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O grupo Os Geraldos propõe a montagem do espetáculo Ubu Rei, do dramaturgo francês Alfred Jarry, com direção de Gabriel Villela, e prevê a realização de diversas apresentações gratuitas, além de um bate-papo (como contra partida social) com o público presente nas apresentações, ao término das mesmas.
Este projeto prevê a montagem do espetáculo "Ubu Rei"pelo grupo de teatro Os Geraldos, com direção de Gabriel Villela. O espetáculo, que possui classificação etária de 14, abordará por meio da linguagem e música popular, temas universais como o amor e o poder, dessa maneira, pretende dialogar com o público geral, de ampla faixa etária e diferentes classes sociais. "Um espetáculo musical, colorido e cômico que narra a história de Pai Ubu, que inspirado por sua esposa, Mãe Ubu, decide matar o rei da Polônia. Uma paródia de Macbeth, com uma trama sobre ambição, morte e honra - por meio do riso, da alegria e da beleza." A valorização, fomento e difusão da cultura popular é o principal ponto de intersecção entre os envolvidos neste projeto: o diretor mineiro Gabriel Villela, com seu universo barroco, musical, colorido e popular; a dramaturgo francês Alfred Jarry, um marco do pré-surrealismo; e o grupo campineiro Os Geraldos, cuja trajetória, de 11 anos, expressa por meio do histórico de seus espetáculos, a cultura pulsante do interior do estado de São Paulo. A dramaturgia completa do espetáculo segue como anexo ao projeto pois ela possui mais que 8 mil caracteres e não coube neste campo.
Objetivo Geral Fomentar e difundir a cultura popular de maneira acessível e democrática através das artes cênicas, a fim de atingir o maior número de pessoas possível. Objetivos Específicos - Realizar a montagem do espetáculo cênico musical "Ubu Rei" pelo grupo de teatro os Geraldos. - Realizar 9 apresentações gratuitas na cidade de Campinas-SP atingindo diretamente 1.530 pessoas (170 lugares no teatro x 9 apresentações) - Como contrapartida social, realizar 9 bate-papos gratuitos com o público presente após as apresentações atingindo diretamente 1.530 pessoas (170 lugares no teatro x 9 bate-papos) - Realizar a gravação na íntegra do espetáculo "Ubu Rei" e disponibilizá-lo gratuitamente na plataforma do Youtube no canal do grupo de teatro Os Geraldos. O vídeo contará com legendagem descritiva e inclusiva a fim de ampliar o acesso do conteúdo cultural principal produzido pelo projeto para pessoas com deficiência auditiva.
O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): "II - fomento à produção cultural e artística", mediante a realização de 9 (nove) apresentações gratuitas do espetáculo "Ubu Rei" e 9 (nove) bate-papos gratuitos com os espectadores conforme exposto anteriormente nos campo de "resumo" e "objetivos" do projeto. A presente proposta possui enquadramento nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: no I porque contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, na medida em que todas as suas ações serão gratuitas e amplamente divulgadas, de modo a democratizar ainda mais o acesso à cultura; no II, ao realizar ações que valorizam a produção cultural e artística brasileira no âmbito das habilidades artísticas e formação de público; e no V, por difundir e promover a circulação do espetáculo "Ubu Rei", uma adaptação do grupo Os Geraldos na cidade de Campinas. O uso deste mecanismo de incentivo a projetos culturais pelo "Ubu Rei" aqui apresentado, justifica-se devido a necessidade de encontrar um caminho que possibilite sua viabilidade financeira, uma vez que o patrocínio direto por parte da iniciativa privada a projetos culturais com impacto social - principalmente nas Artes Cênicas - está cada vez raro no Brasil.
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Produto principal: 9 apresentações do espetáculo "Ubu Rei'' estrutura necessária: teatro italiano com aproximadamente 170 lugares, que possua rampas de acesso para deficientes e idosos, e também possua estrutura de iluminação e som que se adequem ao espetáculo. Importante ter banheiro e camarim para os atores e para o público. Encenação Constituindo-se uma homenagem ao teatro - a partir de uma brincadeira com os gêneros da epopéia e da paródia, a tragédia e a farsa, o sério e o grotesco, com referências a Shakespeare e Calderón de la Barca -, Ubu Rei é a sátira do poder corrompido pela ambição e exercido sem sabedoria, purgando, por meio da alegria e da beleza, a tragédia de um trono violento. A invisível lona circense que cobre a cena de Gabriel Villela e a plasticidade barroca de seus figurinos e cenários, com suas cores e texturas vibrantes, buscam inspiração nas origens brasileiras: indígenas, africanas, bárbaras, antropofágicas. Os dois reinados da trama - o usurpado e o usurpador - serão arquétipos de uma estrutura social polarizada que a encenação faz explodir em riso e em música - com canções, como “Que culpa tiene el tomate” e “Fischia il vento” -, erigindo um novo cenário, de crítica mas sobretudo de comunhão, que é próprio ao teatro. Produto secundário (contrapartida social): 9 rodadas de bate-papo entre atores e público presente. estrutura necessária: equipamentos de som e aproximadamente 170 cadeiras para todos os participantes.
Produto: Espetáculo de Artes Cênicas ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas de acesso ao teatro e corrimões. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem descritiva do vídeo do espetáculo gravado na íntegra DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica. Produto: Contrapartidas Sociais (bate-papo após o espetáculo) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas de acesso ao teatro e corrimões. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica
Todas as atividades previstas neste projeto serão ofertadas gratuitamente para toda a comunidade, e serão amplamente divulgadas. A partir da realização das mesmas, pretende-se atingir diretamente 1.530 pessoas (9 apresentações x 170 lugares no teatro) além de milhares de pessoas indiretamente através da veiculação gratuita da gravação do espetáculo na íntegra. Segundo o Art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania que regulamenta as medidas de democratização de acesso, adotaremos as seguintes medidas: Produto principal: Espetáculo “Ubu Rei” - de acordo com o inciso III, será disponibilizado gratuitamente na internet a gravação na íntegra do espetáculo “Ubu Rei” com legendagem descritiva e inclusiva, no intuito de disseminar ainda mais o conteúdo artístico produzido pelo projeto.
Produção: Os Geraldos e Mariana Martins | Direção, cenário e figurino: Gabriel Villela | Assistente de direção: Ivan Andrade I Elenco: Carolina Delduque, Douglas Novais, Everton Gennari, Julia Cavalcanti, João Victor Fernandes, Gileade Batista, Paula Mathenhauer Guerreiro, Railan Andrade, Tatiana Alves, Valéria Aguiar, Vinicius Santino e Patrícia Palaçon | Direção musical: Babaya Morais | Preparação vocal e musical: Francesca Della Monica e Everton Gennari | Operação técnica: Roberta Postale | Assessoria de imprensa: Tatiana Alves. Gabriel Villela - diretor Estudou Direção Teatral na Universidade de São Paulo. É diretor, cenógrafo e figurinista. Iniciou sua carreira profissional em 1989 com “VOCÊ VAI VER O QUE VOCÊ VAI VER”, de Raymond Queneau, e “O CONCÍLIO DO AMOR”, de Oscar Panizza. Desde então, recebeu 3 Prêmios Molière, 3 Prêmios Sharp, 12 Prêmios Shell, 10 Troféus Mambembe, 6 Troféus APCA, da reconhecida Associação Paulista de Críticos de Arte, 5 Prêmios APETESP, da Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo, 2 Prêmios PANAMCO e 1 Prêmio Zilka Salaberry. Dirigiu mais de 50 espetáculos teatrais, além de shows de Maria Bethânia, Elba Ramalho, Milton Nascimento e Ivete Sangalo. Dirigiu musicais, óperas, dança e especiais para TV. Foi Diretor Artístico do Teatro Glória/RJ (1997/99) e também do TBC Teatro Brasileiro de Comédia/SP (2000/01). Tornou-se um dos mais renomados diretores teatrais com reconhecimento internacional, sendo convidado a participar de Festivais nos EUA, Europa e América Latina. Com o Grupo Galpão (ROMEU E JULIETA), Gabriel Villela foi convidado para uma temporada no Globe Theatre, em Londres, conquistando a crítica e o exigente público londrino. Ivan Andrade - assistente de direção Diretor de teatro, tem também atuado como diretor-assistente e diretor técnico junto a importantes nomes do teatro nacional e internacional; pesquisador de teoria e encenação teatral com mestrado na USP (orientação de Antonio Araújo). Dirigiu O mal-entendido, de Albert Camus (2018); Amigos Ausentes, de Alan Ayckbourn (2008) e Entreatos, de Gero Camilo (2005). Escreveu e dirigiu INCUBADORA versão final (2013) e EVERGREEN-tarja preta (2008). Como Diretor Assistente, trabalhou com Gabriel Villela, Zé Celso, Gerald Thomas, Ivaldo Bertazzo, Cibele Forjaz, Richard Maxwell, Florian Loycke e com a companhia francesa HVDZ. Como Coordenador Técnico, trabalhou com Bob Wilson, com a companhia alemã andycompany&, com o alemão Frank Castorff e com o artista performático Ziya Azaia. Babaya Morais - preparadora vocal e diretora musical Cantora e professora de técnica vocal, Babaya ensina música e técnicas de canto há mais de 40 anos, no Brasil e no exterior. Nos anos 80, foi professora de técnica vocal na "Música de Minas Escola Livre", escola liderada por Milton Nascimento, Wagner Tiso, Márcio Ferreira e Claudio Rocha. Em 1991, fundou a “BABAYA ESCOLA DE CANTO”, primeira escola de Minas Gerais voltada exclusivamente para o aprimoramento da voz no canto popular. É também no início dos anos 90 que inicia o trabalho sobre o uso da voz e do canto nas artes cênicas, que a leva a trabalhar, até hoje, com atores, diretores e companhias em todo o Brasil. Como cantora, gravou os CDs: “Babaya - de Vida e Canções” e “Velho Chico” (com Anthonio e Marcus Vianna), além de participações em outros projetos fonográficos e shows com grandes parceiros de sua trajetória musical. Francesca Della Monica - preparadora vocal e musical Francesca Della Monica conduz uma pesquisa original sobre as diversas possibilidades da voz e da musicalidade no âmbito teatral contemporâneo, por meio de uma metodologia própria. É considerada uma das maiores especialistas na Europa, tanto pelo aspecto técnico quanto pelo criativo, com um sólido conhecimento tanto das técnicas tradicionais quanto das experiências de vanguarda, com um repertório fruto de uma formação eclética que reúne Filosofia, Arqueologia, Música, Teatro e Artes Visuais. Destaca-se também pela sua experiência e predileção pelo estudo das notações não convencionais da voz, próprias da música contemporânea. Everton Gennari - ator e preparador vocal e musical Ator e cantor. É Professor dos cursos técnicos em Teatro e Canto, pelo Senac Araçatuba. Diretor da Cia. Banda Tribuss. Foi orientador no Programa de Qualificação em Artes - Projeto Ademar Guerra do governo do Estado de São Paulo, nas edições de 2015, 2017 e 2018 e orientador de música e interpretação com sucata pelas Oficinas Culturais do governo do Estado de São Paulo. Fez a direção musical do Espetáculo de conclusão de Módulo Montagem do Técnico em Teatro Turma 2016/2017, e também do Espetáculo do Módulo de Interpretação Dramática do Senac/Araçatuba; Direção Musical com Companhia do Blefe da cidade de Araçatuba para espetáculo Folia dos Reis 2016/2017. Tem o curso técnico em Teatro pelo Senac Araçatuba. Carolina Martins Delduque - atriz É atriz, pesquisadora, professora de teatro e produtora. Doutora em Artes da Cena pela Unicamp (2018), com mestrado (2012) e graduação (2007) pela mesma universidade. É fundadora e atriz em todos os espetáculos do grupo Os Geraldos. É professora do Curso Técnico em Teatro pelo SENAC-Campinas e do Curso de Formação de Atores Os Geraldos. Em 2013, foi professora do curso técnico em Arte Dramática do Conservatório Carlos Gomes, já ministrou diversas oficinas e cursos nas áreas de interpretação e gestão de grupos de teatro. Também ministrou uma disciplina no curso de graduação em Artes Cênicas da Unicamp. Douglas Rodrigues Novais - ator (proponente) - atividade remunerada pela alínea de ator, conforme previsto na planilba orçamentária É ator, pesquisador e professor de teatro. Doutor (2016), Mestre (2012) e Bacharel (2008) em Artes Cênicas pela Unicamp. É ator e coordenador do grupo Os Geraldos. Foi coordenador (2013) e professor (2010-2013) do Curso Técnico em Teatro do Conservatório Carlos Gomes, Campinas/SP. Foi professor da pós graduação em gestão cultural do SENAC - SP e da pós graduação em Teatro, Dança e produção cultural da USC - Universidade do Sagrado Coração. Desde 2013, é assistente de Curadoria do Projeto Ademar Guerra, do governo do Estado de São Paulo. Paula Mathenhauer Guerreiro - atriz É jornalista, formada pela PUC-Campinas, e atriz, pelo Conservatório Carlos Gomes (Campinas - SP). É Doutoranda (2017 - 2020) e Mestre (2016) em Artes da Cena pela Unicamp e realizou, em 2012 e 2015, Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior, junto à Universidade de Lisboa (Portugal). É professora do Curso de Formação de Atores Os Geraldos. É atriz e responsável pela elaboração de projetos no grupo Os Geraldos, participando de todos os espetáculos do grupo, como atriz ou técnica. Julia Cavalcanti - atriz É graduada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas. É fundadora e atriz do grupo Os Geraldos, em que atua em todos os espetáculos. Foi professora do SENAC Piracicaba em 2010 e 2011 e, desde 2009, é arte-educadora na ONG CPTI (Campinas - SP). É professora das disciplinas “Corpo e Voz” e “Interpretação” no Curso de Formação de Atores Os Geraldos. Mariana Martins - produção Bacharel em Imagem e Som com especialização em Produção e Direção pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCar. Há 10 anos atua como produtora de projetos culturais com impacto social, como por exemplo O Festival CONTATO - festival Multimídia (2009-2012); Canal Amaphiko da Red Bull (2013-2015); ONG Pimp My Carroça (2016-2018); Acupuntura Urbana (2017-2019); Quebrando o Tabu (2019), e faz parte do grupo Os Geraldos desde 2016 como produtora e gestora dos projetos incentivados.
Conforme solicitado pelo proponente por meio do canal "Solicitações", arquiva-se, definitivamente, este projeto. Ademais, salienta-se que o saldo de R$5.110,72 que constava na conta captação do PRONAC 200847 fora transferido para a conta bloqueada do PRONAC 191971.