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"A Vaca Lelé" é umpremiado texto de teatro infantil do autor Ronaldo Ciambroni. O projeto prevê montagem e temporada em São Paulo, além de ação formativa cultural para crianças do Ensino Fundamental I da rede pública de ensino.
Matilde, uma vaquinha que vive fugindo do curral, carrega dentro de si muitos sonhos e curiosidades. A Vaca Lelé, como era chamada, tem um objetivo: conseguir asas e voar. Ela consegue ampliar seus conhecimentos quando se torna amiga do velho espantalho, que tudo sabe e tudo vê. Ela aprende a cantar com a Cigarra, a ter personalidade com o Pardal, a não ser inconveniente como a Mosca, a ter ambição vendo a Galinha tão acomodada, a brilhar como os Vagalumes e a ser forte como o Touro. O que a Matilde não sabia, era que para ter tanta felicidade, precisaria conhecer o outro lado da vida, o lado ruim das coisas.
OBJETIVO GERAL: "A Vala Lelé" objetiva realizar um espetáculo de teatro infantil, valorizando a cultura regional brasileira. De forma sutil e divertida, o autor aborda a importância do respeito a diversidade cultural, e procura causar reflexões sobre a vida, nossos sonhos e valores. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar projeto com dramaturgia de qualidade e linguagem de fácil acesso, direcionada ao público em geral, com 16 apresentações para um público estimado de 6.400 (seis mil e quatrocentas) pessoas, em sua maioria crianças; - Facilitar e ampliar a inserção sociocultural do público em geral, distribuindo 1.280 ingressos gratuitos com caráter social para população, sendo 640 distribuídos exclusivamente para estudantes de escolas públicas e 640 distribuídos para o público em geral; - Realizar 01 (hum) ensaio aberto (público total limite 500 participantes); - Realizar 04 (quatro) ações formativas culturais, presenciais e gratuitas com a participação um educador e um ator do espetáculo que fará a ação vestido de personagem, em instituições de ensino público, para alunos e professores do Ensino Fundamental I; - Gerar ao menos 20 (vinte) empregos diretos na área cultural.
Escrita por Ronaldo Ciambroni em 1989, "A Vaca Lelé" já foi base de incontáveis montagens por todo o país. Devido ao seu sucesso com o publico infantil e adulto, a obra foi adaptada e contemplada com uma versão em filme. "A vaca Lelé" nos faz relembrar e valorizar a cultura regional brasileira. Através de seus sotaques e personalidades, cada personagem traz consigo características da cultura de sua origem, experiências de vida e diversos sentimentos a serem descobertos. Diferentemente da maioria dos espetáculos infantis atuais, "A Vaca Lelé" não possui um final óbvio. Sua escrita permite que cada expectador tenha uma conclusão e provoca reflexões sobre a vida, sobre sonhos e valores. Nessa obra, não existe o óbvio, um certo ou errado. O texto aborda o encorajamento de lutar pelos sonhos, a valorização da diversidade de cultura de nosso país e o respeito às diferenças culturais e intelectuais. "A Vaca Lelé" mostra que podemos aprender com as diferenças e com as adversidades.
"A Vaca Lelé" PREMIAÇÕESPremio “Moliére” - Melhor texto (1988)Prêmio Minc - Melhor musica composta (1988)Apetesp - Melhor trilha Apetesp - melhor musica composta INDICAÇÕES Premio Coca Cola - Melhor musica compostaPremio Coca Cola - Melhor Texto
Duração: 50 minutos Classificação etária: Livre
Produto TEXTO TEATRAL: - Declaramos para os devidos fins que o teatro em negociação na cidade de São Paulo, local onde serão realizadas as 16 apresentações, e ensaio aberto, atende a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 que exige intervenções que objetivem priorizar e/ou facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. O projeto também atende neste quesito ao Decreto 5.761. de 27 de abril de 2006, em seu Artigo 27, Inciso II; - Durante a temporada, todas as 16 (dezesseis) sessões e o ensaio aberto, terão tradução em Libras (língua brasileira de sinais) para que surdos e deficientes auditivos possam usufruir da experiência do espetáculo. - Serão impressos programas da peça em Braile como medida de acessibilidade para deficientes visuais. Estes programas só serão entregues pela produção da peça na condição da deficiência. Para os demais, serão entregues programas comuns. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - Das 04 ações formativas culturais propostas, 01 (uma) será realizada em instituição para surdos e deficientes auditivos, com acompanhamento de intérprete de libras; - Das 04 ações formativas culturais propostas, 01 (uma) será realizada em instituição para cegos.
1. 10% (dez por cento) dos ingressos serão gratuitos com caráter social; 2. 10% (dez por cento) dos ingressos serão gratuitos com caráter educativo, destinado a estudantes e professores de instituições públicas de ensino; 3. 10 % (dez por cento) dos ingressos terá distribuição gratuita por patrocinadores; 4. 10 % (dez por cento) dos ingressos terá distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto; 5. 10 % (dez por cento) dos ingressos serão comercializados a preços populares (R$ 50,00 - cinquenta reais), aceitando o Vale-Cultura para aquisição dos ingressos (reservado a 10% do total de ingressos comercializados por sessão); Além das seguintes medidas do art. 21 da IN nº02/2019 do Ministério da Cidadania: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 (Será realizado 01 ensaio aberto); IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012.
Warney Paulo - Coordenador de Produção (Proponente) Ronaldo Ciambroni - Autor Gilda Vandenbrande - Diretora Geral Tay Lopes - Diretor de Produção WARNEY PAULO - Proponente e Coordenador Geral do projeto Iniciou sua carreira em 1986, na peça “A Hora e vez de Augusto Matraca”, com Raul Cortez e direção de Antunes Filho, com quem trabalhou durante seis anos, e participou das peças “Rosa de Cabriuna” e viajou mundo afora com “Macunaíma”. Após um período como produtor na região Nordeste, voltou aos palcos da cidade de São Paulo com Ronaldo Ciambroni, autor e diretor, com quem trabalhou em cinco projetos teatrais. Fez parte do elenco da série “Metrópole” para TV fechada. Em 2016 idealizou, produziu e atuou no projeto do espetáculo teatral “Malefícios do Amor – Trilogia Tchekhov”, que estreou em maio de 2017 no Teatro Jaraguá, na cidade de São Paulo, com temporada de 03 meses, fazendo mais 02 meses de temporada no Teatro Municipal Alfredo Mesquita, em São Paulo. No mesmo ano, deu início ao projeto de recuperação do Teatro Dias Gomes, e iniciou as obras em janeiro de 2018. Após a reforma deu início ao projeto de administração e gestão do espaço, que recebeu o nome de Teatro Novo. Em maio de 2018, sob sua curadoria iniciou as pautas e projetos de teatro adulto, infantil, comedia e outros. Principais trabalhos realizados sob sua curadoria: “PI - Panorâmica Insana”, com Cláudia Abreu, Leandra Leal e elenco, e direção de Bia Lessa; “Shrek, o Musical”; “Num Lago Dourado”, com Ary Fontoura e Cléo Ventura; “O Martelo”, com Edwin Luisi e elenco; ”A Noviça Mais Rebelde”, com Wilson de Santos; “As Mulheres de Shakespeare”, com Suzy Rêgo e Ana Gasgue; “Uisque e vergonha”, com Alessandra Negrini e Ester Laccava; “Icaro and the black stars”, com Ícaro Silva. RONALDO CIAMBRONI - Autor Ronaldo Ciambroni é um ator, diretor e premiado autor brasileiro. Foi considerado pela crítica, em 1999, o melhor adaptador das histórias de Monteiro Lobato, com a peça “O Terror dos Mares”. Começou sua carreira em 1969 fazendo peças infantis. Para teatro foram mais de cinquenta textos, entre os quais mais de quinze ganharam prêmios nacionais e internacionais, tanto infantil como adulto. Não escreveu apenas comédias, mas também textos comoventes como “Donana”, que comemorou trinta anos em cartaz e foi o espetáculo brasileiro mais premiado dentro e fora do pais. Em televisão escreveu programas para a Rede Globo, Rede Manchete, Rede Record e SBT. Trabalhos como Autor de Televisão: “Vila Sésamo” - TV Cultura / TV Globo; “A Praça é Nossa” - SBT; “Chão de Estrelas” - especial sobre a vida de Sílvio Caldas; “Clube da Criança” - Rede Manchete, “A Justiça dos Homens” - série - SBT; “Ô Coitado” - SBT (1999/2000); “SPA TV Fantasia” - TV Gazeta (2002); “Antônio Alves, Taxista” - novela - SBT (1996); “Canoa do Bagre” - novela - Rede Record (1997/98); “A Filha do Demônio” - minissérie - Rede Record (1997); “Direito de Vencer” - minissérie - Rede Record (1997); “Olho da Terra” - minissérie - Rede Record (1997). Trabalhos como Autor de Teatro: “A Dona da Bola”; "A Vaca Lelé" (infantil); “Acredite, um Espírito Baixou em Mim"; “Adeus”; “Fadas e Bruxas” (infantil); “As Filhas da Mãe”; “As Moças do Segundo Andar”; “Como o Vento”; “Contos de Bruxas” (infantil); “De Artista e Louco Todo Mundo Tem um Pouco”; “Donana”; “Geração Coca-Cola”; “Golpe Certo”; “Menino Não Entra, Menina Não Entra” (infantil); “Miss Brasil Sou Eu”; “O Palhaço era Meu Tio" (infantil); “O Palhaço Imaginador” (infantil); “O Terror dos Mares” (infantil); “Pop, a Garota Legal” (infantil); “Pop, Boi da Cara Preta” (infantil); “Romeu e Romeu”; “Se Essa Rua Fosse Minha”; “Terezinha de Jesus”; “Tucunaré, a Filha da Lua” (infantil); “Um Louco em Minha Cama”; “Uma Certa Carmem”; “Uma Empregada Quase Perfeita”; “O Fantasma da Minha Sogra”; “Rapunzel, A Menina dos Cabelos Dourados” (infantil); “Branca de Neve, O Conto” (infantil); “O Gato de Botas” (infantil); “Guara-pa-ri”; “Chico, Além da Alegria”; “Coração Safado”. Premiações: Molière em 1974 e 1978; Prêmio Mambembe em 1988 e 1992; APCA (Associação dos Críticos de Artes) em 1988; APETESP (Associação dos Produtores de Teatro de SP) em 1988,1989 e 1990; SNT (Serviço Nacional de Teatro) em 1971 e 1977; Prêmio Grande Othelo em 1983; Bandeirantes em 1995; Melhor espetáculo estrangeiro Festival de Havana, 1995 com a peça “Donana”; Ary Barroso em 1996; Prêmio Coca-Cola em 2000. Menções honrosas: Em 1998, a prefeitura de Mongaguá deu o nome a seu teatro de Teatro Municipal Ronaldo Ciambroni; Em 1997, o espetáculo “Donana”, escrito, dirigido e interpretado por Ronaldo, foi escolhido na Europa como um dos dez espetáculos mais importantes do século XX, sendo o único a representar o Brasil; Em 1998, a personagem “Donana” foi escolhida para representar a mulher brasileira no Congresso de Geriatria no Senado Brasileiro. GILDA VANDENBRANDE - Diretora Atriz, Dramaturga, Compositora (letra e música), Diretora Teatral, Diretora Musical, Iluminadora e Sonoplasta. Começou sua carreira profissional em 1966 no Teatro Íntimo de Comédia de Santos, administrado e dirigido por Paulo Lara. Participou do Grupo TEFFI (Teatro da Faculdade de Filosofia) de Carlos Alberto Soffredini. Atriz do musical “HAIR”, com direção de Ademar Guerra (1969) e de muitas outras peças adultas entre elas: “Laços Eternos” de AnnaMaria Dias, direção de Renato Borghi, “Tributo a Brecht e Tributo a Lorca”, direção de Roberto Vignati, “Projeto Abujanra” SESI, “A Hora da Estrela” e “Brincando Encima Daquilo”, adaptação e direção de Roberto Vignati, “O Jogo dos Sete Erros”, direção Ricardo Rizzo, “Vidas Secas” de Graciliano Ramos, direção Roberto Vignati, “A Volta para Casa” de Matéi Visniec, direção Regina Duarte (2016). Participou de mais de 35 espetáculos infantis, dentre eles: “A Vaca Lelé de Ronaldo Ciambroni, compondo letras e músicas e realizando a direção musical, “Um Certo Patinho Feio” de sua autoria, onde também realizou direção e produção, “O Menino Marrom” de Ziraldo, onde realizou direção, adaptação, letras e músicas, “Viagens das Sensações” de Doc Comparato, direção de Herton Roitman, realizando direção musical letras e músicas, “Dom Chicote Mula Manca e seu Fiel Companheiro Zé Chupanaça” com Regina Duarte, realizando direção musical, composição de letra e música e produção própria com visual de Henfil, direção Paulo Lara, “A Caverna do Dragão”, adaptação, direção, letras e músicas, “Buzugo”, texto, direção, direção musical, “O Cabelo da Princesa de João Mattos, realizando direção e músicas. GRUPO ENCENAÇÃO: Espetáculos de cultura Africana e Indígena, realizando pesquisas, texto, direção, músicas e direção musical das seguintes peças: “A Lenda do Guaraná”, “Xamãs”, “Bem Me Quer, A Filha de Oxum”, “AMAZÔNIA”, “TAYNACÔ, “ENCANTADOS” e outros. Prêmios recebidos: Mambembe, Governador do Estado, APCA, 03 (três) APETESP, APLAUSO e duas indicações para o MOLIÈRE. TAY LOPES - Diretor de Produção Formado em Rádio e TV pela Universidade Anhembi Morumbi de São Paulo/SP, iniciou a carreira de Produtor em projetos culturais em 2012 na ONG de Campinas CPTI - Centro Promocional Tia Ileide onde teve seu primeiro contato com projetos incentivados por Leis federais, estaduais e municipais, além de realizar prospecção de patrocinadores e apoiadores. No ano seguinte voltou a São Paulo, onde passou a trabalhar como autônomo em diversos projetos culturais, dentre eles: Livro “LeVin – Histórias e Receitas”, assistente de produção (2013); Revista Cultural com 06 edições “Tabloide NAU”, aprovado em Lei Rouanet com patrocínio SABESP, assistente de produção, assistente financeiro, elaboração de prestação de contas (2013); “Rally Maria Bonita”, com patrocínio direto Petrobrás, consultor de produção e consultor financeiro (2013); Exposição “Cores do Brasil”, aprovada em Lei Rouanet, realizada na OCA, com patrocínio Itaú e Havaianas, produtor executivo, gestão financeira e prestação de contas (2014); “CCBB Musica Performance”, aprovado em Lei Rouanet, com patrocínio Banco do Brasil, produtor (2015); Exposição “Tatuagens Urbanas e o Imaginário Carioca”, realizado no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro, com patrocínio TIM e Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro - assistente de curadoria (2016); “Music Vídeo Festival 2018”, aprovado pelo ProAC ICMS, com patrocínio TNT e executado também com recursos FSA, gestão financeira e prestação de contas (2018); “URBE”, aprovado pelo ProAC ICMS, com patrocínio Oi e NIKE, gestão financeira e prestação de contas (2018). Realizou também projetos Culturais encomendados pelo Ministério da Cultura na gestão da então Ministra Marta Suplicy, e com supervisão direta da mesma, para introdução da Moda como objeto material e imaterial de arte e cultura na Lei Rouanet, tendo trabalhado ao lado de grandes nomes como Alexandre Herchcovitch, Pedro Lourenco, Marcelo Sommer, Ronaldo Fraga entre outros. Trabalha ainda com projetos de Leis de Incentivo e Editais, sob encomenda, tendo também sido parte do comitê de análise do Edital ProAC 2018 de Festivais de Música. Experiência com teatro: “Um Amor de Renúncia”, texto adaptado por Alberto Centurião, Dir. Lucienne Cunha, diretor de arte, diretor de produção de temporadas e turnês/gestão financeira 2015/19; “O Amor Venceu”, texto adaptado por Renato Modesto, Dir. Bárbara Bruno, diretor de arte, diretor de produção de temporadas e turnês/gestão financeira (2015/18); “Esmeralda, O Musical”, texto adaptado por Annamaria Dias, Dir. Lucienne Cunha, diretor de arte, diretor de produção, captação de patrocínio e apoios, produção de temporada e turnê/gestão financeira (2016/17); “O Nome Dela é Valdemar”, texto de Aziz Bajur, Dir. Eduardo Moreno, diretor de arte, diretor de produção, captação de patrocínio e apoios, produção de temporada/gestão financeira (2017/18); “Uma Comédia do Além”, texto de Aziz Bajur, Dir. Carla Fioroni, diretor de arte, diretor de produção, captação de patrocínio e apoios, produção de temporadas e turnê/gestão financeira (2017/18); “O Advogado de Deus”, texto adaptado por Alberto Centurião, Dir. Valdir Ramos, diretor de arte, diretor de produção, captação de patrocínio e apoios, produção de temporada/gestão financeira (2018); “Coração Safado”, texto de Ronaldo Ciambroni, Dir. Kaká de Lyma, diretor de arte gráfica (2018). Está atualmente envolvido em dois projetos: “Sítio do Pica-Pau Amarelo, O Musical”, projeto aprovado pela Lei Rouanet e ProAC ICMS, em fase de captação de recursos, diretor de arte, diretor de produção e gestão financeira; “Paraíso dos infernos”, projeto aprovado pela Lei Rouanet, em fase de captação de recursos, diretor de arte, diretor de produção e gestão financeira.
PROJETO ARQUIVADO.