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PRONAC 200886Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

HIP HOP: MANIFESTAÇÃO CULTURAL EXPRESSADA ATRAVÉS DA LINGUAGEM DA DANÇA URBANA

ALISSON JONAS PEREIRA
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 15,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

7.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SC
Município
Joinville
Início
2020-03-01
Término

Resumo

Formar um grupo de 30 participantes que terão aulas de dança na modalidade Hip Hop para apresentarem-se em locais públicos, festivais, levando à arte da dança e a cultura do HIP Hop para o conhecimento do público, em geral.

Sinopse

Sinopse da Apresentação " O Quinto Elemento" Tíltulo: Quinto Elemento Quantidade de Bailarinos: 50 Tempo de Duração: 30 minutos Falamos soabre terra, ar, fogo e água. O quinto elemento e a junção de todos os elementos juntos que forma a personalidade individual que cada um temos. Dentro do espetáculo frisamos a importância de cuidar da natureza.

Objetivos

Objetivo Geral Formar um grupo de 30 participantes, que terão aulas de dança na modalidade hip hop e ensaios para realizarem apresentações, levando esta cultura para o conhecimento do público, em geral. Objetivos Específicos: 1. Ofertar aulas de dança na modalidade hip hop formando um grupo de 30 participantes. 2. Realizar 4 apresentações do grupo em diferentes espaços públicos na cidade de Joinville como: Praça Nereu Ramos, Shopping Mueller, Shopping Garten e Feira do livro. 3. Participar de eventos, competições em âmbito estadual e nacional, relacionadas a modalidade para 30 integrantes. 4. Possibilitar a apreciação da dança hip hop através da apresentação da dança, em diferentes espaços, para um público diversificado. 5. Levar a arte da dança e cultura ao público em geral, despertando a consciência artística e criativa.

Justificativa

O movimento hip-hop é um encontro entre pessoas e um momento, dentre vários outros, revelador do discurso e da ação dos homens e mulheres. Uma vez que exige a presença física dos seus participantes nos lugares de encontro, ou seja, nos locais públicos da cidade, o movimento hip-hop permite a apropriação da cidade. Permite os diálogos e conflitos entorno do ser na cidade e assim revela a postura política através seus discursos, por tratar de elementos cotidianos presentes no espaço público. Os jovens envolvidos nesse movimento hip-hop reivindicam seu direito à cidade a partir da presença e do consumo do espaço urbano, ao contrário dos jovens que abdicam de estar na rua e nos espaços públicos e, consequentemente, negam a própria vida urbana e seu direito à cidade, como revela Cassab (2010) e Pires (2015)7. Os jovens envolvidos no movimento hip-hop se organizam e se reconhecem cada vez mais como iguais e, ao mesmo tempo, diferentes dentro de seus espaços de interação e manifestação, isto é, são jovens que guardam em suas semelhanças diversas singularidades que se concretizam no coletivo a partir do discurso que pronunciam e das ações que praticam, de forma conjunta. É esta uma das estratégias de r-existência construída por jovens. Portanto, é importante escutar o discurso (voz) desses sujeitos e reconhecer sua corporeidade pela cidade. Segundo a Wikipédia, a enciclopédia livre, "A dança hip hop refere-se aos estilos de dança sociais ou coreografados relacionados à música e à cultura hip hop.[1] Isto incluiu uma grande variedade de estilos, especialmente breakdance, locking e popping, os quais foram desenvolvidos na década de 70 por afros e latino-americanos.[2][3] O que diferencia a dança hip hop de outros tipos de dança é o freestyle e os seus dançarinos frequentemente estarem envolvidos em batalhas - competições são geralmente realizadas em uma Saifers, um espaço de dança circular que se forma naturalmente quando a dança inicia. Os três elementos - freestyle, batalhas e Saifers - são os componentes da dança hip hop.[2] Com mais de trinta anos de existência, a dança hip hop tornou-se amplamente conhecida após os primeiros profissionais de breakdance e locking, e os grupos de popping. Destes, os mais influentes são o The Lockers, o Rock Steady Crew e o Electric Boogaloos, os quais são responsáveis pela propagação do locking, breaking e popping, respectivamente.[2] Estes estilos foram desenvolvidos por técnicos bailarinos especializados que desejavam criar uma coreografia para a música hip hop, mas atualmente estas danças são também executadas na rua. Por causa disto, a dança hip hop é praticada tanto na rua como em lugares fechados.[4] Internacionalmente, a dança hip hop sofreu uma forte influência da França e da Bélgica. A França é o berço da tecktonik, um estilo de dança de casa que se apoia fortemente no popping e no breaking; e do Juste Debout, uma competição de dança internacional. A Coreia do Sul é a casa da disputa de breakdance chamada R-16 Korea, a qual é patrocinada pelo governo e é transmitida anualmente pela televisão. O país constantemente produz habilidosos b-boys que são designados a serem embaixadores da cultura coreana.[5] Para alguns, a dança hip hop pode ser apenas uma forma de entretenimento ou um passatempo. Para outros, tornou-se um estilo de vida: um caminho para ser ativo na aptidão física ou na dança competitiva; e uma maneira de ganhar a vida a dançar profissionalmente". [6] Joinville foi nomeada capital Nacional da Dança, conforme a Lei 13.314/2016. Há mais de 30 anos, Joinville promove um festival de dança considerado pelo Guines Book como o maior evento no mundo em número de participantes: em torno de 4,5 mil bailarinos (SENADO NOTÍCIAS, 2016) O proponente como dançarino, coreógrafo e professor de dança resolveu então, realizar um projeto que reunisse 30 componentes, para prepará-los para realização de apresentações em espaços públicos e participações em festivais e campeonatos, no intuito de levar a arte da dança e as manifestações culturais através das danças urbanas. Além disto, o projeto enquadra-se nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; A proposta atende aos requisitos do artigo 3º da Lei 8.313 de 1991, mais especificamente, ao seguinte: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; [...] e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Público Alvo As oficinas serão ofertadas em Joinville, SC, no Alisson Pereira Studio de Dança situado na Avenida Getúlio Vargas, 641, bairro Bucarein, Joinville, SC, para 30 bailarinos, oriundos das escolas locais. E as 4 apresentações culturais para o público em geral no shopping Mueller, Shoping Garten, Praça Nereu Raamos, e Feira do Livro, todos na cidades de Joinville. Meta Ofertar aulas de dança na modalidade hip hop formando um grupo de 30 participantes. Realizar 4 apresentações do grupo em diferentes espaços públicos na cidade de Joinville, como: praça Nereu Ramos, shopping Mueller, shopping Garten e Feira do livro. Beneficiários 30 participantes das aulas de dança hip hop entre a faixa etária de 08 a 25 anos e Público em geral da cidade de Joinville e municípios vizinhos. Localização As aulas serão realizadas no studio de dança Alisson Pereira, situado na Avenida Getúlio Vargas, nº 641, Bairro Bucareim na cidade de Joinville. As 4 apresentações serão realizadas em espaços públicos, como: praça Nereu Ramos, shopping Mueller, shopping Garten e Feira do livro. Indicadores e Formas de Verificação Os resultados serão verificados pelo acompanhamento de lista de frequência dos encontros, avaliação descritiva dos instrutores sobre a criação do grupo e depoimento dos participantes... Avaliação de processo, de resultado e de impacto A avaliação será feita através de registros, fotos dos encontros, fotos de apresentações, recibos, cheques, lista de frequência, relatórios, avaliação descritiva dos instrutores...

Especificação técnica

METODOLOGIA Carga Horária Duração das Aulas: 1 hora/aula Professor Alisson: 2 x por semana = 8 horas mensais Total: 4 horas semanais x 4 semanas= 16 horas x 6 meses = 96 horas Duração das apresentações: 30 min Espaços Públicos: 4 apresentações Total: 2 horas em 6 meses nas 4 apresentações Plano Pedagógico: Aulas: Objetivo Durante as aulas, nosso objetivo é trabalhar a parte técnica e a expressão destes bailarinos, para que consigam executar melhor os momentos e assim contribuir melhor com a arte da Dança, para que depois possam mostrar nas apresentações, algo que vai além da Dança. Expressão, técnica, emoção e arte. Primeiro e Segundo mês: aula de flexibilidade e treinamento físico desenvolvidos com a Dança. Terceiro e Quarto mês: montagem e treinamento da coreografia. Apresentações: Nosso intuito nestas apresentações é levar nossa arte para as ruas, para o público em diversas regiões e em diferentes lugares, praças, shopping, ... Trabalharemos para surpreender a plateia e as pessoas que por ali estiverem passando, levando a arte da Dança para casa dentro de seus pensamentos, da sua emoção, com o intuito de conquistarmos novos adeptos da nossa cultura, alto astral, amizade e sentimentos bons, espelhados pela emoção da Dança e tudo que ela nos representa.

Acessibilidade

As apresentações serão abertas e realizadas em espaços como praças, shoppings e Feira do Livro. Portanto, o grupo irá se deslocar até os locais pré destinados. A proposta cultural contempla medidas que garantam o acesso tanto aos alunos das oficinas, pois as escolas possuem adaptações a pessoas com deficiência, conforme a legislação, como também nos locais onde se realizarão as apresentações artísticas, sem prejuízo de outras garantias previstas em legislação específica. Acessibilidade Física: O referido projeto atende a Legislação vigente porque, através de apresentações públicas e gratuitas realizadas nas escolas públicas: •II ‐ proporciona condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999; •III ‐ promove as apresentações gratuitas. Os locais selecionados para realização das apresentações, atenderão as normas de acesso aos idosos e portadores de necessidades especiais. A comunidade escolar também será convidada a participar, isso significa extensão a pais, avós, etc., onde muitas dessas pessoas são da terceira idade ou são portadoras de algum tipo de necessidade especial. Além disto, proporcionaremos como acessibilidade de conteúdo, as seguintes estratégias: Acessibilidade de conteúdo: Para atendimento a pessoa com deficiência auditiva será disponibilizado um intérprete de libras e para os deficientes visuais material em braile em caso de apresentações e também nas oficinas culturais a serem realizadas.

Democratização do acesso

Todas as oficinas e apresentações são públicas e gratuitas. Atendendo a Instrução Normativa n° 2/2019 (Todos os produtos culturais do Projeto) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Alisson Pereira é dançarino de danças urbanas há 14 anos, atuando como professor e coreógrafo. Como coreógrafo, seus trabalhos foram premiados no Festival de Dança de Jaraguá do Sul (2016), recebendo o primeiro lugar e em 2017 prêmio de coreógrafo destaque no Join Festival e Melhor Coreógrafo Festival de Dança de Salete (SC). Ainda em 2017 participou como jurado no Festival de Dança de Joinville (SC) e Festival de Dança de Quitandinha (PR), na modalidade de danças urbanas, entre outras premiações. O Proponente fará a gestão administrativa e financeira de maneira voluntária e atuará como professor no Projeto (item na Planilha Financeira)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2024-12-31
Locais de realização (1)
Joinville Santa Catarina