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Projeto de montagem do espetáculo "A Pena e a Lei" de Ariano Suassuna, incluindo temporada inicial de 24 apresentações em São Paulo, 03 apresentações em João Pessoa e 03 apresentações em Recife, sendo essas últimas em caráter de intercâmbio cultural. "A Pena e a Lei" se baseia numa mistura de tragédia e comédia, que Ariano Suassuna denomina como tragicomédia, com traições e enganos, retratando valores e costumes do povo sofrido do sertão nordestino. Durante a peça, os personagens vão se transformando e se tornando cada vez mais humanos, artifício que o autor utiliza para representar a vida e para questionar a humanidade acerca de sua total imperfeição.
A Pena e a Lei apresenta a dualidade do ser humano e do Brasil. Entre o profano e o sagrado, o trágico e o cômico, a farsa expõe verdades dolorosas incitando o riso, ao passo que estimula a reflexão sobre a imperfeita justiça dos homens frente à infalível justiça divina. Ariano Suassuna, em sua obra, nos apresenta, entre a graça e a malevolência, o paradoxo do ser humano, que movido pela fé, a caridade e a esperança, acredita que viver vale à pena mesmo quando a vida não é justa ou boa.
Objetivo Geral - Contribuir para a formação de publico, produzindo um espetáculo de qualidade que tem a capacidade de agradar a quase todos os espectadores; -Incentivar a reflexão sobre temas importantes da atualidade, como os valores que estão norteando nossas vidas, as diferenças sociais e econômicas entre os brasileiros, o lugar da arte na atualidade e a existência de uma força superior que, quando percebida, nos coloca em um patamar de mediocridade e imperfeição. - Divulgar o acervo cultural brasileiro, com texto, figurinos, acessórios, músicas autorais, tudo que envolva o espetáculo, produzido por artistas nacionais, valorizando ainda mais a cultura local. - Proporcionar acessibilidade com apresentações em teatros acessíveis e com sessões com tradução em libras e audio-descrição. - Promover um intercâmbio cultural entre artistas do Sudeste e artistas do Nordeste, levando o espetáculo à duas capitais nordestinas, de modo a proporcionar uma troca e uma resposta paulistana ao berço da arte de Suassuna. Ojetivo Específico "A pena e a Lei" pode ser considerada uma obra prima por promover, com maestria, uma analogia entre o teatro e a vida. A encenação ficará a cargo da competente Cia D’Alma, que é integrada por atores que pesquisam a linguagem cômica e que acreditam no humor como instrumento para um espelhamento critico da sociedade. A capitã da montagem será a consagrada Sandra Corveloni que possui extensa bagagem em direções de comedia ("As viúvas", de Artur Azevedo, "L’Illustre Molière" e "Doente", ambas de Molière, etc) e também atuará como uma das personagens principais na peça, dando estofo à encenação e trazendo aos palcos uma das mais importantes atrizes brasileiras, vencedora Prêmio de melhor Atriz no Festival de Cannes, em 2008, dessa vez interpretando um personagem popular de um autor brasileiro. Para abrilhantar ainda mais a ficha técnica, a direção musical ficará a cargo de Zeca Baleiro, músico maranhense que dispensa apresentações e que, além de ter um potente trabalho na MPB, também compõe para teatro e está ávido para que suas composições dialoguem com o projeto Armorial de Suassuna e possa alçar o popular ao mesmo status do erudito. O objetivo desse projeto é levar à cena uma montagem, o mais fiel possível ao texto, respeitando as raízes nordestinas, o espírito crítico do autor e as canções do chamado projeto Armorial de Suassuna. Para tal, pretendemos produzir o espetáculo "A Pena e a Lei" de Ariano Suassuna e realizar temporada de 24 apresentações em São Paulo, 03 apresentações em João Pessoa e 03 apresentações em Recife, sendo essas últimas em caráter de intercâmbio cultural.
Neste projeto de montagem e circulação do espetáculo "A pena e a Lei, os artistas e produtores reunidos buscam ampliar ainda mais a vocação popular da peça. A produção necessita da verba pública para devolver à população um bem cultural em forma de espetáculo teatral. Podemos citar três itens que respondem a pergunta: Primeiro: para viabilizar a execução deste projeto, o orçamento ora elaborado prevê arcar com todos os custos, de forma justa e em consonância com os valores praticados no mercado. As verbas públicas solicitadas passam longe das esferas astronômicas que se percebem em grandes produções. Segundo: o espetáculo já nasce com a vocação de acessar o maior e mais variado público possível, ao cobrar ingressos populares, descentralizar o acesso e ainda contemplar apresentações com tradução em LIBRAS e áudio-descrição. Terceiro: a forma e o conteúdo de "A Pena e a Lei" que será composta através de um diálogo entre a diretora Sandra Corveloni e o brilhante texto de Ariano Suassuna, contribuirá para a formação de publico, produzindo um espetáculo de qualidade que tem a capacidade de agradar a quase todos os espectadores, incentivando a reflexão sobre temas importantes da atualidade, como os valores que estão norteando nossas vidas, as diferenças sociais e econômicas entre os brasileiros e o lugar da arte na atualidade, além de difundir o acervo cultural brasileiro. Este estado de reflexão promovido pela arte contribui na composição, construção e estabelecimento da identidade cultural do povo. Acreditamos na potencia de Suassuna e temos certeza ele escrevia sobre o povo e para o povo. Não pretendemos apenas produzir uma peça com caráter de evento, pretendemos sim, deixar um legado cultural. Por isso, queremos entregar à população o melhor que tivermos em nós e em nossa arte. Necessitamos de verba pública para que o espetáculo não fique restrito a uma empresa ou a um público específico, mas que ele seja feito para a população em geral, em uma verdadeira comunhão do autor com o público brasileiro.A Cia D’Alma de teatro surgiu a partir do interesse comum de seus integrantes sobre a pesquisa da dramaturgia cômica. Em dois anos de trabalho a companhia dedicou-se ao estudo da obra de Molière. Considerando a comédia como um exercício de inteligência, o autor é perfeito para mostrar que a observação, o pensamento, o riso, a crítica e a conclusão andam atrelados.Ao longo desse processo o grupo se envolveu cada vez mais com a dramaturgia deste grande artista. Em 2010, a companhia ganhou o edital do SESi-SP para produzir o espetáculo L’illustre molière, que apresenta o cotidiano da companhia teatral. O Espetáculo foi contemplado com o maior número de estatuetas do Prêmio Shell em 2012, de melhor ator para Guilherme Sant’Anna, música para Fernanda Maia e figurinos para Zé Henrique de Paula, além da indicação de melhor direção para Sandra Corveloni. A Cia d’Alma propõe uma investigação sobre o teatro cômico popular e seus diferentes estilos. Essa proposta é resultado da trajetória profissional da diretora da Cia., Sandra Corveloni (ganhadora do Prêmio de melhor Atriz no Festival de Cannes, em 2008), que coloca nessa pesquisa toda sua experiência como atriz e diretora de diversos espetáculos nos últimos 20 anos. Em 2013, a companhia foi selecionada novamente pelo edital do SESI para a produção do espetáculo adulto inédito, a peça "Doente", inspirado no texto "O Doente imaginário", de Molière. Assim, o grupo pôde dar seguimento aos estudos sobre obra do autor francês. Na sequência, A Cia D’Alma enveredou para o universo infantil e adaptou a fábula escocesa "Operetinha do Sapato Falador"’que cumpriu três temporadas na capital paulista e cativou a criançada com suas músicas, cores e sutileza. Agora, a Cia D’Alma pretende dar continuidade às suas pesquisas sobre o universo cômico e mergulha de cabeça em "A Pena e a Lei" de Ariano Suassuna. Os estudos foram iniciados com a competente tese de mestrado de Elisabete dos Santos Fiedler que faz uma brilhante análise da obra e apreende na peça teatral a representação alegórica da vida, por meio de uma relação invertida com o texto bíblico. A carnavalização e a paródia utilizados pelo autor representam a passagem do homem, do nascimento automatizado até chegar à verdadeira autonomia do ser. Suassuna coloca em destaque na obra, várias características da cultura popular nordestina _ o teatro de mamulengos, o bumba-meu-boi, ditados e canções populares _ numa confluência que torna evidente o interesse de Suassuna em não só colocar a cultura popular nordestina ao lado da erudita como também de levar ao público um saber propiciado pela arte. A encenação concebida pela diretora Sandra Corveloni aproxima-se dos estudos de Mikhail Bakhtin acerca da fusão de gêneros e do processo de carnavalização como princípio para uma compreensão totalizante da cultura e chave para uma visão crítica por meio do riso e da paródia. (característica marcante nas já consagradas direções de Sandra Corveloni). O elemento crítico em Suassuna, à medida que não é formalizado como um ataque às instituições, ganha ares de conselho nascido da sabedoria popular e que dialoga com o narrador da tradição oral na concepção de Walter Benjamim, em seu clássico estudo sobre o narrador (1994). "A inconveniência de ter coragem ou da coragem de ser inconveniente" traz a paródia bíblica a partir do marco inicial da vida _ o nascimento / aparecimento - que, ao invés de livre, está sob o comando de um manipulador, lutando por sua sobrevivência instintiva. "O caso do novilho furtado ou do furto como consciência", centra-se sobre a figura do novilho, que se relaciona, na cultura popular nordestina, com o bumba-meu-boi e também com os sacrifícios de animais presentes no Antigo Testamento como forma de aproximação com o divino e, ao mesmo tempo, de arrependimento pelos pecados cometidos. As inversões paródicas ocorrem em vários níveis, especialmente quando o novilho, símbolo bíblico de aproximação com o divino, passa a representar o pecado e, mais especificamente, a consciência do pecado, afastando, por conseguinte, o homem de Deus. Embora Suassuna seja popular, não é, em nenhum aspecto, simplista. Para dar conta de toda sua genialidade, Sandra Corveloni selecionou uma ficha técnica a altura de abrilhantar "A pena e a Lei". Os atores escolhidos são, na maior parte integrantes da Cia D’Alma, que, além de pesquisarem a linguagem cômica, são músicos ou possuem habilidades artísticas para cantarem e tocarem ao vivo as canções que serão compostas para a montagem. Sandra Corveloni que possui extensa bagagem em direções de comedia ("As viúvas", de Artur Azevedo, "L’Illustre Molière" e "Doente", ambas de Molière, etc...) também atuará como uma das personagens principais na peça, dando estofo à encenação e trazendo aos palcos uma das mais importantes atrizes brasileiras, dessa vez interpretando um personagem popular de um autor brasileiro. Para coroar a ficha técnica, a direção musical ficará a cargo de Zeca Baleiro, músico maranhense que dispensa apresentações e que, além de ter um potente trabalho na MPB, também compõe para teatro e está ávido para que suas composições dialoguem com o projeto Armorial de Suassuna e possa alçar o popular ao mesmo status do erudito. Os outros itens da criação do espetáculo também contarão com nomes renomados e contarão com Ângela Fernandes e Paulo Bordin, que além de intérpretes da peça também colaborarão como artistas plásticos na criação de cenários e acessórios, em um trabalho de constante diálogo entre equipe artística. Por todos esses motivos, a Cia D’Alma crê na importância de montar esse espetáculo e de realizar um intercâmbio artístico entre os artistas-criadores paulistanos e os nordestinos!
O presente projeto abarca plateias das mais diversas condições culturais e sociais, atendendo ao requisito de diversidade cultural. Para tanto, também prevemos 03 apresentações em João Pessoa e 03 apresentações no Recife, visando a descentralização do produto cultural.
A produção se responsabiliza por selecionar casas de espetáculo, em todos os locais de apresentação, que obedeçam à legislação de acessibilidade, garantindo o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Em nosso orçamento e visando potencializar a acessibilidade, prevemos quatro sessões com tradução em libras (duas em São Paulo e uma em cada cidade do Nordeste) e duas sessões com audio-descrição na cidade de São Paulo.
Visando a democratização de acesso, a produção pretende separar os ingressos para atender diversas camadas da sociedade: 20% serão oferecidos gratuitamente para população de baixa renda (escolas municipais, ONGs, associações de menores entre outras); 20% serão oferecidos gratuitamente para distribuição do patrocinador; 10% serão oferecidos gratuitamente para divulgação; 20% serão comercializados a preços populares; Os 30% restantes serão negociados com as casas de espetáculo para garantir valores acessíveis de mercado. Contrapartida Social Oficina de manipulação de bonecos para crianças de escolas públicas da região A oficina de manipulação de bonecos será ministrada pelo ator e manipulador Joaz Campos. O Bunraku é um tipo de manipulação, onde três pessoas manipulam um boneco, buscando os movimentos humanos. Na execução da manipulação os manipuladores conquistam sua excelência quando estão em sincronicidade máxima, exigindo de cada um generosidade, foco, desprendimento e cumplicidade, pois na execução cada um tem sua função, que são elas: Primeiro manipulador -na Cabeça e tronco Segundo manipulador- nas duas mãos Terceiro manipulador – nos dois pés. Público estimado: 30 crianças por dia, em dois dias de oficina (total: 60 crianças).
Sandra Corveloni, representante da companhia D'alma proponente do projeto função remunerada, atriz e diretora: 30 anos de experiência profissional na área teatral e cinematrográfica.Direções: 2016- Operetinha do Sapato Falador – Dir. Sandra Corveloni (Cia D’alma); 2013 – Doente, roteiro e Direção de Sandra Corveloni ( Cia D’Alma); 2011 - L’Illustre Molière, roteiro e direção de Sandra Corveloni Companhia D’Alma ( Produção SESI) - Vencedor de 3 prêmios Shell 2013 ( Ator, figurino e direção Musical); 2008 – Amargo Siciliano , Luigi Pirandello Grupo TAPA; 2004 – IL Raconto sul vestito incantato , roteiro, direção e atuação, Contos de vários países Bibliotecas e praças da cidade de Formia ( Itália ); 1999- As Viúvas , Arthur Azevedo Grupo TAPA; Espetáculos Profissionais: 2017- Vincent River – Dir. Darson Ribeiro; 2013- Dançando em Lúnassa – Dir. Domingos Nunes; 2010- Side Man – Warren Leight - Dir. Zé Henrique de Paulo; 2009- O Livro dos Monstros Guardados – de Rafael Primot – Dir. Zé Henrique de Paula; 2008- Retorno ao Deserto- Bernard Marie Kotès – Dir. Catherine Marnas. ( França / Brasil); 2003- Auto da Paixão e da Alegria- de Luiz Alberto de Abreu – Dir. De Ednaldo Freire; 2002- Major Bárbara- de Bernard Shaw – Dir. Eduardo Tolentino de Araújo; 2001- Órfãos de Jânio- de Millôr Fernandes – Dir. Eduardo Tolentino de Araújo. Zeca Baleiro, Direção Musical: ao longo destes mais de vinte anos, lançou onze discos de estúdio, cinco cds ao vivo, nove dvds e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio; Café no Bule, cd em parceria com Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos; e Zoró Zureta, projeto para crianças que inclui os cds Zoró [bichos equisitos] Vol.1 e Zureta Vol.2; um aplicativo e o dvd de animações A Viagem da Família Zoró. Também comandou o programa de tv Baile do Baleiro, que estreou em 2016 no Canal Brasil. Como produtor, realizou outros 21 álbuns de artistas diversos, como Sérgio Sampaio (Cruel), Antonio Vieira (O Samba é Bom), Vanusa (Vanusa Santos Flores), entre outros. Artista multifacetado, Zeca Baleiro vem se dedicando também à literatura e ao teatro (tem quatro livros lançados e é autor de duas peças). Compôs trilhas para dança (Mãe Gentil, Bicho Solto Buriti Bravo, Cubo e Geraldas e Avencas), teatro (Lampião e Lancelote e Roque Santeiro) e cinema (Carmo, Oração do Amor Selvagem e 2) Kleber Montanheiro, Cenografia e Figurino: em abril de 2016. Ator, diretor cênico, cenógrafo, figurinista e iluminador, dirigiu entre outras peças: O Mambembe, de Arthur Azevedo; O Rouxinol, de Cássio Pires, baseado no conto homônimo de Hans Christian Andersen; Marias do Brasil, de Marília Toledo e Rodrigo Castilho. Atuou em Uma Rapsódia de Personagens Extravagantes, direção de Cristiane Paoli-Quito; A Cor de Rosa, de Flavio de Souza, direção de William Pereira; Buster – O Enigma do Minotauro, com o grupo XPTO, recebendo indicação ao prêmio Apetesp de melhor ator. Criou cenário, figurino e luz do espetáculo Misery, com Marisa Orth e Luis Gustavo; Cada um com seus ‘pobrema’, de Marcelo Médici; cenário e iluminação de Madame de Sade, direção de Roberto Lage, Macbeth, direção de Regina Galdino, entre muitos outros. Escreveu e dirigiu o espetáculo Tem Francesa no Morro, com a Cia As Graças, que cumpriu temporada no Centro Cultural São Paulo e no projeto Circular-Teatro. Concebeu com Marília Toledo o projeto Clássicos para Menores, uma trilogia de espetáculos cômicos clássicos, onde dirigiu O Doente Imaginário, de Molière; Sonho de uma Noite de Verão, de Shakespeare; e A Odisséia de Arlequino, uma commedia dell’arte inspirada nos canovaccios italianos. Foi integrante do projeto de humanização hospitalar Doutores da Alegria, de 1993 a 2003. Recebeu indicações ao prêmio FEMSA por Chapeuzinho Vermelho (figurinos-2001); O Rouxinol (iluminação e figurinos-2002); Marias do Brasil (figurinos-2003); Amazônica (cenário e iluminação-2005); O Doente Imaginário (cenário-2007) e Sonho de uma Noite de Verão (figurinos e direção-2008). Ganhou o prêmio APCA 2008 por Sonho de Uma Noite de Verão e o prêmio FEMSA 2009 por A Odisséia de Arlequino, ambos de melhor diretor. Foi indicado ao prêmio CPT 2012 pela direção de Cabeça de Papelão e vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de A História do Incrível Peixe Orelha. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: Crônicas de Cavaleiros e Dragões, de Paulo Rogério Lopes, inspirado no livro A Saga de Siegfried, de Tatiana Belinky, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Suas últimas direções no teatro em 2014/2015 foram: Ópera do Malandro, de Chico Buarque de Hollanda, entre outros. Angela Fernandes, atução e direção de produção: atualmente em cartaz como atriz e produtora da peça infantil “Operetinha do sapato falador”, com direção de Sandra Corveloni; atuou e produziu a peça “Café Azedo” com direção de Einat Fabel em 2018; atuou na peça “Só mais uma” de Dorothy Parker com direção de Einat Fabel em 2016; dirigiu o espetáculo “Antes solteira que mal casada”, inspirado na obra de Martins Pena, em 2015; atuou na peça “Doente”, baseada na história de Doente Imaginário de Jean-Baptiste Poquelin Moliére em 2013, com direção de Sandra Corveloni; atuou na peça “L’ilustre Moliére” de 2011 à 2015, peça ganhadora de 4 prêmios Shell; participou da série “9mm” com direção de Michael Ruman, para o canal Fox em 2010; atuou na peça “Pedreira das almas” de Jorge Andrade, com direção de Brian Penido Ross, em 2009; participou da montagem da peça “Histórias são histórias” de Millôr Fernandes, com direção de Brian Penido Ross. Em 2008 participou da montagem da peça “À margem do desejo. Formação acadêmica: Interpretação e formação de atores, Escola Wolf Maia – 2009. Bruna Lemela, cordenação de produção e atuação: Bruna Lemela produtora, atriz e professora, com 3 anos de experiência na área cultural. Última formação na área, 2018, na Escola de atores do Wolf Maya. Como produtora realizou nove trabalhos, sendo que em 2019 ingressou na área do audiovisual, e atualmente se mantém na função de produtora do Grupo Uéris. Como atriz realizou sete trabalhos e permanece atuando na peça "Operetinha do Sapato Falador". Como professora, lecionou durante um ano para jovens a disciplina de teatro, na escola Liceu São Paulo, em Santos. Produção: 2017 Morte e Vida Severina Função: assistente geral, Direção: Sandra Corveloni Produção Rodrigo Trevisan; 2018 Tchekhovianos Função: assistência geral, Direção: Jair Assumpção Produção: Rodrigo Trevisan; 2018 Cabaret Brecht Função: assistência geral Direção: Kiko Marques Produção: Rodrigo Trevisan; 2018 É a vida... (1ª temporada) Função: produtora geral, Direção: Jair Assumpção Produção: Bruna Lemela; 2018 É a vida... (2ª temporada) Função: produtora geral, Direção: Jair Assumpção Produção: Bruna Lemela.
PROJETO ARQUIVADO.