Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização montagem, temporada e turnê em diferentes regiões do país do espetáculo musical Luas de Júpiter.
Os satélites são como mulheres coadjuvantes.Orbitam ao redor da protagonista, influenciando sua natureza, assim como a lua influencia as marés da Terra.Mulheres que antes possuíam um papel secundário em seu percurso, descartadas do centro de suas próprias existências, agora através da junção de umas às outras acumularão suas forças e se transformarão em uma única natureza corpórea,darão voz ao feminino, às suas paixões, seus medos, conflitos e resignações.
Objetivo geral: Montagem, temporada e turnê em diferentes regiões do país do espetáculo musical Luas de Júpiter, texto inédito no Brasil e divulgar a música e o teatro com artistas nacionais. Objetivos específicos: - Temporada de 2 meses em São Paulo, com aproximadamente 24 apresentações - Temporada de 2 meses no Rio de Janeiro, com aproximadamente 24 apresentações - Turnê em diferentes regiões do país, com apresentações em um final de semana, totalizando 15 apresentações - Ingressos com valores acessíveis, via Vale-cultura - Fazer a produção teatral nacional atingir novas praças de apresentações; - Incentivar a economia criativa e dar a oportunidade para profissionais de diversas áreas gerando postos de trabalhos entre diretos e indiretos; - Promover acessibilidade do público através de sessão com libras e em teatro que ofereça acessibilidade ao público em geral; - Possibilitar, através do teatro, a formação e manutenção de plateias;
O projeto se enquadra e está de acordo com os incisos I, II, III, VIII, não se limitando a estes, do Art. 1º da Lei 8313/91, a saber: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores Além de atender a alínea C "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", inciso II do art. 3º da referida Lei 8313/91. Investir em "Luas de Júpiter", significa incentivar e estimular a democratização do teatro, pois o projeto tem acessibilidade, com sessões oferendo tradução em libras e parte do material gráfico em braile. Temos também um plano de formação de plateia para a qual disponibilizaremos 10% de todos os ingressos postos a venda, atendendo artigo da IN. Um dos sentidos de democratizar a cultura é ampliar o acesso aos bens culturais universais já existentes, permitindo que as pessoas construam o seu modo próprio de ser e de participar na comunidade e na sociedade como um todo.
Duração: 120 minutos Classificação: 14 anos Drama Musical
Escolhemos fazer um trabalho que não seja apenas um espetáculo, mas um movimento, que permita que todo o público tenha acessibilidade, ou seja, deficientes visuais, auditivos e cadeirantes terão livre acesso em sessões do espetáculo. PRODUTO: ESPETÁCULO EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espetáculo será encenado em teatros adequados às necessidades de acessibilidade (exemplo: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos). Pessoas com deficiência e idosos contarão com atendimento prioritário na bilheteria e entrada na sala. DEFICIENTES AUDITIVOS: Serão realizadas sessões com intérprete de LIBRAS, de forma a contribuir para a abrangência de público por meio da acessibilidade. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. A estratégia de divulgação nos veículos de comunicação também estará focada em comunicar ao público que durante toda a temporada teremos a estrutura necessária para atender qualquer espectador. Os custos com as ações de acessibilidade, libras e audiodescrição, estão previstas no orçamento. OFICINA – Contrapartida Social, artigo 22 ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas serão realizadas em espaços adequados às necessidades de acessibilidade (exemplo: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos). DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica Os custos com as ações estão previstas no orçamento.
Como medida de democratização de acesso e atendimento ao artigo 20 da IN Nº Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 será; - 20% dos ingressos disponibilizados para contrapartida social, distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; - 10% dos Ingressos dentro do valor do vale cultura; - Acessibilidade com libras; Em complemento e atendimento ao artigo 21 da IN acima citada, será; V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficínas. Atendendo ao Artigo 22, será realizada uma ação formativa cultural complementar que está relacionada a atividade principal - teatro. Essa atividade será diferente da informada no artigo 21. A ação corresponderá a pelo menos 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 e limitando-se a 1.000 beneficiários.
TEXTO Jô BilacDIREÇÃO Luis Antonio Fortes ATUAÇÃO Juliane BodiniDIREÇÃO DE PRODUÇÃO Maria SimanDIREÇÃO MUSICAL Marcelo Alonso NevesCOMPOSIÇÕES EM MELODIAS Marcelo FrankelPREPARAÇÃO CORPORAL Marina SalomonFIGURINO Bruno PerlattoILUMINAÇÃO Felício Mafra PROPONENTE/REALIZAÇÃO/COORDENAÇÃO GERAL: L. A. FORTES JUNIOR PRODUCOES ARTISTICAS (rubrica coordenação geral do projeto) CURRÍCULOS J Ô B I L A CComeçou a estudar atuação na Escola de Teatro Martins Pena, no Rio. “Conheci os autores na biblioteca, mas foi fundamental me aproximar dos atores para descobrir como eles pensam os personagens e o espaço, para perceber a construção de dentro para fora”, diz ele. Tinha 19 anos quando escreveu 'Sangue em caixa de areia'. Pelo trabalho recebeu uma menção honrosa em dramaturgia do Teatro Carlos Gomes. Dois anos depois, em 2006, fez “Bruxarias Urbanas”, sua primeira montagem profissional. A partir daí não parou mais, revezando-se entre escrever dramaturgia, direção e curadoria dos teatros da rede pública do Rio de Janeiro. “O teatro é cada vez mais, para mim, onde podemos rever nossa própria história e nossa condição humana. Esseparadoxo entre vida e morte me move muito”. Como palestrante convidado Jô foi ao Salão do livro em Paris, França; Feira do Livro em Frankfurt, Alemanha; Feira do Livro em Gotemburgo, Suécia; Festival Ibero Americano Bogotá, Colômbia; Literatura e Arte de Bolonha, Itália; Dramaturgia Mundial Universidade de NY, EUA; Publicação Internacional em Yale, EUA. Em 2014 foi homenageado pela Federação FETAERJ e a Secretaria de Cultura com a Mostra Jô Bilac. O jovem autor é o mais premiado no Brasil, encenado por grandes nomes como Bia Lessa , Monique Gardenberg, MarcoNanini, Daniela Thomas. Seus livros já foram adotados por escolas e universidades como UNIRIO e USP. "Os Mamutes", "Savana Glacial", "Conselho de Classe", "Bei je minha lápide, "Cachorro!", "Rebú", "Insetos", "P.I", são algumas obras de sucesso, que consolidam o autor como nova referência intelectual na dramaturgia brasileira. Avesso a entrevistas e aparições em público, é considerado o dramaturgo da sua geração por Fernanda Motenegro. J U L I A N E B O D I N IJuliane Bodini, atriz e cantora, indicada aos Prêmios SHELL, Cesgranrio e BotequimCultural 2018. Vencedora do Prêmio Botequim Cultural, voto popular, na categoriamelhor atriz em musical 2018, por seu trabalho no espetáculo "Dançando noEscuro". Indicada ao Prêmio Bibi Ferreira 2015, por "Cassia Eller - o musical" e aoPrêmio FITA de Teatro 2012, por "Os Mamutes". Integra a Cia. OmondÉ desde 2012, com direção de Inez Viana. Participou dos espetáculos: "Dançando no Escuro" onde também é idealizadora e produtora, com direção de Dani Barros, "Maravilhoso" de Diogo Liberano e direção de Inez Viana, no Festival Iberoamericano de Teatro de Bogotá, "O livro dos monstros guardados ", direção de João Fonseca e Rafael Primot e "Amadeus", direção de Naum Alves de Souza. Na Cia. OmondÉ esteve em: "Os Mamutes" e "Infância, tiros e plumas" de Jô Bilac, "As Conchambranças de Quaderna" de Ariano Suassuna e "Os Inadequados". No teatro musical, participou de "Raul Forada Lei - o musical" com direção de Roberto Bomtempo e José Jofilly. Com direçãode João Fonseca esteve em: "Rock in Rio - o musical" , "Cazuza , Pro dia nascerfeliz – O musical”, "Cassia Eller - O musical" e "O bei jo no Asfalto - o musical". L U I S A N TÔ N I O FO R T ESAtor formado pela CAL( Casa das Artes de Laranjeiras). Seus últimos trabalhosforam os espetáculos DANÇANDO NO ESCURO com direção de Dani Barros, no qualfoi idealizador , ator e produtor e o A PRODUTORA E A GAIVOTA, sendo produtor eassistente de direção do Diretor João Fonseca. Em 2009 começou a trabalharcomo ator e assistente de direção nos espetáculos da diretora Inez Viana e em2010 fundou junto com a mesma, a Cia O mondÉ que tem no seu currículo aspeças “As Conchambranças de Quaderna” de Ariano Suassuna “Os Mamutes” deJô Bilac em 2013 estreou “ Nem Mesmo Todo Oceano” de Alcione Araujo “Infancia,Tiros e Plumas de Jô Bilacem março de 2015 e “Os Inadequados”, texto da Cia OmondÉ, direção Inez Viana ( Teatro Ipanema ) em Junho de 2016 e A Mentira deNelson Rodrigues (2018). Foi também assistente de direção dos espetáculos “AmorConfesso” de Arthur Azevedo ( espetáculo indicado ao Shell de melhor direção) ,“Nada sobre o Invisível” de Paulo Scott, “ Vestido de Noiva” de Nelson Rodrigues,direção de Renato Carrera ( SESC Ginastico 2013) e “ Maravilhoso de DiogoLiberano com direção de Inez Viana, que teve sua estreia no festival de Curtitiba2013 e dos espetáculos de formatura da CAL , “Divinarias” de Jean Genet e“Paraíso Zona Sul” de Jô Bilac, ambos dirigidos por Inez Viana. Foi assistente dedireção de “Cock- Briga de Galo” de Mike Bartalett que estreou no Teatro Poeira (RJ)e depois no Teatro Sergio Porto. FO R T ES P R O D U Ç Õ ES (PROPONENTE)A Fortes é uma produtora que prioriza projetos culturais e se preocupa em levar público ao teatro cria e produz teatro para todos os perfis de público tem como função juntar o trabalho social com o fazer artístico tendo como meta a transformação do ser humano. No currículo da Fortes podemos destacar dois grandes espetáculos que marcaram o cenário cultural carioca A produtora e a gaivota de jefferson Schroeder com direção de João Fonseca e O musical Dançando no escuro, espetáculo baseado no filme de lars com trier, com direção de Dani Barros os dois foram sucesso de crítica e público tendo recebido muitos prêmios e feito incriveis temporadas . Alem de espetáculos teatrais os projetos estao focados em movimentar, semear, articular e desenvolver um trabalho serio de acessibilidade dentro e fora do palco, buscando não só o entreterimento cultural mas tambem trazer um movimento de inclusão social
PROJETO ARQUIVADO.