir edital público de convocação de performances artísticas, bilíngue (português/espanhol) visando participar da programação da Bienal das Amazônias;- Selecionar e realizar seis projetos performáticos, submetidos por meio de edital;- Mapear e discutir a respeito do que há de mais relevante na produção contemporânea de arte da referida macrorregião;- Atrair visibilidade nacional e internacional para essa produção e à Região Amazônica;- Divulgar o evento nos principais suplementos de cultura do mundo;- Realizar a exposição no Museu da UFPA e em prédio de uma antiga loja de departamento, localizado na Campina, bairro do comércio popular de Belém, trazendo a tona o debate sobre os usos que fazemos dos espaços urbanos centrais da cidade, em muito depredados e esvaziados;- Situar a cidade de Belém na rota dos grandes eventos culturais do calendário do país;- Desenvolver projeto pedagógico que compreenda a formação de mediadores para as mostras que compõe a Bienal das Amazônias;- Formar plateia para a arte contemporânea na Amazônia e fora dela;- Tornar a linguagem artística acessível ao público escolar - professores e alunos - e ao público espontâneo;- Auxiliar o fomento ao hábito de frequentar exposições;- Atender aos diferentes questionamentos de indivíduos e grupos diversos, possibilitando as diferentes leituras dos conjuntos apresentados pela Bienal das Amazônias, permitindo que as obras possam ser contextualizadas com fatores históricos, sociais e vivenciais;- Elaborar e diagramar material educativo de apoio, cartilha educativa sobre o conteúdo trabalhado/exposto pela bienal;- Imprimir e distribuir 30.000 (trinta mil) cartilhas de apoio educativo para professores e alunos possam dar continuidade ao trabalho, no ambiente escolar;- Oferecer a possibilidade de exercícios práticos relacionados com a mostra, por meio de oficinas espontâneas vinculadas a monitorias, no percurso das visitas guiadas;- Atender uma meta de 24 mil alunos de ensino fundamental, médio e universitários; dos quais 10.010 alunos e profesores da rede pública de ensino terão seu transporte pago e garantido pela Bienal das Amazônias, a estes também serão distribuídos lanche; - Atender uma média de 12 mil pessoas de grupos especiais e espontâneos ao longo do tempo de realização da Bienal das Amazônias;- Realizar 30 workshops sobre saberes diversos que envolvam a temática curatorial trabalhada na Bienal das Amazônias, que atenda 750 interessados de maneira gratuita, dos quais 10% das vagas estarão garantidas para interessados de baixa renda, alunos e professores da rede pública de ensino;- Produzir 15 mesas-redondas sobre o eixo curatorial trabalhado na Bienal das Amazônias. Mesas constituídas por dois convidados e um mediador, terão acesso gratuito a todo e qualquer interessado, dos quais 10% das vagas estarão garantidas para interessados de baixa renda, alunos e professores da rede pública de ensino;- Criar, produzir e distribuir 1 mil catálogos Ressoine, bilingue português/espanhol da Bienal das Amazônias, dos quais 34% serão distribuídos a bibliotecas públicas dos países da Panamazônia e os demais vendidos a preço popular de 50 reais unidade;- Produzir site próprio para a Bienal, conteúdo espaço pedagógico com todo o conteúdo produzido.
A Panamazônia e Amazônia Legal, macrorregião composta pelos países da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Suriname e Guianas, e pelos Estados brasileiros do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Tocantins e Maranhão, são territórios que se alargam para além da continental geografia física. Região ampla e fértil em diversidade cultural, a Panamazônia abrange nove países com suas respectivas peculiaridades, mas interligados por histórias e riquezas comuns a um dos territórios mais cobiçados da terra: a floresta Amazônica.A Floresta comporta a maior biodiversidade, além do maior rio em volume d’água do mundo, o Amazonas, em percursos permeados por lendas e mitos. A região vem ocupando o centro de interesse mundial, e guarda, sob a copa de suas árvores, segredos e mistérios a serem ainda desvendados.É nesse celeiro de riquezas,mistérios e importante contexto geopolítico e cultural, que objetivamos realizar, entre os meses de junho e novembro 2023, em diversos espaços públicos não institucionalizados de arte de Belém do Pará. A Bienal das Amazônias visa permitir um olhar mais abrangente sobre a produção simbólica dessa rica região, bem como proporcionar um intercâmbio profícuo entre criadores e espectadores locais e de outras lugares do mundo sobre a arte contemporânea aqui produzida.O objetivo deste projeto é provocar o habitante da região a se ver e se mostrar, não apenas através da contemplação, mas da reflexão contextualizada, afirmando sua identidade plural em um evento de porte internacional e com potencial de ampla visibilidade e discussão. A Amazônia e as artes, ambas igualmente cercadas de mistérios, prometem um rico panorama da sua produção contemporânea, cuja seleção será feita por um corpo curador renomado, que selecionará as obras e trabalhos dos artistas mais expressivos dos países da Panamazônia e dos estados da Amazônia Legal.A seleção e exibição ocorrerá em duas frentes: na primeira, o corpo curatorial selecionará 20 artistas panamazônicos para que desenvolvam Site Specific*, em igual número de espaços públicos existentes nos bairros fundantes da cidade Belém, Campina e Cidade Velha, locais que muito dizem sobre como toda a Amazônia foi ?criada? e desenvolvida; na segunda, o corpo curatorial, junto a uma convocatória pública de projetos performáticos em arte, selecionarão importante recorte expositivo, com mais de 100 artistas, em exposição a ser exibida no Museu da UFPA e em antigo prédio de loja de departamento, no centro comercial da referida cidade. Na tentativa de possibilitar a construção de uma mostra ampla e diversa, que consiga transpor a produção artística contemporânea deste imenso espaço geográfico, respeitando suas especificidades e similaridades.A escolha de Belém como sede da proposta se deve à posição que a cidade ocupa atualmente no país, um lugar privilegiado no cenário nacional e que desponta com nomes importantes nas artes visuais contemporâneas, tais como Alexandre Sequeira, Emannuel Nassar, Marcone Moreira, Éder Oliveira, Elaine Arruda, Roberta Carvalho, entre outros. Uma geração de artistas que se projeta no Brasil como embaixadores de uma visualidade muito própria e peculiar.A Bienal das Amazônias destaca-se também por seu ineditismo em toda a Panamazônia, e pela possibilidade de aproximar diversos países da região, e estados brasileiros, intimamente interligados por laços culturais e geográficos, conforme já mencionado. Mostra-se também inovador por abranger diversos formatos e tendências, que se misturam trazendo um panorama e uma vitrine das mais recentes produções artísticas abrindo espaço para os novos realizadores de países e estados periféricos.Para além de tudo que aqui exposto, o projeto adquire relevância cultural e social ao ajudar a formar plateia para as Artes Visuais, assim como ao qualificar profissionais e estudantes carentes por meio de abrangente e fundamental projeto pedagógico, também ofertado ao público em geral, mas que tem como público-alvo cidadãos em idade escolar, do ensino fundamental ao nível superior.Assim sendo, a Bienal das Amazônias enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Cujos objetivos, conforme artigo 3º da Lei 8313/91, são:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
EXPOSITIVO O evento acontecerá entre os meses de junho a novembro de 2023 e deseja realizar importante recorte sobre a produção contemporânea de arte na Panamazônia. Para tanto será desenvolvido da seguinte forma:Uma (01) exposição a céu aberto que se dará a partir da seleção de 20 locais públicos – ruas, feiras, praças, edificações – dos bairros Cidade Velha e Campina, em Belém, Pará, que receberão site specifics, ou seja, obras criadas especialmente para o lugar que as abrigará. Vinte artistas da Panamazônia, previamente escolhidos pelo corpo curatorial, desenvolverão seus trabalhos – respeitadas as suas linguagens e suportes – no espaço a eles destinados.Uma exposição coletiva, com mais de 100 artistas de todos os territórios que compõem a Amazônia legal e Internacional que ocupará o Museu da UFPA e antigo prédio de loja de departamento, no centro comercial da cidade de Belém. O recorte expositivo que será apresentado ao público é resultado da escolha direta do corpo curatorial que desenha a primeira edição da Bienal das Amazônias, bem como o resultado do edital público de convocatória de projetos performáticos.A montagem, manutenção e desmontagem; o envio, a devolução e o seguro das obras serão de responsabilidade dos organizadores desta presente proposta. Projeto PedagógicoA diversidade que desejamos apresentar nas mostras de artes visuais que compõem a Bienal das Amazônias, torna acessível um abrangente painel da produção artística contemporânea na Panamazônia. Entretanto sabe-se que o material visual apresentado nas obras é mais bem aproveitado na medida em que a mediação é efetiva, ou seja, no momento em que se apresentam as variadas possibilidades de leitura e apreensão da obra de arte.Desta forma o Programa Educativo de Artes visuais da Bienal das Amazônias, pretende qualificar o processo de leitura que redimensiona as produções, articulando informações de caráter formal, sócio-histórico e estético, possibilitando ao participante acessar os meios de análise e crítica da produção artística que ultrapassem o momento da visita.A visita adaptada aos diferentes grupos atendidos consistirá em uma apresentação e contextualização prévias do objetivo do objeto de estudo, do contato com as obras no espaço expositivo e por fim, de exercício prático usando material educativo específico.Afim de tornar esse momento ainda mais interessante e com caráter duradouro, proporcionando vias para formação de público, o programa educativo disporá de material didático a ser distribuído gratuitamente aos alunos e utilizado em dois momentos: pelos mediadores, em um primeiro momento, durante a visitação dos alunos, e em um segundo momento, pelos professores que após a visitação queiram dar continuidade ao trabalho em suas salas de aula.Este material é pensado de forma a dar autonomia de leitura de obras aos visitantes. Seu conceito é elaborado de maneira que o material produzido possa ser utilizado em outras abordagens de obras de arte, e, inclusive, de outras exposições. O material pode também transformar-se em objeto para o desenvolvimento de atividades de exercício prático, desdobrando assim o momento de fruição ao convidar o visitante a uma permanência mais longa da experiência, estimulando-o a relacionar essa experiência estética com outras ocasionadas em seus cotidianos.A extensão da experiência a uma prática em oficina oferece um momento diferenciado de apropriação dos conceitos levantados nos momentos de apreciação e contextualização.Os conceitos básicos que norteiam este programa educativo estão em consonância com as transformações ocorridas nas áreas das artes visuais e de arte-educação. Presenciamos principalmente a partir dos anos 60, alterações na forma e no conteúdo do objeto de arte que, em princípio já estavam presentes nas obras produzidas pelas vanguardas históricas do início do século XX. As mudanças no objeto de arte se fizeram em paralelo às mudanças de comportamento histórico e consequentemente dizem respeito a ocorrência de novas situações no corpo social. A secularização da arte, o aparecimento e o incremento de novas mídias, o acesso aos bens culturais internacionais e a velocidade com que as informações passaram a ser veiculadas foram alguns dos fatores que influenciaram a tipologia do objeto contemporâneo da arte, que passou a solicitar a participação do espectador. Produto e processo passam a estar interligados. Portanto, a qualidade e a quantidade de informações relativas a um dado objeto de arte aumentaram e exigem, do fruidor, conhecimentos advindos de fontes diversas, que levem em consideração dados sobre outras culturas e outras épocas, além do exercício de articulação com outras áreas do conhecimento como biologia antropologia, ecologia, política, psicanálise, linguística, filosofia entre outras.Em meio a um vasto número de possibilidades, o arte-educador se vê como mediador entre a obra de arte e o visitante. Desde os dados factuais, como biografia do artista, histórico da obra e dados específicos sobre a mostra, é necessário que sejam trabalhados os múltiplos planos de significações que o objeto de arte permite.Pela necessidade de propor e desencadear diferentes leituras, a ação educativa (desenvolvida em um espaço) passa a adotar um trabalho de ?curadoria educativa?, que pressupõe um trabalho que envolve o desenvolvimento de percursos e recortes para auxiliar a leitura do objeto artístico e dos conjuntos aos quais está vinculada. Por outro lado, a característica questionadora das visitas e o exercício prático posterior, provocam a articulação e a incorporação dos conceitos básicos para uma apreciação e para o uso dos códigos visuais de maneira autônoma e poética.Assim sendo, este programa educativo desenvolverá ações em três eixos principais, visando um maior aproveitamento da experiência vivenciada na Bienal das Amazônias, que será o seu espaço de ação. Embora integradas, tais ações são destinadas a três diferentes grupos: Ação destinada a estudantes; Ação destinada a professores; Ação destinada a públicos espontâneos. Sem deixar de mencionar todo o trabalho de treinamento com os monitores da Bienal.AÇÃO DESTINADA A ESTUDANTES1. Mediar visitas orientadas a estudantes de acordo com a faixa etária, adaptando recortes específicos a partir de demandas prévias;2. Concepção de material didático específico para estudantes, abordando questões relativas a mostra artística apresentada na Bienal das Amazônias, enfatizando a ludicidade do conteúdo e o convite a interação dos mesmos com a mostra e com o próprio material;3. Oficinas móveis, produção de carrinhos portadores de material diversos que funcionem como pequenas oficinas portáteis como forma de driblar a falta de um lugar específico para as atividades artístico-lúdicas de fixação dos conteúdos vinculados a Bienal; implementação da prática de oficinas dentro do tempo da visitação.AÇÃO DESTINADA AOS PROFESSORES 1. Criação de uma área virtual específica para o programa educativo, no site da Bienal, onde deverão constar as especificações da mostra artística em questão, o material educativo, algumas sugestões de leitura, links interessantes para o tema abordado na mostra e um setor específico sobre metodologias de ensino que podem vir a ser utilizados por estes profissionais, para difundir o conteúdo abordado fora do ambiente deste projeto.AÇÃO DESTINADA A PÚBLICOS ESPONTÂNEOS1. Mediação a visitação nos espaços expositivos, acompanhando o sistema de atendimento as visitas agendadas de terça a sexta-feira.2. Mediação de hora em hora nos finais de semana e feriados;A ideia de adaptação de um mesmo conteúdo específico a públicos variados – em especial a faixas etárias que variam entre a criança em início de período escolar e o adulto já formado – demanda complementação do material didático geral produzido, com atividades adequadas aos diversos focos de interesse, sendo estas desenvolvidas no próprio momento da visita, em oficinas ou exercícios de reflexão e fixação, após o contato com as obras.Entende-se que o processo de formação se estende também aos mediadores que desenvolvem diretamente o projeto. Grupo formado por universitários, já em meados do curso de sua opção, os mediadores têm, em períodos de 2 a 3 meses, a oportunidade de formação intensiva na área de conhecimento abrangida pelas mostras que compõe a Bienal das Amazônia em que trabalham e a prática de estruturação de um discurso acessível e provocador em relação às questões levantadas pelos artistas e curadores.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas; corrimões; banheiros adaptados; elevadores. DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas e textos expositivos. DEFICIENTES VISUAIS: Mapas táteis; audioguias com audiodescrição das obras; maquetes 3D de algumas obras previamente selecionadas; etiquetas das obras e textos expositivos em braile. PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIOS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas, corrimões, banheiros adaptados, elevadores. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras, material didático impresso. DEFICIENTES VISUAIS: Material didático em braille. PRODUTO: CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. DEFICIENTES VISUAIS: não há. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: ônibus adaptado, rampas, corrimões, banheiros adaptados, elevadores. DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas e textos expositivos, intérprete de libras, material didático impresso. DEFICIENTES VISUAIS: Mapas táteis; audioguias com audiodescrição das obras; maquetes 3D de algumas obras previamente selecionadas; etiquetas das obras e textos expositivos em braille, material didático em braille. Para tanto o projeto conta com consultoria específica que possa desenvolver melhor as propostas de acessibilidade a que se propõe.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTETodas as atividades expositivas propostas por este projeto terão acesso gratuito em todos os dias de visitação.Importante salientar a existência de ação de mediação, visitas guiadas, desenvolvida ao público em geral. PRODUTO: CATÁLOGO RASSOINEDos mil exemplares que serão impressos, 340 unidades, ou seja 34% do material produzido será distribuído gratuitamente para bibliotecas públicas do Brasil e países da Panamazônia. Os demais exemplares serão vendidos a preços acessíveis, equivalendo a R$50,00. PRODUTO: OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIOS (15 palestras/30 workshops)Os workshops e palestras serão de participação gratuita, respeitando o número de alunos por palestra/turma.As 30 mil cartilhas educativas serão disponibilizadas gratuitamente ao público envolvido.
A COMPANHIA AMAZÔNICA DE FILMES S/S LTDA, criada em 2003 (de nome fantasia, Greenvision), é uma produtora de conteúdo audiovisual com sede em Belém. Inicialmente voltada para a produção de documentários, a empresa se transformou, ganhando núcleos de música (videoclipes e shows), artes visuais (festivais, exposições e ensino), publicidade e assessoria criativa em comunicação. Tornou-se conhecida por realizar o primeiro filme paraense pós-retomada a entrar em circuito comercial ("As Filhas da Chiquita", exibido em mais de 25 países), o documentário Brega S/A e pelas peças audiovisuais que lançaram a carreira de Gaby Amarantos, incluindo o videoclipe Xirley e o “Gaby Live in Jurunas”. Em 2015 a Greenvision co-produziu o documentário “Paysandu – 100 anos de payxão” que teve 15 mil pagantes em salas de cinema. Os filmes da Greenvision já foram exibidos em mais de 35 países, entre eles Croácia, Macedônia, Nepal e Ucrânia. Festivais como Festival do Rio, In-Edit, London BFI LGBF, Ireland Cork Film Festival, CinePort, Los Angeles Fusion, Philadelphia GL, Kathmandu Film Festival, Queer Skoje, Queer Lisboa, Schwule Filmtage Hamburg, File Fest, Mix Brasil, Ciclo Rosa de Bogotá e Medelin, já receberam filmes da produtora. A Greenvision atende marcas globais como a Coca-Cola, Coca-Cola Argentina, e Vale e já contou com patrocínios de empresas como Petrobras, Vivo, Eletrobras e Eletronorte. Em parceria com a BCB Produções Culturais desenvolve, desde 2009 trabalhos em artes visuais, com foco em ações expositivas e de ensino da arte, como o caso das exposições de grande porte “Moderno Para Sempre – coleção de Fotografias Modernistas da Coleção Itaú Cultural” e “Marc Riboud”, além dos festivais Art.Mov e Eletronika cujo mote foi a produção contemporânea de arte. Desenvolveu ainda consultorias criativas para a empresa Vale S/A no desenvolvimento de espaços expositivos imersivos entre os anos de 2010 e 2015. Utilizará de sua expertise em administrar projetos com grandes orçamentos e fará a parte executiva do projeto Bienal das Amazônias, por meio de sua dirigente PRISCILLA BRASIL que assumirá a produção executiva, além da administração financeira do projeto, por meio de remuneração das rubricas produção executiva e controladoria (presente dentro do campo Custos administrativos). A empresa possui projetos inscritos e contemplados junto ao FNC e FSA. Sua dirigente Priscilla Brasil possui projetos inscritos e captados junto ao Mecenato e FSA. PRISCILLA BRASIL– PRODUTOR EXECUTIVO Priscilla Brasil nasceu em 1978, na cidade de Belém (PA). É graduada em Arquitetura e Urbanismo (UFPA) e bacharel em Comunicação Social (Unama). Tem pós-graduação em Marketing, Gestão Empresarial e formação executiva em Film and Television Business, todas pela FGV – RJ. Cursou mestrado em comunicação na PUC-Rio e doutorado em sociologia em Coimbra, Portugal. Desde 2006, dirigiu quatro documentários. Seu filme de estréia é “As Filhas da Chiquita”, filme sobre o conflito entre o sagrado e o profano no Círio de Nazaré. O documentário estreou no Festival do Rio em setembro de 2006. Desde então, foi exibido em mais de 20 países. Participou dos festivais Los Angeles Outfest (Egyphtian Theatre – hollywood) e do London British Film Institute’s LGBFF, afora outras inúmeras mostras internacionais. No Cineport (festival de cinema da língua portuguesa), foi indicado a melhor documentário. Venceu o Mix Brasil (SP). Em 2008, entrou no circuito comercial brasileiro e foi adquirido, em seguida, pelo canal de TV a cabo GNT/Globosat. Em 2007, dirigiu o documentário “Serra Pelada – Esperança não é Sonho”, realizado por meio do programa DOCTV e exibido nacionalmente pela TV Cultura. Entre 2008 e 2009, Priscilla realizou o documentário “Terra de Negro”, sobre as comunidades quilombolas do Marajó . Premiado em Manaus, na mostra amazônica, o filme fez circuito de eventos na França e Inglaterra e é considerado uma peça fundamental para entender a religiosidade dos povos de comunidades tradicionais no norte do Brasil. O filme, inclusive, é usado como peça no processo de demarcação de terras dessas comunidades. Como produtora executiva, realizou “Brega S/A”, outro documentário que alcançou festivais e críticas internacionais e teve veiculação nacional ao ser adquirido pelo canal MTV Brasil em outubro de 2009. Em 2012 dirigiu “Gaby, Live in Jurunas”, uma mistura de show e documentário, em co-produção com a produtora francesa Petites Planetes e seu parceiro de longa data, o cineasta francês Vincent Moon. Com Moon, Priscilla realizou mais três filmes: “Umbanda”, “Onete” e “Sebastião Tapajós”, peças extremamente experimentais e que já foram exibidas em mostras na Europa e Ásia. No mesmo ano, Priscilla Brasil dirigiu e roteirizou o videoclipe Xirley, de Gaby Amarantos, propondo uma mistura entre a cultura da periferia de Belém e cultura pop global. O vídeo foi apontado por Hermano Vianna, em sua coluna em “O Globo”, como um dos mais importantes filmes desse gênero já realizados no país. Nos últimos dois anos, vem dirigindo peças publicitárias para clientes como Coca Cola Internacional (videos oficiais para a Copa do Mundo), Coca Cola Argentina, Vale e Banco da Amazônia. Dirigiu também videoclipes de artistas como Curumin (SP), Macaco Bong (MT), Montage (SP) e Madame Saatan (PA). Tem extensa experiência com a logística da produção cinematográfica na Amazônia, tendo auxiliado Jorgen Leth, um dos fundadores da atual cinematografia dinamarquesa, em seu trabalho na região, assim como na produção executiva de grandes projetos em audiovisual e artes visuais. Priscilla já visitou todos os Estados cobertos pela floresta. Fez expedições a aldeias de etnias como os yawanawá (AC), áreas de garimpo (Serra Pelada e Crepori) e regiões de conflitos agrários (Xinguara, São Felix do Xingu e a Gleba Cidapar). Percorreu muitos municípios no Acre e Rondônia. LÍVIA CONDURÚ – PRODUTOR EXECUTIVO Lívia Condurú Gurjão Sampaio é marabaense, nascida em 1984, graduada em Comunicação Social pela Faculdade Estácio do Pará (2009), mestre em Artes pelo programa de Pós-graduação em Artes da UFPA (PPGArtes-UFPA), no qual desenvolveu pesquisa sobre gestão e políticas públicas para a cultura no Pará, bolsista Capes. É fotógrafa, com prêmios nacionais, e trabalha com produção cultural desde 2003. Nesta atuação, elaborou e produziu projetos em várias áreas de criação artística como fotografia, música, artes visuais, teatro e audiovisual. Por mais de dez anos foi gestora cultural na empresa que fundou, BCB Produções Culturais LTDA, criando e executando diversas ações de cunho sociocultural e em comunicação, desenvolvidas, dentre outras, para as agências Eko Comunicação Estratégica (PA), Temple Comunicação Empresarial (PA), Mendes Publicidade (PA), Gaby Comunicação (PA), Quadrante (MA), e às empresas Itaú Cultural, Estúdio Madalena, Vivo, Claro, Hydro, Vale, Mineração Rio do Norte, Fundo Vale e Natura. O objetivo de tais ações é a aproximação e a construção de diálogo entre comunidades e instituições. Em 2008 trabalhou no Núcleo de Desenvolvimento e Captação Institucional do Governo do Estado do Pará, vinculado ao Sistema Integrado de Museus, diretamente com ações de viés educativo e cultural. Faz parte da Rede de Produtores Culturais da Fotografia, da qual foi cofundadora em 2009, durante a 5ª Feira Internacional de Fotografia - Paraty em Foco (RJ). Ainda em rede, trabalhou em parceria com diversos núcleos de gestão e cultura no Brasil e no exterior, tais como Photo Festivals (França), Coletivo Garapa (SP), Casa da Cultura Digital (SP), Greenvision Films (PA), Coletivo Diphusão (AM), entre outras. VANESSA GABRIEL-ROBINSON – COORDENÇÃO GERAL (RELAÇÕES INTERNACIONAIS) Jornalista especializada em artes e no setor criativo. Projetou, implementou e executou uma ampla gama de projetos nacionais e internacionais em inovação social, artes / setor criativo, educação e setores de comunicação / MKT / PR para organizações-chave, como Queen Mary University, British Council, Create London, Roundhouse, Projetos do Palácio do Povo e Instituto Claro. Desenvolve trabalho cujo mote está na construção de relações entre diferentes culturas com as partes interessadas públicas e privadas, nacionais e internacionais, combinado ao gerenciamento de relacionamento com um forte histórico de desenvolvimento de projetos estratégicos e habilidades administrativas excepcionais, gerenciando com eficiência orçamentos pequenos e grandes (até 5 milhões de libras esterlinas). É fundadora e diretora associada do Instituto BR, uma organização que visa promover a língua portuguesa do Brasil e atua como consultoria para empresas e organizações entre o Brasil e a Europa em artes, educação e negócios. ROSÂNGELA BRITTO – CONSULTOR (CONSELHO CURATORIAL) Professora 3º grau, Associado nível 1 da Universidade Federal do Pará (UFPA), lotada no Instituto de Ciências da Arte (ICA) da Faculdade de Artes Visuais (FAV). Artista Plástica. Doutora em Antropologia pelo Programa de Pós Graduação em Antropologia (PPGA) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da UFPA. Mestrado em Museologia e Patrimônio da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO/MEC) e Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST/MCT), cursado no período de 2007-2009. Mestrado em Educação: Ensino Superior e Gestão Universitária pela Universidade da Amazônia, finalizado em 1998. Graduação em Arquitetura pela UFPA, em 1988. Exerceu o cargo de Diretora da Faculdade de Artes Visuais, biênio 2014-2016, conforme portaria nº 5031/2014. Professora do Programa de Pós-Graduação em Artes do ICA/UFPA, a partir de janeiro de 2017 e do Mestrado Profissional - ProfArtes. Atuou até 2009, como Técnico em Assuntos Culturais da Fundação Cultural do Pará (Fumbel) da Prefeitura Municipal de Belém lotada no Museu de Arte de Belém; Atuou como diretor do Museu de Arte de Belém da Fundação Cultural do Município de Belém no período de 1996 a 1997. Assim como exerceu o cargo de direção no Museu do Estado do Pará e do Sistema Integrado de Museus e Memoriais da Secretaria Executiva de Cultura do Estado do Pará no período de 1998 a 2006. VÂNIA LEAL – COORDENADOR PEDAGÓGICO Possui Mestrado em Comunicação, Linguagem e Cultura pela Universidade da Amazônia (2011). Graduada em Educação Artística Habilitação Artes Plásticas pela Universidade Federal do Pará (1999). É especialista em História e Memória da Arte pela Universidade da Amazônia - UNAMA (2001). Foi docente na Faculdade de Estudos Avançados do Pará - FEAPA, nos cursos de Design Gráfico, Jornalismo e Publicidade. Nesta IES, coordenou o Curso de Design Gráfico. É professora AD-4 nomeado p/decreto de 04/11/04. - Secretaria Executiva de Educação do Pará. É professora colaboradora na Universidade Federal do Pará - UFPA no PARFOR - Plano Nacional de Formação de professores, no Curso de Artes Visuais e Tecnologia da Imagem. É coordenadora do projeto Arte Pará há dez anos, maior salão de arte contemporânea da região Norte. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Visuais, atuando principalmente nos seguintes campos: arte contemporânea, educação patrimonial e curadoria em artes. FERNANDA MARTINS – DESIGNER RESPONSÁVEL Pesquisadora nas áreas de Memória Gráfica Brasileira e Tipografia, coordena o projeto Letras que Flutuam. (documentário audiovisual Marajó das Letras, 30', 2017). Doutora em Design pela ESDI /UERJ. Especialização em Semiótica e Cultura Visual pela UFPA (2008) e Licenciatura em Artes Plásticas pela Universidade de São Paulo (1982). Concluiu o curso avançado de Pós-Graduação em Design Gráfico pela Schule fur Gestaltung Basel, (SFG/Suíça - 1998), onde desenvolveu a família tipográfica Brasília. Criou as tipografias Ruben, Graal, Transbrasil e Ultragas. Desde 1986 dirige a Forminform em SPaulo, a partir de 2004 iniciou atuação em Belém (PA) onde fundou a Mapinguari Design, com atuação nas áreas de Design Social e para Sustentabilidade. Contemplada no Prêmio Indústria Criativa (MiNC- Secretaria da Economia Criativa) e Prêmio de patrimônio material Rodrigo Mello Franco do IPHAN em 2018. Lecionou na Escola Superior de Propaganda e Marketing, na Faculdades de Estudos Avançados do Pará e no Instituto de Estudos Superiores da Amazônia nas disciplinas de Tipografia, Metodologia de Projeto e Projeto e Produção Gráfica. Foi representante Titular do Design no Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) do Ministério da Cultura onde também compôs, por dois mandatos, o Conselho Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Tem experiência na área de Desenho Industrial, atuando principalmente nos seguintes temas: design gráfico, com foco em Identidade corporativa, editorial, ambientação e sinalização; design para a sustentabilidade, tipografia, história da tipografia, memória gráfica brasileira. Os demais cargos e funções serão escolhidos no decorrer do projeto.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.