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Elaboração de roteiro adaptado, montagem e apresentações gratuitas do espetáculo teatral infantil "Chapeuzinho Esfarrapado", inspirado em conto folclórico mundial. Para cada apresentação, haverá uma escola da rede pública convidada que receberá transporte gratuito. Os alunos e professores acompanhantes de cada escola convidada terão acesso a um workshop vivencial de expressão teatral ao final das apresentações. Haverá apresentações com suporte de intérprete de libras para garantir acessibilidade da população com deficiência auditiva.
A peça “Chapeuzinho Esfarrapado” propõe a livre adaptação do conto folclórico escandinavo “Tatterhood”, que será feita pela premiada dramaturga Marcia Zanelatto. Tal conto é um dos poucos da cultura popular mundial, com uma protagonista feminina forte, bem humorada, com iniciativa e compaixão. Ela não espera ser salva por um príncipe, não se preocupa em ter uma aparência que agrade aos outros e não aceita seu destino de forma passiva, como acontece com as personagens principais da maioria das histórias de domínio público que se contam para as crianças. “Tatterhood” narra a interessante e peculiar história de duas irmãs gêmeas com aparências e personalidades opostas, mas que nutrem um carinho profundo uma pela outra. Uma é gentil, dócil e convencional. Já a outra é estranha, indomável e extraordinária. As duas são geradas por flores mágicas que a mãe comeu, no entanto uma nasce linda e doce e a outra, esquisita e montada num bode, segurando uma colher de pau. A mãe pari primeiro a filha estranha e ao vê-la se desespera pedindo perdão a Deus por seus pecados, quando esta responde galopando em seu bode: Não se lamente! A outra que vai nascer é muito mais bonita! Quando as irmãs já estavam jovens, trolls (seres da mitologia escandinava) invadem o castelo em que viviam e causam uma algazarra. A irmã mais velha, que recebe o nome de Tatterhood, resolve enfrentá-los com a sua colher de pau mágica. Mesmo com bastante luta, um dos monstros consegue enfeitiçar a irmã mais nova e bela de Tatterhood. A cabeça da irmã havia sido trocada por uma cabeça de bezerro. Há ainda mais aventura quando TatterHood viaja com a irmã de navio para a terra dos Trolls, com intuito de reverter o feitiço. Nesta viagem, acompanhamos a supostamente desajeitada TatterHood que além de coragem e ousadia acaba mostrando também uma iluminada sabedoria em questões existenciais importantes como a autoestima, autoconsciência e reflexão dos papéis de gênero.
Objetivo geral - Desenvolver roteiro adaptado de conto do folclore mundial em dramaturgia destinada para crianças, bem como a montagem do espetáculo teatral Chapeuzinho Esfarrapado para a primeira infância, estendido aos 12 anos. Objetivos específicos - Realizar 16 (dezesseis) apresentações gratuitas do espetáculo Chapeuzinho esfarrapado, sendo 8 (oito) em sala de teatro no Plano Piloto (por exemplo: Sesc Garagem) e 8 (oito) em sala de teatro de outra Região Administrativa do DF (por exemplo: Sesc Ceilândia); - Proporcionar espetáculo teatral gratuito para crianças de escolas públicas de ensino fundamental do DF por meio de transporte coletivo também gratuito; - Proporcionar vivência em expressão teatral para alunos e professores da rede pública de ensino do DF. - Proporcionar acessibilidade para crianças com deficiência auditiva por meio de apresentações com intérpretes de libras; - Fomentar a cadeia produtiva das artes cênicas no Distrito Federal; - Gerar empregos no setor cultural por meio da contratação direta e indireta de profissionais da cadeia produtiva local, em sua maioria mulheres;
A produção teatral para crianças tem se mostrado ideal para a experimentação, discussão e reflexão da produção teatral como um todo, uma vez que os elementos componentes do espetáculo, como a estética, ambientação, sonoridade e interação, são pensados a partir de um referencial poético no qual as mensagens do roteiro são apresentadas às crianças em diferentes plataformas sensoriais. O espetáculo, entretanto, não se restringe ao público infantil. A proposta teatral é de compartilhamento com crianças, pais, cuidadores e acompanhantes que estiverem presentes, permitindo uma experiência cultural na qual a família toda possa ser acolhida. Camila de Sant`Anna é pesquisadora e pretende utilizar matrizes das linhas de pesquisa que investiga para a formatação do espetáculo. Portanto, o desenvolvimento da presente proposta configura estímulo e fomento à pesquisa teatral do Distrito Federal, além de incluir a produção brasiliense no rol das cada vez mais expoentes produções teatrais para a infância. A peça Chapeuzinho Esfarrapado propõe a livre adaptação do conto folclórico escandinavo "Tatterhood", que será feita pela premiada dramaturga Marcia Zanelatto. O conto traz uma protagonista feminina forte, bem humorada, com iniciativa e compaixão. Ela não espera ser salva por um príncipe, não se preocupa em ter uma aparência que agrade aos outros e não aceita seu destino de forma passiva, como acontece com as personagens principais da maioria das histórias de domínio público que se contam para as crianças. Em um estudo recente feito em 15 países pela Organização Mundial de Saúde e a Universidade John Hopkins (Baltimore, Estados Unidos), aponta-se que os mitos de que as meninas são vulneráveis e os meninos são fortes e inteligentes, estabelecidos na infância pelos pais, professores, colegas e a sociedade em geral podem acarretar em depressão, suicídio e violência ao longo da vida. Ainda, a infância tem sido apontada em pesquisas de vários campos do conhecimento - como a neurociência, a pedagogia, a psicologia e a antropologia _ como a fase nevrálgica de construção de valores e comportamentos para a vida inteira. No entanto, as crianças brasileiras têm crescido expostas a narrativas que privilegiam em sua maioria a conservação das desigualdades de gênero. Estruturada sob uma perspectiva da igualdade de gêneros, a peça Chapeuzinho Esfarrapado propõe uma aventura estética por um universo poético com diferentes caminhos e possibilidades que suscitam a reflexão sobre autonomia e responsabilidade nas escolhas pessoais e de convívio. E mostra que através deste caminho, o respeito, a felicidade, a compaixão e alegria prevalecem. Acreditamos que a temática do conto tenha um caráter universal e que dialogue com o universo das crianças brasileiras. Contudo, vale ressaltar que a adaptação e a encenação deverão levar em conta o contexto cultural em que a presente montagem se insere. O presente projeto contempla o desenvolvimento de um texto dramatúrgico, montagem e apresentação de espetáculo por meio de elementos trazidos da pesquisa acadêmica da proponente, de modo que enxergamos nesse empreendimento a possibilidade de promover interação entre pesquisa e produção artística, ao mesmo tempo que estimula cada uma dessas dimensões na cadeia produtiva da economia criativa brasileira. Por isso, avaliamos que nosso projeto é pertinente à habilitação junto à Lei de Incentivo à Cultura dada a gama ampliada de benefícios potenciais da proposta. No que se refere aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 o presente projeto se enquadra nos incisos I (facilitação de acesso à cultura por meio de apresentações gratuitas para o público geral, além de facilitação de transporte para público específico - escolas); II e IX (promoção e pesquisa na cadeia produtiva das artes cênicas por meio de trabalho colaborativo entre profissionais artistas e técnicos brasileiros majoritariamente do Distrito Federal); III (valorização e difusão da produção em artes cênicas fomentada por pesquisa acadêmica, divulgando o produto artístico e o conjunto de conhecimentos organizados pela pesquisa, assim como artistas criadores e pesquisadores) e V (estímulo ao desenvolvimento de conteúdo que favoreça o florescimento de práticas mais cidadãs a partir do reconhecimento da dignidade do outro e de valores sociais de mais cooperação e respeito). Nossos objetivos estão em consonância com os objetivos descritos no do Art. 3º da Lei 8313/91 no que se refere aos incisos (II) - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização espetáculo de artes cênicas; e (IV) - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Para garantirmos que o espetáculo tenha alcance democrático para seu público alvo, escolhemos realizar as apresentações em espaço culturais tradicionais do plano piloto e também em outra(s) região(ões) administrativa(s) (por exemplo Ceilândia, uma das mais populosas RAs do DF), além de disponibilizarmos ônibus para transporte de crianças da rede pública de ensino infantil e fundamental com capacidade para até 40 crianças. Haverá uma escola convidada para cada apresentação realizada. As escolas serão convidadas entre as públicas de ensino fundamental em todo o DF e além do espetáculo terão oportunidade de participar do workshop vivencial com as atrizes pesquisadoras, na sequência das apresentações. Ainda, em cada uma das regiões haverá uma apresentação com suporte de acessibilidade, ou seja, haverá duas apresentações com intérpretes de libras para atendimento do público com deficiência auditiva.
Espetáculo teatral com aproximadamente uma hora de duração, com dramaturgia destinada à infância, ou seja, de 0 até os 12 anos. Trata-se de proposta dramatúrgica de adaptação de conto universal por meio do desenvolvimento de texto, cenário e figurinos embasados em diretrizes da pesquisa das atrizes a respeito do teatro para a infância e exploração sensorial. Todas as apresentações serão gratuitas. Em relação ao produto de contrapartida social, um workshop de imersão teatral baseado nas linhas de pesquisa da proponente e colaboradoras será oferecido para cada uma das escolas convidadas, com o objetivo de atender a outra parcela da comunidade escolar com o escopo de nosso projeto. No worshop de aproximadamente uma hora e meia de duração, as atrizes pesquisadoras conduzirão alunos e professores por uma imersão vivencial na expressão teatral.
Produto - Espetáculo de Artes Cênicas Teremos duas sessões do espetáculo com intérpretes de Libras, em diferentes locais onde será apresentado. Para estas sessões serão contactadas entidades e organizações para pessoas com deficiência auditiva, garantindo o acesso desse público ao recurso de acessibilidade de conteúdo. Além disso, todos os espaços a serem escolhidos para as apresentações terão acesso garantido para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, bem como idosos. Produto - Contrapartidas Sociais O worshop de imersão teatral oferecido como contrapartida social para este projeto será realizado para as escolas convidadas. Teremos duas apresentações com intérpretes de Libras para escolas/instituições que atendem à população com deficiência visual e contaremos com o suporte destes intérpretes para os worshops relacionados a estas apresentações. Assim, serão 2 workshops com acessibilidade de conteúdo para este produto. Além disso, todos os espaços a serem escolhidos para workshops igualmente terão acesso garantido para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.
Todas as apresentações programadas (16) serão gratuitas e em cada uma delas haverá uma escola da rede pública de ensino fundamental que receberá transporte para o espetáculo com capacidade para até 40 crianças. Para ampliar o alcance da população geral para os quais não haverá transporte garantido pela produção, decidimos por realizar metade das apresentações na região central de Brasília e a metade restante fora do Plano Piloto. Os espaços escolhidos para realizar as apresentações terão acesso garantido para idosos e pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Escolas convidadas terão ainda a experiência de um workshop de vivência teatral oferecido pelas atrizes pesquisadoras, contribuindo também para a democratização de acesso aos meios de produção cultural e expressão artística. Estas medidas estão de acordo com o artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, conforme os incisos abaixo listados: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
CAMILA DE SANT'ANNA - COORDENADORA GERAL, ATRIZ E PESQUISADORA - PROPONENTE Mestranda em Processos Composicionais para a Cena pela Universidade de Brasília, Camila de Sant´anna é a proponente deste projeto, atuando como intérprete e pesquisadora, além de responder pela coordenação geral. Será a responsável pela gestão do projeto, coordenando o trabalho de todas as equipes e protagonizando todos os processos decisórios relacionados. RITA DE ALMEIDA CASTRO - DIRETORA E PESQUISADORA Rita de Almeida Castro é atriz e diretora. Pós-doutoranda no Programa de Comunicação e Semiótica da PUC-SP. Doutora em Antropologia pela Universidade de São Paulo. Professora do Departamento de Artes Cênicas e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de Brasília. Coordenadora do grupo de pesquisa Poéticas do Corpo (DGP-CNPq). Participa como atriz e diretora no coletivo Teatro do Instante. Pesquisa relações entre teatro e performance, dramaturgias dos sentidos, arte como campo expandido, processos de treinamento e criação artística envolvendo práticas orientais. Prêmio Sesc de Teatro Candango 2017 de Melhor Espetáculo Infantil com “Voa”. MÁRCIA ZANELATTO - DRAMATURGA Marcia Zanelatto é autora, dramaturga, roteirista e diretora de teatro. É autora de diversas peças teatrais. Vencedora do Prêmio APTR 2014 na categoria Melhor Autor por “Desalinho”, peça também indicada ao Prêmio Cesgranrio na Categoria Melhor Texto Nacional Inédito e contemplada pelo Prêmio Petrobras Cultural 2016. Foi indicada ao Prêmio Shell 2016 de Melhor Texto, pela peça “Fatal”, direção de Guilherme Leme Garcia. Escreveu a biografia “Thammy – Nadando contra a corrente”. É criadora e roteirista da sitcom “República do Peru”, TV Brasil. É autora comissionada pelo Royal Exchange Theatre para o projeto BIRTH. É idealizadora e uma das dramaturgas da Ocupação Rio Diversidade, para a qual escreveu a peça “Genderless – um corpo fora da lei”. THIAGO DE BARROS - PRODUTOR EXECUTIVO Psicólogo, Mestre em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília, Thiago de Barros atua como coordenador de produção, produtor executivo e pesquisador em diversos segmentos culturais. Foi responsável pela pesquisa de base do Poemapp, aplicativo que mapeia poetas e pontos de poesia no Brasil. Coordenou a produção do projeto Brasília: Memória e Invenção, projeto multiplataforma que incluiu entre outros o desenvolvimento de um site com informações da pesquisa realizada. Já fez produção executiva de projetos nas áreas de literatura e arte-educação. ARTUR CAVALCANTE - COORDENADOR DE PRODUÇÃO Artur Cavalcante é ator, produtor e jornalista, formado pelo UniCEUB e pela Casa das Artes de Laranjeiras - CAL, no Rio de Janeiro. Tem experiência na coordenação de produção em diversos segmentos culturais. No segmento da produção audiovisual, trabalhou nos curtas-metragens Presos que menstruam, 1 x 1, Coração é Terra que Ninguém Vê e nos longas-metragens Infinitas Terras, Teoria do Ímpeto e Vozes do SINASE, sendo o último um documentário realizado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos. Foi assistente de direção e produtor do espetáculo teatral O Queijo, uma comédia sórdida, escrito e dirigido por Julliano Mendes. Mais recentemente, foi Coordenador de Produção do bloco de carnaval Rejunta Meu Bulcão, que em 2019 reuniu mais de mil pessoas no Setor Bancário Norte, e do espetáculo cênico-musical Mundo na Mão, dirigido pelo renomado escritor e ilustrador Roger Mello. CAÍSA TIBÚRCIO - ATRIZ E PESQUISADORA Caísa Tibúrcio é Bacharel e Mestre em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Atriz e diretora, assinou a direção de projetos como ‘Presépio de Hilaridades Humanas’, que realizou circulação Nacional pelo Palco Giratório/SESC, ‘Zezinho e o anjo Marmanjo’, infantil realizado em DF e MG. Como atriz, já trabalhou com alguns dos principais diretores do DF, como Hugo Rodas e João Antonio; atua em ‘Achadouros - Teatro para bebês e primeira infância’ (vencedor em 2015 da categoria de melhor espetáculo infantil no Prêmio SESC) com direção de José Regino e que já realizou apresentações em diversas regiões do Brasil em Festivais e Mostras de Teatro (SP, RJ, MG e SC). Atua também no espetáculo “CRIA” com direção de Ana Flávia Garcia criado em 2017. Integrou o Grupo de Teatro Esquadrão da Vida, de 2008 a 2012, e a Cia Burlesca (2013 e 2014). Como pesquisadora iniciou com a pesquisa: “O corpo cênico do artista Karajá” em 2004 e “O contato com os Inÿ” em 2005. Trabalho de Campo entre os índios Karajá/ Inÿ de Santa Isabel do Morro no Estado de Tocantins, no Parque indígena do Araguaia, sob orientação do professor Stephen Grant Baines pelo projeto da UnB de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC. ANA QUINTAS - ILUMINADORA Ana Quintas, é mestranda em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília e Mestra em Stage Design pela Trinity College, The University of Dublin. Já trabalhou em mais de 20 espetáculos profissionais como iluminadora, como Ultra Romântico, Aquário , Janta 1 e Janta 2 os quatro do Grupo Liquidificador, Mundaréu da Companhia 2 Tempos, Toco da Companhia Pirilampo Teatro de Bonecos, Surf a Seco conserto de Marco Michelângelo, Frangx Fritx, da Cia. ViÇeras, entre outros. O NOVO ESPETÁCULO (Tudo Está a venda), foi indicado a cinco prêmios, entre eles Melhor Iluminação e Melhor Atriz para Ana Quintas, e ganhou três: Melhor Dramaturgia, Melhor Direção para Similião Aurélio e Melhor Espetáculo. Atualmente além do Tripé, também é integrante ativa do Grupo Liquidificador. Mais informações podem ser encontradas no site: www.anaquintasluz.com MARIA VILLAR - CENÓGRAFA E FIGURINISTA Maria Villar é arquiteta, figurinista, cenógrafa, bonequeira e pesquisadora. Mestra em História e Teoria da Arquitetura Pela Fau-UnB e Bacharel pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, com o projeto final para uma Roça de Candomblé, único selecionado para representar a UFRJ na bienal de estudantes de arquitetura Archiprix em Glasgow - Escócia em 2004, recebendo menção honrosa no Ópera Prima de São Paulo. Atuou na TV e em importantes Cias de Teatro e Teatro Popular com trabalhos de criação artística na área de figurino, objetos cênicos para performances e cenografia como: Ponto de Vista – Cia de dança Cleani Marques Calazans (2017), De Outro Jeito - As Caixeiras Cia de Bonecas (2017), Mamulengo Fuzuê (2015 e 2016), Amor é Rio sem Margem – Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (2014 a 2017), Árvore dos Anjos – Teatro suspenso do Will Lopes (2013), Projetos Arquitetônicos para três Candomblés em Belo Horizonte (2008), Central Globo de Produções – cenografia para o Video Show (2007), Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (2009 a 2016), Festival São Batuque (2010 e 2014), Circo de Brinquedo (2010 a 2012), Festival Brasília de Cultura Popular IV, V, VI, VII edição, Ventiras y Merdades de Fernando Villar (2005), entre outros trabalhos. MIGUEL HARU - DESIGNER Miguel Haru é artista plástico e graphic designer atuando na área desde 2005, com experiência em ilustração, diagramação, criação de identidade visual, criação de material gráfico para redes sociais e plataformas web, direção de arte, entre outras relacionadas. Trabalhou com enorme diversidade de parcerias e clientes, desde atuantes da área cultural, passando pela saúde coletiva até mesmo ONGs e empresas de pequeno a grande portes. Participou de projetos liderados pelo Ministério da Saúde, pela Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília e pelo Núcleo de Estudos em Saúde Pública, atuando como designer gráfico, coordenador de equipe de criação e diretor de arte. Prestou serviços em design gráfico e artes visuais para artistas e agentes culturais de Brasília, participando de diversos projetos financiados pelo FAC, ilustrei e diagramei para revistas e periódicos nacionais e internacionais. Enfim, recentemente, foi designer/ilustrador responsável pela criação de material visual para a ONG Oceana no Brasil, de 2017 a 2018.
PROJETO ARQUIVADO.