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Realização do Festival Bento em Dança, de 07 a 12 de outubro de 2020, na Serra Gaúcha, em Bento Gonçalves, revitalizando e potencializando este evento que completa 28 anos. O evento se caracteriza pelo seu produto principal que é o próprio Festival, que se refere as competições, havendo também concurso, oficinas, espetáculo de abertura e ações de contrapartida social.
O presente projeto visa realizar o Festival Bento em Dança, de 07 a 12 de outubro de 2020, quando o evento completará 28 anos de existência, sempre realizado na Serra Gaúcha, na cidade de Bento Gonçalves. O Festival é um importante e esperado evento na cidade que mobiliza toda a comunidade para receber os profissionais, visitantes e demais público presente. O Festival reúne concurso, cursos de aperfeiçoamento (oficinas), encontros e debates sobre a dança, mostra não competitiva (mostra aberta), em diversos gêneros e categorias, espaço de exposição de produtos e serviços voltados para a área da dança. O Festival busca a profissionalização dos serviços prestados à comunidade específica da Dança, atraindo para o município e região, interessados no aperfeiçoamento técnico (formação e pesquisa), difusão, projeção e divulgação (intercâmbio) e produção cultural (garantia de atividade contínua).
O presente projeto visa realizar o Festival Bento em Dança, revitalizando e potencializando este evento que completa 28 anos. O Festival busca profissionalização dos serviços prestados a comunidades específica da dança, atraindo para o município e região, interessados no aperfeiçoamento técnico (formação e pesquisa), difusão, projeção e divulgação (intercâmbio) e produção cultural (garantia de atividade contínua). São produtos específicos do Festival: 1. mostras - para as competitivas, estaremos oferecendo 30 inscrições, podendo as mesmas ser em qualquer das categorias ou gêneros. As solicitações são feitas pelos grupos, devendo os mesmos encaminhar solicitação por escrito; já as não competitivas serão sem cobrança de inscrição/ingresso, são apresentadas em local público. As competições começam entre 14h - 15h, dependendo da quantidade de inscrições, em função dos ensaios de palco matutinos. Serão em blocos por gênero com intervalos onde mudam as bancas. Encerram as 22h. As premiações do dia são anunciadas à cada noite. Os grupos interessados fazem a inscrição durante o evento, podendo participar todos os gêneros e categorias e as mesmas são apresentadas diariamente, com duração de uma hora, o que dá em média 20 coreografias. 2. curso/oficinas de aperfeiçoamento - As oficinas começam pela manhã na ordem que melhor coordene com os ensaios de palco e com a ordem da noite e serão desenvolvidas em três salas simultaneamente, em quatro modalidades. O critério é o mesmo do concurso: solicitação por escrito. 3. concurso - as batalhas de Danças Urbanas ocorrem em um único dia, com duração de aproximada de 4 horas, abertas ao público, sem cobrança de ingressos. A promoção é em parceria com a Nest Panos. 4. espetáculo - uma cia de dança será convidada para realizar o espetáculo de abertura do Festival. Os produtos do Festival objetivam: 1. Vitalizar e potencializar o Festival Bento em Dança, dando continuidade a este importante evento da região; 2. Propiciar integração artístico - cultural entre a comunidade da dança e público em geral; 3. Possibilitar acesso as técnicas de dança proporcionadas por professores de renomada expressão nacional e internacional, especialmente convidados para o Festival; 4. Apresentar espetáculo de abertura; 5. Contribuir para o enriquecimento do modelo sócio-econômico-turístico-cultural da região serrana do Estado, tendo como suporte a prática de atividade cultural, especificamente a dança; 6. Contribuir para a formação de plateia para o segmento da dança e para o estímulo e surgimento de espaços próprios para a produção da dança; 7. Tornar o Festival Bento em Dança corresponsável pelo estabelecimento de políticas culturais para a área, fomentando o segmento da dança, especialmente na região; 8. Estabelecer parcerias e alianças estratégicas com as iniciativas públicas e privadas, no compromisso social de desenvolvimento e aperfeiçoamento artístico e humano de Bento Gonçalves e localidades vizinhas.
O projeto atende ao Artigo 3º da Lei 8313/91, qual seja: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. O contato com à cultura artística proporcionada pelo Festival _ que cria mecanismos de atração ao mercado da cultura, formação de público e envolvimento comunitário _ possibilita também que empresas e empreendedores dos setores de Turismo, Gastronomia, Entretenimento, Comércio e Serviços, tenham um incremento econômico em seus negócios. O Festival promove emprego e renda em diversos setores _ muitos em regime temporário-, potencializa os relacionamentos estratégicos entre iniciativa pública, privada e comunidade, da visibilidade a Bento Gonçalves atraindo turistas, o que dinamiza o desenvolvimento do município e arredores, sendo a sua continuidade imprescindível nas ações que potencializam o desenvolvimento da cidadania e da cultura na Região da Serra Gaúcha. Atendendo ao Artigo 1º da Lei 8.313/91 o Festival: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O Festival é um meio já consolidado de desenvolvimento da dança no Brasil, proporcionando acesso a formação através da contratação de profissionais capacitados, que aproximam o que tem de mais recente nas diferentes técnicas de dança assim como as discussões que acontecem na área sobre formação e difusão, intercâmbio e pesquisa e as tendências da dança na contemporaneidade. Com o acesso irrestrito da comunidade às atividades de sua programação, dissemina a arte da dança através das suas atividades técnico-artísticas que fomentam a capacitação para presentes e futuros profissionais. Para o município, o Bento em Dança tornou-se sinônimo de opção cultural, já que provoca uma forte sensação de orgulho local e reconhecimento internacional. O impacto de acréscimo na procura dos cursos de dança na região mostra a permeabilidade do evento numa região cuja vocação é o trabalho vinícola, comércio e indústria. Ao longo destes anos, mais de quarenta mil estudantes e profissionais já participaram do evento, vindos das diferentes regiões do Brasil e dos países vizinhos. Os espetáculos realizados ao longo dos 26 anos, foram vistos por milhares de pessoas, reunindo anualmente aproximadamente sete mil participações, entre estudantes e profissionais da dança, que buscam no evento uma oportunidade de crescimento e troca de experiências. Buscar o apoio dos mecanismos de incentivo à cultura é requisito fundamental para a viabilização do evento, já que para oferecer este evento à comunidade, se faz necessário o apoio de patrocinadores. O mecanismo de renúncia fiscal permite que a iniciativa privada contribua diretamente com ações que vão enriquecer a região onde estão inseridas, se transformando em parceiros responsáveis pelo desenvolvimento econômico, da cidadania e da cultura. Traz também, investimentos importantíssimos para a cidade que extrapolam as fronteiras do projeto. Com um custo elevado de produção, garantia de qualidade invejável nacionalmente e comparável à eventos internacionais de dança, somente por meio da lei de incentivo à cultura seria possível a cada ano, não somente trazer inovações mas manter e ampliar as oportunidades de conhecimento e fazer técnico-artístico para tantos jovens.
REGULAMENTO PRELIMINAR DA EDIÇÃO 2020, segue nos 'Documentos' em 'Informações Adicionais'.
PROJETO PEDAGÓGICO O Festival Bento em Dança tem o compromisso com o desenvolvimento da dança, reconhecendo o valor da dança amadora e pré-profissional e o significado de oferecer oportunidades de crescimento artístico e técnico para os professores e estudantes dos variados gêneros nos quais se manifesta esta arte. É um festival consolidado no cenário brasileiro de dança que da igual relevância a dois eixos: desenvolvimento artístico no palco e formação técnica nas aulas. Neste sentido convida para ministrar as oficinas, profissionais de reconhecida capacidade pedagógica, que, além de frequentar eventos destas características onde participam jovens de diferentes capacidades e experiências, também se destacam nas suas áreas como profissionais de sucesso. Assim, os participantes contam com uma larga gama de aulas de aperfeiçoamento, experimentação e aprendizagem em diversas modalidades e níveis técnicos. A estrutura disponibilizada para o funcionamento das aulas é de duas salas com tablados adequados à prática da dança, cobertos por linóleo (tapete emborrachado de dança) com medidas de 15m x 15m e de 20m x 20m, aparelho de som e barras. Com capacidade de 50 a 70 alunos respectivamente Atividades artísticas desenvolvidas: · Gala de abertura com convidados. · Gala de encerramento com os grupos destacados do evento. · 6 noites de apresentações de grupos e escolas de dança avaliados por banca de jurados. Estes grupos recebem além de uma classificação com nota, comentários escritos pelos jurados referentes a cada coreografia apresentada. Atividade técnico-artística desenvolvida: 1) Workshop coreográfico: desenvolvido ao longo dos 7 dias do festival em períodos de duas a três horas, esta atividade é ao mesmo tempo técnica e artística. Trabalhando no gênero das técnicas contemporâneas de dança o ministrante guia os participantes numa pesquisa de movimentos e criação, apropriação de novas técnicas e habilidades. O resultado coreográfico do workshop será apresentado pelos seus participantes na Gala de Encerramento. OBJETIVO: Integrar o estudo, a pesquisa e o desenvolvimento artístico, num ambiente de discussão do processo criativo SELEÇÃO: o workshop terá 20 vagas e os interessados serão selecionados através do seu currículo e uma carta descritiva com seus motivos para fazer parte do mesmo. 2) Batalhas de Danças Urbanas: competição tradicional das danças urbanas onde os concorrentes se enfrentam num duelo, mostrando suas habilidades. OBJETIVO: Desenvolver a capacidade da improvisação e expressão artística e colocar em prática as técnicas adquiridas nas aulas. Fomentar a interlocução e intercâmbio de saberes. Socialização e confraternização. SELEÇÃO: Os participantes não passam por um processo seletivo. As inscrições são voluntárias, individuais ou por equipe. Atividades técnico-formativas desenvolvidas: OBJETIVOS: · Garantir a apropriação das diferentes técnicas, através de um método pedagógico sistematizado de acordo com cada modalidade de forma teórica e prática; · Contribuir com a formação e o aperfeiçoamento dos bailarinos participantes do evento; · Favorecer o intercâmbio de saberes e a interlocução; · Fomentar a profissionalização em dança; · Oficinas de diferentes gêneros de dança. SELEÇÃO: Os participantes não passam por processo seletivo porém são divididos por nível técnico de acordo com orientação dos seus professores e do ministrante de cada aula. 1) Ballet Clássico: Aulas de 1h30min para cada um dos três diferentes níveis técnicos. Básico, Intermediário, Avançado. Exercícios na barra e exercícios no centro. Desenvolvimento da aptidão técnica, musicalidade, expressão. Compreensão dos princípios do ballet clássico em relação a cada nivel técnico dos estudantes, assim como seus aspectos estéticos. Domínio da nomenclatura e aquisição de conhecimentos básicos de estrutura músculo-esquelética. Além de três níveis técnicos, será desenvolvida aula de técnica específica masculina e aula de dueto (pas de deux) onde serão estudadas as especificidades de cada técnica, baseado nos mesmos princípios. MINISTRANTES DAS OFICINAS DE BALLET CLÁSSICO CLAUDIA ZACCARI (Itália) Foi Primeira Bailarina da Ópera de Roma. Atua hoje como mestra responsável pelo departamento de ballet clássico da Opus Ballet de Florença, Itália. É responsável pelas Relações Públicas na Europa, da empresa SóDança do Brasil. Recebeu a Órdem ao Mérito da Itália. KARINA OLMEDO (Argentina) Começou seus estudos na Escola Nacional de Danzas de Buenos Aires e posteriormente entrou no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón onde em dois anos entrou para o corpo do Ballet Estável do Teatro Colón. Em 1989, obteve uma medalha de ouro no 1º Concurso de Ballet Latino-Americano de Buenos Aires e uma bolsa de estudo para ser aperfeiçoada no centro de Rosella Hightower, na França. Após seu retorno, foi convocada por Julio Bocca para fazer parte de sua companhia Ballet Argentino. Em 1992, foi promovida a primeira bailarina estável no Teatro Colón. Karina Olmedo foi partenaire de estrelas como Igor Zelensky, Faruk Ruzimatov, Yuri Klevtsov, Carlos Acosta e Maximiliano Guerra. LUIZ ORTIGOZA (Chile) Argentino-Chileno, estudou com o maestro Mario Galizzi e no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón. Foi bailarinos do Teatro Argentino de La Plata, Argentina e do Ballet de Santiago, Chile onde atuou como primeiro bailarino. Foi nomeado em duas oportunidades para o prestigioso prêmio Benois de la Danse, e recebeu diversos outros prêmios entre os quais se destacam Prêmio da Crítica 1992, 2012, 2013 (Chile), Prêmio APES (Asociación de Periodistas de Espectáculos) 1990, 1992,1993, 1996, 1998, 1999, 2001, 2003, 2007 (Chile), Diploma da Fundación KONEX 1999, 2009 (Argentina), Prêmio CLARIN 2006 (Argentina), como melhor Figura em Ballet, Distinção da Embaixada da República Argentina em Chile 2007 por sua Trajetória Artística, Medalha Elena Smirnova 2007 (Argentina), Konex de Platino 2009 (Argentina), como máximo expoente na disciplina Bailarino. Sob a direção artística de Marcia Haydée foi incorporado ao staff da companhia e na temporada de 2007 a mesma o nomeia Primeiro Bailarino Estrela do Ballet de Santiago. Em 2014 o Honorável Congresso da República de Chile lhe concede a “Ciudadanía por Gracia” pelo seu aporte ao ballet e à cultura do país. 2) Técnicas contemporâneas de dança: Aulas de 1h30min para cada, em diferentes níveis técnicos, Básico, Intermediário, Avançado, ministradas por três profissionais diferentes dentro das técnicas de dança contemporânea. Aquisição de conhecimentos das tendências da dança moderna e contemporânea abordando a pesquisa de movimentos e desenvolvendo novas habilidades. Desenvolvimento da técnica através de exercícios sistematizados. Domínio da nomenclatura e aquisição de conhecimentos básicos de estrutura músculo-esquelética. MINISTRANTES DAS OFICINAS DE TÉCNICAS CONTEMPORÂNEAS DE DANÇA LUIZ FERNANDO BONGIOVANNI (São Paulo) É graduado em Filosofia pela Universidade de São Paulo e Mestre em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas. Trabalhou como bailarino profissional no Brasil e na Europa. De volta ao país, em 2013, tem desenvolvido trabalhos coreográficos para companhias oficiais como o Balé Guaíra, O Balé da Cidade de São Paulo e o Balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a São Paulo Companhia de Dança, e o Balé da Cidade de Niterói entre outros. Desenvolve projetos pedagógicos na área de dança Contemporânea, Improvisação e Composição. É diretor e coreógrafo do Núcleo Mercearia de Idéias, grupo de dança contemporânea sediado na cidade de São Paulo. ANDREA CHINETTI (Argentina) Diretora do Ballet Contemporáneo del Teatro San Martin, Buenos Aires. Realizou as reposições coreográficas de Mauricio Wainrot nas seguintes companhias: Ballet Ansamble Julliard School New York, Ballet da Ópera de Bordeaux Opera Ballet, Ópera de Nice, Ballet Capitole deToulouse, Opera Ballet Estocolmo, Ballet Singapura, México Ballet Nacional, Ballet Nacional e Municipal de Chile, Montevidéu Sodre Ballet, Ballet do Teatro Colon, Ballet Argentino de Julio Bocca. Fundou a Escola de Dança Contemporânea Art XXI com Oscar Araiz e Guido De Benedetti, do qual é co-diretora e professora. CASSI ABRANCHES (Belo Horizonte) Nascida em São Paulo, Cassi Abranches vive e trabalha em Belo Horizonte. Iniciou os estudos na Escola Municipal de Bailados. Atuou na Raça Cia de Dança (SP), o Balé do Teatro Castro Alves (BA) e o Balé do Teatro Guaíra (PR). Foram 12 anos de dedicação ao Grupo Corpo como bailarina. Neste período, ela já flertava com a coreografia. Paralelamente ao trabalho com a companhia brasileira mais prestigiada internacionalmente, Cassi Abranches aceitou o desafio de criar para o Ballet Jovem do Palácio das Artes, a partir de sete canções dos Beatles, o espetáculo “Contracapa”, em 2009. Imediatamente, veio reconhecimento de mais uma faceta talentosa da artista. Quando resolveu pendurar as sapatilhas em 2013, convites de peso resultaram em trabalhos como “Ariana”, para a Cia Jovem Bolshoi Brasil, e “Rio Eu Te Amo”, filme que estreiou em setembro de 2014 e reúne dez curtas, entre os quais “Pas de Deux”, de Carlos Saldanha, cujos personagens foram coreografados por ela. Coreografou também “Gen” para a São Paulo Companhia de Dança, com trilha Sonora de Marcelo Geneci, “Plano” para a Cia Sesc de Dança, com trilha Sonora da banda Dibigode e “Suíte Branca” para o Grupo Corpo, com trilha Sonora de Samuel Rosa. Em 2016, assinou a Direção Coreográfica e de Movimento da Abertura dos Jogos Paralímpicos RIO 2016. MOACIR CORRÊA /RS Iniciou em dança na Escola Renascença de danças em Bento Gonçalves. Graduado em dança pela Universidade Luterana do Brasil e Pós-Graduado em Pedagogias do Corpo e da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Estudou Dança Moderna (Graham) e Preparação para a Dança com Cecy Franck. No exterior participou de curso Dança Moderna e Preparação Física para Bailarinos na Escuela Nacional de Dança Moderna Y Folclórica de Cuba, em Havana onde também lecionou dança para a mesma Escola e para a Companhia Nacional de Dança. E em Paris-França participou do Curso de Dança Teatro com a Cie Fleur de Peau. No Chile participou do Encuentro Latino Americano de Teatro. É professor de Dança, Teatro e Alongamento. 3) Jazz: Aulas de 1h30 min cada uma divididas em dois níveis técnicos: básico-infantil, e intermediário e avançado. Exercícios na barra e exercícios no centro. Desenvolvimento da aptidão técnica, musicalidade, expressão. Compreensão dos princípios do jazz em relação a cada nivel técnico dos estudantes, assim como seus aspectos estéticos. Domínio da nomenclatura e aquisição de conhecimentos básicos de estrutura músculo-esquelética. MINISTRANTES DAS OFICINAS DE JAZZ ERIKA NOVACHI (SP) Erika Novachi é um nome reconhecido no cenário do jazz dance brasileiro. Diretora residente do Galpão 1 Academia, de Indaiatuba, transita entre os principais festivais de dança do país com destaque. É professora e coreógrafa de Lyrical Jazz desde 1995, e bailarina. É uma das diretoras do Congresso Internacional de Jazz Dance no Brasil. Atuou em companhias com o Grupo Raça (com direção de Roseli Rodrigues) e Companhia Dançar (com direção de Rose Calheiros). Entre seus principais prêmios como coreógrafa destacam-se diversos primeiros lugares na categoria no Festival de Dança de Joinville, Passo de Arte e Meda lha de Ouro no NYC DANCE ALLIANCE em 1997 e em 2011 obtém a maior média em Jazz sênior no mesmo Festival em NY. Em agosto de 2009 ministrou aula de lyrical jazz, na Broadway Dance Center, em Nova York. EMANUEL ABRUZZO (Argentina) Argentino, iniciou sua formação com Rosarito Tomatis, Katty Gallo, Raul Candal y Willy Burmann, entre outros. Trabalhou com Chet Walker, co-criador de Fosse (Musical de Broadway) como assistente e bailarino na restauração do material sobre o trabalho do pai do Jazz, Jack Cole, para a criação do musical “Heatwave: The Jack Cole Project” que foi apresentado Off-Broadway em 2013. Trabalhou também com The Suzanne Farrell Ballet, Les Ballets Trockadero de Monte Carlo, São Paulo Companhia de Dança, Bårdar Dansteater, Les Ballets Grandiva. Como coreógrafo desenvolveu dois trabalhos para a Oficina Coreográfica do Teatro Colon, “Vidrios Rotos” em 2018 e anteriormente em 2015 “Océano” com música original de Kyle Ewalt, e posteriormente “Cuerdas” para o Buenos Aires Ballet dirigido por Federico Fernandez. Também em 2017 apresentou “Ballchange”, um trabalho sobre as raízes da dança jazz. TATI SANCHIS (São Paulo) Educadora Física pela FMU, especializada em Jazz Dance e Danças Urbanas com constante aprimoramento em Nova York e Los Angeles. Representa a Imperial House of Waacking no Brasil e é integrante da Cia. de House Dance Underground Vibrations. Com 25 anos de experiência, tem como foco atual de sua pesquisa a dança contemporânea e os diálogos desta com as linguagens que sempre estudou e pratica. Diretora da Casa da Dança, escola com três unidades em São Paulo e 18 anos de atuação, foi selecionada e concluiu o Programa de Empreendedorismo 10mil Mulheres pela FGV e Babson College. Professora, palestrante e jurada dos principais festivais de dança do Brasil, e de eventos em diversos países da América Latina e Europa. Diretora e coreógrafa do Grupo Gente - Jazz Contemporâneo, já atuou como coreógrafa de vídeo clipes, shows, musicais, longa metragens e eventos para grandes clientes como Disney Channel do Brasil e América Latina. 4) Danças Urbanas: Aulas de 1h30 min cada uma divididas em dois níveis técnicos: básico-infantil, e intermediário e avançado. Desenvolvimento técnico focado nas habilidades das danças urbanas e sua estética específica, estudo das acentuações e características rítmicas e entendimento teórico-prático da codificação dos seus diferentes estilos. MINISTRANTES DE DANÇAS URBANAS ANDRE ROCKMASTER PIRES - URBANAS (São Paulo) Graduado em Educação Física e pós-graduado em Fisiologia do Exercício. Pioneiro e colaborador em diversas danças urbanas no Brasil. Coreografou os artistas Sheilla Mello, FatFamily e Alexandre Pires. Precursor no House Dance e Waackin Style nas convenções e festivais mais importantes do Brasil e América Latina. Em 2008 foi convidado a integrar o Tsuname All Stars (um dos principais grupos de breakdance do Brasil) como orientador, dançarino e diretor. Foi o coreógrafo do evento Melhores do Ano de 2011 no Domingão do Faustão e no mesmo ano, jurado do Campeonato de Danças Urbanas no TV Xuxa, ambos na Rede Globo. MAYARA MUELLER - URBANAS (Cascavél, Paraná) Dançarina, professora e coreógrafa. Estudou várias vertentes das danças urbanas, hoje seu foco é Hip Hop Dance e se destaca por suas coreografias embasadas nesta dança. Como dançarina, já participou de videoclipes como “Tombei” da rapper Karol Conká, “Dale Dale” da cantora Italiana Francesca Maria, também obteve premiações com seu grupo em Festivais renomados como o Festival de Joinville, Santa Catarina Dança, prêmio de “Melhor Bailarina” no 27º Festival de Cascavel; de “Coreógrafa Revelação” no 28º Festival de Cascavel; e “Melhor Coreógrafa” no 30º Festival de Cascavel. Ministrou workshops dentro e fora do Brasil como: Curitiba (PR), Londrina (PR), Maringá (PR), Chapecó (SC), Erechim (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Asuncion (PY), Misiones (AR), Bern (Suíça). Em 2018 foi professora do renomado evento “Festival Internacional de Hip Hop” em Curitiba (PR). Em 2019 além de continuar aprofundando os estudos com seu grupo Cascavel Dancers, ministrou workshop na “Colônia de Férias Street Extreme” (Curitiba), “Hip Hop District” (Jundiaí), “Casa da Dança Brasil” (Joinville), “Atalent Camp” (Paraguay) e na escola “100 Cifras” em Bern (Suíça). Atualmente é diretora e coreógrafa do grupo Cascavel Dancers e professora no Studio de Dança Leandra Vagliatti. HENRIQUE BIANCHINI (São Paulo) Considerado um dos maiores especialistas em Hip Hop Dance do país, Henrique Bianchini acumula 20 anos de envolvimento com as Danças Urbanas Estadunidenses. Formado em Educação Física pela UNESP, o pesquisador atua constantemente como jurado em festivais competitivos, além de ministrar workshops e palestras nos principais eventos relacionados a Street Dance no Brasil. Diretor da empresa Urbaninhos Dança e Eventos, voltada ao treinamento de professores e agenciamento de aulas de dança para o público infanto-juvenil. Professor há 13 anos da prestigiada Casa da Dança Tati Sanchis em São Paulo. Criador aplicativo Next Move, é ainda co-criador e apresentador do Podcast Pé na Orelha, junto a Tati Sanchis.
Para todos os produtos culturais atendidos pelo Festival, o projeto traz medidas de acessibilidade Acessibilidade Motora O Festival utiliza um dos Pavilhões da Fundaparque e espaços públicos já adaptados para cadeirantes ou portadores de necessidades especiais, ou os adapta para que possam atender a este público. Acessibilidade auditiva Por se tratar de apresentações de dança onde não se tem narrativas, não tem texto, as medidas de acessibilidade para deficientes auditivos não se faz necessária. Acessibilidade visual Trata-se de um evento competitivo de dança onde as apresentações de cada participante são muito curtas, muitas têm 1 minuto de duração e em média 3 minutos e se sucedem durante 3 a 5 horas. A organização do festival desconhece os trabalhos que serão apresentados, motivo pelo qual não tem como programar uma locução que descreva os mesmos, mas no Pavilhão é utilizado sistema de som para informar sobre a programação, facilitando o acesso de pessoas com deficiência visual.
A distribuição e comercialização do produto da proposta será feita para o público interessado no aperfeiçoamento técnico em dança, para profissionais do segmento, escolas, professores e estudantes da modalidade. No Pavilhão o público vai ter acesso a uma variedade de aproximadamente 70 coreografias por cada noite do evento, a preços populares e em locais públicos, praças e escolas, apresentações com acesso gratuito. Como outras medidas de ampliação de acesso, adotamos o inciso V do Art 21 da IN 05/2017 do MINC, abrindo vagas para alunos da rede pública e de projetos sociais assistirem os ensaios, somente nos dias úteis do Festival.
EQUIPE TÉCNICA Erci Teresinha Zottis Grapiglia Função: Direção Geral do Festival Bento em Dança Secretária de Turismo de Bento Gonçalves de 1993 a 1997. Presidente da IX e X Fenavinho – Festa Nacional do Vinho. Diretora Geral do Festival Bento em Dança, desde sua primeira edição em 1993. Atualmente trata da divulgação institucional e administração do Festival Bento em Dança. Bárbara Rey Função: Coordenadora Artística Bailarina, coreógrafa e maitre de ballet DRT 4305/02 SC, trabalha como professora convidada para escolas de dança e companhias como o Teatro Colón, cia Débora Colker, Fundação Maximiliano Guerra, assim do Conselho Estadual de Cultura durante 6 anos e membro do Conselho Internacional de Dança/CID-UNESCO. Atua como parecerista para editais e outros mecanismos de apoio à cultura como edital da Caixa Econômica Federal, Edital de Pontos culturais do MINC e editais municipais. Dirige o projeto profissionalizante Jovem Ballet de Santa Catarina e organiza os eventos VERSO-Seminário de Verão e Exercícios Cênicos-Mostra de Dança. Eveline Orth Função: Produtora A Orth Produções é uma empresa de produção cultural com sede em Florianópolis/SC que desde 1992 atua nos diversos segmentos da cultura, como música, dança, teatro e arte contemporânea. Desenvolve eventos e projetos culturais próprios ou executados para grandes empresas catarinenses, nacionais e internacionais, trabalhando ativamente no seu setor de "Cultura em Eventos Corporativos". A produtora se dedica à produção de shows através de sólidas parcerias com empresários nacionais e internacionais contando no seu histórico com artistas brasileiros e estrangeiros e suas atividades se estendem pelo sul do Brasil e também na América Latina e Europa. Na área da dança já atuou na produção local de companhias como o Kiev Ballet, Grupo Corpo, Ballet Stagium, Cia Cisne Negro, Escola Bolshoi, Kataklò Cia Atlética de Dança (Itália), Mazowsze Ballet Nacional da Polônia (turnê Santa Catarina), Cia Quasar, Grupo Cena 11 Cia de Dança inclusive em turnê na Europa. Atualmente é responsável pelas turnês da Cia de Dança Deborah Colker no sul do país. MINISTRANTES DAS OFICINAS DE BALLET CLÁSSICO Claudia Zaccari (Itália) Foi Primeira Bailarina da Ópera de Roma. Atua hoje como mestra responsável pelo departamento de ballet clássico da Opus Ballet de Florença, Itália. É responsável pelas Relações Públicas na Europa, da empresa SóDança do Brasil. Recebeu a Órdem ao Mérito da Itália. KARINA OLMEDO (Argentina) Começou seus estudos na Escola Nacional de Danzas de Buenos Aires e posteriormente entrou no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón onde em dois anos entrou para o corpo do Ballet Estável do Teatro Colón. Em 1989, obteve uma medalha de ouro no 1º Concurso de Ballet Latino-Americano de Buenos Aires e uma bolsa de estudo para ser aperfeiçoada no centro de Rosella Hightower, na França. Após seu retorno, foi convocada por Julio Bocca para fazer parte de sua companhia Ballet Argentino. Em 1992, foi promovida a primeira bailarina estável no Teatro Colón. Karina Olmedo foi partenaire de estrelas como Igor Zelensky, Faruk Ruzimatov, Yuri Klevtsov, Carlos Acosta e Maximiliano Guerra. LUIZ ORTIGOZA (Chile) Argentino-Chileno, estudou com o maestro Mario Galizzi e no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón. Foi bailarinos do Teatro Argentino de La Plata, Argentina e do Ballet de Santiago, Chile onde atuou como primeiro bailarino. Foi nomeado em duas oportunidades para o prestigioso prêmio Benois de la Danse, e recebeu diversos outros prêmios entre os quais se destacam Prêmio da Crítica 1992, 2012, 2013 (Chile), Prêmio APES (Asociación de Periodistas de Espectáculos) 1990, 1992,1993, 1996, 1998, 1999, 2001, 2003, 2007 (Chile), Diploma da Fundación KONEX 1999, 2009 (Argentina), Prêmio CLARIN 2006 (Argentina), como melhor Figura em Ballet, Distinção da Embaixada da República Argentina em Chile 2007 por sua Trajetória Artística, Medalha Elena Smirnova 2007 (Argentina), Konex de Platino 2009 (Argentina), como máximo expoente na disciplina Bailarino. Sob a direção artística de Marcia Haydée foi incorporado ao staff da companhia e na temporada de 2007 a mesma o nomeia Primeiro Bailarino Estrela do Ballet de Santiago. Em 2014 o Honorável Congresso da República de Chile lhe concede a “Ciudadanía por Gracia” pelo seu aporte ao ballet e à cultura do país. MINISTRANTES DAS OFICINAS DE TÉCNICAS CONTEMPORÂNEAS DE DANÇA LUIZ FERNANDO BONGIOVANNI (São Paulo) É graduado em Filosofia pela Universidade de São Paulo e Mestre em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas. Trabalhou como bailarino profissional no Brasil e na Europa. De volta ao país, em 2013, tem desenvolvido trabalhos coreográficos para companhias oficiais como o Balé Guaíra, O Balé da Cidade de São Paulo e o Balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a São Paulo Companhia de Dança, e o Balé da Cidade de Niterói entre outros. Desenvolve projetos pedagógicos na área de dança Contemporânea, Improvisação e Composição. É diretor e coreógrafo do Núcleo Mercearia de Idéias, grupo de dança contemporânea sediado na cidade de São Paulo. Andrea Chinetti (Argentina) Diretora do Ballet Contemporáneo del Teatro San Martin, Buenos Aires. Realizou as reposições coreográficas de Mauricio Wainrot nas seguintes companhias: Ballet Ansamble Julliard School New York, Ballet da Ópera de Bordeaux Opera Ballet, Ópera de Nice, Ballet Capitole deToulouse, Opera Ballet Estocolmo, Ballet Singapura, México Ballet Nacional, Ballet Nacional e Municipal de Chile, Montevidéu Sodre Ballet, Ballet do Teatro Colon, Ballet Argentino de Julio Bocca. Fundou a Escola de Dança Contemporânea Art XXI com Oscar Araiz e Guido De Benedetti, do qual é co-diretora e professora. CASSI ABRANCHES (Belo Horizonte) Nascida em São Paulo, Cassi Abranches vive e trabalha em Belo Horizonte. Iniciou os estudos na Escola Municipal de Bailados. Atuou na Raça Cia de Dança (SP), o Balé do Teatro Castro Alves (BA) e o Balé do Teatro Guaíra (PR). Foram 12 anos de dedicação ao Grupo Corpo como bailarina. Neste período, ela já flertava com a coreografia. Paralelamente ao trabalho com a companhia brasileira mais prestigiada internacionalmente, Cassi Abranches aceitou o desafio de criar para o Ballet Jovem do Palácio das Artes, a partir de sete canções dos Beatles, o espetáculo “Contracapa”, em 2009. Imediatamente, veio reconhecimento de mais uma faceta talentosa da artista. Quando resolveu pendurar as sapatilhas em 2013, convites de peso resultaram em trabalhos como “Ariana”, para a Cia Jovem Bolshoi Brasil, e “Rio Eu Te Amo”, filme que estreiou em setembro de 2014 e reúne dez curtas, entre os quais “Pas de Deux”, de Carlos Saldanha, cujos personagens foram coreografados por ela. Coreografou também “Gen” para a São Paulo Companhia de Dança, com trilha Sonora de Marcelo Geneci, “Plano” para a Cia Sesc de Dança, com trilha Sonora da banda Dibigode e “Suíte Branca” para o Grupo Corpo, com trilha Sonora de Samuel Rosa. Em 2016, assinou a Direção Coreográfica e de Movimento da Abertura dos Jogos Paralímpicos RIO 2016. MOACIR CORRÊA /RS Iniciou em dança na Escola Renascença de danças em Bento Gonçalves. Graduado em dança pela Universidade Luterana do Brasil e Pós-Graduado em Pedagogias do Corpo e da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Estudou Dança Moderna (Graham) e Preparação para a Dança com Cecy Franck. No exterior participou de curso Dança Moderna e Preparação Física para Bailarinos na Escuela Nacional de Dança Moderna Y Folclórica de Cuba, em Havana onde também lecionou dança para a mesma Escola e para a Companhia Nacional de Dança. E em Paris-França participou do Curso de Dança Teatro com a Cie Fleur de Peau. No Chile participou do Encuentro Latino Americano de Teatro. É professor de Dança, Teatro e Alongamento. MINISTRANTES DAS OFICINAS DE JAZZ Erika Novachi (SP) Erika Novachi é um nome reconhecido no cenário do jazz dance brasileiro. Diretora residente do Galpão 1 Academia, de Indaiatuba, transita entre os principais festivais de dança do país com destaque. É professora e coreógrafa de Lyrical Jazz desde 1995, e bailarina. É uma das diretoras do Congresso Internacional de Jazz Dance no Brasil. Atuou em companhias com o Grupo Raça (com direção de Roseli Rodrigues) e Companhia Dançar (com direção de Rose Calheiros). Entre seus principais prêmios como coreógrafa destacam-se diversos primeiros lugares na categoria no Festival de Dança de Joinville, Passo de Arte e Meda lha de Ouro no NYC DANCE ALLIANCE em 1997 e em 2011 obtém a maior média em Jazz sênior no mesmo Festival em NY. Em agosto de 2009 ministrou aula de lyrical jazz, na Broadway Dance Center, em Nova York. EMANUEL ABRUZZO (Argentina) Argentino, iniciou sua formação com Rosarito Tomatis, Katty Gallo, Raul Candal y Willy Burmann, entre outros. Trabalhou com Chet Walker, co-criador de Fosse (Musical de Broadway) como assistente e bailarino na restauração do material sobre o trabalho do pai do Jazz, Jack Cole, para a criação do musical “Heatwave: The Jack Cole Project” que foi apresentado Off-Broadway em 2013. Trabalhou também com The Suzanne Farrell Ballet, Les Ballets Trockadero de Monte Carlo, São Paulo Companhia de Dança, Bårdar Dansteater, Les Ballets Grandiva. Como coreógrafo desenvolveu dois trabalhos para a Oficina Coreográfica do Teatro Colon, “Vidrios Rotos” em 2018 e anteriormente em 2015 “Océano” com música original de Kyle Ewalt, e posteriormente “Cuerdas” para o Buenos Aires Ballet dirigido por Federico Fernandez. Também em 2017 apresentou “Ballchange”, um trabalho sobre as raízes da dança jazz. TATI SANCHIS (São Paulo) Educadora Física pela FMU, especializada em Jazz Dance e Danças Urbanas com constante aprimoramento em Nova York e Los Angeles. Representa a Imperial House of Waacking no Brasil e é integrante da Cia. de House Dance Underground Vibrations. Com 25 anos de experiência, tem como foco atual de sua pesquisa a dança contemporânea e os diálogos desta com as linguagens que sempre estudou e pratica. Diretora da Casa da Dança, escola com três unidades em São Paulo e 18 anos de atuação, foi selecionada e concluiu o Programa de Empreendedorismo 10mil Mulheres pela FGV e Babson College. Professora, palestrante e jurada dos principais festivais de dança do Brasil, e de eventos em diversos países da América Latina e Europa. Diretora e coreógrafa do Grupo Gente - Jazz Contemporâneo, já atuou como coreógrafa de vídeo clipes, shows, musicais, longa metragens e eventos para grandes clientes como Disney Channel do Brasil e América Latina. OFICINAS DE DANÇAS URBANAS Nest Função: responsável pelas Batalhas de Danças Urbanas Há 10 anos atrás decidimos nos dedicar ao Hip Hop, desde então desenvolvemos eventos como o Battle in the Cypher, feito hoje com 7 edições pela América Latina além do oficial no Rio Grande do Sul, Uruguai, Paraguay, Argentina além de atingir todas as regiões do Brasil, nos fez aperfeiçoar e profissionalizar a organização de Batalhas especificamente na modalidade de Danças Urbanas. Pensando em expandir o público da rua aos grandes palcos, temos há 6 anos uma parceria com festivais de dança inclusive Festival Bento em Dança, que traz seu formato tradicional de competição nos palcos e como diferencial realiza o encontro das Batalhas atingindo um público diferente e expandindo cada vez mais o evento. MINISTRANTES DE DANÇAS URBANAS ANDRE ROCKMASTER PIRES - URBANAS (São Paulo) Graduado em Educação Física e pós-graduado em Fisiologia do Exercício. Pioneiro e colaborador em diversas danças urbanas no Brasil. Coreografou os artistas Sheilla Mello, FatFamily e Alexandre Pires. Precursor no House Dance e Waackin Style nas convenções e festivais mais importantes do Brasil e América Latina. Em 2008 foi convidado a integrar o Tsuname All Stars (um dos principais grupos de breakdance do Brasil) como orientador, dançarino e diretor. Foi o coreógrafo do evento Melhores do Ano de 2011 no Domingão do Faustão e no mesmo ano, jurado do Campeonato de Danças Urbanas no TV Xuxa, ambos na Rede Globo. MAYARA MUELLER - URBANAS (Cascavél, Paraná) Dançarina, professora e coreógrafa. Estudou várias vertentes das danças urbanas, hoje seu foco é Hip Hop Dance e se destaca por suas coreografias embasadas nesta dança. Como dançarina, já participou de videoclipes como “Tombei” da rapper Karol Conká, “Dale Dale” da cantora Italiana Francesca Maria, também obteve premiações com seu grupo em Festivais renomados como o Festival de Joinville, Santa Catarina Dança, prêmio de “Melhor Bailarina” no 27º Festival de Cascavel; de “Coreógrafa Revelação” no 28º Festival de Cascavel; e “Melhor Coreógrafa” no 30º Festival de Cascavel. Ministrou workshops dentro e fora do Brasil como: Curitiba (PR), Londrina (PR), Maringá (PR), Chapecó (SC), Erechim (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Asuncion (PY), Misiones (AR), Bern (Suíça). Em 2018 foi professora do renomado evento “Festival Internacional de Hip Hop” em Curitiba (PR). Em 2019 além de continuar aprofundando os estudos com seu grupo Cascavel Dancers, ministrou workshop na “Colônia de Férias Street Extreme” (Curitiba), “Hip Hop District” (Jundiaí), “Casa da Dança Brasil” (Joinville), “Atalent Camp” (Paraguay) e na escola “100 Cifras” em Bern (Suíça). Atualmente é diretora e coreógrafa do grupo Cascavel Dancers e professora no Studio de Dança Leandra Vagliatti. HENRIQUE BIANCHINI (São Paulo) Considerado um dos maiores especialistas em Hip Hop Dance do país, Henrique Bianchini acumula 20 anos de envolvimento com as Danças Urbanas Estadunidenses. Formado em Educação Física pela UNESP, o pesquisador atua constantemente como jurado em festivais competitivos, além de ministrar workshops e palestras nos principais eventos relacionados a Street Dance no Brasil. Diretor da empresa Urbaninhos Dança e Eventos, voltada ao treinamento de professores e agenciamento de aulas de dança para o público infanto-juvenil. Professor há 13 anos da prestigiada Casa da Dança Tati Sanchis em São Paulo. Criador aplicativo Next Move, é ainda co-criador e apresentador do Podcast Pé na Orelha, junto a Tati Sanchis. MINISTRANTES DAS MASTER CLASS DE DANÇAS POPULARES CLÓVIS ROCHA (Porto Alegre) Graduado em Educação Física (UFRGS) E Licenciatura em História (PUC). Atualmente é o Diretor do Teatro de Arena de Porto Alegre e é Diretor e coreógrafo do Grupo de Danças Populares ANDANÇAS desde 1999. Foi Professor do Curso de Dança e Ed. Física na ULBRA e no Curso de Pedagogia na Faculdades Equipe. Foi diretor do Instituto Estadual de Artes Cênicas do Rio Grande do Sul (2015-2018) e Presidente da Associação Gaúcha de Dança ASGADAN (2014,2015). Faz parte do Colegiado estadual de dança do RS desde 2012 e fez parte da Comissão de Avaliação do FUMPROARTE 2012 . Produtor diretor do Festival Internacional de Folclore de Porto Alegre nas seis edições. Recebeu o Prêmio Açorianos de Dança 2013 como personalidade do Ano. Diretor do Espetáculo Revolução Farroupilha – Uma história de Sangue e Metal 2018. Produtor e realizador do espetáculo Brasileirada uma história de amor (2016-2017). Produtor e realizador do espetáculo Puchero 2014. Produtor e Diretor do espetáculo Dançando as Brinca 2013. Produtor do Espetáculo Solidariedade das Artes 2013-2015. Coreógrafo do filme - Neto e o Domador de Cavalos 2009. Coreógrafo do Filme - Os Senhores da Guerra 2011. Coreógrafo da peça Natalício Cavalo 2013. Coreógrafo da peça Último Tango em Porto Alegre. Coreógrafo da Ópera Boiúna. Participou como bailarino do Ballet Vera Bublitz, Ballet Sul Brasileiro, Os Muripás, CFI Os Gaúchos, Línea Cia de Dança e GEDA Cia de dança. Representou o Brasil em vários festivais de dança no exterior (como palestrante, bailarino, coreógrafo e empresário): EUA, China, Itália, Espanha, Portugal, Paraguai, República Tcheca, França, Holanda, Grécia, Peru, Argentina, Chile, México. É autor do Livro ABC das Danças Gaúchas de Salão 1 e 2ª Ed. Professor e palestrante em vários congressos de Educação, de Educação Física e de artes no Brasil desde 1999. FOLCLORE MARCO AURÉLIO DA CRUZ SOUZA (SC) Doutor em Motricidade Humana, especialidade de Dança na Faculdade de Motricidade Humana, Portugal. Mestre em Performance Artística - Dança pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, Portugal (2010). Possui graduação em Educação Física pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (2002) e pós-graduação em Dança Educacional, a nível de especialização pela UDESC, Universidade do Estado de Santa Catarina (2006). Membro da comissão de criação do curso de Licenciatura em Dança da FURB, Universidade Regional de Blumenau, professor e coordenador desta licenciatura. Coordenador e coreógrafo do Grupo de Danças Alemãs da FURB - Universidade Regional de Blumenau, com o qual participa de eventos e festivais na área a nível nacional e internacional, conquistando inúmeros prêmios e títulos, e idealizador no ano de 2016 dos Grupos de Danças Urbanas, de salão e contemporânea da mesma instituição. Atualmente é professor titular da cadeira Dança e Atividades Rítmicas e Dança e Saúde do curso de Educação Física da UNIFEBE (Centro Universitário de Brusque) em Brusque. Conselheiro artístico do 9o, 12o e 13o FESTFOLK, Festival Nacional de Danças Folclóricas da cidade de Blumenau, responsável pela seleção dos grupos participantes desta edição do evento no ano de 2008, 2011 e 2012. Coreógrafo convidado pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil para oficinas de danças Germânicas para alunos do núcleo de dança contemporânea. Ministrou aulas de dança contemporânea e dança folclórica no projeto de arte na Escola do município de Gaspar. Membro do Conselho Fiscal da ANDA - Associação Nacional dos Pesquisadores em Dança, gestão 2018-2020. Coordenador do Comitê Temático "Dança e(m) Cultura poéticas populares, tradicionais, folclóricas, étnicas e outros atravessamentos" da Associação Nacional de Pesquisadores em Dança (ANDA) juntamente com o professor Doutor Thiago de Jesus da Silva Amorim. Vice-presidente da APRODANÇA, Associação Profissional de Dança do Estado de Santa Catarina, gestão 2019-2020.Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Dança Educacional, Dança Folclórica e Popular, Dança Contemporânea e Educação Física, atuando principalmente nos seguintes temas: dança Popular e folclórica; processos de criação; dança educacional GUSTAVO CÔRTES (MG) Graduado em Educação Física e Fisioterapia, dançarino e coreógrafo profissional especializado em Danças Brasileiras desde 1999. Mestre em Educação. Doutor em Artes, linha de pesquisa Artes da Cena, pela UNICAMP; Foi professor do curso de Danses Bresiliennes Tradionelles, como convidado da licenciatura em Dança da Université Paris VIII, na França. Desde 1997 é professor efetivo da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG e colaborador do Curso de Dança na UFMG. Foi professor de Danças Brasileiras da Escola do Teatro Bolshoi, em Joinville, de 2001 a 2011. Diretor do Grupo Sarandeiros desde 1997, com 15 turnês Internacionais representando a UFMG e o Brasil pelo mundo. Coordenador do Grupo de pesquisas EDuDança, na UFMG. Docente permanente do curso de Mestrado em Artes, ProfArtes, desde 2015, na Escola de Belas Artes da UFMG. Já publicou os livros: Dança, Brasil!, festas e danças populares, e foi organizador e autor do livro Rituais e Linguagens da Cena: Trajetórias e Pesquisas sobre Corpo e Ancestralidade, Ed; CRV, 2013. DANÇA DE SALÃO SHEILA SANTOS (SP) Sheila Santos iniciou a vida na dança aos oito anos de idade, estudando as técnicas do balé clássico, jazz, dança contemporânea e folclore em sua cidade natal, Cascavel/PR. Mais tarde, em Curitiba, graduou-se como Bacharel e Licenciada em Dança pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Frequentou o curso de extensão em Dança Moderna da Universidade Federal do Paraná e em 2006, obteve o grau de Especialista em Dança de Salão pelo Curso de Pós-Graduação em Danças de Salão pela Faculdade Metropolitana de Curitiba (FAMEC), curso que hoje, faz parte do corpo docente no módulo de “Elementos Fundamentais à Prática das Danças de Salão”. Antes de se dedicar as danças de salão, atuou como bailarina na Cia de Dança Contemporânea SOMA e foi premiada no Festival de Dança de Joinville na categoria trio livre profissional no ano de 1998. No mesmo ano, recebeu uma Menção Honrosa como bailarina no Festival de Dança do Estação Plaza (Curitiba/PR). Integrou também o Grupo de Dança da Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Em Curitiba, contribuiu para a fundação do Centro de Dança Jaime Arôxa, instituição que mais tarde passou a se chamar Oito Tempos Dança de Salão, iniciando assim a sua jornada na Dança de Salão. Com currículo extenso, Sheila Santos ministrou aulas em diversos festivais e congressos como: Jopef, Metting Camboriú, Ritmos a Dois (Festival de Dança de Joinville), Bienal Internacional de Dança de Curitiba, Baila Costão, Baila Floripa, Semana da Cultura Latina, Congresso Brasileiro de Bolero, Festival de Dança de Cascavel, sendo neste último, em 2012, homenageada como profissional de destaque nacional. Com seu próprio grupo de Dança, foi responsável pela criação e direção geral de espetáculos: “Pétalas”, “Muro de Estrelas”, “Um ano, dois meses e três semanas” e “Parece que dizes...”, totalizando mais de 30 apresentações em 3 diferentes estados, sendo todas essas iniciativas citadas foram resultantes de projetos aprovados pelo Fundo Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura Municipal de Curitiba, algo pioneiro na história das danças de salão de Curitiba. Foi proprietária, professora e responsável pela equipe da unidade Curitiba da Oito Tempos Escola de Dança até 2016. Nesta unidade, foi também diretora e coreógrafa do Oito Tempos Grupo de Dança. Como idealizadora e professora do Curso para Professores da Oito Tempos Dança de Salão, tem participado da formação de diversos profissionais de estados como PR, SC, RS, MT, SP e RJ. Como autora, participou do livro “Tango e Samba - Um encontro de duas culturas”, falando sobre a relação entre os pares nesses gêneros de dança. Atualmente, desenvolve seus trabalhos em São Paulo/SP, mas com intensa atuação no mercado nacional das danças a dois tanto em sua prática social como em sua vertente artística. Também atua como coordenadora responsável pelo projeto de expansão da rede Oito Tempos na região Sudeste. Seu trabalho direcionado para as “Damas” na dança de salão e também seus estudos dos novos diálogos dançantes (relações de Condução Resposta na Dança de Salão) tem recebido destaque e grande procura no meio da Dança. SAPATEADO BIA MATTAR (Balneário Camboriú, SC) Formada pela Escola de Ballet Evelyn, em São Bernardo do Campo (SP), frequentou diversos cursos de aperfeiçoamento no Brasil e nos Estados Unidos, entre eles, de clássico, contemporâneo, jazz e sapateado, no qual se especializou e se tornou reconhecida nacional e internacionalmente, promovendo shows e workshops com convidados do País e do exterior. Como bailarina profissional, participou de diversas montagens e produções paulistas e catarinenses. Como professora, atua em escolas de dança, projetos sociais e institucionais de fomento à arte e à criação artística nos âmbitos público e privado. Diretora e coreógrafa do Grupo Perc Pé-Patibiribia de sapateado, é professora, curadora artística e jurada de festivais e mostras nacionais e internacionais. Ex-diretora do Centro Integrado de Cultura e ex-membro do Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina, foi presidente e representante da Associação Profissional de Dança de Santa Catarina (Aprodança) na Comissão Permanente de Cultura de Florianópolis. É consultora técnica para elaboração de projetos e captação de recursos por meio de leis de incentivo à cultura. Representa a International Tap Association (TAP) no Brasil.
PROJETO ARQUIVADO.