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PRONAC 200814Apresentou prestação de contasMecenato

Caleidoscópio sonoro: a música pop na linguagem orquestral

MOISES ROTTH CANTOS
Solicitado
R$ 197,4 mil
Aprovado
R$ 191,4 mil
Captado
R$ 40,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

20.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2023-01-01
Término
2025-07-31
Locais de realização (5)
Campinas São PauloIndaiatuba São PauloJarinu São PauloPaulínia São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Caleidoscópio sonoro: a música pop na linguagem orquestral" contempla a produção do show de orquestra instrumental e apresentações, com temáticas de clássicos do Rock, Música Brasileira e temas de filmes pela Camerata Jovem de Campinas, com a participação ativa do público durante as apresentações. A orquestra tocará clássicos conhecidos de Rock, Música Brasileira e temas de filmes, mas com arranjos cuidadosamente preparados que permitam a participação do público presente no concerto. Além das apresentações, serão oferecidas oficinas gratuitas de instrumentos como violino, viola, violoncelo, guitarra e bateria às crianças, adolescentes e jovens, por meio de parceria com instituição sem fins lucrativos e que atue no desenvolvimento de atividades voltas a crianças e adolescentes. As oficinas serão oferecidas no contraturno escolar, por músicos da Camerata Jovem de Campinas. Como contrapartida social, serão realizadas oficinas de APRECIAÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS.

Sinopse

A Camerata Jovem de Campinas fará apresentações de clássicos conhecidos de estilos como Rock, Música Brasileira e temas de filmes, mas com arranjos cuidadosamente preparados para a participação da plateia e que incluem instrumentos populares de maior apelo como violão, guitarra e bateria e que permitam a participação do público presente no concerto. APRESENTAÇÕES: Classificação LIVRE

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto "Caleidoscópio sonoro: a música pop na linguagem orquestral" contempla a produção do show de orquestra instrumental e cinco (05) apresentações, com temáticas de clássicos do Rock, Música Brasileira e temas de filmes pela Camerata Jovem de Campinas, com a participação ativa do público durante as apresentações, contribuindo para a difusão da linguagem e formação e qualificação através de oficinas musicais e apreciação de instrumentos (iniciação). A música tem desempenhado um importante papel no desenvolvimento humano desde os primórdios. Para Platão (428 a.C.-347 a.C), a arte, da qual a música fazia parte, encontrava-se ligada às questões relacionadas à ética e à política[1]. Tendo consciência da instabilidade da vida política grega em seu tempo, Platão percebeu a necessidade de buscar uma melhor formação ética para a sociedade, tendo como objetivo principal, impedir que desejos individuais sobressaíssem nas decisões políticas e atitudes de seu tempo. O caminho encontrado por Platão foi racionalizar a arte e sistematizá-la em conformidade com as emoções. Por racionalizar, entende-se não apenas fundamentar, mas organizar de forma simples e lógica, descomplicar. Assim, a racionalização da música em nossos dias torna-se ainda mais urgente e proporcionará sua compreensão e contribuirá para uma mudança de postura quanto aos princípios éticos e morais, tão em baixa atualmente quanto nos de Platão. OBJETIVO ESPECÍFICO Produção do show;05 apresentações gratuitas em várias cidades _ 180 pessoas por apresentação (total de 900 pessoas);· Cinco oficinas de instrumentos - 15 pessoas em cada oficina (75 pessoas); Quatro oficinas de APRECIAÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS _ 25 crianças e professores por oficina _ total de 100 pessoas;Promover a inclusão cultural e social de crianças, jovens e adolescentes;Fornecer bases para o desenvolvimento da cidadania;Contribuir para a melhora do rendimento escolar de crianças, adolescentes e jovens;Apresentar e ensinar um instrumento musical a crianças de Paulínia/SP através de parceria com ONG da cidade;Promover o senso de pertença de crianças, adolescentes e jovens e sua interação com a comunidade local por meio das oficinas e de apresentações musicais;Desenvolver o senso de responsabilidade e conjunto dos participantes;Utilizar a música como ferramenta para proporcionar o desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens como cidadãos livres;Estimular a capacidade de criação;· Contribuir para que crianças, adolescentes e jovens descubram seu papel no meio em que vivem; · Oferecer apresentações gratuitas ao público; · Difundir os trabalhos musicais da Camerata Jovem de Campinas. [1] "Existência e Arte"- Revista Eletrônica do Grupo PET - Ciências Humanas, Estética e Artes da Universidade Federal de São João Del-Rei - Ano III - Número III _ janeiro a dezembro de 2007.

Justificativa

De acordo com estudo publicado em 2013 pela Revista Ciência Atual[1], a música enfoca aspectos históricos e atende diferentes áreas do desenvolvimento humano, como o social, espiritual, físico, mental e emocional, portanto, atualmente, é considerado um agente facilitador ao processo da aprendizagem. Dessa forma, além de contribuir para a formação do caráter, a música cumpre o papel de "agente facilitador" no processo de aprendizado. Em outra pesquisa, dessa vez sobre a importância e os benefícios que a prática de um instrumento musical traz às crianças, adolescentes e jovens, a Dra. Anita Collins, PhD em Neurociência e Educação Musical pela Universidade de Melbourne, Austrália, publicou em 2014 um estudo intitulado "Neurociência e Educação Musical[2]" que deu origem a um vídeo explicativo[3] sobre as reações do cérebro de uma pessoa que toca um instrumento musical. Em sua pesquisa a Dra. Collins constatou que pessoas que tocam algum instrumento musical desenvolvem habilidades que facilitam sua relação com outras áreas/disciplinas como matemática, ciências, física dentre outras. Por outro lado, de acordo com publicação do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil[4] sobre o município de Paulínia/SP, apenas 63,22% dos adolescentes entre 15 e 17 haviam completado o Ensino Fundamental. Entre os jovens de 18 e 20 anos, o índice daqueles que completaram o Ensino Médio é ainda menor: 50,47%. Como se percebe, a prática sistemática de um instrumento musical associada à disciplina de estudo, contribui para o aprendizado de crianças, adolescente e jovens e traz benefícios a estes, suas famílias e ao município com a possibilidade de mudança, para melhor, nos percentuais do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal e seus componentes (IDHM). Concomitantemente, o projeto facilitará o acesso da população, à medida que promoverá concertos gratuitos em várias cidades. As apresentações foram planejadas para que o público presente componha a apresentação, proporcionando a interação com a comunidade e facilitando sua comunicação e compreensão. As oficinas de música contribuirão para o desenvolvimento do caráter de crianças, adolescentes e jovens, possibilitando a inclusão cultural dessa parcela da população e contribuirá para a diminuição da evasão escolar e dos índices de violência. Conforme incisos do artigo 1 da lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. No artigo 3 da lei 8313/91, temos como objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. [1] Ciência Atual, Vol. 1, Nº 1, 2013, Pág., 97-113[2] Neuroscience, Music Education and the Pre-service Primary (Elementary) Generalist Teacher. International Journal of Education & Art, Volume 15, Número 05, 02 setembro de 2014.[3] Dr. Anita Collins, How playing an instrument benefits your brain, https://www.youtube.com/watch?v=V29UhFwMJIk[4] Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, ttp://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/perfil_m/paulinia_sp

Especificação técnica

Vale ressaltar que todas as apresentações são exclusivamente instrumentais (sem uso de voz), não havendo nenhuma apresentação de canto. As músicas que compõe o repertório vão do Rock à MPB e contemplam bandas conhecidas do grande público como Queen, Guns ‘N Roses, Beatles, Elvis Presley e ABBA, dentre outras. Os direitos para apresentação e uso do repertório internacional, foram cedidos ao proponente pela J. W. Pepper & Son, Inc. Ordem / Nome da Peça / Duração Aproximada / Compositor / Arranjador / Sinopse / Temas de Filmes 01Game of Thrones0:01:42Ramin DjawadiMoisés CantosUma das mais aclamadas séries da TV fechada de todos os tempos, GoT mostrou a luta de diferentes reis e de seus súditos pela conquista do Trono de Ferro, símbolo do poder e sucesso. A música tema tem o objetivo de passar a ideia do conflito, fazendo uso de duas linhas melódicas sobrepondo-se uma a outra o tempo todo. 02Boys Playing Airplanes0:03:41James HornerMoisés CantosO Menino do Pijama Listrado é um filme sobre a 2ª Guerra Mundial que retrata o conflito pela perspectiva de duas crianças - o filho de um General Nazista e um garoto preso no Campo de Concentração - que criam uma improvável amizade em meio ao caos. A música tema retrata o momento singelo de crianças brincando sem a exata noção do que representava a guerra. 03I Dreamed a Dream0:04:01Claude-Michel SchönbergJames KazikO filme Os Miseráveis é baseado no livro de mesmo nome do escritor francês Vitor Hugo. A história se passa na França durante o séc. XIX e conta a trajetória de um jovem que se vê obrigado a roubar pão para alimentar sua família e é condenado à cinco anos de prisão pelo roubo. No filme, a música que faremos é cantada pela personagem da atriz Anne Hathaway (que está extraordinária no papel, diga-se de passagem) em um momento de muita emoção quando a personagem reflete sobre a esperança de dias melhores ao lado de seu amado. 04The Last Of The Mohicans0:02:55Trevor JonesMoisés CantosO Último dos Moicanos é um filme ambientado em 1757 durante a guerra franco-indígena ocorrida na América do Norte entre as colônias inglesas e francesas, ambos os lados apoiados por militares dos respectivos países. A música que apresentaremos representa dois momentos específicos do filme, O Promontório e O Beijo que cativam o expectador durante as cenas. 05O Náufrago0:04:29Alan SilvestriMoisés Cantos"Cast Away" (abandonado ou náufrago). O filme de conta a história de um personagem interpretado por Tom Hanks que se vê abandonado em uma ilha deserta após a queda do avião em que estava. O filme aborda o comportamento do personagem que em meio a solidão e dificuldades, encontra em uma bola de vôlei (Wilson) a companhia para enfrentar o desespero. Quando finalmente é resgatado, o personagem tem de lidar com outro abandono, dessa vez, causado pelo amor de sua vida que se casou com outra pessoa. A música do filme tem a função de passar esse sentimento de abandono que as mais diversas situações da vida podem causar no ser humano. 06Shallow0:03:30Stefani Germanotta, Mark Ronson, Andrew Waytt e Anthony RossomandoMoisés CantosGanhadora do Oscar 2019 de melhor música tema, Shallow tem a habilidade de equilibrar os três elementos que devem fazer parte de uma boa música: melodia, harmonia e ritmo. A letra questiona o contentamento com a vida e se aquilo que alcançamos é suficiente para gerar prazer e nos estimular a seguir em frente. 07John Williams Trilogy0:05:27John WilliamsCalvin CusterO compositor John Williams se destacou pelos temas de diversos filmes. Hoje apresentaremos três deles: Star Wars, Parque dos Dinossauros e Indiana Jones. John Williams é um dos poucos compositores (outro é Ennio Morricone) que, além de criar a trilha para o filme, faz a própria orquestração, ou seja, ele mesmo é quem escreve para todos os instrumentos que compõe a orquestra. Duração da Primeira Parte0:25:45 Clássicos do Rock 01The Best of Queen0:03:17Freddy MercuryLarry MooreA mais icônica banda de todos os tempos, Queen, fez sucesso de 1970 a 1991. Seu mentor e líder, Freddie Mercury que nasceu na Tanzânia, começou a estudar piano ainda menino quando seus pais se mudaram para a Índia. O estudo e seu interesse por todo tipo de música, contribuíram para que ele se tornasse um músico eclético, capaz de transitar entre diferentes estilos e compor músicas com forte apelo emocional, mas sempre bem estruturadas harmonicamente. 02Hey Jude0:03:09Paul McCartney e John LennonLarry MoorePaul McCartney compôs Hey Jude como forma de apoio ao amigo John e sua família, em especial seu filho Julian (Jude), após a separação do casal em 1968. John Lennon chegou a mencionar que Paul tinha um carinho especial por Julian. 03Don't Stop Believin'0:02:26Steve Perry, Neal Schon e Jonathan CainLarry MooreOriginalmente do grupo de Rock Journey, Don't Stop Believin' se popularizou através do seriado Glee. 04Can't Help Falling in Love0:03:32George D. Weiss, Hugo Peretti e Luigi CreatoreRobert LongfieldEssa música ficou famosa na voz do cantor Elvis Presley, embora não fosse sua composição. Elvis tinha uma personalidade tão forte quanto sua voz, mas várias dificuldades contribuíram para o seu isolamento no final da carreira. 05The Best of ABBA0:06:03Benny Andersson e Björn UlvaeusTed RickettsABBA foi um grupo sueco que se imortalizou por suas músicas com letras bem pensadas que refletiam muito a vida dos quatro integrantes e com uma estrutura harmônica mais organizada. Essa combinação levou o grupo ao sucesso, mas os problemas internos, temas de várias músicas, foram a principal causa do fim da banda. 06Royals0:03:19Joe Little e Ella Yelich-O'ConnorJames KazikMúsica ganhadora do Grammy na voz Lorde, com uma harmonia modal contemporânea, Royals apresenta o contraponto entre a realidade dos que vivem em situação de pobreza e aqueles que ostentam a riqueza. 07California Dreamin'0:02:30John e Michelle PhillipsLarry MooreMúsica do lendário grupo The Mamas & The Papas, que fez sucesso nos anos 1960 com outras composições. A diferença dessa banda para as demais é que essa cantava em vozes e conseguiu se popularizar em uma época em que as músicas de bandas inglesas (Beatles e Rolling Stones, por exemplo) faziam muito sucesso nos Estados Unidos. 08Brandenburg0:02:36J. S. Bach/Wilner Baptiste e Kevin Marcus SylvesterLarry MooreHit de sucesso do duo de violinistas negros “Black Violin”, os compositores adicionaram à música do conhecido compositor alemão o hip-hop arranjada para orquestra de cordas, apresenta contornos inventivos e contextualizados a uma das mais conhecidas peças clássicas. 09Thinking Out Loud00:02:37Ed SheeranLarry MooreMúsica conhecida do cantor inglês Ed Sheeran arranjada para a formação de cordas, apresenta elementos didáticos sobre ritmo e possibilidades de explorar os timbres dos instrumentos. 10Sweet Child O' Mine0:03:04W. Axl Rose, Slash, Izzy Stradlyn, Duff McKagan e Steven AdlerLarry MooreGuns N' Roses foi uma banda de "Hard Rock" de sucesso. O nome da banda teve origem no nome de dois integrantes (Tracii Guns e W. Axl Rose). A banda surgiu em um período em que buscava-se fazer algo novo. Em 1987 quando a banda lançou seu primeiro álbum, o público do "velho Rock In Roll” esperava pela "evolução" do Rock e o Guns foi uma das bandas que participou dessa fase tocando uma música mais "hard", fazendo muito sucesso com o álbum "Appetite for Destruction", até hoje, recordista de vendas. Duração da Segunda Parte0:32:33 Duração Total0:58:18

Acessibilidade

Como requisitos de acessibilidade, o projeto atenderá: parcerias com Secretarias de Cultura, facilitando acesso com a utilização de espaços públicos; gratuidade nos ingressos; criação de um plano de divulgação que possa permear à maioria das pessoas nas referidas cidades, comunicando e possibilitando acesso de classes sociais diversas; comunicação do projeto terá uma abordagem popular, criando interesse em diversas camadas da população, seja ela, social, econômica ou faixa etária; utilizar espaços que possuem o mínimo de acessibilidade para portadores de necessidades especiais, idosos, entre outros. Para a referida programação, contamos com áudio-descrição e libras, proporcionando um melhor acompanhamento do público com deficiência visual e auditiva. Prevemos uma divulgação da proposta de áudio-descrição e libras em instituições e ações que visam o público mencionado, garantindo comunicação e acesso. Será garantido acesso a portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida, com escolhas de espaços que tenham o mínimo de recursos para os receber. Isso será possível junto com parcerias com os departamentos de cultura de cada cidade. A divulgação foi pensada para que permita uma abordagem popular, despertando interesse em distintas camadas da população, retirando as barreiras, sejam elas sociais, econômicas ou faixa etária. Ambientais: Não haverá danos ambientais, pois, as apresentações serão realizadas em locais fechados. APRESENTAÇÕES: Deficientes visuais e auditivos: libras e áudio-descrição; Acessibilidade física: espaços com acessibilidade (banheiros, corrimões e rampas ou elevadores). Os espaços serão definidos junto à municipalidade, contemplando espaços com pelo menos o mínimo de acessibilidade. OFICINAS MUSICAIS: Deficientes visuais e auditivos: libras e áudio-descrição; Acessibilidade física: espaços com acessibilidade (banheiros, corrimões e rampas ou elevadores). Os espaços serão definidos junto à municipalidade, contemplando espaços com pelo menos o mínimo de acessibilidade. OFICINAS DE APRECIAÇÃO DE INSTRUMENTOS: Deficientes visuais e auditivos: libras e áudio-descrição; Acessibilidade física: espaços com acessibilidade (banheiros, corrimões e rampas ou elevadores). Os espaços serão definidos junto à municipalidade, contemplando espaços com pelo menos o mínimo de acessibilidade. Obs. Quando os custos não estiverem no produto, os mesmos já existem nos espaços que vão nos receber.

Democratização do acesso

A democratização de acesso se dá, não só pela gratuidade das ações, mas na formação garantida pelas oficinas, comunicação do projeto procurando atender um público bem variado, assim como proporcionar a acessibilidade, diminuindo barreiras sociais, econômicas e comunicacional. Atendemos: artigo 21 “I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados” e artigo 21, atenderemos a “medida V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas”. Previsto DOIS ensaios abertos.

Ficha técnica

Proponente do projeto é a empresa dirigida pelo Maestro e Coordenador do referido projeto O proponente realizará a função de Coordenação do projeto e a função de Maestro. Receberá a Rubrica de "ensaios (maestro), "maestro (apresentações) e de forma voluntária a de Coordenação do projeto. O proponente será o responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Maestro e Coordenador: Moisés Cantos Músicos: Acauan Fortes Normaton, André Filipe Batista, Biancka Faria de Souza, Bruna Maia Muraro, Cinthia Melissa Barbosa, Everton dos Santos Macedo, Henry Rawel Camelo Bento, Kléber Pinto Barbosa, Marina Davi Gama, Paulo Henrique Deuber, Samuel Pereira Gaspar, Solaine Cristina Figueira, Vanessa Costa Crispim, Vasny Florenço Candido, Wendel Giacomeli Silverio. Moisés Cantos iniciou seus estudos de música em 1989 com a Prof. Dra. Sandy Simmons, trompista e compositora norte-americana. Estudou regência coral na Faculdade Teológica Batista de São Paulo com os maestros Elias Moreira e Urgél Rúsi Lótal R. 1997, já na Unicamp, aperfeiçoou seus estudos como aluno de regência orquestral do Prof. Dr. Eduardo Ostergren e música de câmara barroca com o Prof. Dr. Edmundo Hora. De 2000 a 2008, regeu o coro de alunos e foi professor de regência, história da música ocidental e história da música brasileira na Faculdade Teológica Batista de Campinas. Organizou a Seconda Prattica Coro e Orquestra, coletivo orquestral e vocal dedicado a interpretação da música dos períodos barroco e clássico e atuou como maestro assistente da Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista. 2009, começou a reger a Big Band da PUC-Campinas. 2010 e 2011, foi maestro titular da Orquestra Filarmônica de Valinhos - grupo formado por 17 integrantes. Como educador musical, de 2008 a 2010 desenvolveu projetos em escolas públicas voltados para música e educação com o apoio da Fundação FEAC. Publicação sob o título “Music Education in Brazil: Music as A Tool for the Complete Development of Students” (ISSN 2255-033X) pela Global Education Magazine, uma publicação trimestral da ONU que aborda questões como educação, violência, pobreza e saúde. Como musicólogo, tem colaborado com a Internacional Music Score Library Project (IMSLP), organização internacional responsável pela manutenção e divulgação do acervo de partituras de compositores como Handel, Bach, Vivaldi e Beethoven, dentre muitos outros. 2013 e 2014 diretor artístico e maestro da Fundação FEAC e até 2016 coordenador do projeto Música Viva: a música iluminando o futuro, desenvolvido em parceria com a CPFL, regente do Coral Adolescendo, em parceria com a Petrobras. Ambos os programas são desenvolvidos pelo Centro Promocional Nossa Senhora da Visitação. Atualmente é regente titular da Orquestra de Câmara da PUC-Campinas, regente titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista e da Camerata Jovem de Campinas. Acauan Fortes Normanton: Violinísta Formado pela Unicamp em Violino no ano de 2013 vem, desde então atuando em diversas orquestras do interior paulista, com destaque da Orquestra Sinfônica de Sorocaba, Filarmônica de São José do Rio Preto, Orquestra Filarmônica de Valinhos, Orquestra Sinfônica da Unicamp. Hoje atua como violinista da recém formada Jazz sinfônica de Valinhos, Camerata Jovem da Campinas e como convidado na Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista, onde além de ministrar aulas de instrumento colabora na elaboração e execução dos ensaios. Em sua formação, além da graduação, passou por diversos festivais, entre eles Festival Oficina de música de Curitiba (edição de 2000), Festival de música antiga e colonial de Juiz de Fora (edições de 2006 , 2008 e 2009), Festival Brasil instrumental (edição 2010), Festival de música de Piracicaba FEIMEP (edição de 2011), V e VI Encontro Internacional de Música Antiga da Emesp (2017 e 2018), tendo sido orientação por diversos professores como Paulo Bosisio, Marena Salles, Luis Amato, Véronique Mathieu, Claudio Micheletti entre outros. Além dos festivais obteve aulas particulares com o Professor Paulo Calligopoulos e atualmente, em seu processo de formação, é aluno regular do curso de música antiga da EMESP, sendo orientado pelo violinista Luís Otávio dos Santos. André Filipe iniciou seus estudos de violino aos 10 anos de idade por incentivo de seu pai músico. Aos 15 anos passou a tocar em orquestras jovens em sua região onde atuou como spalla e solista. Começou a lecionar violino com 16 anos em escolas de música em Jundiaí e cidades vizinhas. Teve aulas de violino com os professores Anderson F., Cecília Guida e atualmente com Artur Huf. Em 2008 ingressou na orquestra filarmônica de Jundiaí, onde além de conselheiro era spalla e solista do mastro Jessé Araújo. 2011 foi o ano em que além de entrar na orquestra sinfônica Tom Jobim e na Emesp em São Paulo, teve sua personalidade violinística alterada e adaptada para novos estilos musicais. Formou a dupla Elektro Violin (violino e Dj), através de shows por muitas cidades deixou mais que evidente sua extensão de gêneros musicais, cativando novos públicos, partindo do Clássico ao Eletrônico e Rock´n Roll. Atualmente é Spalla da Orquestra de Câmara da PUC-Campinas, Camerata Jovem de Campinas e primeiro violinista da Orquestra Filarmônica de Valinhos. Biancka Faria Silva de Souza – Violinista. Iniciou seus estudos de violino no projeto Guri no ano de 2015, com o professor Wilhanson Silva onde após 1 ano deu início a prática de orquestra com o Grupo de Referência da Regional Jundiaí, participando por 3 anos sendo no último ano (2018) como Spalla. Pelo projeto participou em 2 anos consecutivos do festival FMIL em Londrina como bolsista. Em 2018 foi aprovada na Escola Municipal de Música de São Paulo (EMMSP), onde permanece fazendo aula com o professor Gabriel Gorun. Foi aprovada na Orquestra Jovem Municipal (OSJM) da escola como primeiro violino, regida pela Maestrina Èrica Hindrikson. Participa da Orquestra Filarmônica de Valinhos (OFV), da Orquestra Jovem da PUC-Campinas e da Camerata Jovem de Campinas. Bruna Maia Muraro nasceu em Campinas, São Paulo, iniciou seus estudos aos 11 anos no projeto do Sesi, Escola de Formação de instrumentistas de cordas (EFIC), onde foi bolsista por 7 anos. Atualmente é estudante do curso de bacharelado em violino na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Tem aulas com Henrique Goldemberg e Marcos Santos. Teve a oportunidade de fazer master classes com Goötz Hartmann, Małgorzata Wasiucionek, Jenny Grégoire, Esdras Rodrigues, Carmelo de l. Los Santos, Betina Stegmann Theodora Garaets e Alessandro Borgomanero. Atualmente é integrante da Camerata Jovem de Campinas e Orquestra da PUC-Campinas sob regência do maestro Moisés Cantos, e a Orquestra Jazz Sinfônica de Valinhos sob a regência do Marcelo Santos. Cinthia Melissa Barbosa de Oliveira iniciou seus estudos musicais aos quatorze anos de idade com o violino e aos quinze passou estudar viola ativamente com a professora Shinobu Saito. Em 2014 graduou-se em viola pela Universidade de São Paulo. Atualmente atua como professora de viola em projetos sociais e como violista na Orquestra de Câmara da PUC-Campinas e Camerata Jovem de Campinas. Everton Macedo, natural de Jundiaí/SP, iniciou violino com Gilberto Estefani, Casa da Cultura de Jundiaí. Conservatório de Tatuí - aulas com Wanderlei Pizzigatti. Aulas particulares com Nadilson Gama violinista Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Maria Vassileva (DMA) Membro ativo da American Strings Teachers Association (ASTA), Yuriy Rachevich, Concertino da (OSESP), e tem aulas com Artur Huf Spalla - Orquestra Sinfônica de Campinas. Cursa Licenciatura em Música pela Universidade Metropolitana de Santos. Foi instrutor violino Projeto Guri Polo Jundiaí. Violinista - atuou na Orquestra de Cordas João Del Fiol em Tatuí, Camerata Callis em São Paulo, Orquestra Jovem Tom Jobim e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo - 2008 a 2011. É chefe de naipe dos segundos violinos na Orquestra de Câmara da PUC-Campinas e da Camerata Jovem de Campinas, concertino na Orquestra Filarmônica de Valinhos e atua como músico convidado na Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.