Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 200786Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MAS NÃO SE MATA CAVALO? (titulo provisorio)

ARMAZEM - COMPANHIA DE TEATRO LTDA
Solicitado
R$ 966,5 mil
Aprovado
R$ 966,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-05-03
Término
2023-05-02
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto consiste na montagem do espetáculo "MAS NÃO SE MATA CAVALO?" (título provisório) da Armazém Companhia de Teatro, escrito e dirigido por Paulo de Moraes, uma livre adaptação da obra literária "They shoot horses, don’t they?", de Horace McCoy (1897_1955); e circulação por 4 cidades num período de 8 meses. Com início previsto para o primeiro semestre de 2020, o projeto propõe a montagem e circulação do espetáculo "MAS NÃO SE MATA CAVALO?" (título provisório); e a realização de 80 apresentações ao total, com ingressos a preços populares. Além disso, o projeto oferece um workshop gratuito sobre o processo de produção do espetáculo e um ensaio aberto em cada cidade visitada.

Sinopse

Essa sinopse dá conta da “estória” contada a priori no livro de McCoy. Nosso processo levará em conta essa narrativa, mas criará novas situações, personagens e acontecimentos. Por três refeições ao dia, a promessa de um prêmio de 1.000 dinheiros e algumas moedas jogadas pela plateia, dezenas de casais decidem participar de um Concurso de Danças em um velho salão de uma grande cidade qualquer. Na verdade, será uma desumana maratona de dias até que o último casal sobreviva após passar por dores físicas, desconforto, humilhações e indignidades, monitorados por médicos e enfermeiras cujo papel básico é o de manter os participantes de pé à todo custo para manter a adrenalina do show. A obra de McCoy é um conto extremamente mordaz sobre a falência do ideal de igualdade em sociedades competitivas. Seu aspecto trágico está naquilo que une os competidores, na única coisa que têm a oferecer aos organizadores da maratona de dança. Não seus corpos físicos, sua técnica ou desempenho artístico, mas sua pobreza. É a pobreza que leva os competidores a sacrificarem tudo – sua moralidade, sua sanidade – para superarem os limites da natureza humana. E o embate do ser humano com sua fragilidade física é sempre algo degradante e, por isso, patético. No entanto essa degradação é aquilo mesmo que atrai os compradores de ingresso que se amontoam nas arquibancadas montadas no salão. E o evento da dança, assim, nada mais é do que um reality show, um retrato agudo da nossa fixação com o fracasso da existência alheia. O título – MAS NÃO SE MATA CAVALO? – é uma analogia à submissão daquela fauna humana a um verdadeiro “derby”, onde os “cavalos” doentes serão sacrificados. A dor e sofrimento descritas no livro se enquadrariam no clássico mecanismo da neurose tal como descrito por Freud: o conflito entre ego e id que produz a angústia e ansiedade no conflito cultural entre o indivíduo e a sociedade. O choque entre os sonhos dos competidores da maratona de dança e o maquiavelismo do show-business. Indo um pouco adiante, a cultura das celebridades e os sonhos consumistas representados pelos reality shows mais recentes expõem um mecanismo psíquico diverso, uma falsa conciliação entre indivíduo e sociedade na medida em que todos os participantes parecem não expor a dor e sofrimento já que a simples presença nas telas de TV já os tornam celebridades instantâneas e efêmeras. O conflito deixa de ser entre ego e id (indivíduo versus mundo) como na neurose clássica para tornar-se ego e superego - indivíduo versus culpa por não conseguir atingir as imagens de sucesso e satisfação oferecidas pelo consumismo. Classificação Indicativa: 14 anos

Objetivos

Objetivos gerais (finalidade do projeto) Realizar montagem e circulação nacional do espetáculo "MAS NÃO SE MATA CAVALO?" (título provisório), da Armazém Companhia de Teatro, escrito e dirigido por Paulo de Moraes pelas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte. O início do projeto está previsto para o primeiro semestre de 2020, com contratação de pessoal, ensaios, elaboração e confecção de figurinos e cenário, projeto de som e luz, durante 2 meses; e apresentações em salas de teatros a serem definidos, com capacidade mínima de 150 lugares durante 5 meses. Objetivos específicos - Realizar a montagem do espetáculo "MAS NÃO SE MATA CAVALO?" (título provisório) da Armazém Companhia de Teatro, escrito e dirigido por Paulo de Moraes na cidade do Rio de Janeiro;- Realizar 32 apresentações do espetáculo "MAS NÃO SE MATA CAVALO?" (título provisório) na cidade do Rio de Janeiro; - Realizar 16 apresentações do espetáculo "MAS NÃO SE MATA CAVALO?" (título provisório) nas cidades de São Paulo, Brasília e Belo Horizonte totalizando 48 apresentações;- Promover e difundir a produção cultural e artística brasileira, através da circulação do espetáculo supracitado;- Realizar 4 ensaios abertos gratuitamente, sendo 1 em cada cidade visitada;- Oferecer um workshop gratuito em cada cidade visitada, sobre os modos de produção da Armazém Companhia de Teatro. Totalizando uma oferta de 1.800 vagas por cidade;- Contribuir para o contínuo crescimento do Brasil, como produtor de espetáculos de alta qualidade artística;- Divulgar amplamente projeto como fonte de conhecimento e cultura através das redes sociais e outros veículos, ressaltando a importância da lei de incentivo para realização desse tipo de evento;- Gerar oportunidade de trabalho no mercado cultural do país, através da contratação direta e indireta de aproximadamente 60 pessoas.

Justificativa

Com 32 anos de atividade continuada, a Armazém Companhia de Teatro tem continuamente reafirmado sua posição de destaque no cenário cultural, figurando como um dos grupos de teatro mais bem estruturados do país, o que permitiu levar sua arte para as principais cidades brasileiras, além de apresentações na América do Sul, Europa e Ásia. A companhia tem se dedicado intensamente à pesquisa de linguagem, mantendo um repertório sempre contemporâneo e instigante, conquistando com isso plateias cada vez mais numerosas e heterogêneas. Em constante diálogo com o público e com outros artistas, a companhia tem como premissa a realização de atividades de compartilhamento de experiências como oficinas e vivências, trocas com grupos de teatros nos diversos locais em que se apresenta e ensaios abertos com bate-papos ao final, nos quais o público abre impressões sobre os processos de montagem dos espetáculos. Entre seus principais espetáculos estão "A Ratoeira é o Gato" (1993), "Alice Através do Espelho" (1999), "Da Arte de Subir em Telhados" (2001), "Toda Nudez Será Castigada" (2005), "Mãe Coragem e seus Filhos" (2007), "A Marca da Água" (2012) e "Hamlet"(2017), todos dirigidos por Paulo de Moraes. A companhia já recebeu mais de 30 prêmios nacionais (Shell, Mambembe, APTR, Cesgranrio, Cultura Inglesa, Cenym) e também foi premiada por duas vezes com o prestigiado Fringe First Award, no Festival de Edimburgo, na Escócia, (em 2013 e 2014) com os espetáculos "A Marca da Água" e "O Dia em que Sam Morreu". Além disso, também foi premiada no Festival de Avignon 2014, na França, com o Coup du Coeur de la Presse, por "O dia em que Sam Morreu". A Armazém tem se mantido na vanguarda da produção teatral brasileira, com montagens que refletem a inquietação de uma busca por falar do homem de hoje; da solidão urbana de "Pessoas Invisíveis" (2002), da dissolução da memória de "Inveja dos Anjos" (2008), ou da reflexão sobre a fé agindo sobre o homem do século 21 _ um homem colocado numa encruzilhada entre a individualidade exacerbada que se vê nas ruas e questões ancestrais que ainda tocam seu coração e mente _, que se vê em "A Caminho de Casa" (2004). A companhia ainda mostrou-se pioneira na utilização da linguagem do vídeo-digital para a preservação da memória teatral no país, lançando (em 2002) o DVD de "Da Arte de Subir em Telhados" e repetindo a dose com o DVDs de "Pessoas Invisíveis" (2003), "Alice Através do Espelho" (2004), "Inveja dos Anjos" (2009) e "Antes da Coisa Toda Começar" (2011). Ainda como parte do "Projeto Memória", concebido pela companhia, foi lançado o livro de imagens "Para Ver com Olhos Livres" (2003), uma leitura imagética e crítica sobre a trajetória da companhia; "Espirais" (2008), uma revisão dos processos e resultados dos 20 anos da companhia - com ensaios de importantes teóricos teatrais brasileiros; além de "Inveja dos Anjos _ Dramaturgia", que fez parte do projeto de 2010, "Antes da Coisa Toda Começar _ Dramaturgia", em 2011 e "A Marca da Água - Dramaturgia" e "O Dia em que Sam Morreu - Dramaturgia", em 2014. O encontro entre o domínio cênico/narrativo do diretor Paulo de Moraes, a excelência do trabalho dos atores da companhia e a singularidade da proposta de MAS NÃO SE MATA CAVALO? faz vislumbrar um espetáculo realmente instigante, principalmente pela experiência que a Armazém Companhia de Teatro tem em construir uma dramaturgia própria, vide "Inveja dos Anjos" e "A Marca da Água" _ que levaram o Prêmio Shell de Melhor Autor em 2008 e 2012, além de "O Dia em que Sam Morreu" _ Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto em 2014, entre tantos outros trabalhos que fazem parte da história recente do teatro brasileiro.Agora, logo após completar 30 anos de palco, um projeto que alie a construção de uma nova dramaturgia, num espetáculo imageticamente belo, num processo de ensaios que priorize os atores como criadores centrais da linguagem cênica, colocando os corpos destes mesmos atores como elementos determinantes da narrativa (o que pede um ator experiente e com domínio corporal bastante desenvolvido) parece perfeito para dar sequência ao trabalho da companhia.Devido às razões supracitadas, o projeto considera a Lei Federal de Incentivo uma ferramenta fundamental para sua realização, e por isso pleiteia a captação de recursos, através do Mecanismo de Incentivo, apoiado nos incisos I, II, VII do art. 1º da Lei 8313/91, de forma a contribuir para o fomento de produções artísticas brasileiras, satisfazendo os objetivos propostos nos incisos II, IV e V do art. 3º da referida Lei.

Estratégia de execução

Mas não se mata cavalo?Texto: Paulo de MoraesDireção: Paulo de MoraesElenco: Jopa MoraesLisa EirasIsabel PachecoMarcos MartinsPatrícia SelonkRicardo MartinsSérgio MachadoCenografia: Paulo de Moraes e Carla BerriFigurinos: Carol LobatoIluminação: Maneco QuinderéMúsica Original: Ricco VianaProjeções Cênicas: Rico Vilarouca e Renato VilaroucaDireção de Movimento: Paulo MantuanoDesigner Gráfico: Daniel de JesusAssessoria de Imprensa: Ney MottaAssistente de Produção: William SousaProdução Executiva: Flávia Menezes Direção de Produção: Patrícia Selonk Currículo:A Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, na cidade de Londrina, no Paraná, pelo diretor Paulo de Moraes. Em 1998, transfere-se para o Rio de Janeiro, onde tem sede na Fundição Progresso. Seus espetáculos foram apresentados em quase todos os Estados brasileiros, além dos seguintes países: Uruguai, Portugal, França, Reino Unido e China. Todos os espetáculos tem direção de Paulo de Moraes. Espetáculos montados:“Aniversário de Vida, Aniversário de Morte” (1987), “Périplo – O Ideograma da Obsessão” (1988), “A Construção do Olhar” (1990) e “Alabastro” (1992), todos com texto e direção de Paulo de Moraes 1993 - “A Ratoeira é o Gato”, de Paulo de Moraes- Melhores Espetáculos de 1994 – O Globo- Prêmio Mambembe 1994 de Melhor Atriz (Patrícia Selonk); Indicação para Melhor Direção (Paulo de Moraes)- Prêmio Shell - Indicação para Categoria Especial, pela Pesquisa de Linguagem - Prêmio Molière -Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Direção1994 - “A Tempestade”, de William Shakespeare- Prêmio Apetesp 1995 - Indicação para Melhor Ator (Paulo Autran)1995 - “Édipo”, adaptação de Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça, a partir do “Édipo Rei”, de Sófocles1997 - “Out Cry”, de Tennessee Williams1997 - “Sob o Sol em meu Leito após a Água”, de Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça- Prêmio Mambembe de Melhor Espetáculo; Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Direção (Paulo de Moraes) - Prêmio Shell- Indicação para Melhor Direção1998 - “Esperando Godot”, de Samuel Beckett1999 - “Alice Através do Espelho” (1999), de Maurício Arruda Mendonça, a partir da obra de Lewis Carroll- Melhores Espetáculos de 1999 – O Globo- Prêmio Cultura Inglesa 1999 de Melhor Espetáculo, Direção (Paulo de Moraes) e Cenografia (Paulo de Moraes e Gelson Amaral); Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk e Fláfia Fafiães) e Figurino (João Marcelino)- Prêmio Shell 1999- Indicação para Melhor Direção e Música (Paulo de Moraes)- Prêmio Shell 2000- Categoria Especial (pela qualidade do repertório)2001 - “Da Arte de Subir em Telhados”, de Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça- Prêmio Shell 2001 de Melhor Cenografia (Paulo de Moraes e Gelson Amaral); Indicação para Melhor Autor (Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça) e Direção2002 - “Pessoas Invisíveis”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes- Melhores Espetáculos de 2002 – O Globo- Prêmio Shell - Indicação para Melhor Autor (Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes), Atriz (Simone Mazzer), Música (Paulo de Moraes) e Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri)2003 - “Casca de Noz”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes- Prêmio Shell- Indicação para Melhor Iluminação (Paulo César Medeiros)2004 - “A Caminho de Casa”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes- Melhores Espetáculos de 2004 – O Globo- Prêmio O Globo/Faz Diferença- Indicação para Destaque do Ano em Teatro (Paulo de Moraes)- Prêmio Qualidade Brasil 2005/Rio de Janeiro- Indicação para Melhor Espetáculo - Drama- Prêmio Qualidade Brasil 2005/São Paulo - Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk)2005 - “Toda Nudez Será Castigada”, de Nelson Rodrigues- Prêmio Shell 2005 de Melhor Direção (Paulo de Moraes) e Iluminação (Maneco Quinderé); Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri)- Prêmio Eletrobras 2006 de Melhor Cenografia, Iluminação e Figurino (Rita Murtinho); Indicação para Melhor Espetáculo e Direção2007 - “Mãe Coragem e seus Filhos”, de Bertolt Brecht- Prêmio Shell - Indicação para Melhor Direção- Prêmio APTR - Indicação para Melhor Atriz Coadjuvante (Patrícia Selonk) e Iluminação (Maneco Quinderé)- Prêmio Qualidade Brasil 2008 - Indicação para Melhor Espetáculo (Drama), Atriz (Louise Cardoso) e Direção- Prêmio Contigo! de Teatro - Indicação para Melhor Espetáculo, Atriz (Louise Cardoso) e Figurino (Rita Murtinho)2008 - “Inveja dos Anjos”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes- Melhores Espetáculos de 2008 – O Globo- Prêmio Shell de Melhor Autor (Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes) e Atriz (Patrícia Selonk); Indicação para Melhor Direção, Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri) e Iluminação (Maneco Quinderé)- Prêmio APTR de Melhor Espetáculo e Iluminação; Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk), Atriz Coadjuvante (Simone Mazzer), Ator Coadjuvante (Marcelo Guerra) e Cenografia- Prêmio Contigo 2009 de Melhor Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri);Indicação para Melhor Espetáculo, Direção e Autor2010 - “Antes da Coisa Toda Começar”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes- Prêmio Shell - Indicação para Melhor Iluminação (Maneco Quinderé)- Prêmio APTR de Teatro - Indicação para Melhor Espetáculo, Autor (Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes), Iluminação e Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri)2012 - “A Marca da Água”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes- Melhores Espetáculos de 2012 – O Globo- Prêmio Shell de Melhor Autor (Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes); Indicação para Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Cenografia (Paulo de Moraes)- Prêmio APTR de Teatro de Melhor Iluminação (Maneco Quinderé); Indicação para Melhor Cenografia- Fringe First Award 2013 Edinburgh – Scotland“Water Stain” (A Marca da Água)* for innovation and outstanding new writing in Edinburgh Festival Fringe2014 - “O Dia em que Sam Morreu”, de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes- Melhor Estreia de Teatro 2014 – Folha de São Paulo- Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto Nacional (Paulo de Moraes e Maurício Arruda Mendonça)- Coup de Coeur 2014 Festival de Avignon – França“Le Jour àu Sam est Mort” – (O Dia em que Sam Morreu)*prêmio concedido pelo Club de la Presse d’Avignon- Fringe First Award 2014 Edinburgh – Scotland“The Day Sam Died” (O Dia em que Sam Morreu)* for innovation and outstanding new writing in Edinburgh Festival Fringe2015 - “Inútil a Chuva”, de Paulo de Moraes e Jopa Moraes- Prêmio Shell - Indicação para Melhor Cenário (Paulo de Moraes e Carla Berri) e Iluminação (Maneco Quinderé)- Prêmio Cesgranrio - Indicação para Melhor Cenário e Iluminação- Prêmio APTR - Indicação para Melhor Cenário2017 - “Hamlet”, de William Shakespeare- Prêmio Cenym 2017 de Melhor Atriz (Patrícia Selonk) e Melhor Companhia de Teatro; Indicação para Melhor Qualidade Técnica e Programação Visual- Prêmio Cesgranrio 2017 de Melhor Iluminação (Maneco Quinderé); Indicação para Melhor Espetáculo, Direção, Cenografia, Figurino e Categoria Especial (Ricco Viana pela Trilha Sonora)- Prêmio Shell de Teatro 2017 de Melhor Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri); além de Indicação para Melhor Direção e Iluminação- Prêmio APTR de Teatro 2017 de Melhor Atriz Coadjuvante (Lisa Eiras) e Cenografia (Paulo de Moraes e Carla Berri); Indicação paraMelhor Espetáculo, Direção, Atriz (Patrícia Selonk), Iluminação e Figurino- Prêmio Botequim Cultural - Indicação para Melhor Cenografia2019 - “Angels in America”, de Tony Kushner IMPACTO AMBIENTAL :Não se aplica, pois o projeto será realizado em salas de teatro

Especificação técnica

Espetáculo“MAS NÃO SE MATA CAVALO?” (título provisório) Apresentado em palco italianoDuração: 90 minutosClassificação indicativa: 14 anosCapacidade: 150 lugares ou mais Workshop O Workshop abordará o modo de produção dos espetáculos da Armazém Companhia de Teatro, ministrado pelo diretor Paulo de Moraes e por mais 3 atores diferentes em cada cidade visitada. Serão abordados o histórico da companhia, seu processo de internacionalização (que inclui viagens à Ásia, Europa e América Latina), sua proposta de pesquisa (alternando entre a forma e o conteúdo do espetáculo), além de informações sobre o processo de construção do espetáculo “MAS NÃO SE MATA CAVALO?”(título provisório) (desde o processo da escrita do texto, passando pelos meses de processo de ensaio, até a sua forma final). Será aberto ao público a possibilidade de perguntas, interferências e reflexões sobre os temas. Duração: 90 minutosLocal: Preferencialmente nos teatros onde o espetáculo será apresentado. Ensaio Aberto O ensaio aberto objetiva aproximar o público do fazer cultural da Armazém Companhia de Teatro, abrindo espaço para que o público possa conhecer uma parte do processo de preparação do elenco, de forma a contribuir também com o processo de formação de plateia em cada cidade que receberá o espetáculo. Classificação indicativa: 14 anos Local: Nos teatros onde o espetáculo será apresentado.

Acessibilidade

Acessibilidade Física A produção priorizará a escolha de teatros que ofereçam condições de acesso para portadores de deficiência e/ou pessoas com mobilidade reduzida e idosos, tais como rampas de acesso e banheiros apropriados. Caso algum teatro não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso, através de medidas adaptativas, como rampa de acesso. Acessibilidade de Conteúdo - Intérprete de libras em 1 apresentação do espetáculo, em cada cidade visitada em atendimento às pessoas com deficiência auditiva- Elaboração de peças de comunicação digital que utilizem recursos audiovisuais e/ou com descrição das imagens gráficas em atendimento às pessoas com deficiência auditiva e/ou visual Portanto, o projeto atenderá todas as exigências da Lei no que rege o artigo 27, incisos I, II, III e IV do decreto 5761/06, a fim de proporcionar acessibilidade a idosos, pessoas com mobilidade reduzida e portadores de deficiência, promover a distribuição gratuita de ingressos, ampliando o acesso a fruição de atividades culturais.

Democratização do acesso

Afim de promover a ampliação do acesso de pessoas de todas as classes sociais à oferta de programações artístico-culturais nas cidades em que o projeto atenderá, bem como a formação de plateia, este projeto prevê a adoção das medidas a seguir, operando com o inciso V do art. 21 da IN 2/2019. V- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 Contrapartidas Sociais Atendendo aos incisos § 1o e § 2o do Art. 22 da IN no 02/2019, o projeto pretende:- Contemplar 1.800 beneficiários ao total no workshop;- Contemplar 1.800 beneficiários ao total no ensaio aberto;- Reservar e direcionar 50% das vagas da ação formativa cultural à estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Ficha técnica

Direção Artística: Paulo de MoraesDireção de produção: Patrícia SelonkProdução executiva: Flavia Menezes Paulo de Moraes – Direção e Gestão AdministrativaNascido em Cornélio Procópio, no Paraná, em 1965, Paulo de Moraes é diretor de teatro, dramaturgo e cenógrafo. Formado em Jornalismo, pela Universidade Estadual de Londrina, foi também Professor e Diretor da Escola Municipal de Teatro de Londrina, além de Professor de Interpretação na CAL - Casa das Artes de Laranjeiras. Como ator participou, entre 1985 e 1987, do Grupo Delta de Teatro (de Londrina), sob a direção de José Antonio Teodoro.Começou seu trabalho de diretor e dramaturgo em 1987, quando fundou a Armazém Companhia de Teatro (ainda em Londrina). Desde 1998 radicado no Rio de Janeiro, já foi premiado ou indicado – como diretor – aos Prêmios Shell, Cesgranrio, Eletrobrás, Molière, Mambembe, APTR, Cultura Inglesa, Contigo, Qualidade Brasil e Faz a Diferença (Jornal O Globo). Além disso, seus espetáculos já foram apresentados em vários países, como Portugal, Noruega, França, Escócia, Angola, Uruguai e China.Entre seus trabalhos mais importantes estão A Ratoeira é o Gato (1994), Sob o Sol em meu Leito após a Água (1997), Alice Através do Espelho (1999), Da Arte de Subir em Telhados (2001), Pessoas Invisíveis (2002), Toda Nudez Será Castigada (2005), Pequenos Milagres (2007), Inveja dos Anjos (2008), Mente Mentira (2010), A Marca da Água (2012), Jim (2013), O Dia em que Sam Morreu (2014) e Hamlet (2017).Fora da Armazém Companhia de Teatro, dirigiu importantes atores e atrizes do teatro brasileiro, como Paulo Autran, Celso Frateschi, Louise Cardoso, Suzana Faini, Ana Beatriz Nogueira, Fernando Eiras, Malu Valle, Zécarlos Machado, Eriberto Leão e Malvino Salvador, além dos coletivos Grupo Galpão e Intrépida Trupe.Recebeu duas vezes, em 2013 e 2014, o Fringe First Award, o mais importante prêmio do Festival deEdimburgo, na Escócia – por A Marca da Água e O Dia em que Sam Morreu. Prêmio Cultura Inglesa - 1999 Melhor DireçãoMelhor CenografiaAlice Através do EspelhoPrêmio Shell de Teatro - 2001Melhor CenografiaDa Arte de Subir em TelhadosPrêmio Shell de Teatro - 2005Melhor DireçãoToda Nudez Será CastigadaPrêmio Eletrobras de Teatro - 2006Melhor CenografiaToda Nudez Será CastigadaPrêmio Usiminas/SIMPARC - 2007Melhor CenografiaPequenos MilagresPrêmio SESC/Sated MG - 2007Melhor AutorMelhor CenografiaPequenos MilagresPrêmio Shell de Teatro - 2008Melhor AutorInveja dos AnjosPrêmio Contigo de Teatro - 2008Melhor CenografiaInveja dos AnjosPrêmio Shell de Teatro - 2012Melhor AutorA Marca da ÁguaFringe First Award - 2013Edimburgo - Escócia* for innovation and outstanding new writing in Edinburgh Festival FringeA Marca da Água (Water Stain)Fringe First Award - 2014Edimburgo - Escócia* for innovation and outstanding new writing in Edinburgh Festival FringeO Dia em que Sam Morreu (The Day Sam Died)Prêmio Cesgranrio de Teatro - 2014Melhor AutorO Dia em que Sam MorreuPrêmio Shell de Teatro - 2017Melhor CenografiaHamletPrêmio APTR de Teatro - 2017Melhor CenografiaHamlet© 2018 Armazém Companhia de Teatro. Patrícia Selonk – Coordenação de Produção e AtuaçãoNascida em Londrina, no Paraná, em 1971, Patrícia Selonk é atriz desde 1987, quando participou da formação da Armazém Companhia de Teatro.No teatro, entre seus personagens mais marcantes, estão o bufão Falstaff de A Ratoeira é o Gato (1993), Caliban de A Tempestade (1994), quando atuou ao lado do ator Paulo Autran, Estragon de Esperando Godot (1998), o Chapeleiro Maluco de Alice Através do Espelho (1999), Geni de Toda Nudez Será Castigada (2005), Katrin, a filha muda de Mãe Coragem e Seus Filhos (2007), a garçonete Cecília de Inveja dos Anjos (2008), Laura de A Marca da Água (2012) e a personagem título de Hamlet (2017).Recebeu o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz (1994), por sua atuação em A Ratoeira é o Gato, o Prêmio Shell (2008), por Inveja dos Anjos e o Prêmio Cenym (2017), por Hamlet. Também foi indicada ao Prêmio Molière de Melhor Atriz (1994), por sua atuação em A Ratoeira é o Gato, ao Prêmio Mambembe (1997), por Sob o Sol em Meu Leito após a Água, ao Prêmio Cultura Inglesa (1999), por Alice através do Espelho, ao Prêmio Qualidade Brasil (2004), por A Caminho de Casa, ao Prêmio Shell (2005), por Toda Nudez será Castigada, ao Prêmio APTR (2007), por Mãe Coragem e seus Filhos, ao Prêmio APTR (2008), por Inveja dos Anjos e ao Prêmio Shell (2012), por A Marca da Água.No cinema, protagonizou o curta Um Sol Alaranjado (2002), de Eduardo Valente, pelo qual recebeu prêmio de Melhor Atriz, nos festivais de cinema de Gramado e Fortaleza e participou dos longa-metragens Verônica(2008), com direção de Maurício Farias e Ponto Zero (2015), com direção de José Pedro Goulart, pelo qual foi indicada ao Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema de Gramado (2015).É formada em Licenciatura em Dança, pela Faculdade de Dança Angel Vianna, onde atualmente leciona adisciplina Performance, no Curso Técnico de Bailarino Contemporâneo. Flávia Menezes – Produção ExecutivaNascida em Londrina-PR, em 1975, Flávia Menezes formou-se atriz pela Escola Municipal de Teatro (em Londrina), onde teve como professores Paulo de Moraes, Patrícia Selonk, Maurício Arruda Mendonça, Simone Mazzer, Marcos Martins e Simone Vianna (que considera seus amados mestres). Participou dos coros Madrigal de Londrina (Maestro: Othonio Benvenuto) e Neuma Ensemble (Maestro: Elimar Plínio).Em 1999 mudou-se para o Rio de Janeiro e passou a integrar a Armazém Companhia de Teatro, inicialmente como atriz em Alice Através do Espelho. O espetáculo foi um grande sucesso de público e colaborou ativamente para a formação de plateia e revitalização do bairro da Lapa, inaugurando a Fundição Progresso como um novo espaço de apresentações no centro do Rio de Janeiro.A partir deste momento, passa a integrar o Núcleo de Produção da companhia, tornando-se depois Produtora Executiva.Especializou-se pela Universidade Cândido Mendes, no curso de Produção e Políticas Culturais, e realizou diversos cursos de aprofundamento em elaboração de projetos, captação e gestão financeira: Empreendedorismo Cultural do Sesi, com Francis Miszputen, Curso de formação de Agentes Públicos e Culturais - Fundação Cierj, Elaboração e Prestação de Contas - Ucam, Contabilidade na Prática – Sebrae, Gestão Cultural Internacional, com Nathalie Redant, Oficina de Pitch and Speed Dating - Tempo Festival.Atualmente, participa como vocalista do Coletivo Monstra e como produtora do Grupo de Carnaval Cordão do Boitatá, Festival Internacional Anjos do Picadeiro e do espetáculo A História dos Ursos Panda.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.