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PRONAC 200806Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Nivaldo Ornelas - Um Trem para o Sonho

Melissa Teixeira Ornelas
Solicitado
R$ 329,4 mil
Aprovado
R$ 329,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-28
Término
2023-12-31
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Em 2020 Nivaldo Ornelas comemora 60 anos de carreira. E motivos não faltam para comemorar esta longa trajetória musical: 16 premiações, 200 composições autorais, trilhas sonoras (para cinema, teatro, balé) e 345 participações com outros artistas, como: Milton Nascimento, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Victor Assis Brasil, Toninho Horta, entre outros. O artista foi um dos fundadores do Berimbáu Jazz Clube _ ponto de encontro de artistas mineiros em Belo Horizonte na década de 60 e integrou o Clube da Esquina _ que atravessou as fronteiras de Minas Gerais e ganhou o Brasil e o mundo. Sua contribuição para a música brasileira é inegável e o projeto "Um Trem para o Sonho" quer contar esta história por meio da recuperação e catalogação de seu acervo _ composto por diversas partituras históricas, partituras inéditas, depoimentos, fotos, áudios e vídeos desta incrível trajetória, com 02 shows de lançamento desta importante iniciativa. A proposta é composta por 03 objetivos centrais: disponibilizar o acervo digitalizado na internet (para o público em geral), editar o Livro Azul de Partituras (voltado para professores) e editar o Caderno de Partituras _ Livro Didático (voltado para estudantes e jovens instrumentistas). Este rico material será disponibilizado gratuitamente na internet, democratizando o acesso a um rico acervo autoral do artista com alta qualidade artística e técnica, com o objetivo de fomentar a cadeia da música instrumental e erudita. São seis décadas de sonhos, criatividade e arte que devem ser celebradas e documentadas.

Sinopse

O projeto é voltado para o público em geral (por meio de 02 shows no Teatro Bradesco com classificação livre para o público de todas as faixas etárias; para os jovens instrumentistas (por meio do Livro Didático de Partituras) e para professores de música (por meio do Livro Azul).

Objetivos

Geral: Digitalizar/disponibilizar gratuitamente o acervo de composições do artista Nivaldo Ornelas, fomentar a música instrumental/erudita e promover a formação de novas plateias. Objetivos: 1. Elaborara a biografia completa do artista em forma de texto e audiodescrição para a internet. Redigir a linha do tempo dos principais movimentos da música instrumental no Brasil/exterior contextualizando com a vida/obra do autor. 2. Fazer a editoração eletrônica do acervo autoral do artista: 30 principais obras. 3. Fazer a editoração eletrônica de 15 partituras para a edição do Livro Azul (voltado para professores de música). 4. Fazer a editoração eletrônica de 15 partituras para a edição do Livro Didático (voltado para estudantes de música). 5. Restaurar 05 vídeos antigos. 6. Restaurar 10 áudios antigos. 7. Restaurar 30 fotos antigas. 8. Restaurar/Digitalizar 30 documentos, entre reportagens, textos e dedicatórias. 9. Disponibilizar gratuitamente o material para o público em geral, mas especialmente para professores e estudantes de música como forma de democratizar o acesso a um material rico e criativo, para que estes sejam multiplicadores deste grande acervo. 10. Realizar 02 concertos de lançamento e/ou divulgação dos produtos com ingresso a preço popular: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Os ensaios serão abertos para todos os interessados.

Justificativa

A Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216, ampliou a noção de patrimônio cultural ao reconhecer a existência de bens culturais de natureza material e imaterial e a música certamente é destes bens! Nesses artigos da Constituição, reconhece-se a inclusão, no patrimônio a ser preservado pelo Estado em parceria com a sociedade, dos bens culturais que sejam referências dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. O patrimônio imaterial é transmitido de geração a geração, constantemente recriado pelos artistas por meio da interação com o público, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana. Neste projeto, estamos propondo a recuperação do acervo do saxofonista, flautista, compositor e arranjador mineiro Nivaldo Ornelas, que tem 60 anos de carreira profissional e uma grande contribuição para a história da música instrumental contemporânea no Brasil. Nivaldo nasceu em 1941 em Belo Horizonte. Filho de músicos amadores, desde cedo se dedicou aos estudos musicais. Apesar do evidente talento, Nivaldo optou pela estabilidade do trabalho em um banco. A música se tornaria uma atividade paralela, tocando na noite em conjuntos de baile e ouvindo as novidades do mundo da música. Em 1965, junto com alguns amigos idealistas, fundou o "Berimbau Jazz Club" - uma casa noturna especializada em jazz e bossa nova instrumental, localizada no Edifício Maletta. Começou a frequentar o clube o jovem Milton Nascimento, que foi então convencido a aprender a tocar contrabaixo para fazer parte do Berimbau Quarteto junto a Wagner Tiso, Paulinho Braga e Nivaldo. Ali nascia o germe do Clube da Esquina. Em pouco tempo quase todos tinham se mudado para as grandes capitais. Nivaldo conseguia fazer algumas viagens para rever os amigos e fazer contatos, mas o sonho ia sendo adiado. Em 1971 Nivaldo pega um trem para o seu sonho, decidindo-se de vez pela música e se mudando para o Rio de Janeiro. Lá ele vai conquistando seu espaço tocando com músicos renomados como Paulo Moura e Victor Assis Brasil. Em 1973, a convite de Hermeto Pascoal, se muda para São Paulo, onde desenvolvem um trabalho espetacular de improvisação e liberdade musical. Em paralelo, Milton Nascimento lançava o disco de grande sucesso de criticas e vendas, "Clube da Esquina", que sintetizava todas as vertentes do movimento dos mineiros. Para seu disco seguinte, "Milagre dos Peixes", Milton convida Nivaldo pra participar. No ano seguinte, de volta ao Rio, Nivaldo passa a fazer parte do "Som Imaginário", conjunto formado por Wagner Tiso, Toninho Horta, Luis Alves e Robertinho Silva, e que alternava carreira própria com a distinção de ser a banda de Milton no estúdio e nos palcos. Em 1974 gravam no Teatro Municipal de São Paulo o grande disco "Milagre dos Paixes ao Vivo". Nivaldo seguia criando. Se as improvisações instrumentais apontavam para o jazz, suas novas composições remontavam a Minas Gerais, seu folclore e seus temas sacros. Após mais um disco de grande sucesso com Milton, "Minas", o Som Imaginário decide seguir carreira própria, construindo um repertório baseado nas novas composições de Nivaldo e Wagner. O ano de 1976 é dedicado a este projeto, e neste período Nivaldo excursiona também com Egberto Gismonti. No começo do ano seguinte acontece o Projeto Trindade, da cineasta Tânia Quaresma. Um documentário com vários curtas sobre cada região brasileira, onde Nivaldo foi escolhido como compositor do segmento sobre Minas Gerais, com trilha executada por ele e o Som Imaginário. Em 1978 Nivaldo lança seu primeiro disco ‘Portal do Anjos _ MPBC". Quando todos esperavam um LP jazzistico e cheio de solos deste saxofonista virtuoso, foram surpreendidos por um trabalho magicamente original e único, totalmente mergulhado nas raízes mineiras O lançamento é grande sucesso de crítica. No mesmo ano ele passa temporada nos Estados Unidos se juntando ao duo Airto Moreira e Flora Purim, de grande sucesso na cena fusion americana. Nesta época Nivaldo começou a receber convites para fazer arranjos. Com a Cor do Som consolida uma grande parceria, fazendo arranjos de cordas e metais para vários discos do grupo. A década de 80 pode ser considerada a época de ouro na sua carreira. Havia uma explosão de música instrumental na noite carioca através de casas como o People e o Mistura Fina. Nesta época é lançado o disco "À Tarde" na França. Já tendo trabalhado com o cineasta mineiro Helvécio Ratton em seu filme "João Rosa", Nivaldo compõe a trilha sonora do longa "Dança dos Bonecos", grande sucesso com o público infantil nos anos 80. Por este trabalho Nivaldo ganhou o prêmio de melhor trilha sonora no Festival de Brasília. Os anos 90 foram também de muita atividade. Começaram com o lançamento de "Colheita do Trigo", um dos pilares de sua obra. Uma evolução natural levou-o a explorar a esfera erudita, se apresentando como solista e compositor com orquestras por todo o país. Um grande projeto foi a releitura da obra de Ary Barroso em parceria com o violonista Juarez Moreira, gravada com Orquestra de Câmara no Tetro Sesiminas. Durante toda esta década Nivaldo preparava mais uma obra-prima: "Arredores", prêmio Sharp de melhor CD de música instrumental de 1999. Em 2012, Nivaldo se voltou para um projeto muito pessoal. A Jazz Mineiro Orquestra foi um conceito desenvolvido por ele onde o popular se soma à riqueza harmônica do jazz. O formato é parecido com o de uma big band tradicional, mas desenvolvendo uma linguagem musical contemporânea e com raízes mineiras. Seu grande projeto mais recente foi a Série Brasil Holanda - obra inspirada na influência holandesa na música do nordeste. Nivaldo Ornelas é referência fundamental quando se fala da música de Minas Gerais e do mundo. O projeto é uma grande oportunidade para promover a memória da música instrumental contemporânea, além de educar e informar as novas gerações com a disponibilização deste trabalho para as universidades e estudantes por meio digital. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira e VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.

Estratégia de execução

Nivaldo Ornelas é referência fundamental quando se fala da música de Minas Gerais e do mundo. O projeto tem o objetivo de promover a memória da música instrumental contemporânea, educar e informar as novas gerações com a disponibilização deste trabalho para as universidades e estudantes por meio digital. O propósito maior é fomentar a música instrumental/erudita e formar novas plateias.

Especificação técnica

Livro Azul voltado para professores contendo 15 partituras (a serem definidas na pré-produção após a pesquisa de acervo). Livro Didático voltado para jovens instrumentistas e estudantes de música contendo 15 partituras (a serem definidas na pré-produção após a pesquisa de acervo).

Acessibilidade

02 SHOWS | lançamento e/ou divulgação do projeto em teatro que possua total acessibilidade aos portadores de deficiência ou pessoas com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos especiais. 02 livros de partituras (voltados para professores / estudantes disponíveis na internet).DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição.

Democratização do acesso

Os shows terão ingresso a preço popular: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) | 30% dos ingressos gratuitos para estudantes. Os ensaios serão abertos ao público interessado. O Livro Azul de Partituras e o Livro Didático ficarão disponíveis para que professores e jovens instrumentistas/estudantes de música possam baixá-lo diretamente do portal www.nivaldornelas.com.br.

Ficha técnica

EQUIPE PRINCIPAL Direção Artística e Revisor | Nivaldo Ornelas Saxofonista, flautista, compositor e arranjador, autor de 200 obras (entre composições para a música popular, instrumental e erudita). Foi um dos fundadores do Berimbau Jazz Clube, ponto de encontro dos músicos mineiros nos anos 60. Logo depois, participou do Clube da Esquina. Ao longo de 50 anos de carreira, produziu 14 discos autorais. Entre os 16 prêmios que recebeu, destacam-se: Troféu Villa-Lobos pelo disco Portal dos Anjos, Troféu Chiquinha Gonzaga pelo álbum Viagem Através de um Sonho, Prêmio Sharp pelo álbum Arredores sobre o folclore mineiro e Prêmio de Melhor Trilha Sonora (filme Dança dos Bonecos, de Helvécio Ratton). Em 2014 recebeu o Prêmio Jazz de Minas durante o Savassi Festival e, em 2016, o Prêmio do Festival de Inverno da UFMG. Transitando muito bem entre o erudito e o popular, sua arte abrange também composições para cinema, teatro e balé. Entre os trabalhos mais recentes estão: a idealização da Jazz Mineiro Orquestra e a Série Brasil Holanda – ensaio poético musical sobre a influência Holandesa no nordeste. Mais informações: www.nivaldornelas.com.br. Editoração de Partituras e Revisão Livro Azul (para professores) | Professor Marco Túlio Marco Túlio de Paula Pinto é Doutor em música (Teoria e prática da interpretação) e Mestre em música (Práticas interpretativas) pela UNIRIO. Bacharel em saxofone pela UFRJ. Professor adjunto de saxofone na UNIRIO- Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Atuou como professor de saxofone no PIM – Programa Integração pela Música, de Vassouras, RJ e no projeto Villa-Lobos e as Crianças. Integra, ainda, a Banda Filarmônica do Rio de Janeiro. Participou da Banda Sinfônica da Companhia Siderúrgica Nacional como 1ºSaxofonista e chefe de naipe, no período de 1996 a 2001, atuando diversas vezes como solista. Na música erudita trabalhou em duo com a pianista Helen Rodrigues em projetos como os Domingos Clássicos dos SESC´s, Quartas Clássicas na UERJ, entre outros. Foi um dos vencedores do concurso para solistas da ORSEM para a temporada 2000. Foi o vencedor da Master Class de saxofone ministrada pelo professor Dale Underwood (EUA), promovida pela Academia Nacional de Música, em 2001. Apresentou-se como solista junto à OSPA – Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Atualmente desenvolve trabalho de música de câmara em duo com o pianista Alexandre Freitas, tendo se apresentado no Festival do Vale do Café, no circuito SESC Rio, na série música no Fórum,entre outros. Atuou como professor de saxofone nas edições de 2007 a 2014 do Festival do Vale do Café, em Vassouras-RJ, dos 1º, 2º e 3º Fóruns de Música, Cidadania e Educação de Vassouras, promovido pelo PIM em 2009, 2010 e 2011, do Projeto Banda Larga, edições 2009, 2010, 2011 e 2013, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro em conjunto com a ASBAM – Associação das Bandas de Música do Rio de Janeiro, e dos Painéis Funarte para bandas de Música (2014 - Cachoeira-BA). Ministrou ainda master class na Fordham High School for the Arts, em fevereiro de 2010, na cidade de Nova York (EUA). Atuou como palestrante no V Encontro Internacional de Saxofonistas do Conservatório de Tatuí, realizado em 2012 na cidade paulista. Integrou o duo Chronos com o pianista Alexandre Freitas, em trabalho de divulgação da música brasileira em importantes séries realizadas em espaços como Salão dourado da UFRJ, Sala Vera Janocopolus (UNIRIO), Centro Cultural de São Paulo, IBAM,Teatro Pró- música de Juiz de Fora, Festival do Vale do Café 2006, FINEP, entre outros. Na música popular tem se apresentado com os mais diversos artistas: Flávio Venturini, Jorge Vercilo, Bob Mintzer, Altamiro Carrilho, Nivaldo Ornelas, Gilson Peranzzetta, Perinho Santana, Paulo Moura, Jane Duboc, Beth Carvalho, Nana Caimmy,Ivan Lins, Guilherme Arantes e Chico César. Integrou a Banda de Luiz Melodia em 2001 e2002, tendo participado da gravação do CD/DVD Luiz Melodia Ao Vivo Convida. Integrou ainda a UFRJazz Ensemble, com a qual gravou os CD´s UFRJazz Ensemble interpreta Julinho Barbosa e Paisagens do Rio. Editoração de Partituras e Revisão Livro Didático (para instrumentistas / estudantes) | Professor Cleber Alves Saxofonista, compositor, arranjador , Cléber (meados de 1980),foi aluno de Nivaldo Ornellas e Paulo Moura e construiu uma carreira sólida, com uma mistura criativa de técnica impecável, bom gosto nas interpretações e composições ricas e originais. Boa parte de sua formação foi durante os dez anos em que morou na Alemanha(1989-1998). Ele fez graduação e mestrado em jazz e música popular na Universidade de Mùsica de Stuttgart (Prof. Bernd Konrad). E lá mesmo lançou dois discos excepcionais: "Temperado" e "Saxophonisches Ensemble B". Na Alemanha, tocou em festivais de jazz onde participaram músicos como Bobby McFerrin, Lionel Hampton, Chucho Valdés, Ralph Towner, John Taylor, Jerry Bergonzi, entre outros. Ainda na Europa participou de shows na Suíça, Holanda, França e Espanha. De volta ao Brasil, gravou o CD "Revinda" em 2005, que mereceu o Prêmio Marco Antonio Araújo de Melhor Disco Instrumental de 2006. Dirigiu a Swiss Jazz Orquestra de Bern da Suíça em Basel no Bird’s eye jazz club ,Tunguely Museum e na sede da Orquestra em Basel. É também professor da Escola de Música no Curso de Música Popular da UFMG, Coordenador e dirigente da Geraes Big Band da UFMG desde 2013, e ministra Oficinas de Saxofone e Prática de Conjunto como mestre na Universidade Bituca em Barbacena. Coordenação Geral de Produção | Melissa Ornelas (Proponente - responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto). Jornalista com pós-graduação em Comunicação Empresarial. Especialista na criação de iniciativas para o fortalecimento da imagem de instituições públicas ou privadas. Em 12 anos de profissão, produziu 32 projetos de comunicação (cartilhas, vídeos e livros), música (erudita ou popular) e exposições (fotografia, escultura e pintura) por meio de editais de seleção pública ou patrocínio direto. Atualmente, presta serviço de análise de projetos formatados pelas Leis de Incentivo à Cultura (parecerista) e integra a Comissão de Mediadores em Direitos Autorais. Principais projetos de música (Idealização/Coordenação/Gestão): Série Brasil Holanda – Concerto e Gravação de DVD EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA (patrocínio Embaixada do Reino dos Países Baixos / parcerias: Sala Cecília Meireles e Orquestra de Sopros Banda Filarmônica RJ); Back of my mind (patrocínio Ética da Terra e Fundação Parapluie Coloré da Holanda); Jazz Mineiro Orquestra - EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA (patrocínio prefeitura de BH / parcerias Savassi Festival e Rede Minas); Festival de Saxofone - Os Três Tenores em Movimento - EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA (patrocínio Caixa Cultural RJ); Rio Jazz Instrumental 1ª Edição - EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA (patrocínio Caixa Cultural RJ); Rio Jazz Instrumental 2ª Edição - EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA (patrocínio Caixa Cultural RJ); Projetos Sociais: Oficinas gratuitas de Saxofone (Rio) e coletiva com a Jazz Mineiro Orquestra (BH) - EDITAIS DE SELEÇÃO PÚBLICA; Música no Salão (parceria Ceg Rio) e Coral Pró-Canto (apresentações na Praça XV e no Plenário Barbosa Lima Sobrinho – parceria com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro (balé, coral e orquestra).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.