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O projeto visa realizar a publicação de um livro infantil e contrapartida social de contação de história. O livro, com história de repertório bem brasileiro, ambientada em um sítio do interior, com cenário e personagens da cultura caipira e vida no campo. Rimas e ilustrações inspiradas na arte do cordel brasileiro contam a história da amizade do burro Tibúrcio e seu dono, mostrando o valor das amizades e do dinheiro,que é muito bom mas não compra tudo não.
Tiburcio é um livro infantil, ricamente ilustrado com design e qualidade gráfica dignos de um livro de arte. Além da história inédita com tema pouco abordado no mercado editorial de livros infanto juvenil, o livro difunde e valoriza duas riquezas da cultura brasileira: a arte do Cordel nas rimas do texto e estilo das ilustrações, como também os costumes e linguagem da cultura caipira, dos interiores brasileiros. A história fala da amizade do burro Tibúrcio e seu dono, um sitiante que resolve vendê-lo em um leilão, para faturar um dinheiro, e se arrepende porque não consegue viver sem o amigo, seu companheiro de cavalgadas e trabalho. De forma divertida e bela, leva o conteúdo sobre a cultura brasileira que pode ser aproveitada pelo professor para trabalhar em atividades com os alunos, e a reflexão sobre o valor e o preço das coisas, o que o dinheiro pode comprar e o que não pode porque depende de nosso cuidado e dedicação. Além disso, aborda o assunto "poupança" como uma forma de iniciação nas noções de educação financeira com as crianças do ensino fundamental. Nos documentos anexados do projeto poderá ser visto uma apresentação do texto e das ilustrações. O texto foi escrito por Marina Gonzalez e as ilustrações desenhadas por Veridiana Scarpelli.
O objetivo geral é gerar conteúdo e despertar o interesse do público infantil pela arte e linguagens da cultura brasileira, como a arte do Cordel e cultura caipira. Difundir junto ao público infantil, pais e professores uma história que oferece novos conhecimentos, noções de valor da amizade, a diferença entre valor e preço, interesse pela poupança como início de educação financeira, e ainda, fomentar o interesse e consumo das atividades artísticas e literárias. Realizar um produto cultural que oferece conteúdo inédito, interessante, de qualidade gráfica, que seja ferramenta de trabalho para os professores de escolas públicas. Como por exemplo o Cordel, recentemente registrado como Patimônio cultural imaterial. Estimular a prática da leitura e contação de histórias com temas que valorizam a cultura brasileira. Já os objetivos específicos são: Publicar 3.000 exemplares do livro Realizar Oficina de Contação de História em Escola Pública como contrapartida social do projeto, registrada em vídeo para publicação no Youtube, redes sociais, para compartilhar o conteúdo com milhares de pessoas. Produzir audio livro para acessibilidade dos deficientes físicos.
A Lei de Incentivo à Cultura é a melhor maneira de viabilizar um projeto cultural como o livro Tibúrcio, remunerando descentemente os profissionais, visto que as editoras não investem em livros que não tenham um apelo comercial forte, como os protagonizados por personagens da Disney, como o Mickey ou Mônica de Maurício de Souza. Sem o benefício fiscal da Lei de Incentivo à Cultura não seria viável a publicacão desse livro. O projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 : I - O livro terá distribuição gratuita e contribuirá para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - O livro Tibúrcio preserva a nossa cultura e o despertar da identidade brasileira, a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - O livro mostra ilustrações artísticas e poema, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. IV - O livro valoriza e protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - O livro proporciona difusão da ilustração e do poema, expressões artísticas de valor universal, e conteúdo formador e informador de conhecimento, cultura e memória. O valor artístico do livro e seu conteúdo que explora o cordel e a cultura caipira estimulam a valorização de nossa cultura. IX - O livro será totalmente produzido por pessoas e profissionais brasileiros, priorizando o produto cultural originário do País. O projeto atende mais de um dos objetivos do Art. 3º, sendo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita dos exemplares; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante a contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
miolo: formato fechado: 210 x 250 mm formato aberto: 420 x 250 mm papel couchê fosco LD 150 g/m2 12 lâminas frente/verso = 48 páginas 5 x 5 cores (sendo uma metálica dourada) capa: formato fechado: 210 x 250 mm formato aberto:425 x 250 mm Papel cartão triplex Supremo LD 250 g/m2 Laminação BOPP fosca frente 5 x 1 cores (sendo uma metálica dourada) acabamento: dobra central, brochura, alceado, costurado, hotmelt 3.000 exemplares Língua portuguesa
O proponente garante a acessibilidade de deficientes físicos, escolhendo locais bem equipados no lançamento, apresentações, com medidas tais como rampas com corremão, elevadores para cadeirantes, banheiros adaptados e guias táteis. O livro terá uma versão audiolivro para atender a acessibilidade de deficientes visuais, contendo a locução do texto e a audiodescrição do formato, capa e ilustrações, e será disponibilizado gratuitamente para instituições que tem distribuição e bibliotecas para pessoas com deficiência visual no Brasil como: LARAMARA – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual, Instituto de Cegos “Padre Chico”, Fundação Dorina Nowill para Cegos, Associação de Deficientes Visuais e Amigos – ADEVA, CADEVI - Centro de apoio ao deficiente visual, Associação Catarinense para a Integração do Cego, Associação de Cegos do Rio Grande do Sul – ACERGS, Instituto Benjamin Constant , APEC – Associação Pernambucana de Cegos, Instituto Paranaense dos Cegos, União Auxiliadora dos Cegos de Minas Gerais , Associação dos Deficientes Visuais do Estado de Goiás, Associação Brasiliense de Deficientes Visuais, Associação dos Cegos do Estado do Ceará – ACEC. Para acessibilidade dos deficientes auditivos será utilizada a tradução em libras na oficina de contação de história do livro, a ser feita em escola pública, que faz parte da contrapartida social.
20% (vinte por cento) da edição do livro, serão distribuídos gratuitamente em escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, para cumprir o caráter social, educativo ou formação artística, conforme Art. 20 da Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019. 10% (dez por cento) da edição será comercializada por preço promocional de R$ 30,00, valor menor que o Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012. 10% (dez por cento) da edição será destinada para a distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto, em conformidade com o ítem C do Art. 20 da Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019. 10 % (dez por cento) da edição será destinada para distribuição gratuita por patrocinadores, conforme Art. 20 da Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019. Atendendo ainda ao art. 21 da Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, o proponente realizará duas ações complementares como medidas de ampliação de acesso, válidas para o LIVRO e CONTRAPARTIDA SOCIAL: Inciso III - disponibilizar na internet imagens do livro e fotografias de seu lançamento e da atividade cultural de contrapartida social e outras atividades que o projeto realizar, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Inciso IV - O proponente permitirá a captação de imagens das atividades do projeto e autoriza sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Equipe Técnica I. Proponente / dirigente Marina Gonzalez Funções no projeto: 1. Direitos Autorais - autora da história e texto do livro 2. Coordenação editorial 3. Coordenação Administrativa e Financeira 4. Execução Contrapartidas Sociais - trabalho voluntário não remunerado 5. Gestão do projeto - trabalho técnico não remunerado II. Veridiana Scarpelli Funções no projeto: 1. Direitos Autorais - autora das ilustrações 2. Ilustração - execução dos desenhos III. Celso Longo Funções no projeto: 1. Projeto Gráfico - design e editoração eletrônica 2. Produção Gráfica Currículos resumidos da Equipe Técnica 1. Marina Gonzalez - Comg Editora Marina Gonzalez, 59 anos, nasceu e vive em São Paulo, SP. É formada em Comunicação Social, sócia e dirigente da Comg Editora e Produção Cultural (www.comg.com.br), atuando desde o ano 2000 na realização de exposições e livros de arte, principalmente os que valorizam as riquezas naturais, humanas, históricas e culturais do Brasil. Profissional de longa e diversificada experiência nas áreas de comunicação e marketing, tem uma visão global do projeto atendendo todas as fases de um projeto cultural, desde a criação, inscrição nas leis de incentivo, administração, prestação de contas, apoio à captação de recursos, coordenação, produção e, até a comercialização dos livros. Oferece ainda consultoria para editoras, empresas, fotógrafos e demais artistas plásticos na definição de caminhos e especificação de projetos ligados a arte e cultura. A Comg Editora publica e distribui seus próprios títulos, além de realizar projetos editoriais sob medida, como catálogos, relatórios anuais e sociais, revistas, livros de família, fotobiografias e outras publicações que demandam produção exclusiva, desenvolvimento de conteúdo, belo design e alta qualidade gráfica. Marina Gonzalez é autora e escritora dos livros "Para Quem Quer Ver Além", sobre Dorina Nowill, 2003, Panda Editora e o livro infantil "Tibúrcio" a ser lançado em 2020 pela Comg Editora. Já produziu inúmeras exposições e livros de arte de 2000 a 2019 como: Graffiti SP, 2013 e 2018, Comg Editora Mangalarga Marchador do Brasil, 2016 e 2017, Comg Editora Marcha Brasil 14 Mil, 2017 e 2019, Comg Editora Visões de um Poema Sujo, 2017, exposição e livro, Vento Leste Editora Na Trilha do Cangaço, 2016, exposição e livro, Vento Leste Editora San Paolo, Vincenzo Scarpellini, livro, 2011, Publifolha Caminhando com Portinari, Alan Nielsen, exposição e livro, 2011, Terra Virgem Mulheres da Amazônia, Pedro Martinelli, 2003, livro. Eu Amo Comida, livro, 2016, Mol Editora Produção de mais de 40 exposições itinerantes pelo Brasil do projeto Cuidados pela Vida e Amazônia Povo das Águas de Pedro Martinelli para editora Terra Virgem e Laboratórios Biosintética, de 1998 a 2001. Projetos de livros de fotografia para a Vento Leste Editora em 2019: Pantanal, livro, Luciano Candisani Retratos da Fotografia Brasileira, exposição e livro Alê Ruaro e João Kulcsar Autobiografia Vânia Toledo, exposição e livro, curadoria Diógenes Moura Outros projetos de livros de fotografia em 2019: Transbrasilianas, exposição e livro, Ricardo Teles Marmitas, exposição, Edu Simões A quinta face das coisas, livro, Diógenes Moura 2. Veridiana Scarpelli Veridiana Scarpelli nasceu em São Paulo em 1978. O gosto pelo desenho, que a acompanha desde criança, a fez pensar em optar pelas artes plásticas. Acabou ingressando na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, em 1997, e nunca mais parou de desenhar. Começou a carreira como designer de móveis e objetos. Apenas em 2007 decidiu fazer do hobby uma profissão e saiu de porta em porta apresentando seu portfólio às editoras. O esforço deu certo, basta ver sua vasta lista de clientes, entre eles, a revista de ensaios Serrote e o jornal Folha de S. Paulo - seus desenhos ilustraram semanalmente, de 2011 a 2015, a seção Tendências/Debates do jornal, além de diversas edições dos cadernos Ilustríssima e Ilustrada até hoje. É autora do livro O sonho de Vitório (Cosac Naify, 2012), também lançado no México (El sueño de Victorio, Fondo de Cultura Económica, 2013) e no Chile (El sueño de Victorio, Fondo de Cultura Económica, 2016). Ilustrou diversos livros como: Cantigas, Advinhas e outros versos vol.2 (Melhoramentos, 2010), Esta Casa es Mia de Ana Maria Machado (Ediciones Castillo, 2013), Ora Pílulas de Tatiana Belinky (Editora34, 2014), Torcedor Chic de Gloria Kalil (Fronteira, 2014), A menina do mar de Sophia de Mello Breyner Andresen (Cosac Naif, 2014), Pornochic de Hilda Hilst (Editora Globo 2014), Jogo Duro de Eliana Martins (Editora do Brasil, 2015), A fada Oriana de Sophia de Mello Breyner Andresen (Cosac Naif, 2015), Maioria Minoria de Tânia Alexandre Martinelli (Editora do Brasil, 2016), Coleção Rubem Alves: A libélula e a tartaruga; A operação de Lili; A montanha encantada dos gansos selvagens; O decreto da alegria (FTD, 2016), Marcha Brasil 14 Mil (Comg, 2017), Maria mudança de Manuel Filho (Editora do Brasil, 2017), Os 101 dálmatas de Dodie Smith (SESI-SP, 2017), Layla, a menina síria de Cassiana Piazaia, Rima Awada e Rosi Vilas Boas (Editora do Brasil, 2018), Adulta sim, madura nem sempre de Camila Fremder (Paralela, 2018), Coleção Monteiro Lobato: O marquês de Rabicó; Aventuras do príncipe; Aventuras no sítio; O casamento de Narizinho; O gato Félix (FTD, 2019), O Túnel de Renata Bueno (FTD, 2019), entre outros. Fez ainda ilustrações para as capas de Sete bons anos de Etgar Keret (Rocco, 2015. A mesma ilustração foi usada nas edições grega, 2015, iraniana, 2015, e taiwanesa, 2017), Educação sem blá-blá-blá de Rosely Sayão (Três Estrelas, 2016), Como criar um adulto de Julie Lythcott-Haims (Rocco, 2016), Pais e mães conscientes de Shefali Tsabary (Rocco, 2017), No fundo de teus olhos de Giselda Nicolelis (Quinteto, 2017), Contra os filhos de Lina Meruane (Todavia, 2018), A mercadoria mais preciosa de Jean-Claude Grumberg (Todavia, 2019), O educador de Sérgio Haddad (Todavia, 2019), entre outras. 3. Celso Longo Celso Longo (São Paulo, 1977) é arquiteto e mestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde 2008, trabalha em parceria com Daniel Trench, desenvolvendo projetos de design gráfico, no Brasil e no exterior, voltados para a área cultural. Teve projetos premiados e selecionados pela Associação dos Designers Gráficos (ADG Brasil); American Institute of Graphic Arts (365: AIGA Annual Design Competitions 30, New York City); Society for News Design (SND-Espanha); e Society of Typographic Arts (Chicago). Foi curador da categoria “Fluxos” na 9a Bienal Brasileira de Design Gráfico. É professor de design na Escola da Cidade e coordenador de seu Núcleo de Design — além de ter sido doscente no Senac, ESPM-SP, IED-SP. Autor do livro “Design Total – Cauduro Martino”, publicado pela Cosac Naify, em 2014, recebeu o primeiro lugar na categoria Trabalhos Publicados do 28o Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira. Fez a curadoria, em parceria com os designers Daniel Trench e Elaine Ramos, da exposição “Cidade Gráfica”, realizada no Itaú Cultural em novembro de 2014. Em 2017, participou de conferências de design, como palestrante convidado, no AGI – Paris e no Bonde – New York City. Desde 2013, é membro da Alliance Graphique Internationale (AGI). Entre seus trabalhos de destaque estão a identidade visual e ambiental do Pavilhão Brasileiro na Feira do Livro de Frankfurt de 2013; a nova marca, identidade visual e comunicação visual do Museu da Língua Portuguesa (2017-2020); o projeto gráfico integral dos catálogos e das sinalizações de exposição da Pinacoteca de São Paulo (2016-2019); as identidades visuais e ambientais do 18o e 21o Festival de Arte Contemporânea Sesc-VideoBrasil (2013/2019); a nova marca e identidade visual da Biblioteca Mário de Andrade (2010); a identidade visual da X Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013); a marca e website do Jornal Nexo (2016); a identidade visual da exposição “Entrevendo – Cildo Meireles”, mostra retrospectiva do artista no Sesc Pompeia (2019); a marca “Brasil” para o pavilhão do país na Feira Internacional de Dubai (2020); e a nova marca da Cultura Artística (2019). É autor de projetos gráficos de capa e miolo para diversas editoras brasileiras, como Todavia, Carambaia, Zahar e Cia das Letras — onde foi finalista no 60o prêmio Jabuti com a capa do livro “Poliedro”, de Murilo Mendes (2018).
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