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PRONAC 200823Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Uisque e Vergonha - Temporada RJ

A MONTANHA PRODUCOES ARTISTICAS E CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 508,1 mil
Aprovado
R$ 508,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-01-30
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar a temporada do espetáculo UISQUE E VERGONHA no Rio de Janeiro.

Sinopse

Lançado na FLIP de 2016, o livro Uísque e Vergonha trata das aventuras e desventuras de Charlotiê na cidade de São Paulo. Sua conduta irreverente de adolescente rebelde e seu talento para narrar as próprias experiências na escola, em casa e nas ruas da cidade, nos fazem embarcar nesse universo urbano através de seu olhar original. A relação da garota com as personagens como sua mãe, sua falecida tia, seu psicanalista e seus namorados conduzem essa brilhante narrativa de fatos reais e surreais, adaptada para o teatro por Michelle Ferreira. “Há alguns anos tento montar algo sobre a obra de Juliana Frank. Me fascina sua imaginação sem limites, sua atualidade, seu humor, sua literatura é como uma câmera escondida. Os personagens que cruzam seu caminho, assim como ela própria parecem saídas de HQs, mas nunca saberemos se existiram na realidade ou se são simplesmente fantasias da autora (sabemos que algumas situações são absolutamente reais)”, confessa o diretor Nelson Baskerville e completa: “Seja para nos purificarmos, para nos enganarmos ou simplesmente morrer de rir das inconsequências, Uisque e Vergonha é um espetáculo para todo mundo.” No palco, cinco atores e alguns bonecos interpretam 22 personagens em 37 cenas. Com um cenário caótico cheio de referências o espetáculo retrata de forma muito estilizada os locais frequentados pela autora como Cemitério, Casa Mãe, Quarto Charlotiê, Sala de Aula, Muro da Escola, Consultório Lacran, Restaurante U-hu, Boate e Praia. Tratar-se da adaptação de um romance, uma brilhante adaptação de Michelle Ferreira, diga-se, a linguagem é épico-narrativa, as atrizes e atores contam cenas, vivem situações, escrevem em lousas, cantam, dançam, hora interpretando personagens, hora narrando em uma atmosfera onírica e alegórica.

Objetivos

Objetivos Gerais: - Realizar 18 apresentações do espetáculo UISQUE E VERGONHA no Rio de Janeiro. Objetivos Específicos: - Realizar 18 apresentações do espetáculo UISQUE E VERGONHA no Rio de Janeiro. - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - Formar público através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda. - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida.

Justificativa

Sucesso nos palcos paulistas o espetáculo Uisque e Vergonha deseja fazer uma temporada na cidade do Rio de Janeiro. Atriz de personalidade contemporânea, Alessandra Negrini encontrou na tragicomédia Uísque e Vergonha o papel certo, de atmosfera sombria e irônica, para uma investida teatral. A peça, adaptação de Michelle Ferreira do romance de Juliana Frank, acompanha a trajetória de Charlottiê da infância ao começo da vida adulta. Trata-se de uma garota assombrada por traumas, desde os mais banais, como a repulsa por comer peixe nas refeições, até a convivência precoce com tragédias como o suicídio do primeiro. Charlottiê nunca foi santa. Aprontou muito na escola, duelou incansavelmente com a mãe alcoólatra, amargou a ausência do pai e sempre demonstrou uma imaginação acima da média. Sua melhor amiga e confidente, para se ter uma ideia, era a boneca. Os anos se passaram sem trégua para a protagonista, que chegou a ser expulsa de casa e driblou a dureza das ruas. Para atingir a vida adulta com um mínimo de sanidade, ela precisava decifrar o conselho de uma tia morta de que, para ser minimamente feliz, deveria dar pérolas aos porcos. Assim, enterraria seus fantasmas e seguiria em frente. Sob a direção de Nelson Baskerville, Uísque e Vergonha é uma montagem incomum, capaz de amedrontar os espectadores por dispensar firulas na abordagem crua e surrealista, flertando o tempo inteiro com o teatro do absurdo. Baskerville emoldurou o espetáculo com uma roupagem coloquial e urbana, pronta para aproximá-lo da plateia jovem. O surpreendente, porém, é perceber Alessandra à vontade no teatro, convincente nas várias fases da personagem e portando-se com naturalidade e empatia, mesmo em um universo repleto de estranhezas. Pensamos que já que a normalidade dá conta da normalidade, a arte tem que dar conta de tudo aquilo que ficou de fora. A arte deve remexer aquela sujeira debaixo do tapete, desmascarar o cotidiano mentiroso dos mortos-vivos para fazer ver os plenos de vida, os que não ligam, os que nos dizem o tempo todo que viver não pode ser só isso. Juliana Frank é uma artista plena de vida, dessas que fazem o público perceber que viver uma vida plena é mais importante até que ser feliz, porque engloba o lado claro e o escuro, o limpo e o sujo, o normal e o anormal, a escassez e a abundância, tudo junto, o apolíneo e o dionisíaco, como Nietzsche sempre fez questão de frisar _ um não sobrevive sem o outro. Seja para nos purificarmos, para nos enganarmos ou simplesmente morrer de rir das inconsequências, "Uísque e Vergonha" é um espetáculo para todo mundo. O projeto visa realizar a montagem a circulação do espetáculo "Uisque e Vergonha". Para isso, usaremos de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91 os incisos que se aplicam ao projeto são: II - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 o inciso que se aplicam ao projeto é: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Assim, realizar a montagem do espetáculo de artes cênicas e através dessa forma de linguagem e fomento trazer a reflexão sobre assuntos tão importantes nos dias atuais.

Especificação técnica

Não há

Acessibilidade

Conforme Art. 47. As propostas culturais deverão contemplar medidas que busquem garantir acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas aos locais onde se realizam atividades culturais ou espetáculos artísticos, bem como o acesso ao conteúdo das obras e dos produtos gerados pelo projeto, sem prejuízo de outras garantias previstas em legislação específica. Dessa forma o espetáculo ficará em cartaz em teatro com acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas. E Conforme norma da ABNT - NBR 15599:2008, Também será como ação de acessibilidade, ações para DEFICIENTES AUDITIVOS. Dessa forma realizaremos uma sessão com interprete de libras. E também como ação para DEFICIENTES VISUAIS será utilizado um livreto em braile que estará disponível em todas as apresentações com toda a informação do espetáculo. As ações de acessibilidade serão amplamente divulgadas na bilheteria do teatro e em todo material impresso do espetáculo.

Democratização do acesso

Conforme Art. 20 da IN nº 02/2019, o proponente deverá adotar ao menos um dos critérios, números da IN. Nosso projeto realizará o seguinte critério: a) 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística para instituições, associações e/ou alunos e professores da rede pública de ensino que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população. d) 10% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassarão R$ 50,00 (cinquenta reais), estabelecido no art. 8º da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012; De acordo com o Art. 21 da IN nº 02/2019 em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma medida de ampliação do acesso. Dessa forma acataremos o inciso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Dessa forma realizaremos 1 (um) ensaio aberto, para alunos e professores da rede pública de ensino e para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com o Art. 22 da IN nº 02/2019 As propostas culturais de planos anuais e plurianuais deverão apresentar ações educativas em suas atividades. Dessa forma realizaremos a aplicação do seguinte inciso: Como ação de formação faremos (uma) sessão de bate papo com elenco, para alunos e professores da rede pública de ensino e para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com os incisos. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Ficha técnica

Um livro de Juliana Frank Adaptação de Michelle Ferreira Direção Nelson Baskerville Elenco: Alessandra Negrini, Erika Puga, Gui Calzavara, Carcarah, Ester Laccava Cenografia e Figurino: Cássio Brasil Trilha Sonora: Daniel Maia, com colaboração da direção e elenco Direção de Produção: Selma Morente Coordenação de Produção: Celia Forte CURRICULOS Juliana Frank é uma escritora e roteirista brasileira. Escreveu os livros Quenga de plástico (2011) e Cabeça de pimpinela (2013), ambos publicados pela editora 7Letras, e participou da coletânea 50 versões de amor e prazer — 50 contos eróticos por 13 autoras brasileiras, da editora Geração. Seu romance Meu coração de pedra pomes foi lançado em agosto de 2013, pela Companhia das Letras. Seus textos também foram publicados no caderno Ilustríssima, da Folha de S.Paulo, revista Cult e Lado 7. Escreveu sua primeira peça, Por isso fui embora, com produção de Marcelo Faria. Assina o roteiro do longa-metragem Pornopopéia, adaptação da obra de Reinaldo Moraes, para Conspiração Filmes e RT Features. Assina o roteiro da primeira e segunda temporada do programa Viver com fé, do GNT. Trabalhou como roteirista das emissoras MTV, TV Cultura, Telecine e Fox. Nelson Baskerville é um ator, diretor, autor e artista plástico brasileiro. Formou-se na Escola de Arte Dramática da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1983. Foi professor de interpretação do Teatro-Escola Célia Helena, entre 1991 e 2010. É diretor, desde 2003 da AntiKatártiKa Teatral, companhia que tem se destacado na pesquisa de linguagem teatral do pós-drama e responsável pelas importantes montagens de "17 x Nelson- O Inferno de Todos Nós" de Nelson Rodrigues. Em 2009 interpretou Leandro Machado em Viver a Vida de Manoel Carlos. Atualmente tem dirigido várias peças teatrais no estado de São Paulo, se destacando em Luís Antônio-Gabriela, vencedora do APCA (A Associação Paulista dos Críticos de Arte), que foi transformada em um livro de mesmo nome em 2012. Foi também professor de artes dramática na Escola de Atores Wolf Maya. Em 2010, Prêmio Shell de melhor direção por Luís Antônio-Gabriela. Em 2013 recebeu 2 indicações ao prêmio Shell, de melhor direção e iluminação, por "As Estrelas Cadentes do Meu Céu São Feitas de Bombas do Inimigo" com a Cia Provisório-Definitivo. Alessandra Negrini começou a estudar teatro aos 18 anos de idade, em 1988. A primeira oportunidade de trabalho na TV surgiu cinco anos depois, na Rede Globo, onde ganhou um papel secundário na novela Olho no Olho (1993). Por conta de seu bom desempenho em sua estreia, Negrini foi chamada para integrar o elenco da novela Cara e Coroa (1994). Entretanto seu primeiro papel marcante foi com a personagem-título da provocante minissérie Engraçadinha: Seus Amores e Seus Pecados, inspirada no romance de Nelson Rodrigues. A partir daí, Negrini construiu uma bem sucedida carreira na televisão, onde participou de mais de 20 produções, entre novelas, séries e minisséries. Curiosamente, dois de seus papéis de maior destaque nos anos 2000 foram vilãs: a invejosa Selma de Desejos de Mulher (2002) e a mau-caráter Taís em Paraíso Tropical (2007), novela de Gilberto Braga onde a atriz interpretou duas irmãs gêmeas: a vilã já citada e a mocinha Paula. Negrini também se destacou na sétima arte. Sua estreia nos cinemas foi no drama O Que É Isso, Companheiro? (1997). Em 2007 ganhou o papel principal de Cleópatra (2007), interpretando uma das rainhas femininas mais icônicas de todos os tempos. Seu trabalho nesse drama biográfico dirigido por Júlio Bressane lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília. Erika Puga é atriz com atuação forte no teatro paulista, começou a fazer teatro em 1998 com o grupo Teatro Da Vertigem nas oficinas de APOCALIPSE. Desde então trabalhou com grandes nomes da cena paulistana como Nelson Baskerville, Mário Bortolotto, Hugo Possolo, Roberto Lage, Mauro Vedia, Gabriela Mellão, Cibele Forjás, Claudia Shapira, entre outros. No cinema se destacou pelo papel de Mel em BRUNA SURFISTINHA (MV Baldini) entre outras participações especiais em longas como JOAQUIM, NOEL ROSA, NINA. Além de suas participações nas séries ZÉ DO CAIXÃO, #MECHAMADEBRUNA, MOTEL, UNIDADE BÁSICA. Ester Laccava é uma atriz de teatro, produtora e tradutora brasileira. Foi indicada quatro vezes ao Prêmio Shell, tendo sido a última indicação por sua atuação na peça Árvore Seca, e protagonizou, junto com a atriz Lulu Pavarin, a comédia Quando eu era bonita. Ester iniciou a carreira artística em 1983, após estudar na Escola Macunaíma; Com o diretor Antunes Filho fez Paraíso, Zona Norte (1989) e Drácula e Outros Vampiros (1996), no Centro de Pesquisa Teatral (CPT). Em 2007 protagonizou a peça de estreia do autor uruguaio-brasileiro Mauro Baptista Vedia, A Festa de Abigaiu, que foi um grande sucesso; sobre seu desempenho Vedia assinalou mais tarde que ela "é um monstro de interpretação". Em 2013, com sua apresentação do monólogo A Árvore Seca, de Alexandre Sansão, realizou turnê em Portugal e Alemanha. Em 2016 a atriz representou a mãe na peça de Gabriela Mellão, Sagrada Família, ambientando conflitos familiares em um campo de concentração. Selma Morente e Celia Forte são sócias da Morente Forte Produções. empresa especializada em produções teatrais, captação de recursos e agenciamento de mídia, também são proprietárias da Morente Forte Comunicações Ltda., empresa especializada em assessoria de imprensa e produção na área cultural que desde 1985, direcionam exclusivamente suas atividades às artes cênicas. Participação em mais de 1500 espetáculos teatrais, com ampla experiência de relações públicas em assessoria de imprensa e planejamento para realização de grandes espetáculos, protagonizados pelos maiores artistas nacionais. Destacamos: Produção e co-produção Trair e Coçar é só começar, com Denise Fraga e elenco. Noviças Rebeldes, com Cia Baiana de Patifaria, direção Wolf Maia. Visitando o Sr Green, com Paulo Autran e Cássio Scapin, direção Elias Andreato. Amigas, pero no mucho, com Leopoldo Pacheco, Elias Andreato e Romis Ferreira, direção José Possi Neto. Realização Morente Forte A Dança Final, com Denise Weinberg e Norival Rizzo. Direção de Noemi Marinho. Cruel, com Reynaldo Ginecchini, Maria Manoella e Erik Marmo. Adaptação e direção Elias Andreato. Ciranda, com Tania Bondezan e Daniela Galli. Direção de José Possi Neto. Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, Tradução e Direção Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas, Fabricio Licursi, Fernanda Castello Branco e Matheus Martins. Morte Acidental de Um Anarquista, de Dario Fó, Dramaturgia e direção Hugo Coelho, com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Fernado Sampaio, Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona. Ricardo III, de William Shakespeare, Adaptação Gustavo Gasparani e Sergio Módena, Tradução em verso Ana Amélia Carneiro de Mendonça, Direção Sergio Módena, com Gustavo Gasparani.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.